AOC Gaming tem novos monitores com 260Hz e Fast IPS a partir de 129€

Procuram performance de esports sem gastar muito? Os novos monitores da AGON by AOC podem ser a solução.

A AGON by AOC anunciou a expansão da sua linha de periféricos com o lançamento de quatro novos monitores de entrada de gama para o gaming competitivo. Com a chegada das séries G4ZR e G4ZRE, a marca introduz especificações técnicas anteriormente exclusivas de gamas premium – nomeadamente taxas de atualização de 260Hz – em equipamentos com preços que se situam abaixo dos 170€.

A nova aposta da empresa materializa-se em modelos de 23,8 e 27 polegadas, todos equipados com painéis Fast IPS. O elemento diferenciador destes equipamentos reside na capacidade de atingir uma taxa de atualização de 260Hz através de overclocking, partindo de uma base nativa de 240Hz. A esta fluidez visual juntam-se tempos de resposta de 1 ms GtG e 0,3 ms MPRT, características desenhadas para mitigar problemas como o “ghosting” e latência.

Ao contrário de gerações anteriores de monitores focados exclusivamente na velocidade, a utilização da tecnologia Fast IPS nestes novos modelos procura equilibrar o desempenho com a qualidade de imagem. Segundo os dados técnicos revelados, os ecrãs oferecem uma cobertura de cor robusta e ângulos de visão de 178 graus, contrariando a tendência de degradação visual comum em painéis de alta frequência mais antigos. A estabilidade da imagem é reforçada pela compatibilidade com NVIDIA G-SYNC e Adaptive-Sync, garantindo a sincronização entre a placa gráfica e o monitor para evitar o efeito de “tearing”.

Para responder a diferentes necessidades ergonómicas e orçamentais, a marca optou por segmentar a oferta. Os modelos com a designação ZR integram suportes totalmente ajustáveis em altura, rotação e inclinação, vocacionados para uma personalização completa do posto de trabalho. Em contrapartida, as variantes ZRE abdicam destas funcionalidades em favor de um suporte fixo apenas com inclinação, permitindo uma redução adicional no preço final, ideal para quem utiliza braços VESA ou tem um orçamento mais restrito.

Os novos monitores chegam ao mercado nacional já este mês de fevereiro. Quanto a preços, o modelo de 24 polegadas mais simples (24G4ZRE) surge com um valor de 129€, enquanto a sua versão ergonómica (24G4ZR) custará 149€. No segmento de 27 polegadas, os valores fixam-se nos 149€ para a versão base e 169€ para o modelo com ajuste completo.

Governo lança programa O turismo acolhe para apoiar vítimas da tempestade Kristin

O programa O turismo acolhe une o Estado e o setor turístico para garantir habitação digna às famílias afetadas pela tempestade Kristin e aos operacionais no terreno.

Em resposta ao rasto de destruição deixado pela tempestade Kristin e às recentes intempéries que assolaram o território nacional, o Governo lançou um mecanismo de resposta rápida designado O turismo acolhe. Esta iniciativa, operacionalizada através do Turismo de Portugal, visa garantir teto, segurança e dignidade a quem viu as suas habitações principais tornarem-se inabitáveis, estendendo-se também aos profissionais destacados para as operações de reconstrução nas zonas mais críticas.

A medida surge no contexto do estado de calamidade, declarado no final de janeiro e estendido no início de fevereiro, abrangendo um total de 69 concelhos onde a necessidade de soluções habitacionais é premente. Reconhecendo a capacidade instalada e a capilaridade da hotelaria nacional, o executivo aposta no setor do turismo como um motor de coesão social nesta fase de emergência. O programa funciona através da adesão voluntária de empreendimentos turísticos e unidades de alojamento local, que colocarão quartos à disposição mediante um apoio financeiro assegurado pelo Estado.

O acesso a este regime excecional destina-se a dois grupos distintos. Em primeiro lugar, as famílias e cidadãos cujas residências principais se encontram nos concelhos sob estado de calamidade e que, comprovadamente, não reúnem condições de habitabilidade; para tal, será necessária uma declaração emitida pela respetiva Câmara Municipal. Em segundo lugar, o programa abrange os trabalhadores de entidades públicas e associações que foram deslocados para os trabalhos de recuperação destes territórios, desde que as suas despesas de alojamento não sejam cobertas pelas entidades patronais, facto que deverá ser validado pelo Turismo de Portugal.

O programa O turismo acolhe tem uma vigência prevista até ao dia 28 de fevereiro de 2026. No entanto, o calendário não é definitivo, estando prevista a possibilidade de prorrogação consoante a evolução das necessidades no terreno e o ritmo da recuperação das áreas afetadas. A gestão de todo o processo, desde a validação dos apoios até ao pagamento às empresas aderentes, ficará a cargo do Turismo de Portugal, que trabalhará em articulação com as associações empresariais do setor para garantir que a ajuda chega de forma célere e transparente a quem dela necessita.

Kiabi aponta a sete novos mercados e prevê abrir mais de 50 lojas em 2026

A Kiabi revelou a sua ambição para o futuro: deixar de ser apenas uma marca de moda para integrar desporto, lar e segunda mão numa única arquitetura global.

A multinacional francesa de moda Kiabi anunciou hoje que encerrou o exercício de 2025 com uma faturação global de 2,5 mil milhões de euros, valor que traduz um crescimento de 8% face ao ano anterior. Os resultados, divulgados durante a conferência anual da empresa realizada em Lille, França, confirmam a trajetória ascendente do grupo, que conseguiu manter um crescimento sustentado num contexto marcado por profundas transformações no setor do retalho internacional.

Durante o último ano, a insígnia reforçou a sua presença global com a entrada em quatro novos mercados e a inauguração de 43 novos espaços comerciais, totalizando agora 648 lojas distribuídas por 37 países. Este crescimento é suportado por uma estratégia de expansão seletiva e por uma aposta contínua na omnicanalidade, pilares que a empresa pretende consolidar no próximo ano. As previsões para 2026 são ambiciosas, apontando para a entrada em sete novas geografias, entre as quais se destacam a Suíça, a Argentina e a Macedónia do Norte, bem como a abertura de mais de meia centena de novos pontos de venda a nível mundial.

Para acompanhar esta nova fase de maturação, a Kiabi apresentou um rebranding global que visa unificar o seu ecossistema de marcas sob uma identidade visual renovada, estruturada em torno de um “K” distintivo. Esta reorganização da arquitetura de marca serve para clarificar a diversificação da oferta do grupo, que ultrapassa agora o vestuário tradicional para integrar insígnias específicas com propósitos distintos. O portefólio passa a englobar de forma clara a Kitchoun, dedicada ao calçado infantil, a Kiabi Home, focada no lar, a Wekrew para o mercado profissional em França, e a Beebs by Kiabi, que centraliza as iniciativas de segunda mão e economia circular.

A grande novidade deste alinhamento estratégico é o lançamento da (ekstract), a nova marca de desporto e bem-estar do grupo, que fica disponível a partir de hoje tanto nas lojas físicas como no canal digital. Desenhada para os chamados “atletas da vida real”, esta nova linha propõe peças técnicas e acessíveis, inserindo-se na ambição da empresa de acompanhar as famílias no seu quotidiano, promovendo o equilíbrio físico e mental sem impor metas de alta performance desportiva.

Do ponto de vista da responsabilidade corporativa, a Kiabi reportou avanços significativos na sua estratégia “Visão 2035”, destacando que, no final de 2025, cerca de 87% da sua coleção principal já era concebida com materiais de menor impacto ambiental. A empresa tem vindo a acelerar a utilização de fibras recicladas e a apostar em parcerias como a estabelecida com a Organic Cotton Accelerator, que garante o fornecimento de algodão orgânico rastreável proveniente de milhares de explorações agrícolas regenerativas.

Missão Continente e Fundação Galp unem esforços para apoiar vítimas das tempestades em campanha nacional

A campanha decorre até 22 de fevereiro nas lojas Continente e Galp, revertendo a favor das famílias atingidas pelas recentes tempestades.

Numa resposta direta aos estragos provocados pelas recentes intempéries que fustigaram o país, a Missão Continente e a Fundação Galp uniram-se para lançar uma campanha nacional de angariação de fundos. A iniciativa, que visa apoiar as comunidades mais afetadas, reverterá integralmente a favor da Rede de Emergência Solidária.

A grande particularidade desta ação reside no modelo de donativo partilhado. As duas organizações comprometeram-se a equiparar o valor doado pelos portugueses, num sistema de match donation: por cada euro doado pelos clientes, a Missão Continente e a Fundação Galp entregam outro euro, até ao limite de um milhão de euros. Este mecanismo permite, na prática, duplicar o impacto imediato da solidariedade nacional, reforçando a capacidade de resposta das instituições sociais que se encontram no terreno a apoiar quem perdeu bens essenciais, rendimentos e estabilidade.

A campanha decorre até ao dia 22 de fevereiro. Durante este período, os cidadãos podem contribuir através da aquisição de vales solidários, disponíveis nos valores de 1€ e 5€. Estes vales já podem ser adquiridos em toda a rede de lojas Continente – incluindo Modelo, Bom Dia e Online – e estarão brevemente disponíveis também nas lojas Galp aderentes.

Para quem preferir canais alternativos ou não se deslocar às lojas, a campanha contempla ainda o apoio direto através de transferência bancária para uma conta dedicada da ENTRAJUDA ou via MB Way. Esta iniciativa vem reforçar o plano de resposta de emergência que a Missão Continente já mantinha ativo junto das comunidades desde o final de janeiro, consolidando agora esforços com a Fundação Galp para mitigar os efeitos das tempestades nas populações mais vulneráveis.

A coordenação logística e o encaminhamento dos apoios estão a ser feitos em estreita articulação com a ENTRAJUDA e a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

Construção em madeira dá nova vida ao antigo ISCAC na futura Residência Luís de Camões

O antigo edifício do ISCAC está a ser reabilitado para criar a Residência Luís de Camões. Com 156 camas e construção sustentável em madeira, a obra fica concluída em 2026.

A reabilitação do antigo edifício do ISCAC, no centro histórico de Coimbra, está a recorrer a sistemas de engenharia em madeira para a construção da futura Residência Universitária Luís de Camões. O projeto, promovido pela Universidade de Coimbra, visa transformar o imóvel devoluto num alojamento estudantil com 156 camas, tendo a conclusão da obra prevista para março de 2026.

A intervenção caracteriza-se pela manutenção das paredes exteriores do edifício original, optando-se pela demolição do interior para a inserção de quatro novos blocos habitacionais. A estrutura destes blocos, composta por quatro pisos cada, é executada em CLT (Madeira Laminada Cruzada) de abeto. De acordo com os dados técnicos da obra, serão aplicados 627 metros cúbicos deste material em pavimentos e paredes, sendo que parte da estrutura ficará visível no interior. O desenho do projeto prevê ainda a criação de um pátio exterior descoberto no núcleo do edifício, destinado a assegurar a ventilação e iluminação naturais.

A empreitada geral foi adjudicada à empresa A. Baptista de Almeida (ABA), enquanto a execução da estrutura em madeira resulta de uma parceria entre a CarmoForm e a PORTILAME. Os responsáveis pelas empresas de engenharia defendem que a opção pela construção industrializada responde à necessidade de rapidez na execução face à escassez de alojamento estudantil.

Segundo a Universidade de Coimbra, a estratégia para a Residência Luís de Camões passa pelo reforço da oferta de camas a custos controlados e pela implementação de espaços flexíveis, cumprindo requisitos de sustentabilidade na reabilitação do edificado público.

Inditex duplica dimensão da loja Oysho no Chiado em imóvel da Santa Casa

A loja da Oysho no Chiado foi renovada e duplicou de tamanho para integrar novo conceito de retalho.

O Grupo Inditex reforçou a sua posição no retalho lisboeta com a expansão da loja Oysho no Chiado, através de um novo contrato de arrendamento celebrado com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). A operação, concluída no final de setembro, permitiu à marca duplicar a área comercial do estabelecimento situado na Rua do Sacramento.

O espaço, localizado no número 8 daquela artéria, passa a dispor de mais de 400 m2. A intervenção visa alinhar a loja física com a atual estratégia global da marca, fundada em 2001, apostando numa superfície de venda mais ampla que integre as novas exigências tecnológicas e de experiência de consumo.

A consultora imobiliária Dils atuou como representante da Inditex durante todo o processo negocial com a SCML. Para João Cruz, responsável pela área de retalho da consultora em Portugal, a concretização deste negócio evidencia a vitalidade do comércio de rua em Lisboa e a contínua aposta das marcas internacionais em localizações prime como o Chiado.

A coleção mais fofa já chegou a Portugal: a colaboração da McDonald’s com Friends traz bonecos e molho especial

Celebrem a amizade com os bonecos das personagens mais famosas dos anos 90.

Tal como previmos há dias, a McDonald’s Portugal anunciou a coleção mais esperada do ano. A mais recente novidade da cadeia de fast food está confirmada, e a colaboração da McDonald’s com FRIENDS, que está viral no mundo todo, já chegou aos restaurantes portugueses.

Desde o dia 10 de fevereiro que a colaboração da McDonald’s com Friends está disponível por apenas mais 1€ na compra de qualquer McMenu ou McMenu Grande. A Box FRIENDS traz um dos seis bonecos dos protagonistas da sitcom mais famosa dos anos 90: Chandler, Joey, Monica, Rachel, Ross e Phoebe. Além dos bonecos colecionáveis, o menu temático inclui ainda um molho especial de edição limitada, o Monica’s Marinara, inspirado numa das receitas mais icónicas da personagem Monica, de inspiração italiana, à base de tomate, alho, cebola e ervas aromáticas.

A campanha continua na App McDonald’s, onde vão estar disponíveis seis porta-chaves – cada um a representar um dos seis principais personagens da série – que podem ser trocado por 50 pontos MyM cada um a partir da mesma data. Continua, ainda, no site oficial, com o questionário “Que personagem de FRIENDS és?“, que determina a resposta através dos comportamentos reais dos consumidores McDonald’s. Por aqui, somos o Chandler, mas já desconfiávamos.

Já a 24 de fevereiro, há um evento especial no Centro Comercial Colombo em parceria com a Rádio Comercial, “concebido como um momento de celebração da amizade e da nostalgia associadas à série FRIENDS“, divulgou a McDonald’s Portugal em comunicado.

Apressem-se a colecionar todos, e não percam a oportunidade de dizer “How you doin’?” da próxima vez que forem ao McDrive.

Porque estamos a repensar a forma como compramos tecnologia

Durante décadas, a inovação tecnológica esteve associada à ideia de novidade constante. Todos os anos surgem novos modelos de smartphones, computadores, tablets e outros dispositivos que prometem mais velocidade, melhor desempenho e novas funcionalidades. Este ritmo acelerado de lançamentos criou uma cultura de substituição frequente, em que muitos consumidores trocam de equipamento antes mesmo de o anterior apresentar sinais reais de desgaste. No entanto, esta lógica começa a ser questionada, tanto por razões económicas como ambientais e sociais.

Cada vez mais pessoas procuram alternativas que conciliem qualidade, responsabilidade ambiental e racionalidade financeira. Um exemplo dessa mudança de mentalidade é a escolha de um iPhone 14 recondicionado, que permite aceder a tecnologia avançada sem incentivar diretamente a produção de um novo dispositivo. Esta opção reflete uma abordagem mais consciente, alinhada com a economia circular e com a necessidade de reduzir o impacto ambiental associado à indústria tecnológica.

O fim da obsessão pela novidade

Durante muito tempo, a atualização constante de dispositivos foi encarada como um sinal de modernidade e estatuto. As campanhas de marketing reforçaram a ideia de que possuir o modelo mais recente era sinónimo de inovação, eficiência e sucesso. Contudo, a maturidade do mercado tecnológico trouxe uma realidade diferente: os avanços entre gerações tornaram-se progressivamente incrementais, com melhorias que nem sempre justificam a substituição frequente.

Hoje, muitos equipamentos mantêm um desempenho elevado durante vários anos, suportando atualizações de software e respondendo às exigências do utilizador médio. A perceção de valor começa a deslocar-se da novidade para a durabilidade, da aparência para a funcionalidade e da impulsividade para a decisão informada.

A consciência ambiental como fator decisivo

O impacto ambiental da indústria tecnológica tornou-se um tema central no debate público. A extração de matérias-primas, o consumo energético nos processos de fabrico e a produção de resíduos eletrónicos representam desafios significativos para a sustentabilidade global. À medida que esta informação se torna mais acessível, os consumidores passam a considerar o impacto ecológico das suas escolhas.

A noção de responsabilidade ambiental influencia não apenas a forma como os produtos são utilizados, mas também como são adquiridos. A reutilização, a reparação e a reciclagem deixam de ser opções secundárias e passam a integrar a tomada de decisão. Esta mudança cultural reflete uma maior maturidade coletiva em relação ao consumo.

A economia circular ganha protagonismo

A economia circular propõe um modelo alternativo ao consumo linear tradicional, baseado em extrair, produzir, consumir e descartar. Em vez disso, privilegia a manutenção do valor dos produtos durante o maior tempo possível, através da reutilização, reparação, recondicionamento e reciclagem.

No contexto tecnológico, este modelo traduz-se na valorização de equipamentos que podem ser recuperados e reintegrados no mercado com elevados padrões de qualidade. A circularidade reduz a necessidade de novas extrações de recursos e diminui a pressão sobre os ecossistemas. Ao mesmo tempo, cria oportunidades económicas e promove um consumo mais equilibrado.

A valorização da relação qualidade-preço

Outro fator que contribui para a mudança de comportamento é o aumento generalizado do custo de vida. Os consumidores tornaram-se mais atentos à relação entre preço e benefício, procurando maximizar o valor de cada investimento. Em vez de adquirir o produto mais recente apenas por tendência, avalia-se a real necessidade, a durabilidade e a utilidade a médio e longo prazo.

Esta racionalidade financeira conduz a escolhas mais ponderadas e reduz o desperdício. A tecnologia deixa de ser um símbolo de consumo rápido e passa a ser encarada como uma ferramenta funcional integrada no quotidiano.

A influência das novas gerações

As gerações mais jovens demonstram uma maior sensibilidade para temas como sustentabilidade, ética empresarial e impacto social. Este público tende a valorizar marcas responsáveis, práticas transparentes e soluções que promovam o equilíbrio entre inovação e responsabilidade.

Além disso, a partilha de informação nas redes sociais facilita a disseminação de conhecimento sobre impactos ambientais, direitos do consumidor e alternativas de consumo. Esta consciência coletiva influencia as tendências de mercado e pressiona as empresas a adaptarem-se a expectativas mais exigentes.

O papel da reparabilidade e da longevidade

A reparabilidade tornou-se um critério cada vez mais relevante na escolha de dispositivos. Equipamentos que permitem substituição de componentes, atualização de software prolongada e manutenção acessível apresentam maior valor a longo prazo.

A crescente discussão em torno do “direito à reparação” reforça esta tendência, incentivando fabricantes a disponibilizarem peças, manuais e suporte técnico. Esta abordagem contribui para reduzir o descarte prematuro e prolongar o ciclo de vida dos produtos.

A digitalização responsável

A tecnologia continua a desempenhar um papel fundamental na transformação da sociedade, na produtividade, na educação e na comunicação. Contudo, a digitalização responsável implica refletir sobre a forma como os recursos são utilizados e sobre o impacto das decisões individuais.

Repensar a forma como se compra tecnologia não significa rejeitar a inovação, mas sim integrá-la de forma equilibrada num modelo de desenvolvimento sustentável. A escolha consciente passa a ser parte integrante da cidadania digital.

A transparência como critério de confiança

Os consumidores procuram cada vez mais informação clara sobre a origem dos produtos, os processos de fabrico, as políticas ambientais e as condições laborais associadas. A transparência tornou-se um fator determinante para a confiança nas marcas.

Empresas que comunicam de forma aberta sobre os seus compromissos ambientais e sociais tendem a conquistar maior fidelidade do público. Esta exigência incentiva uma concorrência baseada não apenas no preço e na inovação, mas também na responsabilidade.

O impacto do contexto económico global

A instabilidade económica, a inflação e a volatilidade dos mercados reforçam a necessidade de decisões de consumo mais prudentes. A aquisição impulsiva perde espaço para a análise de custo-benefício e para a procura de alternativas sustentáveis.

Esta conjuntura estimula uma visão de longo prazo, em que a durabilidade e a versatilidade dos equipamentos assumem maior relevância do que a novidade imediata.

O futuro do consumo tecnológico

O futuro aponta para um modelo de consumo mais equilibrado, em que a inovação coexistirá com práticas responsáveis. A tecnologia continuará a evoluir, mas a sua adoção será progressivamente mais consciente, orientada para a eficiência, a sustentabilidade e o impacto positivo.

A integração de critérios ambientais, sociais e económicos nas decisões individuais contribuirá para um mercado mais maduro e resiliente. O consumidor assume um papel ativo na transformação do sistema, influenciando cadeias de produção, modelos de negócio e políticas públicas.

Uma mudança que já está em curso

Repensar a forma como compramos tecnologia não é apenas uma tendência passageira, mas uma resposta estruturada aos desafios contemporâneos. A combinação de consciência ambiental, racionalidade financeira, exigência ética e maturidade digital redefine as prioridades do consumidor moderno.

Esta mudança reflete uma evolução cultural profunda, em que a tecnologia deixa de ser apenas um objeto de consumo e passa a ser encarada como parte de um ecossistema que deve ser gerido com responsabilidade. Ao adotar escolhas mais informadas e sustentáveis, cada indivíduo contribui para um futuro digital mais equilibrado e resiliente.

Segunda temporada de Lua Vermelha: Nova Geração estreia já esta semana

Sexta-feira 13 é dia de vampiros e sereias na OPTO SIC e na Prime Video.

As crenças populares associam a sexta-feira 13 a um dia de azar, bruxas e tudo o que diz respeito ao sobrenatural. E na próxima, que é já esta semana, é o que vai acontecer na plataforma de streaming da SIC. A segunda temporada de Lua Vermelha: Nova Geração, o reboot/sequela da série de sucesso da SIC, chega à OPTO SIC no próximo dia 13 de fevereiro, precisamente na sexta-feira dos horrores.

A OPTO SIC divulgou o trailer oficial da série, que também vai estar disponível no catálogo da Prime Video, com imagens inéditas. A segunda temporada vai ter novas personagens, e figuras determinantes no desenrolar da história: uma caçadora implacável, uma sereia envolta em mistério e uma presença manipuladora com intenções obscuras.

Neste novo temporada, a história assume “uma fase mais sombria, intensa e emocional“, onde “a narrativa evolui, os conflitos aprofundam-se e o perigo deixa de ser apenas uma ameaça distante“. A protagonista Sofia, interpretada por Inês Pires Tavares, surge agora mais consciente dos seus poderes, assumindo um papel central no confronto contra uma força antiga e devastadora. Ao seu lado, as personagens Lucas (Henrique Mello) e Tomás (Rui Pedro Silva) regressam mais maduros, “unidos por uma causa maior, num equilíbrio frágil entre lealdade, amor e rivalidade. Juntos, terão de enfrentar uma ameaça que coloca em risco não apenas o mundo sobrenatural, mas também o dos humanos“.

Além de Inês Pires Tavares, Henrique Mello e Rui Pedro Silva, o elenco conta, ainda, com nomes conhecidos do universo Lua Vermelha, bem conhecidos dos fãs da série original, como Mafalda Luís de Castro (Isabel), Rui Porto Nunes (Afonso), António Camelier (Henrique) e Catarina Mago (Beatriz).

Cantor italiano Al Bano Carrisi vai celebrar 60 anos de sucessos com concerto em Lisboa

O emblemático cantor italiano Al Bano Carrisi sobe ao palco do Coliseu dos Recreios a 18 de junho.

O emblemático cantor italiano Al Bano Carrisi prepara-se para subir ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no próximo dia 18 de junho, para assinalar 60 anos de carreira, uma marca histórica nos seus 82 anos de vida. Vai ser um concerto especial para o artista e para o público, “uma viagem emocional pelos grandes momentos da sua discografia, num espetáculo que alia nostalgia, paixão e celebração“.

Reconhecido pela sua voz poderosa e presença carismática em palco, Al Bano Carrisi é uma referência incontornável da música pop e melódica há muitos anos. Desde o sucesso inicial com “Nel sole” até ao fenómeno mundial “Felicità”, passando por temas intemporais como “Ci Sarà”, “È La Mia Vita” e “Torneró”, entre tantos outros, o artista construiu um legado que continua vivo no coração de milhões de fãs, sempre com uma ligação profunda ao público português.

O palco do Coliseu dos Recreios vai ser uma homenagem a seis décadas de música, emoção e sucesso, num encontro único e exclusivo entre um artista lendário e o seu público. Os bilhetes já estão à venda online e nos locais habituais.

Alameda Shop & Spot tem uma nova experiência imersiva que nos faz mergulhar no Upside Down

A Mission to Escape estreou a experiência imersiva Stranger Mission no centro comercial do Porto.

O centro comercial Alameda Shop & Spot, no Porto, transformou-se num portal para uma realidade alternativa com a chegada da Stranger Mission, a nova atração da Mission to Escape, o maior grupo de escape rooms em Portugal. Nesta nova aventura, os participantes são convidados a entrar num universo bastante conhecido da ficção científica, onde devem enfrentar a mente de um vilão adormecido, mas com um sono muito instável, para conseguirem sair.

Durante 45 minutos, as equipas de 2 a 6 pessoas, com idades compreendidas “entre os 5 e os 105 anos“, são transportadas para um mundo invertido e desafiadas a decifrar códigos em luzes de Natal e a resolver enigmas complexos para escaparem antes que o portal se feche permanentemente, marcando uma evolução estratégica da marca para formatos de entretenimento totalmente imersivos. Esta é uma experiência para todos, acessível e inclusiva, pois passa-se numa sala adaptada para pessoas com mobilidade condicionada.

A experiência vai estar disponível no Alameda Shop & Spot por tempo limitado, das 15h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h aos fins de semana, e até ao dia 27 de fevereiro, os mais corajosos podem usufruir de um preço especial de 12,90€ por pessoa. Por isso, apressem-se: já podem fazer reservas através do site oficial.

Lisboa reabre parques e jardins após melhoria das condições meteorológicas

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Encerramento preventivo terminou na passada segunda‑feira, com exceção do Cemitério dos Prazeres.

A Câmara Municipal de Lisboa reabriu, esta terça‑feira, 10 de fevereiro, todos os parques e jardins sob gestão municipal, depois de um encerramento temporário motivado pelos alertas de mau tempo emitidos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera. A medida, de caráter excecional, visou garantir a segurança dos visitantes durante o período de maior instabilidade.

Com a melhoria das condições meteorológicas, espaços emblemáticos como a Estufa Fria, o Jardim da Cerca da Graça, o Parque da Bela Vista, o Parque da Serafina, a Quinta das Conchas e Lilases ou a Tapada das Necessidades voltam a estar acessíveis ao público. No total, mais de uma dezena de parques e jardins retomam o funcionamento habitual, permitindo que lisboetas e visitantes regressem às atividades ao ar livre. Também os cemitérios municipais reabriram, embora com uma exceção: o Cemitério dos Prazeres permanece encerrado ao público, mantendo apenas o acesso para funerais e serviços administrativos. A autarquia não especificou uma data para a reabertura total deste espaço.

A Câmara Municipal de Lisboa afirma que continuará a monitorizar a situação meteorológica e a atualizar as informações sempre que necessário. Depois de dias marcados por ventos fortes e risco de queda de árvores, a reabertura destes espaços representa um regresso à normalidade e devolve à cidade alguns dos seus locais de lazer mais procurados.

Netflix revela novo trailer da temporada 2 de One Piece

Adaptação da Netflix regressa em março com novos personagens e o arco da Baroque Works.

A Netflix divulgou um novo trailer da segunda temporada de One Piece, reforçando o entusiasmo em torno da adaptação live‑action do mangá de Eiichiro Oda. Depois de uma estreia surpreendentemente bem‑recebida, algo raro entre adaptações de anime, a série regressa a 10 de março de 2026 com novos desafios para os Piratas do Chapéu de Palha.

O elenco principal mantém‑se intacto, com Inaki Godoy no papel de Luffy, Mackenyu como Zoro e Emily Rudd como Nami. A nova temporada mergulha no confronto com a Baroque Works, organização que marca uma das fases mais queridas pelos fãs da obra original. Para dar vida a esta etapa, a produção reforçou o elenco com nomes como Callum Kerr (Smoker), Julia Rehwald (Tashigi), Rob Colletti (Wapol), Ty Keogh (Dalton) e David Dastmalchian como o icónico Mr. 3. Também se juntam Werner Coetser e Brendan Murray como os gigantes Dorry e Brogy, além de Katey Sagal no papel da Dra. Kureha.

O envolvimento direto de Eiichiro Oda continua a ser um dos pilares do projeto, garantindo que o espírito da obra original se mantenha intacto. Essa supervisão criativa foi um dos fatores que ajudou a conquistar tanto veteranos do anime quanto novos espetadores. E mesmo para quem nunca acompanhou a longa jornada do anime, cuja extensão pode intimidar, a adaptação da Netflix tem funcionado como uma porta de entrada acessível e visualmente apelativa.

Se o novo trailer servir de indicação, a segunda temporada promete elevar a escala, aprofundar personagens e manter o equilíbrio entre aventura, humor e emoção que tornou One Piece um fenómeno global.

LG quer transformar as Smart TVs em ecrãs digitais com o novo LG Gallery+

Parceria com a plataforma Sedition traz centenas de criações contemporâneas para transformar a televisão numa verdadeira galeria.

A televisão doméstica há muito que deixou de ser apenas um ecrã para ver filmes ou canais tradicionais. Tornou‑se um elemento multifuncional, capaz de exibir arte, música, jogos e conteúdos interativos, mesmo quando está desligada. A LG tem sido uma das marcas que mais investe nesta transformação e anunciou uma expansão do seu serviço Gallery+, disponível em smart TVs com webOS 25 ou superior.

A novidade resulta de uma parceria com a Sedition, plataforma dedicada à arte digital contemporânea. A colaboração traz mais de 300 novas obras, entre fotografias, vídeos e peças generativas, criadas por artistas internacionais e adaptadas para uma experiência imersiva no ambiente doméstico. Estas criações juntam‑se às mais de 5.000 obras já presentes no catálogo do Gallery+.

Entre os artistas incluídos encontram‑se nomes como SARES, cuja série Vertigo combina estética clássica com algoritmos de inteligência artificial e dados biométrico; MONOMO, que explora a fronteira entre o natural e o artificial; e Mat Collishaw, conhecido por peças como Burning Flower e Mark Titchner, vencedor do Prémio Turner. Há ainda contribuições do StudioScheele, que mistura ballet e tecnologia digital, e de Lindsay Kokoska, com composições de inspiração surreal.

Segundo Chris Jo, responsável pela plataforma webOS, o objetivo é transformar a televisão num “ecrã vivo” que reflita o estilo e a criatividade de cada utilizador. A aposta em parcerias com artistas e plataformas especializadas reforça essa visão, posicionando o LG Gallery+ como um dos serviços mais completos para quem deseja integrar arte digital no quotidiano.

Portugal entra no grupo dos países europeus que mais utilizam inteligência artificial

Durante muitos anos, Portugal raramente surgia nas listas dos países europeus mais avançados no uso de novas tecnologias. Essa perceção começou, no entanto, a alterar-se de forma gradual. Dados recentemente divulgados pela Eurostat indicam que o país já figura entre os dez Estados europeus onde a inteligência artificial é mais utilizada – um resultado que acabou por surpreender até quem acompanha o setor de perto.

Basta olhar para o que aconteceu recentemente para perceber que algo mudou. Nos últimos meses de 2025, muitos portugueses, dos mais novos aos mais velhos, passaram a recorrer a plataformas de inteligência artificial com alguma regularidade. Portugal pode ainda surgir atrás de países como a Irlanda, a Bélgica ou os Países Baixos, mas o simples facto de já aparecer entre os dez primeiros marca uma rutura clara com o que era habitual há poucos anos.

Nada disto aconteceu de forma isolada. O acesso à tecnologia foi-se tornando mais simples, as ferramentas passaram a estar mais à mão e muitos utilizadores começaram, pouco a pouco, a experimentar soluções novas sem grande resistência. Paralelamente, surgiram iniciativas públicas, como a Agenda Nacional de IA (ANIA), que ajudaram a criar um contexto mais favorável à adoção destas tecnologias, tanto a nível individual como institucional.

A escrita destaca-se como um dos principais usos da IA

O interesse generalizado pela inteligência artificial é relativamente recente. Durante muitos anos, o tema era visto como algo distante, associado a previsões futuristas pouco concretas. Para a maioria das pessoas, não passava de um conceito abstrato, sem impacto real no quotidiano.

Essa realidade começou a mudar à medida que estas ferramentas se tornaram mais acessíveis e úteis no dia a dia. Aquilo que antes era visto como mera curiosidade passou, pouco a pouco, a ter aplicação concreta em diferentes contextos, tanto pessoais como profissionais.

Um estudo divulgado no portal ScienceDirect ajuda a compreender melhor este fenómeno. A investigação, intitulada “Quem utiliza IA em pesquisa e por que?”, um estudo realizado na Alemanha, com uma amostra alargada de participantes, mostra que quase metade dos inquiridos utiliza a inteligência artificial como apoio para testar ideias e procurar soluções diferentes. Apesar de o trabalho ter sido conduzido noutro país, os resultados ajudam a compreender comportamentos que também começam a ser visíveis noutros contextos europeus, incluindo o português.

Na prática, a inteligência artificial acabou por se espalhar por tarefas muito diferentes, desde a escrita de textos até ao apoio no desenvolvimento técnico ou na organização de conteúdos mais formais, como manuscritos e comunicações internas. Em comum, surge sempre a mesma preocupação: ganhar eficiência sem sacrificar a clareza nem o tom natural da escrita.

É precisamente neste ponto que entram soluções como as desenvolvidas pela JustDone. A empresa criou um humanizador de IA que permite transformar textos gerados automaticamente em conteúdos com uma linguagem mais próxima da escrita humana. Esta abordagem tem sido especialmente valorizada por profissionais que precisam de produzir grandes volumes de texto sem comprometer a qualidade ou o tom adequado.

JustDone - humanizador de IA

A combinação entre o interesse crescente pela escrita e a evolução das plataformas orientadas para este fim ajuda a explicar o aumento expressivo do uso da inteligência artificial em Portugal, tanto por utilizadores individuais como por empresas.

O desafio do uso empresarial da inteligência artificial

Embora o uso da inteligência artificial esteja bastante disseminado entre os utilizadores individuais, essa realidade ainda não se reflete com a mesma força no contexto empresarial. Nas empresas portuguesas, a adoção destas tecnologias continua a avançar a um ritmo mais cauteloso. Dados da Eurostat mostram que apenas 11,54% das organizações recorrem atualmente à inteligência artificial de forma regular nas suas atividades.

Este valor coloca Portugal abaixo da média europeia, que se situa perto dos 20%. Há países que seguem num ritmo bem mais acelerado, como a Dinamarca, onde a utilização já ultrapassa largamente os 40%. Noutros casos, como o da Roménia, a adoção permanece bastante reduzida. O contraste entre realidades mostra que o avanço da IA no meio empresarial europeu está longe de ser uniforme.

Quando as empresas decidem avançar com a inteligência artificial, a motivação costuma ser bastante prática. Na maioria dos casos, a tecnologia é usada para lidar melhor com dados ou para apoiar a criação de conteúdos. É neste contexto que soluções como o humanizador de IA da JustDone começam a fazer sentido, sobretudo para organizações que querem ganhar tempo e eficiência sem perder clareza nem coerência na forma como comunicam.

Com o tempo, esse uso tende a alargar-se. Para além da escrita, algumas empresas começam a explorar outras possibilidades, como a criação de imagens, vídeos ou conteúdos em áudio. Há também quem aposte em ferramentas ligadas à programação ou à automatização de tarefas internas. No entanto, não existe um padrão único: tudo depende da dimensão da empresa, da área em que atua e do nível de familiaridade que já tem com o digital.

O investimento do Estado português em inteligência artificial

Uma das iniciativas mais relevantes lançadas nos últimos anos foi o plano nacional de inteligência artificial. De acordo com informações divulgadas pela ANIA, este plano integra-se numa Estratégia Nacional Digital que prevê um investimento de cerca de 25 milhões de euros. O objetivo passa por tornar a inteligência artificial mais presente no dia a dia dos cidadãos e das empresas, criando condições para um desenvolvimento sustentável e alinhado com os interesses do país.

José Moreira, professor de Direito na Universidade Portucalense, reconhece que a criação da ANIA representa um passo importante, mas alerta para alguns desafios. Na sua perspetiva, existem metas bem definidas, mas também áreas que necessitam de maior clareza e de mecanismos mais concretos para garantir a sua implementação eficaz.

Mais do que aumentar percentagens, importa perceber se a tecnologia está a ser utilizada de forma produtiva e estratégica. Iniciativas públicas, investimento privado e formação adequada serão determinantes para garantir que a inteligência artificial contribui efetivamente para o desenvolvimento económico e social do país, e não apenas para um aumento estatístico do seu uso.

Project Hail Mary: um dos filmes de ficção científica mais esperados do ano leva Ryan Gosling até ao espaço

Project Hail Mary é baseado no best seller com o mesmo nome e estreia em março. E tem novo trailer.

Há mais uma adaptação de um best seller literário a chegar aos cinemas. O livro Project Hail Mary, escrito por Andy Weir e lançado em 2021, podia ser só mais um livro de ficção científica passado no espaço, em que a humanidade tem que ser salva. A diferença é que Project Hail Mary vendeu mais de 10 milhões cópias a nível mundial, venceu vários prémios e foi destacado por Bill Gates como um dos melhores livros do ano.

O livro chegou às livrarias portuguesas em abril de 2025, e menos de um ano depois, mais concretamente a 19 de março, vai poder ser visto no grande ecrã. Esta semana, em pleno intervalo do Super Bowl 60, a Amazon MGM Studios divulgou o mais recente trailer daquele que é um dos dos filmes de ficção científica mais esperados do ano.

Project Hail Mary promete ser um dos blockbusters de 2026. Além do autor ser o mesmo de The Martian, livro também adaptado a cinema em 2015, com Matt Damon como protagonista, o filme tem Ryan Gosling no principal papel, como Dr. Ryland Grace, um professor de ciências que acorda sozinho numa nave espacial, a anos-luz da Terra, sem memória de como lá chegou ou do seu próprio nome. À medida que começa a recordar-se de tudo, Grace apercebe-se da sua verdadeira missão: impedir um evento de extinção causado por um fenómeno que está a arrefecer o Sol e, assim, salvar a humanidade.

Ryan Gosling vai dividir o protagonismo com Rocky, um extraterrestre que promete tornar-se numa das peças centrais da trama, com voz de James Ortiz. Realizado pela dupla Phil Lord e Christopher Miller (de The Mitchells vs. The Machines, Spider-Man: Across the Spider-Verse ou da série Spider-Noir, ainda por estrear), Project Hail Mary conta ainda com Sandra Hüller, Lionel Boyce, Ken Leung e Milana Vayntrub no elenco.

E.Leclerc lança app O Meu E.Leclerc em Portugal

A aplicação O Meu E.Leclerc é como se fosse o vosso assistente pessoal de compras. Mais ou menos, vá.

O E.Leclerc até pode ter encerrado a sua loja online em Portugal em 2023, mas isso não impediu a cadeia francesa de ir aplicando novidades em território nacional.

Apesar de há muito tempo não se expandir no país, o E.Leclerc vai apresentando novidades pontualmente. Por exemplo, no ano passado, a insígnia juntou-se à Too Good To Go, permitindo salvar sushi, lacticínios, pão e bolos. E agora, a cadeia acaba de lançar em Portugal a app O Meu E.Leclerc, que basicamente é uma “uma forma mais simples, prática e personalizada de viver as compras do dia a dia”.

Há, claro, vantagens. Através desta app, podem consultar os vossos talões de compra, aceder aos folhetos e promoções, consultar as novidades da loja onde costumam ir, consultar o saldo e os movimentos do Cartão E.Leclerc a qualquer momento e, claro, aproveitar cupões de desconto exclusivos e ofertas em cartão. E ao que consta, há também jogos exclusivos que permitem acumular ainda mais vantagens.

E o funcionamento não tem nada que saber. Basta descarregar a app (disponível para iOS e Android), criar uma conta ou associar o vosso cartão E.Leclerc e, a partir daí, basta ficarem atentos para que consigam fazer as melhores compras em loja.

Pedidos de pizza e falta de saldo no telemóvel entopem linha do 112

Dos 5,4 milhões de chamadas recebidas em 2025 pelo 112, a maioria foi considerada indevida. A PSP lembra que o uso incorreto do número de emergência é crime punível com prisão.

Cerca de três quartos das 5,4 milhões de chamadas recebidas pelo número nacional de emergência (112) em 2025 foram consideradas indevidas. A Polícia de Segurança Pública (PSP), entidade responsável pela monitorização do serviço, revela que muitos destes contactos incluem situações alheias ao socorro, como pedidos de entrega de pizzas, chamadas de táxis, solicitações de serviços domésticos ou apenas cidadãos sem saldo no telemóvel que aproveitam a gratuitidade da linha.

Segundo os dados avançados pela PSP ao Jornal de Notícias (acesso pago), dos contactos registados no ano passado, 73,5% – o equivalente a quase quatro milhões de chamadas – não correspondiam a emergências reais. Deste volume de tráfego desnecessário, 1,2 milhões referem-se a chamadas que foram abandonadas antes do atendimento. O uso abusivo da linha 112 coloca em causa a eficácia do serviço, podendo atrasar a resposta a situações de risco de vida iminente.

As autoridades alertam ainda para o enquadramento legal da utilização dolosa do serviço. As chamadas falsas ou o abuso de sinal de alarme podem configurar crime, previsto no artigo 306.º do Código Penal, punível com pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias. Quando detetado um padrão de chamadas excessivas num curto período, são levantados autos de notícia para as entidades judiciais.

Apesar da elevada percentagem de contactos inadequados, os dados indicam uma tendência de descida no volume total de tráfego pelo segundo ano consecutivo. Em 2023, o serviço registou 6,95 milhões de chamadas, número que baixou para 5,85 milhões em 2024 e para 5,4 milhões em 2025.

Fórmula 1 com novas regras de segurança e sustentabilidade para 2026

O objetivo é transformar a Fórmula 1 através de três eixos fundamentais: sustentabilidade, segurança e espetáculo.

A Fórmula 1 prepara-se para iniciar um novo ciclo regulamentar em 2026, operando aquela que é descrita como a mais profunda reformulação técnica desde a criação do campeonato, diz o Diário de Notícias (acesso pago).

Os novos regulamentos incidem, em primeiro lugar, na fisionomia dos monolugares. Contrariando a tendência de crescimento das últimas décadas, os carros de 2026 serão mais compactos e ligeiros. O peso mínimo obrigatório sofre uma redução de cerca de 30 kg, acompanhada por uma diminuição na distância entre eixos e na largura total, que se fixará nos 1,90 metros.

Ao nível da motorização, a arquitetura híbrida permanece, mas com alterações substanciais. O sistema MGU-H (recuperação de energia através dos gases de escape) será eliminado, enquanto a componente elétrica ganha preponderância. O gerador cinético (MGU-K) verá a sua potência aumentada, sendo capaz de fornecer cerca de 50% da potência total do carro em determinadas fases da prova. Esta mudança forçará os pilotos a uma gestão de energia mais rigorosa e estratégica durante as corridas.

A aerodinâmica também será alvo de revisão, com o abandono do sistema DRS (Drag Reduction System). Em sua substituição, entra em vigor a aerodinâmica ativa, que permitirá alterar a configuração das asas dianteira e traseira em andamento. Os pilotos poderão acionar manualmente um modo de baixa resistência para as retas e um modo de maior carga aerodinâmica para as curvas, visando promover mais ultrapassagens.

Convém salientar que 2026 assinala a entrada da Audi como equipa de fábrica, após a aquisição da Sauber, e o regresso da Ford como parceira técnica da Red Bull Powertrains. A Honda passará a fornecer motores de forma exclusiva à Aston Martin, enquanto a grelha se expande para 11 equipas com a chegada da Cadillac, que utilizará unidades motrizes Ferrari. Em sentido inverso, a Renault deixará de produzir motores para a categoria, encerrando uma presença histórica que remonta a 1977.

Quanto à segurança e regulamentação desportiva, a FIA introduz novas estruturas de impacto frontal e lateral, bem como luzes de segurança que indicarão o estado do sistema elétrico do veículo em caso de paragem em pista. Foi ainda estabelecido que, para evitar o excesso de fibra de carbono exposta, as equipas terão de garantir que 55% da superfície do carro possui pintura ou grafismos. Adicionalmente, em cenários de calor extremo, o uso de coletes de arrefecimento passará a ser obrigatório para os pilotos.

É também de recordar que, em 2027 e 2028, a Fórmula 1 irá regressar a Portugal, mais precisamente ao Autódromo Internacional do Algarve.

Perfumes & Companhia renova loja do Palácio do Gelo em Viseu

Mais do que uma simples remodelação estética, a intervenção no espaço do Palácio do Gelo materializa o novo conceito de loja da Perfumes & Companhia.

O próximo dia 14 de fevereiro, data em que se assinala o Dia dos Namorados, ficará marcado pela reabertura da loja Perfumes & Companhia no Palácio do Gelo Shopping, em Viseu. O espaço surge agora totalmente renovado, refletindo a nova identidade visual e estratégica da insígnia.

Mais do que uma simples remodelação estética, a intervenção no espaço do Palácio do Gelo materializa o novo conceito de loja da marca. O ambiente foi redesenhado para ser mais contemporâneo, intuitivo e inclusivo, com o objetivo de facilitar a circulação e a descoberta de produtos. A nova organização do espaço pretende valorizar o aconselhamento especializado nas diversas categorias que a marca comercializa, desde a perfumaria e maquilhagem até à dermocosmética e cuidados de bem-estar, promovendo uma experiência de compra mais fluida.

Esta renovação não é um ato isolado, mas sim parte integrante do plano estratégico denominado P&C 2030. Este programa ambicioso prevê um investimento global na ordem dos 30 milhões de euros ao longo dos próximos anos, destinado a modernizar a rede de lojas físicas, acelerar a transformação digital e reforçar a aposta na dermocosmética.