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PARTIS, a iniciativa que quer dar voz à imprevisibilidade da arte comunitária e participativa

É de 24 a 26 de janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que irá decorrer mais uma iniciativa PARTIS – Práticas Artísticas de Inclusão Social, encontro promovido por aquela fundação que visa apoiar projetos que demonstram o papel que as artes podem desempenhar nos percursos de integração e na construção de comunidades mais coesas e justas.

Na prática, falamos de projetos que criam espaços de liberdade e de aprendizagem permanente, onde se desfazem preconceitos e se ensaia a compreensão e a tolerância. E teremos três dias para os conhecer.

No primeiro dia, 24 de janeiro, às 10h, começa a conferência Arriscar juntos: que novos centros de criação artística hoje?, com participação de Philipp Dietachmair, da European Cultural Foundation (Holanda), e Stella Duffy, cofundadora do projeto Fun Palaces (Reino Unido). A conferência também prossegue pela tarde, destacando-se a apresentação do livro Arte e Esperança. Percursos da iniciativa PARTIS, coordenado por Hugo Cruz. O dia, porém, só fica completo com a exibição de Estamos todos no mesmo barco, peça inspirada n’Os Lusíadas, recriada e interpretada por reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria.

No segundo dia, 25 de janeiro, às 10h30, a iniciativa PARTIS muda-se para a Biblioteca Municipal de Marvila, onde será dado a conhecer o projeto Meio no Meio, uma iniciativa da ARTEMREDE que desenvolve formações artísticas com jovens e adultos residentes na Área Metropolitana de Lisboa como forma de promover a capacitação, as oportunidades de aprendizagem e a cidadania ativa.

Haverá ainda tempo para a exibição de uma curta-metragem, para a inauguração de uma exposição de trabalhos de artes visuais, e, já ao final da tarde, às 18h30, poderá ser visto o filme Batida de Lisboa, de Rita Maia e Vasco Viana (em parceria com a Associação Passa Sabi).

Finalmente no terceiro e último dia, dia 26 de janeiro, das 11h às 18h, há uma mostra da instalação/performance Enxoval, um bordado a muitas mãos que, partindo do símbolo do enxoval enquanto representação social da condição feminina, propõe a criação de um bordado feminista coletivo e subversivo. Já às 15h, há a peça de teatro Monstro em Mim, às 15h, o primeiro espetáculo do projeto Mare Liberum, onde 13 jovens do Centro Educativo Navarro de Paiva interpretam uma história sobre medo e superação (dois projetos apoiados pela PARTIS).

O dia não acaba sem um concerto da Orquestra de Percussão Corporal do Conservatório d’Artes de Loures, às 17h, que prova de que qualquer pessoa pode fazer música utilizando apenas o seu corpo, havendo ainda tempo, às 18h30, para a exibição do filme Djon África, de Filipa Reis e João Miller Guerra, que reflete sobre a busca interior e a afirmação de um lugar em territórios onde o conflito de identidades é premente.

Toda a programação do PARTIS é gratuita, embora havendo espetáculos em que é necessário levantar os bilhetes na bilheteira com algum tempo de antecedência.

Fonte: Fundação Calouste Gulbenkian; Foto de: Paulo Pimenta

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