Rick and Morty regressam à HBO em maio com uma temporada maior, mais ousada e mais ambiciosa

A nona temporada de Rick and Morty estreia no dia 25 de maio.

O multiverso animado de Rick and Morty está prestes a regressar à HBO Max. A estreia da nona temporada da série de animação de ficção científica está marcada para 25 de maio e, mesmo com vários Emmys já no currículo, Rick e Morty prometem “uma temporada maior, mais ousada e mais ambiciosa do que nunca“.

A sinopse oficial consegue ser mais louca que a própria série: “Rick and Morty está de volta, pessoal! A temporada nove é pura diversão garantida. Nada de lixo gerado por IA! Apenas lixo orgânico de primeira qualidade, feito por humanos reais com características humanas reais, como pelos nas costas e quistos. Por favor, vejam, ou teremos negligenciado as nossas famílias para nada.

Sei que é o meu trabalho dizer que esta série não para de se superar, mas também tem a vantagem de ser verdade“, afirmou Michael Ouweleen, presidente da Adult Swim. “É um pouco assustador o que esta equipa de produção está a fazer temporada após temporada – despejando uma quantidade absurda de talento e genialidade nestes episódios. Desde o primeiro frame, vão ver uma insanidade conceptual genial com alguns dos melhores guiões de personagens alguma vez feitos“.

As temporadas anteriores de Rick and Morty estão disponíveis na HBO Max, quer queiram rever ou ver pela primeira vez esta imperdível série de animação. Além das temporadas passadas, Rick and Morty também tem uma série de Anime e algumas curtas de animação.

Nuance Audio, os óculos concebidos especificamente para pessoas com perda auditiva

Desenvolvidos para reduzir o isolamento social, os óculos da Nuance Audio utilizam tecnologia de processamento de som para auxiliar indivíduos com perda auditiva ligeira a moderada, permitindo a gestão da bateria e do áudio em tempo real.

A saúde auditiva em Portugal e no mundo enfrenta desafios crescentes, com números que apontam para uma realidade preocupante. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) relativos a 2021, aproximadamente 1,6 mil milhões de pessoas a nível global sofrem de algum grau de perda auditiva, das quais 1,2 mil milhões apresentam perdas ligeiras a moderadas. Em Portugal, as estatísticas indicam que 2,9 milhões de pessoas vivem com dificuldades auditivas, sendo que 2,7 milhões se enquadram na categoria de perda ligeira ou moderada.

Apesar da prevalência do problema, existe uma resistência significativa na procura de soluções. Um inquérito realizado a 1.000 indivíduos com mais de 50 anos em Portugal revelou que apenas 2% consideram ouvir mal, embora apenas quatro em cada dez tenham realizado um rastreio auditivo nos últimos dois anos. Esta discrepância entre a perceção e a realidade é frequentemente alimentada pelo estigma social associado ao envelhecimento.

A transição entre os primeiros sinais de perda auditiva e a decisão de utilizar um dispositivo de apoio pode demorar entre 7 a 10 anos. Muitos indivíduos evitam soluções convencionais devido ao custo elevado, ao desconforto ou à visibilidade dos aparelhos, que são muitas vezes interpretados como um sinal de fragilidade.

Como resposta a este cenário, surgem os óculos Nuance Audio, uma solução que integra tecnologia auditiva numa estrutura de óculos convencional. Este dispositivo foi concebido especificamente para pessoas com perda auditiva ligeira a moderada, permitindo uma intervenção precoce sem a carga visual dos aparelhos auditivos tradicionais.

A tecnologia incorporada nos óculos foca-se na melhoria da compreensão da fala em ambientes ruidosos. O sistema permite que o utilizador mantenha a concentração em reuniões de trabalho, onde múltiplas vozes se sobrepõem, ou em contextos sociais como restaurantes e encontros familiares, onde o ruído de fundo costuma dificultar a comunicação e levar ao isolamento social.

O funcionamento dos óculos Nuance Audio é complementado por uma aplicação móvel que auxilia na calibração e ajuste do dispositivo. Através desta interface, é possível personalizar a experiência de acordo com as necessidades auditivas específicas de cada indivíduo. Uma das funcionalidades centrais é a gestão da bateria e do som: o utilizador pode ligar ou desligar a solução auditiva conforme o ambiente, como por exemplo, desligar o sistema em ruas com trânsito intenso e ativá-lo ao entrar num café para ouvir melhor o interlocutor.

O conjunto do produto inclui os óculos, disponíveis em dois modelos distintos, um estojo, uma base de carregamento e um pano de limpeza. A autonomia do dispositivo é gerida pelo utilizador, permitindo prolongar o tempo de uso conforme a necessidade de amplificação sonora ao longo do dia.

A eficácia desta tecnologia foi testada em laboratórios de referência, como a Western University, no Canadá, e o National Acoustic Laboratories, na Austrália. Os estudos realizados incluíram testes objetivos em ambiente controlado e experiências em situações de vida real.

Os resultados laboratoriais indicaram uma melhoria de 29% na compreensão da fala em situações complexas para idosos. Paralelamente, os participantes reportaram uma redução subjetiva de cerca de 30% no esforço auditivo necessário para acompanhar conversas. Nos testes de campo, realizados durante períodos de três horas em diversas situações quotidianas, entre 84% a 95% dos participantes confirmaram sentir uma melhoria real na sua capacidade de audição em condições de ruído.

Esta solução da Nuance Audio não visa substituir os aparelhos auditivos tradicionais ou os implantes cocleares, que continuam a ser fundamentais para perdas auditivas severas ou profundas. No entanto, posiciona-se como uma opção para quem se encontra na “zona cinzenta” da perda ligeira, oferecendo uma alternativa funcional e esteticamente integrada para melhorar a qualidade de vida e a conexão social.

Os óculos Nuance Audio já estão disponíveis em várias lojas da especialidade, sendo que os preços variam consoante os modelos.

Fresko abriu a sua primeira loja física em Portugal nas Avenidas Novas, em Lisboa

A Fresko, marca de alimentação fresca e saudável, deixa os espaços de cowork e estreia-se no retalho com uma loja de 37 m² nas Avenidas Novas, em Lisboa.

A Dils, empresa de mediação imobiliária comercial, intermediou o arrendamento de um espaço na Rua João Crisóstomo, n.º 49C, em Lisboa, para a instalação da primeira loja física independente da Fresko, marca dedicada à alimentação fresca e saudável. O espaço, com 37 m2, foi inaugurado no início de março de 2026, no coração das Avenidas Novas.

Até à data de abertura, a Fresko operava exclusivamente em dois espaços de cowork, sem presença física própria. A transição para o formato de retalho representa a primeira aposta da marca num espaço com identidade comercial autónoma, permitindo-lhe testar o conceito diretamente junto do consumidor final.

O espaço integra a Academia Kolmachine, um projeto dedicado a desportos de combate que inclui também uma área de cafetaria e restauração. É precisamente nessa área que a Fresko irá operar. A escolha da localização não foi aleatória: a ligação do espaço ao universo do desporto e do bem-estar foi apontada como um fator determinante na decisão da marca, a par da crescente afirmação das Avenidas Novas como polo de atração para conceitos de alimentação e lifestyle urbano.

Google integra o AutoFDO ao kernel do Android para melhorar desempenho e autonomia dos smartphones

A otimização baseada em perfis reais de execução promete smartphones mais rápidos e eficientes sem qualquer intervenção do utilizador.

A Google anunciou a integração do AutoFDO (Automatic Feedback‑Directed Optimization) diretamente no kernel do Android, uma mudança estrutural que visa melhorar o desempenho dos smartphones e prolongar a autonomia da bateria. A novidade atua nos bastidores, sem exigir qualquer ação de fabricantes ou utilizadores, e corrige uma limitação histórica dos processos tradicionais de compilação.

Normalmente, o compilador toma milhares de decisões com base em heurísticas estáticas, como prever que partes do código serão mais usadas ou decidir quando aplicar inlining. O problema é que essas previsões nem sempre refletem o comportamento real de um smartphone no dia a dia. O AutoFDO vem resolver essa situação fornecendo ao compilador perfis de execução obtidos a partir de cargas de trabalho reais.

O Android regista o histórico do processador para identificar partes de código “quentes” e “frios”, mas esses dados não vêm dos dispositivos dos utilizadores, já que são gerados em laboratório com cenários representativos, incluindo as 100 aplicações mais populares. Com esses perfis, o compilador consegue otimizar o kernel de forma muito mais precisa. E, para evitar regressões, o sistema adota uma abordagem conservadora e, se um processo se comportar de forma inesperada, o kernel volta automaticamente ao modo tradicional.

Os testes internos da Google mostram ganhos mensuráveis. A inicialização do sistema ficou 2,1% mais rápida, a abertura de aplicações totalmente fechadas melhorou 4,3% e outras métricas internas apresentaram avanços ainda maiores. De acordo com a Google, os utilizadores devem notar uma interface mais fluida, alternância mais rápida entre aplicações, melhor autonomia e maior capacidade de resposta geral.

A novidade chegará aos kernels android15‑6.6, android16‑6.12 e android17‑6.18, sendo aplicada de forma totalmente transparente.

Grande atualização do Google Maps chega com o Ask Maps com Gemini e a navegação imersiva

O Ask Maps usa o Gemini para responder a perguntas complexas, enquanto a navegação imersiva reformula totalmente a orientação por rotas.

A Google está a reformular o Google Maps ao integrar de forma mais ampla os seus modelos Gemini. A novidade mais marcante é o Ask Maps, um novo tipo de pesquisa baseado em conversação que substitui a lógica tradicional de palavras‑chave. Em vez de procurar manualmente por dezenas de filtros, o utilizador pode simplesmente descrever o que precisa, como um café com tomadas e sem muita gente, ou um campo de ténis iluminada à noite, e o Gemini analisa as avaliações e informações da comunidade para apresentar os resultados mais relevantes.

A funcionalidade também ajuda no planeamento de viagens, sugerindo paragens para pernoitar ou locais adequados ao perfil do utilizador. Preferências pessoais, como procurar frequentemente por restaurantes veganos, passam a influenciar as recomendações, e reservas e rotas podem ser feitas diretamente a partir das respostas. Por enquanto, o Ask Maps está disponível apenas nos EUA e na Índia para Android e iOS, com uma versão para desktop ainda em desenvolvimento.

Ao mesmo tempo, a Google está a lançar a Navegação Imersiva, uma revisão completa do sistema de orientação. A nova visualização em 3D mostra edifícios, viadutos e o relevo ao redor, destacando elementos cruciais como faixas de rodagem, passadeiras e semáforos. Para isto, o Gemini combina dados do Street View com imagens aéreas para gerar estas representações.

De modo a evitar confusão visual, o Google Maps aplica zoom inteligente e torna edifícios transparentes quando necessário para mostrar o próximo cruzamento. A orientação por voz também foi redesenhada para ser mais natural, semelhante a instruções dadas por um passageiro. As rotas alternativas são apresentadas com mais clareza, incluindo vantagens e desvantagens, e o sistema alerta para interrupções no trânsito. Ao chegar ao destino, o Google Maps destaca a entrada do edifício e opções de estacionamento próximas.

A Navegação Imersiva já começou a ser disponibilizada nos EUA e será expandida gradualmente para iOS, Android, CarPlay, Android Auto e Google Assistente.

Don’t Steal This Book: milhares de escritores assinam livro em branco contra a inteligência artificial

O livro Don’t Steal This Book reúne nomes como o Nobel da Literatura Kazuo Ishiguro ou os consagrados Philippa Gregory e Richard Osman.

A The London Book Fair 2026, que aconteceu esta semana em Londres, no Reino Unido, ficou marcada por um episódio, no mínimo, distópico. Cerca de 10.000 escritores juntaram-se para publicar um livro totalmente em branco, um protesto contra a utilização das suas obras sem autorização para treinar sistemas de Inteligência Artificial (IA) ao qual chamaram Don’t Steal This Book (Não Roube Este Livro, em tradução literal).

Vários exemplares de Don’t Steal This Book foram distribuídos naquela que é uma das maiores feiras literárias do Reino Unido, na passada terça-feira, dia 10 de março, precisamente uma semana antes do governo britânico divulgar uma avaliação sobre o custo económico das mudanças propostas na lei de direitos autorais, segundo o The Guardian. A mensagem é clara, e está escrita na capa do livro em letras garrafais a vermelho, acompanhada por uma máscara preta, em alusão ao crime, e uma assinatura lateral que diz “um apelo dos autores“.

Don't Steal This Book

A iniciativa foi organizada por um dos nomes mais ativos na luta pelos direitos autorais dos artistas, o compositor e ativista Ed Newton-Rex, e na lista de autores que nela participaram estão nomes conhecidos como o Nobel da Literatura Kazuo Ishiguro, Malorie Blackman, Philippa Gregory, Richard Osman ou Sebastian Faulks. Nos últimos anos, muitos foram os artistas que se impuseram contra a utilização da inteligência artificial nas artes, como música ou cinema.

Ao longo das muitas páginas de Don’t Steal This Book, o leitor não vai encontrar qualquer texto, a não ser os nomes dos milhares de autores que se juntaram à luta contra o governo do Reino Unido, que, como se pode ler no site oficial da campanha, “considera legalizar o roubo de livros em larga escala“, beneficiando as empresas de IA. Também as empresas de inteligência artificial são visadas, por estarem a desenvolver produtos através da cópia de milhões de livros “sem autorização ou pagamento“.

Ed Newton-Rex, que também é o fundador da Fairly Trained, uma organização sem fins lucrativos que certifica empresas de inteligência artificial para uma obtenção mais justa de dados de treino, afirmou que a indústria “construída com base em trabalhos roubados… obtidos sem permissão ou pagamento“. Acrescentou, ainda, que “a IA generativa compete com pessoas cujo trabalho é usado para a treinar, roubando-lhes o sustento. O governo deve proteger os criativos do Reino Unido e recusar-se a legalizar o roubo de trabalhos criativos por empresas de inteligência artificial“.

Foto: Ed Newton-Rex

Bellissimo Cafés renova imagem e aposta em público mais jovem

Com novo logotipo, packaging redesenhado e campanha nacional, a Bellissimo Cafés reposiciona-se no mercado sem abdicar da referência à tradição italiana de torra.

A Bellissimo Cafés, marca de café do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, apresentou um rebranding abrangente que abrange o logotipo, a identidade gráfica e o packaging. O projeto foi desenvolvido em parceria com a consultora de design Peter Schmidt Group, com escritório em Lisboa.

A reformulação visual assenta numa simplificação do logotipo e na introdução de uma paleta de cores mais vibrante, acompanhada por tipografias atualizadas e novas hierarquias gráficas. O packaging foi integralmente redesenhado, numa aposta declarada em maior visibilidade no ponto de venda, tanto no canal de retalho como no HORECA.

Segundo a marca, a revisão da identidade procura aproximar a Bellissimo Cafés de públicos mais jovens, alinhando a estética com o que descreve como os seus territórios estratégicos: arte e cultura, música e bem-estar. A comunicação visual passa a incorporar composições dinâmicas e elementos gráficos inspirados nos códigos visuais das novas gerações.

Do ponto de vista do posicionamento, a marca mantém a referência à tradição italiana de torra de café como elemento diferenciador, articulando-a com o conhecimento técnico do Grupo Nabeiro. O portfólio continua centrado em blends intensos e encorpados, sem alterações anunciadas à composição dos produtos.

Bellissimo Cafés

Pedro Vilar, diretor criativo da Peter Schmidt Group Lisboa, descreveu o processo como um exercício de equilíbrio entre a preservação do capital de marca acumulado e a necessidade de inovar para atrair novos consumidores. “Demasiada ruptura com o heritage da marca e perderíamos a confiança de quem já é cliente”, afirmou.

Por sua vez, Mónica Oliveira, diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, enquadrou o rebranding como a concretização de uma ambição de afirmar a Bellissimo como referência no segmento, sublinhando que a reformulação abrangeu todos os pontos de contacto com o consumidor.

Para acompanhar o lançamento da nova identidade, a marca ativou uma campanha multimeios sob o mote Um café português com alma italiana, com presença em exterior, ponto de venda, cinema e digital.

Xiaomi 17 Review: Um compacto que se agiganta

O Xiaomi 17 é, provavelmente, um dos melhores smartphones compactos atualmente no mercado.

Desde o final do passado mês de fevereiro que tenho estado a testar o novo Xiaomi 17, o mais compacto smartphone desta série. Quando o grande destaque vai para o modelo Ultra, pelo seu foco na fotografia, o Xiaomi 17 destaca-se não só pelo seu corpo mais compacto, mas, acima de tudo, pela seu competência.

A mudança visual mais evidente entre o Xiaomi 15 e o Xiaomi 17 é apenas uma, mas para mim é uma decisão acertada. Aquele quadrado preto brilhante que rodeava as câmaras no modelo anterior sempre me pareceu deslocado, quase como se tivesse sido colado à pressa, e só no modelo preto é que não destoava. Neste novo modelo, a Xiaomi troca-o por um quadrado arredondado em vidro fosco, com a mesma cor do chassis, e acrescentou anéis metálicos em torno de cada lente. É um pequeno detalhe, mas que dá ao telefone um aspeto muito mais cuidado e premium. Fora isso, a sensação é de déjà‑vu.

Apesar do visual moderno com traseira e laterais planas, a Xiaomi diz ter dado especial atenção à ergonomia nesta geração. A marca fala “em cantos inspirados no Arco Dourado” e num “design superelíptico”, mas, deixando o marketing de lado, o que posso dizer é que o Xiaomi 17 é realmente agradável de segurar. O tamanho compacto ajuda imenso – um alívio num mercado dominado por telemóveis de grandes dimensões – e nenhum dos cantos ou arestas incomoda na mão. O peso reduzido, com apenas 191 gramas, também contribui para que seja fácil utilizá‑lo só com uma mão, sem aquela sensação constante de que vai escorregar. E essa preocupação não é descabida, já que a moldura anodizada e o vidro traseiro fosco são ótimos a evitar marcas de dedos, mas que, a meu ver, não oferecem muita aderência.

A Xiaomi deixou de incluir a habitual capa de TPU escura e optou por uma capa rígida transparente. Isto significa que a capa não absorve impactos tão bem como o TPU, mas protege de riscos, mantém o clique dos botões e deixa ver a cor do telefone, o que é um ponto positivo. Outro detalhe que reforça a sensação premium são as margens extremamente finas. A Xiaomi já tinha mostrado o processo LIPO no Xiaomi 15T Pro, mas aqui foi melhorado, resultando em bordas de apenas 1,18 mm. Na prática, dá ao telefone um aspeto muito elegante e torna a experiência de visualização mais imersiva, mesmo com um ecrã relativamente pequeno.

Xiaomi 17
Xiaomi 17 com a capa rígida que é fornecida

Em termos de durabilidade, o Xiaomi 17 mantém a estrutura reforçada da geração anterior, com uma moldura de alumínio 6M42 e o Xiaomi Shield Glass 3.0 na frente, que a marca afirma ser muito mais resistente a quedas do que o vidro temperado comum. Durante o tempo em que o testei, tanto a moldura como o vidro traseiro e o ecrã permaneceram impecáveis, e até a película pré‑instalada mostrou ser surpreendentemente resistente. A certificação IP68 continua presente, o que é sempre bem‑vindo, mas já não impressiona num topo de gama Android.

O ecrã LTPO AMOLED de 6,3 polegadas com a proporção 19,6:9 acabou por ser uma das partes que mais gostei no Xiaomi 17. A alta resolução (2656 x 1220 pixeis) deixa tudo super definido e a taxa de atualização variável entre 1 e 120 Hz faz com que a navegação pareça sempre fluida. Também não tive razões de queixa na calibração de cores, já que estamos a falar de um ecrã de 12 bits. Como é habitual, temos acesso ao modo Cor Original Pro, que tenta manter as cores realistas, e o Vivido, que puxa mais pela saturação. No modo mais neutro, os resultados foram excelentes, quase total cobertura sRGB e um Delta E de 0,81, o que significa que as cores são extremamente fiéis. No dia a dia, nota-se mesmo essa consistência, e mesmo sob luz solar muito forte, o seu brilho máximo de 3500 nits deixa tudo ficar extremamente nítido.

O ecrã do Xiaomi 17 conta ainda com um sensor ultrassónico para o desbloqueio biométrico. É mais rápido, mais fiável e funciona mesmo com os dedos húmidos, algo onde os sensores óticos tendem a falhar com frequência. Para além disso, o facto de ter sido colocado mais acima no ecrã torna o gesto de desbloquear muito mais natural. Até o processo de configuração é mais rápido do que o habitual, o que só reforça a sensação de qualidade.

No som, o Xiaomi 17 cumpre, mas não impressiona. O volume é bom e não notei distorção, mas o equilíbrio não é perfeito e os graves dependem quase exclusivamente do altifalante inferior. Para quem dá prioridade ao áudio, há opções mais fortes no mercado e, apesar do Xiaomi 17 fazer um trabalho competente, não se destaca nesta área.

Xiaomi 17
Xiaomi 17

O Snapdragon 8 Elite Gen 5 confirma o que já esperava, ou seja, vai ser o motor da maioria dos smartphones topos de gama de 2026. No Xiaomi 17, o desempenho é excelente, embora a diferença para o chip do ano passado não seja tão significativa como o seu nome sugere. Em termos práticos, é o melhor que temos no universo Android, com todas as aplicações a abrirem quase instantaneamente, e os testes de benchmark confirmam que este Xiaomi 17 só não é mais rápido que o iPhone 17 Pro Max em desempenho de núcleo único. Ou seja, não existe aplicação que este smartphone não possa executar como os melhores smartphones no mercado, e o mesmo é válido nos jogos. Por exemplo, durante os testes joguei Genshin Impact com as definições todas no máximo e o telefone manteve‑se impecável, sempre nos 60 fps, sem aquecimentos preocupantes ou quebras de fluidez. Algo que, lá está, só é possível graças ao processador da Qualcomm. E se lhe juntarmos 12GB de RAM LPDDR5X e armazenamento interno UFS 4.1, temos, mesmo, o que de melhor existe atualmente no mercado.

A título de curiosidade, a unidade que recebi para testes conta com 512GB de armazenamento interno, que é a única versão disponível oficialmente no mercado nacional.

Com o Xiaomi 17, a fabricante voltou a apostar na sua rede Offline Communication, que desta vez surgiu ainda mais reforçada. Apesar de não ter conseguido testar a funcionalidade, pela falta de ter mais do que um equipamento compatível, continua a ser necessário ter um SIM registado. A ideia é simples e permite que se comunique com outro equipamento com suporte para essa funcionalidade, mesmo que esteja a mais de um quilómetro de distância, e sem depender da rede móvel. A funcionalidade teve a sua estreia com a série Xiaomi 15T e, como seria de esperar, só ganha força à medida que mais equipamentos a incluem. Não é algo que vá mudar o dia a dia da maioria das pessoas, mas pode ser útil em zonas isoladas ou para quem prefere manter certas conversas longe das infraestruturas tradicionais.

A nível de bateria, é o departamento onde a Xiaomi decidiu não acompanhar a tendência dos rivais. Enquanto outras marcas já oferecem modelos com baterias gigantes, a Xiaomi ficou-se pelos 6.330 mAh. Mas não pensem que a autonomia desaponta, já que ainda está muito acima da média, apesar de ficar algo longe da sua versão chinesa com os seus 7.000 mAh.

Aliás, a autonomia surpreendeu‑me, já que consegui praticamente dois dias de utilização intensa com uma única carta. Foram raros os dias em que cheguei ao final do dia com menos de 50% de bateria, e mesmo com uma utilização intensa, como email, redes sociais, vídeos, fotografias e muito mais. E quando é necessário recarregar, o carregamento rápido compensa parcialmente a diferença de capacidade. O Xiaomi 17 oferece suporte para o carregamento rápido com fio de 100W e 50W sem fios, o que significa que, em pouco mais de 20 minutos, temos bateria para um dia inteiro de utilização. Já o carregamento dos 0 aos 100% leva pouco menos de uma hora, o que a meu ver é excelente.

Para os interessados, o novo smartphone da Xiaomi oferece suporte para o carregamento reverso com fio de até 22,5W. Para quem quiser utilizar a bateria do smartphone, por exemplo, para carregar os auriculares, este oferece uma velocidade de carregamento muito superior ao da concorrência, já que habitualmente esse carregamento está limitado de 5W.

Xiaomi 17
Xiaomi 17

Como não podia deixar de ser, o Xiaomi 17 mantém a aposta forte na fotografia, com quatro câmaras Leica de 50MP, entre elas uma telemacro flutuante com zoom 2,6x, para além de gravação em 4K a 60 fps com Dolby Vision. O que mais me chamou a atenção é que, ao contrário da maioria dos topos de gama, aqui todos os sensores, incluindo o frontal, contam com 50MP e recorrem ao pixel‑binning para melhorar o desempenho em fracas condições de luz e aumentar o alcance dinâmico. Nota‑se sobretudo no sensor ultra‑angular e na câmara de selfies, que normalmente ficam para trás. E mesmo não sendo a versão Ultra, este equipamento beneficia bastante da parceria com a Leica. As duas predefinições de cor continuam presentes: Leica Vibrante, que é a que mais gosto e utilizei a maior parte do tempo nos meus testes, e a Leica Autentico, mais suave e natural. No modo Retrato, há agora um ajuste Master Portrait que complementa o perfil Leica Portrait e tenta reproduzir tons de pele de forma mais fiel.

A lente principal usa o chamado design ótico Leica UltraPure, com sete elementos, um deles em vidro, e revestimentos que ajudam a reduzir reflexos e melhorar a nitidez. Na prática, funciona muito bem. As fotos com boa luz são excelentes, com cores equilibradas e pouco ruído. O sensor principal mudou para o Light Fusion 950, mas perde a tecnologia LOFIC presente nos modelos superiores, que oferece um alcance dinâmico superior. Ainda assim, o Xiaomi 17 lida muito bem com cenas de alto contraste. À noite, a nitidez cai um pouco e o vídeo em Dolby Vision fica limitado a 4K/60 fps, enquanto alguns concorrentes já chegam aos 120 fps. Mas gosto do facto da Xiaomi não tentar clarear artificialmente as sombras, como a Google faz com os Pixel, e o contraste mais marcado dá às imagens um ar mais dramático e profundo.

O zoom telefoto de 2,6x não impressiona tanto e a qualidade degrada‑se a partir dos 10x, mas a lente flutuante compensa com uma macro fantástica, já que é possível fotografar detalhes a apenas 10 cm com resultados surpreendentes. O modo Retrato também beneficia das distâncias focais naturais, com bom recorte e bokeh convincente. A única área que não me surpreendeu foi a da câmara frontal, que, apesar de usar o mesmo sensor da ultra‑angular, apresenta cores menos consistentes. Ainda assim, não estou a dizer que tira más fotografias, só achei que os resultados fossem mais surpreendentes, uma vez que estamos perante um sensor de 50MP.

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Xiaomi 17

A Xiaomi parece cada vez mais inclinada a seguir a Apple, e isso nota‑se muito no software do Xiaomi 17. O HyperOS 3 tem excelentes ideias, mas algumas são tão semelhantes ao iOS que é difícil ignorar. Outras marcas fazem o mesmo, como a Honor que tem o MagicOS 10 e que é mesmo muito semelhante ao iOS, mas a Xiaomi não fica atrás. O HyperIsland é o exemplo mais óbvio: uma animação em forma de pílula que surge à volta da câmara frontal para mostrar atividades em curso. A implementação da Xiaomi tem a vantagem de permitir alternar rapidamente entre tarefas, o que acaba por ser prático, mesmo que a inspiração seja evidente.

A personalização é um dos pontos fortes do HyperOS, embora a organização das opções nem sempre seja intuitiva. A Xiaomi continua a esconder funcionalidades básicas do Android, mas compensa com extras interessantes, como ecrãs de bloqueio mais elaborados e janelas flutuantes que tornam a multitarefa mais flexível. O envio de ficheiros para outros dispositivos funciona bem, mesmo para os da Apple, e apesar de o Xiaomi 17 trazer algumas aplicações desnecessárias, está longe da experiência carregada de anúncios dos modelos mais baratos da marca. Aqui, pagar mais traduz‑se numa experiência de software mais limpa e menos intrusiva, mas ainda não totalmente.

No que toca à inteligência artificial, a Xiaomi mantém um perfil mais discreto. O Gemini Live já vem instalado e as ferramentas proprietárias da marca conseguem editar imagens, resumir documentos e ajustar textos com resultados muito interessantes, mas ainda não tão bons como os da Samsung.

As atualizações é outro dos pontos onde a Xiaomi está a tentar melhorar e, com o Xiaomi 17, promete cinco grandes atualizações do sistema operativo e seis anos de atualizações de segurança. É um avanço interessante, mas ainda continua um pouco atrás dos líderes do mercado, que já oferecem suporte mais prolongado. Mas será que alguém vai utilizar o Xiaomi 17 para lá de 2032? Estaremos cá para ver.

Xiaomi 17
Xiaomi 17

Para quem procura um smartphone compacto com desempenho de ponta, poucas são as marcas que conseguem oferecer algo semelhante ao Xiaomi 17. Estamos a falar de um equipamento que custa atualmente 1.099€, mas que oferece um design muito interessante, um ecrã de topo, um desempenho digno dos melhores smartphones do mercado, fotografia assinada pela Leica e com qualidade inegável, e uma autonomia que faz inveja à grande maioria dos smartphones.

Óbvio que há pequenos aspetos que ainda podem ser melhorados, mas nenhum deles estraga realmente a experiência que o Xiaomi 17 oferece. Seria ótimo ter acesso à gravação em 4K a 120 fps com Dolby Vision, um ecrã capaz de ir ainda mais longe em brilho máximo, uma teleobjetiva com maior alcance, uma certificação IP mais completa e um compromisso de software mais prolongado, além de uma identidade de interface mais própria. Mas fica para um próximo modelo.

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Este produto foi cedido para análise pela Xiaomi

ORIGO 34: o restaurante que quer pôr Porto Santo no mapa da alta gastronomia

O Legacy Ithos Boutique Hotel apresentou na BTL o ORIGO 34, restaurante com consultoria do chef Diogo Rocha focado no produto local de Porto Santo, com ambição de se afirmar a nível nacional e internacional.

Foi na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa que o grupo Vila Baleira deu a conhecer publicamente o ORIGO 34, o restaurante integrado no Legacy Ithos Boutique Hotel, em Porto Santo. A apresentação marcou a primeira afirmação oficial do projeto, que tem na gastronomia um dos principais argumentos de diferenciação do novo hotel.

O espaço conta com a consultoria do chef Diogo Rocha, figura reconhecida no panorama da alta cozinha portuguesa, nomeadamente pelo trabalho desenvolvido no restaurante Mesa de Lemos. Já a liderança executiva da cozinha ficará a cargo do chef Manuel Santos, cuja carreira está ligada ao Grupo Vila Baleira. É esta dupla que define a orientação gastronómica do ORIGO 34: uma cozinha assente no produto local – tanto do mar como da terra -, com foco no peixe e no marisco, sem excluir opções de carne e propostas vegetarianas. O conceito, nas palavras do próprio chef Manuel Santos, passa por “comida de conforto, de partilha, mas também com alguma inovação”.

Diogo Rocha, por sua vez, descreveu o projeto como “uma união natural entre pessoas que partilham os mesmos princípios de vida, de família, respeito, proximidade e autenticidade”, acrescentando que o ORIGO 34 “nasce com a ambição clara de valorizar a cozinha portuguesa a partir da sua origem, do mar, da terra e das pessoas”. O chef assumiu ainda que o novo desafio não representa um abandono do Mesa de Lemos, mas antes uma extensão da mesma inquietação criativa que tem marcado o seu percurso.

Do lado da administração, Gonçalo Teixeira deixou clara a ambição do projeto ao afirmar que se trata de “um projeto à frente do tempo na região da Madeira, a nível europeu e até mundial”, garantindo um “serviço de excelência e diferenciado”. O responsável sublinhou que a intenção é preservar a identidade associada ao Vila Baleira, elevando-a a “um patamar que não existe” na região.

Por sua vez, Bruno Martins, diretor-geral do Legacy Ithos, reforçou o papel estratégico do restaurante para o posicionamento do hotel: “A gastronomia assume um papel central na experiência que queremos proporcionar aos nossos hóspedes e a todos os que visitam a Madeira.” Martins destacou ainda a ligação às origens como conceito fundador do espaço – dos produtores locais aos pescadores da ilha -, com o objetivo de que o ORIGO 34 se torne “uma referência não apenas para quem nos visita, mas também para o próprio destino”.

O restaurante está localizado nas dunas de Porto Santo, com vista para o mar, e funcionará em serviço contínuo, do pequeno-almoço ao jantar. O espaço combina zonas interiores com áreas exteriores integradas na paisagem natural da ilha.

A nova campanha da Parfois transforma uma mesa de sobremesas em cenário de moda

Silhuetas fluidas, acessórios em movimento e um elenco de cinco figuras internacionais: a Parfois apresenta a sua campanha Primavera/Verão 2026 inspirada no momento da sobremesa.

A Parfois apresentou a sua campanha para a estação Primavera/Verão 2026, construída em torno de um conceito singular: a sobremesa como ritual coletivo. A ideia parte de um momento do quotidiano – o prolongar de uma refeição quando a conversa não quer terminar – e serve de fio condutor a toda a narrativa visual da coleção.

A campanha foi dirigida pelo realizador Max Siedentopf e tem como cenário central uma longa mesa. É à sua volta que decorre a ação, num ambiente que mistura encontro, celebração e espontaneidade. O conceito de sobremesa funciona aqui como metáfora: um instante de pausa partilhada, onde os gestos se desaceleram e a energia circula entre quem está presente.

O elenco da campanha reúne cinco figuras de diferentes áreas criativas. A cantora espanhola Bebe faz uma participação especial. A artista musical americana Kaya Wilkins integra a narrativa a partir da sua relação com a voz e o som. Amy Lim, bailarina do coletivo musical La Horde, representa o movimento. E as modelos Madeleine Fischer e Kim Pinheiro completam o grupo. A escolha do elenco não é aleatória: a Parfois quis cruzar três linguagens de expressão distintas – música, dança e presença – num mesmo espaço partilhado.

Parfois Primavera/Verão 2026

A dimensão sonora e coreográfica atravessa toda a campanha. O ritmo da música não funciona apenas como pano de fundo, mas como elemento estruturante da narrativa visual: determina o compasso dos movimentos e da energia captada nas imagens. A coleção é apresentada, segundo a marca, como uma coreografia coletiva onde som e emoção se articulam.

Do ponto de vista visual, a campanha inclui elementos simbólicos de carácter surrealista, entre os quais maçãs de grandes dimensões. A referência remete para a natureza e para a ideia de partilha, funcionando como contraponto lúdico ao registo mais contido do cenário.

A nível de produto, as peças da coleção Primavera/Verão 2026 apostam em silhuetas fluidas e descontraídas, com sobreposição de camadas e contrastes entre estrutura e leveza. Os acessórios – carteiras e bijuteria – foram concebidos para acompanhar o movimento do corpo de forma natural.

A coleção está disponível desde esta quinta-feira, 12 de março, no site oficial da marca e em lojas selecionadas.

The Audacity renovada para segunda temporada antes sequer de estrear a 1ª

A AMC Networks confirmou a segunda temporada de The Audacity dias antes da apresentação mundial no Texas.

A AMC Networks anunciou a renovação de The Audacity para uma segunda temporada antes mesmo de a série ter estreado. O anúncio surge a poucos dias da apresentação mundial da produção no festival South by Southwest, marcada para 14 de março, em Austin, Texas, nos EUA.

A série decorre no universo de Silicon Valley e centra-se num diretor-executivo especializado em mineração de dados, interpretado por Magnussen, que procura converter influência e acesso a informação em poder e benefício económico. O universo da ficção é habitado por multimilionários, psiquiatras reconvertidos em figuras de influência, profissionais de tecnologia obcecados com biohacking, laboratórios de inteligência artificial e adolescentes submetidos a programas de “otimização” em escolas privadas de elite. A narrativa, com contornos de drama e humor negro, aborda questões de privacidade, ética e identidade num contexto de transformação tecnológica acelerada.

O elenco inclui Billy Magnussen, Sarah Goldberg, Zach Galifianakis, Lucy Punch, Simon Helberg, Rob Corddry, Meaghan Rath, Paul Adelstein, Everett Blunck, Thailey Roberge e Ava Marie Telek.

The Audacity é criada, escrita e produzida por Jonathan Glatzer, responsável por trabalhos anteriores em séries como Better Call Saul, Succession e Bad Sisters. Em Portugal, a série chega a 16 de abril, em exclusivo no canal AMC e no serviço de streaming AMC SELEKT. Nos EUA, a estreia acontece quatro dias antes, a 12 de abril.

PATEO: consórcio quer prolongar vida sem demência e aliviar pressão no Estado

Um consórcio com Alzheimer Portugal, ISCTE e Fundação Champalimaud lança o PATEO, projeto financiado pelo PRR que propõe alternativas aos lares para prolongar a autonomia de pessoas idosas e reduzir custos no Estado.

Em 2050, cerca de 358.000 portugueses deverão viver com alguma forma de demência. A projeção, avançada pela Alzheimer Europe, traduz um cenário de pressão crescente sobre famílias, Serviço Nacional de Saúde e Segurança Social – e é precisamente este cenário que um consórcio alargado de entidades portuguesas pretende contrariar com um projeto de intervenção integrada chamado PATEO.

A sigla significa Pessoas com Autonomia, Teto, Espaço e Oportunidade. O consórcio que lhe dá corpo inclui a Alzheimer Portugal, o Atelier Peninsular, o Instituto S. João de Deus, o ISCTE, a NOVA Medical School, a Rede Capital Social e a Fundação Champalimaud. A iniciativa é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e assenta numa premissa central: o modelo atual de resposta ao envelhecimento, maioritariamente centrado em lares, acelera a dependência em vez de a travar.

Segundo os investigadores envolvidos no projeto, cerca de 45% do risco de desenvolver demência está associado a fatores modificáveis, entre os quais o isolamento social, a inatividade e a falta de estímulo cognitivo e ambiental. A lógica do PATEO parte deste dado para argumentar que intervir precocemente nestes fatores, através de modelos alternativos de habitação e cuidado, pode alterar a curva de progressão da doença e prolongar os anos de vida autónoma.

O diagnóstico sobre o estado atual dos cuidados é crítico. A resposta disponível mantém-se predominantemente institucional, com alternativas intermédias escassas e cuidados domiciliários insuficientes, frequentemente acionados de forma tardia. Esta configuração, argumentam os promotores do projeto, aprofunda desigualdades, favorece o isolamento e conduz a institucionalizações não desejadas, com perda de autonomia e de vínculos comunitários.

O PATEO propõe duas linhas de resposta complementares: os cuidados domiciliários modernos e as Organizações Habitacionais Colaborativas, também designadas por cohousing. A transição para estes modelos é apresentada como uma via capaz de gerar poupanças expressivas para o Estado, embora os valores concretos dessas poupanças estejam por quantificar publicamente.

O projeto estrutura-se em torno de dois estudos de caso concretos. O primeiro é o Home360, uma intervenção psicossocial com a duração de cinco meses desenvolvida pelo Instituto S. João de Deus – Casa de Saúde do Telhal. Destinada a pessoas com demência e aos seus cuidadores informais, a iniciativa combina acompanhamento personalizado, visitas domiciliárias, grupos de apoio e formação orientada por Planos de Intervenção Individual.

O segundo estudo de caso é A Casa, uma cooperativa habitacional de cohousing idealizada e autogerida por cidadãos seniores, ainda em fase de implementação. O modelo distingue-se pela auto-organização dos próprios residentes, que assumem um papel ativo na gestão do espaço e na criação de redes de suporte social.

Para além disso, o consórcio tem vindo a desenvolver workshops e grupos de trabalho que reúnem decisores e profissionais para mapear dificuldades concretas na implementação e financiamento dos cuidados domiciliários, identificar obstáculos legais e regulamentares à inovação na articulação entre habitação, saúde e apoio social, e consolidar evidência científica e técnica. Este trabalho dará origem a um policy brief destinado a orientar reformas e projetos-piloto.

Os resultados do projeto serão apresentados numa sessão pública agendada para 27 de março, entre as 14h30 e as 18h30, no Auditório da Fundação Champalimaud, em Lisboa. A iniciativa pretende reunir decisores públicos, dirigentes de serviços, poder local e financiadores, com o objetivo declarado de acelerar compromissos de implementação.

Botik Spa: O Boticário abre espaço de tratamentos faciais no Alegro Sintra

O Boticário inaugurou o Botik Spa no Alegro Sintra, um espaço de tratamentos faciais com diagnóstico cutâneo, equipamentos de estética avançada e protocolos personalizados com séruns de tecnologia suíça.

O Boticário inaugurou o Botik Spa, um espaço de tratamentos faciais integrado na sua loja do Alegro Sintra. O conceito alia os produtos da linha Botik – desenvolvidos com tecnologia suíça e elevada concentração de ativos – a equipamentos de estética facial e a um sistema de diagnóstico cutâneo, o Skin Analyzer, que gera um relatório detalhado sobre o estado da pele de cada cliente.

O espaço funciona entre as 11h e as 20h, sendo obrigatória marcação prévia. O acesso aos tratamentos está estruturado em dois modelos: a compra de produtos Botik no valor mínimo de 45€ em loja física dá direito a um protocolo facial de 30 minutos; a partir dos 60€, o cliente acede a um protocolo de 50 minutos. Quem preferir agendar o tratamento diretamente, sem compra associada, pode fazê-lo, sendo o valor pago integralmente convertido em produtos. O serviço não está disponível através do canal online da marca.

Para cada duração existem cinco protocolos distintos, diferenciados pelos ativos utilizados e pelos objetivos de cada tratamento. Nos protocolos de 30 minutos incluem-se, entre outros, o Botik Urban Glow, direcionado para peles cansadas e formulado com Vitamina C, e o Botik Glass Skin, centrado na hidratação com Ácido Hialurónico e Prebióticos. O Botik Lifting Express recorre a Resveratrol, Silício e Peptídeos para um efeito tensor imediato, o Botik Fresh Skin combina Ácido Mandélico e Salicílico para peles mistas ou com tendência acneica, e o Botik Derma Repair é formulado com Cica, Pantenol e Ceramidas para peles sensíveis.

Os protocolos de 50 minutos seguem a mesma lógica de personalização, com maior duração e abordagem mais intensiva. O Botik Firm & Lift trabalha a firmeza e elasticidade com a mesma combinação de Resveratrol, Silício e Peptídeos, enquanto o Botik Hydra Filler aposta no efeito preenchedor do Ácido Hialurónico. O Botik Instant Glow tem foco antioxidante e iluminador com Vitamina C, o Botik Cell Renewal promove renovação celular com Ácido Glicólico, e o Botik Skin Correct atua sobre manchas e imperfeições através de Ácido Mandélico e Salicílico.

Para além dos protocolos faciais, o Botik Spa disponibiliza também duas massagens faciais – Massagem Detox e Massagem Relax & Lift -, que incorporam técnicas manuais e acessórios como o Roller de Jade e o Gua Sha, instrumentos associados à estimulação linfática e à tonificação muscular.

Do ponto de vista tecnológico, o espaço conta com três equipamentos principais: o já referido Skin Analyzer para diagnóstico, o Biolight – um dispositivo LED de alta densidade – e o Hydraclean Pro 6 em 1, descrito como uma ferramenta multifuncional para limpeza, estimulação e hidratação facial. A seleção dos séruns a aplicar em cada sessão é feita pelo profissional após análise do estado da pele e dos objetivos do cliente, podendo ser utilizados de forma isolada ou combinada.

O Botik Spa representa a primeira integração deste formato de espaço de tratamentos dentro de uma loja d’O Boticário em Portugal.

Lisboa recebe 8.ª edição da Paixão Pelo Vinho Awards Wine Party

A revista Paixão Pelo Vinho celebra 20 anos e 100 edições com uma Wine Party no Vila Galé Ópera, em Lisboa, a 21 de março.

O Hotel Vila Galé Ópera, junto às Docas de Lisboa, acolhe no próximo sábado, 21 de março, a oitava edição da Paixão Pelo Vinho Awards Wine Party. O evento, organizado pela revista especializada Paixão Pelo Vinho, junta anualmente cerca de mil participantes entre profissionais do setor vitivinícola e consumidores, e tem como propósito central distinguir e celebrar os produtores galardoados pela publicação.

A iniciativa estrutura-se em dois momentos distintos ao longo do dia. O primeiro é o Almoço Vínico de Entrega de Prémios, agendado para as 12h30, destinado sobretudo a profissionais da indústria – produtores e enólogos -, embora um número limitado de lugares esteja disponível para o público geral através do bilhete Premium Almoço + Party, ao preço de 70€. Neste almoço são entregues os prémios Paixão Pelo Vinho Excelência e Paixão Pelo Vinho Escolha.

O segundo momento é a Wine Party, com início às 17h. Nesta sessão estarão disponíveis para prova mais de 200 vinhos e espumantes de produtores premiados, representando todas as regiões vitivinícolas do país. Em paralelo e de acesso livre decorrem as Conversas com os Enólogos, provas comentadas com periodicidade de trinta minutos, centradas em castas, estilos e terroirs. A partir das 19h, o programa inclui música ao vivo. O Vila Galé Ópera disponibiliza ainda uma carta de petiscos com consumo a pagamento separado.

Os bilhetes para a Wine Party encontram-se à venda até 20 de março a preço promocional: 18€ o individual e 28€ o duplo. No próprio dia do evento, o bilhete individual passa a custar 25€. A compra pode ser efetuada através da Ticketline ou nos pontos de venda físicos da FNAC, Worten e El Corte Inglés. Todos os bilhetes incluem o copo oficial de prova.

Para além do evento de março, a revista tem previsto um calendário de iniciativas para o resto do ano: a Gala Paixão Pelo Vinho 20 Anos realiza-se a 15 de maio no Casino Estoril; o Wine Affair Lisboa a 30 de maio no Hotel Hyatt Regency Lisboa; a Ericeira Wine Party a 4 de julho no Hotel Vila Galé Ericeira; a Festa Branca Setúbal Summer Wine Party a 18 de julho no B&B Hotel Sado Setúbal, evento que reúne habitualmente cerca de duas mil pessoas; e a Braga Wine Experience a 26 de setembro no Vila Galé Collection Braga.

Portugueses lideram compras no Pinheirinho Comporta, com mais de 70% dos lotes da primeira fase vendidos

A VIC Properties já transacionou mais de 70% dos 120 lotes da primeira fase do Pinheirinho Comporta. Os compradores portugueses representam 75% das aquisições.

A VIC Properties está a aproximar-se do encerramento da comercialização da primeira fase de lotes do Pinheirinho Comporta, em Comporta. Dos 120 lotes inicialmente colocados no mercado, mais de 70% já foram transacionados, num ritmo que a promotora descreve como consistente desde o arranque do projeto.

Os lotes, com áreas compreendidas entre os 1.000 e os 5.000 m2, destinam-se a quem pretende construir moradia própria, mas dentro de um conjunto de critérios arquitetónicos definidos pelo empreendimento, que visam assegurar coerência estética e integração com a paisagem envolvente. Neste momento, há mais de 24 moradias em fase de construção, e a empresa prevê atingir as 50 unidades em obra até ao final do primeiro semestre deste ano.

Do ponto de vista da procura, o mercado português tem dominado claramente: os compradores nacionais representam mais de 75% das aquisições nesta fase. Os restantes compradores provêm de mais de 10 países, com maior expressão da França, do Brasil, dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Paralelamente aos lotes, a VIC Properties comercializou igualmente moradias chave-na-mão, unidades atualmente em construção com tipologias a partir de V4, que serão entregues totalmente equipadas e prontas a habitar. Neste segmento, 60% dos compradores são também portugueses.

O Pinheirinho Comporta ocupa uma área total de 400 hectares e integra, para além dos lotes e moradias, apartamentos, villas e branded residences. O projeto inclui ainda um hotel da marca Six Senses, as primeiras branded residences dessa insígnia em Portugal, e o complexo de apartamentos Pin Comporta, que iniciou a sua comercialização em outubro do ano passado.

Entre as infraestruturas previstas contam-se restaurantes, piscinas, kids club, horta biológica, ginásio ao ar livre, percursos pedestres, ciclovias e um espaço comercial dedicado a marcas premium. O empreendimento oferece ainda acesso a pé a uma extensa faixa costeira e inclui um clube de praia para uso exclusivo de hóspedes e proprietários.

Em fase avançada de construção está o Clubhouse, cuja conclusão está prevista para o primeiro semestre deste ano. O espaço dará suporte ao campo de golfe de 18 buracos já existente, desenhado pelo arquiteto Jorge Santana da Silva.

Foto: atelier Jacobsen Arquitetura

Costa Cruzeiros divide excursões em quatro perfis de viajante para 2026

Para 2026, a Costa Cruzeiros organiza as suas Land Experiences em quatro perfis distintos e lança experiências exclusivas durante a navegação.

A Costa Cruzeiros organizou para este ano a sua oferta de excursões terrestres, denominadas internamente Land Experiences, em quatro categorias distintas, cada uma direcionada a um perfil diferente de viajante. A medida insere-se numa abordagem mais ampla da companhia, que pretende que a personalização da experiência de bordo e em terra seja parte constitutiva dos seus itinerários, e não um serviço adicional.

As quatro categorias funcionam como filtros de escolha para os passageiros no momento de planear as escalas. A primeira, denominada See it all, destina-se a quem prefere uma visita panorâmica e guiada ao destino, com um plano estruturado que cobre os principais pontos de interesse. A segunda, Ícones, propõe uma exploração mais aprofundada de referências culturais e turísticas específicas – como o Coliseu, em Roma, ou os mercados da Sicília -, com maior enfoque no contexto histórico e local de cada sítio. A terceira categoria, Extraordinário, agrupa experiências fora do circuito habitual, como passeios de Vespa por Roma ou voos em hidroavião, direcionadas a quem procura algo menos convencional. A quarta, Fun for Family, é concebida especificamente para grupos familiares com crianças, com propostas que incluem, por exemplo, visitas às ruínas de Pompeia ou caças ao tesouro em Palermo.

A companhia alarga ainda o conceito de personalização ao período de navegação, através do que designa por “destinos marítimos exclusivos”, que são experiências programadas para ocorrer enquanto o navio está em rota ou parado em pontos específicos do itinerário. Entre os exemplos divulgados pela Costa Cruzeiros estão um pequeno-almoço ao nascer do sol em frente à ilha de Capri, uma sessão de observação astronómica em mar aberto com as luzes do navio apagadas, e um aperitivo ao pôr do sol ancorado em frente ao vulcão de Santorini. Estas experiências são apresentadas como parte integrante do itinerário e não como opções separadas.

A bordo, a oferta mantém a lógica de segmentação por preferências: restaurantes temáticos, espetáculos de entretenimento e espaços dedicados ao descanso coexistem para que cada passageiro possa gerir o próprio ritmo da viagem, independentemente do grupo com quem viaja.

Feitoria Inglesa abre ao público pela primeira vez em 236 anos

A Feitoria Inglesa, no centro histórico do Porto, abre ao público em 2026 pela primeira vez desde 1790.

A Feitoria Inglesa, no centro histórico do Porto, abre ao público em 2026 pela primeira vez desde a sua conclusão, em 1790. O edifício, com vista para o Rio Douro, funcionou durante mais de dois séculos como sede cerimonial e social do comércio britânico do Vinho do Porto, sendo o acesso historicamente reservado a convidados.

O imóvel foi construído por comerciantes britânicos radicados na cidade, cuja presença organizada no Porto remonta pelo menos ao século XVII. Em 1811, foi formalmente constituída a British Association, entidade que ainda hoje gere o edifício e é composta pelas empresas do setor ligadas ao Vinho do Porto. A instituição mantém-se operacional, recebendo jantares formais, provas e reuniões regulares.

O espólio do edifício inclui um salão de baile, duas salas de jantar históricas, uma garrafeira subterrânea e uma biblioteca privada com livros, mapas e materiais de arquivo relacionados com a história comercial e marítima de Portugal. Entre os documentos preservados encontra-se um livro de visitas com assinaturas de oficiais do exército anglo-português após a libertação do Porto em 1809, durante as campanhas do Duque de Wellington.

feitoria inglesa 1

As visitas à Feitoria Inglesa estão disponíveis em dois formatos distintos. De manhã, realizam-se visitas guiadas com prova de dois vinhos Porto Vintage provenientes das reservas privadas das empresas-membro, vinhos que raramente circulam fora dos eventos internos da Casa. Naturalmente, o número de participantes por grupo é limitado e a reserva antecipada é obrigatória. Ao longo da tarde, a partir das 13h30 e até às 18h, com última entrada às 17h00, decorrem visitas autoguiadas com recurso a conteúdos multimédia que contextualizam a história comercial, diplomática e cultural da instituição.

O preço da visita guiada com prova de Vintage Port é de 70€, enquanto que a visita autoguiada custa 14€. O edifício situa-se na Rua do Infante D. Henrique, n.º 8, e está aberto ao domingo, segunda-feira, terça-feira, sexta-feira e sábado, encerrando à quarta e quinta-feira.

Nova creatina da Prozis oferece uma “pureza sem paralelo”

A fórmula ultra-clara e não leitosa da Creatine MicronPure da Prozis faz com que se misture sem esforço em qualquer bebida.

A creatina é um suplemento popular entre atletas e entusiastas do fitness, conhecido pelos seus potenciais benefícios no aumento da força muscular, desempenho e recuperação. Mas o que é exatamente a creatina e como ela funciona?

A creatina é um composto natural produzido pelo corpo humano, principalmente no fígado, rins e pâncreas. Ela é armazenada nos músculos na forma de fosfocreatina, que atua como uma fonte rápida de energia durante atividades de alta intensidade e curta duração, como levantamento de peso e sprints.

Alguns dos principais benefícios da creatina são o aumento da força e potência muscular, melhoria do desempenho em exercícios de alta intensidade e recuperação muscular mais rápida. Além disso, a creatina também tem sido estudada pelos seus possíveis efeitos na saúde cerebral, função cognitiva e prevenção de doenças neurodegenerativas.

Os adultos armazenam tipicamente 80-130 g de creatina, com 1-2% de decomposição diária, exigindo uma reposição regular. Embora o corpo produza naturalmente alguma creatina, quantidades significativas provêm da carne, que perde o seu conteúdo quando cozinhada.

Dito isto, e uma vez que este suplemento é cada vez mais popular, é natural que empresas que vendam este produto tentem vender a melhor versão possível. É o caso da Prozis, a conhecida empresa portuguesa, que tem agora uma nova creatina que tem dado que falar.

Dá pelo menos de Creatine MicronPure e, diz a empresa, “garante uma experiência claramente superior”. Testada minuciosamente para cumprir padrões elevados, a Prozis Creatine MicronPure assegura uma pureza suprema para ótimos resultados e garante a ausência de metais pesados nocivos em cada lote.

Creatine MicronPure

A Creatine MicronPure oferece uma solubilidade óptima numa bebida imbativelmente equilibrada, que sacia a sede e tem um sabor que parece mais leve do que a sua alternativa. Meticulosamente dividida em partículas mais pequenas para uma melhor solubilidade e absorção, garante assim uma maior transparência na água e uma menor sedimentação. Ou seja, aqui não há quaisquer grumos.

A sua fórmula ultra-clara e não leitosa mistura-se sem esforço em qualquer bebida para obter uma bebida leve, fresca, cristalina e deliciosa.

Para preparar uma dose, devem adicionar 4 colheres cheias de pó a 200-250 ml de água e agitar. Depois basta variar a quantidade de água para obter o sabor e a doçura desejados. Para melhores resultados, tomar uma dose imediatamente após o treino. Nos dias sem treino, tomar uma dose de manhã.

A Prozis disponibiliza quatro sabores para esta Creatine MicronPure: Neutro, Cola, Lima-Limão e Manga e Pêssego. Podem escolher embalagens de 300 e 600g (somente disponível o sabor neutro). E claro, podem sempre juntar o código ECHOBOOMER, que vos dá 10% de desconto e mais algumas ofertas.

Ofertas com o cupão ECHOBOOMER na Prozis

Prozis/ECHOBOOMER MARÇO 2026

Ora atentem nas ofertas deste mês:

Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.

Torel Boutiques torna-se o único grupo hoteleiro português com três restaurantes com estrelas Michelin

Com a estrela atribuída ao Schistó, no Douro, o Torel Boutiques reúne três restaurantes Michelin – 2Monkeys, Blind e Schistó -, todos sob a direção do chef Vítor Matos.

O grupo hoteleiro Torel Boutiques passou a ser, após a gala do Guia Michelin Portugal 2026, o único grupo hoteleiro de origem portuguesa a reunir três restaurantes com estrela Michelin.

A distinção que completa este trio foi atribuída ao Schistó, restaurante de fine dining integrado no Torel Quinta da Vacaria, propriedade localizada na região do Douro e desenvolvida em parceria com a Quinta da Vacaria. O Schistó conquistou a sua primeira estrela Michelin cerca de um ano após a abertura, juntando-se assim ao 2Monkeys, no Torel Palace Lisboa, distinguido desde 2024, e ao Blind, no Torel Palace Porto, que recebeu a sua primeira estrela em 2025.

Os três restaurantes partilham um denominador comum: são liderados pelo chef Vítor Matos. Com a estrela atribuída ao Schistó, o cozinheiro passa a acumular seis estrelas Michelin ao longo do seu percurso, consolidando a posição de chef português com maior número de distinções atribuídas pelo guia.

Para além dos três restaurantes da coleção Torel Boutiques, Vítor Matos detém ainda duas estrelas pelo Antiqvvm, no Porto, e uma pelo Oculto, em Vila do Conde.

Foto: Bruno Gonçalves

Boomerang d’ Século: uma antiga quinta na Ericeira é agora o novo hotel solidário da Fundação O Século

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Com 17 quartos, o Boomerang d’ Século foca-se na solidariedade e na sustentabilidade. A inauguração é esta semana.

Há um novo hotel prestes a abrir portas na Ericeira, com particular foco na sustentabilidade e na solidariedade. A Fundação O Século inaugura esta sexta-feira, 13 de março, o Boomerang d’ Século, a sua nova unidade turística solidária que recupera uma antiga quinta situada no centro da vila do concelho de Mafra.

O Boomerang d’ Século tem 17 quartos, distribuídos entre a casa principal, uma moradia de três pisos com cinco quartos em suíte, e seis bangalôs, que foram construídos de raiz. O hotel combina o conforto moderno com a identidade local, e inclui opções pensadas para acolher famílias ou pequenos grupos de amigos. O projeto procurou preservar a identidade da propriedade, criando um espaço de estadia tranquilo, orientado para a contemplação do mar e para o contacto com a natureza envolvente.

No site oficial, a Fundação O Século convida a “voltar sempre, porque sempre que vens, estás a ajudar“. Isto porque o hotel surge como um projeto de empreendedorismo social, já que as receitas geradas pela atividade turística revertem diretamente para a missão social da fundação, que ajuda crianças e famílias vulneráveis. O Boomerang d’O Século integra uma parceria institucional com a Fundação ADFP (Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional), uma entidade de referência nacional no setor social, com projetos nas áreas da inclusão, sustentabilidade ambiental e valorização do território. Ambas as fundações pretendem usar a hotelaria como meio de gerar impacto social positivo, garantindo a sustentabilidade financeira das suas missões através da criação de novas unidades hoteleiras.

Além da vertente solidária, há a forte aposta na sustentabilidade, já que o Boomerang d’ Século foi desenvolvido com base em princípios de sustentabilidade ambiental. O empreendimento integra soluções de eficiência energética e de gestão responsável de recursos, como a de produção de energia solar através de painéis fotovoltaicos e o reaproveitamento de águas cinzentas na rega de jardins e zonas verdes.