EuroPA e EPI avançam com hub técnico que permitirá pagamentos instantâneos entre 13 países europeus, cobrindo mais de 120 milhões de utilizadores.
A cooperação anunciada em junho entre a European Payments Alliance (EuroPA) e a EPI Company (EPI) entrou numa nova fase. A aliança, que integra a Bancomat, Bizum, MB WAY (SIBS) e Vipps MobilePay, confirmou que a etapa exploratória está praticamente concluída e que até dezembro de 2025 será finalizado o estudo de viabilidade que abrirá caminho à implementação do projeto.
O objetivo passa por ligar, através de um hub técnico central, as diferentes soluções de pagamento já utilizadas pelos membros da EuroPA. Esta infraestrutura comum será construída com base em normas e redes europeias, permitindo a interoperabilidade entre vários serviços.
Com esta ligação, mais de 120 milhões de utilizadores poderão realizar pagamentos instantâneos em várias situações do quotidiano, desde transferências entre amigos e familiares até compras online e em estabelecimentos comerciais. O modelo prevê que cada consumidor ou comerciante possa continuar a usar a aplicação ou solução de pagamento da sua preferência, mas agora com cobertura europeia alargada.
A iniciativa pretende assegurar uma experiência uniforme e intuitiva, apoiada nas marcas já consolidadas junto dos utilizadores. O sistema integrará diferentes modalidades de pagamento, reutilizando normas técnicas existentes, incluindo transferências instantâneas de conta para conta.
A implementação decorrerá de forma faseada. A primeira etapa incidirá sobre transferências entre particulares (P2P) e será gradualmente alargada a outros contextos de utilização. Numa fase inicial, estarão abrangidos 13 mercados: Andorra, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Portugal, Espanha e Suécia.
A 3 de setembro a IO Interactive e a PlayStation vão revelar a jogabilidade de 007 First Light.
O próximo State of Playjá tem data e será o palco para um dos jogos mais antecipados para os próximos meses, 007 First Light.
Agendado para o dia 3 de setembro pelas 19 horas (hora de Lisboa), a nova transmissão do State of Play estará a cargo da IO Interactive, que irá apresentar novos detalhes sobre a sua visão das aventuras de James Bond, com novos trechos de jogabilidade.
Ao todo, a transmissão terá mais de 30 minutos e apresentará a jogabilidade ao longo da primeira missão de Bond, enquanto recruta da MI6. Na descrição da transmissão, este trecho contará com um pouco de tudo o que o jogo tem para oferecer, desde perseguições intensas de carro, a pé, sequencias de ação furtiva e mais explosivas.
Desenvolvido pela equipa responsável pela mais recente e aclamada trilogia de Hitman, 00 First Light é descrito como um jogo de ação e aventura emocionante, do qual se espera encontrar o ADN de exploração e experimentação de Hitman, injetado no mundo de espionagem e James Bond.
A NIVEA apresentou o Cellular Epigenetics Sérum Rejuvenescedor com EPICELLINE, ingrediente epigenético que ajuda a reverter sinais de envelhecimento da pele.
A NIVEA apresentou no mercado o Cellular Epigenetics Sérum Rejuvenescedor, o primeiro produto da marca a incorporar o ingrediente epigenético Epicelline. Este lançamento representa um avanço no cuidado da pele antienvelhecimento, sustentado por mais de 15 anos de investigação no campo da epigenética.
O ingrediente patenteado EPICELLINE tem como objetivo reativar funções celulares associadas à juventude da pele, revertendo, até certo ponto, os sinais de envelhecimento a nível celular. Segundo a marca, o sérum permite que a pele recupere algumas das suas capacidades naturais, minimizando os impactos do tempo.
A investigação em epigenética trouxe novas perspetivas sobre o envelhecimento cutâneo. Durante décadas, acreditava-se que a idade da pele estava exclusivamente determinada pela genética. Hoje sabe-se que fatores ambientais e hábitos de vida também exercem influência direta na aparência da pele. Por exemplo, gémeos com idades cronológicas iguais podem apresentar diferenças significativas na elasticidade e na profundidade das rugas se um viver num ambiente mais stressante ou exposto a níveis elevados de radiação UV.
Investigadores da Beiersdorf, empresa detentora da marca NIVEA, identificaram o EPICELLINE como um composto capaz de reativar funções celulares previamente inativas, ajudando a neutralizar ou mesmo a inverter os efeitos do envelhecimento.
O sérum integra também a tecnologia patenteada AGE CLOCK, um algoritmo que avalia a idade biológica da pele com base em padrões epigenéticos, permitindo identificar ingredientes com potencial para restaurar funções de juventude das células. Este sistema possibilitou a descoberta do EPICELLINE e abriu caminho para um novo paradigma no rejuvenescimento cutâneo.
A fórmula do Cellular Epigenetics Sérum combina EPICELLINE com três tipos de ácido hialurónico, oferecendo hidratação e ação antienvelhecimento. Entre os efeitos observados estão a redução de rugas e linhas de expressão, a melhoria da firmeza e da elasticidade da pele, e o aumento da luminosidade e uniformidade do tom cutâneo.
O Cellular Epigenetics Sérum Rejuvenescedor encontra-se disponível em hipermercados e supermercados, com um preço recomendado de30,69€.
Unidades de investigação de excelência podem candidatar-se ao EQUIPAR+2 entre 8 e 22 de setembro de 2025, com financiamento para equipamento científico e infraestruturas.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), anunciou um reforço de 50 milhões de euros no investimento em ciência com a abertura do concurso EQUIPAR+2. A iniciativa destina-se a apoiar a aquisição de equipamento científico por unidades de investigação avaliadas como “Muito Bom” ou “Excelente” no último ciclo de avaliação.
O valor de 50 milhões de euros, financiado integralmente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), soma-se aos 110 milhões de euros já atribuídos para reequipamento no âmbito da avaliação de unidades de I&D, elevando o investimento total em 2025 para 685 milhões de euros. Este montante representa um aumento de 30% face ao envelope financeiro inicialmente previsto pelo antigo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) para o período 2025-2029.
O concurso EQUIPAR+2 baseia-se em critérios que incluem a classificação obtida pelas unidades, a intensidade das suas atividades laboratoriais, a partilha de equipamento em redes do Roteiro Nacional das Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico (RNIIE) e se a unidade recebeu financiamento para equipamento científico no âmbito do PRR durante a avaliação de 2023-2024. Estão elegíveis despesas realizadas entre 1 de janeiro de 2025 e 30 de junho de 2026, exclusivamente nas rubricas de equipamento, aquisição de bens e serviços e adaptação de edifícios.
A abertura do concurso foi divulgada à comunidade científica durante o Encontro Ciência 2025, no contexto de um aumento contínuo do investimento estrutural em ciência, considerado central para gerar conhecimento, inovação e potenciar a criação de riqueza no país. Em 2024, o orçamento da FCT foi reforçado em 187 milhões de euros, permitindo a execução financeira mais elevada de sempre, totalizando 833,3 milhões de euros. Este aumento de verbas, que representou um acréscimo de 42,2% face a 2023, permitiu saldar todas as dívidas do ano e de exercícios anteriores às instituições e antecipar pagamentos de quotas internacionais para 2024, libertando recursos adicionais para o sistema científico nacional.
As candidaturas ao concurso EQUIPAR+2 estarão abertas entre 8 e 22 de setembro de 2025.
As remessas globais de smartwatches da Huawei teve um crescimento anual de 52%, ultrapassando a Apple pela primeira vez.
A Huawei ultrapassou a Apple pela primeira vez no que toca a remessas globais de smartwatches, assumindo, assim, a liderança do mercado no segundo trimestre de 2025.
Esta posição é atribuída através dos dados do Global Smartwatch Shipments Tracker, da Counterpoint Research, onde é revelado que as remessas totais cresceram 8% face ao período homólogo, interrompendo um ciclo de cinco trimestres em queda. A retoma foi liderada pela China, onde a procura por smartwatches continua a aumentar, impulsionada pelo foco em saúde, integração com inteligência artificial e IoT, e pela oferta de dispositivos cada vez mais versáteis.
A Huawei destacou-se com um crescimento anual de 52%, o mais elevado entre as principais marcas. O desempenho deveu-se a um portfólio diversificado, preços competitivos nos segmentos médio e premium e à força do mercado doméstico, responsável por mais de três quartos das remessas. A estratégia de ecossistema da marca, centrada no HarmonyOS e na integração com os seus smartphones, consolidou ainda mais a posição da empresa.
Já a Apple assistiu à sétima queda trimestral consecutiva, com as remessas a registarem uma descida de 3% face a 2024. Apesar de continuar a dominar o segmento de smartwatches avançados, beneficiando do ecossistema iOS e da fidelidade dos utilizadores, perdeu a liderança global. A Samsung também registou uma redução de 3%, refletindo a espera pelos novos modelos que foram revelado já no decorrer do segundo semestre, os da série Watch8. Outras marcas aproveitaram a fase positiva do mercado, como a Xiaomi que cresceu 38%, reforçando a presença nos modelos mais acessíveis, enquanto a Imoo aumentou 21% as suas remessas, confirmando a força da marca no segmento de relógios infantis. O panorama global evidencia uma competição crescente, em que a inovação tecnológica e a diversificação de produtos são fatores determinantes para conquistar e manter a liderança.
O Governo aprovou alterações ao Estatuto das DOP e IGP da Região Demarcada do Douro, reforçando certificação, proteção das denominações e entrada de novos produtores.
O Governoaprovou, em Conselho de Ministros, o novo Estatuto das Denominações de Origem e Indicações Geográficas da Região Demarcada do Douro (RDD), introduzindo alterações significativas na regulamentação dos vinhos e produtos vínicos da região. O diploma visa reforçar a proteção das denominações, aumentar a competitividade, melhorar a fiscalização e valorizar a produção local, em consonância com a evolução das normas europeias sobre DOP e IGP.
Entre as alterações de maior impacto destaca-se o fim do requisito de um stock mínimo de 75.000 litros para iniciar a atividade como comercializador de vinho com DOP Porto, medida que deverá facilitar o acesso ao mercado a novos produtores e enólogos. O estatuto impõe ainda a obrigatoriedade de engarrafamento na origem para os vinhos e aguardentes com DOP ou IGP da RDD, incluindo a IGP Duriense, garantindo maior qualidade, autenticidade e reforço da reputação da região.
O diploma reforça também a proteção legal das denominações, proibindo a utilização de topónimos da região em vinhos que não detenham DOP ou IGP, reconhece formalmente a aguardente Douro como IGP e cria a categoria de vinagre de vinho do Porto. Além disso, estabelece normas técnicas detalhadas sobre práticas culturais, rendimentos por hectare, graduação alcoólica, regras de plantio e menções tradicionais, e prevê a digitalização de processos, assim como a simplificação legislativa com a remissão de matérias para regulamentos de execução. O Conselho Interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto passa a ser formalmente reconhecido como agrupamento de produtores.
O estatuto encontra-se alinhado com o Regulamento (UE) 2024/1143, que introduz um novo sistema de registo para DOP e IGP, aumenta as exigências de clareza nos cadernos de especificações e regulamenta o papel dos agrupamentos de produtores, promovendo maior transparência e rigor nos processos de certificação e rastreabilidade.
No plano da promoção internacional, o diploma prevê a criação de um quadro plurianual de valorização das DOP e IGP da RDD, com especial atenção ao enoturismo e à projeção global da região, aproveitando o estatuto do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO.
Novas informações sobre a próxima PlayStation 6 alegam que, para além de mais poderosa, poderá ser um híbrido entre consola portátil e consola de sala.
Numa era em que a febre dos dispositivos portáteis para jogos está em alta, e numa altura em que gigantes como a PlayStation e a Microsoft ainda não estão 100% certas no formato – e sim, estou a considerar a futura ROG Xbox Ally uma verdadeira consola da Microsoft – surgem novos detalhes sobre o regresso da PlayStation ao modo portátil.
Recentemente, o canal de YouTube Moore’s Law is Dead revelou aquelas que podem ser as primeiras informações da PlayStation 6, com detalhes e imagens do seu hipotético processador, previsões do aumento de desempenho face à geração atual, perspetivas de custos e a probabilidade de a PlayStation 6 ser uma consola híbrida, como a Nintendo Switch.
De acordo com as fontes, que advertem para a necessidade de informações mais oficiais e para potenciais rumores e informações falsas, os novos detalhes foram obtidos através de “múltiplos documentos” que enunciam este novo formato, que para a PlayStation é um novo território, apesar de ter tentado encontrar uma alternativa nesta geração com a PlayStation Portal. A grande diferença na próxima geração é que este modelo híbrido será concretizado de forma nativa.
Designada como PlayStation 6 e com vários modelos, para já, a nova consola contará com um novo processador da AMD, com quatro núcleos Zen 6c, acompanhado por mais dois dedicados a tarefas de sistema. Adicionalmente, o equipamento terá 16 unidades computacionais RDNA 5, com velocidades de relógio a 1.2GHz e 1.65GHz, para os modos portátil e na base, respetivamente.
Neste novo modelo, é esperada compatibilidade com jogos da PlayStation 5 e PlayStation 4, mas não há qualquer menção a gerações anteriores, como a PlayStation 3, com a Sony a poder continuar a oferecer a sua biblioteca de jogos como tem feito até agora, com versões emuladas, remasterizações e acesso via streaming.
Em termos de desempenho, curiosamente a alegada PlayStation 6 não promete ser muito mais poderosa que as consolas atuais, com o canal a mencionar cerca de 0,55 a 0,75 vezes maior desempenho em jogos rasterizados (sem ray tracing), mas um aumento de 1,3 a 2,6 vezes melhor desempenho com ray tracing, isto, claro, suportado com tecnologias como o FSR 4 da AMD, revelando também que será uma consola que dará prioridade a jogos mais atuais do que aos mais antigos.
Através da análise das características e componentes, o canal também faz uma previsão do preço de lançamento da consola, que poderá ser segmentado. Numa tabela apresentada, podemos ler uma versão básica da PlayStation 6, designada por “PS6S Canis”, com um custo entre 299 e 399 dólares. Depois temos a versão normal deste modelo, designada por “PS6 Canis”, entre 399 e 499 dólares e, por fim, a versão designada por “PS6 Orion”, a consola de sala, que surge com uma previsão entre 549 e 699 dólares. Por fim, há também uma previsão de lançamento, com o início de produção de unidades apontado para meados de 2027 e um lançamento para o final do mesmo ano.
A confirmar-se, a janela de lançamento e os preços apresentados não fogem ao que já era esperado e aos valores atualmente praticados. Recordemo-nos que o ciclo geracional de consolas PlayStation anda em torno dos seis a sete anos e com lançamentos no final do ano. E, analisando os preços de lançamento da PlayStation 5 original e da mais recente PlayStation 5 Pro, também não foge muito à regra. No entanto, qualquer informação deve ser lida como especulativa, pelo menos até declarações oficiais das marcas.
Esta operação constitui a primeira fase de um projeto florestal transfronteiriço que abrange um total de 2.685 hectares em Portugal e Espanha.
A Savills Internacional e a Savills Portugal finalizaram recentemente a venda de 870 hectares de florestas sustentáveis em Portugal, em representação da DS Smith. As áreas, distribuídas entre Bragança e o Alentejo, são compostas por plantações de pinheiro-manso, sobreiro e eucalipto de rotação média, todas certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC).
A propriedade Vale de Mouro, com 709 hectares, foi adquirida pela Antarr, uma empresa portuguesa especializada em preservação florestal, que reforça assim o seu portefólio com um ativo que alia valor económico e biodiversidade. O restante terreno foi comprado por uma empresa do setor madeireiro.
Esta operação constitui a primeira fase de um projeto florestal transfronteiriço que abrange um total de 2.685 hectares em Portugal e Espanha, destacando-se pela conjugação de práticas de gestão ambiental e silvicultura comercial. As florestas vendidas pela DS Smith foram planeadas para responder a critérios ecológicos rigorosos, mantendo ao mesmo tempo o seu potencial de investimento num mercado cada vez mais atento ao capital natural.
Bruno Amaro, Rural Business Developer da Savills Portugal, realça que esta transação assinala um momento significativo no mercado florestal português. “O interesse crescente por florestas não se limita à produção madeireira, abrangendo também o valor ambiental e financeiro a longo prazo. Esta venda demonstra como investidores institucionais estão a integrar a sustentabilidade nos seus critérios de decisão e evidencia a força da cooperação internacional entre equipas da Savills.”
Plano estratégico para o vinho do Douro inclui apoio a viticultores, modernização das cooperativas e medidas para reduzir excedentes de produção.
O Conselho de Ministrosaprovou o Plano de Ação para a Gestão Sustentável e Valorização do Setor Vitivinícola da Região Demarcada do Douro, elaborado pelo Ministério da Agricultura e Mar, que visa enfrentar o excedente de vinho registado na região e assegurar a sustentabilidade futura do setor. A iniciativa combina medidas de apoio imediato aos produtores com soluções estruturais destinadas a prevenir que crises semelhantes se repitam.
Entre as respostas imediatas, o plano estabelece um apoio de 0,50€ por quilograma de uvas entregues para destilação, totalizando 15 milhões de euros financiados pelo Orçamento do Estado. Esta medida é direcionada sobretudo para os pequenos viticultores, com parcelas de até cinco hectares, garantindo-lhes um rendimento mínimo e ajudando a reduzir o excesso de produção.
Para além do apoio imediato, o plano introduz medidas estruturais para corrigir desequilíbrios de base no setor. Prevê-se a possibilidade de redução voluntária da área de vinha apta à produção de vinho do Porto, acompanhada de um sistema de redistribuição de autorizações de produção, alinhando a capacidade produtiva às necessidades do mercado.
O programa inclui ainda incentivos para reconverter vinhas em culturas alternativas, com apoio através do PEPAC, e medidas específicas para reforçar o papel das cooperativas, abrangendo modernização, aumento da capacidade de armazenamento, promoção da eficiência energética e autonomia, bem como desenvolvimento de competências técnicas.
Barcelos acolhe a celebração dos 20 anos da Lovers & Lollypops, com atuações de Lobster, Cremalheira do Apocalipse, Hetta e outros nomes da cena musical portuguesa.
A Lovers & Lollypops cumpre duas décadas de existência e assinala o momento com uma festa nas Piscinas Municipais de Barcelos. Ao longo destes 20 anos, a música revelou-se apenas o ponto de partida. Para além do som, surgem encontros, atenção partilhada e a criação coletiva de experiências que ultrapassam o simples ouvir.
O percurso da editora e produtora desenvolveu-se através de diferentes formas de proximidade. As ligações geográficas ajudaram a consolidar a cena musical de Barcelos, contribuindo para eventos como o Milhões de Festa e o Tremor. As relações afetivas juntaram bandas, artistas e públicos ao longo de mais de uma centena de edições e do recente espaço no centro do Porto. As colaborações deram também origem a curadorias, concertos e projetos inesperados. Ao longo do tempo, a Lovers expandiu-se, envolvendo-se com novas comunidades e espaços que hoje fazem parte da sua identidade.
Ao celebrar os 20 anos, a intenção não é apenas olhar para o passado, mas também reunir quem tem acompanhado a trajetória e acolher novas presenças. A festa promete ser uma extensão desta história, reunindo vozes que marcaram o percurso e outras que se acrescentam à narrativa em curso.
O alinhamento musical começa com o regresso dos Lobster, protagonistas da era dourada do MySpace e de palcos emblemáticos do Milhões de Festa. Segue-se a Cremalheira do Apocalipse, coletivo de Rio Tinto que transforma o rock numa experiência sonora intensa. O programa inclui ainda os Hetta, quarteto do Montijo que mistura screamo, noise e pós-hardcore, e os La Família Gitana, jovens músicos de Cascais que exploram a tradição cigana com fusões contemporâneas. A DJ e ativista Luísa Cativo apresenta um set onde intensidade e inclusão se cruzam, enquanto a colaboração entre Violeta Azevedo, flautista experimental, e Ariyouok, artista luso-cabo-verdiano, cria atuações únicas que unem percussão tradicional e eletrónica.
A festa dos 20 anos da Lovers & Lollypops terá lugar no dia 13 de setembro, das 14h às 20h, nas Piscinas Municipais de Barcelos. Os bilhetes custam 20€ através da DICE.
Anunciado na primavera de 2024, o remake de Yooka-Laylee, batizado como Yooka-Replaylee, ganhou finalmente uma data de lançamento, marcada para 9 de outubro, em todas as suas versões: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. Yooka-Replaylee terá um preço de lançamento de 28,99€ e quem tiver o jogo original poderá receber um desconto de 30%, na respetiva plataforma.
O anúncio da data e preço de lançamento coincide com a confirmação da versão da Nintendo Switch 2. Inicialmente a equipa da Playtonictinha revelado as versões de consolas com a indicação de que seria lançado em “plataformas da Nintendo”, não confirmando a Nintendo Switch original, ou a sua sucessora. Agora, fica claro que o remake terá lançamento apenas em consolas da geração atual, deixando para trás a Switch original.
A nova versão do jogo de plataformas 3D, altamente inspirado na era dos 32bit, apresenta-se reconstruído de raiz, enquanto uma versão melhorada, refinada e definitiva de Yooka-Laylee, com visuais modernizados e novas opções de acessibilidade, mas promete também fazer-se acompanhar de novas mecânicas de jogo, desafios e mais segredos.
Originalmente lançado em 2017, Yooka-Laylee ainda se mantém um jogo bastante atual e teve direito a uma sequela Yooka-Laylee and the Impossible Lair, este já apresentado num formato ainda mais clássico em homenagem aos jogos de plataformas 2D.
O RCC Alvalade promete unir conforto, design e localização estratégica, com 40 apartamentos distribuídos entre tipologias T1 a T3.
A MAP Engenharia e Construção, do grupo MAP, foi recentemente escolhida para executar o RCC Alvalade, um novo empreendimento residencial situado numa das áreas mais icónicas de Lisboa. Promovido pelo The Edge Group e Ardma FCR, o projeto tem assinatura do arquiteto Manuel Aires Mateus e envolve um investimento estimado em 30 milhões de euros.
O edifício terá uma área bruta de construção de cerca de 7.000 m² e albergará 40 apartamentos, com tipologias que vão do T1 ao T3. A conceção arquitetónica privilegia a integração harmoniosa na malha urbana e maximiza a entrada de luz natural nos interiores, refletindo uma abordagem contemporânea ao espaço residencial.
O projeto prevê ainda equipamentos destinados ao bem-estar dos moradores, incluindo piscina no rooftop, ginásio, sala de leitura e estacionamento com capacidade para 103 veículos.
Este empreendimento reflete uma nova abordagem à habitação urbana, conjugando arquitetura de autor, soluções de conforto e integração paisagística. Além de acrescentar valor a uma área histórica da capital, o projeto procura responder às exigências de quem pretende viver com qualidade no centro de Lisboa.
O novo filme baseado no jogo de lutas, é adiado por sete meses.
Inicialmente com estreia marcada para o final de outubro nos cinemas, Mortal Kombat 2, sofreu um severo e surpreendente atraso. De acordo com a Warner Bros. e a New Line, o novo filme adaptado dos populares jogos de lutas, chegará aos cinemas norte-americanos a 15 de maio de 2026. Por cá, espera-se que seja um dia antes, ou seja, 14 de maio.
A razão para este adiamento, deve-se ao facto do calendário de estreias para o final de outubro se encontrar já preenchido por filmes de outros estúdios que poderiam potencialmente limitar o sucesso de Mortal Kombat 2, cujo trailer sem censura atingiu cerca de 107 milhões de visualizações online, em apenas de 24 horas. Um indicativo que, para os estúdios, revelou um grande interesse e antecipação para a sequela de 2021, na altura com estreia dupla nos cinemas de na HBO Max, logo após o período de pandemia.
Agora sem vírus pela frente, esperamos nós, Mortal Kombat 2 terá estreia exclusiva nos cinemas, com a chegada às plataformas de streaming nos meses seguintes. Novamente realizado por Simon McQuoid e com argumento de Jeremy Slater (Moon Knight), Mortal Kombat 2 promete entregar o que ficou por apresentar no primeiro filme, o grande torneio que pode definir o futuro da realidade.
No elenco principal destaca-se Karl Urban (The Boys), um ator e herói relutante que é resgatado para se juntar à equipa de Earthrealm, numa missão para impedir que Outworld conquiste a sua última vitória no torneio. Entre as novas caras estão também personagens dos jogos como Kitana, Jade, Sindel, Baraka, Quan Chi e o temível Shao Kahn.
Entre o elenco de regresso, encontra-se Lewis Tan, Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Tadanobu Asano, Chin Han, Max Huang, Joe Taslim e o lendário Hiroyuki Sanada.
Pelos vistos, a DIGI Portugal aplica uma P.U.R. quando o consumo atinge determinados patamares.
Várias têm sido as novidades ao longo dos últimos meses por parte da DIGI Portugal: o lançamento do seu eSIM, tarifários móveis pré-pagos a partir de 4€/mês, abertura de uma loja no Porto, lançamento da app MY DIGI, Internet fibra de 500Mbps por apenas 7€/mês, entre outras novidades. No entanto, nem tudo são rosas no mundo DIGI em território português.
Quando se lançou em Portugal, a marca surpreendeu muita gente ao disponibilizar tarifários com dados móveis ilimitados, algo que as outras operadoras, através das suas low-cost, quiseram também replicar. E está tudo bem com isso. O problema é quando surgem restrições.
No caso da DIGI Portugal, e apesar de referir repetidamente dados móveis ilimitados como chavões para os seus serviços móveis, pelos vistos há mesmo um limite que, assim que é ativado, barra o acesso à Internet. Há, portanto, a aplicação de uma PUR (Política de Utilização Responsável) – algo que todas as operadoras têm.
Quem o diz é Ricardo Saraiva, Técnico de Redes e Telecomunicações, que ainda antes do lançamento oficial da DIGI em Portugal, já dedicava algum do seu tempo a analisar a cobertura da operadora romena.
Por curiosidade, este técnico colocou à prova o tarifário designado como Ilimitado da DIGI Portugal, com o objetivo de perceber se a informação apresentada no backend MyDigi correspondia à existência de uma PUR. E a análise confirmou que essa limitação está efetivamente presente.
Durante a utilização, diz este técnico que o sistema assinalou um consumo total de 2,01TB, momento em que surgem os primeiros sinais da referida política. A informação no MyDigi apresenta a categoria marcada como ilimitada, mas o plafond foi contabilizado de forma rigorosa, chegando ao valor máximo registado.
Antes desse limite, foi esgotado o pacote de 9GB reservado para utilização em roaming, também visível no backend. Uma vez consumido esse volume de tráfego, o saldo disponível em roaming passa a zero, confirmando a gestão diferenciada entre tráfego nacional e internacional.
Posteriormente, foi ainda identificado um plafond adicional de 1TB. Após o seu esgotamento, o serviço foi automaticamente bloqueado, acompanhado pelo envio de uma mensagem SMS a informar que o consumo de dados móveis tinha atingido o limite.
Importa recordar que, desde 2014, a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações proíbe as operadoras de publicitar serviços como “ilimitados” quando estes incluem restrições ou limites de tráfego. A medida surgiu na sequência de várias reclamações de consumidores que adquiriram planos considerados ilimitados, acreditando tratar-se de serviços sem qualquer restrição. Muitos desses clientes verificaram, posteriormente, que as ofertas estavam sujeitas a limites específicos, contrariando a perceção inicial criada pela terminologia utilizada.
Segundo a ANACOM, não é aceitável que uma oferta seja anunciada como ilimitada quando existem condições que restringem o serviço, uma prática que pode induzir os consumidores em erro e violar os princípios de transparência e de informação adequada exigidos por lei.
Excecionalmente, os operadores podem aplicar limitações de tráfego em ofertas ilimitadas apenas para prevenir a saturação de determinados segmentos da rede. Estas medidas devem ter caráter temporário, cessando assim que desapareçam as condições que as justificaram, e devem tratar todos os utilizadores do mesmo plano de forma equitativa.
As empresas são obrigadas a incluir, nas condições da oferta, informação clara sobre quaisquer restrições temporárias que possam ser aplicadas, detalhando os efeitos que estas têm sobre a qualidade do serviço, o que não parece ser o caso da DIGI Portugal.
A FAVA expande-se para 15 mil m² e promove práticas sustentáveis, alimentação 100% plant-based e ações de educação ambiental.
A Feira do Ambiente e Vegan do Algarve (FAVA) regressa este ano a Loulé para a sua sexta edição, entre 19 e 21 de setembro. O evento, organizado pela Associação Benfazer em parceria com a Câmara Municipal de Loulé, reforça a sua dimensão ao ocupar 15.000 m2 no Parque Municipal, reunindo mais de 140 expositores de 20 áreas distintas e oferecendo ao público um programa com mais de uma centena de atividades e espetáculos gratuitos.
A FAVA consolidou-se como o maior encontro vegan e sustentável em Portugal, distinguindo-se pela diversidade de setores representados e pela abrangência do programa, pensado para todas as idades. Estão previstas mais de 500 horas de experiências, que vão desde aulas de culinária com degustações a oficinas sobre ambiente e bem-estar animal, passando por sessões de yoga, meditação, capoeira, ginástica e massagens. O recinto será ainda palco de experimentação de bicicletas, skates, patins e onewheels, bem como de jogos, cinema e atividades educativas para crianças. Teatro, dança e música ao vivo completam o cartaz.
A entrada é gratuita e não há obrigatoriedade de inscrição, embora a organização aconselhe a reserva através do site oficial, uma vez que garante lugar nas atividades desejadas e inclui automaticamente os participantes nos mil sorteios a decorrer durante o evento.
No setor alimentar, a feira mantém-se fiel ao conceito 100% plant-based. 40 expositores apresentam propostas gastronómicas variadas, acompanhadas por aulas de culinária com provas no final e ofertas de produtos ao longo dos três dias. A organização pretende sublinhar o impacto da alimentação na luta contra as alterações climáticas e demonstrar que a transição para uma dieta vegetal pode ser acessível e apelativa.
A dimensão ecológica da FAVA é reforçada por medidas concretas: política de plástico zero, uso de materiais compostáveis ou reutilizáveis, disponibilização gratuita de água filtrada, incentivo ao uso de copos próprios e sacos de tecido reutilizáveis, bem como a existência de mercados de trocas de roupa e livros e oficinas de reparação. O recinto contará ainda com contentores para separação de resíduos, espaços de educação para a compostagem e energia limpa, excluindo geradores a combustível fóssil.
A chegada de Helldivers 2 à Xbox é tão histórica, como recheada de oportunidade, num lançamento que fica marcado também pela estreia de Halo no ecossistema da PlayStation. Uma espécie de “troca de bens”, numa família e comunidade que ficam cada vez maiores.
Jogos como Helldivers 2 são difíceis de analisar, pelo menos de forma mais tradicional. Não o fiz no seu lançamento oficial para PC e PlayStation 5 em fevereiro de 2024, fiz porque, na altura, não estava à espera que se tornasse no monstro que se tornou e, por desleixo meu, não lhe dei a atenção devida no momento certo. Felizmente, relançamentos são como segundas oportunidades. Não só para os jogos que ganham uma nova vida ou são descobertos por mais jogadores, mas também para situações como a minha, onde há um novo incentivo para explorar o que têm para dar.
Entre o lançamento original e agora – com a chegada à Xbox Series X|S –, joguei bastante e diverti-me o quanto basta, tanto na PlayStation 5 como no PC, e descobri a sua magia, tal como toda a sua comunidade em constante crescimento. E, por esta altura, Helldivers 2 não necessita de qualquer apresentação ou de elogios pomposos, não tivesse garantido um lugar especial no topo das listas de melhores jogos do ano passado. No entanto, é possível comentar o seu estado e admirar como evoluiu e, neste caso, como se joga nas plataformas da Microsoft. Escusado será dizer que Helldivers 2 se mantém extremamente épico, cinemático, divertido e aliciante. O que não se mantém é o seu conteúdo, que é obviamente muito mais vasto do que no lançamento. Vantagens de ser um jogo em constante atualização.
Regressar a Helldivers 2, mesmo começando com um perfil a zero – uma vez que não é possível transferir o progresso de nenhuma das versões anteriores -, foi como voltar a um sítio muito familiar e confortável. Ao contrário de outras experiências e jogos que sazonalmente alteram os espaços partilhados, hubs, menus ou até a apresentação estética completa do jogo, tal não é o caso, ou não fosse o espaço de preparação antes de cada missão, navegado de forma simples entre três áreas de interação: consola de estratagemas, consola de personalização e loadouts, e a mesa de operações para o início de mais uma sessão. E claro, a área de lançamento para os drops enquanto ouvimos o incrível tema do jogo, que nunca enjoa.
Helldivers 2 (Arrowhead Game Studios)
Explorando a bancada de estratagemas começamos a encontrar algumas das novidades, por exemplo veículos que foram adicionados ao longo dos últimos meses. Já na área das Obrigações de Guerra, à distância de um botão, encontramos o grosso do conteúdo, com uma listagem de cosméticos e armas, agora muito longa e à nossa espera para desbloquear. Alguns itens obtêm-se com créditos de jogo, outros compram-se com dinheiro real, mas todos com a vantagem de nunca perdermos a oportunidade de desbloquear o que queremos, quando quisermos, sem pressão alguma de desaparecerem por saírem de uma rotação sazonal.
A versão Xbox de Helldivers 2 chega com uma novidade histórica que se estende à versão da PlayStation, a inclusão de um crossover com Halo, marcando assim, de forma oficial, a chegada de Halo à PlayStation. Mais precisamente de Halo 3: ODST. Este não era só um crossover muito desejado pela comunidade como, até há bem pouco tempo, seria um crossover impossível, mas faz todo o sentido quando observamos a natureza dos dois universos, que partilham um elemento em comum: a entrada no campo de batalha através de saltos de órbita em pods. Se Helldivers 2 alguma vez pareceu um “rip-off” dos ODST, agora tem a sua bênção oficial, com a adição de fatos e até de armas icónicas do universo Halo. No entanto, estes conteúdos não estão desbloqueados de início. Requerem múltiplas sessões de jogo e grind de créditos suficientes para os obter, em linha com as restantes Obrigações de Guerra Premium, o que pode ser bastante frustrante. Mas também podem ser comprados com dinheiro real.
Helldivers 2 (Arrowhead Game Studios)
O restante conteúdo substancial encontra-se no cenário de guerra, com a miríade de opções de missões a escolher no mapa galáctico, que já não conta apenas com as fações de insetos (os Terminids), e de robôs (os Automatons). Para além de a variedade de inimigos destas fações ter crescido com novas ameaças que requerem diferentes estratégias, também aumentaram o número de ambientes, de biomas e de fações, que incluem os Iluminate, uma raça ancestral composta por seres alienígenas e figuras zombificadas, onde se incluem humanoides raivosos e tripods gigantes.
O gameplay loop mantém-se preservado, com missões fáceis de entrar e difíceis de dominar dependendo do grau de dificuldade, que já ultrapassa 10 níveis. Desde extrações a infiltrações, cenários de defesa ou simples exploração, terminando sempre num momento de fuga extremamente intenso. É um loop fantástico, suportado por uma jogabilidade divertida, tão cirúrgica no chamamento de Estratagemas como pateta e caótica na hora de fugir das hordas de inimigos e outras ameaças. E, claro, pela componente social, uma vez que todas as vitórias e frustrações são partilhadas pelas squads, que terão de trabalhar em equipa para o sucesso.
Como seria de esperar, a versão Xbox, embora não suporte cross-progression, suporta cross-platform, o que significa que jogadores de PC, Xbox e PlayStation podem jogar em conjunto, tanto com jogadores aleatórios como com amigos. Até aqui nada de novo. No entanto, continua a ser histórico. Se Halo tem aqui um crossover, Helldivers 2 é também o primeiro jogo oficialmente publicado pela SIE na Xbox. E o melhor de tudo é que, para o crossover funcionar, não é necessário qualquer tipo de contas ou logins adicionais. Tudo o que os jogadores de diferentes plataformas precisam de fazer é, no menu social, gerar um código e enviar a um amigo. Após essa simples troca, ficam “amigos para sempre”, prontos para lutar em conjunto e entrar nos jogos uns dos outros. É extremamente seamless, sem atrito, simples e imediato, numa forma que não estava à espera de encontrar.
Helldivers 2 (Arrowhead Game Studios)
A nível de desempenho, a versão da Xbox, em particular na Xbox Series X, também se sente extremamente familiar. Na verdade, muito próxima daquilo que me lembro de jogar na versão da PlayStation 5 base. Também aqui, o jogo oferece dois modos, Qualidade e Desempenho, que funcionam tal e qual como esperamos. O primeiro dá prioridade à resolução em sacrifício do desempenho, o outro faz o contrário. No modo Qualidade a imagem apresenta-se limpa e clara, apontando para uma resolução 4K, com 30FPS constantes como alvo. No modo Desempenho, a imagem apresenta-se mais desfocada, a 1080p dinâmicos, afetando também o UI do jogo, mas garantindo 60FPS relativamente consistentes. No fundo, trata-se de uma opção pessoal, mas difícil de tomar. Helldivers 2 joga-se particularmente melhor no modo Desempenho, pela sua ação rápida, mas a qualidade de imagem em 4K é sem dúvida muito mais clara. Tanto num modo como no outro, Helldivers 2 apresenta um desempenho extremamente satisfatório e em linha com o que é oferecido na PlayStation 5, mantendo assim uma ótima paridade entre plataformas. E, neste caso, como Helldivers 2 para Xbox é dirigido a quem não tem meio de comparação, essa análise acaba por ser irrelevante.
Helldivers 2 na Xbox não muda a fórmula do jogo nem acrescenta muito mais à experiência geral para lá de elementos cosméticos de Halo, também disponíveis na PlayStation e PC. Mas isso não é algo negativo, antes pelo contrário. É a preservação de uma experiência por si só já de sucesso, que não necessita, para já, de grandes inovações. É uma versão relativamente bem otimizada para a nova máquina, que surge como alternativa de escolha aos jogadores, mas que faz algo de mágico e muito mais importante: une mais uma família a uma comunidade tão expansiva como os desafios que continuam a ser adicionados ao jogo.
Cópia para análise (versão Xbox Series X|S) cedida pela PlayStation Portugal.
A Volvo Portugal lançou um programa inédito que permite prolongar a garantia de carros elétricos e da bateria até 13 anos, sem limite de quilómetros.
A Volvo Car Portugal apresentou um programa inédito no mercado nacional: uma extensão de garantia exclusiva para viaturas totalmente elétricas, que permite prolongar a cobertura do veículo e da bateria até 13 anos de idade, sem qualquer limite de quilómetros.
Esta solução possibilita aos clientes a subscrição de períodos adicionais de 12, 24 ou 36 meses. Durante o período contratado, a utilização da viatura não sofre restrições de quilometragem, mantendo-se a proteção ativa.
Paulo Neves, responsável pela área de Usados e Business Service da Volvo Car Portugal, destacou que a iniciativa acompanha a estratégia da marca no campo da mobilidade elétrica. “O objetivo é reforçar a confiança dos clientes e assegurar valor acrescido às viaturas. Recorde-se que a frota automóvel nacional apresenta uma idade média de 13 anos, enquanto no caso da Volvo a média ronda os 10 anos.”
Entre os aspetos centrais do programa está a cobertura integral da bateria, sem aplicação de depreciação. Quando necessária a substituição, recorrem-se a baterias recondicionadas ou reconstruídas, numa lógica que reforça o compromisso da marca com a sustentabilidade e a economia circular.
O programa não corresponde a uma garantia vitalícia, mas antes a uma solução que permite aos clientes adquirir extensões sucessivas, desde que a viatura cumpra os critérios definidos. A adesão pode ser feita no momento da compra ou em data posterior, através da rede oficial Volvo, desde que sejam respeitados os limites de idade e quilometragem. A partir daí, é possível renovar a cobertura até ao limite máximo de 13 anos.
A OTRO Perfume Concept abriu no Colombo e apresenta fragrâncias raras, marcas internacionais exclusivas e serviços personalizados.
O Centro Colombo ampliou em agosto a sua oferta no setor premium com a abertura da OTRO Perfume Concept, situada no Piso 1. A insígnia, dedicada à perfumaria de nicho, convida os visitantes a explorar fragrâncias raras e sofisticadas, desenvolvidas a partir de matérias-primas naturais e apresentadas em embalagens de design exclusivo.
Esta é a segunda loja da marca em Lisboa e a quinta em território nacional, consolidando a presença da OTRO no mercado. Com identidade portuguesa, a marca tem-se destacado pela autenticidade das suas propostas e pela forma como alia ingredientes naturais a um conceito de luxo personalizado.
No novo espaço do Colombo, os clientes podem criar combinações exclusivas a partir de dois ou mais perfumes já existentes, sempre com acompanhamento especializado. Além disso, existe a possibilidade de personalizar os frascos, quer com um nome próprio, quer com uma mensagem dedicada em caso de presente.
A OTRO Perfume Concept disponibiliza mais de 40 marcas internacionais, algumas das quais apenas acessíveis em Portugal através desta insígnia. Entre os destaques está a britânica Clive Christian, responsável pela fragrância considerada a mais cara do mundo, a No.1 Imperial Majesty, avaliada em mais de 160.000€. O portefólio integra ainda nomes de referência como Amouage, Initio e Nasomatto.
Worten Mock Fest reuniu mais de 10.000 pessoas no Cinema São Jorge, em Lisboa, com três dias de stand-up, podcasts e debates.
A primeira edição do Worten Mock Fest – Festival Internacional de Comédia terminou em Lisboa com balanço positivo e a confirmação de regresso em 2026. Entre 28 e 30 de agosto, o Cinema São Jorge e a Avenida da Liberdade receberam três dias de programação intensa, marcada por espetáculos de stand-up, podcasts ao vivo, sessões de cinema, debates e atuações ao ar livre. No total, mais de 10.000 pessoas passaram pelo evento, que apresentou diariamente cerca de cinco horas de humor ininterrupto, reunindo nomes consagrados e talentos emergentes.
A abertura, no dia 28, foi assinalada pela primeira Conversa [IN]Pertinente, que juntou Luísa Vaqueiro Lopes, Diogo Batáguas e Gustavo Jesus, sob moderação de Rui Maria Pêgo, num debate sobre a influência do humor no quotidiano. Nesse mesmo dia, o podcast Irritações esgotou a Sala Manoel de Oliveira e abriu caminho a atuações de Luís Franco-Bastos, Dagu, João Miguel Costa e Madalena Malveiro, antes da presença em palco de Rafi Bastos, que apresentou o seu novo solo em inglês perante um público com forte adesão internacional. Já a sala 2 recebeu o espaço Jump in the Pool, dedicado a novas vozes do stand-up, enquanto o Palco Bwin, instalado na Avenida da Liberdade, manteve a animação no exterior com música e atuações ao vivo.
No segundo dia, o festival voltou a registar salas cheias. Os espetáculos de Diogo Batáguas, Vasco Elvas, João Pedro Pereira e Rodrigo Correia antecederam a estreia ao vivo, com lotação esgotada, do podcast Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira, protagonizado por Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela e Miguel Góis. Pouco depois, Jim Jefferies subiu ao palco principal para apresentar a sua nova digressão europeia, um dos momentos altos desta edição. Entre as propostas paralelas, destacaram-se atuações internacionais no Jump in the Pool e um debate sobre os limites do humor com João Pereira Coutinho e Ricardo Araújo Pereira, moderado por Mariana Cabral.
O último dia do Worten Mock Fest voltou a encher o Cinema São Jorge e as ruas em redor. O espetáculo Bate Pé atraiu largas centenas de pessoas e antecedeu atuações de Luana do Bem, Joana Miranda, Mário Falcão e Carlos Contente. O encerramento do palco principal ficou a cargo de Daniel Sloss, que apresentou o solo Work In Progress. No mesmo dia, o britânico Adam Rowe partilhou palco com novos talentos nacionais, enquanto Hugo Van Der Ding moderava a conversa Rir é o melhor negócio?, com Cláudia Custódio, Nuno Artur Silva e Henrique Mota Lourenço. O ciclo de cinema, sob curadoria de Guilherme Geirinhas, terminou com João Gonzalez, e a sala Worten Streaming ligou o festival ao público online com transmissões de projetos como Humor à Primeira Vista, Correr de Chinelos e Conservador de Direita.
O Worten Mock Fest encerrou assim a sua primeira edição com forte adesão de público e uma promessa clara: regressar em 2026, com novas datas e formato a anunciar.
Com o Redmi 15C a Xiaomi aposta na autonomia e no design sem se afastar do segmento de entrada.
O Redmi 15C foi oficialmente lançado no mercado nacional, apresentando-se como uma das soluções mais acessíveis do catálogo da Xiaomi. O novo equipamento, conta com um ecrã de 6,9 polegadas com a resolução HD+ e taxa de atualização AdaptiveSync de até 120Hz, concebido uma navegação fluida em redes sociais e consumo multimédia de forma casual. No interior, integra um processador da MediaTek, o Helio G81-Ultra, acompanhado por até 8GB de RAM, expansíveis virtualmente até aos 16GB, e até 256 GB de armazenamento interno, com possibilidade de expansão de até 1TB através de cartão microSD. O conjunto é suportado por uma bateria de 6000mAh que, segundo a marca, garante até 22 horas de reprodução de vídeo continua ou 82 horas de música. O carregamento rápido de 33W permite carregar 50% da carga em pouco mais de meia hora, e existe ainda a opção de carregamento reverso.
O smartphone vem equipado com um sistema de dupla câmara, liderada por um sensor principal de 50MP e uma câmara frontal de 8MP. Já a nível de ligações inclui 4G, Wi-Fi de dupla banda, Bluetooth 5.4, GPS, NFC, USB-C e a tradicional porta de áudio de 3,5 mm. Conta ainda com um corpo fino com tampa traseira quad-curvada em 3D surge em três cores, Preto, Verde e Azul. Estas duas últimas opções recorrem a uma tecnologia de tinta magnética de duas cores, inspirada nas variações de luz do sol e do mar ao longo do dia.
O Redmi 15C é suportado pelo HyperOS 2, (Android 15), que integra funcionalidades do Google Gemini, bem como ferramentas nativas de pesquisa e conectividade do ecossistema da marca. O dispositivo chega ainda com certificação IP64, garantindo proteção contra poeira e salpicos de água. Quanto ao seu preço, a variante com 4GB de RAM e 128GB de armazenamento está a ser vendida por 149,99€, enquanto que a variante com 6GB de RAM e 256GB de armazenamento está a ser vendida por 169,99€.