A iRobot anunciou o novo Roomba Max 705 Vac

O novo iRobot Roomba Max 705 Vac chega a 11 de maio por 699€.

A iRobot está a expandir a sua linha de aspiradores robóticos com o Roomba Max 705 Vac, que, em conjunto com a estação AutoEmpty Dock, visa oferecer uma solução de limpeza amplamente autónoma. Em particular, os donos de animais de estimação ficarão satisfeitos com o aumento da potência de sucção, que, de acordo com a fabricante, é significativamente superior à dos modelos anteriores.

O Roomba Max 705 Vac utiliza dois rolos de borracha que giram em sentidos opostos para recolher sujidade de diferentes tipos de superfícies. Uma escova lateral adicional tem como objetivo otimizar a limpeza nas áreas periféricas. Em carpetes, o dispositivo deteta automaticamente o tipo de superfície e aumenta a potência de sucção, se necessário.

Para a navegação, a iRobot recorre a uma combinação de IA (PrecisionVision AI) e tecnologia LiDAR (ClearView Pro), permitindo ao robô mapear os espaços com maior precisão e contornar objetos com mais fiabilidade. A AutoEmpty Dock incluída promete conveniência adicional, ao esvaziar automaticamente o depósito de pó do robô após cada sessão de limpeza. A capacidade da estação é anunciada como suficiente para até 75 dias de utilização sem intervenção manual — embora, na prática, esta estimativa tenda a ser algo otimista.

A operação é flexível: os utilizadores podem ativar o robô diretamente no dispositivo, através da aplicação dedicada ou com comandos de voz. A integração com sistemas de domótica será ainda mais alargada com a certificação Matter prevista e a compatibilidade com o Apple Home.

O iRobot Roomba Max 705 Vac, com estação de esvaziamento automático, já está disponível na América do Norte por $899,99, e chegará a alguns mercados europeus a partir de 11 de maio por 699€.

O Android 15 confirma que continuam os problemas de fragmentação do sistema Android

Em conjunto, os Android 15, 14 e 13 não conseguem ter 50% de quota de mercado.

O Android 15 já está disponível na sua versão final há vários meses, mas só está instalado em 4,5% dos dispositivos Android atualmente no mercado. É pouco, muito pouco mesmo. No entanto, marcas populares como a Samsung poderão conseguir aumentar a sua taxa de adoção.

A versão final do Android 15 foi lançada em setembro, primeiro com o AOSP (Android Open Source Project), e depois a atualização chegou para os dispositivos Google Pixel em Outubro, seguindo-se alguns modelos da OnePlus, Nothing e outras fabricantes. Há uma ausência notória nesta lista: a Samsung. Enquanto os Galaxy S25 têm o One UI 7 (baseado no Android 15) desde o início do ano, outros equipamentos Samsung Galaxy só começaram a receber a atualização este mês. E, mais uma vez, trata-se de uma implementação gradual.

Entretanto, dados do Android Studio, o kit de desenvolvimento da Google, revelam que a quota de mercado dessa versão do Android é de apenas 4,5%. Eis os detalhes de cada versão:

  • Android 15: 4,5%
  • Android 14: 27,4%
  • Android 13: 16,8%
  • Android 12: 12,8%
  • Android 11: 15,9%
  • Android 10: 10,2%
  • Android 9 (Pie): 5,8%
  • Android 8.1 (Oreo): 3%
  • Android 8 (Oreo): 1%
  • Android 7.1 (Nougat): 0,6%
  • Android 7 (Nougat): 0,6%
  • Android 6 (Marshmallow): 0,7%
  • Android 5.1 (Lollipop): 0,5%
  • Android 5 (Lollipop): 0,1%
  • Android 4.4 (KitKat): 0,1%

Como se pode ver, mesmo as versões lançadas nos últimos três anos (versões 13, 14 e 15) não atingem, em conjunto, os 50% de quota de mercado. Neste caso, somam apenas 48,7%. Isto demonstra que muitos utilizadores ainda usam versões antigas do sistema operativo e é possível que alguns desses dispositivos já não recebam atualizações de segurança.

E quanto ao Android 16? Várias versões beta já foram disponibilizadas e a versão final deverá ser lançada já em junho.

Yahoo também se mostrou interessado em comprar o Google Chrome

A Yahoo juntou-se à lista de potenciais compradores do Chrome caso a Google seja forçada a vendê-lo.

No julgamento antitrust contra a Google nos Estados Unidos, o Yahoo revelou estar interessado em adquirir o navegador Chrome, caso os tribunais obriguem o gigante tecnológico a vendê-lo. O Departamento de Justiça norte-americano pretende desmantelar o suposto monopólio da Google, exigindo a separação do Chrome, que é visto como uma peça-chave para o domínio do motor de pesquisa.

Durante a audiência, Brian Provost, CEO do Yahoo Search, afirmou que cerca de 60% das pesquisas são iniciadas diretamente num navegador, muitas vezes pela barra de endereços. Desde o verão passado, que o Yahoo está a desenvolver um protótipo de navegador, mas uma possível aquisição continua em cima da mesa como forma de acelerar a sua entrada no mercado.

Para Provost, o Chrome é o ativo mais estratégico da web, estimando que a sua aquisição poderia aumentar a quota de mercado do Yahoo de 3% para valores de dois dígitos. Embora o investimento ronde as dezenas de milhares de milhões de dólares, a Apollo Global Management — proprietária do Yahoo — daria o suporte financeiro necessário. Curiosamente, a Apollo também detém os direitos do Netscape, antigo navegador que esteve no centro de outro caso antitrust. No entanto, Provost esclareceu que este não é considerado um ativo relevante.

Outras empresas, como a OpenAI (criadora do ChatGPT) e a Perplexity, também já manifestaram interesse na possível compra do Chrome, resta, por tanto, saber se o tribunal obrigará a Google à venda — e quem ficará com o navegador.

Razer lança novos ratos ergonómicos Razer Pro Click V2 focados em produtividade e tecnologia para jogos

A nova linha inclui o Razer Pro Click V2 Edição Vertical e o Razer Pro Click V2, que já estão disponíveis para compra.

A Razer anunciou o lançamento da sua nova linha de ratos ergonómicos para produtividade, composta pelo Razer Pro Click V2 Edição Vertical e o Razer Pro Click V2. Estes novos modelos foram concebidos para integrar tecnologias habitualmente direcionadas para jogadores numa utilização a nível do ambiente de trabalho, prometendo conforto e desempenho ao longo de todo o dia.

O Razer Pro Click V2 Edição Vertical é o primeiro rato vertical ergonómico sem fios da marca, apresentando um ângulo de 71,7º que simula a posição natural de um aperto de mão. Este modelo conta com um apoio alargado para o polegar, base elevada para suporte do pulso e foi desenvolvido para reduzir a tensão durante utilizações prolongadas. Já o Razer Pro Click V2 foi concebido com um ângulo inclinado de 30º para incentivar uma postura neutra, adaptando-se à posição natural de descanso da mão e apresentando laterais de borracha e apoio para o polegar.

Ambos os ratos integram a nova funcionalidade Razer AI Prompt Master, que oferece acesso rápido a serviços de inteligência artificial como o ChatGPT e o Microsoft Copilot AI Engine. Já o Razer Pro Click V2 distingue-se por incluir Tecnologia Razer HyperScroll, com modos de scroll Free-Spin e Tactile Cycling.

Os dois modelos são equipados com o sensor Razer Ótico Focus Pro 30K, com uma precisão de resolução de 99,8%, rastreio contínuo mesmo em vidro e switches mecânicos com um ciclo de vida de 60 milhões de cliques. E como não poderia deixar de ser, integram também a iluminação Razer Chroma RGB.

Os ratos contam com conectividade multi-dispositivo 5-em-1, incluindo Razer HyperSpeed Wireless de baixa latência. A bateria é de longa duração e permite vários dias de utilização com apenas cinco minutos de carregamento via USB-C. Inclui também a funcionalidade Smart Dimming para prolongar a autonomia entre carregamentos.

O Razer Pro Click V2 Edição Vertical está disponível por 129,99€ em Razer.com, lojas físicas RazerStore e revendedores autorizados, enquanto o Razer Pro Click V2 é vendido exclusivamente através de Razer.com e lojas físicas RazerStore.

A OmniVision anunciou o OV50X, um novo sensor para smartphones com 1 polegada e 50MP

Os primeiros equipamentos a chegar ao mercado com o novo OmniVision OV50X serão revelados até ao final do ano.

Os principais sensores de câmara para smartphones são fornecidos por marcas como a Samsung, a Sony e a OmniVision. Esta última revelou agora o OV50X, um novo sensor de 50MP destinado a dispositivos topo de gama, que apresenta um tamanho de 1 polegada e que promete resultados superiores mesmo em condições de pouca luz, para além de oferecer – segundo a fabricante -, a maior gama dinâmica alguma vez vista no sector móvel.

O OmniVision OV50X utiliza pixeis de 1,6 µm e uma resolução nativa de 8192×6144 pixeis, ou seja, 50,3 megapixeis. Está também preparado para gravação de vídeo avançada, incluindo HDR de três canais a 60 FPS e vídeo 8K com ganho analógico duplo (DAG) em HDR. As fotografias com zoom podem ser obtidas diretamente através de recorte no próprio sensor.

A tecnologia TheiaCel permite alcançar uma gama dinâmica de até 110 dB em imagens HDR com uma única exposição, que de acordo com o que afirma a OmniVision, é o valor mais elevado atualmente possível em smartphones. Para um foco automático preciso, 100% da área do sensor é coberta com Detecção de Fase Quádrupla (QPD). Já a tecnologia PureCel Plus-S foi concebida para melhorar ainda mais o desempenho em ambientes com fraca iluminação, recorrendo a uma estrutura empilhada.

As primeiras amostras do sensor OV50X já foram entregues aos parceiros da marca, estando o início da produção em massa previsto para o terceiro trimestre de 2025. Espera-se que os primeiros smartphones com este sensor cheguem ao mercado até ao final do mesmo ano.

Baterias de 8.000mAh podem chegar aos smartphones já este ano

A autonomia limitada dos dispositivos portáteis continua a ser a principal dor de cabeça para as fabricantes de smartphones.

A autonomia dos dispositivos móveis continua a ser um dos maiores pontos fracos deste tipo de equipamentos, especialmente quando o acesso a energia fora das zonas de conforto pode ser mais complicado. Apesar de os carregamentos estarem cada vez mais rápidos, a capacidade das baterias pouco tem evoluído, mas um novo avanço poderá estar prestes a chegar.

Algumas fontes chinesas indicam que as fabricantes tem planos para lançar smartphones com baterias entre 7.000 e 7.500mAh já até ao final de 2025, juntamente com carregamento rápido de até 100W com fio e até 80W sem fio. Para a gama média, há até quem esteja a testar modelos com bateria de 8.000mAh.

A titulo de exemplo, o OnePlus 13T, um smartphone topo de gama que foi revelado na semana passada, já foi anunciado com uma bateria de silício-carbono de 6260mAh. Este elemento pode não revelar-se numa bateria muito grande, mas tendo em consideração que é um smartphone com dimensões muito reduzidas – especialmente comparado à maioria dos equipamentos anunciados nos últimos meses -, o espaço no seu interior é muito mais reduzido. Contudo, a verdadeira melhoria na autonomia dos smartphones poderá depender também da eficiência dos componentes internos, como o processador e o ecrã.

Por agora, estas inovações parecem limitadas ao mercado chinês, ou seja, não existem ainda garantias que utilizadores de smartphones de marcas como Google, Apple ou Samsung, possam beneficiar dessa situação ainda este ano.

Resident Evil 4 Remake vendeu 10 milhões de unidades

Os remakes de Resident Evil voltam a mostrar a vontade dos fãs em revisitar a saga da Capcom.

Mesmo com um número incontável de conversões ao longo de várias gerações desde o lançamento original de Resident Evil 4, o Resident Evil 4 Remake revelou-se mais um sucesso para a popular saga da Capcom.

Este fim-de-semana, os estúdios nipónicos revelaram que Resident Evil 4 Remake vendeu 10 milhões de unidades em todo o mundo, tendo sido o título da saga inteira a atingir este número mais rapidamente.

A última contagem teria sido feita em janeiro, onde Resident Evil 4 Remake teria ultrapassado 9 milhões de unidades vendidas, o que significa que continuou a chegar a mais um milhão de jogadores nos últimos três meses.

Resident Evil 4 Remake foi falhanço em março de 2023, numa recriação de raiz do aclamado jogo de ação e horror na terceira pessoa, lançado em 2005, tendo na altura estabelecido um novo padrão no género dos jogos de ação. O seu remake pode não ter tido o mesmo impacto a nível de influências, mas foi extremamente bem recebido considerando a sua antecipação, entrando nas listas dos melhores jogos do ano de 2023.

Resident Evil 4 Remake representa também o esforço da Capcom nos últimos anos, ao revitalizar a saga, onde se encontram outros jogos de sucesso, como os remakes de Resident Evil 2 (15 milhões de unidades) e Resident Evil 3 (10 milhões de unidades), assim como Resident Evil 7 (15 milhões de unidades) e Resident Evil Village (11 milhões de unidades).

Resident Evil 4 Remake está atualmente disponível no PC, Xbox Series X|S, PlayStation 5, PlayStation 4, iPhone 15 Pro ou superior e dispositivos iPad compatíveis.

Ambassadora da Gisada: uma fragrância sofisticada para celebrar o Dia da Mãe

No Dia da Mãe, a Gisada propõe a Ambassadora, uma fragrância floral-oriental que homenageia a força e elegância da maternidade.

Com a aproximação do Dia da Mãe, que se celebra já no próximo domingo, dia 4 de maio, surge também a oportunidade de reconhecer a presença fundamental das mulheres que moldam vidas com uma dedicação constante. Esta efeméride, assinalada anualmente com gestos simbólicos e palavras sentidas, convida à reflexão sobre o papel multifacetado das mães, marcado por resiliência, afeto e inspiração.

Entre as diversas formas de assinalar a data, há escolhas que se distinguem pelo seu carácter duradouro. A proposta da marca suíça Gisada, através da fragrância Ambassadora, apresenta-se como uma dessas opções. Longe de se tratar de um perfume comum, a Ambassadora é concebida como uma experiência sensorial que evoca memórias e reflete um gesto de atenção cuidada.

Desenvolvida por Andreas Wilhelm, nome reconhecido na perfumaria de autor, esta criação aposta numa estrutura floral-oriental. A abertura é marcada por notas frutadas e vibrantes – tangerina e mirtilo -, combinadas com pimenta rosa e nuances vegetais. Na fase intermédia, a composição revela uma faceta mais luminosa, com flores de laranjeira, frésia e jasmim, complementadas pela sofisticação da madeira de caxemira. A base, por sua vez, introduz profundidade e suavidade, com vetiver, sândalo e almíscar, envolvidos por um leve toque doce de açúcar em pó e uma nota subtil de baunilha.

Mais do que uma construção olfativa, esta fragrância procura traduzir a dualidade de firmeza e delicadeza que carateriza muitas figuras maternas. A sua presença é discreta, mas marcante, e a evolução contínua na pele reforça a ideia de um presente que permanece no tempo.

Disponível em frascos de 50 ml (85€) e 100 ml (115€), Ambassadora pode ser adquirida não só no site oficial da Gisada, como em espaços como a Douglas, em lojas duty-free ou a bordo de companhias aéreas internacionais.

Elden Ring atinge 30 milhões de vendas

O épico RPG da FromSoftware promete não ficar por aqui – no que toca a vendas.

A FromSoftware e a Bandai Namco divulgaram novos números das vendas de Elden Ring, agora que atingiu um novo marco histórico, de 30 milhões de unidades vendidas.

Este impressionante valor compreende as vendas digitais e físicas, ao longo das várias plataformas disponíveis – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC via Steam – desde o seu lançamento em fevereiro de 2022. Adicionalmente, 5 milhões desse total foi atingido desde junho de 2024, altura em que Elden Ring recebeu a sua ambiciosa e única expansão, Shadow of the Erdtree, tendo na altura recebido uma nova edição completa.

As vendas de Elden Ring têm potencial para elevar a novos patamares, uma vez que o jogo foi anunciado para a Nintendo Switch 2 após o seu lançamento oficial, marcado para o início de junho, abrindo assim as portas a um novo publico de jogadores.

A divulgação destes números acontece a um mês do lançamento de Elden Ring Nightreign a 30 de maio, um novo spin-off focado na cooperação a três e inspirado em jogos de sobrevivência, para PC e consolas.

No que toca ao futuro da FromSoftware, o estúdio liderado por Hidetaka Miyazaki está atualmente a trabalhar em The Duskbloods, um novo projeto exclusivo para a Nintendo Switch 2, em 2026.

Clair Obscur: Expedition 33 vende um milhão de cópias em três dias

O título de estreia da Sandfall superou as expectativas do estúdio e já é mencionado como um dos melhores jogos do ano.

Clair Obscur: Expedition 33 foi lançado no passado dia 24 de abril com uma receção critica que o colocou imediatamente na lista dos melhores jogos do ano. Desenvolvido pela Sandfall, que se estreou com um enorme sucesso crítico, também parece ter conquistado os corações dos jogadores, pelo menos a julgar pelas vendas.

Numa breve comunicação nas redes sociais oficiais de Clair Obscur: Expedition 33 ficou-se a saber que o jogo já chegou a mais de um milhão de jogadores, em apenas três. Um número impressionante, considerando a semana atribulada em lançamentos que incluiu, por exemplo, o lançamento “surpresa” de The Elder Scrolls: Oblivion Remastered, ou até a chegada de Forza Horizon 5 à PlayStation 5, incluindo novos conteúdos para todos os jogadores.

Clair Obscur: Expedition 33 teve um lançamento multiplataforma, onde se destaca a sua estreia direta no Xbox Game Pass, algo que poderia inflacionar o milhão de unidades vendidas. No entanto, não parece ser o caso já que este número não inclui os jogadores que acederam ao jogo no PC ou na Xbox através do Game Pass, somando apenas o número de vendas únicas reais. Considerando a febre em torno de Clair Obscur: Expedition 33 e aclamação coletiva de críticos e jogadores, espera-se que estes valores subam consideravelmente ao longo do ano.

Clair Obscur: Expedition 33 é um jogo RPG de fantasia inspirado nas apostas nipónicas por turnos, que coloca os jogadores ao controlo de um grupo de jovens, numa missão de exploração para travar uma entidade misteriosa de matar o resto da população humana, ano após ano. O seu sistema de combate por turnos acessível e adaptado às sensibilidades modernas, uma história cativante e emocionante, personagens carismáticas carregadas por elenco de luxo, uma banda sonora excelente e uma identidade altamente inspirada na cultura francesa, são apenas alguns dos elementos que estão a conquistar ao pouco os jogadores.

Flexispot E7 Pro – Trabalhar assim até sabe melhor!

A Flexispot E7 Pro é uma poderosa ferramenta de trabalho que melhora a nossa produtividade, saúde, e por isso, o nosso bem-estar.

Nos dias de hoje, em que passamos cada vez mais tempo em frente a um ecrã – seja a trabalhar, a estudar ou em chamadas intermináveis -, é essencial refletirmos sobre o impacto que isso tem no nosso corpo e na nossa produtividade. Por experiência própria, posso confirmar que a forma como organizamos o nosso espaço de trabalho faz toda a diferença. Isto leva-me a um nicho de mercado que adoro, o de secretárias ajustáveis, que, imagine-se, está ao alcance de qualquer sim. Sim, não é um luxo, antes uma necessidade para quem valoriza o bem-estar, a concentração e saúde a longo prazo.

Se acompanham o Echo Boomer, já saberão que uma das nossas marcas de eleição é a Flexispot, que já teve a gentileza de nos ceder os modelos E8 e Q8 para análise, sendo uma referência incontestável no mercado das secretárias elevatórias.

Foi por isso que, quando surgiu o desafio de experimentar a secretária Flexispot E7 Pro, os meus olhos brilharam logo – nem pensei duas vezes. E a verdade é que, desde o momento em que a montei, percebi que veio transformar por completo o meu espaço de trabalho. Já andava há algum tempo à procura de uma solução que tornasse o meu espaço mais funcional, confortável e adaptado às exigências do dia a dia — e esta secretária superou todas as expectativas.

Recebi em pouco tempo dois pacotes (um com a estrutura e outro com o tampo), todos muito bem acondicionados. A entrega foi rápida e eficiente e, como é apanágio da marca, a experiência de montagem não foi complicada, embora seja recomendado que pelo menos duas pessoas ajudem a montar a secretária para garantir maior facilidade e rapidez.

Desta vez, optei por um tampo em bambu (160x80cm) combinado com pés brancos, criando uma estética moderna e harmoniosa para o escritório. E a verdade é que a combinação da estrutura elegante com o acabamento refinado do bambu, um material sustentável e de alta durabilidade, resulta num ambiente funcional e visualmente atraente. Além disso, o bambu possui uma tecnologia de carbonização que o torna impermeável e resistente à humidade, ou seja, se se entornar um copo de água, não há problema!

A limpeza do bambu é simples e prática. Basta utilizar um pano não abrasivo e optar por água morna com um pouco de detergente neutro ou uma solução suave de álcool e água. Convém salientar que o bambu possui propriedades antibacterianas naturais, oferecendo mais uma vantagem em comparação a outros materiais, pelo que torna ainda mais fácil manter a superfície de trabalho higienizada, contribuindo para um ambiente mais saudável e agradável. E a juntar a tudo isto, o facto de emitir menos de 0,5mg/L de formaldeído só comprova o empenho da Flexispot em garantir a melhor qualidade possível para os seus utilizadores.

Voltando ao design da secretária E7 Pro, uma das suas melhorias em relação a outros modelos, nomeadamente a E8, é a nova estrutura de pés em forma de semi-C, que cria um equilíbrio de 30/70 em vez do tradicional 50/50. Esta novidade permite que haja mais espaço para as pernas, já que, quando usamos modelos como a E8, há sempre uma certa tendência para bater com os joelhos na barra por baixo do tampo, que oculta os fios elétricos. Com a Flexispot E7 Pro, esse problema desaparece, oferecendo uma liberdade de movimentos muito maior ao estar sentado.

Para além do conforto acrescido que este novo design proporciona, há também uma melhoria evidente a nível estético. Os pés apresentam agora um acabamento mate mais sofisticado e a base com cantos arredondados acrescenta um toque de elegância, que eleva de imediato o visual da Flexispot E7 Pro.

Mas as melhorias não ficam só pela estética. Além da nova aparência, os pés da FlexiSpot E7 Pro foram reforçados (com paredes mais espessas) e há um espaçamento reduzido entre as colunas telescópicas, o que garante uma estrutura ainda mais estável. O resultado? Uma capacidade de carga impressionante de até 160 kg. Ou seja, podem colocar o que quiserem em cima da secretária, sem preocupações! E este modelo, como todos os outros da Flexispot, também possui tecnologia anti-colisão, isto é, ela para automaticamente durante o seu momento de sobe e desce caso detete algum obstáculo durante o seu percurso caso.

Em termos estéticos falta apenas referir um pequeno detalhe, o painel de controlo. Enquanto que, na E8, temos um painel preto, com uma moldura metálica, a Flexispot E7 Pro apresenta o seu painel todo em preto, o que na minha opinião lhe confere um aspeto mais polido e coeso.

O painel de controlo possui um sistema de bloqueio para as crianças, para além dos botões de subir/descer, e também botões que permitem gravar até quatro configurações de memória. De lado, possui uma entrada USB, que dá imenso jeito para ter o telemóvel a carregar enquanto estamos a trabalhar.

Em termos de conforto, o movimento de subida e descida da Flexispot E7 Pro é surpreendentemente silencioso, com menos de 50 dB — ideal para ambientes de trabalho tranquilos. A secretária oferece um intervalo de altura entre os 63,5 cm e os 128,5 cm, adaptando-se facilmente a diferentes utilizadores e posturas. Tudo isto com uma velocidade de ajuste de 40 mm por segundo, garantindo transições suaves e rápidas entre posições. É importante destacar que, mesmo na altura máxima, a E7 Pro mantém uma excelente estabilidade. Esta robustez proporciona total confiança, permitindo utilizar o computador ou qualquer outro objeto sobre a secretária, sem receio de que possam cair.

Outro ponto de destaque desta secretária, em relação a outros modelos da Flexispot que já experimentei, foi o sistema de cabos. Ou melhor, não há nenhuma novidade no sistema de cabos, o que acontece é que, na caixa, há uma bandeja que, após instalada, auxilia a esconder eficazmente todos os fios elétricos da nossa vista. Esta bandeja, toda feita em tecido, é muito fácil de desmontar (uma vez que é magnética), o que significa que, a qualquer momento, temos rápido acesso aos cabos, caso seja necessário alterar alguma coisa. A caixa inclui também outros acessórios que permitem organizar melhor os fios, como um clip para cabos e um elástico de velcro.

No fim de tudo, a verdade é que, de facto, a E7 Pro é uma das melhores secretárias que já experimentei da Flexispot. A ergonomia melhorada dos pés em semi-C, com mais espaço para as pernas, estética melhorada e o sistema melhorado de organização de cabos, faz com que a Flexispot E7 Pro seja mais do que uma peça de mobiliário – é uma poderosa ferramenta de trabalho que melhora a nossa produtividade, saúde, e por isso, o nosso bem-estar.

Neste momento, a Flexispot E7 Pro está com promoção, pelo que podem adquirir este modelo com preços a começar nos 369,99€ (sem tampo), sendo que o preço variará consoante o tampo escolhido e as respetivas dimensões. Além disso, e até 8 de maio, a marca está com descontos de até 33% em vários produtos.

Iberdrola | bp pulse instala terminais de pagamento em todos os seus postos de carregamento em Portugal

A Iberdrola | bp pulse prepara-se, também, para expandir substancialmente a sua presença em território nacional nos próximos meses.

A Iberdrola | bp pulse tornou-se a primeiro operadora de mobilidade elétrica em Portugal a disponibilizar terminais de pagamento automático (TPA) em todos os seus postos de carregamento. A medida permite aos utilizadores efetuarem o pagamento directamente com cartão bancário, sem necessidade de aplicações móveis ou subscrições, tornando o processo mais simples e acessível.

Esta iniciativa insere-se numa estratégia de simplificação da experiência de carregamento, respondendo a uma das principais exigências dos condutores de veículos elétricos: o acesso facilitado e o pagamento descomplicado. O objetivo passa por contribuir para a aceleração da transição para a mobilidade elétrica, removendo obstáculos que ainda condicionam a sua adoção em larga escala.

A Iberdrola | bp pulse prepara-se para expandir substancialmente a sua presença em território nacional nos próximos meses. Com 160 pontos de carregamento atualmente em funcionamento em Portugal, o plano prevê ultrapassar os 500 até ao final de 2025, integrando uma rede superior a 2.000 pontos em toda a Península.

O Facebook começou a implementar medidas para combater o spam

A Meta aumentou os seus esforços para acabar com as contas de spam no Facebook.

O Facebook vai reduzir o alcance de contas que publicam conteúdos considerados como spam e excluir essas contas de mecanismos de monetização. A medida insere-se num esforço para melhorar a qualidade do Feed de Notícias, numa ação que Mark Zuckerberg descreve como um regresso ao “Facebook original”.

De acordo com o que a Meta revelou, alguns utilizadores exploram falhas do algoritmo para obter visibilidade ou receitas de forma artificial, o que acaba por sufocar publicações autênticas com conteúdos irrelevantes ou enganosos. Por exemplo, e em breve, as contas que abusem de hashtags ou usem legendas longas sem relação com o conteúdo (como uma foto de um cão acompanhada de texto sobre aviões) serão penalizadas. E mesmo quando estas não são consideradas maliciosas, são práticas que degradam a experiência na plataforma.

As redes organizadas que criem múltiplas páginas para partilhar conteúdos idênticos com o intuito de contornar regras também serão alvo de sanções, nomeadamente a perda de acesso às oportunidades de monetização da plataforma.

O Facebook está ainda a reforçar os mecanismos de deteção de contas falsas e interações artificiais através de várias formas. Por exemplo, comentários identificados como engajamento fraudulento terão visibilidade reduzida; será acionada uma nova funcionalidade que permitirá aos utilizadores denunciar comentários irrelevantes ou fora de contexto; e, para além disso, as ferramentas de moderação começaram a ser atualizadas para ocultar automaticamente comentários de contas suspeitas ou com identidades falsas. Os criadores também poderão denunciar usurpadores diretamente nos comentários.

Embora estas medidas não visem diretamente conteúdos gerados por inteligência artificial, a Meta afirma que contas que abusem deste tipo de publicação serão igualmente abrangidas pelas novas regras.

Ensaio ao BYD Seal U – Da China com amor à procura de conquistar o coração os amantes de SUV’s em Portugal

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Com uns acabamentos e um conforto acima da média para um veículo do mesmo grupo, o BYD Seal U peca num ponto fulcral: o software.

Fundada em 1995 na cidade chinesa de Xi’an, a BYD tem vindo a dar cada vez mais cartas no setor automóvel. Anos depois, em 2022, esta marca automóvel chinesa ultrapassou a Tesla como “maior fabricante de veículos eletrificados do mundo”, tendo desde logo sido considerada por muitos como a “Tesla Killer”.

Após chegar a alguns países da Europa nesse mesmo ano, a BYD apresentou-se em Portugal em maio de 2023, pela mão da Salvador Caetano, mais propriamente a Caetano Tec, fazendo assim entrar no nosso país os modelos Atto 3, Han e Tang.

Já no ano passado, a BYD decidiu lançar um novo modelo em território nacional, inserido no mercado dos SUV: o BYD Seal U.

Este modelo Seal U é nada mais, nada menos, do que o modelo Seal “em esteroides”, chegando com a ambição de concorrer com alguns modelos já existentes, tais como o Tesla Model Y, o MG Marvel R e o o Toyota Bz4x.

Mas será este BYD Seal U um adversário à altura para estes modelos? Foi isso que quis tentar descobrir durante uns dias a bordo deste SUV da BYD, aqui na sua versão Design, com uma bateria de 87kWh e com uma autonomia anunciada para 500km.

Não foi preciso pensar muito para perceber que este modelo foi claramente inspirado no modelo Seal, tendo em conta as suas linhas arquitetónicas bastante suaves e ligeiramente arredondadas. A diferença da arquitetura do Seal para o Seal U reside apenas na transformação desde modelo base num outro com espírito SUV bastante elegante, chegando ao ponto de nos fazer lembrar alguns SUV comercializados por algumas marcas alemãs.

É também de notar o cuidado que a BYD teve nos detalhes e acabamentos exteriores deste modelo, colocando-o facilmente ao nível de diversas marcas premium presentes no nosso mercado.

Quanto a dimensões, o BYD Seal U é um modelo bem generoso, contando com cerca de 4,78 metros de comprimento, cerca de 2,85 metros de largura e 1,69 metros de altura, o que confere uma habitabilidade bastante confortável.

A cor desta unidade do BYD Seal U testada é a Tian Qing que, a meu ver, não será talvez a opção mais consensual entre os atuais e futuros compradores deste modelo. Ainda assim, a marca pensou nisso e disponibilizou este modelo noutras cinco cores, tais como o Delan Black, o Time Grey, o Snow White, o Emperor Red e o Boundless Cloud.

Estou prestes a entrar no BYD Seal U e logo me deparo com uma situação bastante curiosa: O veículo pode ser trancado e destrancado sem ser preciso mexer na chave, contudo, é sempre necessário carregar num botão presente no puxador de porta do condutor, algo que em tempos já fora bastante comum, mas que atualmente caiu um pouco em desuso.

Ao abrir a porta, vi algo que me agradou imenso: o banco do condutor a recuar um pouco para facilitar a entrada no veículo. Esta é uma das características que, em tempos, apenas se via implementada em carros premium de alta gama, mas que, atualmente, começa a estar presente em alguns modelos premium de algumas marcas mais mainstream e, consequentemente, ao alcance da carteira de mais pessoas.

Depois de me sentar no BYD Seal U, fechar a porta do condutor e o banco recuar à posição condução previamente guardada, fui presenteado com a apresentação elaborada pela BYD, que cobriu tanto o cluster – que se encontra por detrás do volante -, como o grande ecrã rotativo de 15,6 polegadas colocado no centro do tablier. Para além deste grande tablet, a BYD não se esqueceu da utilidade que têm alguns botões físicos para controlo de funções de climatização, travão de mão, transmissão e níveis de regeneração. Por isso, estes foram dispostos no painel de bordo da viatura em redor do bonito seletor de mudanças em formato de diamante.

Outro fator positivo é a presença de dois locais de carregamento de indução de 15W para dois smartphones, o que permite que um passageiro coloque também o seu equipamento a carregar em simultâneo com o smartphone do condutor sem que se tenha de fazer o uso de cabos USB-C para o efeito.

Por falar em USB-C, tive de procurar um pouco por estas portas, bem como pela comum tomada de 12v no cockpit. Depois de alguns minutos à procura, lá descobri que a BYD escondeu estas portas por debaixo do local de carga de indução no tablier. Tendo em conta a acessibilidade do local escolhido, este é, para mim, um dos pontos negativos que tenho a apontar sobre o interior da viatura.

Em termos de materiais e acabamentos interiores, o BYD Seal U é um dos melhores modelos nos quais já entrei, tendo em conta os veículos testados anteriormente. A suavidade empregue em componentes como o tablier, estofos e forras de porta, com a presença bastante acentuada de pele vegan, eleva a fasquia deste modelo para o nível de um veículo premium europeu, mais propriamente alemão, fazendo-me esquecer, por momentos, que estamos a bordo de um veículo desenhado e produzido na China.

Por momentos? Sim, pois existem vários outros elementos que me fizeram lembrar que estamos mesmo a bordo de um veículo asiático, especialmente pela disposição pouco intuitiva dos botões, funcionalidades disponíveis no volante e, claro, pelo software desenvolvido pela BYD para integrar o sistema de Info-entretenimento.

Começando pelos botões no volante, a falta de espaçamento torna a ativação de funcionalidades pouco intuitiva, isto se o objetivo for não tirar os olhos da estrada enquanto tentamos mudar a estação de rádio, ou até consultar a média kWh/100km. Quanto ao Adaptative Cruise Control, senti também alguma dificuldade de adaptação aos seus botões de pequenas dimensões e algo aglomerados. Depois de uns 150 km, lá me habituei um pouco mais a manipular todas estas funcionalidades sem ter de parar o carro para observar e memorizar o local das funcionalidades que pretendia ativar durante a condução.

No que ao sistema de info-entretenimento diz respeito, senti que a BYD ainda tem um longo caminho a percorrer, isto caso pretenda continuar a apostar num sistema proprietário em vez de adotar o cada vez mais popular sistema operativo Google para automóveis. Por outras palavras, é possível perceber que o sistema operativo inserido neste modelo da BYD está longe da perfeição, dando por vezes a sensação de estarmos perante um smartphone Android sem aplicações Google. Tudo se complica um pouco quando necessitamos de alterar algumas definições do sistema de climatização, onde por vezes é necessário retirar parcialmente o foco da estrada para que consigamos alterar a velocidade de ventilação, ou até ligar ou desligar o aquecimento ou ventilação dos bancos.

A tradução do sistema operativo BYD para Português de Portugal requer também alguma atenção por parte da marca, pois existem alguns termos nas definições e funções algo desajustadas da sua real finalidade. Temos como exemplo disto as definições de “Transmissão inteligente”, que gerem as preferências de Notificações do veículo, e as “Travas”, que gerem as definições de trancar/destrancar do veículo.

Quanto à loja de aplicações, apenas encontrei quatro aplicações disponíveis para instalar: o Manual (totalmente em Inglês), o Stingray Karaoke, o Browser (de Internet) e a Amazon Music. É aqui que senti bastante a falta de algumas aplicações cruciais, tais como a Netflix, para aqueles momentos em que estamos 15 minutos dentro do veículo à espera que carregue 30%, ou até do Waze, como alternativa à solução oferecida por este sistema.

Um ponto claramente positivo encontrado neste sistema de info-entretenimento foi a presença do CarPlay e Android Auto, que acaba por conferir ao BYD Seal U todas aquelas aplicações de navegação e música que não são oferecidas nativamente pelo software nativo do carro.

Por último, pretendia também efetuar uma análise à BYD App, de forma a explicar melhor neste ensaio o quanto esta aplicação poderia alterar a experiência com o BYD Seal U. Depois de algum tempo a navegar por alguns menus do Info-entretenimento do Seal U à procura de um QR Code, lá encontrei uma breve referência à app no manual em inglês. Concluí então que, para usar a aplicação, é necessário que o concessionário BYD associe o nosso e-mail ao veículo, coisa que não foi possível efetuar durante este ensaio, caindo por terra a minha esperança de vos falar um pouco sobre esta app.

Em suma, senti que a BYD tem uma enorme margem para evoluir no sistema de info-entretenimento e oferecer aos seus atuais e futuros clientes diversas funcionalidades atualmente presentes noutras marcas automóveis.

Chegou então a altura para me colocar na estrada e percorrer alguns km com o BYD Seal U. O primeiro trajeto foi de cerca de 150km em autoestrada, de forma a entender melhor um dos pontos mais fortes deste modelo: a sua bateria de 87kWh. Percorrido este primeiro percurso, a uma média de 120km/h, iniciei viagem com 100% de bateria e 500km de autonomia, e cheguei ao destino com cerca de 53% e 270km de autonomia. Quanto ao consumo registado em autoestrada, bateu certo com o indicado pela marca para circuito extraurbano: 20.5kWh/100km.

Depois de beber um café, lá prossegui para o meu segundo percurso de cerca de 60km, desta vez em circuito extraurbano, a velocidades médias que rondaram os 80km/h. Desta vez, registei no BYD Seal U médias na ordem dos mesmos 20kWh/100km. É um consumo algo alto, mas totalmente ajustado, tanto às dimensões do veículo, como à grande bateria que carrega de 87Kwh. À chegada, apenas foram consumidos cerca de 60km de autonomia, pelo que fiquei ainda com mais 430km.

Para circuitos urbanos, registei uns modestos 16.1kWh/100km para um veículo destas dimensões, o que acaba também por demonstrar todas as potencialidades e resistência da BYD Blade Batery.

Voltei depois a fazer outro percurso, de cerca de 150 km, rumo novamente a Lisboa, fazendo uso de autoestrada e circuitos extraurbanos. Desta vez, consegui registar valores de 19.6kWh/100km de média combinada e uma autonomia restante de 280Km.

Apesar de não ter conseguido levar a bateria abaixo dos 200km de autonomia, não podia terminar esta experiência sem me deslocar a um posto de carregamento rápido de 150kWh e experimentar o carregamento rápido de até 140kWh.

Comecei o carregamento com cerca de 250km/50% de autonomia e consegui atingir os 400Km/80% de autonomia em apenas 17 minutos. Sim, 17 minutos, tempo este que mal deu para iniciar o carregamento, deslocar-me até à área de serviço, beber um café, WC e voltar ao BYD Seal U. Em suma, a tecnologia BYD Blade Batery, que equipa os veículos BYD, será, certamente, uma tecnologia de futuro e que ainda dará muito que falar no mundo dos veículos elétricos.

No final da experiência, posso claramente afirmar que estamos perante um SUV de médias dimensões com uns acabamentos e um conforto acima da média para um veículo do mesmo grupo.

Quanto ao sistema de info-entretenimento, apesar das incríveis capacidades de hardware que tem, o software necessita de uma atenção extra por parte da marca de forma a trazer para novas aplicações e funcionalidades, melhorias estas que poderão ser efetuadas via atualização de software. Ainda assim, o CarPlay atendeu a todas as minhas necessidades e facilitou-me muito a vida em termos de acesso às chamadas telefónicas, mapas e entretenimento a bordo.

Por último, fiquei bastante surpreendido com a autonomia e rapidez de carregamento oferecida pela BYD Blade Batery e os seus 500km reais de autonomia, quer esses km tenham sido feitos em autoestrada, quer tenham sido feitos em circuito urbano ou extraurbano. Juntando esta grande autonomia à velocidade de carregamento de 140kWh, irá acabar por conceder uma confiança extra ao condutor deste veículo para percorrer medias longas distâncias sem que esteja a pensar constantemente no próximo sítio onde o irá carregar.

O BYD Seal U poderá ser adquirido num concessionário BYD por valores a partir dos 43.795,20€, na sua versão Confort, e 47.295,30€ na versão Design, testada neste ensaio.

Conversas de Alpendre: Turismo rural autêntico em Cacela Velha, no Algarve

O Conversas de Alpendre não é um hotel boutique, nem um retiro de luxo. É um lugar com alma.

No coração do Sotavento Algarvio, mais precisamente em Cacela Velha, o Conversas de Alpendre afirma-se como um dos projetos de turismo rural mais autênticos da região. Entre o azul do Atlântico e o silêncio do campo algarvio, este espaço foi pensado para abrandar o tempo – e quem por lá passa sente isso no corpo e na cabeça. Longe das pressões do quotidiano urbano, ali vive-se com leveza, ao ritmo da natureza, com o barulho do vento, dos pássaros e das conversas a marcarem o compasso dos dias.

A história deste peculiar alojamento começou em 2016, quando Marta Guevara, após o nascimento do filho Francisco, decidiu abandonar a sua carreira em Lisboa e recomeçar no Algarve. Juntou-se aos pais, Cristina e José Carlos, e nasceu assim um projeto familiar com várias mãos e uma ideia clara: criar um refúgio onde se pudesse simplesmente estar, sem pretensões. O alpendre, que dá nome ao espaço, é o símbolo maior desse espírito: um ponto de encontro, de partilha, de descanso. Anos ,ais tarde, viria a abrir também o Colégio Charm House, em Tavira, sobre o qual já falámos.

O percurso do Conversas de Alpendre ficou também atravessado por momentos difíceis, como a morte prematura de Tiago, companheiro de Marta. Mas o seu espírito continua presente, entranhado na alma do lugar, onde a hospitalidade tem rosto e memória.

Hoje, o Conversas de Alpendre conta com 12 unidades de alojamento, todas diferentes, todas com histórias. Desde a famosa Casa da Árvore – construída antes de qualquer outra estrutura, por um carpinteiro de Grândola, diretamente sobre uma alfarrobeira e, durante um tempo, sem escadas -, e que é uma das unidades mais requisitadas pelos hóspedes, até ao Armazém, um loft amplo com piscina privada, ideal para famílias. Há ainda a Cabana, discreta e integrada na paisagem – “um aglomerado de madeira que passa muito despercebido”, como ouvimos dizer. Já os nomes dos quartos – como No Stress, No Rules ou No Office – revelam, com uma ironia subtil, o convite a desconetar do mundo moderno.

E há outro detalhe a assinalar: tal como no Colégio Charm House, também aqui os quartos são todos diferentes. Por exemplo, e pelas fotos que poderão ver, irão reparar que o meu quarto tinha jacuzzi privado, onde pude relaxar durante bastante tempo.

A arquitetura é marcada pela simplicidade elegante do estilo mediterrânico. As madeiras naturais, os azulejos portugueses, os têxteis orgânicos – roupões feitos 100% em Portugal, “guardanapos” feitos de linho… – transmitem uma sensação de conforto rústico, mas sofisticado. Cada unidade foi pensada para respeitar a essência do lugar e oferecer uma experiência sensorial, com terraços privados, vistas para o campo ou para o mar, e uma integração quase invisível na paisagem.

Apesar de existir uma sala interior – usada sobretudo para o check-in e o check-out – é no exterior que o Conversas de Alpendre ganha vida. Há duas piscinas – uma delas para crianças -, rodeadas por um jardim cuidado, espreguiçadeiras e silêncio. Depois, quem quiser, pode sempre pedir um copo ou petiscar qualquer coisa assim que sai da piscina. Além disso, e com tanto espaço verde, o bom tempo irá trazer convívios fabulosos – por exemplo, uma das árvores de fruto já tem luzes nas pontas para iluminar uma mesa que servirá para jantares prolongados durante as noites quentes de verão.

Outra mais-valia do Conversas de Alpendre é a horta, parte vital do conceito do Conversas de Alpendre. Ali crescem frutas, legumes e ervas aromáticas usadas diariamente na cozinha pelo chef Robson Beker, que tem total liberdade para cozinhar o que quiser – dependendo dos gostos e restrições dos clientes, claro. Ou seja, ali não há menu fixo, e há também jantares-surpresa. Há quem não goste de surpresas, claro – e aí a solução será pegar no carro ou pedir a uma app TVDE que alguém venha buscar, de modo a encontrar um restaurante mais tradicional, digamos. No entanto, recomendamos vivamente que experimentem, nem que sejam só uma vez, pois irão certamente adorar o que vos irá chegar à mesa.

Ainda na parte da paparoca, convém referir brevemente o pequeno-almoço, tal e qual o que é servido no Colégio Charm House. Ou seja, não é buffet, tudo é servido à mesa, mas há comida que nunca mais acaba: iogurte caseiro com uma granola fantástica, pão do dia, croissants, queijos e compostas, sendo que podem depois pedir algo da carta de snacks, como ovos mexidos, omelete, panquecas…

Para quem procura mais do que descanso, há ainda massagens, tratamentos faciais, manicures e atividades pontuais. Tudo é sugerido com leveza, com a mesma informalidade que define todo o espaço.

O serviço é outro ponto de destaque do Conversas de Alpendre, com elementos do staff sempre atentos e presentes, sem serem intrusivos ou “forçados”. Nota-se que há muito amor aqui, seja para antecipar necessidades, lembrar preferências ou, até, reparar em detalhes que escapam à maioria.

O único “senão”? Provavelmente a distância para as praias – 3km do cais de embarque da Praia da Fábrica, um pouco mais da Praia de Cacela Velha e a mais de 5km da Praia de Manta Rota, o que faz com que apenas seja possível visitar de carro, a não ser que aluguem uma bicicleta ou gostem muito de andar a pé. É, digamos, a “consequência” para uma tranquilidade ímpar.

O Conversas de Alpendre não quer crescer desmesuradamente — “o objetivo é preservar a essência e manter uma experiência familiar”, diz Marta. E isso sente-se em cada canto. Não é um hotel boutique, nem um retiro de luxo. É, sim, um lugar com alma. Um sítio onde as conversas acontecem ao ritmo do sol, onde o tempo abranda e onde o regresso se torna inevitável.

Colégio Charm House. Ficámos alojados num antigo colégio no centro histórico de Tavira

Um palacete reinventado no coração de Tavira. Assim é o Colégio Charm House, por onde até já passaram estrelas de Hollywood.

A cidade de Tavira, situada no Sotavento Algarvio, conserva um património histórico e cultural que remonta a períodos muito anteriores à sua elevação a cidade, em 1520, por decreto de D. Manuel I. A sua ocupação ao longo dos séculos está documentada por diversos vestígios arqueológicos que atestam a presença de civilizações como a fenícia e a muçulmana, com especial destaque para os achados na zona onde hoje se localiza o núcleo urbano.

Tavira encontra-se inserida no Parque Natural da Ria Formosa, uma das zonas húmidas mais importantes da Europa, cuja biodiversidade é reforçada pelo cordão dunar da Ilha de Tavira, formando um ecossistema de elevado valor florístico e faunístico. O rio Gilão, que atravessa a cidade, contribui para a definição da paisagem urbana e reforça a ligação histórica da cidade ao mar.

Associada desde há muito a práticas balneares e termais, Tavira iniciou, na década de 1960, uma nova fase no desenvolvimento turístico com a construção dos primeiros empreendimentos estruturados: o Aldeamento Pedras da Rainha, em Cabanas, e o Aldeamento Pedras d’El Rei, em Santa Luzia. A partir da década de 1990, surgiram novas unidades hoteleiras no litoral e, posteriormente, alojamentos em espaço rural no barrocal. E desde 2007, o alojamento local passou por alterações significativas, com impacto na oferta turística do concelho.

Atualmente, Tavira dispõe de uma oferta diversificada de alojamentos, que inclui pousadas, hotéis, apartamentos turísticos, aldeamentos, parques de campismo e unidades de turismo em espaço rural, como casas de campo e estabelecimentos de agroturismo. E o Echo Boomer teve recentemente oportunidade de ir conhecer uma das propostas de alojamento na zona, o Colégio Charm House.

Após anos marcados por um ritmo de vida intenso, Cristina Guevara e José Carlos optaram por uma mudança significativa. Escolheram fixar-se no Sotavento Algarvio, mais concretamente em Tavira, cidade onde o tempo parece correr a um compasso diferente. A proximidade do outro alojamento familiar, o Conversas de Alpendre, permitiu-lhes acompanhar de perto o crescimento do neto Francisco.

Foi neste contexto que decidiram recuperar um antigo palacete situado no centro histórico de Tavira. O edifício remonta ao século XVIII e encontra-se ligado a um episódio curioso: o rei D. João V terá oferecido ao seu cozinheiro de confiança, natural de Tavira, uma extensa área de terrenos na região, em reconhecimento pelos serviços prestados à corte. O solar, representativo da arquitetura da época, integra o característico telhado de tesoura, elemento marcante da paisagem urbana algarvia. Ao longo das décadas, a propriedade foi sendo transmitida de geração em geração até que, em 1957, passou a albergar o externato masculino de Nossa Senhora das Mercês, uma instituição que deixou marcas visíveis no imaginário do lugar.

Mais tarde, em 1971, funcionou como secção local do Liceu de Faro. Com a construção de novos estabelecimentos de ensino na zona sudoeste da cidade, o edifício foi ficando gradualmente abandonado. Durante cerca de 30 anos, permaneceu desocupado e em acentuado estado de degradação, acabando por ser conhecido entre os habitantes como a “casa assombrada”… até que deu origem ao Colégio Charm House, em 2021.

A designação do espaço não foi escolhida ao acaso, uma vez que o passado é hoje recordado com subtileza através dos nomes atribuídos aos quartos. “Posso dizer que era um colégio de rapazes, no passado, e agora fizemos um colégio de raparigas, em que cada quarto tem o nome de uma rapariga. Exceto a zona lá em baixo, que é a zona das viagens, alusiva aos países quentes e a essas vivências”, disse Cristina ao Echo Boomer.

E é assim mesmo. Cada quarto tem o nome de uma senhora e, dentro de cada quarto, existe uma fotografia de uma rapariga antiga, escondendo acessórios como a televisão ou o ar condicionado, para não ficarem à vista.

A traça original do edifício foi preservada com rigor, conjugando-se agora elementos arquitectónicos tradicionais com uma decoração contemporânea. As paredes e pedras de origem foram mantidas, integrando-se numa intervenção que procurou respeitar a identidade do espaço. O resultado é um lugar marcado por pormenores e narrativas, com Tavira e a Ria Formosa como pano de fundo.

Ainda que não tivesse sido possível abrir paredes ou deitar nada abaixo durante a renovação, o Colégio Charm House tem bem presente o seu propósito: alojar quem passa por Tavira ou quem, simplesmente, descobre o local e resolve passar um curto período de férias. É o que já aconteceu, e que continua a acontecer, com o Colégio Charm House a ter já recebido estrelas de Hollywood, como é o caso de Keanu Reeves.

Com 20 quartos, o Colégio Charm House está aberto entre as 8h e as 23h30, o que faz com que, após essa hora, a receção “deixe de funcionar”. Naturalmente, isso não significa que não possam receber clientes que façam uma reserva de última hora e que chegam tarde para o check-in – como aconteceu durante a nossa estadia.

Originalmente, o objetivo passava por abrir o Colégio Charm House com “apenas” 14 quartos, mas, com a pandemia, a inauguração acabou por avançar já com a parte nova, isto é, com os seis quartos que foram adicionados posteriormente. Apesar de ter sido um período desafiante, deu também a oportunidade a Cristina de “decorar o hotel todo”, juntamente com a ajuda de Rosarinho Gabriel, da empresa Coisas da Terra. Houve muita espontaneidade no processo, mas também muito trabalho com retransformação de várias peças de decoração.

Nenhum quarto é igual, e isso é uma das muitas coisas que diferenciam o Colégio Charm House da restante oferta do género. Com oito tipologias – variando entre um, dois ou três quartos -, cada quarto está, portanto, decorado de forma diferente, contando com o seu próprio tema e respetivos adereços. São altamente detalhados, tanto que a equipa de funcionários que trata de arranjar os quartos para a chegada de novos hóspedes sabe exatamente a localização de cada objeto. E, curiosamente, cada quarto tem algo que veio da casa dos proprietários: um sofá, um quadro… “para sentir que é a nossa casa”, nas palavras de Cristina.

No fundo, é como se cada quarto tivesse uma identidade própria. E isso nota-se também nos nomes. Enquanto os 14 quartos “originais” têm todos nomes de meninas – como Olivia, Constança, Benedita, Vitória, Marta, Catarina, Piedade ou Isaura -, os restantes 6 têm nomes como Amazónia ou Tânger, fruto das vivências de viagens realizadas por Cristina e José Carlos. E não nos podemos esquecer da capela, adaptada para acolher suites, e que têm nomes de Francisco e Gabriel, numa alusão simbólica que conjuga espiritualidade e carácter arquitetónico.

Durante a tour que fizemos pelo Colégio Charm House, ficámos a perceber que a zona mesmo em frente da receção foi adicionada após o projeto original para “aumentarmos o número de quartos, referiu José Carlos. E a verdade é que este bloco foi inserido da melhor forma possível, para não destoar do prédio original. Por exemplo, existe uma piscina de uso comum, mesmo em frente aos quartos com nomes de viagens, que foi adicionada posteriormente.

Claro, o portão, a cruz, a escadaria e todos os acessos são elementos originais, tal como todo o edifício principal, digamos assim, do Colégio Charm House, com exceção das janelas e outros elementos. Naturalmente, também o interior foi modernizado, para dar conforto, mas o traço original, esse, foi mantido. E ainda bem.

Outra zona gira do Colégio Charm House é o chamado “Pátio das Laranjeiras”, onde se está maravilhosamente bem… desde que o tempo esteja convidativo. Esta zona conta também com uma piscina que serve quatro quartos – a ideia dos proprietários passou precisamente pela existência de várias piscinas, para evitar um aglomerado de pessoas nas mesmas zonas, apelando assim a momentos mais calmos e de sossego. E por falar em piscinas, há quatro quartos com piscinas privadas. É, verdadeiramente, uma maravilha.

É difícil descrever por palavras a decoração do Colégio Charm House, mas nota-se, acima de tudo, que existe muita alma. É tudo feito ao detalhe, havendo até espaço para algumas homenagens. “Este era o piano que era do meu genro, mas já estava muito velhinho. Fiz-lhe esta cauda de madeira para o ter aqui e, no fundo, usamo-lo para colocar coisas, servindo como mesa. As pessoas adoram”, contou-nos Cristina, já na sala do restaurante, normalmente aberto apenas a hóspedes – não-hóspedes podem tentar reservar, estando sujeitos à lotação do espaço.

Já no que toca aos comes e bebes, os hóspedes estão muito bem servidos. Por exemplo, o pequeno-almoço tem hora para começar, às 8h30… mas não tem hora para terminar. Ou seja, os hóspedes podem aparecer quando quiserem, tudo para que não haja pressão. Querem apenas tomar o pequeno-almoço às 12h? Não há problema. E que belo pequeno-almoço, constituído por opções como pão local, granola caseira, requeijão fresco, iogurte natural, mel e fruta da época, numa oferta que vai variando conforme a estação, mantendo-se fiel aos sabores autênticos do território. E dá-se, sempre, primazia aos produtos com origem na região.

Ao jantar, há noites em que a experiência ganha contornos inesperados. O chamado jantar surpresa desenrola-se em quatro momentos distintos e procura ir além da dimensão puramente gastronómica. Cada prato é pensado como parte de uma narrativa, oferecendo uma viagem sensorial que pode evocar memórias, laços emocionais ou celebrações pessoais. Esta proposta, no entanto, não está disponível todos os dias. Em algumas ocasiões, são também organizados jantares temáticos que combinam gastronomia com ambiente cénico. Em alternativa, o restaurante apresenta uma ementa à la carte, cuidadosamente concebida para proporcionar variedade e criatividade, sem perder o foco na qualidade da experiência. Tal como o jantar surpresa, este serviço está disponível a não-hóspedes, desde que com reserva antecipada.

Já durante o dia, entre as 12h e as 18h, é possível optar por refeições ligeiras. O menu de snacks é composto por propostas como Sopa de Tomate, Salada Caesar ou vegetariana, ou hambúrgueres, sempre preparadas com ingredientes frescos, respondendo a quem procura uma refeição mais leve sem abdicar do cuidado na confeção.

É claro que um local como o Colégio Charm House ganha muito mais charme nas noites quentes do ano, mas vale a pena a estadia em qualquer altura, exceto em janeiro, mês no qual toda a gente está de férias. Portanto, e se desejam pernoitar num projeto de alojamento singular, não precisam de procurar mais.

Festival Sound Waves celebra o 20º aniversário com um cartaz de luxo e uma grande novidade

As mais de 20 horas de música do Sound Waves acontecem em julho, em Esmoriz.

O Festival Sound Waves está de regresso a Esmoriz a 5 de julho para uma edição muito especial. Neste verão celebra-se o 20º aniversário do maior festival de Techno e de Hard Techno do país.

O cartaz já está fechado e tem nomes de luxo, entre nacionais e internacionais. O palco principal vai contar com os seguintes artistas: OGUZ, BLK., SNTS, JAZZY, ONLYNUMBERS, FATIMA HAJJI, FANTASM, BASSWELL, REBEKAH, NOVAH, CLOUDY, LORENZO RAGANZINI, LUCIID, ORNELLA, JOANNA COELHO, MISS SHEILA e AEREA.

Mas há novidades. Além de um palco principal, a 18ª edição do Festival Sound Waves dá as boas vindas ao Vicious Stage, onde os talentos que se destacam na cena portuguesa e espanhola vão poder mostrar-se. Na lista estão Ana Dimco, Anastasiya TY, Bandeira, Bubba Brothers, Burns, Cunha, Dimension 9, FMH, Francsk, Gaiveu, Karlos Molina, Pestdokter, Raekke, ROY e Shivas.

No total, vão ser 30 atuações, divididas pelos dois palcos, para mais de 20 horas de raving. As portas do recinto abrem às 17h de sábado, 5 de julho, e encerram às 14h do dia seguinte. Os bilhetes também já estão à venda.

Cervejeiras portuguesas criam cervejas inspiradas nas regiões do país para festival em Lisboa

Festival BEER NATION – Portugal no Copo junta nove cervejeiras nacionais com criações únicas inspiradas nas regiões do país.

Entre 9 e 11 de maio, Lisboa acolhe uma nova edição do BEER NATION – Portugal no Copo. O Canil Marquês, um dos espaços mais emblemáticos da cidade no que toca à cerveja artesanal, volta a ser palco de um encontro que reúne nove cervejeiras nacionais, desafiadas a criar receitas inéditas inspiradas nas diferentes regiões do país.

O objetivo é claro: representar Portugal através da cerveja. Cada marca envolvida desenvolveu uma criação original, concebida para refletir os sabores, os ingredientes e o imaginário cultural de uma zona específica do território, incluindo as regiões autónomas. O resultado são edições limitadas que convidam a uma viagem sensorial pelo país, copo a copo.

Durante três dias, o ambiente muda por completo. O espaço, habitualmente reservado ao convívio descontraído, transforma-se num festival urbano, onde a cerveja artesanal se cruza com outras expressões culturais. Haverá atuações ao vivo, DJ sets, produção de cerveja em tempo real (live brewing), sessões de flash tattoo e uma seleção de comida de rua concebida para acompanhar os estilos em prova.

As cervejeiras participantes e as regiões representadas são: Musa (Ribatejo), 8ª Colina (Beiras), Mean Sardine (Açores), Rafeira (Lisboa), Deuses do Malte (Alto Douro), Censurada (Alentejo), Boazona (Serra da Estrela), Praxis (Algarve) e Canil (Trás-os-Montes). Para além das novas criações, estarão também disponíveis algumas das referências mais emblemáticas de cada marca.

Em termos gastronómicos, o festival aposta numa oferta informal e pensada para ser consumida ao ritmo da festa. O menu é desenhado para ser comido à mão, com propostas criativas assinadas pelos chefs da casa, que procuram o equilíbrio perfeito com as cervejas em prova.

A entrada faz-se mediante a aquisição de um copo reutilizável (3€), mas existe também a possibilidade de participar através da entrega de ração para cães ou gatos (mínimo de 3 kg), numa iniciativa de cariz solidário que reverterá a favor de um abrigo local. O evento é pet friendly, pelo que os animais de companhia são bem-vindos.

A G.Skill lançou o primeiro kit DDR5 de 256GB do mundo para computadores AMD AM5

Ainda não é conhecido o preço de venda do novo kit de memórias G.Skill Trident Z5 Neo RGB DDR5.

A G.Skill anunciou o lançamento daquele que é o primeiro kit de memória DDR5 com 256GB do mundo destinado a sistemas desktop com socket AMD AM5, ultrapassando um limite até agora reservado a servidores e postos de trabalho de gama alta.

Reconhecida pelo seu desempenho em overclock e pela fiabilidade dos seus produtos, a marca taiwanesa apresentou o novo Trident Z5 Neo RGB DDR5, um conjunto que alia elevada capacidade a boas frequências e latências, numa configuração pensada para utilizadores exigentes, especialmente em tarefas como criação de conteúdos, computação intensiva ou inteligência artificial.

O kit é composto por quatro módulos U-DIMM de 64GB, ideal para sistemas com dois canais de memória (dual-channel), como os baseados em plataformas AM5. Apesar do total de 256GB, a memória mantém um perfil de desempenho robusto: frequência efetiva de 6.000 MT/s e latência CAS 32, com suporte para AMD EXPO, facilitando a configuração na BIOS.

Para garantir compatibilidade e estabilidade, a G.Skill validou o kit em várias motherboards topo de gama, incluindo a ASUS ROG CROSSHAIR X870E HERO e a MSI MPG X870E CARBON WIFI, com processadores Ryzen 7 9800X3D e Ryzen 9 9900X. Já o potencial de overclock também não foi esquecido: testes internos mostraram que é possível atingir 7.000 MT/s com latência CAS 38 ou 6.400 MT/s com CAS 32, dependendo da combinação de hardware utilizada.

Embora o preço oficial ainda não tenha sido revelado, estima-se que o valor supere largamente os 1000€, tendo em conta que kits de 128GB da marca já se posicionam nesse patamar.

A ASUS revelou as suas novas placas gráficas RTX 5060 e 5060 Ti

As versões TUF Gaming, Prime e Dual chegam com design otimizado para diferentes configurações, novas funcionalidades e opções até 16GB de memória

A ASUS anunciou oficialmente o lançamento das novas placas gráficas NVIDIA GeForce RTX 5060 e 5060 Ti, integradas nas linhas TUF Gaming, Prime e Dual, equipadas com a arquitetura NVIDIA Blackwell e com versões de 8GB e 16GB de memória.

De acordo com a ASUS as linhas TUF Gaming, Prime e Dual integram ventoinhas Axial-Tech com tecnologia 0dB, rolamentos de esferas duplos, placa traseira ventilada em alumínio e suporte para Duas BIOS, permitindo alternar entre modos de desempenho e silêncio. Todas as placas beneficiam ainda da tecnologia de fabrico ASUS Auto Extreme e da proteção adicional ASUS GPU Guard.

Como já é conhecido, a nova arquitetura Blackwell inclui suporte para o DLSS 4, núcleos Tensor de 5.ª geração, shaders neurais e acesso aos serviços NVIDIA NIM, dedicados a tarefas com recurso a inteligência artificial.

A linha TUF Gaming é composta por três modelos com 8GB e 16GB, com gestão térmica com dissipador MaxContact e uma construção resistente a poeiras e humidade. Contam com uma estética industrial cinza, com iluminação ARGB e compatibilidade com Aura Sync.

As placas da linha Prime foram concebidas para PCs de formato reduzido (SFF), com design de 2.5 ranhuras e três ventoinhas.

Já a gama Dual oferece o formato mais compacto das três, com duas ventoinhas e um visual retro-futurista em preto e branco.

Estas novas placas ASUS RTX 5060 Ti já se encontram disponíveis, com o modelo RTX 5060 a chegar em maio, com preços que variam de revendedor para revendedor.