Análise – Razer Lancehead

Apesar da sua simplicidade, há uma série de pontos a destacar no Razer Lancehead, que é mais um rato da Razer dedicado aos jogadores de PC.

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Este é, provavelmente, o rato mais bonito e sóbrio da marca. Com um design altamente ergonómico que aposta na simetria, temos aqui um numero de botões reduzidos, face a outros modelos da marca, distribuídos de igual modo para cada lado do rato, que o tornam, também, num rato ambidextro.

As dimensões do Razer Lancehead tornam-no igualmente ergonómico, deixando que a nossa mão o abrace e fique confortavelmente ajustada aos acabamentos de borracha em cada um dos lados.

Visualmente, voltamos a contar com a decoração do sistema Chroma, que, aqui, é usado de forma mais contida apenas com duas linhas de LEDs que acompanham o perfil esquio do rato, o logótipo da Razer iluminado e a roda de scroll.

Disponível quatro cores cores, onde se destaca o branco e o rosa, o nosso modelo de teste apresenta-se em tons de cinza metálico escuro, que, combinado com alguns padrões de luz, fica excecionalmente bem numa secretária.

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A grande característica de destaque, no entanto, pouco ou nada tem a ver com o seu design, mas sim com os modos de utilização, pois o Razer Lancehead é um rato “híbrido” que funciona com ou sem fios.

O Razer Lancehead dá a opção ao utilizador de utilizar um cabo USB ou um pequeno dongle de receção. A grande vantagem desta opção é a possibilidade de nos livrarmos de fios, tornando mais fácil a eventualidade de nos termos que deslocar.

Graças a uma bateria interna, o Razer Lancehead livra-se de pilhas e recarrega automaticamente no uso com fios. A sua autonomia varia de acordo com a utilização dada, podendo durar cerca de dois a três dias de utilização intensa com o sistema Chroma ativo, podendo ser expandida sem o recurso desta funcionalidade.

Mas o mais interessante desta capacidade de uso sem fios é o quão semelhante é a experiência de utilização estando ligado ou não. A diferença é praticamente impercetível. Em jogos ou aplicações de produtividade mais delicadas (como o Photoshop ou o Ilustrator), o comportamento e precisão do Lancehead são exímios.

Quem procura personalização de utilização terá, mais uma vez, acesso à aplicação Synapse, que se revela extremamente útil e quase obrigatória. Aqui não só podemos dar cor ao Lancehead, como podemos definir o que fazem cada um dos botões laterais e configurar o rato para a mão que queremos utilizar, mas, acima de tudo, definir perfis de precisão em DPIs, que podem ser alternados diretamente no rato perto da roda do scroll. É algo que se demonstra muito útil em jogos de tiro em que a redução dos DPIs permite movimentos mais cuidados.

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Contudo, no nosso teste, não foi fácil começar a dizer só coisas boas do Razer Lancehead. É preciso ter muito cuidado com o sensor do laser, sendo quase obrigatório usar um bom tapete de rato.

Ainda que funcione em basicamente todo o tipo de superfícies, o sensor é delicado e pode sujar-se com alguma regularidade, pelo que requer algum cuidado. Já em condições normais funciona na perfeição.

A Razer tem, assim, um rato gaming simples quase perfeito, que prima pela sua excelente ergonomia e versatilidade, colocando-se num segmento ligeiramente diferente daqueles que procuram periféricos cheios de botões e atalhos.

O Razer Lancehead está à venda por um valor recomendado de 149,99€.

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