Festival MED 2026: Loulé recebe Goran Bregovic e Sérgio Godinho

Com Goran Bregovic, Salif Keita e Sérgio Godinho, o Festival MED 2026 apresenta 50 concertos.

A 22.ª edição do Festival MED, que decorre na Zona Histórica de Loulé entre 25 e 28 de junho de 2026, apresenta o cartaz mais internacional da sua história, com 30 países representados e o foco reforçado na designada World Music. Os primeiros 15 nomes do alinhamento, revelados durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), incluem artistas consagrados como o bósnio Goran Bregovic, o nigeriano Sean Kuti acompanhado pelos The Egypt 80, o maliano Salif Keita, Tiken Jah Fakoli, da Ilha da Reunião, e a estreia do cantautor português Sérgio Godinho no evento algarvio.

O contingente de artistas já confirmado estende-se a várias latitudes, sublinhando a matriz multicultural que caracteriza o certame. A programação conta com atuações de Los Van Van (Cuba), Calle Mambo (Chile), Arooj Aftab (Paquistão), Natacha Atlas (Egito/Bélgica), Bohemian Betyars (Hungria) e Tangomotan (França). O espaço reservado à proximidade musical e à lusofonia assinala os regressos de Bonga (Angola), Lura (Cabo Verde) e Expresso Transatlântico (Portugal), bem como a apresentação do projeto Fidju Kitxora, que une Portugal e Cabo Verde. O diretor e programador do Festival MED, Paulo Silva, garante que a seleção para 2026 visa cumprir na íntegra o ecletismo e a heterogeneidade inerentes ao conceito de música do mundo, marcando um regresso ao ADN original do festival.

Para lá das propostas musicais, a organização introduz alterações estruturais no recinto e na dinâmica do evento. A área do festival será ampliada, integrando o novo espaço MED Lounge e assumindo o Mercado Municipal de Loulé como parte central da programação contínua. As atualizações estendem-se a um novo sistema de bilhética, à revisão dos horários e à expansão da zona de gastronomia, que incluirá uma maior diversidade de opções de comida de rua. A fluidez do público será otimizada através da abertura de uma terceira entrada junto ao Largo de São Francisco, que se junta aos acessos já existentes perto do Mercado Municipal e do Castelo de Loulé. A par da reconfiguração do espaço, surgem novos locais destinados às artes de rua e um inédito Ciclo de Conferências MED, desenhado para receber personalidades e debater o universo artístico.

A expansão da marca ultrapassa os limites temporais e físicos do recinto através da iniciativa CIDADE MED, que prevê a decoração das artérias locais e a promoção de atividades prévias ao certame, visando a dinamização da economia do município. O presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, reitera o compromisso da autarquia com o crescimento qualitativo daquela que é considerada uma das maiores referências culturais da região do Algarve, justificando as inovações de 2026 com a necessidade de melhorar a oferta cultural e consolidar a dimensão do projeto.

Ao todo, a organização do Festival MED assegura a realização de mais de meia centena de concertos distribuídos por cinco palcos principais, designados Matriz, Cerca, Chafariz, Castelo e Hammam. Os três primeiros dias do evento, de 25 a 27 de junho, requer entrada paga, enquanto o encerramento, a 28 de junho, funcionará num formato de entrada livre. Os bilhetes para a edição de 2026 do Festival MED ficam disponíveis a partir das 18h do dia 2 de março, através da plataforma BOL e do site oficial do evento.

Tesla Model Y de 7 lugares chega a Portugal em abril

O Tesla Model Y de 7 lugares está disponível para encomenda por 55.490€. A versão Premium Long Range tem entregas em Portugal a partir de abril.

A Tesla anunciou a expansão da gama do Model Y no mercado português com a introdução de uma nova configuração de sete lugares. Esta opção está disponível exclusivamente na versão Model Y Premium Long Range com tração integral, apresentando uma autonomia estimada de 600 quilómetros (ciclo WLTP). Com um preço de 55.490€ para esta variante específica, o fabricante norte-americano visa aumentar a versatilidade do seu SUV elétrico de tamanho médio, complementando os lançamentos recentes das versões mais acessíveis e eficientes da gama, cujo modelo base mantém um preço de entrada de 39.990€.

A principal alteração estrutural reside na inclusão de uma terceira fila composta por dois bancos rebatíveis e virados para a frente. O acesso a esta nova secção traseira é feito através de botões integrados nos encostos dos bancos exteriores da segunda fila, acionando um mecanismo que faz deslizar e dobrar os assentos para permitir a entrada e saída dos passageiros. Em termos de capacidade de carga, o veículo disponibiliza até 2094 litros de volume útil total. Com os sete lugares ocupados, o porta-bagagens traseiro retém 381 litros, aos quais se somam os 116 litros da bagageira dianteira. Quando a terceira fila é totalmente rebatida, o espaço de carga traseiro aumenta para 894 litros.

No habitáculo, a nova configuração integra o equipamento de série da gama Premium. A primeira fila dispõe de bancos aquecidos e ventilados, controlados através de um ecrã tátil central de 16 polegadas que opera o software proprietário da marca. Para os passageiros da segunda fila, está instalado um ecrã de 8 polegadas dedicado ao entretenimento e controlo da climatização, com suporte para emparelhamento de auscultadores via Bluetooth. A terceira fila está posicionada sob o tejadilho de vidro panorâmico para maximizar o espaço em altura e dispõe de duas portas de carregamento USB-C. O isolamento acústico é assegurado pela utilização de vidro duplo em todo o veículo, complementado por uma suspensão ajustada para maior conforto e um sistema de som composto por 15 altifalantes e um subwoofer.

As unidades deste Tesla Model Y de 7 lugares destinadas ao mercado europeu serão produzidas na Gigafactory Berlin-Brandenburg, na Alemanha, estando as primeiras entregas aos clientes em Portugal programadas para abril de 2026. Todos os veículos desta nova configuração vêm equipados de série com o sistema Autopilot e incluem o hardware necessário para a capacidade de condução totalmente autónoma (Full Self-Driving Supervised). A ativação desta última funcionalidade ocorrerá remotamente, ficando estritamente dependente da aprovação por parte das autoridades reguladoras locais.

Rádio Macau regressam aos palcos com concertos nos Coliseus

Os Rádio Macau voltam a atuar juntos após uma década de pausa. A banda atua no Coliseu dos Recreios e no Coliseu Porto Ageas.

A banda portuguesa Rádio Macau oficializou hoje, 27 de fevereiro, o seu regresso aos palcos após um interregno de mais de uma década. O reencontro com o público materializa-se em dois espetáculos agendados para o outono, marcados para o dia 2 de outubro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e para 15 de outubro no Coliseu Porto Ageas. A formação clássica do grupo, composta pela vocalista Xana, o guitarrista Flak, o baixista Alex Cortez, o teclista Filipe Valentim e o baterista Samuel Palitos, encabeça esta reunião, apresentando um alinhamento focado em percorrer as diversas fases da sua discografia.

Nascidos no contexto da segunda vaga do pop-rock nacional, os Rádio Macau distinguiram-se pela fusão da estética pós-punk com as sonoridades da new wave, aliadas a uma forte componente literária e urbana. Desde o álbum homónimo de estreia em 1984, que apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, o grupo construiu um percurso autónomo. Obras subsequentes como A Vida Num Só Dia, o projeto concetual Spleen, O Elevador da Glória – do qual faz parte o tema “O Anzol” – e O Rapaz do Trapézio Voador, com “Amanhã É Sempre Longe Demais”, solidificaram a sua posição no panorama musical português, num espaço intermédio entre o mainstream e o circuito underground.

Relativamente ao acesso aos concertos, o período de inscrições para a lista de espera inicia-se hoje, conferindo aos registados a possibilidade de adquirir bilhetes numa pré-venda exclusiva. Esta fase decorre entre as 09h do dia 4 de março e as 09h do dia 6 de março. A partir dessa hora, arranca a venda geral, com os bilhetes a ficarem disponíveis nos locais habituais. Os preços variam entre os 18 e os 45€ para Lisboa e os 18 e os 37€ para o Porto.

Bryan Adams regressa a Portugal em novembro para dois concertos

O músico canadiano Bryan Adams atua em Portugal em novembro de 2026 para apresentar o novo álbum.

O músico canadiano Bryan Adams regressa a Portugal em novembro no âmbito da digressão europeia Roll With The Punches Tour 2026. Os espetáculos estão agendados para o dia 17 de novembro, na Super Bock Arena, no Porto, e para o dia 20 de novembro, na MEO Arena, em Lisboa.

A atual série de concertos tem como principal objetivo promover o mais recente trabalho de estúdio do artista, intitulado Roll With The Punches. Editado em 2025 com o selo da Bad Records, o disco valeu a Bryan Adams uma nomeação para a edição de 2026 dos JUNO Awards, na categoria de Álbum de Rock do Ano. O projeto discográfico evidencia a capacidade do compositor em fundir hinos de rock e riffs de guitarra acentuados com baladas mais emotivas, num trabalho que reflete a resiliência característica da sua carreira na indústria musical.

Relativamente aos espetáculos ao vivo, o alinhamento previsto cruza os temas do novo álbum com os sucessos que marcaram várias décadas. As canções recentes irão partilhar o palco, como seria de esperar, com clássicos intemporais e de alcance global, tais como “Summer of ’69”, “Heaven”, “Run to You” e “(Everything I Do) I Do It For You”.

A aquisição de bilhetes para os concertos no Porto e em Lisboa processa-se através da plataforma oficial da Live Nation, obedecendo a um calendário faseado. A pré-venda destinada aos seguidores do artista arranca no dia 3 de março, pelas 10h. No dia 4 de março, decorrem as pré-vendas exclusivas associadas à SBSR, a partir das 10h, e à Live Nation, com início às 12h. A venda geral ao público arranca no dia 6 de março, às 10h.

A organização disponibiliza igualmente pacotes VIP para os espetáculos em território nacional. Estas modalidades superiores incluem os lugares com melhor localização na sala, o acesso a uma sessão de perguntas e respostas com Bryan Adams antes do início do concerto, uma visita guiada aos bastidores da produção e a oferta de uma edição em vinil autografada, com os detalhes completos acessíveis no portal oficial do músico. Os preços não foram divulgados.

Gemini recebe modos de automação no Android

Com o Gemini passa a ser possível executar várias ações complexas dentro de aplicações.

A Google dotou o Gemini de capacidades de automação que lhe permite executar tarefas complexas diretamente em smartphones Android. A novidade, ainda em fase beta, fará com que o Android deixe de depender de interações conversacionais e passa a integrar uma ferramenta capaz de agir dentro de aplicações reais.

A funcionalidade baseia‑se na capacidade do Gemini de interpretar e manipular interfaces de aplicações de terceiros. E em vez de o utilizador navegar por menus, o agente pode abrir aplicações, preencher campos, selecionar opções e preparar ações completas. Por exemplo, passa a ser possível fazer pedidos de chamar um Uber, com o Gemini a abrir a abrir a aplicação, inserir o destino e escolher o tipo de viagem. Todo o processo decorre numa janela virtual segura, onde o utilizador pode observar cada passo. Contudo, e apesar de toda esta autonomia, a Google afirma que o controlo permanece sempre nas mãos do utilizador. Nestes casos, o agente não pode concluir pagamentos nem confirmar pedidos sem autorização explícita. Assim que a tarefa estiver pronta, o utilizador recebe uma notificação para validar ou cancelar essa ação.

Esta novidade está de momento limitada os equipamentos da série Samsung Galaxy S26 e da série Google Pixel 10, com exceção do Pixel 10a. A fase beta também está restrita aos Estados Unidos e à Coreia do Sul, com compatibilidade inicial para serviços como Uber, DoorDash e Grubhub, com chegada em breve a novos mercados.

Marvila: este fim de semana há arte, moda, música e sustentabilidade na nova edição do Amazonas Market

O Amazonas Market decorre no 8 Marvila, nos dias 28 de fevereiro e 1 de março.

O Amazonas Market está de volta ao 8 Marvila a 28 de fevereiro e 1 de março para mais uma edição dedicada a marcas independentes de moda, acessórios, joalharia, home decor, artes, vintage e upcycling. Este fim de semana, um dos espaços culturais mais vibrantes de Lisboa vai virar uma “selva urbana” com “uma curadoria que muda de edição para edição, com estreias, novos nomes e novas coleções“.

Entre as marcas de roupa que vão marcar presença este fim de semana, estão, por exemplo, a Paez, marca de calçado nascida em Buenos Aires e conhecida pelos modelos coloridos e confortáveis; a Sacer, projeto de roupa urbana ética, liderado por mulheres e com foco em algodão orgânico e materiais reaproveitados; e a Winkelvossberlin, que apresenta peças únicas feitas à mão durante viagens. Na joalharia e acessórios vão estar marcas como Joana Pestana, com peças artesanais de estética orgânica; a Fuguku, com os seus materiais reciclados com textura tridimensional; e a ŚĀRÂ, inspirada em diferentes culturas e tradições. Há ainda marcas na área do design, entre outras. Vão ser cerca de 80 marcas independentes, cheias de “peças com identidade, difíceis de encontrar noutro sítio

A gastronomia está em destaque na Praça Central, com a sua própria zona dedicada onde vão a Sugoi, Gyra Sol, Oficina Kraft e Fuk Sum, acompanhadas por vinhos selecionados da Cuba 160 e café e matcha da The Folks Lisbon.

Mas não só de moda e arte se faz o Amazonas Market. Estão marcados alguns workshops (com inscrição obrigatória) de joalharia, doçaria ou maquilhagem, e, para animar o ambiente, vai haver muita música com DJ sets. Para a tarde de domingo, entre as 16 e as 19 horas, está marcada uma roda de samba protagonizada por Patú Sambá. No campo musical, a edição de 2026 do Amazonas Market marca ainda a estreia da Rádio Amazonas, “uma curadoria musical ao longo do fim de semana que dá identidade sonora ao mercado“, e apresenta “uma cenografia vegetal assinada pela Planta Livre“, transformando o 8 Marvila numa autêntica “selva urbana“.

Cascais quer ser palco do ano: evento Cascais Press Preview revela um 2026 cheio de grandes eventos

Município apresentou no evento Cascais Press Preview a antevisão de um ano com muito surf, futebol jovem, Ironman, Estoril Open, festivais de música e Chefs on Fire, com forte impacto na economia local.

Cascais apresentou hoje, numa sessão longa e detalhada, o calendário de eventos para 2026, assumindo de forma aberta a ambição de ser “o melhor sítio para se viver um dia, uma semana ou a vida inteira” e reforçando a estratégia de se afirmar como capital de grandes eventos desportivos, culturais e de entretenimento, com forte impacto económico e social. No Cascais Press Preview 2026, evento onde o Echo Boomer esteve presente, o presidente do município, Nuno Piteira Lopes, destacou não só a dimensão internacional de muitas das iniciativas, mas também a aposta num modelo de governação de proximidade, transparência e participação que valeu a Cascais a distinção de capital europeia da democracia participativa, um selo que, segundo o autarca, resulta do compromisso com quem vive, estuda, trabalha e visita o concelho.

Em 2025, o conjunto de eventos realizados em Cascais gerou um retorno financeiro direto na ordem dos 171 milhões de euros, ao qual se somam impactos indiretos no comércio, serviços e restauração, mas a autarquia insiste que quer ir além dos números, promovendo uma oferta cultural diversificada, o estímulo à prática desportiva e hábitos de vida saudáveis, sintetizados no lema “um Cascais para toda a vida”, visível no próprio equipamento onde decorreu a apresentação.

A sessão começou com um momento musical protagonizado por Carlota Ulrich, artista que este ano subirá ao palco das Festas do Mar, servindo de introdução a um desfile contínuo de anúncios, novidades e confirmações. O local escolhido para o Press Preview foi, aliás, a primeira grande novidade: um novo espaço na Marina de Cascais que o município quer transformar num palco versátil para conferências, casamentos, batizados, concertos, exposições e outros eventos. Esta sessão funcionou como uma espécie de “soft open” ou pré-inauguração do equipamento, com agradecimentos à administração da Marina pela cedência do espaço e a indicação de que se trata de mais um ativo ao serviço da programação ao longo de todo o ano.

A partir daí, a apresentação mergulhou no universo desportivo, sublinhando que em Cascais “gosta-se da palavra sentir”: sentir a emoção das competições, o orgulho pelos atletas que se superam e a importância do desporto para a saúde física e mental. O primeiro destaque foi para o mar de Carcavelos e para a 12.ª edição do Capítulo Perfeito, prova de surf que só se realiza quando as ondas apresentam tubos considerados ideais e que é marcada pela imprevisibilidade, ao ponto de, neste ciclo, ter estado para acontecer no dia anterior e ter sido adiada. O responsável Rui Costa, mais conhecido como Twiga, sublinhou que o Capítulo Perfeito tem em Cascais o seu ponto de partida, mas vive um momento de internacionalização, com a confirmação de etapas em Moçambique e na Indonésia, levando o modelo de “ondas perfeitas” a mais dois continentes e reforçando o papel do concelho como epicentro de um circuito global que atrai surfistas de topo.

Dos tubos do mar passaram-se aos relvados com o Iber Cup, torneio de futebol juvenil que nasceu em Cascais e que hoje se realiza em vários continentes, sendo apontado como um dos maiores do mundo na sua categoria. O município destacou que a experiência dos jovens atletas é o elemento central – “no Iber Cup ninguém ganha, ninguém perde” – porque o mais importante é aquilo que cada criança e família levam de Cascais. Em 2026, o calendário volta a crescer: às já tradicionais edições da Páscoa e do verão junta-se uma nova edição no Natal, agendada para 16 a 19 de dezembro. O CEO Filipe Rodrigues recordou que o torneio começou há 15 anos e tem vindo a consolidar-se como “epicentro do futebol juvenil mundial”, apontando não só a expansão a vários continentes, incluindo uma edição nos Estados Unidos, como a criação da Iber Cup Convention. Esta conferência, a realizar em paralelo com a edição de Natal, trará a Cascais e ao Estoril dirigentes, treinadores e agentes ligados ao futebol, que terão oportunidade de visitar academias internacionais e de participar em momentos de networking no Centro de Congressos do Estoril, reforçando a vertente formativa e institucional do projeto.

Sem sair do desporto, a Câmara retomou uma das iniciativas que considera estruturantes desde 2008: o Dia Mundial da Atividade Física. Em 2026, o evento volta a ser organizado em parceria com os concelhos de Oeiras e Lisboa, com a promessa de mais de 5.000 participantes e cerca de 30 entidades ao longo de todo o troço da marginal de Cascais, que será encerrada ao trânsito para se transformar num extenso espaço de experimentação desportiva e recreativa para todas as idades. A data está marcada para 11 de abril e o apelo é claro: que a população ocupe a marginal como um ginásio a céu aberto, reafirmando a ideia de Cascais como território que privilegia a atividade física diária.

A ligação de Cascais ao mar ganhou depois outra expressão com a vela, centrada no Clube Naval de Cascais, que será alvo de obras de renovação. O objetivo, segundo o município, não é ser o maior clube de vela do mundo, mas o melhor, em linha com a filosofia de excelência aplicada a vários projetos estruturantes do concelho. Gonçalo Esteves, representante do Clube Naval, descreveu Cascais como “palco único” para a vela, beneficiando de um dos quatro melhores campos de regatas do mundo, reconhecido ao lado de locais como São Francisco, Newport e a costa da Sardenha, uma combinação de vento forte, fiável e com poucas oscilações de direção que torna o campo de regatas particularmente exigente e apetecível para amadores e profissionais. Esse contexto, afirmou, assegura que os melhores velejadores internacionais querem competir em Cascais, trazendo com regularidade campeonatos da Europa e do mundo que juntam 30, 35 ou 40 nacionalidades, numa dinâmica que só é possível graças ao apoio continuado do município e do Turismo de Cascais. O orador municipal sublinhou ainda que este “estádio natural” não custou um cêntimo a construir, ao contrário de outras grandes infraestruturas, reforçando a ideia da natureza como ativo económico.

Do mar voltou-se à estrada com o Rallye das Camélias, prova com 60 anos de história e projeção internacional, apresentada como ponto de encontro entre o passado e o futuro do automobilismo. Milhares de adeptos acompanham esta prova, que, segundo o município, contribui de forma visível para a dinamização económica local, enchendo alojamentos, restaurantes e comércio nas zonas por onde passa. O capítulo equestre surgiu com o Cascais Jumping Trophy, evento que vai para a sua sétima edição e que este ano ganha uma nova casa: abandona o Hipódromo de Cascais para se realizar em parceria com o Centro Hípico da Quinta da Marinha. A mudança permitirá receber mais concorrentes, mais cavalos e mais cavaleiros de renome, tanto nacionais como internacionais, o que deverá traduzir-se em maior afluência de público e reforço do prestígio da prova.

O calendário de desportos motorizados continuou em destaque com o Cascais Caterham Championship, competição de âmbito ibérico que se realiza no circuito do Estoril e que, em 2025, gerou um impacto direto na economia local de cerca de 574.000€. Com várias corridas a contar para o campeonato da Europa e uma expansão prevista para “terras de Veracruz”, o evento é apresentado como um motor de desenvolvimento, com forte componente turística e mediática. Ainda no automobilismo, o Rally de Lisboa regressa em 2026 com passagem por oito concelhos da área metropolitana, tendo em Cascais – mais precisamente na Marina – o palco final, com a City Stage e a cerimónia de entrega de prémios. Estão previstas 65 equipas em prova e cerca de 50.000 espectadores distribuídos pelos vários troços, números que reforçam a visibilidade do concelho no contexto da modalidade.

O mundo equestre voltou a ganhar posição com o Festival Internacional do Cavalo Lusitano, descrito como o mais importante evento do mundo dedicado à raça. Em 2026, o festival cumpre a 49.ª edição no Hipódromo Municipal Manuel Possolo, reunindo mais de 250 cavalos e mais de 25 stands, numa combinação de competição, exibição, comércio especializado e promoção do lusitano como emblema da tradição equestre portuguesa. Já no ténis, o Estoril Open mantém-se como uma das bandeiras internacionais do concelho, com duas novidades principais: uma mudança de data e a recuperação do estatuto de torneio ATP 250. Em 2026, o evento realiza-se de 18 a 26 de julho, numa semana em que, a nível mundial, apenas existirá outro ATP 250, em Kitzbühel, o que promete concentrar a atenção mediática no Estoril e em Cascais, com uma previsão de mais de 3.000 horas de transmissão televisiva internacional.

Em 2025, o Estoril Open já tinha levado mais de 40.000 pessoas ao Clube de Ténis do Estoril, e a organização acredita que a nova janela, em pleno verão, permitirá manter e reforçar estes números, numa atmosfera descrita como “grande evento de verão”. João Zilhão, diretor do torneio, apresentou o slogan “Cascais Ténis e verão. It’s a match” e confirmou os primeiros nomes de peso: Carlos Alcaraz, campeão da edição de 2023, e Stan Wawrinka, apontado como um dos melhores jogadores de sempre. Prometeu mais sessões noturnas, mais jogos ao final da tarde, mais sunsets e mais música, reforçando a ideia do Estoril Open como experiência que ultrapassa o campo de jogo e funciona também como evento de relações públicas e networking para grandes marcas e empresas. O festival de ténis acolherá ainda uma exposição de arte composta por obras criadas por crianças e jovens com deficiência, exposição que na edição anterior esgotou, reforçando a dimensão social do evento.

O universo dos clássicos regressou com o Estoril Classics, competição de automóveis históricos que desde 2017 se realiza no circuito do Estoril e que foi apresentada como “um clássico” do concelho. Um representante da organização lembrou que este é hoje o terceiro maior evento da Europa no seu género, juntando equipas de cinco continentes e mais de duas centenas de carros de competição, com participantes que “adoram vir a Cascais”, ao autódromo do Estoril e à forma como são recebidos. Reconheceu, no entanto, que o autódromo tem limitações que condicionam o crescimento, mas insistiu que esse carácter faz parte da sua identidade, esperando que a prova se mantenha muitos anos. Do lado do município, foi reforçada a ideia de que o autódromo é um ativo estratégico para Cascais e que existe uma “luta” continuada para trazer a infraestrutura para a gestão municipal, de forma a potenciar ainda mais o seu uso e impacto económico.

Os amantes das duas rodas voltam a ter um momento alto com o Mundial de Superbike, que regressa ao circuito do Estoril. Em 2026, o evento terá um sabor especial para o público português, graças à presença de Miguel Oliveira em competição no Estoril, fator que deverá contribuir para encher as bancadas. Estão previstas 65 equipas, 733 pilotos de 65 nacionalidades diferentes e a presença de construtoras como BMW, Ducati, Kawasaki, Yamaha, Honda e Bimota, garantindo um pelotão diversificado e um forte apelo internacional. No calendário das corridas de estrada, a EDP Maratona de Lisboa regressa com partida em Carcavelos, solução estreada na edição anterior, integrada no compromisso de descentralizar grandes eventos do centro de Cascais e levá-los a todo o território. Em 2025, a partida em Carcavelos reuniu mais de 14.000 participantes de 121 nacionalidades, e para 2026 o objetivo é chegar aos 20.000 corredores, num pelotão que contribui para encher hotéis, restaurantes e serviços ao longo de todo o percurso.

O triatlo ocupa também lugar central com o Ironman Cascais, nas variantes full e 70.3, provas exigentes para “homens e mulheres de ferro” que têm atraído cada vez mais atletas nacionais e estrangeiros. A edição de 2026 do Ironman 70.3 esgotou as inscrições em apenas 13 dias, um dado que o município aponta como reflexo do crescimento da modalidade em Portugal e da atratividade particular de Cascais para este tipo de competição. Já estão inscritos mais de mil atletas portugueses, contra pouco mais de 500 na estreia em 2017, mostrando uma duplicação significativa em menos de uma década. De acordo com os inquéritos realizados aos participantes nas várias provas Ironman pelo mundo, Cascais surge consistentemente no top 3 dos melhores locais para a realização da prova, posição que Nuno Piteira Lopes fez questão de sublinhar como sendo atribuída pelos próprios atletas, e não pela autarquia.

No capítulo automóvel, o Porsche Sprint Challenge Ibérica reforça a aposta no circuito do Estoril, com duas corridas em 2026: uma primeira prova em maio e a grande final nos dias 31 de outubro e 1 de novembro. A prova é apresentada como mais um momento internacional com impacto direto na economia local e na dinâmica do autódromo, consolidando Cascais como destino de desportos motorizados. A transição para a dimensão cultural e festiva faz-se através da ideia de celebração, com o município a sublinhar que, se a palavra “sentir” marca o desporto, “celebrar” define os grandes eventos culturais. Neste campo, o calendário revela uma sucessão de festivais e iniciativas que se distribuem ao longo do ano, muitas vezes cruzando música, gastronomia, identidade local e sustentabilidade.

Um dos primeiros desta lista é o Distinguished Gentleman’s Ride, encontro de motas vintage que se realiza em 188 localidades de mais de 108 países e que, em Portugal, acontece em Cascais, reunindo milhares de pessoas para sensibilizar para a prevenção do cancro da próstata. Em 2026, o evento muda de cenário: deixa o paredão de Cascais para ocupar os jardins do Casino Estoril, mantendo a combinação entre paixão pelas motas clássicas, estilo e causa solidária. O Coalla Festival surge logo a seguir como um dos símbolos da aposta na música em língua portuguesa: é um festival onde “só se canta em português”, que regressa pelo terceiro ano consecutivo, depois de, em 2025, ter reunido cerca de 20.000 espectadores em dois dias. A edição de 2026 contará com nomes como Caetano Veloso, Bonga, Gilberto Gil e outros artistas, numa celebração da lusofonia que traz a Cascais público e artistas vindos de vários países lusófonos. Fernanda Pereira, vinda de São Paulo, sublinhou que o festival tem crescido de forma sustentável e que a expectativa é de recorde de público, apontando o anúncio de Caetano Veloso como a grande novidade desta edição e um reforço simbólico da música em português.

A tradição local garante também o seu espaço com a semana do município, repondo a centralidade das festas populares e da cultura tradicional. Em junho, Cascais prepara arraiais e as tradicionais marchas de Santo António, que este ano vão assinalar a semana do município, num regresso ampliado ao espírito das festas de rua e do encontro comunitário. A grande novidade deste capítulo é o regresso do encontro europeu da Harley-Davidson, sete anos depois da última edição, em 2019, evento que, segundo os responsáveis, já gravou na memória de muitos o som dos motores a encher Cascais. Este ano, o município espera mais de 50.000 pessoas e mais de 29.000 motos oriundas de mais de 32 países, números que terão, como foi frisado, um impacto “impactante” nas reservas de hotelaria, nos restaurantes, nos serviços e no comércio. Francisco Tudela descreveu a relação entre Harley-Davidson e Cascais como praticamente indissociável, evocando qualidade de vida, liberdade e espírito de camaradagem, e frisou que esta será a terceira edição no concelho, algo raro na Europa, onde a repetição da mesma localização não é comum, assegurando que não será a última e que o evento, aberto a todos, é “provavelmente a localização mais desejada” pelos harlistas.

O calendário cultural incorpora ainda o Festival Art Explora, um projeto itinerante que navega pelos mares e oceanos a bordo do primeiro barco-museu do mundo, oferecendo experiências artísticas e culturais inovadoras de forma totalmente gratuita. Em Cascais, prevê-se a receção de cerca de 20.000 visitantes no âmbito deste festival, que junta arte, mar e descoberta num formato pouco habitual. Já o Ageas CoolJazz é apresentado como um festival que veio “para ficar para sempre” no concelho, sendo descrito como um dos mais seletivos e prestigiados festivais de jazz de Portugal. O evento reparte-se por alguns dos lugares mais emblemáticos do concelho, como o Parque Marechal Carmona, o Hipódromo Manuel Possolo e o Jardim da Parada.

O cartaz do Ageas CoolJazz para 2026 já está fechado e inclui nomes como Jamiroquai e Gilberto Gil, entre outros, mas a organização sublinha que o festival cresce não só na programação, como também no conforto e na qualidade da experiência oferecida ao público. Karla Campos, responsável pelo festival, revelou que o evento passa a ter oito noites e reforça a responsabilidade social com um dia de acompanhamento de mobilidade condicionada gratuito, em parceria com a Fundação Ageas, permitindo que mais pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos concertos. A organização destacou ainda o reforço do talento nacional no cartaz e anunciou, em primeira mão, a inclusão da pianista Gisela Mabel, que se junta a Diana Krall na noite de 22 de julho, prometendo uma noite clássica e especial de jazz, numa combinação que a responsável descreve como capaz de acrescentar uma dimensão ainda mais artística ao festival. O município lembra que todos os eventos em Cascais estão obrigados a cumprir um regulamento exigente em matéria de sustentabilidade, e que o apoio financeiro da Câmara depende também do grau de sustentabilidade das iniciativas, reforçando que critérios ambientais e sociais são parte integrante da política cultural.

No segmento da música eletrónica, o Atlantic Sunsets volta a combinar DJs, pôr do sol e cenário atlântico num formato que tem ganho público fiel. Para 2026, estão previstas três datas: duas edições no Forte de Santo António da Barra, em agosto, e uma terceira, especial, em outubro, num local secreto que a organização opta por não revelar ainda, alimentando a expectativa. As Festas do Mar, um dos eventos mais identitários de Cascais, são apresentadas como o momento em que música, mar, famílias e espaço público se encontram num só grande festival, com os artistas portugueses sistematicamente em primeiro plano. Trata-se de um evento de entrada gratuita, em espaço aberto, que reúne entre 350.000 a 400.000 espectadores, gerando um impacto económico significativo nos negócios locais e funcionando também como plataforma de lançamento para novos talentos.

Da música passou-se para a gastronomia com o Chefs on Fire, festival em que o fogo é o elemento central e que já conquistou lugar próprio no panorama nacional, ao ponto de se ter internacionalizado mantendo Cascais como base. Em 2025, o evento lançou um formato de fine dining com seis chefs Michelin e 200 convidados, numa experiência exclusiva num local premium do concelho, reforçando a posição de Cascais como destino de gastronomia de excelência. Gonçalo Castel-Branco explicou que a mudança para o Parque Marechal Carmona foi estratégica, permitindo um salto em escala e a criação de mais palcos internacionais – este ano já são cinco – e recordou que o festival se apresenta como “o único festival gastronómico onde se pode dar um mergulho numa praia”, graças à proximidade com o mar. Para 2026, a zona Kids será duplicada, com capacidade para mais de 400 crianças, que cozinham a própria comida e aprendem sobre gastronomia e sustentabilidade, e o dia corporate – dedicado às empresas – também cresce, oferecendo espaços próprios e experiências inspiradas.

A internacionalização do Chefs on Fire continuará com edições em Maldivas e Madrid, às quais se junta, em 2026, São Paulo, sempre com o “palco Cascais” presente, com produtos e chefs do concelho, numa estratégia que procura expandir a marca pelo mundo sem perder a centralidade da edição cascalense. Gonçalo sublinhou que a melhor versão do festival continua a ser, e continuará a ser, a que se realiza em Cascais, apresentada como a “melhor edição” de todas.

A apresentação do Cascais Press Preview 2026 encerrou com o regresso à ideia de celebração associada ao Natal e ao Ano Novo, com o município a anunciar que volta a apostar na dinamização do concelho nos meses de novembro e dezembro, através de mercados de Natal, iluminações, concertos e fogo de artifício, convidando todos a celebrarem a época festiva em Cascais.

MOGA Caparica 2026 fecha cartaz e aposta na eletrónica portuguesa

O cartaz completo do MOGA Caparica 2026 já é conhecido. De 27 a 31 de maio, a Costa da Caparica recebe The Blaze, Jayda G e uma forte presença nacional.

O cartaz da edição de 2026 do festival MOGA Caparica está oficialmente encerrado, com a organização a anunciar uma última vaga de confirmações que inclui as atuações em formato DJ set de The Blaze e Batida, bem como a presença de Jayda G. O evento, dedicado à música eletrónica, decorre de 27 a 31 de maio na Costa da Caparica e apresenta este ano a sua mais expressiva representação de artistas portugueses até à data.

Com o objetivo de refletir a maturidade do ecossistema eletrónico nacional, a programação triplica a presença de talentos lusos face à edição transata. Aos novos nomes anunciados – onde se incluem Paramida, Matisa, Jorge Caiado, Ramyen, King Kami, Leo Soulflow, Riot e Studio Bros – junta-se uma lista de talentos nacionais previamente confirmados. Deste leque fazem parte Temudo, Vil & Cravo, Diana Oliveira, Fresko, Adriana Ruas, Andy Book, Whitenoise, To Ricciardi, a dupla Tiago & Hélio (Pandilla LTD) e MXGPU.

No panorama internacional, o MOGA Caparica 2026 propõe uma diversidade sonora que transita entre o house, o techno e as vertentes mais melódicas e cinematográficas. O alinhamento global conta com figuras de destaque no circuito contemporâneo, integrando atuações de Ben Böhmer, Röyksopp, Ricardo Villalobos, Mind Against, DJ Tennis, Octo Octa, TSHA, Sofia Kourtesis, Axel Boman, Samuel Deep e Mount Kimbie. A curadoria estende-se ainda a propostas emergentes de diferentes pontos do globo, asseguradas por Bun Xapa, Yaya, Nitefreak, Mira, Eli Verveine, Oscar MBO e Penelope.

A estrutura do MOGA Caparica Festival mantém a sua ligação à comunidade local e ao território, dividindo-se em duas abordagens distintas. Os dias 29, 30 e 31 de maio concentram as atuações musicais nos palcos principais. Contudo, o arranque do evento faz-se mais cedo através do programa OFF, que promove atividades de acesso gratuito espalhadas pela região, com um foco no bem-estar e no cruzamento cultural.

Os bilhetes para o evento já se encontram estruturados em diferentes modalidades de acesso. O passe geral para os três dias de festival tem um custo de 140€ na primeira fase, existindo uma opção com acesso às denominadas “after-parties” por 245€. A entrada para dois dias fixa-se nos 110€, atingindo os 195€ na versão com acesso aos eventos noturnos prolongados. Para acessos diários, os valores iniciam-se nos 70€, um montante que varia consoante o dia escolhido, estabelecendo-se nos 100€ na modalidade mais completa.

Novo ginásio TTF abre no Feijó e cria 30 postos de trabalho

A cadeia portuguesa TTF inaugura o seu 26.º clube no Parque Industrial do Feijó no final de fevereiro.

A rede portuguesa de ginásios TTF vai inaugurar o seu 26.º espaço nacional no próximo dia 28 de fevereiro, localizado no Feijó, no concelho de Almada. Este novo clube consolida a estratégia de expansão da marca na Margem Sul do Tejo, sendo o segundo a abrir na região almadense, com um impacto imediato na economia local através da criação de três dezenas de postos de trabalho diretos e indiretos.

Situado no rés do chão do número 17 da Rua Joaquim Pires Jorge, no Parque Industrial do Feijó, o complexo beneficia de uma localização central com elevado fluxo e a escassos cinco minutos da Ponte 25 de Abril. Este investimento estratégico insere-se num plano de crescimento contínuo traçado pela empresa até 2030. Desde o início da sua atividade em 2013, o operador de fitness já gerou 65 empregos diretos e mais de 150 indiretos em território nacional.

Em termos de infraestruturas, o clube do Feijó está equipado com máquinas de gama superior das fabricantes internacionais Gymleco e Core Health & Fitness. As instalações englobam múltiplas valências para diferentes metodologias de exercício, integrando zonas específicas para treino cardiovascular, musculação e treino funcional. O espaço dispõe ainda de áreas dedicadas a Cycling, Box, preparação para HYROX e inclui uma banheira de gelo, vocacionada para a recuperação física dos atletas.

A operação do novo ginásio segue o modelo estabelecido pelo grupo, caracterizado por um horário ininterrupto entre as 06h e as 00h, aberto os 365 dias do ano, permitindo a adequação aos mais variados ritmos profissionais e familiares. A política de isenção de fidelização contratual mantém-se como um dos pilares da marca.

A nível de preços, a fase de pré-venda decorre até 27 de fevereiro com uma mensalidade de 32€ para sócios fundadores. Após esta data, a adesão ao plano de referência fixa-se nos 35€/mês um pacote que assegura livre trânsito em todos os clubes da rede e inclui planos gerais de treino e nutrição.

Bacalhôa inaugura Cellar Gallery, um novo espaço de excelência para profissionais do vinho

O Grupo Bacalhôa abriu a Cellar Gallery, uma nova sala desenhada para escanções e compradores, com controlo térmico e de iluminação para análise rigorosa de vinhos.

Num cenário marcado pela contração do setor vitivinícola global, o Grupo Bacalhôa implementou uma reestruturação estratégica e inaugurou a Bacalhôa Cellar Gallery, um espaço técnico dedicado a profissionais. A decisão da empresa surge como resposta à quebra acentuada do consumo mundial de vinho, que em 2025 registou o valor mais baixo desde 1961, fixando-se nos 214,2 milhões de hectolitros, o que representa um recuo de 3,3% face a 2023. Para mitigar a pressão sobre as margens e a alteração dos padrões de consumo, a marca redefiniu a sua abordagem técnica e reorganizou as suas lideranças comercias.

A nova Bacalhôa Cellar Gallery foi concebida para operar como uma sala de provas de elevada precisão técnica. O espaço destina-se a escanções, compradores, distribuidores, jornalistas e parceiros estratégicos, oferecendo condições rigorosas de iluminação, temperatura e neutralidade sensorial, com recurso a copos adequados a diferentes perfis vitivinícolas. Esta infraestrutura permite a realização de provas multirregião, a comparação de diferentes abordagens enológicas e a avaliação de lotes em articulação direta com a equipa de enologia da empresa. O propósito da instalação é fornecer uma base analítica otimizada para a afinação de vinhos e o suporte comercial.

Em articulação com a criação deste espaço de diálogo técnico com o mercado, a empresa reconfigurou a sua estrutura de liderança internacional. Karene Vilela assumiu a Direção Comercial dos Mercados Externos para as Américas e o Reino Unido, integrando simultaneamente a Direção de Marketing. Diplomada pelo Wine & Spirit Education Trust (WSET), estudante do programa Master of Wine e presidente da Câmara Portuguesa de São Paulo, o seu mandato foca-se na expansão da marca nos Estados Unidos para fora do circuito tradicional do mercado da saudade. A estratégia visa ainda a consolidação das operações no Canadá e a manutenção do estatuto da empresa entre as cinco marcas portuguesas mais comercializadas no Brasil.

Por sua vez, a Direção Comercial para Portugal e para os mercados externos da Europa, Ásia e África transitou para Sérgio Marques. Com um percurso de quase 18 anos na organização, o responsável tem agora a tarefa de alavancar a presença da empresa no exigente mercado asiático. Para assegurar a penetração nesta geografia, a Bacalhôa reforçou os seus quadros com profissionais que detêm experiência de vida e de trabalho na Ásia, procurando capitalizar esse conhecimento cultural e comercial na construção de redes de distribuição sustentáveis. A execução global destas diretrizes reporta diretamente ao diretor executivo, Luís Ferreira, cuja gestão visa orientar as operações para resultados práticos e adaptados à atual realidade desafiante da indústria.

Novo complexo residencial Pousio chega ao Porto pela mão da Dils

A consultora Dils anunciou que ficará responsável pela venda dos apartamentos do Pousio, um novo empreendimento em Requesende, Porto.

A consultora imobiliária Dils acaba de anunciar a comercialização exclusiva do Pousio, um novo projeto residencial situado em Requesende, na cidade do Porto. O empreendimento surge com o propósito de apresentar ao mercado imobiliário uma solução de habitação que alia a arquitetura moderna à integração sustentável com as zonas verdes circundantes, procurando responder à atual exigência por qualidade de vida em contexto urbano.

O complexo habitacional é estruturado em três edifícios distintos – Riacho, Folhagem e Orvalho –, concebidos para funcionar como condomínios fechados independentes, embora partilhem a mesma identidade arquitetónica e os mesmos padrões de construção. Numa primeira fase, encontram-se disponíveis para comercialização os edifícios Riacho e Folhagem. O arranque das obras está calendarizado para 2026, com a estimativa de que a construção esteja totalmente concluída no decorrer do primeiro quadrimestre de 2028. Cada um destes blocos integra 63 frações, com tipologias que variam entre o T1 e o T3. As habitações contemplam áreas interiores otimizadas, espaços exteriores sob a forma de varandas ou terraços, e opções de estacionamento em formato de box ou lugares independentes.

Para além da vertente habitacional, o projeto destaca-se pelas infraestruturas delineadas para as zonas comuns. O planeamento prevê a inclusão de um ginásio, uma área dedicada ao coworking, uma sala gourmet equipada com lounge, jardins e um parque infantil.

A localização em Requesende insere o empreendimento numa zona da cidade caraterizada pela baixa densidade de construção e pelo desenvolvimento residencial, mantendo um acesso direto ao centro do Porto. A área envolvente beneficia de uma infraestrutura consolidada que engloba estabelecimentos de ensino, supermercados, comércio local e serviços diversos. A mobilidade é assegurada pela proximidade a eixos viários fundamentais, como a VCI e a A1, bem como por uma rede de transportes públicos que garante a ligação eficiente a toda a Área Metropolitana.

Henrique Sá Pessoa reabre espaco no Time Out Market com novo conceito HSP

O chef Henrique Sá Pessoa reabriu o seu espaço no Time Out Market Lisboa. O novo conceito HSP oferece pratos casuais com a matriz da cozinha portuguesa.

O chef Henrique Sá Pessoa reabriu o seu espaço na Ala dos Chefs do Time Out Market Lisboa, agora sob a designação HSP. A reabertura ocorre pouco mais de uma semana após a inauguração do seu novo restaurante gastronómico na capital, apresentando no mercado um conceito reformulado e focado numa abordagem mais casual. A proposta mantém a matriz da gastronomia portuguesa que caracteriza o percurso do chef, priorizando o produto e a clareza de sabores, mas adaptada ao ambiente dinâmico e informal do local.

A intervenção no espaço estabelece uma ligação visual direta ao recém-inaugurado restaurante Henrique Sá Pessoa, localizado no Páteo Bagatela. A estética do balcão assenta num fundo azul em contraste com materiais em madeira, incorporando elementos visuais criados por Mário Belém, artista que também assina intervenções no projeto homónimo do chef. O resultado é um ambiente contido e discreto, concebido especificamente para destacar a oferta gastronómica, sem distrações.

A nova carta foi estruturada para proporcionar escolhas rápidas, alinhando-se com o ritmo urbano do mercado. Entre as opções concebidas para consumo à mão, figuram a Sandes de choco frito em bolo do caco com maionese de coentros e a Bifana de secretos de porco preto com molho da casa. Nas entradas, a oferta inclui uma Salada de polvo assado com vinagrete de pimentos e moscatel roxo, bem como Couve-flor assada com hummus, pinhão tostado e malagueta, uma alternativa que serve simultaneamente como prato principal vegetariano.

Henrique Sá Pessoa - Time Out Market Lisboa

No que diz respeito aos pratos de peixe, o menu apresenta soluções consistentes como Bacalhau confitado com grão-de-bico e Fish and chips com molho tártaro caseiro. As propostas de carne assentam na reinterpretação de clássicos portugueses, destacando-se as Bochechas de novilho acompanhadas de puré de batata, couve e bacon, e o Leitão assado, servido com puré de grelos e batatas fritas em rodelas. Para consumos mais ligeiros ou partilha, o espaço disponibiliza Batatas bravas, Croquetes de presunto e Salada de tomate e pepino com pickle de cebola roxa. A refeição pode ser finalizada com opções diretas como Bolo de banana e caramelo acompanhado de gelado de baunilha ou a Tradicional mousse de chocolate com azeite e flor de sal.

Adicionalmente, o HSP introduz um prato do dia com o valor fixo de 12,50€. Esta rotação diária foca-se em receitas tradicionais do receituário nacional adaptadas a um formato mais contemporâneo, incluindo sugestões como Alheira, Arroz de pato, Massada de peixe, Feijoada de choco e Frango na púcara. A reestruturação do espaço no Time Out Market Lisboa consolida a presença de Henrique Sá Pessoa no roteiro gastronómico da cidade, através de um formato acessível que expõe a sua assinatura culinária, baseada no rigor técnico e nos sabores de memória, a um público nacional e internacional.

Cinemas portugueses com melhor janeiro da última década

Janeiro de 2026 regista o maior número de espectadores nas salas portuguesas desde 2010. Os dados do ICA revelam receitas históricas e o impacto direto do cinema independente.

O primeiro mês de 2026 marcou um ponto de viragem histórico para a exibição cinematográfica em Portugal. Segundo os dados oficiais divulgados pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), janeiro alcançou o volume de espectadores mais elevado desde o ano de 2010 e o melhor desempenho global desde 2017. A nível financeiro, o setor obteve a maior faturação de sempre para este período específico, ultrapassando em 55% a média de receitas brutas da última década.

Estes indicadores confirmam um regresso expressivo do público português às salas de exibição. A Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais (FEVIP), através do seu diretor-geral, António Paulo Santos, classificou os resultados como extraordinários. Os dados recolhidos evidenciam que a ida ao cinema mantém uma posição de relevo no consumo cultural em Portugal, contrariando um panorama setorial exigente e as persistentes restrições de acesso às salas que ainda afetam diversas localidades do país.

A alavancar esta expansão comercial esteve uma dinâmica invulgar nas escolhas do público, com a produção independente a assumir a liderança das preferências. Este segmento de mercado alcançou uma quota de 53%, um fenómeno impulsionado de forma determinante pelos elevados níveis de assistência do filme A Criada.

Em simultâneo, as grandes produções dos estúdios internacionais continuaram a garantir o seu peso estrutural no volume de negócios mensal. A exibição de títulos de elevado orçamento e forte apelo comercial, nomeadamente Avatar: Fogo & Cinzas e Zootrópolis 2, resultou numa receita agregada na ordem dos três milhões de euros. Este montante correspondeu a 34% de todo o valor arrecadado nas bilheteiras nacionais durante o mês de janeiro, consolidando um arranque de ano que atesta a resiliência do setor audiovisual e a continuidade do cinema enquanto principal escolha de lazer dos portugueses.

FIACAA: Lisboa acolhe primeiro Festival Ibero-americano de cinema em 2027

Apresentado na BTL, o evento FIACAA 2027 vai reunir 22 países na região de Lisboa para celebrar o cinema e a cultura ibero-americana à escala internacional.

A primeira edição do Festival Ibero-americano de Cinema, Artes e Audiovisual (FIACAA) vai decorrer em março de 2027, abrangendo a cidade e a região de Lisboa. O novo evento, oficialmente apresentado na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), surge como uma iniciativa conjunta da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL) e da equipa promotora liderada por Bruno Batista. Com a ambição de atingir um público potencial superior a 600 milhões de pessoas em 22 países ibero-americanos, o festival estrutura-se como uma plataforma internacional de encontro vocacionada para profissionais e públicos do cinema, literatura e variadas expressões artísticas afins.

O projeto estabelece-se em duas frentes: a produção cultural e o desenvolvimento estratégico do turismo internacional. A organização antecipa uma dinamização direta da economia regional através do estímulo aos setores da hotelaria, restauração e transportes. Carla Salsinha, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, sustenta que o impacto projetado para os 18 municípios da área metropolitana constitui uma via essencial para assegurar a dispersão turística e reforçar a coesão social e económica. O desígnio passa por consolidar o posicionamento de Portugal no exterior enquanto destino criativo e polo de acolhimento de iniciativas multiculturais de larga escala.

A fundamentação teórica do FIACAA assenta na aproximação de nações lusófonas e hispânicas. Bruno Batista, Chairman do evento, enquadra a criação do festival na necessidade de materializar um espaço onde a identidade ibero-americana se reconheça e se projete globalmente, construindo pontes que ultrapassem as fronteiras geográficas. Complementando esta visão, Eneas Pereira, diretor executivo do festival, define a iniciativa como um instrumento prático de integração concebido para atenuar aquilo que classifica como uma “irmandade paradoxal” na Ibero-América. O objetivo declarado é utilizar a diplomacia cultural e a convergência de múltiplas disciplinas criativas para esbater distâncias e promover o intercâmbio contínuo entre os países envolvidos.

Real-Time Text da NOS permite mensagens em tempo real nas chamadas

A NOS disponibilizou o Real-Time Text (RTT), permitindo a leitura de mensagens em tempo real durante as chamadas. O serviço é gratuito e fácil de ativar.

A NOS lançou o serviço Real-Time Text (RTT), uma ferramenta de acessibilidade que permite a visualização de mensagens escritas em tempo real durante chamadas de voz. A tecnologia reproduz a cadência de uma comunicação falada ao exibir cada caractere no ecrã à medida que é digitado, eliminando o tempo de espera associado ao envio de mensagens nos formatos tradicionais.

O sistema destina-se a otimizar a comunicação telefónica, assumindo particular relevância para utilizadores com limitações auditivas ou de fala. A funcionalidade RTT encontra-se inativa por defeito nos dispositivos móveis, exigindo a ativação manual e gratuita através das definições de chamada do sistema operativo. O serviço requer a utilização de um smartphone compatível com as redes 4G ou 5G e já se encontra operacional nos equipamentos das principais marcas parceiras da operadora.

Atualmente restrita a comunicações entre clientes da NOS, a tecnologia está em fase de expansão para as linhas de chamadas de emergência, com o intuito de acelerar e facilitar o contacto com as autoridades e os serviços de socorro em situações críticas.

TAP anuncia novas rotas para 2026 com voos para Orlando e expansão no Porto

A estratégia da TAP para 2026 engloba um investimento de 20 milhões de euros no Porto, novas rotas transatlânticas e a introdução de uma nova classe de cabine.

A TAP Air Portugal revelou na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) o seu plano estratégico para o ano de 2026, delineando um reforço substancial da operação internacional, com destaque para o mercado americano e para uma forte aposta no Norte do país. A estratégia, apresentada pelo presidente executivo, Luís Rodrigues, assenta na abertura de novas rotas diretas transatlânticas, na reestruturação da oferta de lugares e num investimento de 20 milhões de euros para a criação de um novo centro de manutenção no Porto.

O plano de expansão é marcado pelo lançamento da ligação direta entre Lisboa e Orlando, com início agendado para 29 de outubro de 2026, operando com três frequências semanais. Ao mesmo tempo, e para assinalar os 60 anos ininterruptos de voos regulares para o Brasil, a companhia aérea introduz dois novos destinos na sua rede sul-americana. A rota entre a capital portuguesa e Curitiba arranca a 2 de julho com três ligações por semana num Airbus A330-200, seguindo-se a operação para São Luís do Maranhão a partir de 26 de outubro, efetuada duas vezes por semana com recurso ao Airbus A321LR. Este crescimento no continente americano engloba ainda a passagem da rota Porto-Boston a uma operação anual, a retoma das ligações a Caracas e o aumento para quatro frequências semanais nos voos de Lisboa para Porto Alegre e Florianópolis a partir da época de verão.

No âmbito da estratégia designada pela transportadora como “TAP com Norte”, a presença no Aeroporto Francisco Sá Carneiro é consolidada. O investimento de 20 milhões de euros no novo polo de manutenção aeronáutica criará cerca de 200 postos de trabalho altamente qualificados na região. A malha aérea com partida da cidade invicta é também alargada através da introdução de voos diretos para a ilha Terceira e para a Praia a partir de julho, e para Telavive a partir de 25 de outubro. A rede de médio curso com saída de Lisboa cresce com a adição de voos para Atenas no início de julho e para Telavive no final de março. No que diz respeito ao mercado doméstico, a ligação entre o Funchal e Faro deixa de ter um caráter exclusivamente sazonal, passando a manter duas frequências semanais ininterruptas durante o período de inverno.

Ao nível da experiência de voo, a transportadora nacional introduz no verão de 2026 uma nova classe intermédia nos equipamentos A330 e A321LR. Esta configuração de cabine, limitada a 12 lugares, visa assegurar maior privacidade, prestação de serviços prioritários em terra, flexibilidade tarifária e um serviço de refeições diferenciado. A oferta gastronómica e enológica mantém o foco exclusivo na produção nacional, apresentando uma carta de vinhos renovada que integra 55 referências de nove regiões demarcadas, complementada por um mapa interativo de enoturismo acessível através do sistema de entretenimento a bordo. A elaboração dos menus ao longo do ano ficará a cargo dos chefs portugueses Ricardo Luz, Rita Magro e António Galapito.

KFC lança novo hambúrguer Kentucky BBQ e molhos XXL em Portugal

A receita reformulada do Kentucky BBQ da KFC Portugal inclui frango panado, bacon e queijo, fazendo-se acompanhar por novos molhos de tamanho XXL.

A cadeia de fast food KFC anunciou a introdução de uma nova oferta no mercado português, centrada na reformulação do hambúrguer Kentucky BBQ e no lançamento de embalagens de molho em formato XXL. A atualização desta receita integra o tradicional frango panado e marinado da marca, agora conjugado com queijo, bacon e uma quantidade reforçada de molho barbecue, caracterizado pelo seu perfil aromático fumado e doce.

O novo produto é comercializado em pão brioche e encontra-se disponível para os consumidores nas versões simples, dupla ou em formato wrap. Em paralelo, a insígnia introduziu novas embalagens de molho de grandes dimensões, disponíveis nas variantes de barbecue e queijo. Estes formatos foram concebidos especificamente para o consumo por imersão, procurando capitalizar as tendências e hábitos de consumo atuais.

O reformulado Kentucky BBQ está a ser comercializado por tempo limitado em todos os restaurantes da marca em Portugal, com um preço promocional fixado nos 3,99€. Pode ser incluído um dip BBQ XXL por um acréscimo de 1,99€.

Camada Francesinhas abre espaço Camada GO em Paços de Ferreira e está prestes a chegar a Torres novas e Gaia

O Grupo Camada Francesinhas acelera a expansão em Portugal com a abertura de cinco restaurantes Camada GO em centros comerciais num semestre.

O Grupo Camada Francesinhas encontra-se a executar um processo de expansão acelerado no setor da restauração em Portugal, assinalado pela abertura de cinco novos restaurantes em centros comerciais num período de seis meses. Esta estratégia de mercado posiciona a marca como o único conceito exclusivamente dedicado a francesinhas a operar nas grandes superfícies comerciais do país. O plano de crescimento assinala o próximo marco já amanhã, 27 de fevereiro, com a inauguração de uma unidade no Ferrara Plaza, em Paços de Ferreira.

A introdução da marca nos centros comerciais iniciou-se em setembro com o lançamento do conceito Camada GO no Amoreiras Shopping Center, em Lisboa, tendo-se expandido para o LoureShopping no início de fevereiro. O plano de aberturas prossegue a curto prazo com instalações previstas para o TorreShopping, em Torres Novas, e para o Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia, estabelecendo uma operação contínua de norte a sul do território nacional.

O modelo de negócio Camada GO foi desenvolvido de raiz para dar resposta às exigências de rapidez das áreas de restauração dos centros comerciais. O serviço é otimizado através de terminais de self-service e de uma oferta linear, baseada em menus fixos onde a francesinha é o produto exclusivo. Esta abordagem operacional contrasta com as lojas de rua da insígnia, como a unidade inaugurada em Santo Tirso a 16 de outubro, que mantêm um serviço tradicional, cartas com maior diversidade de opções e um ritmo de consumo mais demorado.

No que respeita ao produto, a transição para o serviço de conveniência não alterou a composição do prato principal. A Francesinha servida nos espaços comerciais mantém o recurso a pão de forma, queijo, salame, bacon, chourição e ovo estrelado, envolvidos num molho à moda de Braga, caracterizado pela tonalidade alaranjada e perfil de sabor complexo. A oferta permite a personalização da proteína, disponibilizando opções como lombo de boi, picanha, frango ou uma alternativa vegetariana, inseridas em menus que integram batatas fritas, bebida ou café.

A direção do grupo encara esta fase como um ponto de inflexão na consolidação no mercado. Segundo João Rodrigues, sócio fundador do Grupo Camada Francesinhas, a abertura consecutiva de cinco unidades num semestre valida a viabilidade do modelo e aproxima a empresa do objetivo central: posicionar a francesinha como um produto de referência no segmento de fast food em Portugal. A estratégia corporativa indica a continuidade da trajetória de crescimento, com um plano de novas aberturas estabelecido até ao final do ano de 2026, englobando simultaneamente o formato de rua e o modelo para centros comerciais.

ZU expande rede nacional com abertura de duas novas lojas no Porto e em Loulé

A ZU alcançou os 68 estabelecimentos em Portugal, com aberturas que geraram 12 novos postos de trabalho.

A ZU, marca especializada em bem-estar e cuidados de saúde para cães e gatos, inaugurou dois novos espaços comerciais no Porto e em Loulé, elevando para 68 o número total de lojas no mercado nacional. Esta dupla abertura insere-se no plano de expansão contínua da insígnia e resultou na criação de 12 novos postos de trabalho diretos, distribuídos equitativamente por ambas as localizações, o que aumenta o quadro de pessoal da empresa para mais de 300 colaboradores.

Na cidade do Porto, a nova loja opera na zona do Aviz, especificamente na Rua Pedro Homem de Melo. Trata-se de um espaço de rua com 196 m2 de área, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h, e aos sábados, das 9h às 19h. A sul, a marca instalou um espaço de 90 m2 na Galeria Comercial do Continente Modelo de Loulé, disponível ao público todos os dias entre as 8h30 e as 21h.

Além da vertente de retalho, que engloba a comercialização de alimentação, artigos de higiene, produtos veterinários e acessórios, os dois novos estabelecimentos integram uma área dedicada a serviços de SPA. Estas zonas estão equipadas para fornecer serviços de banhos e tosquias, assegurados por profissionais especializados.

Salvador Caetano traz carros elétricos da Zeekr para Portugal

O acordo estratégico entre a Salvador Caetano Auto e o Geely Auto Group garante a venda dos automóveis elétricos da Zeekr a partir do segundo trimestre de 2026.

A Salvador Caetano Auto garantiu os direitos de importação e comercialização da marca de automóveis elétricos Zeekr para os mercados de Portugal e Espanha. O acordo firmado com o Geely Auto Group prevê o início das vendas dos veículos na Península Ibérica no decorrer do segundo trimestre de 2026. A operação implica a criação, por parte do grupo português, de uma rede de vendas e de assistência técnica dedicada em exclusivo à fabricante asiática.

A Zeekr posiciona-se no segmento premium da mobilidade elétrica. O desenvolvimento visual dos automóveis é centralizado no Centro Global de Design da marca, localizado na Suécia, enquanto a engenharia de produção recorre à plataforma SEA (Sustainable Experience Architecture). Esta arquitetura técnica permite a integração de sistemas de carregamento rápido das baterias, suporte para conetividade 5G e interfaces digitais avançadas no habitáculo.

A entrada nos mercados ibéricos enquadra-se na estratégia de expansão internacional da fabricante para o sul da Europa. A administração da Zeekr Europe justifica a parceria com o aumento progressivo da procura por automóveis movidos a bateria na região, apontando a capacidade operacional da Salvador Caetano Auto como o fator determinante para a representação comercial. Do lado da distribuidora nacional, o plano de execução foca-se na celeridade da implementação da rede de concessionários e na estruturação de um serviço de atendimento direto ao consumidor final.