Revolut vai abrir sede portuguesa até final do ano

E em Matosinhos, passando a ser a segunda maior unidade da fintech britânica na Europa. A informação é avançada pela Agência Lusa, que sabe que a Revolut vai ter uma sede em Portugal que vai ocupar o edifício da litográfica Amorim & Amorim, uma antiga fábrica de latas de conservas de sardinha.

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Tudo indica que esta abertura aconteça até final de 2019, até porque “o espaço está neste momento a sofrer obras de beneficiação e deverão estar concluídas no final deste ano. Até as obras estarem concluídas, os atuais colaboradores da Revolut em Portugal (70) estão instalados num escritório provisório, na Rua Roberto Ivens, também em Matosinhos”, avançou fonte da Revolut à Lusa.

Ao ocupar aquela antiga unidade fabril, o espaço terá capacidade para ter “470 pessoas a operar”, pelo que se espera o espaço fique lotado de colaboradores num máximo de 24 meses. E uma coisa está prometido: a nova casa da Revolut irá manter o visual industrial daquela fabrica.

Mas porque é que a Revolut escolheu Portugal?

Bom, à semelhança do que acontece com outras empresas, que escolhem Portugal para se estrear na Europa, a Revolut confirmou à Lusa que tal se deve ao facto do país se ter afirmado como um “mercado preferencial para grandes empresas tecnológicas”. Além disso, há também a proximidade a universidades e ao mar, a “qualidade dos profissionais, qualidade de vida e condições climatéricas únicas”.

A Revolut tem sede em Londres, no Reino Unido, e, apesar de contar já com 1200 funcionários, tem 660 vagas em aberto. Na Europa, a fintech conta com 6,5 milhões de clientes, entre os quais estão 250 mil portugueses.

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