O campeonato português entra já no seu primeiro momento alto da temporada. Sporting e FC Porto encontram-se este sábado, 30 de agosto, às 20h30, em Alvalade, num clássico que pode marcar tendências logo no arranque da luta pelo título e colar aos ecrãs os fãs das apostas desportivas.
Ambas as equipas somam apenas vitórias neste campeonato e dividem a liderança. A história mostra equilíbrio, mas com ligeiras vantagens de parte a parte: o Porto tem mais triunfos no confronto direto, enquanto o Sporting costuma ser mais forte em casa. Esse balanço deixa o jogo em aberto, mas com um detalhe que pode pesar na análise das odds.
Sporting: consolidar liderança em casa
Para os leões, este é o primeiro clássico da era pós-Gyökeres. A derrota na Supertaça deixou marcas, mas a resposta foi imediata: três vitórias consecutivas, 12 golos marcados e uma frente de ataque onde Luis Suárez já mostrou credenciais para assumir o papel de referência, com dois golos em três jogos.
Pote, em grande forma, chega embalado pelo hat-trick ao Nacional e pode ser a chave para desequilibrar frente a uma defesa portista ainda em fase de entrosamento. O grande problema são as possíveis ausências — Maxi Araújo, Diomande, Nuno Santos, Bragança e Morita ficam de fora — o que obriga Rui Borges a mexer na consistência do meio-campo.
Porto: novo fôlego com Farioli
Do lado azul e branco, Francesco Farioli mudou a cara da equipa. Os reforços encaixaram rapidamente: Gabri Veiga dá dinâmica ao meio-campo, Borja Sainz oferece profundidade e Froholdt tornou-se peça central pelo trabalho defensivo e capacidade de chegada à área. A defesa, reforçada com Bednarek e Alberto Costa, começa a ganhar solidez, mas ainda não foi testada frente a um ataque da dimensão do Sporting.
A incógnita está em Pepê, que tem sido um dos mais influentes desde o início da época, mas cuja lesão ocular o coloca em dúvida até à última hora. Com ele em campo, a frente de ataque ganha mobilidade; sem ele, o Porto perde criatividade.
Clássico com Odds em destaque!
As casas de apostas apontam o Sporting como favorito (@1.95) e a explicação é clara: além de jogar em casa, os bicampeões nacionais apresentam maior estabilidade coletiva e venceram dois dos últimos três clássicos frente ao Porto. O entrosamento de uma equipa que já joga junta há várias épocas é visto como trunfo decisivo.
Já o Porto surge como outsider (@3.35), reflexo de uma equipa em construção. Apesar da boa entrada no campeonato, a verdade é que Farioli ainda está a implementar o seu modelo de jogo e pode haver dúvidas sobre como o grupo responderá num teste de alta pressão. No entanto, a qualidade individual está lá — e pode facilmente contrariar a tendência.
O empate, tradicionalmente comum em clássicos, também não deve ser descartado, o que reforça a ideia de que o encontro será decidido em detalhes e inspirado por individualidades.
Odd Exclusiva – Ambas marcam & 2.5+ golos
Num tipo de jogo que se diz valer 6 pontos, esta odd vem com grande valor pois espera-se uma partida muito disputada mas rica em golos, como de resto estas duas equipas nos têm habituado. Com planteis renovados e dois treinadores com ainda muito para provar, estão reunidas todas as condições para um grande espetáculo de futebol. Por isso, se queres dar ainda mais adrenalina a este clássico, não percas este exclusivo Solverde e vibra ao máximo com o futebol nacional!
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O jogo novo jogo de ação do programa China Hero Project da PlayStation já pode ser experimentado por todos.
Lost Soul Aside chegou ao PC e PlayStation 5 após uma década de desenvolvimento, tendo começado a ser produzido por apenas uma pessoa, mas com a equipa da Ultizero Games a ganhar dimensão e a receber o apoio da PlayStation através do China Hero Project, ao longo do tempo.
Descrito como um jogo de ação e aventura, Lost Soul Aside coloca os jogadores na pele de Kaser, numa missão de salvar a humanidade enquanto tenta salvar a sua irmã, cuja alma foi apoderada por uma raça de monstros chamada Voidrax.
Com a ajuda de um pequeno dragão flutuante, Kaser é capaz de recorrer a um vasto conjunto de habilidades poderosas e a armas que o permitem fazer combos espetaculares para derrotar qualquer inimigo.
Para apresentar o seu mundo e jogabilidade frenética, Lost Soul Aside recebeu juntamente com o seu lançamento, uma demo gratuita e disponível a todos os curiosos, no PC e na PlayStation 5, que dão acesso a uma porção do jogo com duas batalhas de bosse. No entanto, qualquer progresso feito na demo, não será transferível para a versão final do jogo.
Lost Soul Aside está disponível na PlayStation Store, na Steam e na Epic Games Store.
A Kobo anunciou a integração da Instapaper nos seus eReaders, permitindo guardar e ler artigos da web offline, de forma simples e sem distrações.
Quando testámos o Kobo Libra Colour, reparámos que estes ereaders tinham perdido a ligação com o Pocket, que fazia com que fosse possível ler artigos ou documentos, mas offline. Até então, a Rakuten não tinha disponibilizado nenhuma solução para a descontinuação desse serviço, o que agora muda graças ao Instapaper.
Ou seja, com a integração da Instapaper nestes dispositivos de leitura digital, os utilizadores podem agora guardar artigos da web para leitura posterior, agora também em modo offline.
Com esta novidade, os leitores passam a ter a possibilidade de transferir diretamente para os seus eReaders artigos encontrados no navegador, ficando acessíveis tal como qualquer outro eBook. O objetivo é oferecer uma leitura fluida e dedicada a conteúdos longos, sem depender de aplicações externas ou de acesso contínuo à internet.
O estúdio Ghost Story Games partilhou novidades sobre Judas no blog oficial da PlayStation, apresentando uma nova arte promocional e detalhes sobre o seu sistema de interação com outras personagens.
Depois de muito tempo em silêncio, a Ghost Story Games vem tranquilizar os jogadores com novas informações sobre Judas, através de uma publicação assinada por Ken Levine no blog oficial da PlayStation. O diretor criativo explicou que a equipa tem preferido concentrar os esforços no desenvolvimento, em vez de dedicar tempo a trailers e materiais promocionais, mas começa por reconhecer a importância de manter uma relação próxima com os jogadores.
O destaque desta recente nota de atualização de produção, serve de introdução ao sistema Villainy, que promete impactar o progresso dos jogadores com alianças e rivalidades inesperadas. Ao contrário dos jogos anteriores de Levine, como BioShock ou BioShock Infinite, em que os vilões estavam definidos desde o início, Judas permite que os jogadores influenciem a relação com três personagens principais. Ignorar uma delas transforma-a em antagonista, com acesso a novos poderes que interferem com os objetivos do jogador.
Na publicação Levine conta como este sistema poderá impactar a experiência, justificando também a sua implementação. O objetivo do sistema é de apresentar situações em que perder a confiança de uma personagem seja semelhante ao de perder um aliado próximo. “Queremos brincar com essa dinâmica e que a escolha seja realmente difícil. Os Big 3 vão competir pela vossa atenção, podem salvar-vos em combate, partilhar segredos ou até manipular-vos”, acrescentou.
O diretor comparou este sistema ao Nemesis de Middle-earth: Shadow of Mordor, mas o que o distingue em Judas a prioridade a um desenvolvimento profundo entre personagens e não na quantidade de inimigos “colecionáveis” como em Shadow of Mordor. Assim, cada uma observa a forma como o jogador combate, interage e constrói alianças, reagindo de acordo com essas escolhas.
Para além dos detalhes desta nova mecânica, Levin revelou uma nova arte visual de Judas, inspirada em cartazes clássicos de cinema de Drew Struzan. A imagem destaca o elenco principal do jogo, ao qual se juntará mais de cem vozes.
Nova arte visual de Judas.
Quanto à data de lançamento, para já, não há novidades ou qualquer promessa, com Levine a admitir que não o quer fazer até ter a certeza que o jogo não sofrerá possíveis adiamentos.
Judas está a ser desenvolvido para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.
A XPENG lançou a atualização global XOS 5.8.0, com nova assistência à condução por IA, Modo Pet e melhorias no conforto e personalização.
A XPENG anunciou a disponibilização mundial da mais recente atualização over-the-air do seu sistema operativo XOS. A versão 5.8.0 começou a chegar aos veículos da marca e introduz novidades que vão desde a assistência à condução até à gestão do habitáculo, reforçando a aposta da fabricante chinesa em tecnologia de mobilidade inteligente. Esta atualização é a terceira grande evolução de software da XPENG em 2025, sucedendo às versões 5.4.5, lançada em janeiro, e 5.6.0, lançada em maio.
O XOS 5.8.0 introduz uma nova funcionalidade de assistência à condução suportada por inteligência artificial, tornando a XPENG o primeiro fabricante automóvel na Europa a disponibilizar este tipo de solução. Entre as melhorias destaca-se a evolução do sistema de Assistência à Manutenção na Faixa de Rodagem (LCC), que agora partilha o controlo com o condutor em vez de se desligar quando há movimento no volante. Esta alteração proporciona uma condução mais estável e natural, sobretudo em situações de maior complexidade, como acessos e saídas de autoestradas. O Cruise Control Adaptativo (ACC) também foi atualizado, permitindo um comportamento mais fluido em curvas a velocidades elevadas e desacelerações mais confortáveis.
A atualização inclui ainda o Modo Pet, pensado para utilizadores que viajam com animais de estimação. Esta função garante que, quando o automóvel é deixado estacionado por curtos períodos, as portas e janelas permanecem bloqueadas e a climatização regula automaticamente a temperatura e a circulação do ar. Os proprietários recebem notificações em tempo real através da aplicação da XPENG, podendo ativar ou desativar o modo remotamente.
As melhorias abrangem também o conforto e a personalização do habitáculo. Em climas mais quentes, a temperatura mínima do ar condicionado passa a ser de 16 ºC, garantindo maior conforto em regiões tropicais. O sistema XCOMBO, que suporta agora 21 idiomas, foi expandido para oferecer mais de 700 capacidades ajustáveis, permitindo criar cenários personalizados diretamente no ecrã do veículo ou através da aplicação móvel, adaptando cada viagem às preferências individuais do condutor. A atualização inclui também cenários predefinidos que permitem alternar entre modos de entretenimento, segurança, economia de energia ou conforto.
Em 28% das horas entre as 6h e a meia-noite, o Aeroporto Humberto Delgado operou acima da capacidade declarada.
A associação ambientalista ZEROrevelou que o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, está a operar de forma recorrente acima da capacidade oficialmente declarada de 38 movimentos por hora. Segundo a análise efetuada, entre as 6h e a meia-noite, cerca de 28% das horas ultrapassaram esse limite, com impactos que, de acordo com a organização, não foram devidamente avaliados.
Desde junho, em quase um terço do período considerado, o número de descolagens e aterragens excedeu a capacidade máxima definida. Em 18% dessas horas registaram-se mais de 40 voos, chegando-se a picos de 45 movimentos. Em 4,3% do total, o tráfego superou mesmo os 42 voos por hora. Foram identificadas várias sequências de horas consecutivas acima do limite, o que, na perspetiva da ZERO, comprova que a expansão da capacidade operacional do Aeroporto Humberto Delgado já está em curso, apesar de nunca ter sido sujeita a Avaliação de Impacte Ambiental, como exige a lei.
A análise incluiu todos os voos comerciais de passageiros e carga entre 1 de junho e 22 de agosto, excluindo jatos privados e aeronaves militares. Os resultados mostram que, em 19 ocasiões, houve períodos de mais de duas horas consecutivas sempre acima dos 38 movimentos horários. A ZERO associa este aumento ao encerramento da pista cruzada em 2017, à construção de duas saídas rápidas em 2020 e a melhorias no sistema de navegação aérea, que terão permitido maior fluidez no espaço aéreo e na gestão da pista.
Apesar de as obras no terminal ainda não estarem concluídas, a capacidade de processamento de passageiros não se tem revelado um obstáculo significativo. A associação acusa as autoridades de conduzirem todo o processo sem avaliar devidamente o impacto ambiental e na saúde pública, lembrando que a Agência Portuguesa do Ambiente apenas deu parecer positivo à expansão do terminal, sem enquadrar as restantes alterações.
Um dos exemplos citados pela ZERO aponta para duas sequências de quatro horas, em 29 de junho e 30 de julho, entre as 19h e as 23h, sempre com 40 ou mais movimentos por hora e uma média de 41,5.
Durante o período analisado, contabilizaram-se 419 horas acima do limite oficial de 38 movimentos, o equivalente a 28% do total. Entre as 18h e as 21h, a média situou-se em 38,1 voos por hora, com o pico entre as 19h e as 20h a atingir 38,5. Foram ainda registadas 265 horas com mais de 40 movimentos, correspondendo a 18% do total.
Em agosto, no dia 3, foi atingido o valor mais elevado: 699 voos, o equivalente a um avião a cada 98 segundos. Nos períodos em que a operação ultrapassou os 38 movimentos, a média foi de um avião a cada 87 segundos, afetando não apenas Lisboa, mas também Almada, Loures e Vila Franca de Xira.
A ZERO chama ainda a atenção para os períodos das 23h às 0h e das 6h às 7h, que não estão abrangidos pelas restrições da Portaria 303-A/2004. Nestes horários, registou-se uma média de 32 movimentos por hora, mas houve dias em que se ultrapassou a capacidade declarada. A associação defende a imposição de limites nestes dois períodos para mitigar os efeitos sobre o descanso e a saúde da população.
Outro dado revelado é que, entre a meia-noite e as seis da manhã, nunca foi cumprido o limite legal de 91 voos semanais. Em média, ocorreram cerca de 150 movimentos nesse intervalo, muito acima do previsto.
Face ao cenário descrito, a ZERO espera que o Supremo Tribunal Administrativo se pronuncie brevemente sobre a ação do Ministério Público que pede a anulação de diversos atos administrativos relacionados com o aumento da capacidade aeroportuária desde 2017. A associação insiste que todas as intervenções devem ser sujeitas a Avaliação de Impacte Ambiental, dado o peso que têm na saúde de centenas de milhares de cidadãos.
A associação aguarda também que a Resolução do Conselho de Ministros n.º 58/2025, prevista para novembro, seja aplicada com rigor, incluindo a proibição de voos entre a 1h e as 5h e a limitação de aeronaves mais ruidosas nos períodos imediatamente antes e depois, entre as 23h e a meia-noite e entre as 6h e as 7h.
O novo HyperOS 3 encontra-se em fase beta, exclusivamente na China. Introduz funções como o Super Island, melhorias gráficas, e capacidades inteligentes que permitem sincronizar dados com o iPhone, iPad e Mac.
Após meses de especulação, a Xiaomi anunciou oficialmente o HyperOS 3, a nova geração do seu sistema operativo. A apresentação marcou também o arranque do seu programa beta e a possibilidade dos utilizadores interessados em testar as primeiras versões públicas, com um calendário de distribuição definido para vários modelos da marca e da linha Redmi.
Entre as novidades de destaque surge o Super Island, uma área interativa localizada na parte superior do ecrã que exibe, em tempo real, a atividade das aplicações em utilização. Ao contrário da solução oferecida pela Apple, que serviu claramente de inspiração, a versão da Xiaomi continua visível mesmo dentro do painel de notificações, facilitando o acesso sem obrigar o utilizador a regressar ao ecrã inicial.
O HyperOS 3 conta também com uma renovação estética com ícones redesenhados, barra de estado atualizada e a possibilidade de personalizar a grelha da página principal. A Xiaomi apostou numa interface mais moderna e organizada, ainda que com ecos bastante evidentes do iOS 18, e, adicionalmente, algumas aplicações de base foram reformuladas. A aplicação Google Telefone foi também abandonada em favor de uma aplicação própria, que a marca garante ser mais clara e funcional, enquanto a galeria de imagens recebeu ferramentas avançadas de edição e organização.
A fabricante introduziu também uma versão mais sofisticada da sua assistente digital, a Super Xiao AI, capaz de interpretar melhor o contexto e ajustar respostas às necessidades concretas dos utilizadores. Contudo, a verdadeira surpresa reside na função AI Connect, que permite pela primeira vez a comunicação, e partilha de dados, entre smartphones Xiaomi e dispositivos da Apple, incluindo iPhone, iPad e Mac. Isso possibilitará transferências de ficheiros, sincronização de conteúdos e até responder a mensagens de forma cruzada entre diferentes sistemas, algo inédito no ecossistema da empresa.
O plano de distribuição da versão beta começa a 29 de agosto, abrangendo os modelos mais recentes como o Xiaomi 15 Ultra, o Xiaomi 15 Pro e o Redmi K80 Pro. Outras vagas estão previstas para 17 e 30 de setembro, incluindo dispositivos dobráveis, tablets de última geração e televisores inteligentes. A versão estável do HyperOS 3 deverá ser disponibilizada no último trimestre deste ano, ainda numa fase inicial apenas para o mercado chinês, e no mercado global deverá fazer a sua estreia no inicio de 2026.
Drag x Drive é um conceito estranho para tirar partido das capacidades dos novos Joy-Cons, mas é capaz de divertir, ainda que tenha pouco para oferecer.
Imaginem o seguinte cenário. Estão online com amigos, que tem uma Nintendo Switch 2, que já se encontra recheada de um catálogo invejável de party games e outros jogos multijogador, e alguém propõe: “malta, vamos jogar aquele das cadeiras de rodas!” Se não souberem do que se trata, qual é a vossa reação? Provavelmente, será a mesma que coletivamente toda a gente teve quando assistiu à revelação de Drag x Drive durante a Nintendo Direct dedicada à nova consola. Provavelmente, também a mesma reação que me deixou algum tempo sem saber bem o que comentar sobre esta aposta.
Não há absolutamente nada de errado com Drag x Drive, mas o seu conceito basilar faz-me levantar questões, sendo a mais preponderante: “Porquê?” E serei brutalmente honesto, um “simulador” de cadeira de rodas, um jogo cuja power fantasy é ser um campeão em cadeira de rodas é estranho. Isto porque usar cadeira de rodas não é uma escolha ou opção, é uma necessidade real para pessoas que se encontram, na sua vida, limitadas num mundo que nem sempre está moldado para si. E não quer dizer que Drag x Drive não tenha potencial para consciencialização dessas realidades com as suas mecânicas bem realistas – fosse ele antes uma tech-demo -, mas a forma como eu vejo este jogo é que serve de veículo para ser um gimmick game para tirar partido das capacidades da Nintendo Switch 2 e dos seus novos Joy-Cons, que funcionam ambos como ratos, enquanto capitaliza as subscrições online, que são necessárias para explorarmos todas as dimensões do jogo.
Drag x Drive (Nintendo)
Desabafo feito, Drag x Drive, como apontei, não tem nada de realmente errado e, na verdade, cumpre a sua promessa de forma positiva e divertida, até certo ponto, usando, então, uma das gimmicks com maior potencial da nova consola. Com um conceito aparentemente simples, no qual usamos os Joy-Cons em diferentes superfícies e os arrastamos para controlar uma cadeira de rodas, Drag x Drive é surpreendente complexo e com uma jogabilidade relativamente profunda, que emula muitas das ações reais e aplica todas as suas mecânicas num contexto, social, competitivo e desportivo. Drag x Drive é, assim, um jogo de basketball em cadeira de rodas com um twist. Drag x Drive é extremamente físico, que se encaixa na categoria de experiências como a série Sports e Ring Rit Adventures, com formas muito especificas de se jogar, que nos colocam a mexer e, em retrospetiva aos meus pontos inicias, se calhar uma ótima experiência alternativa aos jogadores Nintendo cujas limitações físicas os impediam de jogar outros jogos deste género.
Dada a sua natureza, apesar de poder ser jogado num sofá, com os Joy-Cons ao nosso lado – ou numa secretária com os mesmos em cima dela, como se agarrássemos num rato –, não há propriamente uma forma errada de o jogar, mas poderá variar do conforto de cada um. Deslizando os dois Joy-Cons para a frente somos lançados na direção onde estamos a apontar, para trás, fazemos marcha-atrás, e se carregarmos nos gatilhos, agarramos as rodas com força permitindo viragens bruscas ou travagens radicais. Drag x Drive faz um excelente trabalho a replicar uma física realista, o que significa que somos também confrontados com situações em que a falta de jeito se torna um desafio. Estas situações começam a ocorrer quando as mecânicas se aprofundam. Quando começamos a ter uma bola literalmente nas mãos para atirar ao cesto ou fazer passes. Quando temos que ganhar controlo para ir em direção aos adversários. Quando temos que fazer contra-ataques e até saltar rampas para “grandes afundanços”.
Drag x Drive (Nintendo)
A curva de aprendizagem não propriamente é pequena. Drag x Drive requer tanto treino como paciência para dominar até as pequenas coisas, o que pode causar alguma resistência aos jogadores mais impacientes. Mas quando faz clique é divertidíssimo, dentro e fora do campo. As partidas são rápidas, caóticas e inesperadas. Se há um que jogador pode estar no controlo, há um outro mais desastrado pode “estragar” qualquer plano para um belo cesto. A receita para competições amigáveis está la, funciona e, se calhar, acaba por ser o inesperado sucesso da tal sessão online com amigos com que abri este texto. Drag x Drive pode ser jogado a solo, mas é com amigos e em ambiente online que brilha, muito pela partilha desse caos. Para além do basket, o jogo conta com outros mini-jogos, com time trials, bola ao cesto e obstáculos e rampas para interagir no ambiente aberto. Há ainda um modo de espetador onde é possível assistir a outros jogos e fazer cheerleading a outros jogadores, levantando os braços e simulando o bater de palmas. É adorável.
Onde Drag x Drive realmente deixa cair a bola… é na sua apresentação, com um tom demasiado tacticool e sombrio. Ainda que haja acentos azuis e vermelhos um pouco por todo o lado, a linguagem visual do jogo carece do “fator Nintendo” – de cor e de visuais amigáveis. Para um jogo que, na sua essência, quer ser divertido, a sua atmosfera é, por vezes, um pouco opressiva. Tem definitivamente uma direção de arte estranha.
Apesar de algum charme e de tirar partido das capacidades da Nintendo Switch 2, no que toca aos Joy-Cons, Drag x Drive é “pouco jogo”. Após algumas sessões, depois de me sentir confortável com os comandos, as razões para o jogar são virtualmente nulas. Não há grande incentivo além das sessões com amigos. E por muito giro que o online seja, pessoalmente, a minha vontade de jogar com estranhos não é a melhor. É um jogo que requer uma disponibilidade física que pode ser muito bem aplicada noutras experiências e que também se limita ao online para qualquer experiência social. O que é pena, porque pelos 19,99€ com que se apresenta seria um ótimo jogo para jogar localmente com amigos através de uma única consola em ecrã dividido.
O ministro da Educação defende que os exames nacionais são essenciais para avaliar aprendizagens e garantir rigor no acesso ao Ensino Superior.
Os exames nacionais são considerados pelo Governo um instrumento essencial para avaliar as aprendizagens dos alunos e medir a qualidade das escolas. O Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, defendeu que estas provas permitem identificar quais os estabelecimentos de ensino que apresentam melhores resultados e aqueles que enfrentam maiores dificuldades.
Em declarações após reuniões com sindicatos, em Lisboa, o governante afastou novas alterações ao sistema, sublinhando que “não faz sentido mudar as regras novamente”. O modelo atualmente em vigor, que prevê três exames nacionais para concluir o 12.º ano e duas provas para o acesso ao Ensino Superior, foi aprovado em 2023, durante o Governo de António Costa. Para Fernando Alexandre, este sistema constitui uma garantia de qualidade e reforça o rigor e a exigência do ensino.
Na primeira fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior registou-se uma diminuição no número de alunos colocados em comparação com o ano anterior. O ministro atribuiu essa quebra às alterações introduzidas nos exames, mas lembrou que ainda decorrem as fases seguintes do concurso, nas quais milhares de estudantes poderão obter colocação.
Apesar de defender o modelo atual, Fernando Alexandre admitiu que, no futuro, poderá ser promovida uma discussão nacional sobre o sistema de acesso ao Ensino Superior. O ministro reconheceu que algumas instituições localizadas no interior do país foram particularmente afetadas pela redução de colocações. Destacou, nesse sentido, a importância destes estabelecimentos para o desenvolvimento regional e para a coesão territorial, assegurando a disponibilidade do Ministério para debater novas estratégias que garantam a sustentabilidade destes polos académicos em zonas de baixa densidade populacional.
Se são daquelas pessoas que, infelizmente, ainda têm ADSL, mas apanham 5G na vossa zona, eis aqui uma excelente solução da UN2.
Nunca ouviram falar na Artiva? Nós também não, pelo menos até há bem pouco tempo, mas trata-se de uma empresa portuguesa fundada em 2018, no Porto, e que em 2020 entrou no mercado espanhol. Três anos depois, em 2023, surgiu a marca UN2 e o nome da Artiva mudou para Nostra Telecom. Não satisfeitos, houve nova mudança de nome, em 2024, neste caso para Masnostra, e a marca UN2 passou simplesmente a chamar-se UniDos.
Foi também no início de 2024 que se deu a fusão da UN2 com o grupo de telecomunicações português Portucom Telecom, que “possui rede própria de fibra nas cidades de Torres Vedras, Lisboa, Vila Franca de Xira, Porto e Braga”. O que é que isto interessa? É que a Undos lançou-se no mercado português em maio deste ano, sendo que, na altura, prometia “a melhor fibra e o melhor móvel com preços justos”.
Contudo, não foi isso que verificámos. Quando disponibilizou o seu site, a Unidos apresentou vários pacotes cujos preços não impressionaram – por exemplo internet fibra de 300mb por 27,50€/mês, com 12 meses de fidelidade, ou 41,75€/mês para um pacote com net da mesma velocidade, dados móveis ilimitados e serviço de TV com 150 canais. Mas as coisas mudaram.
Em junho, descobrimos que a UN2 tinha mudado não só a sua imagem, mas também os seus preços, tornando-se mais competitiva. Agora, dois meses depois, eis que há novamente mexidas nos preços.
Até há bem pouco tempo, a Unidos dava fibra de 500Mbps com quatro meses de fidelização por 20€/mês e fibra de 1Gbps, com o mesmo período de fidelização, por 25€/mês. Mas a operadora resolveu mexer nos preços, com os pacotes a custarem 21€ e 26€, respetivamente, mantendo-se todas as condições, inclusive a oferta do router ZTE F6640 com WiFi 6 incluído.
Os preços também aumentaram 1€ nos pacotes fibra + móvel, havendo as mesmas duas opções: Fibra 500Mbps e 100GB de dados móveis por 29€/mês, e Fibra 1Gbps e dados móveis ilimitados por 33€/mês, sendo que a operadora refere que a cobertura móvel inclui 5G, VoLTE e VoWiFi. O período de fidelização é sempre de 4 meses.
Para os pacote mais completo – TV, Móvel e Fibra -, a Unidos cobra agora 36€/mês por Fibra 500Mbps, dados móveis ilimitados e 180 canais. Existe outra opção, sendo que apenas muda a velocidade para 1Gbps, com o preço a subir para 43€/mês.
Curiosamente, nestes pacotes a UN2 deixa adicionar “Extras de TV”, ou por outras palavras, subscrições de serviços de streaming, como a Netflix (7,99€/mês), DAZN (16,95€/mês) e Prime Video (4,99€/mês). Estranhamente, a operadora cobra menos 1€/mês relativamente ao preço oficial praticado pela Netflix para o pacote Base, que deverá ser aqui o oferecido.
Quanto ao serviço de televisão, chama-se un2TV by WOTTA TV e é uma plataforma de televisão OTT (Over-The-Top) que permite ver canais, gravar programas, aceder às gravações dos últimos 7 dias e desfrutar de um vasto catálogo no videoclube. Está disponível em múltiplos dispositivos, incluindo Smart TVs (Samsung, LG, Android TV), Box Android, Apple TV, smartphones e tablets (iOS e Android), e também no computador através do browser.
No entanto, a novidade mais chamativa da UN2 é mesmo a CASA 5G, um plano através do qual a operadora dá acesso a Internet de alta velocidade via dados móveis partir de 19€/mês.
A quem o 5G não faz grande falta, pode sempre optar pelo pacote inicial, que custa os tais 19€/mês, e que inclui o Router CUDY AC1200, compatível com a rede 4G+. Para quem pretender maior velocidade, pode sempre optar pelo Router Tenda 5G01, que custa mais 10€/mês, ficando este pacote CASA 5G a custar 29€/mês. A UN2 garante velocidades de até 1Gbps.
Trata-se de uma excelente solução para zonas mais remotas de Portugal, onde é possível encontrar encontrar cobertura de redes móveis a excelentes velocidades, mas onde o ADSL teima em existir.
O novo Tesla Model Y Performance combina 460 CV, 580 km de autonomia e design atualizado. Chega a Portugal em setembro por 61.990€.
A Tesla anunciou o lançamento do novo Model Y Performance, poucos meses depois de ter renovado a sua gama com uma atualização profunda ao Model Y. Esta versão chega ao mercado com alterações significativas no design e com uma série de melhorias concebidas para reforçar a eficiência, o conforto, a conetividade e a segurança.
O Tesla Model Y Performance surge como a variante mais avançada do modelo até hoje, combinando um aspeto mais arrojado com atualizações técnicas que lhe conferem maior capacidade de desempenho. Entre as mudanças visuais destacam-se os novos painéis dianteiro e traseiro, adaptados para maior estabilidade a alta velocidade, jantes forjadas Arachnid 2.0 de 21 polegadas, pinças de travão vermelhas, spoiler em fibra de carbono, acabamentos em preto brilhante e iluminação de cortesia no exterior com o logótipo Performance.
No interior, os bancos dianteiros incluem extensores elétricos para apoio das pernas, os pedais são em alumínio e há inserções em fibra de carbono tanto no painel de instrumentos como nas portas. O habitáculo conta ainda com um ecrã tátil central de 16 polegadas, com margens mais discretas e resolução superior, que substitui o sistema de 15,4 polegadas das restantes versões e oferece uma experiência de utilização mais imersiva, seja na gestão dos controlos do veículo ou no acesso ao entretenimento.
Em termos de desempenho, o novo Tesla Model Y Performance anuncia 460 cavalos de potência, uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,5 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h. O consumo médio situa-se nos 16,2 kWh/100 km, garantindo uma autonomia de 580 km segundo o ciclo WLTP. A bateria, equipada com células de maior densidade energética, oferece mais capacidade sem aumento de peso, enquanto a nova unidade motriz assegura maior binário, potência acrescida e resistência térmica superior, permitindo aceleração rápida e elevada velocidade sem comprometer a eficiência.
Também o chassis foi revisto para responder ao incremento de potência, passando a integrar novas molas, barras estabilizadoras e casquilhos. A Tesla introduziu ainda um sistema de suspensão adaptativa desenvolvido internamente, apoiado num algoritmo que ajusta em tempo real a resposta do veículo às condições da estrada e ao estilo de condução. Este sistema funciona em articulação com modos de condução personalizáveis, que influenciam a suspensão, a tração e a estabilidade, todos eles configuráveis através do ecrã central, o que permite adaptar o comportamento do veículo de forma imediata às preferências do condutor.
Produzido na Gigafactory de Berlim-Brandemburgo, o Tesla Model Y Performance começará a ser entregue aos clientes europeus em setembro. Em Portugal, o preço foi fixado em 61.990€.
Manter as finanças pessoais em ordem continua a ser um desafio para muitas famílias. Ainda assim, especialistas sublinham que não são necessárias mudanças radicais para alcançar melhorias visíveis. Ajustes simples no quotidiano podem ter impacto real no controlo das despesas, no aumento da poupança e na construção de maior estabilidade a longo prazo.
A gestão financeira, muitas vezes relegada para segundo plano na correria do dia a dia, é um dos pilares fundamentais do bem-estar. A adoção de práticas consistentes pode transformar a forma como cada pessoa lida com o dinheiro – seja para reduzir dívidas, reforçar a poupança ou preparar investimentos mais conscientes. Esse tipo de disciplina é igualmente relevante em áreas como o entretenimento digital, incluindo plataformas de jogo online, como o Winbay Casino, onde a gestão responsável do orçamento é essencial para evitar desequilíbrios.
Um dos primeiros passos passa por acompanhar de perto todos os gastos. O simples registo diário de despesas, feito através de aplicações digitais ou até num caderno, ajuda a perceber padrões e a identificar onde é possível cortar. Este controlo é ainda mais eficaz quando complementado com a criação de um orçamento mensal realista, que organize as despesas essenciais, defina limites para o lazer e reserve um montante específico para a poupança.
Outro hábito com impacto direto é automatizar a transferência de uma parte do rendimento para uma conta de poupança logo após o pagamento do salário. Esta prática, conhecida como “pagar-se a si próprio primeiro”, reduz a tentação de gastar o dinheiro destinado a objetivos futuros e permite criar uma reserva financeira de forma gradual.
Também no consumo diário, a disciplina faz diferença. Planear compras, elaborar listas e evitar decisões por impulso são estratégias que ajudam a gastar de forma mais consciente. Pequenos períodos de espera antes de aquisições maiores podem impedir gastos motivados apenas por emoções momentâneas.
Em paralelo, especialistas alertam para o risco de recorrer a crédito de curto prazo com taxas de juro elevadas. O recurso frequente a cartões de crédito ou empréstimos pessoais tende a comprometer a estabilidade financeira no médio e longo prazo. Construir um fundo de emergência é uma alternativa mais segura para lidar com imprevistos.
O processo de melhorar a saúde financeira não se resume apenas ao controlo dos gastos. Investir tempo em literacia financeira, seja através de artigos, podcasts ou formações, contribui para decisões mais informadas. A informação acessível e prática tem sido apontada como ferramenta essencial para quem procura maior autonomia na gestão do dinheiro.
Embora alcançar estabilidade financeira seja um percurso gradual, cada pequeno avanço tem relevância. Celebrar progressos, mesmo que modestos, ajuda a manter a disciplina e a motivação. No final, a diferença não depende apenas do nível de rendimento, mas sobretudo da consistência de escolhas conscientes feitas diariamente.
Conselho de Ministros aprova mudanças na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e anuncia novas vagas para docentes em regiões com falta de professores.
O Conselho de Ministros aprovou a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, anunciou o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, no final da reunião realizada em Lisboa.
A medida resulta de uma consulta pública que terminou em agosto e que reuniu mais de 10.000 contributos. Segundo o governante, a Direção-Geral da Educação validou 2.280 propostas relacionadas com a estratégia e mais de 700 relativas às Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento. As escolas irão receber orientações no dia 29 de agosto, para se adaptarem às novas linhas de ação.
Entre os contributos recebidos, destacou-se a área da saúde, que representou 87% das propostas dirigidas à estratégia nacional e 71% das sugestões para as Aprendizagens Essenciais. O ministro salientou que, nesse domínio, os novos documentos passam a dar maior relevância à educação sexual. Outras áreas que recolheram um número significativo de contributos foram a literacia financeira e a sustentabilidade.
O diploma, que será publicado em Diário da República, prevê uma alteração estrutural no funcionamento da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. A duas semanas do arranque do ano letivo, as escolas terão de aprovar, até ao final do primeiro período, uma estratégia própria para a disciplina, que será depois aplicada nas turmas.
Cidadania e Desenvolvimento passa agora a ter Aprendizagens Essenciais comuns a todas as escolas, substituindo as 17 áreas temáticas anteriormente existentes por oito domínios obrigatórios: direitos humanos; democracia e instituições políticas; desenvolvimento sustentável; literacia financeira e empreendedorismo; saúde; media; risco e segurança rodoviária; pluralismo e diversidade cultural.
O Governo aprovou também um decreto-lei que autoriza a abertura de um concurso externo extraordinário destinado a responder à falta de docentes em zonas do país onde continua a ser difícil fixar professores.
No último ano letivo, uma medida semelhante permitiu a colocação de cerca de 1.700 professores em 234 escolas. Este ano, serão disponibilizadas 1.800 vagas para 259 agrupamentos, localizados sobretudo nas regiões de Lisboa e Setúbal, mas também em áreas do Alentejo e do Algarve.
O diploma introduz ainda um alargamento do apoio à deslocação dos docentes. No ano passado, esse subsídio foi atribuído a aproximadamente 2 800 professores que lecionavam em escolas consideradas carenciadas. Este ano, passará a abranger todos os que fiquem colocados a mais de 70 quilómetros da residência, podendo chegar a cerca de oito mil docentes.
A partir de setembro, a STCP ajusta horários com maior frequência nas linhas escolares e encerra os reforços para as praias.
Com o regresso das rotinas após o período de férias de verão, a STCP vai introduzir alterações na sua operação a partir de setembro, de forma a responder ao aumento da procura previsto para esta fase de rentrée.
A primeira mudança ocorre a 1 de setembro, data em que entra em vigor o horário designado “férias escolares/verão”, que prevê o reforço da frequência em várias linhas de autocarro.
Uma semana depois, a 8 de setembro, a empresa passa a operar em horário “normal”, coincidindo com o arranque do ano letivo. Nesta fase, a maioria das linhas será reforçada, sobretudo nos períodos de maior procura, associados à entrada e saída dos estabelecimentos de ensino.
Com a entrada em vigor deste horário regular, terminam também os reforços ligados à época balnear. Entre os ajustes previstos destacam-se:
A linha 200 (Bolhão–Praça Cidade Salvador) e a linha 203 (Marquês–Praça Cidade Salvador) voltam a ter término no Castelo do Queijo;
As linhas 205 (Campanhã–Castelo do Queijo) e 906 (Trindade–Madalena) deixam de contar com viagens adicionais ao sábado e ao domingo;
A linha ZF (Francelos–Valadares Estação) regressa à circulação exclusiva em dias úteis.
Estas alterações enquadram-se no plano habitual de adaptação da STCP à variação sazonal da procura, ajustando a rede às necessidades de mobilidade urbana no início do novo ano letivo.
O Renault Rafale Atelier Alpine 300cv 4×4 é uma proposta sólida, competitiva e diferenciada em termos de eficiência, espaço e equipamento.
Depois do lançamento do Renault Rafale na versão de 220cv tração frontal, eis que surgiu, durante este ano de 2025, uma versão de topo deste modelo da Renault: 300cv de potência, tração às 4 rodas, Hibrido Plug-in e nível de equipamento Atelier Alpine. Este é a versão premium SUV coupé Rafale, destacando-se aqui as afinações do chassis levadas a cabo pelos engenheiros da Alpine.
É de salientar as várias melhorias introduzidas neste modelo, nomeadamente no conjunto de suspensão e barra estabilizadora, bem como a introdução da suspensão ativa com câmara preditiva, 4Control Advanced e jantes de 21’ – tudo afinado sob rigor desportivo de marca Alpine. Além disso, apresenta uma aparência estética exclusiva, com pintura “Azul Cume Acetinado”, spoiler “Preto Estrela” e tapetes em tons azulados.
Por fora, se o Renault Rafale já chamava bastante a atenção por ser um carro com linhas bastante diferenciadas em termos estéticos, com esta cor Azul Cume Acetinado e com jantes desportivas de 21’, com assinatura Alpine o Rafale dá um salto para um patamar premium do segmento C SUV. Outros dos elementos que dão toques premium a este Rafale são a presença do teto panorâmico, com sistema Solar Bay que permite colocá-lo transparente ou opaco, que contrasta na perfeição com os acabamentos do teto e spoiler em Preto Estrela.
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Outras grandes diferenças encontradas para a versão de 220cv do Renault Rafale são os pormenores mais agressivos e reforçados dos para-choques nesta versão de 300cv, o que incumbe ainda mais um espírito mais desportivo neste modelo C SUV, e a presença de duas tampas nos painéis traseiros do Rafale, um para abastecer de combustível e outro para carregar a bateria de 22kWh.
Quanto ao interior do Renault Rafale, este é quase todo igual à encontrada na versão Espirit Alpine, mas com a presença de diversos pormenores aprimorados pela Alpine, como por exemplo a presença de bancos de pele vegan e alcatra, inclusão do detalhe atelier Alpine em diversos locais do habitáculo, introdução de tapetes azulados premium com logotipo Alpine, presença de iluminação ambiente personalizável em mais zonas e oferta de Climatização tri-zona em vez do bi-zona. Já o sistema de info entretenimento é o mesmo já inserido em tantos outros modelos da Renault, composta por um ecrã vertical de 12’’ com sistema operativo OpenRLink – assente no Android Automotive OS 12 -, um painel de instrumentos digital de 12,3’’ e um sistema de som Harman Kardon de 12 altifalantes com perfis sonoros assinados por Jean-Michel Jarre, possibilitando uma experiência acústica de outro nível.
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O software pouco difere de outros modelos Renault, existindo, ainda assim, alguns pormenores interessantes, como a possibilidade de regular não só o nível de 4Control, como também o nível de precisão da suspensão preditiva do Rafale, o que permite manobrar com mais ou menos facilidade/conforto este carro de 4,71 metros de comprimento.
Ainda no software, um ponto menos positivo é, certamente, a aplicação MyRenault, pois comparativamente à concorrência direta, e apesar de possibilitar a pré-climatização do habitáculo e controlar o carregamento do nosso veículo, continua sem oferecer opções que se estão a tornar mais comuns no mundo automóvel. É o caso da Digital Key ou, até, da abertura de portas e bagageira com apenas um clique.
Falando agora na bagageira do Renault Rafale, temos à nossa disposição uns generosos 528L de capacidade que podem ser expandidos até aos 1600L – no caso de termos os bancos rebatidos. Debaixo do tapete da mala temos ainda disponíveis alguns compartimentos de arrumação para os cabos e ferramentas habituais, de modo a que não andem a “rebolar” na nossa bagageira quando fazemos uma curva.
Conduzi o Renault Rafale durante 728km de forma a ter uma melhor perceção acerca do seu comportamento em estrada, performance e consumos… e não é que fiquei bastante agradado?
Começando pelo comportamento em estada, esta versão Rafale dispõe de suspensão regulável e preditiva com três modos à escolha: o Conforto, o Dinâmico e o Desporto. No modo Conforto temos à nossa disposição uma suspensão mais suave, que amortece grande parte das irregularidades encontradas no piso, e um sistema 4Control ligeiramente menos eficaz que, de certa forma, limita a brecagem do veículo em manobra em espaços mais apertados. Já o modo Dinâmico ajusta a suspensão, o 4Control e a direção para níveis intermédios, fazendo com que o carro fique mais firme em estrada. Por último, no modo Desporto, para além dos ajustes feitos na suspensão, no 4Control e na direção, temos também à nossa disposição os 300cv de potência, graças à ativação do segundo motor elétrico.
Relativamente aos consumos do Renault Rafale, registei uma média de 19.1kWh/100km e 0.4L/100km em cerca de 50km percorridos em circuito urbano, 20.7kWh/100km e 3.7L/100km em cerca de 124km percorridos em autoestrada, e 21kWh/100km e 3.4L/100km em cerca de 97km.
Deste percurso, registei um consumo médio de 20kWh/100km e de 3.5L/100km, valores bastante bons para um veículo com estas características.
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De forma a registar o consumo médio deste Renault Rafale, parti em seguida para um teste mais exaustivo. Optei por fazer um percurso de cerca de 700km com 100% bateria na partida, e sem mais nenhuma carga, e obtive um consumo de 19.2kWh/100km e 7L/100km. No final, obtive uma subida de 4L/100km no consumo médio quando já não tinha mais autonomia disponível da bateria de tração. Ainda que mais alto, não achei um consumo totalmente descabido tendo em conta as dimensões, peso e potência deste Rafale 300cv.
Efetuei também uma carga de teste a 7kWh para perceber a velocidade de carregamento deste Rafale. Com carregador CA a bordo de 7.4kWh, constatei que este Renault Rafale vai dos 22% aos 80% de bateria em cerca de 1h43, e até aos 100% em cerca de 2h30, valores estes expectáveis para carregamento de um veículo a 7.4kWh, capacitado de uma bateria de 22kWh.
Depois de toda esta aventura com o Rafale Atelier Apline 300cv 4×4, posso dizer que a Renault decidiu subir a parada rumo a um tipo de segmento superior, evidenciando aqui um salto qualitativo em termos tecnológicos e dinâmica em estrada que poderemos encontrar num “super-híbrido” 4×4. As afinações no chassis e a suspensão preditiva inteligente são dois pontos que fazem a diferença, tornando assim este Rafale mais confortável e ágil para uma condução de dia a dia, ou mais desportivo e preciso, tudo apenas à distância de um toque no OpenRLink.
O Renault Rafale Atelier Alpine 300cv 4×4 é uma proposta sólida, competitiva e diferenciada em termos de eficiência, espaço e equipamento, tendo como principal target quem procura um SUV híbrido premium com identidade própria e design um pouco fora do comum.
Em Portugal, o preço do Rafale Atelier Alpine arranca nos 58.300€ e poderá subir aos 62.340€ no caso de escolherem a opção bi-color acetinada da carroçaria, sistema de som Harman Kardon e Head-up display, como era o caso da unidade ensaiada. Este encontra-se desde já disponível para aquisição em qualquer concessionário Renault em Portugal.
O Honor Magic V5 tem tudo o que é de bom para marcar a sua posição no universo dos smartphones dobráveis. Pode não revolucionar, mas melhora muitos dos aspetos-chave que já faziam do Magic V3 o melhor smartphone dobrável do mercado.
O Honor Magic V5 chega ao mercado como mais uma proposta a tentar cimentar o formato dobrável e fá-lo com uma abordagem bastante equilibrada entre utilidade, inovação e alguns compromissos que ainda persistem neste segmento. Quando dobrado, é muito semelhante a um telefone topo de gama comum, com um design limpo e discreto, e quando aberto, é quando a magia acontece. Em termos de construção, a dobradiça do equipamento transmite muita confiança, com o mecanismo a abrir de forma suave, silenciosa e com fricção adequada para manter o ecrã fixo em diferentes posições, o que se traduz em conveniência acrescida para chamadas de vídeo ou visualização de conteúdos sem precisar de suporte adicional. A desvantagem, aqui, está na saliência pronunciada do módulo fotográfico traseiro, que compromete a estabilidade quando pousamos o telefone numa superfície plana. Apesar disso, a combinação de carbono e fibras de grau aeroespacial dá ao Magic V5 uma sensação premium e com robustez, sem deixar de ser muito leve. As certificações IP58 e IP59 reforçam a resistência a pó e salpicos, ainda que o dispositivo não tenha sido pensado para cenários mais extremos.
Mas o mais impressionante desta aposta da Honor é a sua espessura de apenas 8,8mm quando fechado e 4,1mm quando aberto, num dispositivo que apenas 217g. Só para termos uma comparação, o Honor Magic V3, que já era surpreendentemente fino, conta com 9,2mm quando fechado e 4,35mm quando aberto, e pesa 226g, já o Galaxy Z Fold6 tem 12,1mm quando fechado. Em teoria pode parecer que são apenas alguns milímetros, mas numa utilização realista, revela-se um equipamento surpreendentemente fino, leve e com um acabamento fantástico. Colocar este telefone no bolso, é muito mais agradável que o Xiaomi 15 Ultra, por exemplo, que tem sido o meu equipamento diário quando não estou a testar outro. Fechado, o novo telefone da Honor é mais fino e mais leve que o topo de gama da Xiaomi, ou que o Google Pixel 9 Pro XL, algo que é verdadeiramente impressionante. A sua espessura é tão fina que a porta USB-C está nos limites do corpo do telefone, pelo que não acredito que a empresa consiga reduzir ainda mais a espessura da próxima geração do Magic V, a não ser que decidam lançar o equipamento sem porta USB-C.
Honor Magic V5
A primeira impressão é dada pelo ecrã externo, que é muito semelhante ao ecrã de um smartphone topo de gama convencional. É um painel OLED de 6,43 polegadas, alto e estreito, com a resolução 2376×1060 pixeis e brilho máximo de 5000 nits, que facilita a utilização com apenas uma mão. É particularmente prático para usar em quase tudo no dia a dia. Apesar de ser o ecrã “secundário” oferece uma experiência completa, que fez com que apenas utilizasse o ecrã principal para ocasiões especificas. Ainda assim, o verdadeiro destaque está mesmo no ecrã interno, que é composto por um painel AMOLED LTPO de 7,95 polegadas, com brilho máximo de 5000 nits, com resolução elevada de 2352×2172 pixeis, com suporte para o Dolby Vision HDR e com um brilho e nitidez mais do suficiente para longas sessões de lutilização. O vinco central continua lá, mas a evolução é notória, uma vez que só se revela em ângulos específicos sob luz forte, e deixa de ser uma distração constante como acontecia em gerações anteriores. Em termos práticos, os dois ecrãs são realmente excelentes em todos os sentidos. E com taxa de atualização dinâmica entre 1 e 120Hz, ambos mostraram-se capazes de oferecer o que de melhor o mercado tem para oferecer.
No seu interior temos o melhor processador atualmente disponível no mercado, o Qualcomm Snapdragon 8 Elite, acompanhado por 16GB de RAM LPDDR5X e 512GB de armazenamento interno UFS 4.1. Este conjunto garante a fluidez necessária para todo o tipo de tarefas, incluindo as mais exigentes. É preciso ter em atenção que o equipamento não oferece suporte para qualquer tipo de expansão do armazenamento interno, ou seja, não tem slot para cartões microSD. No entanto, é possível adicionar mais 16GB de RAM vistual através do Honor RAM Turbo, que recorre a memória interna do dispositivo e algo que utilizei durante todos os meus testes. Outra nota de destaque neste equipamento, é o facto da Honor ter feito um excelente trabalho com o hardware uma vez que a gestão térmica é impecável. Mesmo em situações de stresse, o Magic V5 nunca aqueceu em demasia, nem testes de benchmark, nem em jogos exigentes durante longos períodos de tempo, nem durante o carregamento rápido com fio. Já no que toca a ligações o Magic V5 conta com tudo o que se espera de um smartphone topo de gama atual, ou seja, 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, suporte para eSIM e até dois cartões SIM físicos. O seu áudio estéreo cumpre bem o seu papel, sem deslumbrar, mas suficientemente claro para consumo de conteúdo multimédia.
A autonomia é outro dos pontos fortes deste equipamento. Com uma bateria de 5820mAh, o Magic V5 aguenta um dia inteiro de utilização intensa sem grandes dificuldades. E conta com suporte para o carregamento rápido com fio de 66W e sem fios de 50W. Na prática, são necessários sensivelmente 53 minutos para uma carga dos 0 aos 100% com fios através do carregador adequado – que não vem na caixa – e mais 15 minutos quando o carregamento é efetuado sem fios. Em 18 minutos são obtidos cerca de 50% de bateria de carregamento com fio, e são necessários quase 25 minutos quando carregado sem fio.
Honor Magic V5
Passando para a fotografia, o seu sensor principal é de 50MP com estabilização ótica e estabilização eletrónica (OIS e EIS), sendo acompanhado por uma lente ultra grande-angular também de 50MP com abertura f/2.0, e uma lente telefoto periscópio de 64MP com zoom ótico de 3x com OIS e EIS. As capturas apresentam imagens muito detalhadas com cores vivas, especialmente com processamento em cima para otimizar brilho e nitidez em situações de baixa iluminação. Porém, esse mesmo processamento em algumas situações tende a ser um pouco excessivo, deixando algumas fotografias com aspeto artificial e demasiado “polidas”. O zoom digital chega aos 100x, mas a utilidade real desta funcionalidade raramente ultrapassa os 10x, dado o ruído evidente em ampliações mais extremas. A câmara principal oferece fotografias nítidas e com cores fiéis quando os cenários estão bem iluminados. A profundidade de campo é satisfatória sempre que necessária, embora os detalhes tendam a ficar algo esbatidos junto às extremidades do enquadramento. Nas imagens captadas com a lente ultra grande-angular nota-se alguma distorção, mas o campo de visão é suficientemente amplo para registar muitos elementos na fotografia. Em cenários de baixa luminosidade, as fotos obtidas com a câmara principal são muito boas, e recorrer ao modo noturno dedicado resume-se a apenas um ligeiro aumento de brilho nas zonas de sombra. No entanto o modo retrato é um dos que mais me impressionou neste Honor Magic V5, já que beneficia da proporção 5:4 que dá mais margem de enquadramento, além de filtros com um toque nostálgico. Já a velocidade do obturador no modo automático merece um pequeno reparo, já que objetos em movimento tendem a ficar um pouco desfocados, algo que poderá ser resolvido com maior flexibilidade no ISO e tempos de exposição. Nas câmaras frontais, a experiência é versátil graças às suas duas lentes de 20MP, uma em cada ecrã, com a grande vantagem que podemos utilizar o ecrã externo para selfies de qualidade, já que nos permite recorrer ao sensor principal.
Sendo o mais recente topo de gama da Honor, não é surpreendente que o Magic V5 chegue pré-instalado com o MagicOS 9.0, baseado no Android 15 e que logicamente conta com todas as funcionalidade de inteligência artificial que vimos em modelos anteriores. Por isso, não me vou alongar muito nas funcionalidades já abordadas na minha análise ao Honor 400 5G. O destaque vai mais uma vez para a função inteligente de conversão de imagem para vídeo, o AI Image to Video, que continua a ser impressionante, e o Magic Portal, da própria Honor, que integra uma funcionalidade muito semelhante ao Circle to Search utilizando um gesto que é efetuado com o nó do dedo, bem como deteção de deepfake por inteligência artificial em chamadas e melhorias em ferramentas já conhecidas, como o AI Eraser 2.0. O Magic Portal continua, no entanto, a suportar apenas um conjunto limitado de aplicações e, embora seja útil para informações rápidas, ainda não corresponde totalmente ao que esperaríamos de uma barra lateral multifunções.
Para quem conhece a interface da Honor, o MagicOS 9.0 é executado de forma muito fluida no Honor Magic V5 e felizmente não está recheado de bloatware. Outra boa noticia é que a marca compromete-se em fornecer quatro anos de grandes atualizações do sistema operativo, juntamente com cinco anos de atualizações de segurança. Isso significa que as atualizações estão garantidas até ao Android 19 e as atualizações de segurança até ao final do verão de 2030.
Honor Magic V5
De qualquer forma, não parece que a Honor esteja a apostar exclusivamente na inteligência artificial nos seus smartphones, o que é refrescante numa altura em que praticamente todas as outras marcas tentam impor funcionalidades inteligentes que nem sempre são úteis para todos os utilizadores. Por isso, uma das novas funcionalidades em destaque vai para o ecrã triplo dividido, que permite abrir, e alternar, entre três aplicações em simultâneo no ecrã interno. Embora, na prática, a maioria dos utilizadores precise apenas de duas aplicações abertas em paralelo, a possibilidade de trabalhar com três aplicações revela-se útil em situações intensas de multitasking. Como, por exemplo, estar reservar bilhetes para um concerto e ter um código de desconto no e-mail que necessita de consulta imediata, e ao mesmo tempo é necessário verificar no calendário qual a data mais conveniente, tudo isto enquanto se mantém aberta a página de reservas. Normalmente, teria de alternar constantemente entre aplicações, mas com o Honor Magic V5, com o ecrã triplo dividido, pode-se simplesmente visualizar tudo lado a lado, sem ter de saltar entre aplicações. Esta capacidade acaba por aproximar o Honor Magic V5 de um computador em termos de utilização.
Outra boa funcionalidade é o Honor AI Space, que mais não é do que uma ferramenta que conta com um conjunto alargado de funcionalidades, algumas baseadas em inteligência artificial, como o nome propões, mas outras nem por isso, que podem ser úteis no dia a dia. Por exemplo, com a aplicação consegui transformar o Magic V5 num comando para todas as unidades de ar condicionado da minha habitação. Tenho unidades de quatro marcas distintas e o equipamento foi capaz de lidar com todas elas. Para além disso, permite otimizações que são feitas de forma rápida e muito intuitiva. Por exemplo, automatizei que todos os ar condicionados se desligassem assim que me afastava de casa e que se ligassem assim que me aproximava. E esse é só um pequeno exemplo, já que existem muitas possibilidades.
O Honor Magic V5 tem tudo o que é de bom para marcar a sua posição no universo dos smartphones dobráveis. Não posso dizer que revoluciona, mas a Honor conseguiu melhorar muitos dos aspetos-chave que já faziam do Magic V3 o melhor smartphone dobrável do mercado. Na minha opinião, o novo modelo conta agora com o melhor design que alguma vez vimos num smartphone dobrável, fácil de manusear e de guardar no bolso, e com uma espessura quase impossível de melhorar. Se juntarmos a tudo isto, um software equilibrado, um hardware topo de gama e que não desilude em qualquer tarefa, e uma bateria muito competente, temos aquele que considero o melhor smartphone dobrável do mercado.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Honor.
O Renaissance Porto Lapa Hotel aumentou a sua capacidade para 241 quartos e suites, mantendo serviços de bem-estar e espaços de eventos no Porto.
O Renaissance Porto Lapa Hotel, localizado numa das áreas mais cosmopolitas do Porto, inaugurou uma nova ala que acrescenta 78 quartos, um spa, um ginásio e uma piscina interior à unidade hoteleira. A expansão, gerida pela AHM – Ace Hospitality Management, envolveu um investimento superior a 33 milhões de euros por parte do grupo Mercan Properties.
Desde a sua abertura, há dois anos, o hotel tem desempenhado um papel de destaque na revitalização do quarteirão da Lapa, conjugando modernidade e conforto com a preservação do carácter histórico da zona. A nova ala não só aumenta a capacidade de alojamento, elevando o total para 241 quartos e suites, como introduz novas valências de bem-estar, incluindo um spa com três salas de tratamento – uma delas destinada a casais – e um circuito termal que inclui sauna, duches sensoriais, banho a vapor, jacuzzi e piscina interior. O espaço utiliza produtos da marca francesa Cinq Mondes e oferece tratamentos corporais e faciais personalizados. O ginásio da nova ala, com 134 m², está totalmente equipado para diferentes tipos de treino.
A expansão resultou ainda na criação de 20 postos de trabalho diretos e 90 indiretos, reforçando o impacto económico da unidade na cidade.
De resto, o Renaissance Porto Lapa Hotel mantém seis salas de eventos com capacidade para 600 pessoas, o rooftop com piscina exterior aquecida e o L’Égoïste Bar & Restaurant, onde a oferta gastronómica combina cocktails de autor e cozinha mediterrânea, sob orientação de Miguel Pinto e Ricardo Tiago, respetivamente Chef Executivo e Chef de Pastelaria.
A cadeia neerlandesa Action continuou a expansão em Portugal com novas lojas em Guimarães, oferecendo milhares de produtos em 14 categorias.
Após abrir novas lojas em Marco de Canaveses e Ponte de Lima, a cadeia neerlandesa Action inaugurou, este mês de agosto, duas novas lojas em Guimarães.
A primeira foi inaugurada em Silvares, no passado dia 7 de agosto, ao passo que o segundo espaço começou hoje, dia 28 de agosto, a funcionar. A unidade de Silvares tem uma área de 900 m² e conta com 23 colaboradores, enquanto o espaço nas Taipas ocupa 889 m² e tem 21 funcionários. Ambas as lojas funcionam diariamente, entre as 09h e as 21h.
A entrada da Action em Portugal ocorreu há cerca de um ano, e a marca tem vindo a reforçar a sua presença através de um modelo de retalho focado na comercialização de produtos não alimentares. O portefólio inclui cerca de 6.000 referências distribuídas por 14 categorias, entre as quais artigos para o lar, brinquedos, bricolage, jardinagem e mercearia. A oferta é renovada semanalmente, com cerca de 150 novos produtos, mantendo preços médios baixos, situando-se à volta dos 2€ por artigo.
Paralelamente à expansão comercial, a Action tem introduzido medidas de sustentabilidade nas suas operações. Entre estas, destaca-se a eliminação do gás nas lojas e a utilização generalizada de iluminação LED. A seleção de fornecedores segue critérios rigorosos, privilegiando matérias-primas com certificações ambientais e sociais reconhecidas.
No que diz respeito ao algodão, 99% dos produtos das marcas próprias provêm do programa Better Cotton e 1% é de algodão biológico. A totalidade da madeira utilizada é certificada por entidades FSC ou PEFC, garantindo uma gestão responsável das florestas. Desde 2022, o cacau presente nos produtos da marca própria é certificado com o selo Fairtrade, reforçando o compromisso da empresa com práticas de produção mais sustentáveis.
O próximo Galaxy Event deverá ser o palco para a Samsung anunciar os novos Galaxy S25 FE, Galaxy Tab S11 e outras novidades.
A Samsung confirmou o Galaxy Event para o dia 4 de setembro, pelas 10h30 (hora de Lisboa), dedicado à apresentação de novidades para o seu portefólio móvel. O evento será o palco para a apresentação de novidades do seu catálogo de dispositivos móveis e será realizado exclusivamente online.
Embora a fabricante mantenha algum mistério, graças a alguns rumores podemos especular sobre o que poderá ser apresentado, entre os novos dispositivos, destacam-se o Galaxy S25 FE e o Galaxy Tab S11, que deverão reforçar a aposta da marca em levar funcionalidades inteligentes avançadas a uma gama mais ampla de utilizadores.
O Galaxy S25 FE deverá chegar equipado com o processador Exynos 2400, enquanto o modelo principal da família, o Galaxy S25, conta com o mais potente Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy. Depois, a maior diferença deverá estar na bateria, já que o novo modelo conta com bateria de 4.900mAh, que é ligeiramente superior à do Galaxy S25 padrão. De resto, espera-se que grande parte da configuração se mantenha semelhante, numa estratégia que a marca tem seguido para tornar a versão “Fan Edition” mais acessível sem abdicar demasiado da experiência premium.
Já no segmento dos tablets, a Samsung prepara-se para atualizar a linha com o Galaxy Tab S11, sucessor direto da geração anterior. O modelo de 11 polegadas terá direito a melhorias de desempenho e integração mais profunda com a inteligência artificial, mas a empresa não deverá anunciar a habitual versão de 12,4 polegadas.
O estúdio garante que o desenvolvimento do próximo Tomb Raider continua em ativo.
A Crystal Dynamics confirmou que voltou a reduzir a sua equipa, despedindo “um número de colegas talentosos”, justificando a decisão com constantes alterações de negócios.
Em comunicado, o estúdio afirma que a decisão “não foi tomada de ânimo leve” mas foi considerada “necessária” para garantir a “saúde a longo prazo do estúdio e as prioridades criativas principais num mercado em constante transformação”. A equipa deixou ainda uma mensagem de reconhecimento aos trabalhadores afetados prometendo que os irão ajudar neste momento. “Para os que foram impactados, reconhecemos e agradecemos o vosso trabalho árduo, talento e paixão. Estamos empenhados em oferecer todo o apoio e recursos disponíveis nesta transição.”
A Crystal Dynamics dirigiu-se também à comunidade, confirmando que apesar destes despedimentos, os trabalhos na série Tomb Raider continuam ativos. “Para as nossas equipas, jogadores e parceiros, obrigado pelo vosso apoio contínuo enquanto construímos um amanhã criativo, sustentável e resiliente. Isto inclui o futuro de Tomb Raider, que permanece inalterado por esta decisão.”
O número de pessoas afetadas não foi especificado nem é claro qual o apoio concreto que lhes será disponibilizado. Esta trata-se da terceira vaga de cortes confirmada pela Crystal Dynamics no espaço de dois anos. Em março tinha já despedido 17 trabalhadores para “alinhar melhor as atuais necessidades de negócio”, após dez saídas no final de 2023. Adicionalmente, a Crystal Dynamics perdeu um projeto cancelado da Microsoft, Perfect Dark, o qual estava a desenvolver em colaboração com o estúdio The Initiative, tendo esse sido encerrado.
Atualmente, o estúdio trabalha no novo título da série Tomb Raider em colaboração com a Amazon Games.