Primeiro projeto eólico flutuante não subsidiado do mundo vai surgir em Viana do Castelo

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E terá uma capacidade instalada de 600 MW.

Numa altura em que o Governo prepara o lançamento do primeiro leilão eólico offshore, e que, ao que tudo indica, será o maior de sempre no país e contará com uma capacidade instalada de 10 gigawatts, uma empresa alemã, a BayWar.e, pediu ao Governo português o uso exclusivo do fundo do mar ao largo de Viana do Castelo.

O objetivo? Criar na zona o primeiro projeto eólico flutuante não subsidiado do mundo vai surgir em Viana do Castelo, com uma capacidade instalada de até 600 megawatts (MW).

“A empresa solicitou oficialmente os direitos de uso exclusivo do fundo do mar, para desenvolver um parque eólico offshore flutuante com 30 turbinas e até 600 MW no total, numa zona dedicada ao largo da costa de Viana do Castelo”, lê-se no comunicado divulgado no site oficial.

Este é um projeto que, devido às suas características, irá apoiar Portugal a atingir as suas metas climáticas e a atingir zero emissões líquidas nas décadas seguintes. Em particular, Portugal pretende aumentar a quota das energias renováveis na produção de electricidade para 80% até 2026.

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