OPPO Reno14 FS 5G – Review: Uma ligeira evolução

O Reno14 FS 5G não é muito diferente do seu antecessor, mas ainda se mantém como um equipamento equilibrado e muito bem construído pela OPPO.

Recentemente o OPPO Reno13 FS 5G, um novo smartphone de gama média, passou-me pelas mãos e apesar de não impressionar, revelou-se competente para aquilo que oferecia. Agora, apenas alguns meses depois a Oppo já me trouxe o seu sucessor o OPPO Reno14 FS 5G, que chega ao mercado por 499,99€, partilhando praticamente o mesmo visual e especificações técnicas, com apenas algumas pequenas diferenças.

O OPPO Reno14 FS 5G é lançado com a promessa de ser um daqueles smartphones que não passam despercebidos, e pelo menos no que toca ao visual, cumpre à risca. A marca chama à sua estética de Urban Vanguardist e, na cor Luminous Green (versão testada), não é difícil perceber porquê. Já nas mãos, é fino, fácil de segurar com uma mão e sem provocar fadiga mesmo depois de longos períodos de utilização. Conta também com a certificação IP69, o que significa que é resistente a poeira e a água sob pressão, assim como a temperaturas consideradas elevadas.

Ao longo do uso do OPPO Reno14 FS 5G apanhei até um susto, onde o dispositivo mergulhou acidentalmente numa piscina. E para minha satisfação sobreviveu sem qualquer drama. A OPPO garante que o dispositivo aguenta mergulhos de até 2 metros durante meia hora, revelando-se perfeito para fotos e vídeos em ambientes subaquáticos e controlados de forma, obviamente, ocasional e nunca para mergulho profissional. E um pormenor curioso é que à semelhança do que encontramos, por exemplo, em smartwatches, como o Apple Watch, este dispositivo tem uma função que emite um som potente para expulsar a água que possa ter entrado em alguns dos seus canais, como por exemplo nos altifalantes.

Apesar de não ter testado, o telefone também não se assusta com quedas repentinas, uma vez que conta com um sistema de amortecimento biónico construido com camadas de vidro e metal que prometem absorção de choque, algo que pode ser um grande aliado para evitar o pesadelo de ecrãs rachados e componentes danificados.

A nível de áudio, a sua experiência sonora é boa, com dois altifalantes estéreo, um em cima e outro em baixo, e vem equipado com dois microfones para garantir clareza nas chamadas e nas gravações. Mas é no ecrã que o OPPO Reno14 FS 5G se destaca, com o seu painel OLED de 6,57 polegadas e com taxa de atualização de 120Hz, oferece fluidez impressionante e mantém a responsividade mesmo com os dedos molhados, graças ao Splash Touch. A resolução FullHD+, com 2400×1080 pixeis, apresenta 16,7 milhões de cores e um brilho máximo de 2100 nits que permitem a visualização de conteúdo em qualquer ambiente, mesmo sob luz solar direta, ou mesmo debaixo de água. A proteção fica a cargo do vidro Asahi Glass AGC DT-Star2, resistente e com uma boa sensação ao toque. A parte frontal do OPPO Reno14 FS 5G também se destaca pela sua moldura mínima de apenas 1,74mm, que lhe oferece um visual muito interessante, algo que é maioritariamente comum em smartphones de gamas mais altas.

Esta combinação de característica, acaba por oferecer ao utilizador alguma confiança na sua utilização e até vontade de o usar sem capa, dado as capacidades resistentes e o seu design apelativo. No entanto peca pela traseira que se revelou um verdadeiro imane de impressões digitais, o que me levou a considerar uma capa, nem que fosse transparente.

No que toca ao desempenho o Reno14 FS 5G é rápido, consistente e adaptável para quem procura um dispositivo fluido para a sua atividade diária e até mesmo para quem exige um pouco mais, sem investimentos mais elevados. Este equipamento mostrou-se satisfatoriamente capaz em atividades multitarefas pesadas e em jogos durante grande sessões. No seu interior encontra-se o Qualcomm Snapdragon 6 Gen 1, acompanhado por 12GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. Características mais do que suficientes para a maioria dos utilizadores, que podem ser otimizadas com a expansão de RAM virtual até 12GB adicionais e suporte para um cartão microSD. Na prática, e atualmente, é difícil imaginar um cenário em que este telemóvel se sinta limitado por falta de memória ou capacidade.

O Reno14 FS 5G vem com Android 15 pré-instalado, com a interface ColorOS 15 da marca, o que significa que está pronto para tirar proveito das mais recentes funcionalidades da Google, incluindo a integração com o Gemini, juntamente com a coleção de ferramentas inteligentes da OPPO. Entre elas, destacam-se funções fotográficas como o AI LivePhoto e AI Editor, que incluem uma série de opções para melhorar e editar as fotografias, para quem não ficar satisfeito com o resultado puro do equipamento.

Voltando à utilização lúdica, no que diz respeito a jogos, o Reno14 FS 5G conta com o AI HyperBoost, uma função que mantém o desempenho estável e sem quebras, trabalhando em conjunto com o sistema AI Multi-Cooling. Esta tecnologia combina algoritmos inteligentes com as capacidades da câmara de vapor para dissipar o calor de forma eficiente, permitindo sessões de jogo longas sem o desconforto de um telefone que aquece em demasia nas mãos.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

O ColorOS 15 também conta com algumas novidades, como novos ícones, efeitos de sombra e animações mais rápidas graças ao Luminous Rendering Engine, e um Trinity Engine que gere de forma inteligente recursos para manter a fluidez mesmo com várias aplicações abertas em simultâneo. Mas nem tudo são boas noticias, a interface da OPPO chega recheada de bloatware, ou seja, aplicações de terceiros que são instaladas de fábrica. Ao todo, são quase duas dezenas de jogos e de aplicações que inundam o equipamento, como o TikTok, o Block Blast!, Booking, LinkdIn e muitas outras. Algumas até podem ser relevantes para certos utilizadores e na verdade que todas elas podem ser facilmente desinstaladas, mas a sua inclusão é completamente desnecessária. Neste caso, não contabilizei as aplicações da Google, já que essas considero essenciais.

No geral, o OPPO Reno14 FS 5G não tenta acompanhar a concorrência dentro do seu segmento, aproveitando um certo equilíbrio entre hardware e software para oferecer uma experiência que se mantém rápida e estável em qualquer cenário, para uma utilização contemporânea, respondendo às necessidades mais casuais dos utilizadores de forma satisfatória. É um daqueles equipamentos que dão confiança para arriscar, sem receio de entraves no software ou quedas de desempenho, desde que recorra a aplicações relativamente exigentes como jogos em definições máximas.

O conjunto fotográfico de sensores do OPPO Reno14 FS 5G também se mostra competente para uma utilização rotineira, oferecendo soluções para quase qualquer cenário. A câmara principal, com 50MP e estabilização ótica de imagem, é o destaque deste conjunto, garantindo fotografias nítidas e com boa definição mesmo em situações mais desafiantes. A acompanhar, temos um sensor uma ultra grande angular com 8MP, apenas útil para capturar paisagens amplas ou fotos em grupo, e um sensor macro de 2MP, pensada para aproximar o olhar de pequenos detalhes. À frente, a câmara de 32MP captura fotografias com boa nitidez e tons equilibrados, embora na gravação de vídeo esteja limitada a 1080p, ao contrário da traseira que alcança os 4K a 30FPS.

A aplicação de câmara que vem no ColorOS oferece uma lista generosa de modos, entre eles o Pro, Foto, Vídeo, Retrato, Panorâmico, TimeLapse, Alta Resolução, Câmara Lenta, Noturno, Macro, Vídeo Duplo e até um modo Subaquático. Este último é particularmente interessante, pois tira partido da sua certificação IP69 e adapta a interface para utilização debaixo de água, desativando o touch do ecrã e transferindo os controlos para os seus botões físicos, uma solução simples e prática que evita frustrações durante a captação. Apesar de funcionar como é especificado, a qualidade das imagens nem sempre é das melhores. E mesmo sendo uma mais valia ter um equipamento certificado para tirar fotografias dentro de água, convém frisar que esta funcionalidade não deverá ser utilizada em todo o tipo de água, nomeadamente em água salgada do mar, uma vez que o sal é altamente corrosivo e pode afetar rapidamente as partes metálicas do equipamento, principalmente na porta USB-C.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

Os resultados fotográficos no geral são consistentes. As imagens apresentam boa nitidez, cores vivas e equilibradas e uma faixa dinâmica capaz de lidar com contrastes acentuados. Mesmo com iluminação reduzida, o modo Noturno ajuda a recuperar alguma clareza que é perdida, mantendo as cores relativamente naturais. O OPPO Reno14 FS 5G não é um “monstro fotográfico” mas revela-se como um smartphone pronto para captar bons momentos em praticamente qualquer circunstância.

A autonomia do OPPO Reno14 FS 5G é um dos seus maiores trunfos, em parte graças à sua bateria de 6000mAh. Consegui utiliza-lo praticamente durante dois dias completos num ritmo moderado, com apenas uma carga, algo que, atualmente, considerando outros equipamentos, podemos considerar quase um luxo. Mesmo quando a utilização é mais intensa, a sensação é de que a carga desce devagar, sem provocar aquela ansiedade de ver a percentagem desaparecer ao longo do dia. O carregamento também não deixa a desejar, com suporte para o carregamento rápido de 45W, bastam cerca de 30 minutos para repor mais de metade da bateria (cerca de 51%) e, numa hora, atinge aproximadamente 82%. Resultados que tornam a espera curta e prática. Infelizmente, o carregador não vem incluído, pelo que se recomenda alguma atenção para a aquisição de uma solução capaz de atingir os 45W para atingir estes resultados.

Para além disso, o Reno14 FS 5G conta com suporte para o carregamento reverso com fio, transformando-o numa espécie de powerbank improvisado, para carregar uns auriculares sem fio ou salvar o telemóvel de um amigo em apuros, é um extra que pode fazer a diferença nos momentos certos, e uma funcionalidade que não é frequentemente vista em smartphones desta faixa de preço.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

Pode-se afirmar que o OPPO Reno14 FS 5G é um equipamento confiante que a marca soube exatamente onde o posicionar dentro de um segmento intermédio. Combina um design apelativo com um conjunto sólido de características, potência suficiente para a maioria das tarefas, autonomia e resistência que inspira confiança, e um sistema de câmaras que considero versátil. E os recursos de inteligentes, tanto da OPPO como da Google, são apenas extras que acrescenta valor à experiência e mantém o utilizador atualizado no que toca à atual oferta no mercado. No entanto, o OPPO Reno14 FS 5G também se sente como uma ligeira evolução do Reno13 FS 5G, que continua a ser um bom equipamento e, talvez, uma opção a considerar dependendo do seu valor, agora mais barato que o novo modelo.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela OPPO.

Agriloja passa a vender detergentes sustentáveis da marca portuguesa Inokem

A Inokem chegou às lojas Agriloja com uma gama de detergentes biodegradáveis e económicos, pensados para conciliar limpeza eficaz e respeito pelo ambiente.

A Inokem, marca portuguesa especializada em detergentes ultraconcentrados e biodegradáveis, passou a estar disponível em 27 lojas Agriloja, fruto de uma parceria que procura aproximar as famílias portuguesas de soluções de limpeza mais sustentáveis.

As fórmulas ultraconcentradas da marca permitem reduzir o consumo de produto, diminuir o desperdício de embalagens plásticas e assegurar uma limpeza eficaz com menor impacto ecológico.

A gama inclui diferentes soluções para várias necessidades do dia-a-dia. Entre os produtos mais procurados estão o Greeny, um detergente multiusos biológico com certificação ecológica que pode render até 50 litros de solução, e o Bioset, também multiusos, que incorpora uma tecnologia repelente natural de insetos. Para a sujidade mais difícil, destaca-se o Citrus Power, desengordurante e desinfetante adequado a superfícies gordurosas e eletrodomésticos. Já em funções específicas surgem o Mach Gel, para máquinas de lavar loiça, e o Biomach Super, um detergente bio enzimático para roupa, suave para a pele e eficaz na lavagem de tecidos.

De acordo com dados da marca, a concentração destes produtos traduz-se numa utilização mais económica. O Greeny, por exemplo, permite obter solução pronta a usar por cerca de 24 cêntimos por litro, uma diferença relevante em comparação com detergentes tradicionais. A redução no número de embalagens utilizadas representa também um contributo direto para a diminuição do impacto ambiental.

Pixelsnap faz os novos Google Pixel 10 perderem suporte para o Battery Share

O novo Pixelsnap faz com que os novos Pixel 10 não contem com suporte para o carregamento sem fios reverso.

A nova geração de smartphones Google Pixel 10 foi anunciada com uma alteração que poderá desapontar uma parte do público mais fiel: o fim do Battery Share. Mais conhecido como carregamento sem fios reverso, esta funcionalidade permitia dar alguma energia extra a auriculares, smartwatches ou, até, a um telemóvel de um amigo. E não, se trata de uma decisão de software, mas sim de uma mudança estrutural no próprio hardware.

A razão deve-se ao facto de a Google ter apostado no padrão Qi2, integrado sob a designação “Pixelsnap”, que introduz carregamento magnético através de um sistema de ímanes internos. Essa solução, ainda que abra caminho a uma experiência mais estável e eficiente no carregamento, traz, no entanto, uma contrapartida: o adeus ao carregamento inverso, tal como se pode constatar nas especificações técnicas dos novos dispositivos.

Ao Echo Boomer, a Google Portugal disse o seguinte sobre a situação: “A série Pixel 10 apresenta o carregamento sem fios magnético Qi2 para proporcionar o carregamento sem fios mais eficiente e fiável para o seu telefone. Ele possibilita também diversas experiências novas e úteis com acessórios. O conjunto de ímanes cria uma ligação forte com o carregador mas apresenta uma limitação física para o carregamento reverso sem fios. Embora isto signifique que a Partilha de Bateria não está atualmente disponível no Pixel 10, estamos constantemente a explorar inovações futuras para melhorar a experiência Pixel.”

A verdade é que, já no Pixel 9, se tinha notado um recuo subtil, quando a ativação automática do Battery Share, ao retirar o cabo de carregamento, deixou de funcionar como antes. Agora, a descontinuação completa parece marcar uma mudança clara nessa estratégia.

Curiosamente, a Google não precisava necessariamente de seguir este caminho. O Skyline, o modelo da HMD que também integra o Qi2, consegue manter a compatibilidade com carregamento reverso a 5W. Esta diferença poderá estar associada a variações de implementação do protocolo ou a opções específicas de engenharia que a Google não terá considerado prioritárias.

O que fica claro é que a transição para o Pixelsnap envolve um sacrifício funcional. Resta saber se o ganho em eficiência e aderência ao novo padrão compensa, para os utilizadores, a perda da conveniência de carregar pequenos dispositivos “em emergência” a partir do próprio telemóvel. Para alguns, esta decisão soará a modernização inevitável, enquanto que, para outros, a sensação será de um passo em frente acompanhado de dois atrás.

Huawei anuncia evento Ride The Wind para lançamento de novos equipamentos

A Huawei vai apresentar a nova série Watch GT 6 no evento Ride The Wind, que será realizado a 19 de setembro em Paris.

A Huawei marcou no calendário o dia 19 de setembro para a apresentação global de novos produtos, num evento que irá realizar-se em Paris, França. No evento, com o nome Ride The Wind, a tecnológica chinesa promete apresentar a nova geração de wearables, a série Huawei Watch GT 6, bem como novos smartphones e tablets, numa tentativa clara de reforçar a sua presença no mercado europeu de dispositivos inteligentes.

O setor dos wearables tem sido uma aposta estratégica da marca: desde 2015, a empresa já vendeu mais de 200 milhões de unidades. Números que confirmam a relevância deste segmento para a Huawei e que explicam o protagonismo reservado ao novo relógio inteligente em Paris.

A série Watch GT ganhou notoriedade pela autonomia de duas semanas e pelas funcionalidades desportivas robustas. Agora, a nova geração promete ainda melhor resistência e funcionalidades profissionais pensadajs para atividades ao ar livre. Entre as novidades, a empresa destacou o sistema de posicionamento Sunflower, capaz de oferecer uma precisão GPS acima da média, essencial para registar com rigor a distância e ritmo em treinos de corrida ou ciclismo. Já a tecnologia TruSense é outro pilar central, garantindo uma monitorização mais rápida, precisa e abrangente dos parâmetros de saúde.

Se os relógios dão o passo maior no campo da saúde e do desporto, os tablets da marca continuam a explorar a produtividade e a criatividade digital. A tecnologia PaperMatte Display promete uma experiência de leitura e escrita semelhante ao papel, reduzindo o cansaço visual, enquanto ferramentas como o M-Pencil, o GoPaint 2 e a aplicação Huawei Notes procuram aproximar os dispositivos da prática artística e criativa.

O evento em Paris trará ainda melhorias ao ecrã PaperMatte e à caneta stylus, assim como a apresentação da iniciativa global Huawei GoPaint Worldwide Creating Activity, destinada a inspirar uma nova geração de criadores.

Os novos produtos deverão chegar em breve ao mercado europeu, com datas de disponibilidade a serem confirmadas no lançamento de setembro. Entretanto, os consumidores já se podem inscrever aqui para garantir um cupão de 50€ aplicável à nova série Watch GT 6.

Laifen SE – Review: tecnologia iónica para um cabelo saudável

É difícil imaginar voltar a modelos convencionais depois de experienciar este nível de cuidado capilar com o Laifen SE.

Ter um cabelo bonito e saudável é um reflexo de cuidado pessoal e confiança, mas mantê-lo assim no dia a dia nem sempre é fácil. Entre a correria do trabalho, o trânsito e a exposição constante à poluição do ar, os fios ficam fragilizados e sem vida. Além disso, o uso frequente de secadores comuns, que aquecem demasiado, contribui para ressecar e danificar a estrutura do cabelo, causando frizz, pontas duplas e perda de brilho. Por isso, escolher ferramentas e rotinas adequadas é essencial para proteger, nutrir e manter os cabelos bonitos, mesmo com uma rotina agitada.

E é nesse departamento que podemos contar com a Laifen, uma empresa fundada em 2019, que se tem rapidamente destacado no mercado internacional dos secadores de cabelo e cujos produtos estão presentes em milhões de lares por todo o mundo. A marca conquistou fama em pouco tempo, e nós próprios quisemos experimentar um dos seus secadores, o Laifen Swift Special, que é basicamente como ir ao cabeleireiro…, mas sem sair do conforto de casa.

Mas o tempo passa, novos produtos são lançados, e isso quer dizer que há sempre muita curiosidade para perceber os avanços tecnológicos que a marca vai aplicando nos seus produtos. Foi por isso que resolvemos experimentar o Laifen SE.

Quando recebemos a encomenda na redação, ficámos logo entusiasmados: a caixa branca, com a foto real do secador impressa, trazia o Laifen SE acompanhado de todos os acessórios. A expectativa era grande, sobretudo porque o teste seria feito em cabelo encaracolado, que exige cuidados específicos. Algumas funções do secador, como o controlo inteligente de temperatura e a tecnologia iónica, prometem ajudar a domar o frizz e definir os caracóis, tornando-o especialmente interessante para este tipo de cabelo. Na caixa, além do secador Laifen, vinham três acessórios: um difusor, um bocal liso e um bocal concentrador, juntamente com o manual de instruções.

Os acessórios são feitos de um plástico muito resistente, numa elegante cor cinza escura que lhes confere um aspeto mais premium. O difusor dispersa o fluxo de ar, permitindo que o cabelo seque de forma mais natural, sendo especialmente indicado para cabelos encaracolados, pois ajuda a reduzir o frizz e a dar mais corpo aos caracóis. Um detalhe que me agradou bastante neste difusor são os seus bicos longos, que se estendem profundamente entre os fios, facilitando a concentração de maior quantidade de caracóis durante a secagem e tornando o processo mais eficiente e uniforme.

Os outros dois bocais, o liso e o concentrador, são indicados para cabelos lisos. O bocal liso produz um fluxo de ar que ajuda a reduzir o frizz, enquanto o bocal concentrador direciona o ar de forma mais precisa, ideal para estilizar o cabelo com maior controlo. Eu costumo usar o concentrador quando quero deixar o meu cabelo liso, usando sempre uma escova, e, se desejar um resultado ainda mais polido, passo depois o alisador para um acabamento perfeito e bem definido.

Tanto o difusor como os outros bocais encaixam-se magneticamente no Laifen SE e no Laifen Swift Special, o que representa uma grande vantagem. Com os secadores convencionais, o difusor podia deslocar-se durante a secagem, mas com os Laifen isso nunca me aconteceu. Além disso, o encaixe é simples e intuitivo: um pequeno toque e o acessório fica no lugar, e para remover basta puxar suavemente, sem risco de queimaduras.

O Laifen SE está disponível em várias cores, como roxo mate, rosa mate, branco mate, azul mate e preto mate. A versão que recebemos foi a rosa mate, e ficámos imediatamente encantados com o design. Um dos pontos que diferencia os secadores da Laifen dos convencionais é, além do formato e do tamanho compacto (apenas 277 mm de comprimento, 70 mm de largura e 89 mm de altura), a escolha de cores pouco comum, o que torna o aparelho visualmente muito mais apelativo. O rosa mate é feminino, mas elegante, facilmente integrado na rotina diária, e mesmo quem normalmente não gosta de rosa acaba por se apaixonar por esta tonalidade moderna e sofisticada. Comparando com o Laifen Swift Special, que testámos na versão branco pérola, acabámos por nos render mais à elegância do rosa mate. Apesar disso, o branco do Swift Special também se destaca, pois não é um branco comum, já que tem um brilho suave que imita a tonalidade de uma pérola.

Em termos de design, ambos são bastante semelhantes, com um corpo compacto e muito leve, pesando cerca de 407 g cada. Este formato distingue-os dos secadores convencionais: a zona do bocal é significativamente mais curta e, na parte traseira, não há ventoinha ou motor visível. Em vez disso, existe apenas um anel circular que se ilumina ao ligar o secador, mudando de cor conforme a temperatura: azul para ar frio, laranja para ar morno e vermelho para ar quente. Para alternar a temperatura, basta ir pressionando o botão da temperatura, localizado logo após o botão de regulação do fluxo de ar/ON/Off.

Existe ainda uma função extra associada ao botão da temperatura, em que basta pressioná-lo por alguns segundos para ativar o modo cíclico de temperatura, o que significa basicamente alternar entre ar frio e ar quente. O anel luminoso muda então de cor entre azul, laranja, rosa e vermelho, garantindo assim que não há sobreaquecimento. No meu caso, como tenho caracóis, costumo manter o secador parado sobre as mesmas mechas, tornando-se essencial proteger os fios de temperaturas excessivas. Por isso, na minha opinião, este é o modo mais seguro e eficaz que uso e recomendo para secar o cabelo todos os dias. Esta função está presente tanto no Swift Special quanto no SE, e ambos os secadores limitam a temperatura a cerca de 85ºC, independentemente do modo selecionado.

O outro botão, responsável por regular o fluxo de ar do Laifen SE, funciona em três posições: 0 para desligado, I para um fluxo de ar intermédio e II para um fluxo de ar alto. Para quem tem cabelo encaracolado, o mais recomendado é usar a posição I, evitando que os fios se movimentem demasiado durante a secagem. O mesmo se aplica aos cabelos lisos: quanto menor a intensidade do vento, menor o risco de frizz, garantindo um resultado mais controlado e uniforme. Neste sentido, a posição II tende a produzir um fluxo de ar mais forte, que pode deixar os fios ligeiramente desalinhados.

Na extremidade por onde sai o cabo de alimentação de 2.5m, encontramos o filtro numa posição inusitada, diferente da maioria dos secadores convencionais. Neste modelo, o filtro está protegido pelo air inlet, garantindo segurança e mantendo o desempenho do secador.

Falando de algumas características mais técnicas, o Laifen SE possui um motor brushless que atinge até 105.000 RPM, garantindo uma secagem rápida e eficiente. A Laifen promete que cabelos curtos podem ser secos em cerca de 2 a 3 minutos, enquanto cabelos pelos ombros ou mais longos demoram entre 5 e 12 minutos. Para referência, o meu cabelo mede cerca de 60 cm, e costumo deixar cerca de 80% seco, deixando o resto secar naturalmente, o que leva aproximadamente 14 minutos, já que uso o difusor, o que normalmente também prolonga o tempo de secagem. Com o Swift Special, o tempo é semelhante, podendo ser apenas um ou dois minutos mais rápido que o SE. No entanto, quando utilizo outros secadores, a duração da secagem nas mesmas condições chega a ser de 17 minutos.

Apesar de atingir tantos RPMs, o Laifen SE é surpreendentemente silencioso, com controlo sonoro em torno de 20 kHz. Além disso, o air inlet que protege o filtro também não gera ruído, tornando a experiência de secagem ainda menos ruidosa. É certo que, se usado à noite, o Laifen SE ainda produz algum som que pode incomodar os vizinhos, mas mesmo assim, em comparação com outros secadores que já testámos, continua a ser um dos mais silenciosos.

A Laifen também garante que o motor tem uma vida útil de cerca de 1000 horas de utilização. Ou seja, se usarmos o Laifen SE cerca de 10 minutos todos os dias, ele pode durar até 16 anos, o que é excelente tanto para a carteira como para o meio ambiente.

Outra característica interessante é que o Laifen SE está equipado com um gerador de íons negativos, que servem para neutralizar a eletricidade estática que se forma durante a secagem. Esta tecnologia ajuda a reduzir o frizz, promovendo cabelos mais suaves e mantendo a sua hidratação natural.

Em termos de controlo de calor, o Laifen SE está entre os melhores secadores disponíveis. Graças ao chip inteligente com sensor térmico, que monitoriza a temperatura em tempo real até 50 vezes por segundo (o Swift Special acaba por ter o dobro, com 100 vezes por segundo), o secador consegue calibrar constantemente a temperatura do ar que sai pelo bocal. Isto garante um fluxo de ar estável e seguro, evitando picos de calor que poderiam danificar a estrutura do cabelo. Neste aspeto, acredito que tanto o Laifen SE como o Swift Special se destacam bastante em relação a outros secadores, porque nunca experimentei aparelhos tão agradáveis de usar e que me transmitissem total confiança de não danificar o cabelo. Mesmo em secadores convencionais, selecionar temperaturas mais baixas raramente evita que aqueçam em demasia, quase a ponto de queimar a pele.

Com o Laifen SE, especialmente na posição um e no modo cíclico de temperatura, isso é praticamente impossível. Desde que o utilizo, notei melhorias na saúde dos meus fios, menos pontas espigadas e crescimento mais consistente. É importante referir que também mantenho uma boa alimentação e pratico exercício físico. Em termos de rotina e produtos, como shampoo ou máscara, pouco ou nada alterei; apenas passei a pentear-me com mais cuidado e a usar sempre o Laifen em modo cíclico, o que contribuiu significativamente para recuperar e manter o meu cabelo mais saudável.

Apesar de existirem algumas diferenças entre o SE e o Swift Special, como o tipo de filtro ou a velocidade do ar expelido, a verdade é que estas diferenças não são assim tão significativas, e, muito sinceramente, quem optar por um Laifen SE ou pelo Swift Special ficará sempre muito bem servido. Com preços de 97,99€ para o Laifen SE e 118,99€ para o Swift Special, a minha recomendação é que, quem não puder adquirir o Swift, invista pelo menos no SE, especialmente para quem tiver cabelos encaracolados, mas não só. Quem tiver oportunidade de optar pelo Swift Special terá ainda uma experiência ligeiramente melhor, com secagem alguns minutos mais rápida e segurança capilar ainda mais reforçada.

No fundo, um facto é que não pretendo trocar o meu secador Laifen tão cedo…

reviews 2021 recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Laifen.

Google abre a Play Store para evitar sanções europeias

A Google tenta adaptar a Play Store para ficar em conformidade com a nova Lei dos Mercados Digitais.

A Google está a preparar-se para uma remodelação da Play Store na Europa, procurando antecipar-se às imposições da nova Lei dos Mercados Digitais (DMA) e, dessa forma, evitar novas sanções milionárias de Bruxelas. A gigante tecnológica anunciou alterações que dão mais margem de manobra a programadores externos, mas que também redefinem a forma como serão cobradas as taxas de utilização da plataforma.

A partir da entrada em vigor destas medidas, em 30 países europeus, as aplicações poderão redirecionar os utilizadores para sites externos para efetuarem compras, contornando assim o sistema de pagamentos integrado da Play Store. Trata-se de uma mudança de fundo, que responde diretamente às acusações da Comissão Europeia de que a Google dificulta a promoção de alternativas ao seu ecossistema.

Clare Kelly, consultora de concorrência da Google, revelou que a decisão resulta de negociações prolongadas com Bruxelas, mas não esconde algumas reservas, já que a abertura a pagamentos externos pode, segundo a própria, expor os utilizadores a riscos de segurança e comprometer a experiência de utilização. Apesar disso, a empresa aceita flexibilizar as regras, consciente de que o incumprimento poderia acarretar multas de até 10% da sua faturação global anual.

Ao mesmo tempo, a Google anunciou uma revisão no seu modelo de taxas, e a comissão inicial aplicada a programadores desce de 10% para 3% sobre cada transação, embora se introduza agora uma estrutura escalonada de encargos, cujo detalhe ainda não foi clarificado.

O contexto regulatório ajuda a explicar a pressa em agir. A DMA já provocou alterações forçadas noutras gigantes tecnológicas, como a Apple (multada em 500 milhões de euros) e a Meta (multada em 200 milhões de euros), sendo que a própria Google acumulou mais de oito mil milhões de euros em coimas ao abrigo das regras de concorrência tradicionais.

Se estas mudanças vão ser suficientes para satisfazer a Comissão Europeia, ainda é cedo para saber. O precedente da Apple mostra que cada concessão é acompanhada de contestação judicial, e dificilmente a Google vai abdicar de defender em tribunal os pilares do seu modelo de negócio. Para já, a Play Store entra numa nova fase que a torna mais aberta às exigências da União Europeia, mas também mais complexa para os programadores.

Empresa chinesa revela robô humanoide para “gestação” humana

A Kaiwa Technology revelou um protótipo de humanoide equipado com um útero artificial no abdómen.

Pequim foi palco de um anúncio que parece ter saído de um romance de ficção científica: a Kaiwa Technology apresentou, na Conferência Mundial de Robótica, um protótipo de humanoide equipado com um útero artificial no abdómen, supostamente capaz de desenvolver um feto durante 10 meses, até ao nascimento.

De acordo com Zhang Qifeng, fundador e diretor executivo da empresa, a tecnologia estará pronta para uso comercial algures em 2026, por um preço estimado de 100 mil yuans (sensivelmente 12.000€). O valor representa uma fração do que custa atualmente a gestação de substituição em países como os Estados Unidos, onde a prática, embora polémica, é legal e altamente regulada.

O anúncio provocou espanto não apenas pela ousadia, mas também pelo vazio de informação concreta. Como funcionaria este “útero-robô”? Que garantias médicas existem para a segurança do feto? Até que ponto o processo de crescimento embrionário poderia ser controlado de forma idêntica ao ambiente uterino humano? Como se preservará o vínculo emocional entre mãe e filho? Estará a sociedade preparada para normalizar o nascimento sem gestação humana? Muitas questões que terão de ser respondidas assim que o lançamento comercial for concretizado, se chegar efetivamente a acontecer.

Há ainda o risco da tecnologia abrir caminho a novas formas de eugenia, em que a seleção genética do embrião seja associada a uma gestação “industrializada”. Sabe-se também que a província de Guangdong, sede da Kaiwa Technology, já terá em curso estudos regulatórios sobre este tipo de inovação, mas as implicações ultrapassam qualquer fronteira.

Embora este anúncio seja uma excentricidade tecnológica, quem sabe se não pode vir a reconfigurar, de forma irreversível, a própria noção de maternidade. Para uns, é uma promessa de esperança para casais inférteis, enquanto que, para outros, é mais um passo em direção a uma distopia digna de Aldous Huxley.

Imagem: Gaelle Marcel via Unsplash

AMD ameaça o domínio histórico da Intel

AMD cresce em todos os segmentos e já ameaça o domínio da Intel que dura há décadas.

A rivalidade entre a AMD e Intel continua a intensificar-se e os dados mais recentes, referentes ao primeiro semestre de 2025, confirmam um cenário cada vez mais competitivo. A Intel mantém o controlo da maioria do mercado de processadores, mas a AMD está a ganhar terreno precisamente nos segmentos que mais pesam em termos de rentabilidade.

Se olharmos para os números relativos ao segundo trimestre, repara-se que a AMD detém 23,9% do mercado em volume de processadores vendidos. Embora represente uma ligeira descida face ao trimestre anterior (-0,2%), a tendência anual é positiva, com uma subida de 2,8%. O dado mais significativo, contudo, está na receita: a empresa alcançou 27,8% de quota em valor, mais 9,8% do que durante o mesmo período de 2024. A discrepância entre unidades vendidas e receitas traduz uma mudança estrutural: a AMD já não compete apenas pelo volume, conseguindo vender modelos premium com margens elevadas. A Intel, que ainda controla três quartos do mercado em volume, está a perder precisamente nos processadores de topo.

O segmento de computadores de secretária confirma-se como o território mais fértil para a empresa de Lisa Su. A AMD atingiu 32,2% do mercado em unidades no segundo trimestre, um crescimento anual de 9,2%. Do lado da Intel, a quota recua para 67,8%, quando em 2016-2018 a relação era esmagadora, de nove para um.

Na verdade, o avanço da AMD é ainda mais expressivo: 39,3% da receita global de desktops já pertence à empresa, mais 20,5% do que há um ano. O êxito deve-se, sobretudo, à procura pelos Ryzen 9000, em particular os Ryzen 7, Ryzen 9 e as versões X3D, que conquistaram tanto gamers como profissionais.

Os dispositivos móveis continuam a ser o calcanhar de Aquiles

Nos processadores móveis, o domínio continua a ser da Intel. A empresa detém 79,4% do mercado em volume, tendo até reforçado a posição no último trimestre. A quota da AMD recuou para 20,6%, após duas descidas consecutivas. Ainda assim, nem tudo são más notícias para a rival. Apesar das dificuldades em convencer fabricantes de portáteis a integrar os Ryzen AI, a AMD conseguiu elevar para 21,5% a sua fatia de receitas no segmento móvel, mais 3,9% do que em 2024. Isto sugere que os modelos que chegam ao mercado são de gama mais alta e contribuem para melhorar a rentabilidade.

Intel resiste, mas com margens a encolher

Apesar da perda de espaço nos segmentos mais lucrativos, a Intel continua a vender mais processadores em todas as frentes. A sua presença no mercado de consumo de massas mantém-se inabalável. Contudo, os Core Ultra 200, criados para disputar o segmento avançado, não estão a ter a adesão esperada, deixando a AMD a capitalizar a procura por soluções premium.

Os jogos Blockchain de que os jogadores portugueses não param de falar em 2025

Os jogos em Portugal sempre foram mais do que apenas jogos. Tratam-se de uma forte vibração comunitária – seja em partidas de FIFA de fim de semana com amigos ou em grandes competições de eSports em Lisboa. Ultimamente, porém, tem havido um novo tipo de conversa: jogos de blockchain. Esses jogos não se resumem a vencer níveis ou desbloquear skins, até porque trazem algo de diferente: ativos digitais que os jogadores podem realmente possuir.

Sejamos honestos: nem toda a gente está com pressa para jogar estes jogos. Algumas pessoas ainda acham as criptomoedas confusas, outras receiam que seja apenas uma tendência. Mas em 2025, cada vez mais jogadores portugueses estão a experimentar o mercado. Com a postura relativamente amigável do país em relação às criptomoedas, parece um local natural para o crescimento dos jogos de blockchain.

Abaixo, encontras alguns dos títulos que estão a causar mais impacto este ano.

1. Axie Infinity – O nome antigo que ainda permanece

Lembras-te de quando o Axie Infinity estava em todos os noticiários há alguns anos? Muitos achavam que era uma moda passageira, mas, em Portugal, não desapareceu. Os jogadores ainda criam e lutam contra os seus bichinhos digitais – chamados Axies -, e alguns até veem isso como uma fonte de rendimento extra.

O grande atrativo é a propriedade. Quando ganhas ou colecionas um Axie, ele não fica apenas “bloqueado” na tua conta como num jogo tradicional. É teu, armazenado no blockchain, e se quiseres, podes vendê-lo. Claro, os pagamentos não são mais os mesmos, mas a comunidade amadureceu. Para jogadores casuais, o importante é aproveitar as batalhas sabendo que o progresso tem um peso real. Alguns jogadores portugueses até comparam a venda de um Axie à forma como os traders… trocam BTC to EUR – trata-se de transformar o progresso digital em algo com valor no mundo real.

2. The Sandbox – O parque virtual de Portugal

Se já jogaste Minecraft ou te aventuraste no Roblox, o Sandbox vai parecer-te familiar. Mas aqui está a diferença: o terreno onde constróis e os objetos que crias podem ser comprados, vendidos e negociados. É aqui que entra o elemento cripto.

Em Portugal, pessoas criativas têm comprado terrenos digitais, construído minijogos excêntricos e até alugado. Alguns comparam isto a investir em imóveis – só que virtualmente. Outros simplesmente adoram a liberdade de criar. Resumindo: é divertido e valoriza a tua imaginação.

3. Illuvium – Um jogo de blockchain que parece um título de consola

Aqui está uma surpresa para muitas pessoas. O Illuvium não parece um jogo de blockchain, mas sim um RPG. Os jogadores percorrem um mundo aberto, capturam criaturas chamadas Illuvials e lutam contra elas em batalhas.

O motivo pelo qual os jogadores portugueses são atraídos por ele? Qualidade. E possuir um Illuvial é como capturar um Pokémon raro – podes ficar com ele, usá-lo ou trocá-lo. Para muitos, é a porta de entrada perfeita para jogos de blockchain sem a sensação de estar a fazer uma aula de finanças.

4. Gods Unchained – Para os fãs de jogos de cartas

Os jogos de cartas sempre tiveram o seu público em Portugal. Das noites de Magic: The Gathering em cafés do Porto às batalhas online de Hearthstone, a comunidade está lá. Gods Unchained baseia-se nisso, mas adiciona uma camada importante: a propriedade.

Cada carta é um NFT. Isso significa que, se encontrares uma carta rara, não se trata apenas de lixo digital – pode, na verdade, ter valor. Os jogadores apreciam a estratégia familiar de construir decks e batalhar, mas a diferença é saber que podem vender uma carta valiosa se decidirem seguir em frente. A melhor parte? É grátis começar, o que diminui a barreira para iniciantes que possam estar cépticos.

5. Star Atlas – Um grande sonho no espaço sideral

Star Atlas é o tipo de jogo que entusiasma os fãs de ficção científica. O jogo envolve explorar o espaço, construir frotas e gerir recursos em galáxias. Algumas pessoas comparam-no ao EVE Online, mas com blockchain por detrás.

Embora ainda esteja em desenvolvimento, os jogadores portugueses estão intrigados. Imagina comprar uma nave espacial dentro do jogo e realmente possuí-la – é tua, não apenas algo que o programador pode apagar um dia. Esta é a magia. Claro, é ambicioso, e alguns são cautelosos, mas a excitação é real. Jogadores apaixonados por estratégia de longo prazo estão de olho neste jogo.

6. Big Time – Ação primeiro, criptomoeda depois

Se os jogos acima parecem um pouco complexos, Big Time é diferente. É um RPG de ação rápida em que atacas e exploras masmorras com amigos. As criptomoedas entram em ação com saques – alguns itens podem ser tokenizados e trocados.

Em Portugal, os jogadores gostam do Big Time porque, antes de tudo, parece um jogo normal. Não precisas estudar whitepapers, nem preocupar-te com tokenomics complicados. Simplesmente jogas, aproveitas e, se por acaso conseguires um item especial, é aí que o blockchain entra em ação. É o tipo de equilíbrio que atrai tanto novatos curiosos como jogadores experientes.

Google permite que o Pixel Watch 4 seja reparado em casa

A Google não invalidará a garantia dos Pixel Watch 4 que sejam reparados pelos próprios utilizadores.

O novo Pixel Watch 4 ainda nem chegou às lojas e já está a marcar pontos junto da comunidade tecnológica. A razão não se deve a uma novidade de software ou um salto no desempenho, mas sim a algo que muitos consumidores e reguladores há muito pediam: reparabilidade. Ao contrário dos dispositivos móveis atuais, que a maioria das pessoas não consegue reparar a não ser que recorra a serviços especializados, o novo relógio da Google foi pensado de raiz para ser aberto, reparado e mantido em funcionamento durante mais tempo.

O detalhe mais “visível” desta mudança de abordagem encontra-se na própria construção da caixa. Em vez de recorrer a camadas de adesivo difíceis de remover, a empresa optou por um sistema de fixação simples, com dois parafusos Torx T2 para soltar a tampa traseira. Esta escolha, aparentemente banal, significa que a troca da bateria ou do ecrã deixa de ser uma operação de alto risco. E, talvez ainda mais relevante, a Google afirma que a abertura do dispositivo pelo utilizador não invalida a garantia, um gesto que contrasta muito com a política de muitas marcas rivais.

Reparação Google Pixel Watch 4
Reparação Google Pixel Watch 4

No interior, a lógica mantém-se. O módulo de sensores, responsável por medir a frequência cardíaca e outros dados biométricos, permanece ligado à caixa mesmo depois de retirada a tampa, o que facilita a substituição da bateria sem expor cabos frágeis ou ligações delicadas. A troca do ecrã, por sua vez, exige mais cuidado, uma vez que implica desligar sensores, mas continua longe da complexidade que caracteriza outros smartwatches.

Para além disso, a Google revelou uma parceria com a iFixit, referência mundial em reparações e guias técnicos, reforçando a seriedade desta aposta. Será através desta plataforma que os utilizadores poderão adquirir peças originais, incluindo baterias e ecrãs. Por enquanto, os preços continuam por revelar, mas a disponibilidade oficial de componentes é, só por si, um passo histórico num mercado onde, muitas vezes, a única solução oferecida é a compra de um novo dispositivo.

A inevitável dúvida prende-se com a durabilidade e a resistência. O receio de que a maior facilidade de acesso comprometa a estanqueidade foi abordado pela própria empresa que garante que o Pixel Watch 4 mantém a certificação IP68 contra água e poeira, assegurada por uma vedação de borracha discreta, mas eficaz.

Sihoo Doro C300 – Review: entre a ergonomia e a robustez certificada

A cadeira Sihoo Doro C300 combina design ergonómico com apoio lombar ajustável e encosto respirável, oferecendo conforto, postura saudável e flexibilidade para longas horas de trabalho ou estudo.

Uma cadeira ergonómica faz toda a diferença no dia a dia. Mais do que conforto, ajuda a cuidar da nossa postura, apoiando as costas, o pescoço e os ombros de forma natural. Isso significa menos dores, mais energia e uma sensação de bem-estar mesmo depois de várias horas em posição sentada. Este tipo de cadeira ergonómica adapta-se ao corpo graças a ajustes personalizados, garantindo que o trabalho ou estudo flui de forma mais natural, sem que o cansaço prejudique assim a concentração. Aqui no Echo Boomer passamos muitas horas sentados, o que acaba por afetar gradualmente o nosso ritmo de trabalho e, claro, também a nossa produtividade.

Por isso, quando a Sihoo nos enviou a cadeira Sihoo Doro C300, ficámos entusiasmados para a testar e descobrir até que ponto uma cadeira que realmente se adapta a nós é, ou não, uma escolha acertada.

A encomenda da Sihoo Doro C300 chegou muito bem protegida, com todas as peças cuidadosamente embaladas. É notável o cuidado da Sihoo com o cliente: além das peças de montagem, do manual e dos parafusos, a caixa incluía um par de luvas – sim, leram bem! Estas não só garantem segurança durante a montagem, como proporcionam melhor aderência e evitam que os materiais escorreguem das mãos, prevenindo eventuais acidentes.

Para montar a cadeira, colocámos todas as suas peças no chão, retirando-as cuidadosamente do material protetor. Relativamente à montagem em si, foi rápida e simples, sem sentirmos qualquer tipo de dificuldade durante todo o processo. Em parte isso também foi possível graças ao facto de a caixa dos parafusos estar claramente identificada com o nome e tamanho de cada um, informação essa que também aparece detalhada no passo-a-passo do manual. Em apenas 15 minutos conseguimos montar a cadeira por completo, tornando todo o processo eficiente e acessível, mesmo para quem não tenha experiência prévia na montagem deste tipo de produtos.

A Sihoo Doro C300 pode ser escolhida em duas cores: preto ou branco, sendo que testámos a versão branca, que é a standard. Para quem procura ainda mais conforto, existe também a versão com apoio para os pés, chamada footrest.

A cadeira conta ainda com um material em malha respirável e apoios de braços em poliuretano macio e, graças ao uso de plásticos de elevada qualidade, pesa uns impressionantes 30 kg. Quanto às dimensões, são igualmente impressionantes: a base das rodas mede 70 cm de diâmetro e a altura do chão ao assento é de 56,7 cm. O assento tem 51,5 cm de largura, a distância entre os braços é de 48,9 cm, cada apoio mede 25,6 cm de comprimento e a profundidade do assento varia entre 42,7 e 45,1 cm. Todas estas características tornam a Sihoo Doro C300 uma cadeira muito versátil, adequada para utilizadores de diferentes estaturas e capaz de suportar até 136 kg. O seu maior trunfo está na facilidade de ajuste: encosto, encosto de cabeça e apoios de braço 4D podem ser regulados de forma rápida e intuitiva, permitindo que cada pessoa adapte a cadeira exatamente às suas necessidades. Esta flexibilidade garante não só conforto imediato, mas também ergonomia consistente ao longo de um dia de trabalho.

O encosto da Sihoo Doro C300 revelou-se uma agradável surpresa. A malha respirável proporciona frescura, mesmo em dias mais quentes, e adapta-se perfeitamente ao contorno das costas. Durante o uso, notámos que a curvatura ergonómica segue a forma natural da coluna, ajudando a manter uma postura correta sem se tornar rígida ou desconfortável. Um ponto adicional é a leve flexibilidade do encosto, que acompanha subtilmente os movimentos do corpo, tornando a experiência mais dinâmica e menos estática. Após várias horas sentados, sentimos que as costas permanecem bem apoiadas, com menor fadiga e mais conforto geral.

Já o encosto de cabeça da Sihoo Doro C300 surge como um complemento discreto e ajustável em altura, permitindo alinhar naturalmente cabeça e pescoço e prevenindo tensão nesta área durante longos períodos. O acolchoamento apresenta firmeza equilibrada, oferecendo suporte sem pressionar em excesso, enquanto a malha respirável ajuda a manter a frescura. Durante o uso, notámos que mantém a cabeça estável, mas, ao contrário do encosto das costas, não se revelou tão confortável. Apesar do mecanismo de auto-lock permitir ajustes mais precisos, sentimos que não é suficiente para garantir conforto total, especialmente após várias horas de utilização.

Relativamente ao assento, este garante uma distribuição de peso eficiente e alivia a pressão sobre coxas e ancas, seguindo uma curvatura suave que lembra o fluxo de uma cascata. Graças à sua suspensão, não sentimos qualquer desconforto. O manípulo, situado logo abaixo do assento, permite ajustar a altura de forma rápida e prática, adaptando-o perfeitamente às nossas necessidades e garantindo uma postura sempre estável.

Quanto aos apoios de braço 4D da Sihoo Doro C300, podem ser ajustados em quatro dimensões: altura, profundidade, largura e ângulo, permitindo que cada utilizador encontre a posição mais confortável e ergonómica para si. Durante o teste, notámos que esta versatilidade permite apoiar corretamente braços e ombros, diminuindo a tensão muscular acumulada ao longo do dia de trabalho. O acabamento em poliuretano macio oferece boa aderência à pele, aumentando ainda mais a sensação de conforto. Além disso, os apoios de braços acompanham o movimento do encosto ao reclinar, permitindo apoiar os braços de forma confortável em várias posições durante o trabalho. O único ponto negativo é que o mecanismo que fixa os braços após o ajuste não é muito intuitivo, exigindo um movimento mais específico para que fiquem na posição desejada e não regressarem à posição zero.

Ainda assim, outro pormenor que merece ser destacado é o apoio lombar dinâmico, situado precisamente na área da cadeira que acompanha a zona lombar do utilizador. Diferente de outras cadeiras onde o encosto é rígido e não acompanha os movimentos, aqui sentimos suporte contínuo, seja ao inclinar para a frente ou ao recostar para trás. Esta adaptação automática assegura que a lombar nunca fica sem apoio, promovendo postura correta sem esforço. Além disso, é possível regular a intensidade e a posição do apoio, ajudando assim a prevenir potenciais dores lombares.

Relativamente às rodas, estas deslizam facilmente tanto em chão de mosaico, onde realizámos o teste, como em superfícies de madeira. No entanto, como seria de esperar, em tapetes ou carpetes o movimento torna-se menos fluido, já que não desliza com a mesma facilidade.

No geral, a Sihoo Doro C300 revela-se uma cadeira sólida e bastante agradável de usar ao longo de um dia de trabalho. Ao levantarmo-nos, não sentimos aquele cansaço físico acumulado que é comum em cadeiras mais convencionais, graças ao suporte ergonómico e à distribuição de peso eficiente do assento, ainda que nem tudo seja perfeito devido aos senãos anteriormente mencionados. Com um preço de 279,99€, é uma opção a ter em conta para quem não tenha um orçamento muito folgado, embora existam melhores opções no mercado.

Microsoft prepara diversas melhorias para o SharePoint

A Microsoft tem intenções de aproximar a experiência do SharePoint daquilo que é oferecido no OneDrive.

O SharePoint tem estado no centro das atenções, e nem sempre pelos melhores motivos. As críticas dos utilizadores têm sido uma constante ao longo dos últimos anos, com queixas recorrentes sobre usabilidade, interface e fluidez do serviço. Perante essa situação, a Microsoft decidiu avançar com uma grande revisão da experiência nas bibliotecas de documentos, uma das áreas mais centrais da plataforma.

De acordo com o roadmap do Microsoft 365, identificado com o código 500870, a Microsoft prepara-se para alinhar o SharePoint de forma mais clara com o OneDrive. A ideia é aproximar as duas experiências, fazendo com que quem alterne entre armazenamento pessoal e colaboração empresarial sinta poucas diferenças. Isto irá traduzir-se em novas visualizações e filtros personalizados, bem como uma barra de comandos redesenhada para tornar mais ágil o acesso a funções recorrentes. Para além disso, todas as ferramentas de personalização de visualizações ficarão reunidas num único menu, numa tentativa de acabar com a fragmentação que muitos utilizadores apontam como uma das suas principais falhas.

Apesar dessa aproximação ao OneDrive, a Microsoft garante que não pretende diluir a identidade do SharePoint. As funcionalidades exclusivas da plataforma, associadas à colaboração em equipas, gestão de sites e integração profunda com o ecossistema empresarial, continuarão intactas. O objetivo não é uniformizar, mas sim simplificar e tornar o SharePoint mais intuitivo, sem comprometer o seu alcance corporativo.

Por enquanto ainda não há imagens, ou protótipos públicos, do seu novo design, mas a empresa pretende avançar com o lançamento no próximo mês de novembro. A atualização deverá chegar a todos os clientes web, abrangendo desde utilizadores em todo o mundo, até ambientes específicos como o Government Community Cloud (GCC), GCC-High e, até mesmo, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Google lança nova aplicação de diário para Android

A nova aplicação Google Diário já está disponível na Play Store para alguns equipamentos.

A Google disponibilizou na Play Store uma nova aplicação chamada Diário, pensada para quem deseja registar de forma digital experiências e reflexões pessoais. A aplicação permite criar entradas diárias enriquecidas com fotografias, localização e atividades, para além de oferecer lembretes automáticos para incentivar a escrita regular.

Numa época em que a recolha e partilha de dados se tornou prática comum, a Google sublinha que o Diário não partilha informação com terceiros e não recolhe dados pessoais, segundo a descrição oficial da loja.

O design segue uma lógica minimalista com uma interface limpa, sem menus complicados, convidando a começar a escrever logo após a instalação, naquela que é uma aposta na experiência essencial, sem distrações.

Contudo, a estreia não foi isenta de contradições. Apesar do discurso de acessibilidade, alguns utilizadores encontraram dificuldades: alguns dispositivos Android ainda não surgem como compatíveis na Play Store, o que levanta dúvidas sobre a real disponibilidade da aplicação no curto prazo.

Resta perceber se o Diário será apenas mais uma experiência de software da Google (muitas vezes descontinuadas sem grande aviso), ou se marcará um compromisso duradouro com a escrita pessoal em formato digital.

Qualcomm revela o Snapdragon 7s Gen 4 para smartphones de gama média

Ainda não foi revelado o primeiro equipamento a sair de fábrica equipado pelo novo Qualcomm Snapdragon 7s Gen 4.

A Qualcomm anunciou o novo Snapdragon 7s Gen 4, um processador destinado a smartphones de gama média. O modelo sucede ao Snapdragon 7s Gen 3, que serviu de base para equipamentos como o Nothing Phone 3a, 3a Pro e muitos outros. De acordo com a fabricante, a nova geração deverá oferecer um aumento de cerca de 7% no desempenho de CPU e de GPU.

Entre as melhorias destacam-se a subida da frequência máxima do CPU para 2,7 GHz, face aos 2,5 GHz da versão anterior, e o suporte para ecrãs com resolução de até 2.900 x 1.300 pixeis, com taxas de atualização que podem atingir os 144Hz. O processador passa ainda a incluir a funcionalidade Low Light Vision, até aqui apenas utilizada em processadores topo de gama, que melhora a captura de vídeo em condições de fraca luminosidade.

O Snapdragon 7s Gen 4 suporta ainda fotografias de até 200MP e mantém compatibilidade com a tecnologia de carregamento rápido Quick Charge 4+. Apesar das melhorias, trata-se de uma atualização relativamente modesta face ao modelo anterior, que havia sido lançado em agosto de 2024.

A Qualcomm não revelou ainda que fabricantes irão adotar este novo processador, mas é provável que marcas chinesas como a Honor ou a Vivo estejam entre as primeiras a integrá-lo. Todas as especificações podem ser consultadas na página oficial do produto.

Raspberry Pi lança versão mais compacta do Touch Display 2

O novo Raspberry Pi Touch Display 2 já está disponivel por 40 dólares, cerca de 35€.

A Raspberry Pi, conhecida pelos seus computadores de placa única, alargou o seu portfólio com uma versão mais compacta do Touch Display 2. O modelo de 5 polegadas (12,7 cm) já se encontra disponível através de revendedores autorizados com um preço de 40 dólares – cerca de 35€ -, logo mais barato que a versão de 7 polegadas lançada no ano passado.

O novo Touch Display 2 oferece uma resolução de 720×1280 pixeis e integra um painel multitoque capacitivo capaz de reconhecer até cinco pontos de toque simultaneamente. A área ativa do ecrã mede 62 x 110 milímetros e, tal como os outros produtos da marca, está totalmente integrado com o Raspberry Pi OS, sem necessidade de qualquer configuração adicional.

Todos os cabos, conectores e materiais de montagem necessários acompanham o produto. As especificações técnicas são idênticas às do modelo de 7 polegadas, com a principal diferença a residir no design mais compacto e no preço mais acessível. Já a alimentação energética é fornecida diretamente pelo Raspberry Pi ao ecrã ao qual fica ligado.

Para as fabricantes e entusiastas, este novo modelo representa uma forma simples de incorporar interfaces de alta qualidade em diversos projetos, desde iniciativas pessoais a aplicações de investigação e uso comercial. O design compacto torna este ecrã especialmente indicado para projetos nos quais o espaço é limitado.

Governo investe 5 milhões de euros na reabilitação de 168 km de rios e ribeiras em Portugal

ProRios 2030 avança com o restauro de cursos de água em todo o país. O plano prevê reabilitar 168 km de rios e ribeiras até 2030.

O Governo prepara-se para avançar com um novo conjunto de intervenções nos ecossistemas hídricos nacionais. Através do Ministério do Ambiente e da Energia, e com coordenação da recém-criada Agência para o Clima (ApC), será aplicado um financiamento de aproximadamente cinco milhões de euros para obras de reabilitação e restauro em diversos rios e ribeiras de norte a sul do país. Estas ações inserem-se na estratégia ProRios 2030 – Água que Une, um programa que pretende reforçar a sustentabilidade e a resiliência dos recursos hídricos nacionais.

A iniciativa aposta numa gestão integrada dos cursos de água, focada na valorização da biodiversidade, na retenção natural de água e na capacidade de adaptação aos impactos das alterações climáticas. Para isso, privilegiam-se soluções de engenharia natural, numa lógica de proximidade e colaboração com as autarquias locais. O objetivo passa por recuperar linhas de água degradadas, criar zonas de inundação controlada e mitigar riscos associados a cheias e a períodos de seca.

Entre os projetos que irão receber financiamento do Fundo Ambiental, destacam-se intervenções em várias regiões. No norte, estão previstos trabalhos de reabilitação no rio Neiva, entre Esposende e Viana do Castelo, a recuperação do ribeiro de Picote, em Miranda do Douro, e a valorização do rio Vez, em Arcos de Valdevez. No centro do país, avançam obras nos rios Díz e Noéme, na Guarda, bem como o restauro do rio Alfusqueiro, em Águeda. Em Mafra, será alvo de intervenção o rio Lizandro. Já no Alentejo, a estratégia contempla a recuperação de ribeiras em Évora e Beja, a reabilitação do sistema de açudes em Arronches e várias ações no Alentejo Litoral. No Algarve, a prioridade será a requalificação da Ribeira do Vascão, numa extensão aproximada de 60 quilómetros.

Estas operações inserem-se também no Plano Nacional de Restauro, em fase de elaboração, que integra a renaturalização de cursos de água como eixo central. O Ministério do Ambiente e da Energia sublinha que este tipo de intervenções tem vindo a ser desenvolvido há cerca de um ano e meio, período durante o qual já foram intervencionados mais de 550 quilómetros de rios e ribeiras em diferentes pontos do território.

Com esta nova fase, serão acrescentados mais 168 quilómetros de reabilitação.

Musso X700 Review: visual arrojado e conforto pensado para longas jornadas de trabalho

Com design elegante e materiais robustos, a cadeira Musso X700 representa um investimento que realmente vale a pena para quem dá prioridade à saúde, conforto e desempenho durante longas horas de trabalho diário.

Ter uma cadeira ergonomicamente confortável, que se adapte às necessidades individuais de cada utilizador, vai muito além de uma questão de conveniência: trata-se de um investimento direto na saúde, bem-estar e na produtividade diária. Passar longas horas sentado num espaço de trabalho inadequado pode levar a problemas físicos sérios, como dores lombares, rigidez muscular e fadiga crónica, afetando não só o corpo, mas também a concentração e, por conseguinte, o desempenho. Para quem, como eu, sofre de dores lombares fortes, no meu caso derivado de problemas de saúde, a escolha da cadeira certa deixou de ser opcional: tornou-se essencial para poder trabalhar de forma confortável, saudável e sustentável a longo prazo.

Foi durante a minha busca pela cadeira de trabalho ideal que descobri a Musso, uma marca que coloca a ergonomia no centro do seu design. Para além de prometer soluções criativas, a Musso assegura que, com apoio lombar dinâmico aliado a braços e repousa-pés ajustáveis, os utilizadores encontram respostas às suas necessidades posturais. Mas será que cumpre realmente tudo aquilo a que se compromete? É isso que vamos descobrir nesta análise de um dos seus produtos mais recentes: a Musso X700.

Recebemos a Musso numa caixa robusta e muito bem organizada. Apesar do peso de cerca de 20kg, todos os componentes da cadeira estavam cuidadosamente protegidos, sem qualquer dano ou arranhão. Além das várias partes da cadeira, a embalagem incluía uma caixa separada com todas as ferramentas necessárias para a montagem, assim como o manual de instruções detalhado, tornando o processo claro e acessível.

Durante a montagem, e embora o processo seja relativamente simples, uma das etapas revelou-se um pouco confusa, levando-nos a recorrer a um vídeo explicativo para esclarecer como proceder. Desde o início até ao fim, demorámos cerca de 30 minutos a montar a cadeira. Recomendamos, no entanto, que todo o processo seja feito por duas pessoas, pois isso ajuda a garantir que todas as peças se encaixem corretamente, resultando numa cadeira sólida, segura e totalmente funcional.

Em termos de design, a Musso X700 é, sem dúvida, uma das cadeiras mais arrojadas que já tivemos oportunidade de testar. Destaca-se não apenas pelos detalhes cuidadosamente pensados, como o encosto lombar ajustável, mas também pela estética elegante. A cadeira apresenta um tom cinza claro agradável à vista, e o apoio de cabeça exibe, bordado em cinza, o logótipo da marca. Outros elementos, como as alavancas e as rodas giratórias, mantêm a mesma cor, criando um conjunto uniforme.

A cadeira Musso X700 apresenta dimensões que reforçam o seu conforto e ergonomia. A sua altura total varia entre 115 e 130 cm, com o assento ajustável do chão entre 43,5 e 53,5 cm. A largura do assento é de 52 cm, profundidade entre 50 e 57 cm, e distância entre os apoios de braço de 73 cm. O apoio de cabeça mede 17,5 cm de altura e 36 cm de largura, enquanto o encosto de costas possui 56 cm tanto de altura quanto de largura.

Ao sentar na cadeira, nota-se de imediato a sua robustez, que é capaz de suportar até 150 kg, tornando-a adequada para um variado leque de utilizadores. O encosto de cabeça, as costas e o assento são fabricados em malha tecida de poliamida e poliéster, um material elástico que resiste bem à pressão e garante excelente respirabilidade, mesmo após muitas horas de uso. Já a estrutura da cadeira combina poliamida com fibra de vidro, uma solução leve mas incrivelmente resistente, que assegura estabilidade e durabilidade. Os apoios de braços são revestidos em poliuretano, oferecendo uma superfície macia, confortável e prática, fácil de limpar e resistente ao desgaste diário.

Para manobrar a cadeira, a experiência é bastante intuitiva, já que a Musso X700 conta com várias alavancas estrategicamente posicionadas, permitindo ajustar diferentes parâmetros de forma prática e rápida. Surge também aqui o único ponto menos positivo: alguns dos manípulos da cadeira podem ser um pouco mais difíceis de manusear, exigindo mais força ou atenção durante os ajustes, mas nada que influencie significativamente a experiência de utilização da cadeira. Estas opções de personalização garantem não só maior conforto, mas também uma postura correta durante longas horas de trabalho, tornando a cadeira versátil e adequada a diferentes contextos de utilização. Algumas dessas opções são a altura do assento, a inclinação do encosto, a resistência do reclínio e, até, a posição do apoio lombar, adaptando cada detalhe ao corpo e às preferências do utilizador.

A verdade é que a Musso X700 vai diretamente ao cerne do problema quando o assunto é combater as dores musculares e articulares provocadas pela má postura ou longas horas de trabalho sentado. Para isso, conta com o apoio da zona lombar, que foi pensado de forma engenhosa: está dividido em duas partes, criando um apoio que imita a curvatura natural da coluna e favorece um alinhamento da mesma mais saudável. Além disso, este suporte é totalmente ajustável em profundidade, através de um simples botão localizado nessa área, o que permite encontrar a posição ideal para cada utilizador. E com o sistema LumAlign Vertical Fit, conseguimos ajustar também o apoio lombar verticalmente. No meu caso, esta funcionalidade foi particularmente valiosa: as minhas dores lombares não desapareceram por completo, mas reduziram-se de forma significativa, tornando a experiência de estar sentada muito menos desgastante e muito mais confortável.

O encosto de cabeça da Musso X700 foi projetado para proporcionar um apoio totalmente ajustável à zona cervical, ajudando a aliviar a tensão no pescoço e nos ombros após longos períodos de trabalho. Pode ser regulado em altura, movendo-o para cima ou para baixo conforme a estatura do utilizador; em ângulo, inclinando-o ligeiramente para a frente ou para trás; e em profundidade, permitindo aproximar ou afastar o encosto. Esta variedade de ajustes assegura que cada utilizador encontra a posição ideal para diferentes posturas, seja durante momentos de concentração ou pausas para relaxar. Também aqui a diferença foi notória: menos rigidez no pescoço e uma sensação constante de suporte, o que me deixa menos cansada ao final do dia.

Por sua vez, o encosto das costas da Musso X700 é também ajustável em altura, com o sistema BackTrack Adjust, adaptando-se facilmente à altura de diferentes utilizadores. A sua estrutura ampla e firme foi desenhada para acompanhar a curva natural da coluna, podendo ainda ser inclinada para trás de forma suave e segura. Para além disso, existe uma alavanca dedicada ao encosto que ativa o mecanismo de reclinação: quando aplicado mais peso para trás, a cadeira acompanha o movimento, reclinando-se progressivamente; ao aliviar a pressão e regressar à posição sentada, a cadeira volta a acompanhar o corpo, garantindo um percurso natural e estável. Importante referir que, durante o movimento de inclinar para trás, a coluna fica sempre bem acomodada, graças ao GlideTrack, um sistema que se adapta dinamicamente à posição do utilizador, mantendo o apoio constante na região lombar mesmo quando se reclina ou se move.

Para mim, o encosto das costas revelou-se ideal durante pequenas pausas de trabalho ou escrita, a ponto de, por vezes, nem sentir necessidade de me levantar da cadeira, bastando apenas reclinar-me para trás para fazer uma pequena pausa.

Relativamente aos apoios de braços da Musso X700, estes são regulados em altura, permitindo alinhar os braços à posição do teclado ou mesa, e ainda em profundidade, aproximando-se ou afastando-se do corpo conforme a necessidade. Além disso, oferecem ajuste lateral, o que permite rodá-los num ângulo de 360º para dentro ou para fora. Foi esta personalização dos apoios de braço, juntamente com o ajuste lombar, que me fez notar uma grande diferença nas minhas jornadas de trabalho. Com os braços sempre bem apoiados, deixei de sentir as dores de cabeça causadas pela tensão no pescoço, que surgia quando os ombros permaneciam encolhidos ou sem suporte durante longos períodos.

Quanto ao repousa-pés da Musso X700, este é retrátil e totalmente ajustável, permitindo estender as pernas conforme desejamos. Pode ser posicionado mais à frente ou mais atrás, apoiando desde os calcanhares até à zona dos gémeos, de forma a ajudar a circulação das pernas. Eu costumo utilizá-lo durante longos períodos, mas é importante ter atenção: após umas horas com as pernas completamente estendidas, estas podem começar a ficar dormentes, por isso é recomendável alternar a posição de vez em quando.

Por fim, quanto às rodas, o rolamento é impecável: deslizam suavemente, sem criar qualquer atrito com o chão, permitindo movimentação fácil e silenciosa em diferentes superfícies. No meu caso, usei mais no pavimento flutuante, sem qualquer problema e sobretudo, sem deixar qualquer marca visível no mesmo (que, infelizmente, aconteceu já com outras cadeiras de escritório). Outro facto interessante é que a malha da Musso X700 é realmente muito respirável, mantendo o conforto mesmo nos dias mais quentes. Além disso, mesmo quando chego à cadeira suada de outras atividades físicas, o material não retém calor nem fica manchado.

De forma geral, esta cadeira integra-se muito bem em ambientes de escritório, sobretudo os mais premium, graças à sua elegância, e oferece um conforto difícil de encontrar em cadeiras de trabalho mais comuns – especialmente por incluir um repousa-pés, algo que muitas cadeiras não têm. Depois de alguns meses a usar a Musso X700, notei um alívio real na minha lombar. Combinada com alongamentos diários e uma alimentação equilibrada, a cadeira fez uma grande diferença no meu conforto e bem-estar. Noto que, para além de ser uma grande mais-valia durante o meu dia de trabalho, a cadeira é também perfeita para momentos de lazer, como ler um livro ou ver um filme ou série no computador.

Apesar de representar um investimento, considero que vale totalmente a pena para quem passa longas horas sentado, seja a trabalhar ou a estudar. No fundo, a Musso X700 adapta-se aos nossos movimentos e postura, reduzindo a necessidade de ajustar constantemente a posição e permitindo trabalhar de forma mais relaxada.

A Musso X700 provou ser uma cadeira de escritório verdadeiramente ergonómica e confortável, com um suporte lombar espectacular e um suporte de cabeça totalmente ajustável, bem como apoio de braços e repousa-pés concebidos para aliviar tensões, especialmente para quem, como eu, sofre de dores lombares. Apesar de alguns manípulos exigirem mais força para ajustar, isso não compromete a experiência geral. Com design elegante e materiais robustos, a Musso X700 representa um investimento que realmente vale a pena para quem dá prioridade à saúde, conforto e desempenho durante longas horas de trabalho diário.

A nível de preço, pode não agradar a todos, mas uma cadeira robusta como esta tem um preço que justifica: 469,50€. No entanto, temos um código de desconto de 25€. Basta que insiram o código ECHOBOOMERPT, ficando o custo final em 444,50€.

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Este dispositivo foi cedido para análise pela Musso.

Adobe Acrobat Studio usa inteligência artificial para melhorar ficheiros PDF

A Adobe anunciou o Acrobat Studio e quer transformar os ficheiros em PDF com a ajuda da IA.

O PDF é, há mais de 30 anos, sinónimo de estabilidade e fiabilidade, mas também de estagnação. Trata-se de um formato que é ideal para arquivar e partilhar documentos sem surpresas, ainda que conte com várias limitações. Por esse, e outros motivos, a Adobe decidiu mudar as regras do jogo com o lançamento do Acrobat Studio, uma plataforma que procura reimaginar o papel do PDF, transformando-o de simples recipiente de informação num verdadeiro espaço de trabalho dinâmico, apoiado por inteligência artificial e integrado num ecossistema de criatividade e colaboração.

A empresa quer acabar com a imagem de que o PDF é um “ficheiro morto” e reposicioná-lo como centro de operações digitais, onde estudantes, profissionais e utilizadores comuns podem não só consultar documentos, mas também interpretá-los, expandi-los e reutilizá-los em diferentes contextos. E para isso, claro, a empresa recorrerá à IA, com assistentes inteligentes e personalizáveis.

O seu conjunto de ferramentas tem a capacidade de resumir centenas de páginas, explicar conceitos técnicos com linguagem simples ou estruturar planos de estudo. Cada resposta vem acompanhada de referências verificadas, as quais podem também ser consultadas.

Outro elemento central são os chamados PDF Spaces, hubs digitais que não se restringem a PDFs, mas agregam documentos do Office, hiperligações, notas e outros ficheiros relevantes. São espaços colaborativos concebidos para reduzir a dispersão entre aplicações e pastas, permitindo que equipas, colegas ou até famílias trabalhem de forma mais organizada num único ambiente.

O Acrobat Studio liga-se ainda ao Adobe Express Premium, trazendo para o universo PDF a simplicidade de criação visual que popularizou o Canva. Infográficos, brochuras, publicações para as redes sociais ou apresentações podem agora nascer dentro do próprio documento, recorrendo também às capacidades do Firefly para gerar imagens e vídeos. Assim, o PDF deixa de ser apenas um formato de ficheiro e tornar-se um ponto de partida de conteúdos dinâmicos e visualmente sofisticados.

As aplicações práticas são vastas. No mundo empresarial, a promessa é acelerar a preparação de propostas, contratos ou apresentações, poupando tempo em tarefas repetitivas. No ensino, estudantes e investigadores podem centralizar bibliografias e apontamentos, pedir ao assistente para destacar conceitos-chave ou criar planos de estudo, transformando-os depois em materiais mais envolventes. Até mesmo para situações do dia-a-dia, como organizar uma viagem ou reunir orçamentos para uma obra, o Acrobat Studio apresenta-se como alternativa a folhas de cálculo dispersas e aplicações paralelas.

Mas claro, tudo tem um preço: apesar de ter um período experimentar gratuito, o Acrobat Studio, disponível globalmente em inglês e em versão web, tem dois tipos de subscrição, neste caso 24,99 dólares mensais para utilizadores particulares, e 29,99 dólares para empresas. As subscrições incluem o Acrobat Pro, 100GB de armazenamento em nuvem, assistentes de inteligência artificial e créditos para criação criativa no Express.

MYRIAD by Sana: uma refeição com vista para o Tejo

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O River Lounge Deck do MYRIAD by Sana, com a sua vista privilegiada e ambiente elegante, é o cenário ideal para desfrutar de sushi, ceviche, cocktails ou simplesmente relaxar.

Situado no Parque das Nações desde 2012, o hotel Myriad by SANA, da cadeia SANA Hotels, é um cinco estrelas que se destaca pela sua arquitetura moderna e pela localização privilegiada junto ao Rio Tejo, oferecendo vistas panorâmicas e uma experiência de luxo aos seus hóspedes. Entre essas experiências, sobressai o restaurante mediterrânico River Lounge, e para quem procura uma combinação de sabores e frescura, existe ainda o River Lounge Deck, um terraço exterior onde as vistas deslumbrantes do rio se desfrutam apenas com a brisa do mar.

Desde o fim de julho e mantendo-se durante todo o verão, temos os jantares Al Fresco do Myriad by SANA que oferecem uma experiência gastronómica descontraída, com inspiração na cozinha de fusão Mayumi. Combinam sushi, ceviches e cocktails de autor com música ao vivo, prometendo assim noites cheias de sabor e diversão. O Echo Boomer teve a chance de desfrutar do jantar Al Fresco no River Lounge Deck e podemos afirmar que a experiência foi simplesmente deliciosa.

Começamos por entrar na imponente entrada do Myriad by SANA, que impressiona ao olhar para cima, onde não se vê teto, apenas os andares do hotel que se estendem até ao topo. Depois de sermos calorosamente recebidos na receção, fomos conduzidos à nossa mesa no River Lounge Deck. Apesar de algum vento, a noite manteve-se muito agradável, com uma temperatura amena. Para os mais sensíveis ao frio, há mantas disponíveis, garantindo conforto aos hóspedes e clientes nesta zona mais exposta e ventosa do terraço.

E foi precisamente graças a este clima que os jantares foram batizados de Al Fresco, combinando a frescura do sushi com a leveza do ceviche peruano, e claro, a brisa do vento. De caráter sazonal, o Al Fresco trouxe ao River Lounge Deck um novo fôlego a nível decorativo, com novas plantas que conferem um toque tropical, e também aumentou o número de mesas, permitindo agora acomodar cerca de 60 pessoas no deck, complementadas por sofás estrategicamente colocados para maior conforto.

No restante espaço, o ambiente é igualmente agradável, sobretudo devido à vista desafogada para a Ponte Vasco da Gama e para o Rio Tejo. As palmeiras ajudam a criar um cenário mais exótico, enquanto os novos sofás acrescentam um toque descontraído e acolhedor. Em termos de serviço, a equipa revelou-se sempre ágil e extremamente cordial, garantindo uma experiência agradável.

Relativamente à experiência gastronómica em si, começámos por pedir dois cocktails, um de assinatura, o Impostor, e ainda um clássico, o Mojito. O Impostor combina gin Gotik, aguardente CRF, Licor Beirão, vodka Impostor (uma reinvenção do Long Island Ice Tea, mas com um toque português), sumo de limão e xarope de açúcar. Já o Mojito revelou-se simplesmente delicioso, preparado com rum, lima, hortelã e açúcar amarelo.

Ambos os cocktails combinaram na perfeição com a noite amena, oferecendo frescura, intensidade e o equilíbrio certo de doçura, acompanhando de forma impecável um dos pratos principais: o Hambúrguer Myriad, servido em pão brioche com sementes de sésamo, carne black angus, cheddar, cebola caramelizada, picles de pepino e molho barbecue. No nosso caso, por não podermos consumir sementes de sésamo, foi servido em pão do caco. Podemos assegurar que se trata de um hambúrguer intenso e saboroso, em que o pão do caco, combinado com os restantes ingredientes, quase lembrava uma base de pizza em sabor. A carne, macia e suculenta, completou o conjunto de forma perfeita, sendo por isso um hambúrguer verdadeiramente divinal.

Para acompanhar o mesmo, vieram umas batatas fritas irresistíveis, cujo sabor e consistência nos recordaram as famosas batatas de uma cadeia igualmente conhecida. Eram tão saborosas que, mesmo já com o estômago cheio, não conseguimos resistir e acabámos por comê-las todas, sem deixar uma única no prato.

Naturalmente, não podíamos experimentar estes jantares Al Frasco sem pedir as várias opções de sushi. São vastas: Niguiris, sashimi – ambos disponíveis em salmão, lírio, atum, pargo ou mix – Hosomaki (lírio e shisho atum, ou salmão), Huramaki (Califórnia ou salmão e gengibre), Futomaki (salmão, atum e camarão), Tártaros (atum picante ou salmão com ovas), Ceviches (salmão ou peixe branco) e Ussuzukuri (salmão, lírio ou robalo, todos com molho ponzu e ovas), que é uma espécie de carpaccio japonês.

Fãs de sushi que somos, mandámos vir um bocadinho de tudo… e não nos arrependemos, claro. Além da excelente apresentação, notava-se, efetivamente, a frescura das peças, até porque foram preparadas quase ao nosso lado – sim, no River Lounge Deck estavam presentes dois sushiman que, assim que saiu o nosso pedido, dedicaram-se a tratar de todas as peças pedidas. Ou seja, se quiserem podem acompanhar in loco a preparação do vosso pedido.

Terminámos com uma sobremesa, a Namelaka de frutos vermelhos, assente sobre um crocante praliné, envolvida por frutos vermelhos de textura aveludada. No topo, um sablé de chocolate 70% de São Tomé e Príncipe, delicados apontamentos de gel de manjericão e frutos vermelhos, além de um refrescante sorbet de manjericão. Sublime!

Um detalhe que considerámos particularmente interessante foi a presença de música ao vivo durante toda a refeição. Esta escolha acrescentou uma dimensão extra à experiência, criando uma atmosfera mais vibrante e envolvente, sem nunca se sobrepor à conversa.

Com tudo isto, o jantar Al Fresco no MYRIAD by Sana revelou-se uma experiência completa, que vai muito além da gastronomia. Desde a entrada imponente do hotel até ao serviço atencioso da equipa, tudo contribui para uma noite memorável. O River Lounge Deck, com a sua vista privilegiada e ambiente elegante, é o cenário ideal para desfrutar de sushi, ceviche, cocktails ou simplesmente relaxar.

Vale bem a pena experimentar, sendo que têm até 5 de outubro para aproveitar. Os jantares Al Fresco do MYRIAD by Sana estão disponíveis de quarta a domingo, das 18h às 22h.

HOVERAir AQUA: a primeira câmara aérea autónoma totalmente à prova de água

O HOVERAir AQUA já foi totalmente financiado através da plataforma Indiegogo e as primeiras unidades serão entregues em dezembro.

O verão de 2025 marca a entrada da videografia aérea num novo território: o mundo aquático. A Zero Zero Robotics apresentou o HOVERAir AQUA, anunciado como a primeira câmara aérea autónoma totalmente resistente à água. Concebido para captar imagens em ambientes aquáticos, o dispositivo foi pensado para praticantes de desportos e criadores de conteúdos que procuram registar atividades como stand up paddle, caiaque, wakeboard, jet ski ou passeios de barco, sem necessidade de intervenção manual.

A nova câmara distingue-se por substituir perspetivas tradicionais em primeira pessoa e drones convencionais por um sistema de rastreamento automático assente em inteligência artificial. O design compacto, a certificação de resistência à água IP67 e a capacidade de flutuar permitem-lhe operar diretamente à superfície da água.

O HOVERAir AQUA está equipado com uma câmara 4K capaz de gravar até 100 fps por segundo em câmara lenta, sensor CMOS de 1/1,28” e lente hidrofóbica, que ajuda a repelir gotas de água. Oferece mais de 15 modos de voo automáticos, entre os quais se incluem funcionalidades específicas para snorkeling. Conta com resistência ao vento de nível 7 (até 33 nós), autonomia de 23 minutos por carga e velocidade máxima de seguimento de 55 km/h. O peso total é inferior a 249 gramas, o que dispensa o registo junto da Federal Aviation Administration (FAA).

Entre os acessórios, a marca introduz o Lighthouse, um dispositivo usado no braço que permite controlar a câmara de forma remota, incluindo descolagem, aterragem, gravação, seleção de modos e regresso automático. Este acessório incorpora ainda a função Virtual Tether, que deteta quando o aparelho ultrapassa a distância definida e o faz regressar ao utilizador. A câmara dispõe também de um ecrã AMOLED de 1,6 polegadas para pré-visualização das imagens e consulta rápida das gravações, sem necessidade de ligação a um smartphone.

Se quiserem ser um dos primeiros a ter o HOVERAir AQUA, basta que visitem a página da campanha do produto no Indiegogo e reservem a vossa unidade. Neste momento, ainda o conseguem apanhar por 861€, com entrega prevista para dezembro.