Portugueses preferem mexer no smartphone do que interagir com os outros

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Imagina que chegaste a um bar e estás à espera dos teus amigos. O espaço está apinhado e várias pessoas conversam à tua volta. O que preferes fazer? Conversar com alguém que não conheces ou manteres-te ocupado com o teu smartphone? Porquê interagir com desconhecidos ou simplesmente ficar num canto à espera de outras pessoas quando se tem um dispositivo à mão?

Hoje em dia, os dispositivos tornaram muito mais fácil evitar a conversa de circunstância com aqueles em nosso redor, e uma nova investigação da Kaspersky Lab veio comprová-lo, com 72% dos portugueses a recorrer a estes quando não sabem o que fazer numa situação social. Os dispositivos são também a distração principal dos utilizadores mesmo quando estes não estão a fingir-se de ocupados ou a evitar alguém. Cerca de 46% dos portugueses entrevistados admite recorrer aos seus smartphones para passar o tempo e 44% dos mesmos usam-nos como distração.

Além de serem uma distração, os dispositivos são também uma “boia salva-vidas” para aqueles que preferem não interagir diretamente com outras pessoas em situações do dia-a-dia e para completar tarefas diárias. Na verdade, quase um terço (31%) das pessoas prefere levar a cabo tarefas como pedir um táxi ou encontrar direções através de um website ou aplicação, uma vez que consideram esse processo mais fácil do que falar com outra pessoa.

Quer seja para ajudar a evitar contacto direto com alguém ou preencher um vazio nas vidas dos seus utilizadores, a constante dependência dos dispositivos dá origem ao pânico quando estes deixam de funcionar devidamente. Um terço dos inquiridos (34%) receia aborrecer-se se não tiver acesso ao seu dispositivo e 12% não sabe como se fingir de ocupado se este não estiver consigo.


 

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