Steve Madden inaugura novo espaço no Piso 1 do NorteShopping

Com 88 m2, a nova loja da Steve Madden no NorteShopping reflete a identidade urbana da marca inspirada em Nova Iorque.

A Steve Madden passou a ocupar um novo espaço no NorteShopping, após a mudança para o Piso 1 do centro comercial. A nova localização insere-se numa das áreas com maior circulação de visitantes e maior concentração de marcas de posicionamento médio-alto, reforçando a presença da insígnia norte-americana num dos principais polos comerciais da Área Metropolitana do Porto.

Com uma área de 88 m2, a loja foi pensada para refletir a ligação da Steve Madden a Nova Iorque, cidade que continua a influenciar a estética e o conceito da marca. O espaço apresenta um ambiente contemporâneo, assente em linhas modernas e numa abordagem visual mais depurada, mantendo a componente urbana que caracteriza a sua linguagem desde a origem.

Para além do NorteShopping, a Steve Madden mantém presença nos centros comerciais Vasco da Gama, CascaiShopping e Centro Colombo. A marca está igualmente disponível através da loja online oficial, garantindo cobertura nacional tanto no retalho físico como no digital.

Cineplace encerra salas de cinema no LeiriaShopping

O LeiriaShopping deixa de ter cidade, mas os habitantes continuam a ter disponíveis o CinemaCity e os teatros José Lúcio da Silva e Miguel Franco.

A Cineplace encerrou as salas de cinema que explorava no LeiriaShopping, confirmou esta sexta-feira a administração do centro comercial, pondo fim a mais de uma década de exibição regular naquele espaço.

O encerramento ocorre cerca de duas semanas depois de a Cineplace ter fechado os cinemas que operava nos centros comerciais da Guarda e das Caldas da Rainha, no âmbito de um Plano Especial de Revitalização. Nessas duas cidades, a decisão levou à paragem total de oito salas, deixando ambas sem cinema comercial regular. Em Leiria, ficam agora inativas sete salas, exploradas pela Cineplace desde 2010.

A gestão do LeiriaShopping garante estar a acompanhar a situação, trabalhando na procura de uma solução que permita manter uma oferta cultural diversificada para a cidade e para os visitantes do centro comercial. Uma situação bastante lamentável tendo em conta que, em novembro de 2025, o centro comercial apresentou oficialmente a renovação do seu interior, achada e sistemas de iluminação com investimento de 7 milhões de euros.

Apesar do fecho, a cidade continua a dispor de alternativas de exibição cinematográfica, nomeadamente no complexo CinemaCity e nos teatros José Lúcio da Silva e Miguel Franco, que mantêm programação regular.

Segundo os dados mais recentes do Instituto do Cinema e do Audiovisual, em 2025 a Cineplace explorava 62 salas de cinema distribuídas por 12 complexos em Portugal, sendo a segunda maior exibidora no país, atrás da NOS Lusomundo Cinemas. Ainda assim, ao longo desse ano, a empresa encerrou vários espaços, incluindo cinemas em Portimão, no Algarve Shopping, na Guia, no Madeira Shopping, no Funchal, e no Rio Sul Shopping, no Seixal.

Entretanto, a Inspeção-Geral das Actividades Culturais revelou que o Ministério da Cultura autorizou a desafetação de atividade das salas do Estação Viana Shopping, em Viana do Castelo, a pedido dos proprietários do centro comercial. Encontrava-se igualmente em análise um pedido para a alteração da afetação de seis salas do complexo Cineplace no centro comercial Nova Arcada, em Braga.

Pedro, Pedro, Pedro é o novo podcast dedicado ao futebol

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Pedro Ribeiro, Pedro Barbosa e Pedro Henriques prometem debates semanais sem filtros e com olhar crítico sobre o jogo.

O panorama do comentário desportivo em Portugal ganhou um novo espaço de análise com o lançamento de Pedro, Pedro, Pedro, o podcast que reúne três figuras bem conhecidas do panorama desportivo nacional: Pedro Ribeiro, Pedro Barbosa e Pedro Henriques. Gravado nos estúdios da Rádio Comercial, o programa propõe conversas semanais sobre futebol português, com tempo, contexto e contraditório, longe do ruído que domina grande parte do debate desportivo.

A nova produção aposta numa abordagem mais profunda ao jogo, cruzando a experiência de um comentador, a visão de um ex‑jogador e dirigente e a leitura de um ex‑árbitro. O resultado é um espaço onde se discutem escolhas técnicas, modelos de gestão, protagonistas dentro e fora das quatro linhas e temas estruturais que influenciam o futebol nacional. Com estilos distintos, os três Pedros procuram um debate vivo e direto, privilegiando a análise ao jogo e não apenas às polémicas ou aos resultados da jornada.

Distribuído pela Bauer Media o primeiro episódio do podcast já está disponível nas plataformas digitais, e um novo episódio é lançado todas as semanas.

Riscos cibernéticos para freelancers e micro e pequenas empresas em 2026

Os riscos cibernéticos deixaram de ser uma preocupação exclusiva das grandes organizações e passaram a afetar de forma direta freelancers, microempresas e pequenas e médias empresas (PME). Em Portugal, essa realidade tornou-se ainda mais evidente em 2025, quando 54% das PME portuguesas foram vítimas de ciberataques, segundo dados divulgados pelo The Portugal News. Esse valor reflete não apenas o aumento do número de incidentes, mas também a crescente sofisticação das ameaças digitais que afetam negócios de menor dimensão.

À medida que a economia se torna cada vez mais digital, freelancers e pequenas empresas recorrem a plataformas online para faturação, pagamentos, gestão de clientes, armazenamento de dados e comunicação. Essa dependência tecnológica cria novas oportunidades de crescimento, mas também expõe fragilidades que podem ser exploradas por cibercriminosos. Muitas dessas organizações operam com recursos limitados, sem equipas especializadas em tecnologia ou segurança da informação, o que aumenta a sua vulnerabilidade.

Em 2026, prevê-se que os ataques cibernéticos se tornem mais direcionados e personalizados. Os criminosos utilizam inteligência artificial e dados públicos para criar esquemas de fraude mais credíveis, tornando difícil distinguir comunicações legítimas de tentativas de ataque. O trabalho remoto e híbrido, que continuará a ser uma realidade para muitos profissionais independentes, também contribui para o aumento dos riscos, sobretudo quando são utilizadas redes e dispositivos menos seguros.

Para freelancers e PME, um ciberataque pode ter consequências graves: perdas financeiras diretas, interrupção da atividade, exposição de dados sensíveis de clientes e danos duradouros na reputação do negócio. Nese contexto, a organização financeira assume um papel relevante na mitigação do risco, uma vez que estruturas mais claras facilitam o controlo e a deteção de atividades suspeitas.

A abertura de uma conta empresarial permite separar as finanças profissionais das pessoais e gerir melhor a atividade, contribuindo para maior transparência e disciplina financeira. Esta separação é particularmente importante para freelancers e microempresas, onde a mistura de fluxos financeiros pode dificultar a identificação de movimentos anómalos ou fraudulentos.

Principais riscos cibernéticos para pequenos negócios em 2026

Os riscos cibernéticos correspondem à possibilidade de incidentes que comprometam sistemas digitais, dados, operações ou transações financeiras. Em 2026, esses riscos assumem várias formas, muitas delas já conhecidas, mas cada vez mais sofisticadas e difíceis de detectar.

Entre os principais riscos destaca-se o phishing, que recorre a mensagens falsas por e-mail, SMS ou redes sociais para induzir freelancers e colaboradores a divulgar credenciais de acesso. O ransomware continua a representar uma ameaça séria, bloqueando o acesso a ficheiros e sistemas críticos mediante pedidos de resgate. As fraudes financeiras digitais, como pagamentos não autorizados ou manipulação de dados bancários, afetam sobretudo empresas com processos de validação pouco robustos.

Outro risco crescente está associado ao uso de dispositivos pessoais para fins profissionais, prática comum entre trabalhadores independentes. A ausência de atualizações de segurança, antivírus ou redes protegidas facilita a intrusão de terceiros. A má gestão de acessos – incluindo palavras-passe fracas, reutilizadas ou partilhadas – continua a ser um dos principais pontos de falha.

Mesmo sem a obrigatoriedade de uma conta empresarial, no caso dos trabalhadores independentes, é fundamental assegurar que as finanças do negócio utilizam 3D Secure e autenticação dupla, mecanismos que ajudam a combater o cibercrime e reduzem significativamente o risco de transações fraudulentas.

Digitalização financeira e estratégias de proteção

A digitalização financeira trouxe ganhos claros de eficiência, controlo e agilidade para freelancers e PME, mas também exige escolhas conscientes em matéria de segurança. Em 2026, optar por soluções financeiras que integrem proteção avançada deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade básica.

Plataformas financeiras que oferecem autenticação dupla, cartões com limites configuráveis, notificações em tempo real e validação reforçada de pagamentos ajudam a reduzir significativamente o impacto dos ciberataques. Neste contexto, soluções financeiras como a Qonto, referência em Portugal, destacam-se pela facilidade de abertura de conta empresarial, serviço digital completo, comissões transparentes e elevado nível de satisfação dos clientes.

Ao combinar boas práticas de cibersegurança com ferramentas financeiras seguras, freelancers e PME conseguem não só proteger-se melhor, como também ganhar competitividade e confiança junto dos clientes. Em 2026, investir em prevenção será sempre menos oneroso do que lidar com as consequências de um incidente cibernético, tornando a segurança digital um pilar central da gestão dos pequenos negócios.

Como a Geração Z e os Millennials consomem notícias de forma diferente em 2026

Em 2026, falar de hábitos de notícias é, na prática, falar de ecrãs pequenos, vídeos curtos, notificações e escolhas rápidas. A Geração Z e os Millennials cresceram em ambientes digitais, mas não da mesma forma. Mesmo assim, partilham algo importante: a ideia de que a informação precisa de ser acessível, rápida e, acima de tudo, relevante para a vida diária. O consumo de notícias da Geração Z e a forma como vemos os Millennials e as notícias digitais mostram que o jornal impresso e até a televisão aberta já não são o centro da conversa.

Do jornal ao feed infinito

As gerações anteriores tinham rotinas fixas. Jornal de manhã. Telejornal à noite. Em 2026, isso soa quase estranho. A maioria dos jovens abre uma aplicação e encontra um feed que nunca acaba. A preferência por redes sociais é clara: TikTok, Instagram, YouTube Shorts e plataformas similares tornaram-se portas de entrada para o noticiário.

Não é que não queiram informação profunda. O que mudou foi o caminho até ela. Primeiro vem o resumo em vídeo. Depois, se o tema interessar, o clique para ler mais. Este comportamento explica o crescimento do consumo de conteúdo em vídeo.

Segurança, acesso e o papel das VPN

Ainda na primeira metade desta jornada digital, há um tema que aparece cada vez mais: segurança e acesso. Muitos jovens consomem notícias em redes públicas, no transporte, em cafés ou em universidades. Neste contexto, falar de cidbersegurança deixou de ser algo técnico e tornou-se algo prático. Algumas pessoas usam serviços como VeePN para proteger a ligação e também para aceder a conteúdos de outros países. Existem, por exemplo, ferramentas Android disponíveis que ajudam quem lê notícias no telemóvel a navegar com mais privacidade e menos restrições regionais. Para uma geração que já nasceu ligada à Internet, isto parece quase tão normal como usar auscultadores.

Geração Z: velocidade e identidade

A Geração Z quer rapidez. Mas não só isso. Quer reconhecer-se no conteúdo. Notícias que parecem distantes, frias ou impessoais simplesmente não funcionam. Por isso, o envolvimento com notícias interativas cresce tanto. Inquéritos, comentários, vídeos com perguntas, gráficos animados. Tudo isto aumenta o tempo de atenção.

Outro ponto importante é a procura por fontes alternativas. Muitos jovens preferem seguir um criador independente que explica política, ciência ou economia com linguagem simples, em vez de abrir o site de um grande jornal. Não é rejeição automática aos media tradicionais. É uma questão de identificação e de estilo.

Millennials: entre o hábito e a adaptação

Os Millennials estão a meio caminho. Ainda se lembram da época em que os portais de notícias eram a principal fonte. Mas também se adaptaram ao mundo dos feeds e dos vídeos. Para este grupo, o uso de newsletters digitais é muito forte. É uma forma de organizar o caos informativo.

Uma pesquisa de 2025 mostrou que cerca de 45% dos Millennials subscrevem pelo menos uma newsletter de notícias, mesmo que gratuita. Gostam da ideia de receber um resumo pronto, já filtrado, no e-mail ou na aplicação. É a personalização de notícias a funcionar na prática.

O telemóvel como centro de tudo

Quando falamos em consumo mobile-first, não é exagero. Para muitos jovens, o telemóvel não é apenas o principal dispositivo. É o único. Mais de 60% da Geração Z afirma que raramente ou nunca lê notícias num computador.

Isto muda o design, o tamanho dos textos, a forma de contar histórias. Parágrafos mais curtos. Mais imagens. Mais vídeos. Mais links internos. O conteúdo precisa de “respirar” no ecrã pequeno.

Neste cenário, até temas como privacidade ganham destaque. A atenção à privacidade online deixou de ser conversa de especialistas. Escândalos de fuga de dados e uso indevido de informações pessoais fizeram com que muita gente pense duas vezes antes de clicar. Por isso, soluções de proteção e navegação segura aparecem cada vez mais nas conversas do dia a dia. Em alguns contextos educativos ou de acesso a fontes internacionais, ferramentas como o VeePN VPN são citadas como uma forma prática de contornar bloqueios e proteger a navegação. Além disso, não requerem qualquer habilidade técnica especial nem tempo para configuração.

A confiança mudou de lugar

Durante décadas, a confiança estava ligada ao nome do veículo. Hoje, para muitos jovens, está ligada à pessoa. A confiança em criadores independentes cresce porque estes criadores falam direto com o público, mostram o rosto, erram e corrigem em público.

Claro, isto tem riscos. Nem todo criador é cuidadoso com dados ou fontes. Mas o público também se tornou mais atento. Há uma espécie de verificação colectiva: se alguém espalha algo errado, os comentários apontam rapidamente. Não é um sistema perfeito, mas é diferente do antigo modelo de comunicação unilateral.

Evitar media tradicionais: escolha ou consequência?

O termo “evitar media tradicionais” aparece muito em pesquisas. Mas precisa de ser entendido com cuidado. Nem sempre é uma rejeição consciente. Muitas vezes é apenas consequência do novo hábito. Se a notícia já chegou pelo feed, por que ir ao site original?

Mesmo assim, jornais e televisões que se adaptaram melhor ao digital conseguem manter espaço. Os que investiram em vídeos, podcasts e formatos interativos ainda conseguem dialogar com estes públicos.

Dados, números e um pouco de realidade

Alguns números ajudam a perceber o cenário:

  • Cerca de 75% da Geração Z diz que descobre as principais notícias da semana pelas redes sociais.
  • Entre os Millennials, este número fica em torno de 60%, com o resto dividido entre portais e newsletters.
  • Vídeos curtos representam mais de 50% do tempo gasto com conteúdo informativo em plataformas sociais.
  • Apenas cerca de 20% dos jovens adultos acedem diretamente à página inicial de um grande jornal todos os dias.

O futuro próximo do consumo de notícias

Quando olhamos para o consumo de notícias da Geração Z e para os Millennials e notícias digitais, vemos menos ritual e mais fluxo. Menos horários fixos e mais momentos espalhados ao longo do dia. Cinco minutos na fila. Três minutos no autocarro. Dois minutos antes de dormir.

A informação torna-se parte do ruído de fundo da vida digital. Isto é bom e mau. Bom porque mais pessoas têm acesso. Mau porque a atenção é fragmentada.

Conclusão: informar-se é diferente, mas continua essencial

Em 2026, informar-se não é sentar e ler. É deslizar, tocar, ouvir, assistir. É escolher. É filtrar. A personalização de notícias, o vídeo, as newsletters e os criadores independentes moldam este novo cenário. Ao mesmo tempo, temas como privacidade, segurança e acesso mostram que a tecnologia não é neutra. Precisa de ser usada com cuidado.

A Geração Z e os Millennials não consomem menos notícias. Consomem de outra forma. E essa forma, gostemos ou não, já define o presente e o futuro da informação.

Porque é que os dados estão a mudar a forma como vivemos o desporto online

Para as gerações mais jovens, acompanhar o desporto já não significa sentar-se em frente à televisão durante 90 minutos. Hoje, o jogo vive em múltiplos ecrãs, notificações, redes sociais e debates online. A análise de dados desempenha um papel central nesta mudança, moldando uma nova forma de envolvimento com o conteúdo desportivo.

Enquanto um jogo decorre, muitos adeptos alternam entre a transmissão, o telemóvel e as redes sociais. Comentários em tempo real, estatísticas partilhadas nos stories e vídeos curtos com os melhores momentos fazem parte da experiência. O desporto tornou-se um fenómeno social e digital, construído em tempo real com base em dados.

As plataformas online aprenderam a responder a este comportamento. Em vez de conteúdos genéricos, oferecem experiências adaptadas: alguns utilizadores preferem resumos rápidos, outros aprofundamentos analíticos ou comparações entre jogadores. Esta flexibilidade é possível graças à leitura contínua dos sinais digitais deixados pelos utilizadores.

«O público atual quer sentir que o conteúdo fala diretamente com ele», explica um analista da BETANDYOU, empresa focada na análise do comportamento dos utilizadores em ambientes digitais. «Os dados ajudam a compreender essas expectativas e a criar experiências mais envolventes e personalizadas

Esta abordagem aproxima o desporto de outros formatos populares entre o público jovem, como o streaming, os podcasts e os conteúdos curtos em vídeo. O importante já não é apenas o evento em si, mas a forma como ele é vivido, comentado e partilhado.

No futuro, esta integração tende a intensificar-se. O desporto continuará a ser um ponto de encontro emocional, mas cada vez mais mediado por tecnologia, dados e interação social. Para quem consome conteúdo digital diariamente, esta evolução é natural – e transforma o desporto numa experiência contínua, personalizada e profundamente ligada ao estilo de vida online.

Saxenda emagrece quantos quilos por semana? Saibam tudo sobre o Saxenda

A pesquisa por “Saxenda emagrece quantos quilos por semana” tem aumentado de forma significativa em Portugal. Isto reflete uma mudança clara na forma como muitas pessoas encaram a perda de peso: cada vez mais como uma questão médica, e não apenas de força de vontade ou disciplina alimentar.

O Saxenda é um dos medicamentos mais conhecidos no tratamento da obesidade e do excesso de peso, mas continua a gerar muitas dúvidas. Quantos quilos se perde por semana? Funciona para toda a gente? É seguro? Vale a pena?

Neste artigo explicamos de forma clara e objetiva como o Saxenda funciona, quanto peso é possível perder, que resultados reais os pacientes estão a ter e como é possível aceder ao tratamento em Portugal, sempre com acompanhamento médico adequado.

Clique aqui caso procure uma consulta de emagrecimento (com possível prescrição de medicação para a obesidade, caso indicado).

O que é o Saxenda?

O Saxenda é uma medicação injetável desenvolvida pela Novo Nordisk, cuja substância ativa, ou princípio ativo, é a liraglutida, um análogo da hormona GLP-1.

O Saxenda pertence à classe dos agonistas do receptor GLP-1 e é utilizado no tratamento da obesidade ou sobrepeso em adultos que apresentem critérios clínicos específicos, sempre com prescrição médica. O objetivo principal deste tratamento é o controle de peso.

O Saxenda atua sobretudo ao nível do apetite:

  • Aumenta a sensação de saciedade
  • Reduz a fome
  • Ajuda a controlar a ingestão alimentar

A administração do Saxenda é feita através de injeção sob a pele (via subcutânea) diariamente, ao contrário de outros medicamentos semelhantes que são semanais. Esta diferença faz com que muitas pessoas pesquisem especificamente por Saxenda para emagrecer, tentando perceber se os resultados compensam o esforço do tratamento.

O tratamento com Saxenda está indicado para pessoas com massa corporal IMC igual ou superior a 30 kg/m² (obesidade), ou igual ou superior a 27 kg/m² (sobrepeso) na presença de comorbidades associadas, como diabetes tipo 2, pressão arterial elevada ou apneia obstrutiva do sono. É importante salientar que o acesso ao Saxenda requer receita médica e acompanhamento clínico.

O uso do Saxenda é contraindicado em mulheres grávidas. Entre os efeitos adversos raros, destaca-se o risco de pancreatite aguda. Pessoas com diabetes ou que utilizam medicamentos para diabetes devem monitorizar cuidadosamente o nível de açúcar no sangue durante o tratamento.

Por fim, é relevante diferenciar o Saxenda de outros medicamentos da mesma classe, como o Ozempic. Embora ambos sejam agonistas do receptor GLP-1, o Saxenda é indicado para perda de peso, enquanto o Ozempic é utilizado principalmente no tratamento do diabetes tipo 2 (Ozempic Saxenda).

Como usar o Saxenda na prática

O Saxenda é um medicamento injetável que deve ser utilizado sempre de acordo com a orientação médica. A administração faz-se uma vez por dia, por via subcutânea, ou seja, sob a pele, utilizando a caneta fornecida. Os locais recomendados para a aplicação são a parte frontal das coxas, o abdómen ou a parte superior do braço, variando a zona para evitar irritações locais.

É fundamental seguir rigorosamente o plano de tratamento definido pelo médico, respeitando as doses e a duração indicadas. Não altere a dose por iniciativa própria e nunca interrompa o tratamento sem consultar o seu médico. Para potenciar os resultados, o Saxenda deve ser integrado numa rotina que inclua uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios físicos, conforme recomendado pelo profissional de saúde.

Antes de iniciar o tratamento, leia atentamente a bula do medicamento para conhecer todos os detalhes sobre a administração, conservação e possíveis interações. Se tiver dúvidas sobre como aplicar a injeção ou sobre o funcionamento da caneta, peça esclarecimentos ao seu médico ou farmacêutico.

Saxenda emagrece quantos quilos por semana?

Para quem procura uma resposta rápida à pergunta “Saxenda emagrece quantos quilos por semana?”, aqui fica um resumo direto: Em média, os pacientes perdem entre 0,5 kg e 1 kg por semana durante os primeiros meses de tratamento.

Este valor pode variar consoante vários fatores, incluindo:

  • peso inicial
  • dose atingida
  • adesão ao tratamento
  • alimentação
  • resposta individual do organismo

Em estudos clínicos, a Saxenda foi avaliada em adultos com IMC igual ou superior a 27 kg/m² (27 kg m), especialmente quando associados a comorbidades como hipertensão ou dislipidemia, e a dose pode chegar até 3 mg por dia.

Em termos mensais, isto pode traduzir-se numa perda de 2 a 4 kg por mês, especialmente após o período de adaptação inicial, mas depende do peso inicial do paciente. Nos primeiros meses, é esperado que a perda de peso seja de 2% a 4% do peso corporal por mês, sendo o principal objetivo o controlo do peso e de fatores de saúde relacionados.

Saxenda: como funciona na prática?

Para compreender melhor como Saxenda funciona, é importante perceber que o medicamento não “queima gordura” de forma direta. O seu efeito principal é hormonal e comportamental.

Na prática, muitos pacientes relatam:

  • Redução significativa do apetite
  • Menor vontade de petiscar
  • Maior facilidade em respeitar porções
  • Sensação de saciedade mais rápida

O tratamento é iniciado com doses baixas, que vão sendo aumentadas gradualmente ao longo de várias semanas. Este processo ajuda a minimizar efeitos secundários, como náuseas, que podem surgir no início. É precisamente esta titulação progressiva que explica por que a perda de peso não é imediata nem extrema nas primeiras semanas.

Efeitos colaterais do Saxenda: o que esperar

Tal como outros medicamentos para controlo de peso, o Saxenda pode causar alguns efeitos colaterais, especialmente nas primeiras semanas de tratamento. Entre os efeitos mais comuns estão o aumento de arrotos, gases intestinais, boca seca e alterações no paladar. Algumas pessoas podem também sentir náuseas, prisão de ventre ou dor de cabeça.

É importante estar atento a sinais de hipoglicemia, sobretudo em pessoas com diabetes tipo 2 ou que tomam outros medicamentos para baixar o açúcar no sangue. Sintomas como tonturas, suores frios, tremores ou sensação de fraqueza devem ser comunicados ao médico.

Em casos mais raros, podem surgir efeitos como dor intensa na parte superior do estômago, gastroparesia (dificuldade de esvaziamento do estômago) ou formação de pedras na vesícula biliar. Reações alérgicas graves, embora pouco frequentes, exigem assistência médica imediata.

Durante o tratamento com Saxenda, informe sempre o seu médico sobre qualquer efeito colateral que surja, mesmo que pareça ligeiro. O acompanhamento profissional é essencial para ajustar o tratamento e garantir a sua segurança.

Que resultados reais os pacientes estão a obter com Saxenda?

Para além dos números médios, é importante olhar para os resultados reais observados em contexto clínico.

Além da perda de peso, o tratamento com Saxenda pode também ajudar a melhorar condições associadas ao excesso de peso, como apneia obstrutiva, apneia obstrutiva do sono e pressão arterial elevada.

De forma geral, os dados mostram que:

  • Muitos pacientes perdem entre 5% e 10% do peso corporal ao longo de vários meses
  • A perda tende a ser gradual e mais sustentável
  • Os resultados são melhores quando existe acompanhamento médico regular

No dia a dia, os relatos mais comuns incluem:

  • Melhor controlo alimentar
  • Menos episódios de compulsão
  • Maior motivação para manter hábitos saudáveis

No entanto, é fundamental esclarecer que nem todas as pessoas respondem da mesma forma ao Saxenda. Há pacientes que perdem peso de forma mais lenta e outros que não atingem logo os resultados esperados, o que reforça a importância de avaliação médica contínua.

Saxenda para emagrecer: quem pode beneficiar?

O Saxenda para emagrecer é geralmente indicado para:

  • Pessoas com obesidade ou índice de massa corporal elevado
  • Com excesso de peso associado a fatores de risco metabólicos

Não é recomendado como solução estética rápida nem como alternativa a hábitos saudáveis. O medicamento funciona melhor quando integrado num plano que inclua:

  • Alimentação ajustada
  • Acompanhamento clínico, incluindo procedimentos médicos como avaliação da composição corporal e outros exames para determinar a elegibilidade ao tratamento
  • Mudanças comportamentais sustentáveis

Por isso, a decisão de iniciar o tratamento deve ser sempre individualizada e baseada em critérios médicos.

Alimentação saudável durante o tratamento com Saxenda

Manter uma alimentação saudável é um dos pilares para o sucesso do tratamento com Saxenda e para uma perda de peso sustentável. Apesar de o medicamento ajudar a reduzir o apetite, é fundamental não descuidar a qualidade da dieta. Opte por refeições equilibradas, ricas em frutas, vegetais, proteínas magras e grãos integrais, que contribuem para o controlo do peso e para a saúde geral.

Evite alimentos processados, ricos em açúcar e gordura, e privilegie a ingestão de água ao longo do dia. Mesmo que sinta menos fome, não salte refeições e procure manter um padrão alimentar regular, ajustando as porções às suas necessidades. Uma dieta adequada, aliada ao tratamento com Saxenda, potencia a perda de peso e ajuda a manter os resultados a longo prazo.

Se necessário, peça apoio ao seu médico ou a um nutricionista para adaptar o plano alimentar ao seu perfil e objetivos.

Como aceder ao tratamento com Saxenda em Portugal?

Atualmente, o acesso ao Saxenda em Portugal faz-se exclusivamente através de prescrição médica, sendo obrigatória uma consulta médica para avaliação individualizada por um profissional de saúde qualificado. Existem duas vias principais:

Clínicas presenciais

  • Consultas em clínicas privadas
  • Avaliação médica e acompanhamento presencial
  • Custos pagos por consulta

Plataformas de saúde digital

  • Avaliação médica online
  • Acompanhamento contínuo
  • Maior flexibilidade geográfica e de horários

Portanto, as opções são clínicas presenciais às quais a pessoa se pode deslocar e ter um contacto mais próximo e cara a cara ou plataformas de saúde digital mais versáteis quanto a horários e localização, mas igualmente profissionais.

Ambas as opções garantem acompanhamento médico contínuo e acreditado.

Durante a pesquisa para este artigo, surgem algumas plataformas digitais que oferecem este tipo de acompanhamento.

Um exemplo é a Piko, focada em medicina preventiva e metabólica, que permite avaliação e seguimento médico online para tratamentos de emagrecimento, incluindo Saxenda, quando clinicamente indicado.

Como em qualquer outro contexto, o acesso depende sempre de uma consulta médica e da adequação do tratamento a cada paciente, sendo o início do tratamento apenas possível mediante receita médica.

Clique aqui para marcar a a sua avaliação com a Piko.

Armazenamento e descarte do Saxenda

Para garantir a eficácia e segurança do Saxenda, é essencial respeitar as recomendações de armazenamento. O medicamento deve ser guardado na geladeira, entre 2°C e 8°C, evitando a porta para não sofrer variações de temperatura. Após iniciar o uso da caneta, esta pode ser mantida na geladeira ou à temperatura ambiente abaixo de 30°C, durante um máximo de 1 mês.

Nunca utilize o Saxenda após o prazo indicado ou se notar alterações no aspeto do líquido. Qualquer quantidade não utilizada após esse período deve ser descartada de forma segura. Não partilhe a sua caneta com outras pessoas, mesmo que apresentem sintomas semelhantes.

Para o descarte correto, entregue o medicamento não utilizado ou fora de validade na farmácia ou siga as orientações da autoridade sanitária local. Assim, contribui para a segurança de todos e para a proteção do ambiente.

Por que o acompanhamento médico faz toda a diferença

Uma das principais razões pelas quais as pessoas pesquisam “Saxenda emagrece quantos quilos por semana?” é a expectativa de resultados rápidos. No entanto, sem acompanhamento adequado, o risco de frustração e abandono do tratamento aumenta.

O acompanhamento médico permite:

  • Ajustar doses
  • Gerir efeitos secundários
  • Avaliar resultados reais
  • Decidir se o tratamento deve continuar ou ser alterado

Este acompanhamento é uma parte essencial do “resultado final”, embora muitas vezes não seja considerado quando se avalia apenas o medicamento.

Conclusão

O Saxenda é um medicamento eficaz para o tratamento da obesidade e do excesso de peso em muitos pacientes, mas não é uma solução milagrosa. À pergunta “Saxenda emagrece quantos quilos por semana?”, a resposta mais honesta é: em média, entre 0,5 kg e 1 kg por semana, com variações individuais.

Os melhores resultados surgem quando o tratamento é feito com acompanhamento médico, expectativas realistas e integração num plano de saúde mais amplo. Em Portugal, existem hoje opções presenciais e digitais que facilitam o acesso a este tipo de tratamento de forma segura e estruturada.

FAQ: Perguntas frequentes sobre Saxenda

Saxenda emagrece quantos quilos por semana?

Em média, entre 0,5 kg e 1 kg por semana, especialmente após a fase inicial de adaptação, ou 2% a 4% do peso corporal total por mês inicialmente.

Saxenda para emagrecer funciona para toda a gente?

Não. A resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa e também conforme o remédio utilizado. Existem outros remédios para emagrecimento além do Saxenda, e a escolha do medicamento mais adequado deve ser feita com orientação médica.

Como funciona o Saxenda?

O Saxenda é um remédio injetável indicado para perda de peso. Atua sobre hormonas ligadas ao apetite e à saciedade, ajudando a reduzir a ingestão alimentar.

O Saxenda é comparticipado em Portugal?

Não, o Saxenda não é comparticipado para emagrecimento.

É possível fazer tratamento com Saxenda online?

Sim, desde que exista avaliação e acompanhamento médico, como acontece em algumas plataformas de saúde digital como a Piko.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui aconselhamento médico profissional.

Como os atletas descansam durante a temporada

O descanso ocupa um lugar central no rendimento desportivo. Atletas treinam com intensidade elevada durante vários meses, competem com frequência e lidam com pressão constante. Sem pausas bem planeadas, o corpo perde capacidade de resposta e a mente sofre desgaste. Ao longo da temporada, treinadores e equipas técnicas organizam períodos de recuperação que não interrompem o trabalho, mas sustentam a consistência do desempenho. Este texto analisa de forma clara como os atletas descansam durante a época competitiva, que métodos usam e quais os critérios que orientam essas decisões.

Os casinos online constituem plataformas digitais onde utilizadores participam em jogos de azar através da internet, com riscos financeiros reais e impacto potencial nos hábitos diários. A atividade decorre sob enquadramentos legais específicos, que exigem controlo de idade, verificação de identidade e atenção a limites pessoais de utilização. O Spinogambino Casino insere-se neste tipo de ambiente digital e serve como exemplo de um serviço que levanta debates sobre regulação, segurança de dados e efeitos sociais, sem ligação direta a treino, recuperação física ou planeamento desportivo.

O descanso como parte do treino

Atletas não veem o descanso como ausência de esforço. Eles integram esse momento no plano semanal da mesma forma que sessões físicas ou técnicas. O organismo precisa de tempo para reparar fibras musculares, repor reservas energéticas e estabilizar funções hormonais. Quando o descanso falha, surgem sinais claros: fadiga persistente, perda de coordenação, irritabilidade e maior risco de lesão.

Durante a temporada, a carga nunca desaparece por completo. O planeamento ajusta volumes e intensidades, criando ciclos curtos de trabalho mais leve. Esses ciclos evitam quedas bruscas de ritmo e mantêm o atleta preparado para competir.

Diferença entre descanso ativo e descanso total

Os atletas recorrem a dois tipos principais de recuperação. Cada um responde a objetivos distintos e aparece em momentos específicos do calendário.

  • Descanso ativo: inclui atividades de baixa intensidade, como mobilidade, alongamentos, natação leve ou ciclismo moderado. Este formato mantém a circulação sanguínea e reduz a rigidez muscular.
  • Descanso total: elimina estímulos físicos estruturados durante um período curto. Atletas usam este método após fases de carga elevada ou competições exigentes.

Treinadores escolhem o tipo de descanso com base no estado físico, na idade e no histórico de lesões. Nenhuma opção serve todos os casos.

Organização semanal do descanso

Durante a época competitiva, a semana segue um padrão previsível, embora sujeito a ajustes. Jogos, provas ou corridas definem o ponto central. A recuperação começa logo após o esforço principal.

Um exemplo simples de organização semanal ajuda a compreender este processo:

Dia da semanaTipo de atividadeObjetivo principal
Dia após competiçãoDescanso ativoReduzir fadiga muscular
Meio da semanaTreino moderadoManter condição física
Véspera da provaSessão curta e levePreparar o corpo
Dia livre pontualDescanso totalRecuperar energia

Este modelo varia consoante a modalidade, mas ilustra a lógica geral. A equipa técnica ajusta cada detalhe após observar sinais de desgaste ou frescura.

Sono como eixo da recuperação

O sono assume um papel decisivo na recuperação durante a temporada. Atletas de alto nível controlam horários, ambiente e duração do descanso noturno. O corpo realiza processos essenciais durante o sono profundo, como a síntese proteica e a consolidação neuromotora.

Muitos atletas dormem entre sete e nove horas por noite. Alguns acrescentam sestas curtas, sobretudo em dias de duplo treino. Eles evitam estímulos intensos antes de deitar, reduzem a exposição a ecrãs e mantêm rotinas estáveis, mesmo em viagens.

Quando o sono perde qualidade, o rendimento cai rapidamente. Por isso, equipas técnicas monitorizam este fator com questionários simples ou dispositivos de registo.

Alimentação e descanso caminham juntos

A recuperação não acontece sem apoio nutricional adequado. Atletas ajustam a ingestão alimentar nos dias de descanso para apoiar os processos internos. Eles consomem proteínas suficientes para reparar tecidos e hidratos de carbono para repor energia.

Durante a temporada, a alimentação muda pouco em termos de qualidade, mas varia na quantidade. Em dias de menor carga, o atleta reduz ligeiramente o consumo energético. Esta gestão evita acumulação de peso e mantém o equilíbrio metabólico.

A hidratação também entra neste processo. O corpo precisa de água para transportar nutrientes e eliminar resíduos do esforço físico. Atletas mantêm atenção constante a este aspeto, mesmo fora dos treinos.

Estratégias mentais de recuperação

O descanso não se limita ao corpo. A mente precisa de pausas para manter foco e estabilidade emocional. Atletas lidam com expectativas externas, análise constante de resultados e exposição pública. Durante a temporada, eles criam espaços de distanciamento do contexto competitivo.

Algumas estratégias surgem com frequência:

  • Redução do contacto com notícias desportivas em dias livres
  • Atividades sociais fora do ambiente de treino
  • Práticas de respiração e atenção plena
  • Momentos de lazer sem objetivos de rendimento

Estas escolhas ajudam a reduzir tensão psicológica. Um atleta mentalmente exausto dificilmente mantém regularidade, mesmo com boa condição física.

Monitorização da fadiga

Equipas modernas acompanham sinais de cansaço de forma sistemática. Elas usam escalas subjetivas, testes simples e observação diária. O atleta relata sensações, qualidade do sono e nível de energia. O treinador cruza essa informação com dados de treino.

Quando surgem alertas, a equipa ajusta o plano. Pode reduzir a intensidade, alterar exercícios ou introduzir um dia extra de descanso ativo. Esta resposta rápida evita problemas maiores ao longo da época.

Mesmo em contextos menos tecnológicos, a comunicação direta cumpre um papel essencial. O diálogo constante cria confiança e permite decisões mais acertadas.

Diferenças entre modalidades

Cada desporto impõe exigências específicas, e o descanso reflete essas diferenças. Atletas de resistência, como corredores ou ciclistas, lidam com volumes elevados e recuperam com atividades leves frequentes. Desportos de contacto exigem atenção especial a impactos e microlesões.

Em modalidades coletivas, o calendário competitivo limita margens de manobra. Jogos semanais ou bi-semanais obrigam a uma recuperação rápida e contínua. Já em provas individuais, o atleta pode espaçar esforços máximos e inserir pausas mais longas.

Apesar dessas variações, todos partilham o mesmo princípio: sem descanso estruturado, o rendimento cai.

Pausas estratégicas ao longo da temporada

Além do descanso semanal, atletas contam com pausas mais extensas em momentos específicos. Essas interrupções não equivalem ao período fora de época, mas permitem um afastamento temporário da competição.

Essas pausas surgem, por exemplo, durante datas sem jogos, interrupções por seleções ou janelas no calendário. O atleta reduz carga, mantém algum movimento e foca na recuperação global.

Durante essas fases, muitos profissionais aproveitam para tratar pequenas queixas físicas. O objetivo consiste em regressar à competição com sensação de renovação, sem perda significativa de forma.

O papel da disciplina pessoal

O descanso eficaz exige disciplina. Atletas precisam de respeitar planos mesmo quando se sentem bem ou pressionados por resultados. Ignorar sinais de fadiga pode parecer produtivo a curto prazo, mas traz custos claros.

A experiência ensina muitos atletas a ouvir o próprio corpo. Eles aprendem a distinguir cansaço normal de sinais de alerta. Essa aprendizagem cresce com o tempo e com acompanhamento técnico.

Recuperação e longevidade desportiva

A forma como um atleta descansa durante a temporada influencia diretamente a duração da carreira. Quem respeita ciclos de recuperação tende a sofrer menos lesões graves e mantém desempenho estável por mais anos.

Treinadores experientes reforçam este ponto desde cedo. Eles ensinam que treinar mais nem sempre significa treinar melhor. A alternância entre esforço e pausa constrói bases sólidas para o progresso contínuo.

Este equilíbrio não elimina dificuldades, mas reduz riscos. Ao longo de uma época longa, essa diferença torna-se evidente.

Conclusão

O descanso durante a temporada não representa um intervalo vazio, mas uma ferramenta de trabalho. Atletas e equipas técnicas planeiam cada momento com atenção, ajustam rotinas e respondem a sinais do corpo e da mente. Sono, alimentação, estratégias mentais e monitorização diária formam um conjunto coerente.

Sem esse cuidado, o treino perde efeito e a competição cobra um preço elevado. Com ele, o atleta sustenta rendimento, reduz desgaste e prolonga a carreira. O descanso, quando bem integrado, passa a fazer parte do próprio processo desportivo.

ARYZTA investe 40 milhões de euros em nova fábrica de panificação em Portugal

A fábrica de pães e bolos da ARYZTA deverá começar a funcionar algures em 2028.

A ARYZTA, gigante suíça especializada em produtos de padaria prontos a consumir, anunciou um investimento de cerca de 40 milhões de euros para instalar uma nova fábrica em Portugal, marcando um passo importante na expansão europeia do grupo. A unidade, que ficará na região de Lisboa, será dedicada à produção em grande escala de pães e bolos, com o objetivo de abastecer tanto o mercado nacional como outros países da União Europeia, beneficiando da posição estratégica de Portugal para distribuição no Sul da Europa.

A fábrica, prevista para ser concluída entre 2026 e 2027 e iniciar operações em 2028, será equipada com tecnologia de ponta, permitindo otimizar as cadeias de abastecimento e elevar os níveis de serviço ao cliente na Península Ibérica. A empresa realça que esta expansão, conjugada com a sua unidade já existente em Espanha, também contribuirá para a redução da pegada de carbono operacional do grupo.

O investimento em Portugal insere-se num plano mais amplo de desenvolvimento europeu, reforçando a presença industrial fora da Suíça e criando uma plataforma estratégica para servir diversos mercados com eficiência.

Portugal prepara regras para testes de carros autónomos em via pública

O Governo vai permitir testes em via pública de veículos com sistemas de condução autónoma, definindo regras que abrangem todos os níveis de automação.

O Governo prepara-se para abrir a via pública à realização de testes com veículos equipados com sistemas de condução autónoma, através da definição de um novo enquadramento legal que permitirá avaliar estas tecnologias em contexto real. A medida insere-se no plano Mobilidade 2.0, aprovado em Conselho de Ministros, e prevê a criação de regras específicas para a realização de testes em estrada de sistemas automáticos de condução, abrangendo todos os níveis de automação atualmente existentes.

Apesar de já haver veículos no mercado com funcionalidades avançadas de assistência e automação, a utilização plena da condução autónoma continua, para já, fora do quadro legal. Com este novo passo, o Executivo pretende alterar esse cenário, permitindo que fabricantes, operadores ou entidades de investigação possam testar veículos autónomos em condições controladas, mas em ambiente real.

À saída do Conselho de Ministros, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, explicou que estão a ser criados espaços de experimentação nas cidades, conhecidos como living labs, destinados a testar tanto veículos ligeiros como pesados e as respetivas tecnologias de condução automática. A autorização para estes testes terá de ser requerida ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes, que ficará responsável pela validação técnica das operações. Em paralelo, as autarquias locais serão chamadas a pronunciar-se sobre os percursos e horários sempre que os testes ocorram em meio urbano, cabendo aos gestores da infraestrutura rodoviária esse papel nos restantes casos.

Todo o processo de licenciamento será desenvolvido em articulação com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, estando prevista, de forma permanente, a salvaguarda das condições de segurança para condutores, peões, operadores e restantes veículos que circulem na via pública.

O Executivo considera que esta medida poderá acelerar o desenvolvimento da condução autónoma em Portugal, lembrando que o Estado já recorre a sistemas de guiamento automático em alguns contextos, como acontece no Metro do Mondego.

Portugal junta-se, assim, a um conjunto de países europeus onde já é possível testar veículos com elevados níveis de automação, como a Alemanha, França, Espanha ou Finlândia. Até agora, apenas os sistemas intermédios podiam ser utilizados, ficando de fora os níveis mais avançados de condução automatizada. Nos níveis iniciais, enquadram-se tecnologias como o controlo de velocidade adaptativo ou a travagem automática de emergência, evoluindo depois para sistemas capazes de acelerar, travar, estacionar ou executar manobras de forma autónoma. Nos níveis mais elevados, o veículo passa a assumir integralmente a condução e, no patamar máximo, deixa mesmo de necessitar de volante ou de intervenção humana.

Musk antecipa aprovação do sistema de condução autónoma da Tesla na Europa já em fevereiro

Elon Musk anunciou durante o Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça, que a Tesla poderá obter já em fevereiro aprovação regulatória para o seu sistema de condução autónoma supervisionada, conhecido como Full Self-Driving (FSD), na Europa e na China. O CEO revelou que os Países Baixos deverão ser o primeiro ponto de entrada para a tecnologia na União Europeia, com a possibilidade de outros países reconhecerem esta autorização antes de uma aprovação europeia mais ampla. Na China, a situação é mais complexa, uma vez que as atualizações do software FSD têm sido limitadas e dependem de novas aprovações das autoridades locais.

Musk afirmou que, nos Estados Unidos, a condução autónoma está praticamente resolvida, e que a expansão internacional é o passo seguinte. Apesar de as funcionalidades do FSD exigirem supervisão do condutor, a empresa aposta nesta tecnologia como forma de reforçar receitas através de software, compensando a desaceleração no mercado automóvel.

Durante a sua intervenção em Davos, Musk também falou sobre o robô humanoide Optimus, que já executa tarefas simples nas fábricas da Tesla. O CEO prevê que, até ao final de 2026, os robôs serão capazes de desempenhar funções mais complexas e que, em 2027, poderão começar a ser comercializados para o público.

Arábia Saudita quer começar a investir em grandes projetos em Portugal

Empresas da Arábia Saudita veem Portugal como destino estratégico, mas apontam vários obstáculos no acesso a oportunidades.

Empresas sauditas têm vindo a mostrar interesse crescente nos grandes investimentos em Portugal, mas apontam falhas no acesso à informação sobre concursos e projetos públicos. A ideia é deixada por Alwalid Albatan, presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal, que esta semana liderou uma delegação de 15 decisores políticos, empresários e investidores numa visita ao país. Segundo o responsável, existe apetência clara para áreas como a alta velocidade ferroviária, concessões portuárias e o novo aeroporto, mas a ausência de mecanismos claros de divulgação e acesso às oportunidades acaba por afastar potenciais investidores.

Em entrevista ao Negócios (acesso pago), Alwalid Albatan sublinha que o problema não está na duração dos processos, mas na dificuldade em saber quando e como as empresas podem concorrer. Diz que, ao contrário do que acontece na Arábia Saudita, onde existe uma plataforma centralizada com todos os projetos públicos, calendários e regras de candidatura, em Portugal não há um ponto único de acesso à informação

Na sua perspetiva, o principal desafio passa por criar condições que permitam aos investidores estrangeiros identificar oportunidades, compreender os requisitos e participar nos concursos.

Além da questão da informação, Alwalid Albatan aponta a necessidade de uma estratégia mais ativa por parte do Estado português na atração de investimento internacional. Dá como exemplo o modelo saudita, onde existem programas específicos de apoio a empresas estrangeiras e um acompanhamento próximo por parte do Governo. Defende que, se Portugal reforçar esse tipo de iniciativas, o investimento externo poderá duplicar em poucos anos, não apenas vindo da Arábia Saudita, mas de vários mercados.

Ainda assim, as relações comerciais entre Portugal e a Arábia Saudita têm vindo a ganhar expressão. Em 2024, as exportações portuguesas atingiram 186,44 milhões de dólares, enquanto as importações somaram 131,35 milhões. Do lado português, os principais produtos exportados foram mobiliário, veículos, lacticínios, maquinaria, madeira, eletrónica e produtos farmacêuticos. Em sentido contrário, chegaram sobretudo plásticos, ferro, aço e produtos químicos inorgânicos.

Sete estações ferroviárias recuperam painéis de azulejos históricos

Sintra, Esmoriz, Contumil, Rio Tinto, Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua receberam trabalhos de conservação e restauro dos seus azulejos.

A Infraestruturas de Portugal concluiu a reabilitação de painéis de azulejos em sete estações ferroviárias da rede nacional, num trabalho de conservação patrimonial que abrangeu Sintra, Esmoriz, Contumil, Rio Tinto, Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua. As intervenções incidiram sobre conjuntos azulejares instalados ao longo do século XX, datados das décadas de 1920, 1930, 1940 e também de 1990, provenientes de unidades fabris como Sacavém, Viúva Lamego e Constância.

A operação resultou de uma avaliação técnica ao estado de conservação destes elementos decorativos, que permitiu identificar danos associados a vandalismo, degradação dos materiais, perda de aderência aos suportes e, em situações mais graves, risco de desprendimento e consequente perda de azulejos originais.

Os trabalhos realizados incluíram operações de limpeza, colagem e consolidação dos azulejos, tratamento e estabilização dos suportes, preenchimento de lacunas, nivelamento das superfícies, reintegração cromática, refechamento de juntas e produção de réplicas quando necessário. Todo o processo foi desenvolvido com recurso a técnicos especializados, respeitando critérios de conservação e restauro adequados ao valor patrimonial dos painéis.

O investimento global rondou os 226.000€ e as intervenções decorreram ao longo de 2025.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

Galp conclui instalação de unidade de hidrogénio verde de 100 MW na Refinaria de Sines

O projeto de hidrogénio verde da Galp na Refinaria de Sines deverá tornar-se o maior da Europa, com uma capacidade anual de 15.000 toneladas.

A Galp concluiu a instalação do décimo e último eletrolisador do projeto de hidrogénio verde de 100 MW em desenvolvimento na Refinaria de Sines, um empreendimento que, quando entrar em funcionamento, deverá tornar-se a maior unidade deste tipo na Europa. A entrada em operação está prevista para a segunda metade de 2026.

A infraestrutura integra dez módulos de eletrólise, cada um com uma potência de 10 MW, perfazendo uma capacidade total de 100 MW. Em pleno funcionamento, a unidade deverá produzir até 15.000 toneladas de hidrogénio renovável por ano, permitindo substituir cerca de 20% do hidrogénio de origem fóssil atualmente utilizado nas operações da refinaria. Esta substituição deverá traduzir-se numa redução anual estimada de 110.000 toneladas de emissões de gases com efeito de estufa, considerando emissões diretas e indiretas de âmbito 1 e 2.

Os equipamentos instalados correspondem aos módulos GenEco, desenvolvidos pela empresa norte-americana Plug Power Inc. A produção decorre nos Emirados Árabes Unidos, sendo os sistemas posteriormente transportados por via marítima até Sines. Cada módulo, com cerca de 42 toneladas, é montado no local com o apoio de duas gruas e de uma equipa técnica composta por aproximadamente 12 pessoas.

A decisão de avançar com a construção da unidade de eletrólise foi tomada em setembro de 2023, em simultâneo com a aprovação de um projeto para a produção de HVO e SAF. No seu conjunto, os dois investimentos representam um montante de cerca de 650 milhões de euros e visam viabilizar a produção de combustíveis de baixo carbono destinados à aviação, ao transporte marítimo e ao transporte rodoviário.

Parfois inaugura espaço na Rua Augusta com novo conceito de loja

A Parfois inaugurou um novo espaço na Rua Augusta, em Lisboa, integrando a nova imagem da marca e um conceito de loja mais contemporâneo.

A Parfois abriu hoje a sua nova loja na Rua Augusta, em Lisboa, num espaço localizado entre os números 97 e 101, no primeiro piso.

Esta nova unidade surge como montra da renovada imagem da marca e ocupa uma área comercial de 265 m2, distribuídos por dois pisos, assumindo uma linguagem visual mais orgânica, contemporânea e alinhada com uma identidade de dimensão global.

O novo espaço distingue-se por uma arquitetura interior marcada por linhas suaves e paredes curvas, que introduzem uma sensação de continuidade e movimento ao longo do percurso da loja, orientando a circulação de forma natural entre os diferentes universos de produto.

A seleção de materiais e cores assenta numa paleta de tons neutros, pensada para valorizar as coleções expostas. Texturas discretas nas paredes, mobiliário em madeira clara e apontamentos metálicos criam um equilíbrio entre sobriedade e sofisticação, num ambiente organizado de forma intuitiva por áreas dedicadas a acessórios de moda, calçado e bijuteria.

Esta renovação do conceito de loja integra-se numa estratégia mais ampla de evolução da marca, que aposta numa estética mais natural e funcional, aliada a uma dimensão emocional reforçada. A Parfois tem vindo a desenvolver uma abordagem integrada que cruza imagem, inovação de produto e experiência do consumidor, tanto em loja física como nos canais digitais.

O site da marca opera atualmente de forma direta em 24 mercados, sendo complementado por uma rede de franchising internacional.

Fãs de música eletrónica: o Tomorrowland 2026 é a edição do festival com mais nomes portugueses no cartaz

À presença habitual de Diego Miranda, juntam-se uns quantos estreantes na próxima edição do Tomorrowland.

Ano após ano, o Tomorrowland continua a ser o festival de sonho para qualquer fã de música eletrónica. É um dos maiores festivais de música eletrónica do mundo, que junta os melhores nomes do estilo a muitos milhares de festivaleiros em Boom, na Bélgica.

Este ano, o festival acontece em dois fins-de-semana (de 17 a 19 e 24 a 26 de julho), o tema escolhido é “Consciencia” e o cartaz já foi revelado. O Tomorrowland 2026 é a edição com mais DJs portugueses a marcar presença, sendo que alguns deles são estreantes no festival.

O DJ e produtor Danni Gato (17 de julho), a DJ de techno BIIA (18 de julho), e a dupla formada por Moullinex e GPU Panic, MXGPU, e a DJ de psytrance ØTTA (ambos a 19 de julho) estreiam-se nos palcos do festival internacional. Estes juntam-se a Diego Miranda, que já é habitual no line up do Tomorrowland, e que vai atuar nos dois fins-de-semana, mais propriamente a 18 e 26 de julho.

Os bilhetes para o Tomorrowland 2026 já estão à venda.

Além dos artistas portugueses, alguns DJs que fazem parte do cartaz vão poder ser vistos em Portugal durante o verão. É o caso de Hardwell e Kaaze que vão estar no RFM Somnii Intermarché.

Linaria almadensis: a planta que só existe em Almada foi descoberta por investigador da Universidade de Coimbra

Apesar de estar em extinção, a Linaria almadensis só pode ser encontrada nas arribas do Gargalo do Tejo.

Há uma boa notícia para a flora portuguesa: uma nova planta que só existe em Portugal. A descoberta é de João Farminhão, investigador do Centro de Ecologia Funcional (CFE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), que descobriu a Linaria almadensis, uma nova espécie de planta endémica, a única até agora identificada, que está em risco extremo de extinção.

O curioso nesta descoberta é que a Linaria almadensis só pode ser encontrada nas arribas do Gargalo do Tejo, em Almada, mais concretamente aos pés do Cristo Rei e em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, onde o material analisado foi colhido. Não há registos desta planta em mais parte nenhuma do mundo, e, com esta descoberta, já são cerca de 90 as espécies de plantas que existem apenas em Portugal Continental.

Embora tenha sido colhida pela primeira vez em 1843, só agora, no âmbito de uma revisão taxonómica, foi reconhecida e descrita na Botany Letters. O holótipo, exemplar que serviu de referência à descrição desta nova espécie, encontra-se guardado no Herbário da Universidade de Coimbra, a maior coleção botânica do país.

Apesar das semelhanças com outras espécies, esta “distingue-se da Linaria supina e L. polygalifolia, com as quais tinha sido anteriormente confundida, pelas folhas estreitamente elíptico-oblongas a elíptico-oblanceoladas, de ápice obtuso, bem como pela coloração da corola, com as pétalas superiores de um branco-amarelado, o palato amarelo-alaranjado e o esporão frequentemente tingido de violeta“, revela o especialista do Laboratório Associado TERRA.

Segundo o autor, conhecem-se apenas poucas dezenas de indivíduos, “carecendo o seu habitat de medidas urgentes de conservação“, o que levou à avaliação da Linaria almadensis com a categoria Criticamente em Perigo, “o nível de ameaça de extinção mais grave, segundo os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza“, alerta João Farminhão.

Foto: Universidade de Coimbra

Ensino da condução com tutor preocupa Automóvel Club de Portugal

O Automóvel Club de Portugal manifesta preocupação com as alterações ao ensino da condução e alerta para riscos acrescidos para a segurança rodoviária.

O Automóvel Club de Portugal (ACP) manifestou preocupação com a decisão do Governo de alterar o regime jurídico do ensino da condução, em particular no que se refere à introdução da aprendizagem com tutor para veículos ligeiros de passageiros.

Segundo o ACP, a retirada da exclusividade do ensino prático às escolas de condução e a transferência dessa responsabilidade para tutores corresponde a um recuo do Estado no exercício da sua função reguladora. A associação alerta que este modelo pode fragilizar o sistema de formação, abrir caminho a uma lógica de desregulação e aumentar os riscos para a segurança rodoviária, numa área em que estão diretamente em causa vidas humanas.

A posição do ACP surge num contexto que classifica como particularmente sensível. Portugal tem registado uma evolução negativa nos indicadores de sinistralidade rodoviária a nível europeu, com uma subida consistente no ranking dos países com maior número de acidentes. A este cenário soma-se a inexistência, há mais de seis anos, de uma estratégia nacional de segurança rodoviária que enfrente o problema de forma estruturada e sustentada.

De acordo com o Automóvel Club de Portugal, estas preocupações foram transmitidas ao Governo em tempo útil, juntamente com a defesa da necessidade de regras claras, limites rigorosos e mecanismos de salvaguarda eficazes. A associação refere ter apresentado propostas concretas destinadas a permitir a modernização do ensino da condução sem comprometer os níveis de segurança atualmente exigidos.

Entre essas propostas inclui-se a realização da formação com tutor apenas em espaços definidos pelos municípios e totalmente fechados ao trânsito, a manutenção obrigatória da formação nas escolas de condução, com um número determinado de horas de ensino teórico e prático e um mínimo de quilómetros percorridos, bem como a atribuição exclusiva às escolas da responsabilidade pela avaliação dos candidatos e pela sua apresentação a exame.

O ACP espera que o debate parlamentar permita corrigir as fragilidades identificadas na proposta apresentada pelo Governo e que a Assembleia da República assuma plenamente a sua responsabilidade neste processo legislativo.

Solverde.pt entre os nomeados dos EGR Europe Awards 2026

A Solverde.pt integra a lista de nomeados dos EGR Europe Awards 2026, ao concorrer na categoria de Operador do Ano – Sul da Europa e Balcãs, uma das distinções mais relevantes no panorama europeu do iGaming. A presença de um operador 100% português entre os candidatos reforça a visibilidade internacional do mercado nacional e sublinha o seu posicionamento num setor do entretenimento online, altamente exigente e competitivo.

Reconhecidos como uma das referências globais da indústria, os EGR Awards distinguem operadores que se destacam pela consistência, inovação e qualidade da experiência proporcionada aos seus utilizadores, num contexto regulado e em permanente evolução.

Portugal no radar internacional do iGaming regulado

A nomeação da Solverde.pt surge como reflexo da maturidade alcançada pelo mercado português, cuja evolução tem sido marcada pelo cumprimento rigoroso das normas estabelecidas pelo regulador nacional. Longe de representar um entrave, este enquadramento tem funcionado como um verdadeiro motor de credibilidade, inovação e confiança.

Num setor em que a licença deixou de ser apenas um requisito legal, o compromisso com práticas responsáveis, a proteção do utilizador e a valorização do entretenimento digital assumem hoje um papel central. É precisamente neste equilíbrio entre exigência regulatória e qualidade da experiência que o mercado português tem vindo a afirmar-se além-fronteiras.

Critérios de excelência reconhecidos a nível europeu

A avaliação dos EGR Europe Awards é conduzida por um júri independente composto por especialistas da indústria, que analisa os operadores com base em critérios rigorosos e transparentes.

Entre os principais fatores considerados estão a capacidade de inovação, a antecipação de tendências, a segurança e confiança dos utilizadores, a proteção de dados, a implementação de práticas de jogo responsável, a qualidade da experiência e a consistência da marca ao longo do tempo.

Masters of Universe regressa aos cinemas com um primeiro trailer

He-Man, um dos maiores ícones da cultura pop dos anos 80 regressa numa versão modernizada de Masters of Universe

Após vários anos de tentativas de dar uma continuidade às aventuras de He-Man, uma das personagens mais populares da cultura pop dos anos 80, a MGM da Amazon, revelou agora o futuro da franquia, com um filme novo de Masters of Universe.

Realizador por Travis Knight, responsável pelo único filme objetivamente da saga Transformers (Bumblebee) e por filmes stop-motion como Kubo and the Two Strings, o novo filme de Masters of Universe foca-se em Adam Glenn/He-Man, protagonizado por Nicholas Galitzine, que depois fugir do seu mundo fantástico de Eternia em criança, terá que voltar para ajudar uma legião de heróis, os Masters, para derrotar Skeletor, aqui protagonizado por Jared Leto.

O primeiro olhar a Masters of Universe, apresenta-nos um trailer com elementos extremamente autênticos às series de animação e aos brinquedos da franquia, com visuais como fatos, ambientes e tecnologias muito semelhantes ao material fonte, mas traduzidos com uma camada de modernidade cinematográfica reminiscente de produções da Marvel.

Para além de Adam, enquanto He-Man com a sua espada de Grayskull, e de Skeletor, o trailer apresenta-nos também outras personagens importantes no elenco como Teela (Camila Mendes), Man-at-Arms (Idris Elba), Evil-Lyn (Alison Brie) e, claro, o companheiro verde felino de Adam, Battle Cat.

Masters of Universe tem estreia prevista para os cinemas já em junho, mas quem quiser conhecer melhor este universo e personagens, não precisa de viajar muito no tempo, uma vez que a série foi recentemente revitalizada com Masters of the Universe: Revelation e Masters of the Universe: Revolution, duas séries de animação para a Netflix produzidas por Kevin Smith e com um elenco carregado de estrelas, como Chris Wood, Mark Hamill, Sarah Michelle Gellar, Liam Cunningham, Lena Headey, Melissa Benoist, William Shatner, Meg Foster e Keith David.

Mega Gardevoir chega a Pokémon TCG Pocket com a expansão Fantastical Parade

Os boosters Fantastical Parade para Pokémon TCG Pocket chegam a 29 de Janeiro.

A The Pokémon Company anunciou a próxima expansão para Pokémon TCG Pocket. Chama-se Fantastical Parade e trará Mega Gardevoir em grande destaque.

A nova expansão irá introduzir novas cartas Pokémon Mega Evolução ex, com o lendário Ogerpon a marcar a sua estreia e Pokémon TCG Pocket em formato Teal Mask Ogerpon ex. Para além disso, as cartas da expansão Fantastical Parade terão ilustrações coloridas temáticas a festivais e Estádios, que serão também estreias enquanto novo subtipo de cartas de Treinador.

Com esta expansão, a aplicação Pokémon TCG Pocket receberá atualizações, como uma nova função de mensagens, que irá permitir a comunicação entre jogadores para auxiliar a troca de cartas, assim como uma nova opção de batalhas aleatórias, no modo a solo, onde o baralho adversário é igualmente aleatório, tornando as batalhas mais surpreendentes e competitivas.

Para além destas novidades, nos próximos dias, semanas e meses, o jogo irá receber várias missões e atividades, que incluem objetivos de coleção de certos tipos de cartas, vitorias em batalhas e muito mais.