Google melhora o NotebookLM com novos modos de áudio e outras novidades

O NotebookLM expandiu as suas funcionalidade das Audio Overviews com formatos interativos que prometem melhorar a forma de consumir informação.

Depois de ter introduzido as Audio Overviews ao NotebookLM, que já permitia converter textos em pequenos podcasts automatizados, a Google anunciou uma atualização para a plataforma que permite obter resumos em áudio, que deixam de ser sínteses lineares e passam a assumir formatos flexíveis e interativos.

A novidade chega sob a forma de quatro modos distintos de apresentação. O primeiro, Brief, mantém a simplicidade da versão original, oferecendo uma visão rápida e concisa. Já o Deep Dive apresenta uma análise detalhada, estruturada como um diálogo entre duas vozes, aproximando-se do estilo de uma entrevista guiada ou de uma apresentação. Em Debate, as vozes artificiais contrapõem argumentos divergentes, recriando a dinâmica de uma discussão crítica, orientado para estudantes ou investigadores que queiram explorar ângulos contrastantes de um mesmo tema. E, por fim, a função Critique assume uma postura de avaliação editorial, oferecendo feedback construtivo sobre os textos fornecidos pelo utilizador, com um tom de revisão académica.

Agora passa também a ser possível ajustar a duração de cada clipe de áudio, bem como escolher entre novas vozes de síntese, adaptadas a diferentes estilos de comunicação. A intenção da Google é transformar resumos automatizados em experiência mais ricas, próxima da análise humana. De acordo com a empresa, esta atualização começará a ser disponibilizada globalmente ainda esta semana.

Garmin anuncia o smartwatch Fenix 8 Pro com ligação via satélite, LTE e ecrã MicroLED de 4500 nits

A Garmin estreia com o Fenix 8 Pro versões AMOLED e MicroLED e com alto foco na autonomia.

Pouco mais de um ano após a chegada da série Fenix 8, a Garmin vai adicionar dois novos smartwaches a esta linha. O Fenix 8 Pro AMOLED (47 e 51 mm) e do Fenix 8 Pro MicroLED (51 mm). As novidades entram no segmento premium e destacam-se por integrarem ligação via satélite e LTE.

A inclusão destas funções, aliadas ao sistema Garmin inReach, poderá ajudar fazer a diferença em cenários de risco, permitindo o envio de mensagens, partilha de localização e lançamento de pedidos de SOS, mesmo em zonas sem cobertura, diretamente para o centro de coordenação de emergência da Garmin. No entanto, será necessária uma subscrição paga do inReach, que custa a partir de 9,99€, que inclui também o serviço LTE para chamadas e mensagens através da aplicação Garmin Messenger.

O modelo MicroLED destaca-se pela impressionante nitidez e brilho, com o seu ecrã de 1,4 polegadas com resolução de 454 x 454 pixeis e luminosidade máxima de 4.500 nits. Já as variantes AMOLED, pelos ecrãs mais vibrantes do que os tradicionais MiP. Em contrapartida, a maior espessura dos novos modelos denuncia baterias de maior capacidade, necessárias para equilibrar o consumo acrescido, com autonomia que varia conforme o modelo e a utilização. No caso do Fenix 8 Pro 51 mm, o modo smartwatch pode atingir até 27 dias de utilização com apenas uma carga, enquanto em navegação GPS multibanda a duração é de 53 horas. O MicroLED, apesar da superior qualidade de imagem, sacrifica parte da autonomia, limitando-se a 10 dias em modo smartwatch.

Em termos de construção, a Garmin mantém a aposta em materiais de alta resistência com caixas em polímero reforçado com fibra, molduras em titânio e vidro de safira, garantindo impermeabilidade até 100 metros. Internamente, continuam presentes o sensor cardíaco Elevate Gen5, oxímetro de pulso, sensores de mergulho, suporte GNSS multibanda (GPS, GLONASS, Galileo, QZSS e Beidou), altifalantes, microfones e 32GB de armazenamento interno.

Ainda sem data oficial para chegar ao mercado europeu, a Garmin já lista os novos Fenix 8 Pro no site dedicado ao serviço inReach.

Canon anuncia nova gama de impressoras imageFORCE

A Canon reforçou a sua gama imageFORCE com 8 novas séries de impressoras.

A Canon anunciou a expansão da sua gama imageFORCE, com o lançamento de oito novas séries de impressoras concebidas para responder às necessidades em constante mutação do local de trabalho moderno. A aposta da marca passa por oferecer soluções que reforçam a segurança, reduzem o impacto ambiental e aceleram a digitalização de fluxos de trabalho.

Ao unificar a sua oferta sob a marca imageFORCE, que agora integra desde modelos A4 de secretária a multifunções A3 de alta capacidade, a Canon tenta simplificar a escolha para empresas de diferentes dimensões e perfis, consolidando um dos portefólios mais abrangentes do setor. Compatibilidade com serviços empresariais, gestão de frotas, integração em ambientes cloud e ferramentas de monitorização de segurança são alguns dos pontos fortes destacados pela empresa, que sublinha a escalabilidade da plataforma como fator estratégico para organizações que procuram soluções tecnológicas de longo prazo.

Entre as novidades encontra-se a imageFORCE C3150, um modelo A3 a cores pensado para escritórios de média e grande dimensão, que expande a atual série C5100. Já para ambientes de maior exigência, a Canon apresentou a série imageFORCE 8100, A3 a preto e branco, concebida para grandes volumes e equipada com sensores que otimizam o desempenho e simplificam a manutenção.

No segmento A4, a marca reforçou a sua aposta com as séries imageFORCE C611 e 710, multifunções compactas mas de alto desempenho, acompanhadas por novos modelos mais flexíveis para escritórios pequenos, como as imageFORCE C1333/C1333P (a cores) e 1440/1440P (a preto e branco).

De acordo com Marc Bory, Vice President, Digital Printing & Solutions, Marketing & Innovation da Canon Europa, esta expansão reafirma o compromisso da empresa em liderar pela inovação: “Com a expansão da nossa gama imageFORCE, estamos a disponibilizar ferramentas que permitem às empresas impulsionar a eficiência, preparar-se para o futuro e prosperar na era digital”.

As novas impressoras chegam ao mercado EMEA a partir de setembro e outubro, consoante os modelos, estando disponíveis tanto diretamente através da Canon como da sua rede de parceiros.

Honda acelera rumo ao futuro elétrico

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A primeira moto da Honda com carregamento rápido será revelada a 16 de setembro na Europa.

A Honda prepara-se para dar um passo decisivo na sua estratégia de eletrificação com a apresentação oficial da sua primeira motocicleta elétrica com carregamento rápido, marcada para 16 de setembro. O anúncio foi feito através de um teaser publicado no Instagram, onde a marca japonesa mostrou imagens de testes em estrada realizados em território europeu, confirmando assim que o modelo terá como destino prioritário o mercado do velho continente.

A promessa não surge do nada. Em 2022, a Honda assumiu o compromisso de lançar dez ou mais modelos elétricos até 2025, uma meta ambiciosa que começa agora a ganhar forma em versão de duas rodas. Sob forte camuflagem em preto e branco, a nova moto deixa entrever semelhanças com o conceito “EV Fun”, apresentado na EICMA 2024, em Milão. O protótipo destacou-se pelo design angular e por um desempenho próximo ao de uma moto térmica de média cilindrada, mas sobretudo pela compatibilidade com o sistema europeu de carregamento rápido CCS2.

A autonomia anunciada para o conceito rondava os 100 quilómetros, um valor que, aliado à possibilidade de recarregamento em minutos, poderá ajudar a resolver um dos maiores entraves à adoção de veículos elétricos de duas rodas, que é o da limitação da capacidade das baterias face à dos automóveis.

Ainda sem especificações técnicas detalhadas, a estratégia da Honda passa por conquistar primeiro a Europa e o Reino Unido, mercados onde a transição energética avança a um ritmo mais acelerado e onde a infraestrutura de carregamento rápido já se encontra mais consolidada.

Acer anuncia nova TV Box 4K com Google TV

A nova Acer 4K UHD Google TV Box ainda não tem data oficial para chegar ao mercado europeu.

A Acer anunciou o o lançamento da Acer 4K UHD Google TV Box. O dispositivo é suportado pela plataforma Google TV, garantindo compatibilidade com as plataformas de streaming mais populares, como Netflix, Disney+, YouTube e Prime Video, reunindo-os numa interface simples e otimizada.

Equipado com um processador Amlogic S905X5M, 2GB de RAM e 32GB de armazenamento interno, o novo aparelho promete fluidez no desempenho e espaço suficiente para aplicações e dados. Um dos seus maiores atrativos é a variedade de ligações disponíveis, que para além da óbvia saída HDMI, inclui portas USB-C (não utilizada para alimentação), USB-A, Ethernet, microSD e ainda uma saída de áudio ótica S/PDIF.

Para esta box, a Acer desenvolveu também um comando à distância dedicado, com botões próprios para acesso imediato para o serviços como YouTube, YouTube Music, Netflix e Prime Video. A marca inclui ainda no comando um botão adicional “Live TV” de maiores dimensões.

Apesar do anúncio oficial, ainda não há confirmação sobre a chegada do Acer 4K UHD Google TV Box à Europa. Por agora, o dispositivo encontra-se em pré-venda na África do Sul, com um preço que ronda os 70€ (valor convertido), posicionando-se como uma alternativa competitiva a soluções já estabelecidas no mercado.

Hisense M2 Pro é o novo projetor portátil 4K da marca

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A nova solução da Hisense para levar o cinema para qualquer lado não é barata.

A Hisense lançou o M2 Pro, um mini projetor laser que a marca descreve como o mais pequeno e leve até à data.  Foi concebido para oferecer uma experiência de cinema em casa em formato portátil, capaz de projetar imagem em 4K e com tecnologias inteligentes integradas.

Uma delas é a tecnologia AI 4K Clarity, que combina várias funções para melhorar a imagem: inclui um sistema de upscaling para conteúdos de menor resolução, redução de ruído por inteligência artificial e otimização de contraste através de HDR Upscaler. O projetor utiliza ainda 2,07 milhões de microespelhos com por tecnologia DLP, projetando imagens até 200 polegadas. A marca destaca também o motor Pure Triple Color Laser RGB, que foi reduzido para permitir o tamanho compacto do equipamento, ao mesmo tempo que garante uma maior amplitude de cores e imagens mais realistas.

O projetor incorpora zoom ótico com relação de projeção entre 1.0 e 1.3, o que permite ajustar o tamanho da imagem sem comprometer a nitidez. E capacidade de adaptação de ecrã entre 65 e 200 polegadas, que facilita a flexibilidade de utilização tanto em interiores como em exteriores.

Dada a sua natureza, o O M2 Pro conta com um sempre bem-vindo, sistema de correção automática de keystone, foco automático e uma função que ajusta as cores à tonalidade da parede onde se projeta. Para além disso, o sistema suporta áudio com Dolby Audio e DTS Virtual:X, dispensando colunas externas.

Tal como outros equipamentos Hisense, chega com o VIDAA Smart OS instalado e compatibilidade com os serviços de streaming mais populares, mas todo este pacote tem um preço elevado. O Hisense M2 Pro está à venda com um preço recomendado e pouco convidativo de 1.299€.

Pixel 10 Pro XL alcança quarto lugar nos testes do DxOMark

Apesar de manter o hardware do antecessor, o Google Pixel 10 Pro XL beneficia sobretudo pelo processamento.

O Pixel 10 Pro XL foi recentemente avaliado pelo portal DxOMark, que analisou em detalhe o desempenho fotográfico do novo topo de gama da Google. O dispositivo mantém os mesmos sensores do Pixel 9 Pro XL, mas aposta em algoritmos de imagem mais avançados. O resultado foi um desempenho sólido que garantiu 163 pontos e a quarta posição no ranking global e na categoria Ultra-Premium.

O modelo chegou ao mercado europeu com o processador Tensor G5, desenvolvido pela Google e produzido pela TSMC, deixando para trás a anterior parceria com a Samsung. Esta mudança trouxe melhorias na eficiência e desempenho, para além de um processador de sinal de imagem redesenhado que se refletiu diretamente na qualidade fotográfica.

No ranking do DxOMark, o Pixel 10 Pro XL surge em quarto lugar, atrás do Huawei Pura 80 Ultra, com 175 pontos, do OPPO Find X8 Ultra e do Vivo X200 Ultra. Em fotografia, obteve 165 pontos, com destaque para a câmara principal, e em vídeo somou 160 pontos, na sua categoria.

A análise detalha que o Pixel 10 Pro XL revela-se mais competente em cenários de boa iluminação. As fotografias apresentam exposição equilibrada, gama ampla dinâmica e tons de pele naturais. Já a teleobjetiva periscópica produz capturas bastante fieis, com detalhe, e o seu foco automático foi rápido e preciso em várias situações.

O DxOMark também apontou, no entanto, limitações. Em baixa luminosidade foi registado ruído em fotografia e vídeo. Em exteriores foram detetados reflexos indesejados, o zoom em distâncias intermédias perdeu definição face à concorrência e o modo retrato gerou artefactos associados a erros na estimativa da profundidade.

Com estes resultados, o Pixel 10 Pro XL confirma que aposta da Google representa um equilíbrio entre hardware consolidado e software de imagem otimizado. As melhorias introduzidas pelo novo processador parecem ser evidentes, mesmo sem novidades no conjunto de câmaras.

Samsung Galaxy Z Fold7 – Review: Não é fácil revolucionar o que já era ótimo

O Samsung Galaxy Z Fold7 evoluiu e continua a ser um dos dobráveis mais completos do mercado. Mas não em todos os aspetos.

Anunciado no em julho, o Galaxy Z Fold7 é o mais recente smartphone dobrável topo de gama da Samsung, e o sucessor direto do modelo do ano passado Galaxy Z Fold6, chegando com a promessa de oferecer uma experiência e funções, cada vez mais polidas.

Com o Samsung Galaxy Z Fold7 chega finalmente a sensação de que a empresa sul-coreana começou a apostar com mais segurança e seriedade no design dos seus dobráveis. É mais fino, com apenas 4,2 mm quando aberto e 8,9mm quando fechado, e mais leve (215 g), abandonando aquela aquela sensação experimental, ao estilo de um protótipo, dos primeiros modelos. Chegou com alguns melhoramentos evidentes, se comparado com a geração passada, com linhas mais limpas, materiais ainda mais premium e uma execução que coloca muitos rivais chineses numa posição desconfortável.

Por exemplo, durante os meus testes, tive a oportunidade de o colocar lado a lado com o Honor Magic V5, e o Galaxy Fold7 destaca-se pela sua solidez. A dobradiça inspira confiança, o módulo de câmaras está bem integrado e não incomoda na utilização. É um smartphone que, ao toque, transmite um luxo discreto mas inegável, algo que na concorrência algumas vezes é apresentado com plásticos baratos e protuberâncias excessivas. Contudo, nem tudo é fantástico, e o seu preço pode ser assustador. Com valores que começam nos 2.169,90€ e podem chegar aos 2.599,90€, estamos perante um produto assumidamente elitista e longe do alcance de todos. É verdade que os descontos abundam, com trocas e promoções ocasionais, mas deixa aquele sentimento constante de estar sempre a navegar num labirinto de “promoções” para justificar esse investimento.

Já no campo técnico, a Samsung optou pela contenção. A bateria mantém-se nos 4400mAh com carregamento rápido de 25W, e o sistema de câmaras, apesar de melhorias pontuais, não oferece a mesma qualidade das câmaras, por exemplo, do Galaxy S25 Ultra. Ou seja, este Galaxy Z Fold7 impressiona sobretudo pelo seu design e construção e menos pela inovação pura.

Ecrã externo do Samsung Galaxy Z Fold7
Ecrã externo do Samsung Galaxy Z Fold7

Comparando com o modelo do ano passado, a Samsung conseguiu cortar 25 gramas no peso e reduzir a espessura, passamos de 12,1mm quando fechado para uns impressionantes 8,9mm, e de 5,6mm para apenas 4,2mm em modo aberto. Se colocarmos estas medidas lado a lado com as de um Galaxy S25 Ultra, percebe-se facilmente que o Fold7 é mais baixo, menos largo e não tão mais fino quanto a marca gostaria de sugerir, pelo menos à primeira vista. A própria Samsung não esconde a ambição de vender a ideia de um “Galaxy S25 Ultra dobrável”. E, de facto, o conceito é precisamente esse. Claro que não temos aqui a liga de titânio (o peso seria impraticável), mas o alumínio reforçado, tanto no chassi como na estrutura interior.

E a surpresa não está tanto no resultado final, mas no facto da empresa finalmente ter dado este passo. Não tanto por inovação genuína, mas porque a estagnação dos últimos anos praticamente a obrigava a avançar. O preço a pagar foi a ausência da S-Pen, um compromisso que poderá dececionar alguns utilizadores, mas que a mim pessoalmente não me incomoda. Em sua “substituição” a Samsung aposta em outra frente, que foi no melhoramento da dobradiça e da própria dobra do ecrã. A nova Armor FlexHinge surge mais leve e compacta, e a introdução de um sistema de trilhos vários permite atenuar o vinco interior. O fecho cria um efeito de “gota”, onde o painel curva-se de forma controlada, distribuindo melhor a pressão. Convém no entanto sublinhar que o vinco não desaparece. Ele continua bem visível, menos do que em gerações anteriores, mas está lá. E acredite, esse vinco em termos práticos não é um problema na utilização diária do smartphone, uma vez que ao toque raramente se nota, mas a olho nu, sob luz direta, o vinco revela-se muito bem. É um detalhe que muitos acabam por ignorar, mas que continua a ser uma questão estética relevante e inevitavelmente subjetiva.

Ecrã principal do Samsung Galaxy Z Fold7
Ecrã principal do Samsung Galaxy Z Fold7

O Samsung Galaxy Z Fold7 estreia também um novo conjunto de ecrãs Dynamic AMOLED 2X LTPO, que passam agora a medir 6,5 polegadas no exterior e 8 polegadas no interior (o antecessor tinha 6,3 e 7,6 polegadas). A alteração mais significativa está no ecrã externo, que agora conta com o formato 21:9 e que acaba com aquele efeito “esticado” bem presente no Galaxy Z Fold6, tornando a utilização do equipamento fechado muito mais natural. Na prática, o ecrã de 6,5 polegadas consegue comportar-se como um verdadeiro smartphone convencional, e sem compromissos relevantes. A qualidade, como é natural na Samsung, mantém-se de topo. Se o Fold6 já oferecia brilho, resolução e calibração exemplares, com software bem otimizado, o novo modelo não eleva a fasquia, as cores continuam vivas, o HDR está devidamente suportado, até em plataformas como a Netflix, e o resultado é altamente convincente.

No uso diário, a forma como se distribui o tempo entre os dois ecrãs depende bastante do perfil de cada utilizador. Houve dias em que me vi a alternar quase em partes iguais, mas tive dias em que raramente utilizei o ecrã interior. O ecrã interno revela-se, sem surpresa, mais cómodo para consumo de multimédia ou multitarefa, mas o seu formato quadrado ainda conta com algumas limitações. Por exemplo, ao ver um filme surgem inevitavelmente grandes barras pretas em cima e em baixo, o que corta um pouco a imersão. Já no campo da produtividade, o cenário muda completamente, e abrir duas aplicações lado a lado é como ter dois smartphones no mesmo painel, algo especialmente útil em contextos de navegação ou fotografia, como manter o mapa aberto de um lado e a câmara do outro. É aqui que o conceito do smartphone dobrável realmente demonstra o seu valor.

Para além disso, a Samsung continua a enriquecer a experiência com funções adicionais, o modo flexível, a possibilidade de organizar várias aplicações em colunas, janelas flutuantes, layouts personalizáveis e até a opção de guardar combinações de aplicações no ecrã inicial. Assistentes virtuais e chatbots também tiram partido desta flexibilidade, sem problemas de compatibilidade. E, claro, há o trunfo do DeX, através da saída de vídeo USB-C, o Galaxy Z Fold7 pode transformar-se num ambiente de trabalho completo. No fundo, este é um dispositivo que acumula funções de smartphone, mini tablet e até de um mini computador, sem nunca perder a portabilidade.

Duas aplicações abertas em simultâneo
Duas aplicações abertas em simultâneo

Felizmente, o Galaxy Z Fold7 não evoluiu apenas no design e nos ecrãs, já que também houve mudanças no sistema fotográfico, ainda que longe de uma revolução. A estratégia da Samsung parece simples, importar a câmara principal do Galaxy S25 Ultra e do S25 Edge, e depois complementar com uma telefoto de 10MP com zoom ótico 3x que foi herdada do Galaxy S25 e S25+. No fundo, temos aqui uma espécie de “híbrido” que junta o melhor de vários S25, ficando apenas um degrau abaixo do Ultra. O grande protagonista é, naturalmente, a câmara principal de 200MP (Samsung Isocell HP2, sensor de 1/1,3’’, abertura f/1.7 e estabilização ótica). Em condições de luz favoráveis, os resultados são fantásticos. No entanto, em JPG de 12MP, a abordagem é claramente “para as massas”, já que temos tons de pele realistas, menos saturação artificial do que no passado e um contraste equilibrado, mas sem aquele toque “fotografia PRO”. Em RAW, a margem de manobra cresce, mas não é o público-alvo deste Fold (nem o meu).

O sensor ultra grande-angular evoluiu pouco mas recebeu o foco automático que é muito bem-vindo sobretudo em vídeo, mas o sensor Sony IMX564 de 1/2,55’’ com abertura f/2.2 acusa limitações quando a luz tende a ficar escassa. A qualidade mantém-se aceitável para fotos rápidas e gravações casuais, mas percebe-se que aqui não houve investimento em hardware de nova geração. Já a sua lente telefoto de 10MP é claramente o elo mais fraco. A Samsung decidiu reutilizar o Isocell 3K1 de 1/3,94’’ com abertura f/2.4 e, apesar do OIS, fica bastante atrás da concorrência, especialmente quando até smartphones de gama média já apostam em sensores bem maiores. Num dobrável que custa quase 2200€, esperava-se pelo menos um 3x ou 5x equivalente ao do S25 Ultra.

Quanto às fotos frontais, são satisfatórias. Ambas as câmaras (externa e interna) usam sensores de 10MP, suficientes para videochamadas ou fotografias ocasionais, mas sem foco automático. Não é grave, já que o público deste tipo de produto dificilmente as prioriza. O desbloqueio facial, por outro lado, sai beneficiado uma vez que a nova câmara interna já não está escondida por baixo do ecrã e responde de forma muito mais rápida. Em alternativa, continua disponível o leitor de impressões digitais no botão lateral, que durante os meus testes revelou ser muito rápido e eficaz.

No campo do vídeo, o Galaxy Z Fold7 acompanha os topos de gama da Samsung com gravação em 4K a 30 ou 60FPS, HDR de 10 bits e foco automático consistente. Durante o dia, os resultados são surpreendentes, e à noite só a câmara principal mantém realmente um bom nível, com as câmaras secundárias a revelar algum ruído e perda de detalhe.

Sensores na traseira do Samsung Galaxy Z Fold7
Sensores na traseira do Samsung Galaxy Z Fold7

O Galaxy Z Fold7 vem equipado com o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, o que equipa todos os smartphones da série Galaxy S25. É uma solução de topo, mas o que mais surpreende é a forma como é gerido. Talvez se deva ao design, talvez ao sistema de dissipação de calor, ou uma combinação entre os dois, mas a verdade é que este Galaxy Z Fold7 só aquece de forma percetível na zona junto às câmaras, e apenas em cenários de forte pressão sobre o seu processador. No quotidiano, o aquecimento nunca se verifica, e mesmo durante um dia intenso de fotografia e navegação sob o sol intenso de Lisboa, com temperaturas exteriores a rondar os 38°C, o corpo do telefone manteve-se apenas morno.

A nível técnico, ainda conta outras boas notícias, como o facto de finalmente termos acesso a uma opção com 16GB de RAM (LPDDR5X) e 1TB de armazenamento UFS 4.0. E com este conjunto, a integração do processador da Qualcomm parece a melhor que já tivemos num telefone da Samsung.

E mais uma vez, nem tudo é perfeito. O brilho máximo do ecrã não se mantém indefinidamente e tende a reduzir ao fim de algum tempo de utilização intensa. Não chega aos cortes drásticos como vemos em iPhones que entram em modo de proteção, mas nota-se. De resto? O telefone voa, não há nada que o faça vacilar ou fraquejar, nem mesmo os jogos mais pesados.

Mas o verdadeiro calcanhar de Aquiles deste smartphone continua a ser a bateria. Com 4400mAh e carregamento limitado a 25W, fica num limbo pouco satisfatório. A bateria revelou-se, durante os testes, ser demasiado pequena para a exigência do dispositivo e demasiado lenta para compensar essa falta de capacidade. Em agosto tive a oportunidade de testar o Honor Magic V5, que é o verdadeiro concorrente deste telefone da Samsung, e ele conta com uma bateria de 6100mAh e carregamentos muito superiores, a 66W, e aqui a Samsung não arriscou. Nos meus testes a autonomia revelou-se curta, com cerca de 3,5 a 4 horas de ecrã ligado em utilização exigente (5G, fotografia, email e muitas redes sociais), com o telefone a pedir o carregador ao final da tarde, por volta das 18h. Em cenários mais equilibrados, com uso de Wi-Fi e menos fotografia, o Z Fold7 sai-se um pouco melhor, com 65% de bateria ainda disponíveis às 17h, com pouco mais de 2,5 horas de ecrã registadas. Ou seja, tudo depende muito da intensidade de utilização, sobretudo do tempo passado no ecrã interno.

No carregamento, a situação também não é a melhor, e os 25W prometem, mas na prática não oferecem o que muitas vezes é necessário. Pouco mais de 30 minutos para carregar dos 0 aos 50% e mais uma hora para uma carga completa. É aceitável, mas está longe do que é esperado para um equipamento deste valor. Se a Samsung tivesse optado pelo carregamento de 45W, presente no Galaxy S25+ e no Ultra, a história era outra. Mas provavelmente vão deixar essa novidade para o Galaxy Z Fold8. Depois temos o carregamento sem fios de 15W e o carregamento reverso de 4,5W, que sejamos sinceros, podem ser úteis mas insuficientes para apagar a sensação de que a autonomia e a velocidade de carregamento continuam a ser o ponto fraco do principal smartphone dobrável da Samsung.

O Galaxy Z Fold7 chegou ao marcado a executar o One UI 8.0 (Android 16). As diferenças em relação ao One UI 7.0 não são muitas mas conta com alguns melhoramentos interessantes. Para mim continua a ser a interface mais consistente e fiável para os dispositivos Android (tirando o Android Puro).Voltamos a ter um sistema operativo rápido, fluido, com excelente gestão de múltiplas aplicações, janelas flutuantes intuitivas e uma integração quase perfeita com as aplicações nativas com o formato dobrável.

O seu novo sistema de inteligência artificial multimodal apresenta uma compreensão mais apurada do contexto e responde a comandos de voz de forma mais fluida e natural. Com a integração do Gemini Live, torna-se possível partilhar o ecrã amplo do Galaxy Z Fold7, o que simplifica consultas e interações em tempo real sem a constante necessidade de alternar entre aplicações. As respostas fornecidas podem surgir em diferentes formatos de visualização, seja em janelas flutuantes, seja em ecrã dividido. Para além disso, as imagens geradas pela inteligência artificial podem ser arrastadas e largadas diretamente em aplicações como o Samsung Notes, tirando partido do formato dobrável para criar um fluxo de trabalho mais versátil e eficiente.

Há também outras pequenas novidades interessantes. Pela primeira vez, temos o Magic Audio Eraser integrado diretamente na aplicação de gravação de voz, algo que a Apple e a Google oferecem apenas no editor de imagens. É uma adição prática e, acima de tudo, simples, mantendo a filosofia que tem guiado o Galaxy AI. Ainda assim, com o Galaxy Z Fold7 não temos acesso a funcionalidades totalmente exclusivas, uma vez que a Borracha Mágica, tanto em foto como em áudio, continua a recorrer à inteligência artificial da Google, mas a Samsung conseguiu melhora-la tão bem que, em muitos casos consegue superar aquilo que é oferecido nos novos Google Pixel. O Google Gemini também está bem integrado, com direito às novidades mais recentes como o Gemini Live, que oferece uma análise em vídeo.

E como não podia deixar de ser, alguns pontos não considero brilhantes nesta interface, como as notificações que fazem lembrar o iPhone, separadas dos botões rápidos, que ainda precisam de muito trabalho. Durante os testes verifiquei que é frequente a mesma aplicação gerar várias notificações quase idênticas, o que resulta em ruído excessivo e pode fazer perder alertas importantes. Já os ícones do ecrã inicial estão mais elegantes, e felizmente abandonaram o aspeto “cartoon 2D” e apresentam-se agora com uma abordagem mais adulta.

E já que estou a abordar o software, há um ponto que não posso deixar de apontar, e que dá uma nota muito positiva à Samsung. Durante a apresentação do Galaxy Z Fold7 a Samsung prometeu sete anos de atualizações de software, tanto do sistema operativo como de segurança. Isto significa que estaremos cá em 2032 ainda a noticiar que a Samsung disponibilizou uma atualização para o Galaxy Z Fold7. E isso não só é bom, como é do melhor que temos no mercado.

Samsung Galaxy Z Fold7 25
Os incríveis 4,2mm de espessura do Galaxy Z Fold7 quando aberto

E estou mesmo a concluir esta review, mas tenho de voltar a um ponto incontornável, o seu preço. Com preço a começar nos 2.169,90€, o Galaxy Z Fold7 pode chegar a custar quase 2700€, valores que o colocam num patamar quase proibitivo, e que certamente o seu publico alvo é um pequeno nicho. A verdade é que, para quem nunca experimentou um dobrável, a entrada neste mundo exige duas opções, ou aproveitar todos os descontos e trocas disponíveis, ou esperar pacientemente por uma descida natural de preço. Para todos os outros pontos, continua a ser difícil não recomendar o sólido e mais acessível Galaxy S25 Ultra, que custa praticamente a metade do preço, e especificações ainda mais impressionantes, sobretudo na câmara.

Falando de forma pessoal, e como não o comprei, utiliza-lo foi um prazer absoluto e confesso que não me importaria nada de continuar com ele no bolso, uma vez que é um excelente smartphone. Se estaria disposto a pagar por ele? Claro que sim, desde que fosse o valor certo, que a meu ver situa-se em torno dos 1900€. Tirando esse ponto, estamos claramente perante um dos melhores smartphones do mercado, e impossível é não gostar dele e de tudo o que ele tem para oferecer.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Samsung.

Strava atualiza a sua aplicação para o Apple Watch com novidades

O Strava para o Apple Watch já permite que os utilizadores possam competir contra recordes pessoais e membros da comunidade, com uma interface redesenhada e métricas em tempo real.

A Strava anunciou uma grande atualização para a sua aplicação para o Apple Watch, trazendo finalmente para o pulso uma das funcionalidades mais populares da plataforma: os segmentos em direto. Até agora restritos à versão para smartphone, estes trechos específicos de percurso passam a poder ser acompanhados diretamente no smartwatch, permitindo aos utilizadores competir com os próprios recordes ou com outros utilizadores em tempo real.

Ao aproximar-se de um segmento, o utilizador passa a receber uma notificação com o nome do percurso. Durante o esforço, um indicador circular mostra de forma dinâmica se está à frente ou atrás do seu melhor registo. Já no final, os resultados surgem imediatamente no ecrã, sem necessidade de sincronizar manualmente.

A atualização traz também uma interface totalmente redesenhada, com destaque para as métricas essenciais de treino, como a velocidade, distância, tempo decorrido e frequência cardíaca. A ligação com a plataforma Strava permanece automática, assegurando que todas as atividades ficam guardadas e disponíveis para análise posterior. E embora todos os utilizadores tenham acesso à experiência básica dos segmentos, os assinantes premium beneficiam de funções adicionais. Entre elas estão o acompanhamento em tempo real comparado com recordes pessoais, a contagem regressiva da distância restante e análises instantâneas mais detalhadas após cada tentativa.

TCL anuncia os novos NXTPAPER 60 Ultra e NXTPAPER 5G Junior

A marca chinesa reforça a sua aposta no NXTPAPER 60 Ultra com um ecrã mais amigo da visão.

A TCL apresentou o NXTPAPER 60 Ultra, um novo smartphone que se assume com a missão de devolver conforto visual ao quotidiano. O dispositivo inaugura a mais recente geração da tecnologia NXTPAPER 4.0, prometendo uma experiência de visualização natural, livre de reflexos, cintilação e com significativa redução da luz azul.

O ecrã de 7,2 polegadas utiliza luz polarizada circular para imitar a iluminação natural, com cores precisas e um nível de nitidez que se aproxima da leitura em papel. Para além disso, adapta-se às condições de luminosidade e ao ritmo circadiano do utilizador, ajustando automaticamente brilho e temperatura da cor para reduzir a fadiga ao longo do dia. Mas o NXTPAPER 60 Ultra integra também ferramentas inteligentes, dedicadas à leitura e escrita, capaz de fazer resumos, notas de voz e interpretação simultânea. Inclui a caneta T-Pen Magic, certificada pela SGS e sensível à pressão, que promete uma experiência de utilização quase idêntica ao papel.

Na fotografia, o destaque recai sobre a sua câmara teleobjetiva periscópica de 50MP, capaz de zoom ótico 3x e zoom digital até 6x. Prometendo uma experiência de captura de vídeo complementada pela dupla estabilização ótica e pelo sistema MuseFilm.

Em termos de desempenho, o dispositivo está equipado com o processador MediaTek Dimensity 7400, até 24GB de RAM (incluindo memória virtual), armazenamento de até 512GB e bateria de 5200mAh com suporte para o carregamento rápido de 33W. A resistência é reforçada com certificação IP68 e compatibilidade com acessórios magnéticos modulares.

A TCL apresentou ainda o NXTPAPER 5G Junior, orientado para crianças e adolescentes. O equipamento aposta num ecrã protetor da visão, no modo Digital Detox e num sistema de controlo parental através do Google Family Link, permitindo monitorizar conteúdos, tempo de utilização e localização em tempo real.

Os novos modelos chegam à Europa nos próximos meses, e o NXTPAPER 60 Ultra estará disponível em setembro com preços entre 499€ e 559€, enquanto o NXTPAPER 5G Junior chega em outubro por 249€.

Cuidados naturais da Lush Cosmetics para realçar a beleza dos caracóis

Com os produtos da Lush Cosmetics conseguem caracóis definidos, naturais e cheios de vida.

Depois de um verão de sol, mar e piscina, os caracóis podem ficar ressequidos, com frizz e sem definição. Para recuperar a saúde e a vitalidade das vossas espirais, os produtos da Lush Cosmetics são aliados perfeitos: produtos distintos que se destacam por combinar ingredientes naturais com uma abordagem eficaz ao cuidado capilar, sem comprometer a leveza ou a saúde do couro cabeludo. Com manteigas vegetais, óleos essenciais e ingredientes frescos, oferecem hidratação intensa, nutrição e brilho, ajudando a restaurar a elasticidade natural do cabelo.

Mas como escolher quais os melhores produtos para conseguirem esses efeitos? Juntámos o nosso top 5 de produtos da marca que consideramos imprescindíveis para terem caracóis definidos, suaves e cheios de vida, prontos para brilhar durante todo o ano.

Comecemos pelo Super Milk (Primer Capilar Condicionante), um condicionador sem enxaguamento formulado com leites vegetais (amêndoa, coco e aveia), combinados com sumo fresco de limão e azeite virgem extra. Este produto mantém os fios nutridos, macios e com brilho natural, sem pesar ou acumular resíduos. Adequado para vários tipos de cabelo, pode ser usado no cabelo húmido ou seco, oferecendo praticidade e versatilidade na tua rotina diária.

Este é um dos nossos verdadeiros Santo Graal dos cuidados capilares: basta esquecer de aplicar durante alguns dias para que as pontas comecem a ficar ásperas. Normalmente, usamos no final da lavagem, após o condicionador ou máscara, como último passo da rotina. Basta borrifar uma quantidade generosa nas mãos e aplicar cuidadosamente ao longo do comprimento do cabelo, com especial atenção às pontas, antes de enxaguar. Quem preferir, pode deixar sem passar por água, mas sentimos que, ao enxaguar ligeiramente, o produto pesa menos e proporciona uma hidratação incrível aos caracóis, mantendo-os suaves, definidos e cheios de vida.

Já o Shield (Protetor de Calor para Cabelo) é um sérum criado para proteger os fios do calor sem recorrer a silicones. A sua fórmula combina óleos vegetais de coco e macadâmia, enriquecidos com creme de caju e ethyl macadamiate, um ingrediente que forma uma película protetora ao redor do cabelo. O resultado é simples: hidratação preservada, proteção contra a humidade e textura suave, mesmo após o uso de ferramentas de calor ou tratamentos químicos. A grande vantagem? Nos cabelos finos, não pesa nem deixa resíduos oleosos, mantendo os fios leves e naturais. E, como bónus, o aroma é absolutamente delicioso!

Por sua vez, o Sea Spray (Bruma Capilar) é o segredo para um cabelo volumoso com aquele efeito “acabado de sair da praia”. Este spray volumizador de sal marinho oferece textura, brilho e fixação, sem pesar nos fios. Enriquecido com uma mistura refrescante de flor de laranjeira, néroli e toranja, deixa o cabelo perfumado com um aroma leve e envolvente. Pode ser usado sobre o cabelo húmido ou seco: aplica nas raízes para dar volume em todo o cabelo para criar o look de praia, ou vaporiza e amassa suavemente os fios para um efeito desarrumado e natural. O resultado são caracóis e ondas definidos, cheios de movimento e com um toque luminoso.

Não nos podemos esquecer do Power (Condicionador), o cuidado ideal para manter os cabelos fortes, hidratados e cheios de movimento. Com óleo de amêndoa, batata-doce fortificante e xarope de ácer, nutre profundamente da raiz às pontas enquanto fortalece os fios. A proteína hidrolisada de gérmen de trigo e o ethyl macadamiate ajudam a definir e proteger os caracóis, criando uma barreira leve contra a humidade, sem necessidade de silicones. Pode ser aplicado no cabelo molhado: distribui de forma uniforme, desembaraça suavemente, deixa atuar alguns minutos e enxagua. Desde logo, o cabelo fica sedoso ao toque ainda molhado e, depois de seco, revela caracóis nutridos, fortalecidos e leves.

Finalizamos com o Curl Power (Creme de Pentear), o aliado perfeito para definir e hidratar caracóis, mesmo os mais secos ou danificados. Com gel de linhaça e melaço, nutre os fios, realça a definição e mantém a suavidade natural dos caracóis. Pode ser aplicado no cabelo molhado, após o condicionador leave-in, ou usado sozinho. Também funciona na rotina LOC ou para criar twist-outs bem hidratantes. O resultado são caracóis definidos, macios e cheios de vida. Nos cabelos mais finos, recomenda-se aplicar apenas uma pequena quantidade, para evitar que os fios fiquem pesados.

Cuidar dos caracóis com os produtos da Lush Cosmetics é uma experiência que combina eficácia e prazer sensorial. Mais do que cuidados, é um momento de prazer diário para o cabelo encaracolado.

Roborock Zeo X é a nova máquina de lavar e secar roupa com design minimalista

A nova Roborock Zeo X combina estética minimalista, inovação tecnológica e ciclos inteligentes de lavagem e secagem.

A Roborock anunciou na IFA 2025 o lançamento da Zeo X, uma máquina de lavar e secar roupa posicionada no segmento premium. Trata-se de um eletrodoméstico que combina design minimalista, tecnologias de cuidado têxtil de última geração e um sistema de automação pensado para simplificar o quotidiano.

A Roborock destaca-se logo pelo seu visual minimalista, o que fará com que se integre discretamente em interiores modernos. O painel GloScreen, em vidro e tátil, funde-se com a porta e só se torna visível quando ativado, dispensando botões convencionais e aproximando o eletrodoméstico da estética do mobiliário.

Outro aspeto relevante é a profundidade de apenas 594 mm, que facilita a instalação em módulos padrão de 600 mm. Apesar da dimensão compacta, a Roborock Zeo X oferece capacidade para 11 kg de lavagem e 6 kg de secagem.

No campo tecnológico, a Roborock Zeo X surge como resposta a problemas antigos associados a este tipo de equipamentos, como o sobreaquecimento ou o desgaste dos tecidos. O destaque vai para o sistema Zeo-cycle, a primeira tecnologia de secagem moderada baseada em zeólito natural. O processo decorre entre 37 e 50 °C, permitindo uma absorção controlada da humidade e reduzindo o risco de encolhimento ou dano em materiais delicados como lã ou seda.

Em termos de eficiência energética, a Roborock Zeo X surge classificada com nível A no consumo em lavagem. Já no modo de secagem, regista classificação D, em linha com outros modelos que privilegiam ciclos a baixa temperatura.

Roborock Zeo X

No que respeita ao processo de lavagem, a tecnologia FineFoam recorre ao princípio Venturi para misturar água, detergente e ar, criando uma espuma densa que penetra nos tecidos antes do ciclo começar. Este método reduz em mais de 20% o tempo de lavagem, corta o consumo de água em cerca de um terço e o de energia em mais de 20%, segundo dados da marca.

O controlo inteligente é garantido pelo algoritmo RR Seafarer, que ajusta em tempo real variáveis como fluxo de água, dosagem de detergente ou temperatura, de acordo com a carga e o tipo de tecido. O sistema deteta automaticamente o momento em que a roupa está seca, evitando desgaste adicional e poupando recursos.

A vertente higiénica mereceu particular atenção. A Roborock Zeo X inclui programas certificados pelo TÜV que eliminam 99,99% das bactérias e até 99% de ácaros e alergénios. Conta ainda com ciclos específicos para manchas difíceis e com componentes antibacterianos, como a junta da porta, além de sistema de autolimpeza do tambor.

No plano da conetividade, a máquina integra-se na aplicação da Roborock, permitindo programar lavagens, escolher entre cerca de 30 programas e ativar funções adicionais. Entre elas está o sistema Laundry Aftercare, que mantém as peças frescas e sem vincos durante 24 horas, e a dosagem automática de detergente, que calcula a quantidade ideal para cada carga e reduz o desperdício em até 78%.

A Roborock disse que a Zeo X vai chegar a alguns países da União Europeia, mas não referiu quais. O preço? 1.499€.

Extensões do Microsoft Editor serão descontinuadas em outubro

O Microsoft Editor será integrado nativamente no Microsoft Edge, deixando o Chrome refém da sua extensão de correção.

A Microsoft anunciou que vai descontinuar as extensões do Microsoft Editor para o Microsoft Edge e para o Google Chrome a partir do dia 31 de outubro. A decisão insere-se na estratégia de integração nativa de ferramentas de escrita com inteligência artificial diretamente no seu navegador.

Na prática, os utilizadores deixarão de necessitar de extensões separadas para aceder às funções de correção. O próprio Microsoft Edge passará a incluir, por defeito, verificadores ortográficos e gramaticais, além de sugestões de estilo de forma inteligente. A empresa garante que a transição será feita de forma transparente, assegurando uma experiência integrada sem necessidade de configuração adicional.

Este é mais um passo da Microsoft para reforçar o Edge como um navegador cada vez mais autónomo e completo, reduzindo a dependência de extensões externas e colocando os seus recursos de escrita em linha com outras ferramentas inteligentes já disponíveis no ecossistema da empresa.

The Beatles Anthology regressa em 2025 com documentário inédito, coleções musicais e edição especial em livro

O projeto The Beatles Anthology ganha nova vida com nove episódios, coleções musicais expandidas e um livro de aniversário com mais de 1.300 imagens.

Três décadas depois de a série documental Anthology ter redefinido a forma de contar a história de uma banda, os Beatles voltam a reunir a sua herança criativa numa edição global que combina ecrã, música e papel. O outono de 2025 marca o regresso de The Beatles Anthology em múltiplos formatos, com novidades inéditas e materiais restaurados.

O ponto central desta nova fase é a série documental, agora com nove episódios. Os oito capítulos originais, lançados nos anos 90, foram restaurados e remasterizados, preservando o retrato íntimo e contraditório que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr fizeram de si próprios. Através de imagens e testemunhos, revisitam-se os momentos que definiram a carreira da banda: a Beatlemania, a conquista dos Estados Unidos, o peso cultural dos anos 60, a experiência espiritual na Índia e, inevitavelmente, a separação.

O grande destaque surge no nono episódio, totalmente inédito, que estreará no Disney+ a 26 de novembro. Este capítulo inclui filmagens nunca antes vistas, captadas entre 1994 e 1995, quando McCartney, Harrison e Starr se reuniram para trabalhar na Anthology e revisitaram em conjunto a sua própria história. O processo de restauro contou com a supervisão da Apple Corps, em colaboração com as equipas da Wingnut Films e da Park Road Post de Peter Jackson, além de Giles Martin, responsável pelas novas misturas de áudio.

No campo musical, a The Beatles Anthology regressa com um tratamento igualmente abrangente. Originalmente idealizada por George Martin, a coleção é agora expandida para quatro volumes – disponíveis em vinil de 12 LP, em caixa de 8 CDs e em formato digital – e será editada a 21 de novembro. Os três primeiros álbuns reúnem gravações raras que mostram o percurso criativo da banda, desde demos até versões alternativas de canções que se tornaram clássicos. O novo volume, Anthology 4, acrescenta 13 faixas inéditas, entre demos e sessões de estúdio, além de novas misturas de “Free As A Bird” e “Real Love”, produzidas por Jeff Lynne a partir das gravações vocais de John Lennon. Inclui também o restauro do videoclip de “Free As A Bird” e surge lado a lado com “Now And Then”, o single lançado em 2023 que encerra a discografia dos Beatles. No total, a coleção reúne 191 faixas, acompanhadas por notas originais e novos textos assinados por Kevin Howlett, assim como material de arquivo que reforça o carácter histórico da edição.

Outro destaque vai para a reedição do livro The Beatles Anthology, que chega a 14 de outubro em versão comemorativa do 25.º aniversário. Publicado pela Apple Corps e pela Chronicle Books, o volume reúne testemunhos dos quatro músicos, bem como depoimentos de figuras centrais do círculo da banda, como Neil Aspinall, George Martin e Derek Taylor. As 368 páginas incluem mais de 1.300 imagens, documentos e peças de arquivo, oferecendo uma visão visual e narrativa única sobre o percurso dos Beatles.

The Premiere 5 é o novo projetor interativo da Samsung

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O The Premiere 5 é de projeção ultracurta e promete transformar superfícies em ecrãs dinâmicos com controlos táteis.

A Samsung revelou o The Premiere 5, um novo projetor que combina tecnologia Triplo Laser com funcionalidades de interação tátil, permitindo transformar qualquer superfície num ecrã interativo.

O projetor utiliza tecnologia Triplo Laser e distância ultracurta para projetar imagens até 100 polegadas, mesmo quando colocado a poucos centímetros de uma parede ou superfície. A sua gama de cores cobre 154% DCI-P3, garantindo mais de mil milhões de tonalidades. E o sistema de som integrado de 10W, com Q-Symphony e OTS Lite, complementa a imagem com com o suporte de Dolby Atmos.

Em grande destaque, estão as capacidades interativas, asseguradas por uma câmara de infravermelhos e por laser, que permitem ampliar, mover ou manipular conteúdos diretamente em paredes, mesas ou até no chão, como se fosse um tablet em grande escala.

O The Premiere 5 integra o sistema operativo Tizen OS 9.0 com a interface One UI, oferecendo acesso a serviços de streaming como Samsung TV Plus, Netflix, Prime Video e YouTube, bem como ao Samsung Gaming Hub, para jogos via cloud. Conta também com capacidades do sistema Vision Booster que ajusta automaticamente contraste, brilho e cor consoante a luminosidade da sala, enquanto a compatibilidade com SmartThings permite controlar dispositivos domésticos inteligentes a partir do próprio projetor.

O novo equipamento já está disponível pelo valor de 1.999,9€, através da loja online Samsung e de pontos de venda autorizados.

Mudita Kompakt – Review: o minimalismo digital virou tendência

Ter um dumbphone como o Mudita Kompakt permite desconectar, reduzir distrações e recuperar foco, embora limite algumas funções úteis do dia a dia.

Para quem ainda não conhece o conceito, os dumbphones começaram a ganhar espaço nos últimos anos como alternativa ao modelo dominante dos smartphones. Ao contrário destes, a maior parte não oferece ligação à internet, nem o vasto conjunto de aplicações que moldam o nosso dia a dia digital. São, antes de mais, telemóveis focados no essencial, com funções reduzidas e uma utilização muito mais simples, logo perfeitos para a terceira idade. O próprio termo Dumb (em português, “burro”) sublinha essa simplicidade, remetendo para aparelhos básicos que recuperam a experiência de utilização de telemóveis de décadas passadas. Mas o que explica o regresso deste tipo de dispositivos? A vontade de adotar um estilo de vida mais offline, fugindo ao impacto viciante das redes sociais, que entre os mais jovens chega a consumir dezenas de horas todas as semanas.

Foi assim que a Mudita surgiu em 2013, com a missão de criar tecnologia pensada para enfrentar o desafio que representa hoje em dia desenvolver um telemóvel capaz de manter o equilíbrio entre estar ligado ao mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, proteger a saúde mental dos seus utilizadores. A marca lançou mais recentemente um dos seus dumbphones, o Mudita Kompakt, que o Echo Boomer teve a oportunidade de experimentar durante alguns semanas e perceber como é viver em detox digital, sem ter os nossos smartphones a absorver constantemente toda a nossa atenção.

Recebemos o Mudita Kompakt numa caixa que incluía vários acessórios: além do telemóvel, vinha também um cabo de carregamento USB-C, uma capa verde, uma bolsa de transporte, um clip para a slot do SIM, a garantia, o manual de instruções e, como toque especial, um bónus set de cartas para meditação.

Mudita Kompakt - unboxing

Tudo tinha um aspeto cuidado e minimalista, refletindo claramente a filosofia da marca de reduzir o ruído digital e concentrar-se apenas no essencial. O design do Mudita Kompakt segue exatamente essa ideia: à frente apresenta um pequeno ecrã e‑ink, ideal para leitura confortável, e logo abaixo encontram-se três teclas físicas: uma seta para Voltar, um círculo para ir ao Início e uma terceira tecla para abrir Centro de Controlo. Atrás, uma câmara discreta é acompanhada por uma lanterna posicionada por baixo, sendo que o único detalhe visual é o logotipo subtil da marca, colocado próximo da base do aparelho.

A unidade que recebemos é branca, mas o modelo está também disponível nas cores preto e cinza. De resto, no lado direito do Mudita Kompakt encontram-se os botões de volume e o botão de ligar/desligar, posicionados de forma ergonómica e de fácil acesso. No lado esquerdo situa-se a slot do SIM, discreta e bem integrada no design minimalista do aparelho. Na parte superior, há uma entrada jack 3,5mm para auscultadores, enquanto que, na parte inferior, está a porta de carregamento, compatível com USB-C.

Para proteção do Mudita Kompakt existe uma capa verde-água muito elegante, cuja tonalidade transmite tranquilidade e se alinha perfeitamente à filosofia minimalista da marca. Para complementar, está incluído também uma bolsa em pano branca, leve e resistente, com um cordel e o logótipo da marca estampado à frente, o que permite transportar o telemóvel de forma segura, garantindo que não fique riscado ou danificado com o uso diário.

Ao retirar o Mudita Kompakt da caixa, o telemóvel traz um adesivo branco com instruções, nomeadamente sobre as funções das teclas e a sua localização. Ao remover essa película, o telemóvel encontra-se desligado e, para ligá-lo, basta pressionar a tecla Power On/Off durante dois segundos, demorando cerca de dois minutos a iniciar. Imediatamente recebemos uma mensagem de boas-vindas em inglês, permitindo configurar o idioma, no qual selecionámos português. Seguidamente, inserimos o cartão SIM, conforme indicado, e definimos um código de acesso de seis dígitos para desbloquear o dispositivo. Uma característica adicional interessante é que o Mudita Kompakt possui um leitor de impressões digitais integrado no botão On/Off, que pode ser configurado com o nosso dedo, permitindo desbloquear o telemóvel de forma rápida e segura. Depois foi feita também uma atualização para a nova versão Mudita OS K 1.2.0, o sistema operativo desenvolvido pela própria Mudita que, apesar de não ter Google Play Services, permite agora o sideload de aplicações ou seja, a instalação de apps Android sem que seja necessário recorrer a lojas de aplicações tradicionais, como a Google Play Store. Mas já lá iremos.

Relativamente às características do Mudita Kompakt, como já mencionámos, o equipamento possui um ecrã E-Ink de 4,3”, concebido para proporcionar a sensação de ler em papel, reduzindo significativamente o cansaço visual e eliminando a luz azul (luz essa responsável por interferir no sono e provocar também fadiga ocular). Este tipo de ecrã, igual a muitos e-readers, torna a experiência de leitura muito mais confortável, especialmente em sessões prolongadas, permitindo consultar mensagens, agenda ou livros digitais sem a agressividade luminosa típica dos ecrãs tradicionais de smartphones.

Já na parte inferior do dispositivo encontramos o altifalante e o microfone, ambos com qualidade aceitável: o som das chamadas é nítido, estável e sem interrupções, permitindo uma comunicação clara.

Para garantir que o Mudita Kompakt está sempre disponível quando precisamos, o telemóvel vem equipado com uma bateria de 3300 mAh de longa duração, recarregável via USB-C ou carregamento sem fios, capaz de alcançar até seis dias em modo stand-by, eliminando a preocupação de ter de carregar constantemente. A autonomia é ainda favorecida pelo ecrã E‑Ink, que consome muito menos energia do que os ecrãs tradicionais. Além disso, o Mudita Kompakt inclui o modo Offline Plus – basicamente funciona como um kill switch – e, por isso, vai mais longe do que o tradicional modo avião: desativa o GSM e os microfones a nível de hardware e bloqueia a câmara, o Bluetooth e o Wi-Fi através do software. Esta funcionalidade protege a privacidade e a segurança do utilizador, ao mesmo tempo que ajuda a prolongar a duração da bateria, proporcionando total tranquilidade sempre que se pretende desligar do mundo digital (importa notar que, neste modo, não é possível efectuar chamadas de emergência).

Outra característica interessante do Mudita Kompakt é a sua flexibilidade em termos de cartões e conectividade. Quanto ao armazenamento, o Kompakt vem equipado com 32GB de espaço interno, suficiente para um uso moderado. Ainda assim, a presença de uma slot para microSD permite expandir significativamente essa capacidade, o que é especialmente útil para guardar fotografias, livros digitais ou coleções de música. Além disso, é compatível com eSIM, o que desativa a slot do segundo SIM, mas mantém a possibilidade de usar um microSD.

O Mudita Kompakt ainda inclui NFC incorporado, pelo que poderá permitir, eventualmente, a utilização de pagamentos contactless, autenticações ou outras aplicações compatíveis com esta tecnologia. Dizemos eventualmente porque, neste momento, essa tecnologia não tem qualquer utilidade no telemóvel, pelo menos em Portugal. Mas a marca tem várias atualizações planeadas para o sistema operativo, portanto quem sabe não teremos uma surpresa.

O telemóvel conta também com um botão de controlo rápido de funções que é bastante útil: através dele é possível ligar a lanterna – com a particularidade de se poder escolher entre uma luz quente, uma luz fria ou até ambas em simultâneo -, ativar o modo avião, consultar rapidamente a meteorologia, controlar o volume e o brilho do ecrã, ou ainda aceder de forma imediata às definições principais.

Já relativamente ao nome, Mudita, descobrimos que este tem origem num termo budista que representa a alegria empática (a felicidade genuína pelo bem-estar dos outros) e reflete a filosofia da marca de criar tecnologia que respeita o utilizador, promovendo equilíbrio e atenção plena. Essa abordagem está presente nas restantes funcionalidades do telemóvel: aplicações como Xadrez, Meditação e E‑Reader foram pensadas para oferecer experiências que estimulam de forma positiva, quase como hobbies, incentivando momentos de foco e desconexão consciente, em contraste com a dispersão e o impacto viciante das redes sociais.

A aplicação E-reader do Mudita Kompakt é uma das funcionalidades mais interessantes para quem gosta de ler. Permite descarregar facilmente livros digitais em vários formatos, transformando o telemóvel numa pequena biblioteca portátil que podemos levar connosco para qualquer lugar. O grande trunfo está no ecrã E-Ink, que reproduz a sensação de estar a ler em papel, oferecendo uma leitura muito mais confortável do que num ecrã tradicional e sem o impacto da luz azul, que tantas vezes causa fadiga ocular.

No entanto, há alguns pontos a considerar. O tamanho do ecrã, embora suficiente para leituras ocasionais, pode parecer algo reduzido para quem não se sente confortável a ler em dispositivos pequenos – foi o que sentimos na nossa experiência. Este detalhe torna-se ainda mais evidente ao ler PDFs, formato que não se adapta tão bem ao Kompakt e que pode comprometer a fluidez da leitura. Outro aspeto a mencionar é o ocasional efeito de ghosting, em que ficam marcas ténues da página anterior no ecrã. Felizmente, este efeito desaparece automaticamente sempre que o dispositivo é desbloqueado, não sendo um problema persistente. No que toca a funcionalidades, o E-reader ainda não permite anotar ou sublinhar, o que pode ser uma limitação para leitores habituados a interagir ativamente com os livros digitais. Ainda assim, para uma leitura simples e sem distrações, cumpre bem o seu papel, reforçando o conceito minimalista do Mudita Kompakt.

Outra aplicação de destaque é a de meditação. Para quem aprecia este hábito, como no meu caso, é uma ferramenta valiosa. O telemóvel guarda estatísticas detalhadas do tempo total de meditação, bem como registos por dia, nos últimos 7, 30 ou 365 dias. O temporizador surge num círculo que faz uma contagem decrescente, por defeito 10 minutos, mas totalmente personalizável. Quando tenho pouco tempo, esta funcionalidade ajuda-me a manter o foco sem dispersar, enquanto em momentos mais calmos posso optar por não a usar. Curiosamente, este modo de contagem também se revelou útil noutras situações, como durante sessões de estudo ou atividades que exigem concentração, funcionando como um marcador de tempo para manter um ritmo saudável de pausas.

Para algum lazer, o xadrez oferece diferentes níveis de dificuldade e, até, a possibilidade de ativar sugestões de jogadas. O adversário virtual é rápido a responder, o que torna a experiência dinâmica e estimulante para quem gosta deste tipo de desafio.

Apesar de ser um dumbphone, o Muditta Kompakt possui um sensor de 8 megapixels para tirar fotografias. Apesar de relativamente modesta, consegue resultados satisfatórios, especialmente tendo em conta que este não é, de todo, um smartphone vocacionado para fotografia. Não existe câmara frontal nem possibilidade de gravar vídeo, e o disparo das fotografias não é muito rápido, obrigando o objeto a estar imóvel no momento da captura. Esta lente também tem uma opção de zoom, embora limitada, e tenho dúvidas que muita gente utilize este dispositivo para captar registos, pois torna-se bastante difícil com este ecrã saber se a foto ficou, ou não, em condições. Aí só vendo mesmo no PC – sim, porque apesar de as imagens serem em preto e branco no ecrã, aparecem a cores quando são enviadas ou transferidas para o computador. O único senão é que terão de ter um equipamento Windows para que o Mudita seja reconhecido, caso contrário, e se usarem MacOS como nós, não terão a perceção de como ficaram as fotos.

Ah, e tendo em conta o tipo de telemóvel que é, o Mudita Kompakt não dispõe de GPS tradicional. No entanto, integra uma aplicação de mapas bastante completa, que embora não permita traçar percursos como num smartphone convencional, mostra de forma clara ruas, praças e parques da zona em que nos encontramos. Pode não ser uma solução de navegação passo a passo, mas em muitas situações revela-se útil para nos orientarmos rapidamente ou encontrar pontos de interesse.

Quanto à experiência de utilização, o ecrã tátil responde de forma adequada, ainda que a fluidez não seja comparável à de um smartphone convencional, sobretudo quando se trata de deslizar entre fotografias ou de ler em formato digital.

Atenção que este Mudita Kompakt não tem apenas as apps que mencionei anteriormente. Há mais que vale a pena conhecer, como é o caso da aplicação de notas, que, embora mantendo-se fiel ao espírito minimalista do dispositivo, é surpreendentemente prática. Criar uma nota é rápido e intuitivo: o título tem um limite fixo de palavras, o que incentiva a objetividade, enquanto o corpo do texto é ilimitado, permitindo escrever sem restrições. Além disso, funções básicas como copiar, cortar e colar estão presentes, garantindo que a experiência é simples, mas funcional.

Há também a aplicação de música, que demonstra, e bem, que a qualidade de som não é comparável aos smartphones modernos, acabando por ser mais próxima do que lembramos dos telemóveis do passado – suficiente para desenrascar, mas sem grande nitidez. Ainda assim, as opções são interessantes: podemos tocar músicas por ordem alfabética, em modo aleatório (shuffle) ou até alterar a velocidade de reprodução até 2x. Aqui, recomendamos o uso de fones se quiserem ter uma maior qualidade de áudio.

De forma semelhante, a aplicação Gravador dá para captar rapidamente a voz. A qualidade, mais uma vez, não é excecional, mas cumpre a sua função. Para gravações próximas (como entrevistas ou anotações pessoais) é perfeitamente adequada. No entanto, em ambientes mais barulhentos, com várias pessoas a falar ou quando a fonte está distante, perde-se clareza. Tal como na música, há a possibilidade de ajustar a velocidade de reprodução, o que facilita transcrições ou revisões rápidas. No nosso caso, chegámos a utilizá-la para registar conversas em entrevistas para o Echo boomer, e desde que estivéssemos próximos do interlocutor, o resultado foi bastante bom.

A aplicação de meteorologia também merece destaque: com uma interface limpa e agradável, mostra de imediato as condições atuais, mas vai além disso, apresentando a previsão detalhada hora a hora e até uma perspetiva para toda a semana. Esta abordagem prática torna-se útil para planear deslocações ou até atividades ao ar livre, sem necessidade de recorrer ao smartphone tradicional.

Para terminar estas linhas sobre as aplicações, resta-me falar no calendário, que pode ser aberto apenas com um toque na data, posicionada logo abaixo do relógio no ecrã inicial. A aplicação apresenta uma visão completa do mês, organizada por semanas, onde é possível destacar facilmente os dias com eventos marcados. Cada evento pode incluir um título, data, hora e até pequenas notas adicionais, sendo ainda possível configurar lembretes automáticos com notificações que surgem, por exemplo, cinco minutos antes do compromisso. Isto faz do Kompakt um aliado simples, mas eficaz para a organização pessoal.

Por ser tão simples, o acesso às funções do Mudita Kompakt é surpreendentemente intuitivo. Por exemplo, se quiserem definir um alarme, basta tocar diretamente na hora que aparece no ecrã principal e de imediato surge a interface do despertador. A partir daí, é possível escolher a hora desejada, dar um nome personalizado ao alarme e selecionar o som que mais se adequa ao momento. Existe ainda a opção de repetir automaticamente em dias específicos, o que torna a funcionalidade prática tanto para uso diário, como para situações pontuais.

Nas definições encontramos um conjunto robusto de opções que permitem personalizar e controlar vários aspetos do dispositivo. Para além das habituais informações de rede e internet, há também secções dedicadas à gestão de aplicações e ao seu layout no menu principal, ao controlo do armazenamento utilizado, às preferências de som e brilho do ecrã e até ao estado da bateria. Existe ainda a possibilidade de verificar dados de segurança, localização e informações detalhadas do sistema. As atualizações de software podem ser feitas a partir deste menu, garantindo que o telemóvel se mantém atualizado e otimizado – e sim, há várias atualizações a caminho.

Para complementar, a Mudita disponibiliza também o software Mudita Center, atualmente na versão 3.1.0, que pode ser descarregado diretamente no site oficial. Esta aplicação funciona como uma ponte entre o telemóvel e o computador: basta ligar o dispositivo através de um cabo USB-C para que este seja imediatamente reconhecido – somente se tiverem Windows, pois um computador Apple não irá reconhecer o dispositivo. A partir daí, o processo de gestão de ficheiros é simples e rápido. Por exemplo, para passar livros ou música para o Kompakt, basta arrastar os ficheiros desejados para a aplicação, iniciar o upload e esperar uns segundos.

O Mudita Center facilita também a realização de cópias de segurança, a gestão de contactos e até a atualização do sistema operativo, assegurando que o telemóvel se mantém otimizado e alinhado com as melhorias lançadas pela marca. O único senão é mesmo, lá está, essa incompatibilidade com o MacOS.

Mudita Center

Um ponto interessante a destacar do Mudita Kompakt é a possibilidade de ligar periféricos externos através da porta USB-C, como teclados ou até mesmo ratos. Esta funcionalidade pode parecer pouco comum num dispositivo deste género, mas abre portas a formas de utilização diferentes e bastante práticas. Por exemplo, ao ligar um teclado físico, torna-se muito mais confortável escrever mensagens longas, apontamentos ou até textos maiores sem depender apenas do teclado do próprio telemóvel. Já a ligação de um rato pode facilitar a navegação em menus ou aplicações específicas, tornando a experiência mais intuitiva para quem prefere uma interação mais tradicional. Embora não seja uma função que a maioria dos utilizadores vá explorar no dia a dia, demonstra que a Mudita pensou em oferecer uma versatilidade extra.

Além disso, o Mudita Center permite passar ficheiros .apk, ou seja, instaláveis em Android, para o Mudita Kompakt, para que o telemóvel fique com mais algumas aplicações – atenção que as apps são instaladas a partir do próprio Mudita Center. No entanto, a marca avisa desde logo que, devido ao seu minimalismo, as apps podem não funcionar corretamente. E atenção: se o upload para o Kompakt estiver muito lento, muito provavelmente deve-se ao facto de terem alguma aplicação como o Google Drive, Google Chrome, WhatsApp ou outra aberta, uma vez que, e por algum motivo desconhecido, cria conflito.

No entanto, e embora este sideload de apps possa dar efetivamente muito jeito, não é esse o propósito deste telemóvel: se o objetivo é fugir do mundo digital, não faz muito sentido estar a instalar mais aplicações – muito menos redes sociais ou aplicações tipo Spotify -, a não ser que tenham sido desenhadas pela própria marca e com um propósito muito específico.

As situações em que este telemóvel se enquadra melhor são aquelas em que o utilizador procura afastar-se do ruído digital e valorizar mais a sua própria atenção. Pode ser, por exemplo, durante um período de férias, em que se quer desligar do trabalho e simplesmente aproveitar o tempo em família ou com amigos, sem distrações constantes de notificações. Também se adequa a momentos de lazer pessoal, como caminhadas, leitura ou meditação, onde o objetivo é estar presente e focado no momento, sem a tentação do scroll infinito. Outro contexto em que o Mudita Kompakt se revela muito útil é durante a noite, para evitar a exposição à luz azul e garantir um sono mais tranquilo, já que não existem aplicações ou alertas a interromper o descanso. Para estudantes ou profissionais, pode ainda ser uma ferramenta poderosa de foco em tarefas exigentes, funcionando como um aliado contra a procrastinação digital. Além disso, pode ser uma excelente companhia em viagens, para quem deseja desconectar e reduzir a dependência do smartphone, mas sem deixar de estar contatável.

É igualmente indicado para quem procura um detox digital consciente ou em situações em que a bateria de longa duração é uma prioridade, garantindo dias de utilização sem preocupações constantes com carregamentos. O tipo de pessoa que irá optar por um telemóvel como o Mudita Kompakt é alguém que necessita de manter um smartphone disponível durante o dia de trabalho, mas que, no seu tempo pessoal ou de lazer, prefere desligar-se das notificações e dedicar-se a si própria, encontrando momentos de foco, tranquilidade e presença no momento.

Em relação à nossa experiência com o Mudita Kompakt, a realidade é que durante o horário de trabalho foi impossível desligar completamente o smartphone, visto que este continua a ser parte essencial do nosso quotidiano profissional. No entanto, conseguimos implementar um detox digital fora do trabalho, usando sempre o Mudita. No início, sentimos falta de certas aplicações, sobretudo das redes sociais, das mensagens e notificações, mas passado algum tempo notámos menos stress e ansiedade, maior bem-estar e um sono mais tranquilo. Por vezes, surgia algum tédio, e aproveitávamos para ler um livro; contudo, devido ao ecrã mais pequeno, nem sempre era o Mudita Kompakt o dispositivo escolhido para essa leitura.

De resto, ressalvar ainda o esforço da Mudita em ir atualizando o seu MuditaOS com novas funcionalidades. Nesta versão MuditaOS K 1.2.0, e além do sideload de apps, destaca-se também a navegação offline com instruções por voz, bem como mais de 150 alterações que abrangem praticamente todos os aspetos do sistema. Nos próximos meses, o MuditaOS deverá receber suporte para mensagens em grupo, organização de música por pastas, personalização do ecrã de bloqueio, notificações de voicemail com acesso rápido e, ainda, melhorias no leitor de música e no leitor de eBooks, sendo que estão também previstas opções de atualização do ecrã E Ink ajustáveis pelo utilizador, a possibilidade de limpar o histórico de chamadas recentes e de adicionar toques e sons de notificação personalizados.

O Mudita Kompakt está disponível atualmente por 349€ – o preço original é de 439€ – e, embora este valor possa parecer elevado à primeira vista, é preciso perceber o que realmente está em causa. Este não é um telemóvel criado para competir em número de aplicações ou funcionalidades complexas, mas sim um dispositivo pensado para reduzir distrações e devolver ao utilizador uma relação mais saudável com a tecnologia. O seu design minimalista, a construção robusta e a atenção ao detalhe tornam-no num produto claramente premium, distinto dos telefones básicos que se encontram por menos de 50€, A diferença é semelhante à comparação entre um smartphone de entrada de gama e um Google Pixel ou iPhone: ambos cumprem as funções essenciais, mas um revela qualidade e cuidado em cada pormenor. As aplicações incluídas no Mudita não pretendem substituir as dos smartphones modernos, mas sim cumprir apenas o essencial, evitando excessos.

É aí que reside o verdadeiro valor deste telemóvel: proporcionar ferramentas úteis sem cair na tentação da distração constante. A autonomia prolongada, o ecrã E-Ink, o modo Offline Plus e o Kill Switch são exemplos claros dessa filosofia, oferecendo ao utilizador tranquilidade e foco. Naturalmente, não é um dispositivo perfeito, já que a fluidez do sistema é modesta, a câmara de 8 MP é básica e a ausência de determinadas aplicações pode ser limitativa. Ainda assim, todas estas escolhas são intencionais e coerentes com o propósito do aparelho. Mais do que um simples telemóvel, o Mudita Kompakt é uma ferramenta para quem procura desligar-se do excesso tecnológico e valorizar momentos de simplicidade, bem-estar e foco no que realmente importa.

Este produto foi cedido para análise pela Mudita.

Mercadona chega à Moita em 2026, mas não na localização original

Inicialmente, o plano passava por fazer nascer a Mercadona Moita ao lado do Lidl, mas a verdade é que o supermercado vai ver a luz do dia na Quinta da Fonte da Prata.

É verdade que o verão ainda não acabou, mas já não falta muito para 2025 chegar ao fim. Isso significa, portanto, que o plano de expansão da Mercadona para este ano ainda não terminou, faltando lojas em Leiria – inaugura a 11 de setembro, Lisboa, Loures, Penafiel, Matosinhos, Porto e Palmela, indo encerrar o ano com um total de 70 supermercados a funcionar em território nacional.

Mas como é óbvio, a expansão não ficará por aqui. Por exemplo, fala-se que a marca espanhola irá abrir um supermercado no Algarve, mais especificamente no Nova Retail Park, em Portimão, embora tal não esteja ainda confirmado. Já para Vila Real, está também em curso um projeto para a abertura de uma loja no município, mas ainda não tem data de inauguração prevista. E mais recentemenete ficámos a saber que a cadeia espanhola vai também chegar a Castelo Branco. Além disso, estão confirmadas lojas na Covilhã e Viseu, ambas de portas abertas em 2026.

Há, no entanto, uma localização que tem demorado mais tempo que o previsto: Moita. Inicialmente, o plano passava por construir uma loja que ficaria localizada bem perto da estação de comboios, ao lado do Lidl. No entanto, as obras acabaram por parar completamente, tudo porque, e alegadamente, os donos do terreno reclamavam uma indemnização. Com isto, a própria Mercadona foi dizendo nas redes sociais que não dispunha de “informação de abertura de uma das nossas lojas na Moita”.

Já em abril, o Presidente da Câmara Municipal da Moita, Carlos Albino, anunciou em reunião pública da Câmara que a Mercadona iria mesmo instalar-se no concelho da Moita. No entanto, e até meados de julho, a empresa espanhola continuava sem confirmar uma loja na zona.

Mas a situação mudou. Esta semana, a Mercadona já deu uma resposta diferente: “Ainda não temos uma data concreta, mas prevemos abrir a nossa loja na Moita no decorrer de 2026.” E, tal como o Echo Boomer chegou a avançar, a nova localização escolhida é a Quinta da Fonte da Prata, em frente ao restaurante Panda.

Aliás, quem passar pela zona irá reparar que já está colocada a lona a anunciar a chegada iminente da Mercadona à Moita. Portanto, espera-se uma abertura algures em 2026. Resta saber exatamente quando.

Adobe Premiere vai ser lançado gratuitamente para iOS

A edição de vídeo no iOS, ou seja, no iPhone, promete ganhar nova relevância com o lançamento do Adobe Premiere. Uma versão para Android está também em desenvolviemnto.

A Adobe anunciou esta semana que vai lançar uma versão gratuita do Premiere para iOS, fazendo com que a popular aplicação de edição de vídeo fique disponível para iPhone. Trata-se de uma adaptação do seu software de referência, amplamente utilizado por criadores de conteúdos, realizadores e editores de vídeo em diferentes áreas, agora pensado para caber no bolso.

O objetivo é disponibilizar uma experiência de edição rápida e intuitiva, sem abdicar de funcionalidades avançadas. A interface foi concebida para ser simples e funcional, permitindo que a edição seja feita de forma prática e imediata, diretamente a partir do telemóvel. Apesar de compacta, a aplicação mantém características reconhecíveis da versão de computador, como a linha temporal com edição em várias faixas, as formas de onda dinâmicas e o sistema de cores que facilita a organização do trabalho. Entre as funcionalidades disponíveis estão a edição com precisão por frame, a possibilidade de sobrepor várias camadas de vídeo, áudio e texto, a exportação em 4K HDR e, ainda, a legendagem automática com opções de personalização.

O som não foi esquecido e conta com ferramentas apoiadas em inteligência artificial. A função Generative Sound Effects cria efeitos sonoros a partir de comandos de texto e voz, enquanto o Enhance Speech melhora a qualidade das gravações mesmo em ambientes ruidosos, assegurando vozes mais claras e consistentes. Também o Adobe Firefly foi integrado, permitindo gerar conteúdos visuais e sonoros a partir de descrições textuais, com garantia de utilização segura em contextos comerciais. A aplicação oferece também acesso a milhões de ficheiros do Adobe Stock, que incluem música, efeitos sonoros, fotografias, gráficos e vídeos, bem como fontes tipográficas e predefinições do Lightroom, tudo pensado para facilitar o processo criativo.

Com o Premiere para iPhone, será possível iniciar o trabalho no telemóvel e, se necessário, continuar no Premiere Pro no computador. Para quem prefere publicar diretamente nas redes sociais, a aplicação permite exportações com um só toque para TikTok, Instagram e YouTube Shorts, adaptando automaticamente o enquadramento a cada plataforma.

De acordo com a Apple Store, o Adobe Premiere será disponilizado a 30 de setembro. Mas atenção que, apesar de ser gratuito, terão de pagar caso optem por usar funcionalidades de IA generativa, bem como armazenamento extra na cloud. Está também prevista para breve uma versão para Android, ainda sem data de lançamento definida.

Wells inaugura nova loja no Forum Barreiro

O Forum Barreiro recebe a Wells num espaço de 300 m² com makeup bar, mask bar e marcas internacionais de beleza e perfumaria.

A Wells inaugurou hoje a sua nova loja no Forum Barreiro, marcando a rentrée do centro comercial com um espaço de 300 metros quadrados dedicado à saúde, beleza e bem-estar.

Localizada no Piso 0, a loja reúne mais de 200 marcas de cosmética e perfumaria, nacionais e internacionais, entre as quais se encontram Biotherm, Clarins, Dr. Jart+, Clinique, Carolina Herrera e Chloé. O espaço inclui ainda duas zonas de experimentação – o makeup bar e o mask bar – criadas para proporcionar aconselhamento personalizado e a possibilidade de testar produtos antes da compra.

Para além da área de beleza, a marca disponibiliza também artigos e serviços nas áreas de saúde, ótica, audiologia e bebé, procurando responder às necessidades de diferentes gerações e perfis de consumidores.

Evangelion: Delta Cross Reflections leva o anime ao VR em 2026

A Pixelity revelou o jogo Evangelion: Delta Cross Reflections, numa aposta que promete combinando realidade virtual e mista.

O estúdio Pixelity confirmou oficialmente um novo jogo baseado em Neon Genesis Evangelion, o lendário anime criado por Hideaki Anno, que se tornou numa das maiores influencias da animação e ficção científica. Chama-se Evangelion: Delta Cross Reflections e tem data de lançamento prevista para em 2026 e, para já, apenas recebe um logótipo oficial.

De acordo com estúdio, o jogo está a ser desenvolvido para plataformas de realidade virtual e mista, colocando os jogadores dentro do anime, explorando os locais e ambientes da série, e até assistir de perto às batalhas de proporções bíblicas entre Evangelions e Anjos. O jogo promete também ter elementos interativo com novas personagens numa narrativa completamente nova, mas ligada aos episódios originais do anime.

A sua história será, passa-se dentro da cronologia dos 26 episódios originais da série de televisão, mas de acordo com a descrição não deverá ser canónica, uma vez que enquanto protagonista, o jogador ambiciona ser um piloto e cruzar-se-á com o elenco de personagens já conhecidas da série.

Evangelion: Delta Cross Reflections será o primeiro de uma trilogia de jogos, concentrando-se inicialmente nos eventos dos episódios 1 a 11. As plataformas de lançamento ainda não foram reveladas, assim como a sua data definida.