Celebrity River Cruises vai ter 20 navios até 2031

A frota fluvial da Celebrity River Cruises vai crescer com 10 novos navios, oferecendo cruzeiros pelo Reno, Danúbio e rotas sazonais na Europa.

A Celebrity River Cruises anunciou um plano de expansão que vai aumentar a sua frota para 20 navios até 2031, com a adição de 10 novas embarcações. O primeiro passo desta expansão começa com o corte do primeiro aço do Celebrity Compass, o primeiro navio de rio da companhia. Com esta estratégia, a Celebrity River Cruises vai tornar-se num dos maiores operadores de cruzeiros fluviais na Europa, oferecendo mais itinerários e destinos do que em qualquer outro momento. A temporada europeia de 2028 já está aberta para reservas, apresentando um aumento de 80% no número de destinos em comparação com a primeira temporada de 2027.

Para assinalar esta fase, a companhia disponibilizou para reservas mais de 160 cruzeiros em mais de 50 destinos europeus. Os passageiros poderão percorrer o Reno até às vinhas da Alsácia, seguir o Danúbio até aos históricos mercados de Budapeste, ou acordar em Praga e terminar o dia num café no centro de Viena. A estreia da Celebrity River Cruises está prevista para 2027 com os navios Celebrity Compass e Celebrity Seeker, seguidos pelo Celebrity Wanderer, Celebrity Roamer e Celebrity Boundless em 2028.

Jason Liberty, presidente e CEO do Royal Caribbean Group, sublinhou que a procura pelos cruzeiros fluviais da marca ultrapassou todas as expectativas e que a expansão da frota permitirá disponibilizar esta experiência a mais viajantes. Já Laura Hodges Bethge, presidente da Celebrity Cruises, recordou que a temporada inaugural de 2027 esgotou em menos de seis minutos, evidenciando a procura pela experiência de serviço e hospitalidade da marca. Para dar resposta a esta procura, a temporada de 2028 apresenta 80% mais destinos europeus, cinco navios e mais de 160 itinerários, ampliando significativamente as possibilidades de explorar os rios europeus.

Os cruzeiros de 2028 vão incluir trajetos pelo Reno, pelo Danúbio superior e inferior, e rotas sazonais, como a época das tulipas na Holanda ou os mercados de Natal europeus. Entre as novidades estão 24 novos portos, incluindo uma estadia em terra em Bucareste, no Danúbio inferior, e itinerários que destacam a beleza natural e a história de cada região.

Os cruzeiros pelo Danúbio inferior incluem seis viagens entre Bucareste e o desfiladeiro de Iron Gates, uma das passagens fluviais mais impressionantes da Europa, combinando património cultural e paisagens naturais. Nos cruzeiros pelo Reno, os passageiros navegarão entre Basileia e Amesterdão, atravessando castelos, vinhedos e vilas históricas como Estrasburgo e Rüdesheim. O Danúbio superior conecta Regensburg e Nuremberga a Budapeste, oferecendo a possibilidade de coincidir com o Gäuboden Festival, uma das maiores celebrações culturais da Alemanha.

A temporada inclui também cruzeiros durante a época das tulipas, entre Bruxelas e Amesterdão, com paragens nos Jardins de Keukenhof, nos moinhos de Kinderdijk e em Maastricht. Os cruzeiros de Natal percorrem a rota entre Basileia e Amesterdão, visitando aldeias iluminadas no Vale do Reno, proporcionando uma experiência de inverno marcada por mercados tradicionais e paisagens cobertas de neve.

Falhas graves levam Apple a suspender atualizações para dispositivos antigos

Problemas nas atualizações levam a Apple à retirada imediata de várias versões do iOS.

A Apple decidiu suspender as atualizações lançadas no início da semana para iPhones e iPads mais antigos. As versões iOS 18.7.4, 16.7.13, 15.8.6 e 12.5.8, bem como as correspondentes para iPad, deixaram de poder ser instaladas, mesmo que continuem a surgir como disponíveis no menu de atualização do sistema.

Estas versões tinham um propósito de renovar certificados de segurança prestes a expirar, assegurando o funcionamento contínuo de serviços essenciais como iMessage, FaceTime e autenticação de contas Apple até, pelo menos, janeiro de 2027. Contudo, algo correu mal durante o processo de distribuição, obrigando a empresa a suspender de imediato a sua disponibilidade.

A situação ganhou maior gravidade quando a operadora australiana Telstra alertou para falhas de ligação à rede e dificuldades em realizar chamadas de emergência após a instalação do novo software. Embora o problema pareça circunscrito, a Apple optou por agir rapidamente para evitar riscos adicionais.

Para já, não há indicação de que utilizadores portugueses estejam a ser afetados, mas a recomendação passa por evitar instalar qualquer atualização que tenha sido suspensa, mesmo que ainda apareça listada no dispositivo. A Apple deverá lançar novas versões corrigidas assim que o problema estiver totalmente identificado.

Acta Moa Lisboa Hotel abre portas após reconversão do Edifício GC30

O Acta Moa Lisboa Hotel, resultado da reabilitação de um edifício histórico, combina turismo, escritórios e áreas comuns no coração de Lisboa.

A MAP Engenharia e Construção concluiu a reabilitação e transformação do Edifício GC30, dando origem ao Acta Moa Lisboa Hotel, um estabelecimento de quatro estrelas localizado no coração do Areeiro, em Lisboa. O projeto representa a reconversão integral de um imóvel histórico da Avenida Gago Coutinho, com mais de 24.500 m², originalmente construído nos anos 70, adaptando-o aos padrões contemporâneos de conforto, eficiência e experiência urbana.

O novo hotel integra 197 quartos, áreas de escritórios flexíveis, restaurante, cafetaria, ginásio, biblioteca, auditório, amplos espaços comuns e uma piscina no terraço, criando uma oferta diversificada que combina turismo e estadias prolongadas. A intervenção exigiu soluções técnicas complexas, incluindo desafios estruturais e funcionais, numa área urbana consolidada, onde cada etapa da obra teve impacto direto na dinâmica do bairro.

O desenvolvimento do hotel esteve a cargo da Acustikassunto, participada do The Edge Group, que possui atuação relevante no setor imobiliário e turístico.

Smash burgers da Twist e poke bowls da I Love Poke chegam em breve a Lisboa

A Twist e a I Love Poke chegarão à cidade de Lisboa este ano, e logo com duas lojas. Mas o Grupo Starfoods tem mais aberturas na calha.

O Grupo Starfoods avançou para uma nova fase do seu plano de crescimento ao escolher a Retail Mind como parceira para acompanhar a expansão das suas marcas em centros comerciais. A colaboração surge num contexto de reforço da presença física do grupo e de maior exigência na seleção de localizações consideradas críticas para a sustentabilidade do negócio.

Com um portefólio que inclui Companhia, Loja das Sopas, Selfish, Bifanas de Vendas Novas, Ti Catarina e Basílico, a Starfoods prepara-se ainda para integrar duas novas marcas, Twist (dedicada a smash burgers) e I Love Poke (poke bowls). Esta entrada amplia a diversidade da oferta do grupo e reflete uma estratégia orientada para diferentes segmentos do mercado da restauração.

No âmbito do acordo agora estabelecido, a Retail Mind passa a atuar como interlocutora do grupo junto das entidades gestoras dos centros comerciais. Entre as responsabilidades assumidas estão a análise de oportunidades de expansão, a avaliação das zonas com maior potencial dentro dos shoppings e a condução dos processos de negociação, tanto para novas lojas como para contratos já em vigor. O trabalho desenvolvido tem como objetivo otimizar as condições contratuais e contribuir para uma maior eficiência económica das unidades existentes.

A curto prazo, o grupo prepara várias aberturas ainda no primeiro semestre do ano. Estão previstas novas unidades da Bifanas de Vendas Novas em Miraflores, Ovar e no Campus de São João, a inauguração de uma Loja das Sopas no Atrium Saldanha e a chegada das marcas Twist e I Love Poke à região de Lisboa, com duas lojas de cada conceito.

A I Love Poke é uma cadeia italiana de poke bowls, onde surgiu pela primeira em 2017. Nove anos depois, fará a sua estreia internacional, entrando no mercado português em breve. Sobre a Twist nada conseguimos descobrir, mas insere-se num nicho já amplamente dominado por propostas como a da Street, Smashville, VICIO, Ugly Smash Burgers, Dupe, Bullguer e No.Sense, entre outros.

Tudo isto acontece numa altura em que o Grupo Starfoods acelera o seu plano estratégico, que prevê a duplicação da rede de lojas até 2030, alcançando um total de 120 unidades.

CUGA automatiza embalamento de cogumelos na unidade de Paredes

A produtora de cogumelos CUGA concentra em Paredes o embalamento de produtos laminados e prevê produzir 6,5 mil toneladas em 2026.

A CUGA, produtora de cogumelos frescos sediada no Norte de Portugal, vai avançar com a automatização do embalamento na unidade de Paredes, concentrando nessa fábrica, a partir do final de fevereiro, a embalagem dos produtos laminados. Esta operação integra um investimento global de três milhões de euros iniciado em 2025, destinado à modernização das linhas de produção e de refrigeração nas várias unidades do grupo, localizadas também em Vila Flor, no distrito de Bragança, e em Vila Real.

O objetivo passa por reforçar a eficiência operacional e criar condições para que a empresa atinja, em 2026, uma faturação de 24 milhões de euros.

Segundo o CEO da empresa, Nuno Pereira, a aposta na marca própria no mercado nacional implicou uma reorganização profunda de todo o processo produtivo. Após a entrada em funcionamento, em Vila Flor, de uma unidade dedicada à produção interna do composto onde crescem os cogumelos, o foco do investimento deslocou-se para Paredes. A unidade retomou a produção em 2025 e, desde então, foram contratados 50 trabalhadores para funções de colheita.

A modernização tecnológica, associada à requalificação das infraestruturas de frio, permitiu assegurar a continuidade da cadeia de refrigeração desde a colheita até ao consumidor final. De acordo com o responsável, uma hora após serem colhidos, os cogumelos são arrefecidos e mantêm a mesma temperatura ao longo de todo o circuito de distribuição. Este processo obrigou à reorganização das várias unidades do grupo, uma adaptação que se encontra em fase de conclusão.

A CUGA prevê manter um crescimento anual de cerca de 20%, ritmo iniciado em 2023, estimando uma produção de 6,5 mil toneladas de cogumelos frescos em 2026. O investimento ao longo de toda a cadeia produtiva permitiu, segundo a empresa, ganhos de eficiência capazes de compensar o aumento generalizado dos custos registado nos últimos anos, ao mesmo tempo que reforçou a capacidade de resposta às exigências da grande distribuição, tanto em volume como em qualidade.

Responsável por cerca de 80% da produção nacional de cogumelos frescos, a empresa, anteriormente conhecida como Varandas do Sousa, continua a fornecer produtos para marcas brancas dos supermercados, tendo simultaneamente alargado a sua oferta com uma gama própria posicionada em diferentes segmentos de mercado. Desde 2025, a marca passou a estruturar os seus produtos em quatro linhas distintas, abrangendo propostas regulares e sazonais.

A inovação e a ligação ao meio académico constituem outro dos pilares da estratégia da CUGA. A empresa colabora com o Departamento de Química da Universidade de Aveiro no estudo da valorização de subprodutos dos cogumelos, nomeadamente na investigação de aplicações na área dos suplementos alimentares. Em paralelo, o Instituto Politécnico de Bragança trabalha com a produtora no aperfeiçoamento dos cogumelos cultivados em Trás-os-Montes, envolvendo investigação científica, produção de conhecimento e formação de estudantes e antigos alunos.

A cooperação estende-se à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que desenvolve projetos de investigação com a CUGA com o objetivo de melhorar a qualidade do produto e aumentar a eficiência das condições de produção. Estas parcerias incluem a realização de estágios curriculares e profissionais nas unidades da empresa, bem como a preparação de projetos académicos nos diferentes ciclos de ensino superior, centrados na fileira dos cogumelos produzidos na região.

Honor anuncia a chegada do Magic8 Lite com bateria para 3 dias

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Com o Magic8 Lite, a Honor aposta na durabilidade extrema, bateria de longa duração e capacidades avançadas de fotografia.

A Honor revelou o novo Magic8 Lite, um smartphone que pretende destacar‑se no segmento de gama média ao combinar robustez, autonomia e capacidades fotográficas avançadas num corpo leve e elegante.

A durabilidade é um dos principais argumentos do Magic8 Lite. O equipamento chega com certificação SGS Triple Resistant Premium Performance, para resistência a quedas, água e poeiras, e mantém a classificação SGS 5-Star Comprehensive Reliability, que atesta resistência a quedas de até 2,5 metros em superfícies específicas. A tecnologia Ultra-Bounce Anti-Drop, o fluido não newtoniano e o novo vidro temperado reforçado ampliam a proteção contra impactos, incluindo superfícies em pedra e testes de pressão extrema. Já a certificação IP68 e IP69K prometem proteção contra imersão, jatos de alta pressão e água a temperaturas elevadas. Mesmo sob chuva intensa ou com luvas, funcionalidades como o AI Heavy Rain Touch e o AI Glove Touch asseguram uma utilização fluida.

Outro destaque é a bateria de 7500mAh do novo smartphone da Honor, uma das maiores do mercado, que inaugura a chamada “era dos 8”. A Honor promete até três dias de utilização e uma vida útil de seis anos graças ao algoritmo de anti-envelhecimento. Os testes internos apontam para mais de 49 horas de música, 22 horas de vídeo online e quase 16 horas de jogos. E o carregamento rápido de 66W permite recuperar energia em poucos minutos.

Na fotografia, o Honor Magic8 Lite integra uma câmara principal de 108MP com estabilização OIS+EIS, e promete imagens detalhadas em qualquer cenário. As ferramentas inteligentes, como o AI Eraser, AI Cutout ou AI Remove Reflection, facilitam a edição diretamente no smartphone, enquanto o 4K HD Moving Photo Collage acrescenta dinamismo às capturas.

O ecrã OLED de 6,79 polegadas, com resolução 1.5K, 120Hz e brilho máximo de 6000 nits, pretende oferecer uma experiência visual imersiva, complementada por tecnologias de proteção ocular avançadas. No seu interior, o equipamento conta com o Snapdragon 6 Gen 4, até 16GB de RAM (através do RAM Turbo) e 512GB de armazenamento.

Disponível em Forest Green, Midnight Black e Reddish Brown, o Honor Magic8 Lite chega ao mercado português por 429€, com preço promocional de lançamento de 399€.

Ben Böhmer, Röyksopp DJ Set e mais nas primeiras confirmações do MOGA Caparica 2026

O Festival MOGA Caparica anunciou a primeira vaga de artistas para a edição de 2026, que decorre entre 27 e 31 de maio, na Costa da Caparica.

O Festival MOGA Caparica revelou o primeiro anúncio de cartaz para a edição de 2026, que decorre entre 27 e 31 de maio, na Costa da Caparica.

Instalado junto ao Atlântico, o MOGA Caparica tem vindo a consolidar uma reputação assente numa curadoria cuidada e numa relação próxima com o lugar onde acontece. Ao longo das últimas edições, o festival construiu um ambiente em que a música eletrónica é vivida de forma integrada com o espaço, privilegiando a escuta, a dança e a interação entre públicos, artistas e comunidade local. Esta lógica mantém-se em 2026, numa proposta que encara o festival como um encontro cultural alargado e não apenas como uma sucessão de atuações.

A primeira vaga de confirmações para o MOGA Caparica 2026 reúne artistas de reconhecida projeção internacional e nomes centrais da cena eletrónica portuguesa. Portanto, estarão no evento nomes como AVÖ, Ben Böhmer, Britta Arnold, Ciza, Daox, DJ Tennis, Diana Oliveira, Eli Verveine, Foehn & Jerome, Fresko, Gawdat, Jawora, Mind Against, Mimi Love, Mira, Misty, Mount Kimbie DJ set, Neyl & Nadrums DJ set, Nitefreak, Octo Octa, Oscar MBO, Parallelle, Peaty, Ricardo Villalobos, Rolbac, Röyksopp DJ set, Temudo, TSHA, Vera e Vil & Cravo.

A organização adiantou que novos nomes e mais detalhes sobre a programação serão divulgados nas próximas semanas.

Para além dos palcos principais, o MOGA Caparica estende-se à Costa da Caparica através do Programa OFF, uma programação paralela distribuída por vários espaços da cidade ao longo dos dias do festival. Este programa integra iniciativas de acesso gratuito, encontros culturais e atividades ligadas ao bem-estar e à vivência local, envolvendo tanto o público do festival como a comunidade residente. Em edições anteriores, o Programa OFF contou com eventos em parceria com espaços locais, uma boat party no Rio Tejo, bem como conversas, exposições e atividades como yoga e surf, reforçando a ligação entre o festival e o território onde se insere.

Relativamente à bilheteira, o passe de três dias está disponível na primeira fase pelo valor de 140€, ou 215€ com acesso às after-parties. O passe de dois dias tem o custo de 95€ na primeira fase, subindo para 170 com after-parties incluídas. O bilhete diário encontra-se disponível por 60€, existindo uma opção de 50€ para entradas antes das 17h, bem como uma versão de 90€ que inclui after-parties.

Foto: Inês Machado

JLab GO Pods ANC Review: Confortáveis no ouvido, no bolso e na carteira

A destacar apenas uma coisa nestes JLab GO Pods ANC, temos que escolher o ótimo cancelamento de ruído. Ou a leveza. Ou a adaptabilidade. É difícil.

Se já leram análises anteriores a earphones ou earbuds escritas por mim, sabem que um dos principais “obstáculos” que tenho a usar este género de auriculares é o formato das minhas orelhas. Por serem “estranhas”, é difícil encontrar uns earbuds que encaixem sem correr o risco de caírem ao primeiro passo que dê. Contudo, os JLab GO Pods ANC tornaram-se a solução desse problema, e uma solução barata. É o primeiro ponto positivo destes auriculares que me foram cedidos pela JLab para experimentar. Mas há mais.

Na caixa, bastante simples, encontramos o guia de utilização/manual de instruções (apenas em inglês), guia de segurança (em muitos idiomas, incluindo em português), dois pares de borrachas suplentes com outros tamanhos para os earbuds e os JLab GO Pods ANC. Não traz cabo USB para carregar, o que me espantou bastante de início, mas depois percebi a razão. Já passo a explicar.

Há um QR code presente na parte frontal da caixa, que, ao contrário do que imaginei, não é para instalar a app que nos permite controlar os earbuds, como os mais recentes gadgets áudio nos têm habituado. O QR code direciona-nos para uma ferramenta no site da JLab que mostra ao utilizador, através de realidade aumentada, como ficam os earbuds antes, sequer, de os experimentar. Para chegar à dita aplicação (disponível para Android e iOS), é através de um outro QR code encontrado no interior do manual de instruções. Na app (que aconselho a explorarem ao máximo), podemos ver o nível de bateria de cada uns dos fones e da caixa, controlar os níveis do equalizador, personalizar a função de cada toque nos earbuds, o modo “Audição Segura” (que limita o volume e os decibéis de acordo com os limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde), entre outras coisas. Já ao alternar entre o “Modo Música” e o “Modo Filme”, também possível na aplicação, não notei qualquer diferença.

O design da caixa de carregamento intrigou-me, mas pelo bom sentido. É bastante bonita, minimalista, apenas com o logótipo da JLab impresso. Contudo, não foi isso que me chamou a atenção. São os primeiros auriculares que experimentei (acredito que existam mais no mercado) com o cabo USB-C integrado na base, ou seja, é só conectar a um computador (desde que tenha entrada USB-C) ou a um carregador para carregar a caixa. Este pequeno toque é bastante conveniente (impede o possível esquecimento de um cabo…), contudo pode limitar o carregamento em alguns locais, assim como a utilização de uma capa de silicone protetora, uma opção para muitas pessoas.

O emparelhamento é extremamente fácil. Tal como explicado no manual de instruções, é apenas necessário ligar o bluetooth do smartphone, retirar os earbuds da caixa e emparelhar com o telemóvel quase de modo automático – experimentei com Android e iPhone, e ambos funcionaram na perfeição. Além disso, podem ligar-se os JLab GO Pods ANC a dois dispositivos ao mesmo tempo, e alternar o áudio entre eles. Também os controles são muito intuitivos, mas não toquem muito depressa no earbud ou poderá apenas reconhecer um toque.

Em termos de som, não há nada de errado a apontar. O áudio é claro como cristal, e no caso de quererem os graves aumentados, por exemplo, podem sempre controlar na aplicação. Na aplicação também é possível controlar os Modos de Controle de Ruído. Experimentei os três modos existentes, e fiquei espantado: o cancelamento de ruído ativo dos earbuds da JLab é impressionante. Com o modo “Cancelamento de ruído ativado”, todo o ruído exterior parecia inexistente; já com o “Cancelamento de ruído desativado”, era possível ouvir o que estava a passar na televisão, sem que esse som exterior me incomodasse. A qualidade do áudio também se aplica a chamadas: o que ouvi é limpo, e o que transmiti também. Como a pessoa do outro lado da linha disse: “parece que te estou a ouvir através do telemóvel“, o que prova que o microfone dos JLab GO Pods ANC é muito bom, sem qualquer tipo de falha.

Em suma, são uma excelente escolha de auriculares por um budget reduzido, quer seja para fazer desporto, para utilizar no trabalho ou a realizar algumas tarefas domésticas – posso acrescentar que experimentei os JLab GO Pods ANC enquanto o meu cão ladrava e não o ouvia. Além de confortáveis, são resistentes à água e têm classificação IP55, portanto, devem suportar a exposição ao suor e à chuva. Contudo, a caixa de carregamento não é resistente à água. Já a bateria dura cerca de 26 horas, como é indicado no site oficial, onde também se podem ver perto de 1000 reviews positivas, que deixam claro o quão bons são. Por aqui, também aprovamos.

O único senão? O método de envio. Os JLab GO Pods ANC podem ser encontrados no site oficial a partir dos 25.82 dólares, ou seja, menos de 22€. No entanto, e uma vez que não existe loja europeia da JLab, tal significa que o envio é feito dos Estados Unidos, o que encarece imenso a encomenda. Neste caso, e assim que comecamos a preencher os dados de envio, o preço dos JLab GO Pods ANC desce para os 20,99 dólares, o que é ótimo, mas o custo de envio é de 40 dólares, uma vez que é enviado dos Estados Unidos.

Contas feitas, pedir os JLab GO Pods ANC do site oficial custa 60,99 dólares, cerca de 51€. Mas podem poupar uns euros através da loja da Jlab na Amazon, onde encontram estes auriculares por 40,65€, com envio incluido.

Erro da Google revela os primeiros detalhes do Android para computador

Imagens internas mostram o enigmático Aluminum OS em funcionamento num computador real.

Um lapso inesperado da Google ofereceu-nos um primeiro vislumbre concreto de como poderá ser o Android a funcionar num computador.

Um relatório de erro publicado no Chromium Issue Tracker, relacionado com as abas anónimas do Chrome, acabou por expor capturas de ecrã internas. As imagens, descoberta pelo 9to5Google, mostram pela primeira vez o ambiente de trabalho, conhecido internamente como Aluminum OS, a ser executado num computador já existente, um HP Chromebook Elite Dragonfly, equipado com um processador Intel Core de 12ª geração. O número de compilação detetado confirma que se trata de uma versão baseada no Android 16, que sugere que a Google está a reutilizar hardware ChromeOS para desenvolver esta nova experiência de desktop.

As diferenças visuais são evidentes quando comparadas com o modo desktop atualmente disponível ao ligar um smartphone a um monitor. A barra superior surge mais alta e adaptada a ecrãs grandes, exibindo hora com segundos, data e vários ícones, incluindo bateria no estilo Android 16, Wi‑Fi, notificações, idioma do teclado e um atalho direto para o Gemini. O Chrome também se aproxima mais da versão tradicional para computador, agora com um botão dedicado às extensões, algo ausente na versão para smartphone. E a presença de multitarefa em ecrã dividido demonstra a intenção de transformar o Android num sistema mais orientado para a produtividade.

Ainda assim, alguns elementos mantêm-se familiares. A barra de tarefas permanece praticamente inalterada e o comportamento das janelas segue o padrão já conhecido do ChromeOS, com o nome da aplicação à esquerda e os botões de minimizar, maximizar e fechar à direita. O cursor do rato recebeu apenas uma ligeira alteração estética, surgindo agora com uma pequena cauda.

Para já, a Google não avançou qualquer informação oficial sobre o futuro do Android para PC, deixando no ar quando, e se, esta experiência chegará ao público.

Google acaba com a reprodução em segundo plano no YouTube através de navegadores alternativos

Alteração inesperada afeta o Brave, Vivaldi e Edge e levanta dúvidas sobre o futuro da funcionalidade.

Quem utiliza navegadores alternativos no Android deve conhecer o truque para ver vídeos do YouTube em segundo plano, sem recorrer a uma subscrição Premium. Essa possibilidade, que durante anos funcionou como uma espécie de atalho para muitos utilizadores, pode estar prestes a desaparecer. Nos últimos dias, vários relatos indicam que a Google terá alterado silenciosamente o comportamento da plataforma.

Segundo utilizadores de browsers como Brave, Vivaldi e Microsoft Edge, a reprodução em segundo plano deixou de funcionar de forma repentina. Assim que o ecrã é desligado ou a aplicação é minimizada, o vídeo interrompe-se ao fim de poucos segundos. O Brave, que foi um dos primeiros a disponibilizar esta funcionalidade, em 2017, surge entre os mais afetados. Para muitos, esta capacidade era um dos principais motivos para optar por navegadores alternativos. Combinada com bloqueadores de anúncios e outras ferramentas adicionais, permitia contornar limitações da aplicação oficial do YouTube e oferecia uma alternativa prática à subscrição Premium. A mudança, por isso, não passou despercebida.

Ainda não é claro se se trata de um teste, de um erro temporário ou de uma decisão definitiva por parte da Google. No entanto, a coincidência entre diferentes navegadores e o comportamento consistente sugerem uma alteração deliberada. Caso se confirme, será mais um capítulo no já longo jogo do gato e do rato entre o YouTube e quem procura funcionalidades extra sem pagar.

Governo reforça apoios a vítimas de violência no Orçamento do Estado para 2026

Governo aumenta investimento em prevenção da violência doméstica e cria novas respostas especializadas no Orçamento do Estado para 2026.

O Governo anunciou, no âmbito do Orçamento do Estado para 2026, o reforço das políticas de igualdade e das respostas de apoio a vítimas de violência, incluindo a criação de uma linha telefónica nacional gratuita e especializada, o alargamento do apoio psicológico a crianças e jovens e o desenvolvimento de novos serviços para vítimas. A informação foi divulgada pela Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, durante a audição regimental sobre Igualdade no Parlamento.

A governante destacou que a promoção da igualdade e o combate a todas as formas de discriminação constituem prioridades transversais da ação governativa, afirmando que é “a partir deste compromisso com a dignidade humana, a segurança e a igualdade de oportunidades que se constrói uma sociedade mais justa, coesa e democrática”.

No plano orçamental, o OE2026 prevê um aumento significativo do investimento na prevenção e no combate à violência doméstica, o maior de sempre nesta área, com mais 5,3 milhões de euros face a 2025. O reforço permitirá expandir as medidas de proteção, apoio e autonomização das vítimas, garantindo respostas mais próximas, eficazes e com maior capacidade de prevenção.

Entre as iniciativas anunciadas, destaca-se a criação de uma linha telefónica nacional gratuita, confidencial e multilingue, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Operada por profissionais especializados, a linha prestará apoio a vítimas de todas as formas de violência, incluindo violência no namoro, violência sexual, mutilação genital feminina e assédio, e deverá entrar em funcionamento até setembro de 2026, com um custo anual estimado de 344.000€.

O Orçamento do Estado prevê também o alargamento das respostas de apoio psicológico, com um investimento anual de 216.000€, permitindo abrir três novas unidades destinadas a servir os concelhos de Lisboa, Sintra, Amadora e Loures. Segundo a Ministra, a medida visa assegurar cobertura total do território no acompanhamento especializado de crianças e jovens em contexto de violência doméstica, com implementação prevista para o terceiro trimestre de 2026.

No âmbito do apoio a vítimas de violência sexual, o Governo vai criar centros de crise no modelo de one-stop-shop, com um investimento assegurado de 1 milhão de euros. Estes espaços irão proporcionar uma resposta imediata, multidisciplinar e confidencial a pessoas de todas as idades que tenham sofrido agressão sexual. O projeto está a ser desenvolvido em coordenação com a área da Saúde e deverá estar operacional no início de 2027.

De resto, será também criada a Rede de Embaixadoras e Mentoras, composta por mulheres com percursos de mérito reconhecido, que funcionarão como modelos de referência, contribuindo para desconstruir preconceitos e reforçar a dimensão preventiva das políticas públicas de igualdade. A primeira fase do aviso para submissão de candidaturas encontra-se já aberta.

Novo quadro legal português acelera bloqueio de conteúdos terroristas em plataformas digitais

Com o novo diploma, a Polícia Judiciária passa a emitir decisões de bloqueio de conteúdos terroristas que plataformas devem cumprir numa hora, com supervisão da ANACOM.

O combate à difusão de conteúdos terroristas na internet passou a dispor de um enquadramento legal mais célere em Portugal com a publicação do Decreto-Lei n.º 25/2026 em Diário da República. O diploma foi promulgado pelo Presidente da República a 14 de janeiro de 2026 e resulta de uma deliberação do Conselho de Ministros dedicado à área da Justiça, realizado a 11 de dezembro de 2025, concretizando a transposição para o direito nacional do Regulamento da União Europeia 2021/784.

Com esta transposição, o ordenamento jurídico português passa a integrar instrumentos reforçados para responder à circulação de conteúdos terroristas online, em alinhamento com o quadro europeu de segurança digital. A Polícia Judiciária assume um papel central neste modelo, ficando responsável pela emissão de decisões de supressão ou bloqueio de conteúdos considerados terroristas, que devem ser executadas pelos prestadores de serviços de alojamento virtual no prazo máximo de uma hora. A autoridade criminal passa também a atuar como ponto de contacto nacional, assegurando a execução de decisões provenientes de outros Estados-Membros da União Europeia.

Sempre que emite uma decisão desta natureza, a Polícia Judiciária procede à notificação imediata do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, cabendo ao Ministério Público submeter essa decisão à validação de um juiz de instrução no prazo máximo de 48 horas. O cumprimento das obrigações impostas às plataformas digitais é fiscalizado pela Autoridade Nacional de Comunicações, que acompanha matérias como a transparência, a conservação de dados, os mecanismos de reclamação e a designação de representantes legais por parte de plataformas sediadas fora da União Europeia.

Compete ainda à ANACOM a aplicação do regime sancionatório previsto no diploma. As contraordenações classificadas como graves podem dar origem a coimas entre 3.000€ e 8.000€ quando praticadas por pessoas singulares, podendo atingir até 1.500.000€ no caso de grandes empresas. Nas situações consideradas muito graves, as coimas podem ascender a 20.500€ para pessoas singulares e a 5.500.000€ para grandes empresas, podendo ainda corresponder a 4% do volume de negócios em caso de reincidência associada à não remoção de conteúdos na internet.

As decisões judiciais são passíveis de recurso para o Tribunal da Relação, com efeito devolutivo, enquanto as sanções aplicadas pela ANACOM são apreciadas pelo tribunal da concorrência.

Ministério da Justiça abre concursos com 215 vagas para formação de magistrados em 2026

A formação inicial de magistrados volta a crescer em 2026, com 215 vagas abertas pelo CEJ, distribuídas entre Lisboa e Vila do Conde.

O Ministério da Justiça anunciou a abertura de novos concursos para o ingresso nos cursos de formação inicial de magistrados do Centro de Estudos Judiciários, relativos a 2026, com um total de 215 vagas. Os avisos já foram publicados e integram novamente o modelo de formação multipolar, que passa a incluir um pólo descentralizado em Vila do Conde, a par da sede do Centro de Estudos Judiciários (CEJ), em Lisboa.

De acordo com o Ministério, este reforço da capacidade formativa dá continuidade ao aumento registado nos concursos mais recentes. A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, destaca que o alargamento do número de vagas nos dois últimos concursos de ingresso representa uma aposta clara do Governo na formação de magistrados, assente num modelo que pretende reforçar a presença da Justiça no território, sem abdicar do rigor e da exigência que caracterizam a formação ministrada pelo CEJ.

Os concursos agora abertos abrangem as três principais áreas da magistratura. Para a magistratura judicial estão previstas 79 vagas, distribuídas entre a sede do CEJ, em Lisboa, e o pólo de Vila do Conde. A magistratura do Ministério Público dispõe de 89 lugares, igualmente repartidos pelos dois pólos. Já a magistratura dos tribunais administrativos e fiscais contará com 47 vagas, também divididas entre Lisboa e Vila do Conde.

O número total de lugares a concurso em 2026 traduz um aumento superior a 17% face a 2025, ano em que tinham sido abertas 181 vagas. Este crescimento confirma a tendência de reforço da formação inicial de magistrados, num contexto marcado pela escassez de recursos humanos no sistema judicial.

No concurso realizado em 2025, o Centro de Estudos Judiciários registou mais de 1.000 candidaturas, o que permitiu o preenchimento integral das vagas disponíveis e a constituição de reservas de recrutamento. Nesse procedimento, verificou-se igualmente uma subida das classificações dos últimos candidatos admitidos, em comparação com anos anteriores.

Ministério da Agricultura e Mar reforça apoio à inovação agrícola e florestal com 11 milhões de euros

Apoio público à inovação agrícola e florestal é reforçado com 11 milhões de euros destinados a projetos colaborativos entre produtores e investigação.

O Ministério da Agricultura e Mar vai investir 11 milhões de euros para impulsionar a inovação no setor agrícola e florestal, através dos Grupos Operacionais para a Inovação. Esta iniciativa visa promover a colaboração entre agricultores, cooperativas, associações e centros de investigação, aproximando o conhecimento científico da realidade do terreno e transformando desafios identificados em soluções práticas e aplicáveis.

A medida enquadra-se nas prioridades da Agenda de Inovação para a Agricultura 2030, centrando-se na proteção de plantas e animais contra pragas e doenças, na adaptação às alterações climáticas, na eficiência no uso de recursos hídricos e na promoção de sistemas produtivos mais resilientes. A digitalização e a inovação tecnológica constituem também elementos centrais desta estratégia, reforçando a ligação entre políticas públicas, investigação e prática agrícola.

O apoio financeiro foi aumentado, passando de 75% para 80% dos custos elegíveis, com subvenções não reembolsáveis que podem atingir até 350.000€ por Grupo Operacional. Os custos diretos com pessoal terão limites específicos, de 40% para a entidade gestora e de 30% para cada parceiro, garantindo uma distribuição equilibrada dos recursos e maior capacidade de investimento das equipas envolvidas.

A recente portaria simplifica o processo de candidatura, reduzindo a burocracia e eliminando a necessidade de apresentação de orçamentos detalhados. A formalização passa a ser feita por uma única entidade, que representa toda a parceria, submete e gere a candidatura, aumentando a previsibilidade na execução financeira. Para melhorar a eficiência e a orientação para resultados, cada Grupo Operacional terá um limite máximo de oito parceiros, favorecendo equipas mais coesas e focadas na implementação concreta das soluções.

As candidaturas serão submetidas através de formulário eletrónico, que ficará disponível em breve no Balcão dos Fundos da Agricultura, acessível pelo portal do PEPAC.

Plano Estratégico do Porto de Leixões define metas até 2035

O Porto de Leixões terá novos investimentos estruturantes até 2035, reforçando a capacidade logística, a eficiência operacional e a ligação à cidade.

O Governo apresentou o Plano Estratégico do Porto de Leixões para o período de 2026 a 2035, colocando o mar no centro das prioridades de desenvolvimento económico e da projeção internacional de Portugal. A apresentação decorreu no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos, no dia 27 de janeiro, conduzida pelo Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, que questionou: “Como foi possível um país virado para o Atlântico não ter uma visão clara para o mar?”

Durante a sessão, Miguel Pinto Luz sublinhou a crescente pressão sobre as cadeias logísticas, a necessidade de melhorar a eficiência operacional e o cumprimento das metas ambientais do setor marítimo-portuário. O plano estratégico pretende reforçar a capacidade de crescimento do porto através de investimentos estruturantes, contemplando a expansão da navegabilidade e do movimento de contentores, além de fortalecer a intermodalidade, nomeadamente através da ferrovia e da ligação ao porto seco da Guarda. A estratégia integra também medidas de descarbonização, transição energética e uma aproximação mais intensa à cidade.

O ministro destacou ainda a importância de Portugal assumir um papel de ponte entre Terra e Mar, afirmando a necessidade de consolidar a identidade do país como uma nação marítima reinventada. O Porto de Leixões ocupa um lugar central na competitividade nacional, sendo a segunda maior infraestrutura portuária do país. Anualmente, recebe cerca de 2.400 navios, movimenta 20% do comércio externo por via marítima e garante exportações para 184 países, apoiando uma das regiões mais industrializadas e exportadoras e assegurando o abastecimento logístico da Península Ibérica.

Sacos de plástico leves deixam de ser utilizados em Portugal a partir de 2027

O Governo prepara o fim dos sacos de plástico leves em 2027, substituindo-os por alternativas sustentáveis e sem introduzir novas taxas para os consumidores.

A partir de 1 de janeiro de 2027, os sacos de plástico leves deixarão de ser utilizados em Portugal, numa medida que pretende reduzir o impacto ambiental associado aos plásticos de uso único. A informação foi divulgada por Maria da Graça Carvalho na Comissão de Ambiente e Energia, onde explicou que a substituição será feita por alternativas mais sustentáveis, sem criar encargos adicionais para os consumidores.

A alteração faz parte da revisão do Regime Geral de Gestão de Resíduos e surge num contexto de crescente pressão ambiental e regulatória a nível europeu. O objetivo é acelerar a transição para soluções reutilizáveis ou biodegradáveis, promovendo práticas mais alinhadas com os princípios da economia circular.

O Governo está também a reformular a Taxa Geral de Resíduos, cuja receita tem vindo a aumentar devido ao crescimento das quantidades enviadas para aterro. A nova legislação prevê que esses fundos sejam direcionados para investimento no setor, mantendo mecanismos de compensação financeira para os municípios.

A medida acompanha também a implementação do Sistema de Depósito e Reembolso, prevista para 10 de abril, que visa reforçar a recolha seletiva de embalagens de bebidas de uso único. Enquadra-se ainda no Plano de Ação para a Economia Circular, já aprovado, que combina instrumentos regulatórios, incentivos económicos e campanhas de sensibilização para reduzir a produção de resíduos e aumentar a valorização dos materiais de forma estrutural.

Novo apoio à energia solar doméstica em preparação pelo Governo

Governo prepara um novo apoio à mini-geração fotovoltaica para famílias, distinto do E-Lar, para reforçar o autoconsumo e a produção descentralizada de energia.

O Governo está a preparar o lançamento de um novo apoio destinado às famílias para a aquisição de equipamentos de mini-geração fotovoltaica, com o objetivo de reforçar o autoconsumo e incentivar a produção descentralizada de eletricidade a partir de fontes renováveis. A informação foi avançada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, durante uma audição na Comissão de Ambiente e Energia, onde explicou que o futuro mecanismo será autónomo e distinto do programa E-Lar, embora venha igualmente a recorrer a um sistema de vouchers para facilitar o acesso aos equipamentos.

Segundo a governante, o novo apoio será especificamente direcionado para a produção de energia solar em contexto doméstico, procurando responder ao aumento da eletrificação da economia e à crescente pressão sobre a rede elétrica. A aposta na mini-geração fotovoltaica enquadra-se na estratégia nacional de transição energética prevista no Plano Nacional de Energia e Clima 2030 e visa contribuir para a redução da fatura energética das famílias, ao mesmo tempo que reforça a resiliência do sistema elétrico através da produção distribuída.

Ou seja, mantém-se em execução o programa E-Lar, orientado para a eficiência energética dos equipamentos domésticos e para o combate à pobreza energética. Financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, o programa encontra-se na sua segunda fase, com uma dotação de 60,8 milhões de euros, depois de uma primeira fase de 30 milhões. Até ao momento, foram submetidas cerca de 68.000 candidaturas, tendo sido emitidos mais de 47.000 vouchers, num modelo que dispensa pagamentos antecipados e procedimentos considerados complexos. Os apoios abrangem a aquisição de equipamentos elétricos mais eficientes, como placas de indução, fornos elétricos ou termoacumuladores, sendo o voucher atribuído após a aprovação da candidatura.

A ministra sublinhou que a separação entre os instrumentos de apoio – um focado na eficiência energética e outro dedicado à produção de eletricidade renovável – visa tornar a política pública mais clara e ajustada a objetivos distintos, evitando sobreposições e aumentando a eficácia das medidas previstas.

WELOCK apresenta descontos até 63€ em fechaduras inteligentes

A nova campanha da WELOCK oferece reduções de preço em várias fechaduras inteligentes, com envio gratuito a partir da Europa, garantia de dois anos e apoio técnico vitalício.

A WELOCK, marca especializada em soluções de segurança inteligentes para o lar, lançou uma campanha promocional que oferece descontos até 63€ em vários modelos de fechaduras inteligentes. A iniciativa está disponível no site oficial da marca, com expedição a partir de armazéns na Europa e no Reino Unido, 30 dias para devolução e apoio técnico vitalício.

A oferta da WELOCK distingue-se pela instalação simples e pela compatibilidade com portas europeias padrão, sem necessidade de ferramentas específicas ou perfurações adicionais. Os modelos integram funcionalidades de controlo inteligente e sistemas de autenticação biométrica, com diferentes opções de desbloqueio consoante o tipo de utilização, desde habitações a alojamentos locais ou escritórios.

WELOCK Smart Lock TOUCH41 – segurança prática num formato compacto

Entre os modelos incluídos na campanha encontra-se o WELOCK Smart Lock TOUCH41, agora disponível por 126€ com o cupão VD63. Este modelo aposta num equilíbrio entre funcionalidade e simplicidade, sendo indicado para quem procura uma solução fiável sem dependência permanente do smartphone.

O TOUCH41 permite abrir a porta através de impressão digital, cartão RFID ou da aplicação WELOCK, disponível para Android e iOS. Pode memorizar até 100 impressões digitais, incluindo três com permissões de administrador, e até 20 cartões de acesso, permitindo uma gestão flexível dos utilizadores. O ecrã OLED integrado apresenta o estado da bateria e as opções de configuração, enquanto a estrutura em aço inoxidável e liga de zinco assegura resistência e durabilidade.

A instalação promete ser feita em menos de dez minutos, bastando substituir o cilindro existente, sem necessidade de furar a porta. Compatível com portas entre 50 e 100 mm de espessura, o TOUCH41 conta também com certificação IP65 contra água e poeiras, podendo ser utilizado em zonas exteriores cobertas. E funciona com três pilhas AAA, com autonomia média entre oito e dez meses, e inclui uma porta USB para desbloqueio de emergência em caso de bateria descarregada.

WELOCK Smart Lock TOUCA51 – o modelo mais versátil da gama

O WELOCK Smart Lock TOUCA51, disponível por 119€ com o cupão VD50, é o modelo mais completo da gama intermédia da marca ao incluir seis métodos de desbloqueio, a impressão digital, código PIN, cartão RFID, aplicação via Bluetooth, controlo por voz através da Alexa (com o módulo WiFiBox3) e entrada USB para situações de emergência.

O cilindro ajustável é compatível com portas entre 55 e 95 mm de espessura, cobrindo a maioria das portas europeias residenciais e de escritório. A sua construção combina aço inoxidável com plástico PC de elevada resistência, com funcionamento assegurado entre -25°C e 60°C e mais de 100 mil ciclos de utilização testados.

A gestão desta solução recorre à da aplicação WELOCK, que permite criar, editar ou eliminar códigos de acesso e cartões RFID. O sistema suporta até 200 códigos PIN com proteção contra observação direta e disponibiliza um registo completo de acessos, sendo particularmente adequado para alojamentos locais, escritórios partilhados ou espaços arrendados. Tal como os restantes modelos, inclui aviso de bateria fraca e instalação rápida, sem necessidade de intervenção técnica.

WELOCK WiFiBox3 – o módulo de ligação remota

A campanha inclui ainda o WELOCK WiFiBox3, uma consola que alarga as funcionalidades dos modelos compatíveis, permitindo controlo remoto através da Alexa e gestão integral à distância. Este módulo, com preço de 99€, suporta até oito fechaduras WELOCK em simultâneo e pode ser configurado em menos de três minutos através de ligação USB-C ou porta de rede RJ45.

Com o WELOCK WiFiBox3, é possível consultar o histórico de acessos, atribuir permissões temporárias e desbloquear portas remotamente, sendo uma opção indicada para quem procura integração total com sistemas de domótica.

Envio gratuito e apoio permanente

Todos os modelos nesta campanha incluem envio gratuito a partir de armazéns na Europa e Reino Unido, garantia de dois anos, 30 dias de devolução e apoio técnico vitalício.

Pestana Dunas Porto Santo abre portas em abril com conceito sustentável

O Pestana Dunas Porto Santo abre em abril com foco na sustentabilidade, conforto e acesso direto à praia, reforçando a oferta do grupo no destino.

O Pestana Hotel Group vai abrir, a 25 de abril, o Pestana Dunas Porto Santo – All Inclusive, um novo eco-resort situado na ilha do Porto Santo, reforçando a presença do grupo hoteleiro português no destino.

Localizado junto à praia, numa das zonas mais valorizadas da ilha, o resort foi concebido com base em princípios de sustentabilidade, eficiência ambiental e integração com a paisagem natural. A ligação ao Pestana Porto Santo – All Inclusive permite a circulação pedonal entre os dois hotéis e o acesso partilhado a infraestruturas e serviços, ampliando a oferta disponível para os hóspedes.

No arranque, o novo resort disponibiliza 218 quartos distribuídos por diferentes categorias – Classic Eco Resort, Family Eco Resort, Superior Family Eco Resort, Superior Pool View Eco Resort e Suite Eco Resort –, pensados para acolher famílias, casais ou estadias mais prolongadas, todos em regime all inclusive.

O Pestana Dunas Porto Santo oferece um restaurante buffet, dois bares, piscina exterior, acesso direto à praia e zonas comuns desenhadas para proporcionar conforto e funcionalidade, mantendo uma ligação próxima à natureza. Os hóspedes beneficiam ainda das comodidades do Pestana Porto Santo – All Inclusive, incluindo spa, piscinas interiores aquecidas, campos desportivos, restaurantes temáticos, áreas de lazer e animação, reforçando a proposta do grupo no destino.

Navio de ultraluxo EXPLORA III começa a navegar no verão

O EXPLORA III é o terceiro navio da frota de ultraluxo da Explora Journeys, chegando com várias melhorias relativamente aos primeiros modelos.

A Explora Journeys anunciou que o EXPLORA III, o terceiro navio da sua frota, começará a navegar em julho de 2026. A estreia do navio começará com uma Viagem de Prelúdio pelo Mediterrâneo, entre 24 e 29 de julho, antes da cerimónia oficial de nomeação em Barcelona, agendada para 1 de agosto de 2026, no novo terminal da Divisão de Cruzeiros do MSC Group.

Com um comprimento 19,2 metros superior ao dos navios anteriores da frota, o EXPLORA III apresenta um desenho que privilegia o espaço e a privacidade, oferecendo uma nova configuração de suítes, Ocean Penthouses e Ocean Residences, além de uma segunda Owner’s Residence. O navio mantém o mesmo número limitado de viajantes que os modelos anteriores, garantindo uma proporção elevada de espaço público por passageiro. Equipado com motores de combustível duplo, capazes de operar com gás natural liquefeito ou combustíveis de baixo carbono, o EXPLORA III é também capaz de reduzir o impacto ambiental durante as suas viagens.

O navio apresenta áreas públicas ampliadas, incluindo o Lobby com pé-direito duplo, acabamentos em mármore e uma escadaria assimétrica, criando um ambiente amplo e acolhedor. O The Conservatory Pool & Bar oferece um espaço climatizado e protegido com piscina de 14,7 metros, luz natural abundante e teto de vidro retrátil, complementado por três piscinas exteriores aquecidas e cinco banheiras de hidromassagem. O design e a distribuição dos espaços exteriores proporcionam maior conforto e privacidade aos passageiros, com cabanas privadas e zonas sombreadas em todos os decks.

As opções de alojamento destacam-se pelas Ocean Suítes, Penthouses e Residences, todas com vista para o mar e amplas janelas do chão ao teto. As Ocean Penthouses representam 24% do total de suítes, enquanto as Ocean Residences ocupam 9%. A bordo existem duas Owner’s Residences de 280 m2 cada, com terraços de 125 m2, concebidas para oferecer uma experiência completa de vida no oceano, combinando interiores e exteriores com vistas panorâmicas. Uma das residências foi desenhada por Patricia Urquiola, incorporando design, luz e movimento em cada detalhe.

EXPLORA III

A experiência gastronómica a bordo foi ampliada, mantendo restaurantes favoritos como Anthology, Sakura e Fil Rouge, e acrescentando três novos conceitos: o Shore Club, com refeições junto à piscina; o The Chef’s Table, que combina preparação ao vivo e narrativa; e o The Cellar, dedicado a vinhos raros e locais. Doze bares e lounges completam a oferta, incluindo o Lobby Bar, The Conservatory Pool & Bar, The Malt Whisky Bar e o novo Outdoor Cigar Lounge.

O bem-estar a bordo foi reorganizado no Ocean Wellness, unindo spa e fitness num único espaço no deck 5, com tratamentos inspirados no mar, salas de relaxamento e experiências inovadoras como o Sava Pound Pod. As áreas de exercício exterior incluem pista de corrida, campo desportivo para padel, pickleball e basquetebol, e o Open Air Fitness continua disponível, reforçando o foco numa abordagem completa ao bem-estar físico e mental.

As compras a bordo incluem boutiques de marcas reconhecidas internacionalmente, como Cartier e Chopard, esta última estreando-se no mar com joias e relógios de alto padrão. O programa de retalho contempla também mais de 30 marcas artesanais e uma coleção própria de joias da Explora Journeys. A Galleria d’Arte, em parceria com a Clarendon Fine Art, apresenta exposições rotativas de obras contemporâneas e clássicas, transformando o navio numa galeria em constante mudança.

O EXPLORA III reserva ainda atenção aos passageiros mais jovens, com espaços dedicados aos diferentes grupos etários. O Nautilus Club Juniors recebe crianças dos 3 aos 5 anos, enquanto o Nautilus Club Teens acolhe jovens dos 6 aos 17 anos, garantindo atividades criativas num ambiente seguro e calmo. A conectividade a bordo é mantida com Wi-Fi de alta qualidade e três salas de reunião equipadas com tecnologia de ponta, permitindo trabalho remoto ou eventos privados.