O Tivoli Avenida Liberdade apresenta quartos e suites renovados, com uma nova paleta de cores e elementos inspirados na cidade de Lisboa.
O Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa, renovou os quartos e suites, numa intervenção desenvolvida pelo Rodrigo Izquierdo Studio. O projeto procurou atualizar os interiores sem romper com as referências arquitetónicas e históricas do hotel, cuja origem remonta a 1933.
A intervenção foi inspirada no património do edifício e na relação do hotel com a cidade de Lisboa. Entre as referências consideradas está a influência modernista introduzida pelo arquiteto português Porfírio Pardal Monteiro, em 1955. O resultado combina elementos associados à história do hotel com uma linguagem contemporânea, materiais naturais e uma abordagem centrada no conforto.
A renovação abrange tanto as suites como os restantes quartos e estende-se também aos corredores. Os interiores recorrem a uma paleta de cores denominada Lisbon Flair, que inclui vários tons de azul associados aos azulejos tradicionais, verdes relacionados com a vegetação da Avenida da Liberdade e tonalidades terracota inspiradas nos telhados de Lisboa.
Entre os materiais utilizados estão a madeira maciça, a pedra natural, o latão e o ferro. O projeto inclui ainda mobiliário concebido por medida, obras de arte e objetos decorativos selecionados para reforçar a ligação dos espaços à identidade portuguesa e à cidade.
As suites do Tivoli Avenida Liberdade foram concebidas como espaços de alojamento de maior dimensão e incluem serviço personalizado e comodidades exclusivas. A renovação dos quartos segue a mesma linha estética, com uma aposta em ambientes de descanso, conforto e luxo discreto. Desta forma, a intervenção não se limita às categorias superiores, abrangendo também os espaços de alojamento standard do hotel.
A ligação à história do Tivoli Avenida Liberdade é reforçada através de vários elementos decorativos. Uma obra têxtil contemporânea reinterpretada a partir de Sintra, tapeçaria criada por Mily Possoz para a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, é utilizada como referência artística nos novos interiores.
As alcatifas reproduzem geometrias inspiradas na fachada do hotel, enquanto os medalhões dourados remetem para os porta-chaves originais utilizados na década de 1930. Estes elementos foram integrados no projeto como referências ao passado do edifício, sem reproduzir diretamente a decoração histórica.
O projeto inclui também objetos decorativos e peças de cerâmica selecionados por Felipa Almeida, bem como obras de artistas portugueses. A presença destes elementos contribui para reforçar a componente artística e a ligação dos quartos e suites à cultura nacional.
Nas casas de banho são disponibilizados produtos da marca portuguesa Claus Porto, com a fragrância Citron Verbena. A utilização destes produtos integra a componente de amenities prevista para os quartos e suites renovados.
