Tudo o que precisam de saber sobre o euro digital, que poderá chegar em 2028

O Euro digital deve terminar a fase de preparação em outubro deste ano, mas uma implementação para a população em geral ainda vai demorar.

Já se fala do assunto há mais de uma década, mas o euro digital está, pelos vistos, cada vez mais perto de se tornar realidade. Recentemente, e perante a Comissão dos Assuntos Económicos do Parlamento Europeu, Piero Cipollone, membro do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE) e responsável pelo projeto, confirmou que a fase de preparação do euro digital terminará em outubro, mas o quadro legislativo que definirá a utilização da futura moeda eletrónica só deverá ser aprovado no segundo trimestre de 2026.

A partir daí, seriam necessários entre dois anos e meio a três anos para desenvolver e colocar em funcionamento a infraestrutura necessária ao euro digital. Portanto, só lá para 2028… ou 2029.

O projeto do euro digital nasce de uma motivação clara: garantir que, num mundo cada vez mais digital, as pessoas mantenham a possibilidade de fazer ou receber pagamentos em moeda do banco central. Philip R. Lane, membro do BCE, explica que a introdução de dinheiro digital pretende complementar o numerário físico, apoiando a modernização do sistema monetário de dois níveis, que combina moeda física e depósitos bancários. Este sistema, que evoluiu ao longo de 300 anos, criou uma base sólida para o funcionamento do sistema financeiro e permitiu aos bancos centrais assegurar a estabilidade dos preços de forma eficaz.

Lane sublinha que a moeda emitida pelo banco central sempre desempenhou um papel crucial na confiança na conversibilidade do dinheiro bancário. À medida que a digitalização avança, essa estabilidade poderia ficar em risco caso não existisse uma alternativa digital acessível. Além disso, os instrumentos de pagamento beneficiam de fortes externalidades de rede: quanto mais pessoas os utilizam, maior o seu valor, limitando o poder de monopólio das empresas privadas e aumentando a eficiência económica. Um euro digital permitiria reduzir a dependência de sistemas de pagamento privados, oferecendo um mecanismo seguro e universal mesmo em caso de interrupções ou ciberataques.

Resiliência e inclusão como pilares do euro digital

A resiliência é outro ponto central no debate. Piero Cipollone destaca que, numa Europa exposta a riscos geopolíticos e operacionais, é essencial proteger a disponibilidade do euro para todos os cidadãos. O euro digital complementará o dinheiro físico, garantindo pagamentos contínuos mesmo durante grandes interrupções. Esta ferramenta funcionaria como um bem público, assegurando que serviços essenciais de pagamento estejam sempre disponíveis, tal como a eletricidade ou a água potável.

O desenho tecnológico do euro digital incorpora várias medidas de resiliência. A infraestrutura de processamento será distribuída por diferentes regiões com múltiplos servidores, permitindo reroute automático em caso de falhas. Para além disso, o BCE desenvolverá uma aplicação dedicada, permitindo que os utilizadores troquem facilmente entre prestadores de serviços de pagamento ou continuem a aceder aos seus fundos mesmo se um banco deixar de operar temporariamente. A funcionalidade offline permitirá pagamentos mesmo quando a internet estiver indisponível ou o acesso a numerário físico for limitado, garantindo continuidade em situações de crise ou desastre natural.

Outro objetivo central é a inclusão. Cipollone salienta que o numerário sempre foi um pilar da inclusão financeira, oferecendo acessibilidade, autonomia e confiança. O euro digital será concebido para ser acessível desde o início, com interfaces adaptáveis, comandos de voz, displays de grande dimensão e fluxos simplificados. A nível local, entidades como bibliotecas, serviços postais ou autoridades públicas poderão oferecer apoio aos cidadãos menos familiarizados com a tecnologia, garantindo que ninguém fique excluído da economia digital.

Benefícios económicos e institucionais

Do ponto de vista económico e institucional, Lane argumenta que o euro digital ajudará a unificar mercados fragmentados na zona euro, reduzir custos para comerciantes e aumentar o poder negocial face a redes de cartões internacionais. Um euro digital pan-europeu permitirá ainda inovação fintech, separando a infraestrutura básica de pagamentos da oferta de serviços adicionais, evitando que uma tecnologia privada domine e bloqueie futuras inovações. Além disso, o euro digital reforça a relação direta entre o soberano e o cidadão, mantendo a confiança na estabilidade monetária e consolidando a soberania europeia sobre a moeda.

Cipollone acrescenta ainda que, para que o euro digital efetivamente aumente a resiliência dos pagamentos na Europa, é essencial que se torne realidade rapidamente, com um calendário claro para a sua implementação, assegurando um meio de pagamento seguro, acessível e resiliente para todos os cidadãos.

Palácio da Baronesa em Lisboa vai dar lugar a aparthotel de luxo

O histórico Palácio da Baronesa será reconvertido para um aparthotel com 88 qaurtos, restaurante, spa, piscina e um jardim com 1.200 m2.

O Palácio da Baronesa, edifício histórico situado no Largo do Conde Barão, em Lisboa, vai ser reconvertido num aparthotel de luxo. O projeto, promovido pela cadeia hoteleira holandesa The July, será financiado por um empréstimo verde sindicado no valor de 29 milhões de euros, com um prazo de 15 anos. O BPI, que lidera a operação como Banco Agente, participa com 14,5 milhões de euros.

A intervenção prevê a criação de 88 unidades de alojamento, bem como restaurante, spa, piscina e um jardim com 1.200 m2, sendo que o edifício em si, datado do século XVI, será alvo de certificação energética e poderá obter a acreditação BREEAM, uma das mais reconhecidas a nível internacional no setor da construção sustentável.

A localização do Palácio da Baronesa, a apenas três minutos da futura estação de metro de Santos, reforça a importância estratégica do investimento.

A The July contou com assessoria da CBRE na concretização desta operação. Fundada em 2012, em Amesterdão, a empresa especializou-se em aparthotéis premium e iniciou o percurso com o ID Aparthotel, com 28 apartamentos. O sucesso do conceito levou à rápida expansão para 127 unidades, consolidando o primeiro modelo genuíno de aparthotel na capital neerlandesa.

Em novembro de 2023, a marca alterou a sua designação de City ID para The July, numa estratégia que reforça a aposta em experiências diferenciadoras e ambientalmente responsáveis. Atualmente, a cadeia opera em Amesterdão e Londres, com unidades como The July Boat & Co, The July Twenty-Eight e The July – Victoria, reconhecidas pela inovação e elevados padrões de qualidade.

O novo aparthotel deverá estar concluído até ao final de 2026.

SPC ZEUS 2 Pro é um novo smartphone a pensar nos mais idosos

O SPC ZEUS 2 Pro destaca-se por um gestão remota, modo fácil de utilização e por funcionalidades modernas.

A SPC apresentou o SPC ZEUS 2 Pro, um smartphone desenvolvido de raiz a pensar nos utilizadores mais velhos. O novo dispositivo combina soluções de acessibilidade, como teclas físicas, modo fácil com ícones ampliados, base de carregamento e botão SOS, com características técnicas modernas, onde se inclui uma câmara de 50MP traseira e 5MP na frente, carregamento sem fios, NFC e compatibilidade com eSIM. No entanto, a grande novidade está na integração com a aplicação SPC Care, que permite aos cuidadores gerir remotamente o telemóvel. Este processo é feito a partir de outro smartphone, onde é possível ajustar definições, acompanhar a localização em tempo real, receber alertas de segurança ou configurar lembretes de saúde para tentar garantir uma rede de apoio à distância.

O smartphone apresenta-se com um ecrã de 6,1 polegadas com a resolução HD+, e no interior é suportado por um processador da MediaTek, o Helio G36, que é acompanhado por 4GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. Esta solução pode ser aumentada por até 12GB de RAM através de virtual RAM e até 1TB de armazenamento através de um microSD. Conta ainda com um sensor de impressão digital na lateral e suporte para o desbloqueio facial.

SPC ZEUS 2 Pro
SPC ZEUS 2 Pro

O ZEUS 2 Pro sucede ao modelo ZEUS 4G Pro lançado em 2022, mantendo as novas tecnologias adaptadas à terceira idade, com as suas vantagens de segurança e de bem-estar. O novo dispositivo já está disponível em Portugal por 249,90€, com uma campanha de lançamento que inclui capa e carregador rápido de oferta até 14 de setembro. A versão mais compacta, o SPC ZEUS 2, será colocada à venda no final do mês por 199,90€, e ambos podem ser integrados com o SPC Care, totalmente gratuito e disponível nas principais lojas de aplicações.

Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery recebe o primeiro trailer

O terceiro filme da série Knives Out de Rian Johnson tem estreia marcada na Netflix a 12 de dezembro.

Depois de nos dar a conhecer a data de estreia marcada para 12 de dezembro, a Netflix revelou o primeiro trailer de Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery, o terceiro filme da série de filmes de investigação de crimes criada por Rian Johnson.

Como já conhecemos de sinopses e noticias anteriores, Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery traz de volta Daniel Craig, enquanto detetive Benoit Blanc, agora para responder a uma chamada divina, resolver aquele que parece ser “um clássico crime impossível” e um “mistério sagrado”.

No trailer podemos conhecer o tom sombrio e igualmente divertido do filme, passado numa pequena cidade no norte do estado de Nova Iorque, no qual se tenta descobrir quem matou um padre, aparentemente em frente de todos os potenciais suspeitos, numa lista composta por um elenco recheado de estrelas, como Glenn Close, Kerry Washington, Jeremy Renner, Mila Kunis, Andrew Scott, Cailee Spaeny, Daryl McCormack e Thomas Haden Church.  

Apesar de Johnson tartar cada filme de forma isolada, enquanto antologia com tons e premissas relativamente diferentes, Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery, é uma sequela de Glass Onion: A Knives Out Mystery, de 2022 e de Knives Out, de 2019. E para além da estreia na Netflix a 12 de dezembro, o novo filme terá uma exibição estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em novembro, por isso, cuidado com os spoilers que poderão surgir antes de verem o filme.

Life is Strange vai ser adaptado a série de televisão pela Amazon

A Amazon MGM Studios confirmou que está a desenvolver uma adaptação televisiva de Life Is Strange, mas sem envolvimento dos criadores originais.

A Amazon MGM Studios anunciou deu luz verde para a produção de uma série live action adaptada de Life Is Strange, o influente jogo narrativo criado pela Don’t Nod e publicado pela Square Enix em 2015, que abriu as portas à franquia de jogos do mesmo nome. O projeto televisivo foi entregue a Charlie Covell, argumentista da série dramática de adolescentes The End of the F**ing World* e criadora de Kaos para a Netflix, que irá escrever, servir como showrunner, assim como produtora executiva.

A produção ficará a cargo da Story Kitchen, que tem acumulado licenças de vários jogos para adaptações ao longo dos últimos anos, da LuckyChap e própria Square Enix, para além da Amazon MGM Studios.

De acordo com a editora japonesa, este é um passo aguardado há vários anos, depois de ter recebido pedidos constantes de fãs para transformar a série em televisão. Já para Covell, adaptar Life Is Strange é “uma enorme honra”, afirmando-se entusiasmada por partilhar a história de Max e Chloe com “jogadores e novos públicos”.

Infelizmente, a Don’t Nod não parece estar envolvida neste projeto. Como relata a IGN, ao citar o guionista original de Life Is Strange, Christian Divine, que partilhou a sua tristeza ao comentar que “as únicas pessoas que não estão envolvidas são os criadores”. Uma afirmação que poderá deixar os maiores fãs de Life is Strange com dúvidas sobre a autenticidade da nova série.

Esta não é a primeira vez que Life is Strange tenta sair do campo dos videojogos. No passado, a Legendary Television, adquiriu os direitos para um projeto semelhante, mas tal nunca chegou a acontecer.  

Desde o seu lançamento original, Life is Strange deu origem a várias sequelas, spin-offs e tornou-se referência em estilo e estrutura para outras produções, tanto da Don’t Nod como de outros estúdios. Mais recentemente, Life is Strange tem sido da responsabilidade da Deck Nine, que nos trouxe True Colours em 2021 e Double Exposure em 2024, já depois da Don’t Nod vender os direitos à Square Enixe.

Xiaomi 15T tem lançamento confirmado a 24 de setembro

A Xiaomi confirmou o lançamento da sua nova linha de smartphones topo de gama, a Xiaomi 15T.

A Xiaomi marcou para 24 de setembro a apresentação oficial da sua nova linha de smartphones, a série Xiaomi 15T, que será marcada pelo lançamento daquela que é a sucessora da popular série Xiaomi 14T.

Embora os detalhes técnicos completos só sejam revelados no evento, fontes próximas à marca adiantam que a marca pretende reforçar a autonomia e a qualidade do processamento de imagem. A série Xiaomi 15T deverá incluir diferentes modelos, orientados para públicos distintos, sempre com foco em especificações consideradas topo-de-game.

Entretanto, a Xiaomi Store Portugal já listou o equipamento na sua página oficial, onde continua a não revelar muitas especificações técnicas. O design do Xiaomi 15T Pro já pode. no entanto, ser visto, confirmando também a parceira com a Leica que continua com esta nova série de smartphones.

Xiaomi 15T Pro
Xiaomi 15T Pro

De acordo com a imagem que podemos ver acima, também partilhada pela Xiaomi Portugal, o novo 15T Pro vai contar com uma variante com 12GB de RAM e 1TB de armazenamento interno, e será alimentado pelo HyperAI, as ferramentas de inteligência artificial do HyperOS, a interface da empresa que é baseada no sistema operativo Android.

Clientes Cetelem podem agora usar Samsung Pay para pagamentos contactless rápidos e seguros em smartphones

Brevemente, esta parceria entre a Cetelem e a Samsung irá também estender-se aos Galaxy Watch.

O Cetelem, marca do BNP Paribas Personal Finance, e a Samsung Portugal anunciaram uma colaboração estratégica que visa oferecer aos clientes soluções de pagamento digital seguras e experiências de compra mais simplificadas.

Por outras palavras, os clientes Cetelem podem agora associar os seus cartões de crédito ao Samsung Pay, a mais recente aplicação da Samsung Wallet disponível em Portugal. Esta integração permite efetuar pagamentos contactless de forma rápida e segura diretamente em smartphones Samsung Galaxy.

O sistema recorre à tecnologia de segurança Samsung Knox e à utilização de um token digital, aumentando a privacidade e minimizando o risco de fraude. A funcionalidade está atualmente disponível em todos os modelos de smartphones Samsung Galaxy e, ainda este ano, será estendida aos wearables da marca, incluindo os Samsung Galaxy Watch.

Nothing Projector One – Review: Compacto e com Google TV

O Nothing Projector One é altamente portátil, alimentado pelo Google TV mas limitado à resolução FullHD.

Nos dias de hoje, os projetores já deixaram de ser aparelhos caros e restritos a salas dedicadas. Atualmente surgem como alternativas acessíveis e compactas para transformar qualquer parede num ecrã de cinema ou numa simples tela de consumo multimédia. Foi nesse contexto que testei o Nothing Projector One, um dos modelos mais recentes da fabricante chinesa Nothing Projector, pensado precisamente para espaços pequenos e utilizadores que procuram simplicidade.

O Nothing Projector One chega numa caixa bem organizada, acompanhado de um comando, cabos e manual. Visualmente, é uma unidade quadrada, preta, com detalhes em roxo, discreta mas moderna. Pesa pouco mais de um quilo e ocupa menos espaço do que um computador portátil médio. A traseira conta com uma porta HDMI, uma USB-A e entrada de áudio de 3,5 mm, além de uma grelha de ventilação que denuncia logo a importância da refrigeração. No fundo, mantém um design semelhante a outras soluções já aqui testadas, como o Xming Episode One e o Xming Page One.

A sua configuração é simples, basta ligar, ligar a uma rede Wi-Fi, instalar uma grande atualização de firmware e está pronto. O projetor trata sozinho do foco e da correção trapezoidal, algo que me agradou bastante, porque permite literalmente desembalar e utilizar. Vem com o Google TV, pronto a usar, que para além de se ligar à nossa conta Google, conta naturalmente com acesso direto para a Netflix, YouTube, Disney+ e companhia, dispensando dongles externos. O que significa também acesso a centenas de aplicações através da Play Store. E quem não gostar da ideia de usar a sua conta de Google com o Google TV, o projetor continua a funcionar como um projetor tradicional, bastando ligar uma fonte por HDMI. Também é possível optar por tirar partido das suas ligações sem fios, recorrendo ao Chromecast integrado através do Wi-Fi (nas bandas de 2,4 GHz ou 5 GHz) ou até por Bluetooth. Já na sua utilização, graças o seu processador da Mediatek, o MT9630, que é acompanhado por 2GB de RAM e 16GB de armazenamento interno, a sua interface é rápida a fluida.

Testei o Nothing Projector One numa das salas da minha casa, que conta com paredes lisas e alguma luz ambiente a entrar pelas janelas. Confesso que não esperava grande coisa nessas condições, mas a imagem de 40 polegadas surpreendeu-me pela nitidez e cores equilibradas. E assim se manteve até perto das 85 a 90 polegadas. Já a partir daí, tende a perder um pouco de qualidade, um efeito resultado pela sua resolução limitada a FullHD – 1920×1080 pixeis.

Apesar dessa ser a sua resolução nativa, o projetor é capaz de descodificar, e transmitir conteúdos com a resolução 4K, mas nunca sem aquele resultado claro característico dessa resolução superior. Ainda assim, para os menos exigentes, a qualidade satisfaz, mesmo com projeções de até 120 polegadas, um cenário que só é realista com paredes com pelo menos 3 metros de largura.

Naturalmente, tal como acontece com a maioria dos projetores, quanto mais escuro o ambiente, melhor o resultado final. Neste caso, o brilho do Nothing Projector One está limitado a 300 ANSI lúmens, que é suficiente para divisões pequenas e bem escuras, mas não é pensado para salas iluminadas. O som integrado com Dolby Audio é aceitável para sessões ocasionais, embora se note a falta dos sons mais graves. Já o ruído da ventilação é audível em cenas mais silenciosas, que poderá irritar os mais sensíveis, já que experiências “imersivas” com esta configuração não são possíveis. Os ventiladores atuam com bastante frequência, para evitar o sobreaquecimento do projetor, que infelizmente também causa efeito no ar quente circular, especialmente em divisões pequenas.

Estes aspetos menos positivos, são indicadores da natureza portátil do Nothing Projector One, concebido para contextos sociais, como noites de cinema improvisadas, jogos projetados no quintal ou até apresentações numa escola. É garantidamente o projetor mais pequeno, e leve, que alguma vez utilizei. Para além disso, a marca garante que o projetor está preparado para funcionar, pelo menos, durante 40 mil horas.

Por cerca de 199€, o Nothing Projector One é apenas uma, entre outras tantas soluções. Não tenta sequer competir com projetores de mil euros, mas cumpre bem com aquilo a que se propõe, que é oferecer uma solução acessível para transformar qualquer espaço num mini cinema caseiro, desde que não se importe com o som do ventilador.

O Nothing Projector One pode ser adquirido através da página oficial do projetor aqui, ou diretamente de lojas como a Amazon.

Este dispositivo foi cedido para análise pela Nothing Projector.

Honor anunciou o Honor 400 Smart por menos de 200€

O novo Honor 400 Smart já está disponível na NOS, numa campanha promocional por 179€, e chega à MEO a 15 de setembro.

A Honor anunciou o novo Honor 400 Smart, uma nova adição ao seu catálogo de smartphones modernos que se destaca pelo seu preço acessível, abaixo dos 200€.

O Honor 400 Smart conta com algumas novidades dentro da sua gama, como é o caso da certificação SGS Premium Performance para resistência a quedas, esmagamentos e proteção contra impactos de até 1,8 metros de altura. O design é conta com cantos reforçados com e uma arquitetura interna de dispersão de força que lhe confere melhor robustez. A certificação IP54 garante ainda proteção contra poeiras, salpicos e até pequenas imersões, enquanto a tecnologia Wet-hand Touch Enhancement premete uma utilização eficaz mesmo com as mãos molhadas.

Conta com uma bateria de 6500mAh, de dupla célula e promete uma vida útil estimada em cinco anos, graças ao sistema de monitorização multiponto de temperatura, que garante um funcionamento ideal em condições extremas, desde os -20ºC até aos 55ºC. E faz-se acompanhar de carregamento rápido Honor SuperCharge de 35W que permite o carregamento em poucos minutos.

O grande destaque do Honor 400 Smart é existência de um botão de atalho para abrir aplicações ou aceder a ferramentas e opções especificas, dentro do ecossistema MagicOS 9.0 (Android 15), que inclui integração das ferramentas inteligentes da Google, mais especificamente o Google Gemini.

O desempenho fica a cargo de um processador da Qualcomm, o Snapdragon 6s Gen 3, que oferece um salto de 84% no desempenho gráfico face à geração anterior. Faz-se acompanhar também de 8GBde memória RAM com possibilidade de combinar memória física com virtual, através do Honor RAM Turbo, para assegurar estabilidade mesmo com várias aplicações abertas. Já o armazenamento interno chega aos 256GB.

O Honor 400 Smart chega à MEO no dia 15 de setembro, nas cores Meteor Silver e Velvet Black. Já na NOS, o modelo já está disponível, mas apenas na versão Velvet Black. O preço recomendado é de 199€, com uma campanha promocional de lançamento a 179€ na NOS.

O Grito: nova série portuguesa de Leonel Vieira estreia na HBO Max

O Grito, protagonizada por Sara Matos e Daniela Ruah, explora os desafios da vida familiar e os segredos que se escondem por detrás de uma tragédia.

O Grito, a nova série de drama realizada por Leonel Vieira, vai estrear no próximo dia 16 de setembro na HBO Max, com Sara Matos e Daniela Ruah nos papéis principais.

A história acompanha Vitória Neves (Daniela Ruah), professora dedicada e determinada, cujo compromisso com os alunos e colegas a leva a negligenciar a vida pessoal e familiar. As consequências são sentidas pelo filho adolescente, Pedro, que enfrenta a adolescência com impulsividade e curiosidade, e pelo marido Salvador, enfermeiro de longa data, apático e absorvido pela rotina.

Sofia Neves (Sara Matos), irmã de Vitória e artista plástica radicada em Londres, encontra-se no auge da carreira, prestes a inaugurar a sua primeira grande exposição no Reino Unido, Lado Okhotnikov, quando recebe a notícia do suicídio da irmã. Sofia regressa a Portugal, determinada a investigar os últimos meses de Vitória e a compreender os motivos que a levaram a esta decisão.

O elenco de O Grito inclui ainda Pedro Laginha, Gonçalo Almeida, Nuno Nolasco, Natália Luiza, Roberto Bomtempo, Joaquim Horta, Ricardo Veigas, Madalena Aragão, António Van Zeller e Mar Bandeira. A série é produzida pela Volf Entertainment, com coprodução da RTP.

A série O Grito tem um total de oito episódios, cada um com cerca de 45 minutos, que serão disponibilizados semanalmente na plataforma de streaming até 4 de novembro.

Chuwi AuPad – Review: desempenho equilibrado a preço acessível

O Chuwi AuPad é uma opção sólida para quem procura um tablet acessível e fiável, com bom desempenho multimédia, sendo o carregamento lento o seu maior senão.

Quando pensamos em tablets baratos a expectativa costuma ser baixa: ecrãs medianos, desempenho limitado e apenas o suficiente para tarefas simples. Mas o Chuwi AuPad, de uma marca já conhecida por apostar no equilíbrio entre preço e especificações, aparece para contrariar essa ideia. Vamos perceber o porquê.

Mesmo sendo um tablet acessível, o Chuwi AuPad vem bem acompanhado de acessórios, pelo que poderão encontrar na caixa uma capa protetora branca com acabamento fosco e agradável ao toque, bem como um adaptador de parede com cabo USB-C, algo que nos surpreendeu bastante, dado que não é comum receber este tipo de acessórios pelo preço a que o tablet é vendido.

Olhando para o equipamento, o Chuwi AuPad é um tablet extremamente elegante e, ao mesmo tempo, robusto. Com apenas 8 mm de espessura e 493 g, é surpreendentemente fino e leve, transmitindo um certo ar luxuoso, ainda mais considerando que o seu preço de mercado fica abaixo dos 140 €. O facto de ser leve contribui bastante para ter uma boa ergonomia, seja a ler ou a navegar nas redes sociais. Segurá-lo durante algum tempo não se torna cansativo, mas para sessões mais longas, como ver filmes ou séries, é recomendável usar uma base ou suporte.

Na frente, apresenta um ecrã de 10,95” FHD+ (1920×1200) acompanhado de uma câmara frontal de 5 MP. Atrás, o corpo em liga de alumínio monobloco cinza metálico destaca-se pela estética e resistência, sendo complementado por uma câmara traseira de 13MP. O design é minimalista, com apenas um discreto logótipo da marca, que reforça o aspeto limpo do tablet.

Já do lado direito encontra-se uma slot para cartão SIM – o que significa que este tablet suporta dados móveis, não estando dependente do Wi-Fi para ligações à Internet -, entrada jack 3,5mm e a porta de carregamento USB-C, o que é uma vantagem em termos de localização comparando com outros tablets do mercado, especialmente se o quisermos colocar numa base ou suporte enquanto ouvimos música ou vemos vídeos, sem atrapalhar a posição do cabo de carregamento. Em ambos os lados vamos ainda encontrar duas colunas.

Na parte superior do Chuwi AuPad está presente o botão de ligar/desligar, que também permite colocar o dispositivo em modo de repouso, e os botões de controlo de volume.

Falando mais especificamente do ecrã, a sua qualidade de imagem é bastante boa para a faixa de preço em que o tablet se insere. A reprodução de cores é satisfatória e, embora não seja AMOLED, cumpre bem a sua função. Em ambientes exteriores, o ecrã pode refletir bastante, prejudicando um pouco a visualização, mas em interiores apresenta um desempenho sólido. Com uma proporção ecrã-corpo de 88%, brilho de 350 nits e boa nitidez, a imagem é clara e agradável, proporcionando uma experiência visual confortável para vídeos, leitura ou navegação.

O ecrã tátil é um dos pontos fortes do Chuwi AuPad. Ao contrário de outros tablets económicos que já experimentámos, o touch é extremamente responsivo e reage imediatamente ao toque, sem qualquer atraso, algo que também depende do desempenho do processador.

Um detalhe interessante é que, dependendo do ângulo de visão, o ecrã pode tornar-se menos visível, o que acaba por acrescentar alguma privacidade durante a utilização. Esse efeito deve-se à película que já vem aplicada de fábrica, a qual não só contribui para essa camada extra de privacidade, como também protege o ecrã contra riscos no dia a dia.

Relativamente ao som do Chuwi AuPad, ficámos um pouco desapontados. Apesar de o tablet contar com quatro colunas, o áudio acaba por soar um pouco abafado, como se estivesse a sair de dentro de um copo. Não falta volume, mas a clareza e a separação das frequências não são tão boas como seria de esperar, especialmente para música ou filmes. Em vídeos ou chamadas, cumpre a função, mas não é um ponto forte do dispositivo. Por isso, acabamos por recomendar o uso de auriculares ou auscultadores, de forma a melhorar a experiência multimédia.

Outro ponto menos positivo são as câmaras, tanto a frontal como a traseira, que apresentam uma qualidade bastante limitada. No entanto, isto não é surpreendente, já que neste tipo de tablet nunca é esse o foco principal. Aliás, dificilmente alguém recorre a um dispositivo deste género para fotografia séria; o seu objetivo passa muito mais por ser funcional em chamadas de vídeo, reuniões online ou, até, registar uma imagem rápida em caso de necessidade. Para essas situações, as câmaras cumprem a sua função, mas é importante não esperar grandes resultados em termos de detalhe ou nitidez.

Um dos fatores que ajuda a justificar o preço acessível deste tablet é o seu processador, o octa-core Qualcomm Snapdragon 685. Trata-se de um chip de gama média de entrada, pensado para garantir uma boa experiência em tarefas do dia a dia e consumo multimédia. Na prática, cumpre muito bem esse papel, oferecendo um desempenho satisfatório: o tablet liga de forma rápida, as aplicações abrem sem demoras e a reprodução de vídeos decorre com fluidez, dentro do que se espera para o segmento em que se insere.

Mesmo com várias aplicações abertas em simultâneo ou várias abas no navegador, o desempenho mantém-se satisfatório. É verdade que a fluidez pode diminuir ligeiramente nestas situações, mas o tablet continua a responder bem e a executar as tarefas sem grandes dificuldades. Esse comportamento deve-se também aos 8GB de RAM LPDDR4, que garantem uma boa capacidade de multitarefa. O Chuwi AuPad vem ainda equipado com 128 GB de armazenamento UFS 2.2.

Chuwi Aupad

O Chuwi AuPad chegou originalmente com o Android 14 instalado, mas em junho passado recebeu atualização para o Android 15, o que demonstra que a Chuwi continua a suportar e atualizar os seus equipamentos, mesmo os mais acessíveis. A interface é bastante limpa e próxima da experiência de Android stock, sem personalizações excessivas, nem aplicações desnecessárias. Outro ponto positivo é que não traz bloatware pré-instalado, algo comum em muitos dispositivos desta gama. Assim, o utilizador tem à disposição praticamente todo o espaço de armazenamento para as suas próprias aplicações e ficheiros.

Em termos de autonomia, o Chuwi AuPad cumpre muito bem o esperado para a sua categoria. Com 7000 mAh de bateria, é possível manter-se ligado em standby até uma semana. Para tarefas leves, como ver vídeos, navegar na internet ou passar algum tempo nas redes sociais, aguenta entre 7 a 8 horas, sem necessidade de recarga. Com um uso mais intenso (várias aplicações abertas ou jogos) a autonomia reduz para cerca de 5 a 6 horas. O carregamento máximo é de 10 W, o que significa que levará cerca de 3 horas para atingir a carga completa, um ponto menos positivo, já que é um processo visivelmente demorado. Ainda assim, há um lado positivo: mesmo durante longas horas de carregamento, o tablet não aquece.

A nível de conectividade, e além do suporte a Wi-Fi 5, Bluetooth 5.0 e GPS, o Chuwi AuPad suporta redes 4G LTE, algo particularmente útil para quem viaja ou precisa de se manter online sem depender de uma rede Wi-Fi, tornando o tablet uma opção prática e versátil para trabalho ou entretenimento em mobilidade.

No entanto, onde o Chuwi AuPad mais se destaca é no streaming. Nas plataformas do costume, como Netflix, Prime Video, Disney+, entre outros, a experiência multimédia é muito satisfatória, com imagem nítida e cores equilibradas, perfeitas tanto para maratonas de séries como para sessões de cinema em casa. A proporção de ecrã de 16:8 revela-se particularmente adequada para este tipo de utilização, proporcionando uma visualização mais imersiva e agradável.

Para concluir, o Chuwi AuPad revela-se uma opção bastante interessante para quem procura um tablet acessível, mas, ao mesmo tempo, competente para redes sociais, navegação, vídeos e sessões de streaming. Embora o carregamento seja lento e tanto o som como as câmaras fiquem aquém do ideal, a boa qualidade de imagem, a resposta rápida do ecrã e o conjunto equilibrado de funcionalidades acabam por pesar mais na balança, tornando-o uma escolha sólida para o utilizador comum.

E o melhor de tudo é mesmo o preço. O Chuwi AuPad custa atualmente custa 136€, mas, com o nosso código ECHOBOAUPAD, fica por apenas 118.32€, já com envio incluído.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Chuwi.

Leapmotor faz a estreia mundial do B05 no IAA Mobility, em Munique

A Leapmotor apresenta o hatchback B05 e o SUV B10 no IAA Mobility 2025 em Munique, revelando os seus novos modelos elétricos e planos para o mercado europeu.

A Leapmotor foi ao IAA Mobility 2025, a decorrer em Munique, na Alemanha, com dois propósitos: apresentar mundialmente o B05 e anunciar a chegada do B10 ao mercado europeu.

O Leapmotor B05 é um hatchback de segmento C, destinado principalmente ao ambiente urbano. Possui portas sem moldura, jantes de liga leve de 19 polegadas e uma largura de 1.880 mm. As suas dimensões gerais são 4.430 mm de comprimento, 1.880 mm de largura e 1.520 mm de altura, com distância entre eixos de 2.735 mm. Segundo a marca, o modelo combina design, desempenho e funcionalidades tecnológicas.

Já o B10 é um SUV elétrico que chega agora ao mercado europeu. Baseado na arquitetura LEAP 3.5, o veículo apresenta autonomia elevada, conectividade e espaço interior adequado a diferentes tipos de utilização. Mede 4.515 mm de comprimento, 1.885 mm de largura e 1.655 mm de altura, com 2.735 mm de distância entre eixos. O habitáculo é espaçoso e versátil, com várias configurações de bancos e espaço para bagagem.

O SUV inclui um ecrã tátil de 14,6 polegadas, sistema LEAP OS 4.0 Plus e compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto. O motor elétrico fornece 218 cv e 240 Nm de binário, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos e velocidade máxima de 170 km/h. Estão disponíveis duas opções de bateria, com autonomias até 361 km e 434 km, respetivamente. O carregamento rápido permite atingir 30 a 80% da carga em menos de 20 minutos.

A Leapmotor destaca a segurança nos dois modelos, com estrutura em aço de alta resistência e sistemas de assistência à condução. O B10, por exemplo, recebeu classificação de cinco estrelas no teste E-NCAP, dispondo de 17 funcionalidades ADAS e câmaras de 360°.

O B10 está disponível em duas versões, LIFE e DESIGN, que diferem nos equipamentos internos, no tipo de bancos e em algumas funcionalidades de conforto e tecnologia.

Boas práticas na utilização de caixas de cartão no envio de encomendas

As caixas de cartão continuam a ser a solução mais comum para preparar envios, adaptando-se às diferentes dimensões e requisitos de transporte.

O recurso a caixas de cartão continua a ser uma das escolhas mais práticos e consolidadas tanto por empresas como por particulares. A variedade de formatos existentes permite embalar objetos pequenos ou de grandes dimensões e volume, assegurando a estrutura adequada no manuseamento em centros de distribuição e no transporte até ao destinatário.

Para quem procura adquirir embalagens de forma regular, empresas como Envelopesonline.pt disponibilizam diferentes soluções para expedição, o que incluem caixas, envelopes e materiais complementares para garantir a melhor acomodação dos envios. Esta centralização simplifica a gestão de stocks, prometendo soluções rápidas e consistentes para envio regular.

Entre os exemplos de tipos de cartão disponíveis, destaca-se o cartão ondulado, usado na maioria destas caixas, que combina leveza com resistência. A sua estrutura canelada funciona como barreira de proteção contra pressão ou impacto durante o transporte. Dependendo do peso do conteúdo, é recomendável optar por cartão simples, duplo ou triplo, pois essa escolha ajuda a reduzir danos e mantém o produto mais seguro até ao destino.

Outro aspeto importante está ligado às regras de envio. Os serviços postais atuais apresentam orientações específicas para o acondicionamento de mercadorias e determinam limites de peso e de dimensões. Por isso o cumprimento dessas regras é importante para reduzir atrasos e evita devoluções. Os CTT, por exemplo, disponibilizam informações detalhadas sobre os vários formatos aceites, reforçando essa importância de escolher a caixa ideal, assim como dicas da forma correta de a fechar com fita adesiva apropriada.

A utilização de cartão tem as suas vantagens e entre elas distingue-se por práticas de sustentabilidade. Porque o material é reciclável, logo, integra os circuitos de recolha seletiva de papel, e o reaproveitamento de caixas em bom estado prolonga também a sua vida útil reduzindo o desperdício. No entanto, não deve ser feita a reutilização de caixas com sinais de desgaste que possam comprometer a integridade da embalagem.

Durante a preparação de encomendas é recomendável deixar espaço entre o produto e as paredes da caixa, preenchido com material amortecedor. Serve isto para estabilizar o conteúdo e evitar movimentos internos durante o transporte que potenciem danos do seu conteúdo. A escolha desse enchimento deve considerar a fragilidade do artigo e pode incluir papel kraft, espuma ou bolhas de ar, entre outros materiais, normalmente suaves e maleáveis.

Para lá de boas práticas, o uso correto de caixas de cartão garante envios mais seguros, compatíveis com as exigências postais e alinhados com preocupações ambientais. A escolha adequada da caixa, do material de enchimento e da fita de fecho contribui para que a encomenda chegue ao destino em boas condições.

Unicorn Workspaces estreia-se no setor de eventos com um espaço no histórico Condes

A Unicorn Workspaces expande-se para o setor de eventos com um espaço de 100 m² no edifício Condes, junto ao Coliseu dos Recreios e ao Teatro Politeama.

A Unicorn Workspaces, rede internacional de coworking com mais de 10 anos de atividade, abriu o seu quarto espaço em Portugal e estreia-se agora no setor dos eventos.

O novo local situa-se na Avenida da Liberdade, no histórico edifício Condes, conhecido por ter albergado o antigo cinema com o mesmo nome e, mais recentemente, o Hard Rock Cafe. A localização, em plena Praça dos Restauradores, oferece uma vista privilegiada para dois ícones culturais da cidade, o Coliseu dos Recreios e o Teatro Politeama, conferindo ao espaço uma envolvente marcada pelo património e pela vida cultural lisboeta.

Com cerca de 100 m2, o espaço foi concebido para receber eventos de diferentes formatos, desde conferências e reuniões até ativações de marca ou celebrações privadas. A combinação entre elementos históricos do edifício e soluções contemporâneas de conforto e tecnologia pretende responder às exigências de empresas e clientes que procuram cenários distintos para as suas iniciativas.

A filosofia de funcionamento mantém-se alinhada com a que caracteriza os escritórios partilhados da Unicorn: um serviço integral que inclui coordenação logística, apoio técnico e personalização do espaço. A oferta pode ainda ser complementada com serviços adicionais, mediante pedido, como catering, música ao vivo, DJ, decoração temática ou assistência técnica especializada.

Com esta abertura, a Unicorn Workspaces reforça a sua presença em Lisboa, onde já conta com três espaços de coworking no Marquês de Pombal, na própria Avenida da Liberdade e nas Avenidas Novas. Entre os seus clientes encontram-se empresas como Holidu, Phenix, UniPlaces, Globant, Beyond e Data How.

Greve parcial no Metro de Lisboa agendada para 9 e 11 de setembro

Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vão realizar greve parcial entre as 05h e as 10h, afetando quem se desloca bem cedo para o trabalho.

Os serviços do Metropolitano de Lisboa vão ser afetados nos próximos dias 9 e 11 de setembro devido a uma greve parcial dos trabalhadores, convocada pelos sindicatos que os representam. O pré-aviso indica que a paralisação decorrerá entre as 05h e as 10h, prevendo-se que a operação normal do metro só seja retomada a partir das 10h30.

Em resposta à convocação da greve, a administração do Metropolitano de Lisboa iniciou negociações com as organizações sindicais, apresentando duas propostas de acordo que tentam conciliar os pedidos dos trabalhadores com as metas de gestão da empresa e o aumento da produtividade, em linha com as normas legais relativas à atualização da massa salarial para 2025.

O Metropolitano de Lisboa submeteu ainda ao Tribunal Arbitral um pedido fundamentado para a definição de serviços mínimos, com base nos critérios legais e na relevância do serviço público prestado à Área Metropolitana de Lisboa. Este pedido tinha como objetivo assegurar a circulação de comboios durante os períodos de greve, mas não foi decretado pela entidade arbitral.

Até à data da greve, a empresa continuará a promover o diálogo com os sindicatos na tentativa de alcançar um entendimento que permita suspender a paralisação. Está agendado um novo plenário de trabalhadores para as 15h de hoje, sendo esta uma oportunidade para encontrar uma solução estruturada e duradoura.

Antiga fábrica de chocolate no Porto dá lugar a hotel BOHOPO

Centro histórico do Porto vai receber o novo hotel BOHOPO, numa intervenção da MAP Engenharia que preserva a fachada de antiga fábrica.

A MAP Engenharia e Construção, empresa do MAP Group, foi escolhida para executar a empreitada do futuro hotel BOHOPO Formosa, um projeto de reabilitação urbana que reforça a presença da cadeia Bohopo no segmento dos hotéis boutique.

Localizado na Rua Formosa, a escassos metros do Mercado do Bolhão e da Avenida dos Aliados, no Porto, o edifício irá ocupar o espaço de uma antiga fábrica de chocolate. O plano prevê a demolição integral da estrutura existente, preservando apenas a fachada, e a construção de raiz de um novo edifício, com cerca de 2.500 m2 de área bruta.

A arquitetura tem a assinatura do arquiteto Sebastião Moreira e os projetos de engenharia estão a cargo da ASL.

Com arranque previsto para os próximos meses, a obra enquadra-se na atual dinâmica de investimento turístico no Porto, apostando num conceito de hospitalidade contemporânea que conjuga localização central, autenticidade e conforto.

Village by BOA abre novo espaço de cafetaria em parceria com a Simpli Coffee no Porto

Café filtrado, pastelaria de massa-mãe e menus de brunch fazem parte da nova cafetaria do Village by BOA, criada com a Simpli Coffee.

No coração do Porto, a poucos metros do Mercado do Bolhão, o Village by BOA acaba de reforçar a sua oferta com a abertura de um novo espaço de cafetaria e restauração em parceria com a Simpli Coffee, marca reconhecida pela aposta no café de especialidade e num conceito de coffee shop urbana.

No piso térreo da unidade de alojamento, passa a ser possível encontrar uma seleção que vai da pastelaria artesanal de fermentação lenta aos croissants de massa-mãe, acompanhados por várias propostas de brunch. Tostas, bowls, ovos, panquecas ou saladas juntam-se à carta, sempre em sintonia com o café de especialidade, disponível em filtrados ou em preparações clássicas como Flat White, Mocha ou Coffee Tonic.

A estética do local segue a linha do design que caracteriza o Village by BOA, valorizando a combinação de madeira, ferro e vidro com tonalidades neutras e elementos vegetais. Entre os detalhes que não escapam ao olhar dos mais atentos está a presença da máquina La Marzocco, uma das referências mundiais na preparação de café.

A parceria estende-se ainda aos 40 apartamentos do Village by BOA, onde os hóspedes podem agora usufruir do café com assinatura Simpli Coffee, garantindo uma experiência consistente durante toda a estadia.

Também no espaço de eventos privados, conhecido como The Space, a colaboração passa a estar presente através de menus de catering criados pela Simpli Coffee. Estes foram pensados para se adaptar a diferentes ocasiões, sejam workshops, encontros empresariais, atividades de team building, celebrações privadas ou jantares corporativos.

Foto: Bardo Creative Ground

O que acontece ao corpo quando o sono é alterado por férias, viagens ou trabalho por turnos

Mudanças de rotina como férias, deslocações internacionais ou turnos de trabalho noturnos podem perturbar de forma significativa os ritmos de sono e vigília. Embora muitas vezes sejam vistas como alterações passageiras, estas quebras de regularidade influenciam diretamente o relógio biológico, com impacto no descanso, na capacidade de concentração e até no sistema imunitário.

Segundo alguns especialistas, alterar de forma repentina os horários de dormir e acordar interfere com os ritmos circadianos, o sistema interno que regula processos essenciais como a produção hormonal, a temperatura corporal ou a pressão arterial. Esta desregulação pode traduzir-se em insónias, sonolência durante o dia, dificuldade em manter a atenção ou maior irritabilidade. Atividades de lazer durante as férias, como jogar online em plataformas de entretenimento digital, incluindo o vegas hero, fazem parte das experiências habituais sem que, necessariamente, interfiram no descanso, desde que o corpo mantenha horários regulares.

Jet lag, turnos rotativos e hábitos de verão

O jet lag é um exemplo clássico deste fenómeno. Quando o corpo é exposto a um novo fuso horário, tende a manter o ciclo do local de origem. O resultado manifesta-se em fadiga persistente, alterações no apetite e digestão mais lenta. Os efeitos são geralmente mais intensos em viagens para leste, uma vez que obrigam a antecipar o horário natural de sono. Já os profissionais que trabalham por turnos, sobretudo noturnos, enfrentam um desafio semelhante: adaptar o organismo a horários artificiais. Este processo aumenta a probabilidade de desenvolver perturbações crónicas do sono e, a longo prazo, pode favorecer problemas metabólicos e cardiovasculares.

Também o verão pode contribuir para desregular os ciclos naturais. Ir para a cama mais tarde, dormir sestas prolongadas ou utilizar dispositivos eletrónicos durante a noite são hábitos que, acumulados, favorecem o chamado “jet lag social”. Psicólogos descrevem este fenómeno como um desalinhamento entre o horário interno e as exigências sociais ou profissionais, que pode ser tão prejudicial como atravessar vários fusos horários.

Estratégias para minimizar os efeitos

Para atenuar os efeitos destas alterações, os especialistas sublinham a importância de preparar o corpo antes das mudanças de horário, ajustando gradualmente a hora de deitar e acordar. A exposição adequada à luz natural é outro fator determinante, já que funciona como principal regulador do relógio biológico. Após viagens para leste, a luz da manhã ajuda a acelerar a adaptação; no caso de deslocações para oeste, a exposição à luz da tarde permite atrasar o ciclo interno.

A alimentação tem igualmente um papel relevante. Refeições pesadas, álcool ou cafeína perto da hora de dormir dificultam o adormecer e reduzem a qualidade do descanso. O mesmo acontece com o uso prolongado de dispositivos eletrónicos, cuja luz azul bloqueia a produção de melatonina, a hormona que induz o sono.

Manter horários consistentes, mesmo em dias de folga, é outra recomendação para quem trabalha por turnos, já que ajuda a reduzir a fadiga acumulada. As sestas, quando curtas e feitas no início da tarde, podem ser benéficas, mas se ultrapassarem os 30 minutos tendem a prejudicar o sono noturno. Nos casos em que a insónia se prolonga por mais de duas semanas e compromete o desempenho diário, é aconselhável procurar apoio médico para prevenir a cronificação do problema.

Samsung Galaxy Watch8 Classic – Review: A inteligência artificial no pulso

Lançado exclusivamente com um modelo de 46mm, o Samsung Galaxy Watch8 Classic pode não ficar bem em todos os pulsos, dadas as suas dimensões, mas vem carregado de funções inteligentes.

A Samsung continua a apostar muito no segmento da saúde, colocando a linha Galaxy Watch no centro da sua estratégia e numa posição de porta de entrada para o vasto ecossistema de bem-estar que a marca está a construir. Para 2025, a gigante sul-coreana pretende conquistar os entusiastas de wearables com o novo Galaxy Watch8 Classic, um equipamento que utilizei durante algum tempo e que demonstrou, pelo menos a nível de design, estar muito bem conseguido. Os seus fundamentos estão lá, mas a verdadeira questão é outra. Conseguirá este modelo destacar-se numa gama que já parece saturada? E foi isso que procurei responder.

E em primeiro lugar, tenho de ser honesto, o Galaxy Watch8 Classic transmite uma sensação de déjà-vu. A Samsung manteve a famosa moldura giratória, um anel tátil e bastante intuitivo, que facilita a navegação entre menus e listas, e envolveu-o agora numa caixa em aço inoxidável, mais resistente mas também visivelmente mais volumosa, e que não é adaptável a todos os pulsos, sendo de 46mm. O peso subiu para 63,5 gramas, o que pode tornar a utilização prolongada menos confortável para quem tem pulsos mais pequenos. Em compensação, a resistência está garantida, já que conta com a certificação IP68 e proteção de até 5ATM, ou seja, está pronto para praticamente qualquer cenário, incluindo natação ou qualquer outro desporto aquático.

A Samsung tentou alinhar o Galaxy Watch8 Classic com a linguagem de design do Galaxy Watch Ultra, reforçando a consistência da sua gama de smartwatches. Aqui não há coroa rotativa, mas sim um botão de ação dedicado a treinos e mais dois botões físicos, numa disposição muito idêntica à do Ultra. A moldura giratória acaba por ser o detalhe que confere ao Classic uma identidade própria, algo que o distingue tanto do Watch8 “regular” como do Ultra. Ainda assim, não deixa de ser um relógio grande, o que pode afastar utilizadores mais orientados para fitness, que provavelmente olharão com mais interesse para o Ultra. O Galaxy Watch8 Classic aposta, em contrapartida, numa sensação mais premium e numa experiência de navegação diferenciada.

Mas onde o relógio realmente brilha é no ecrã. A Samsung continua a liderar neste aspeto com um painel luminoso, de cores vibrantes, excelente legibilidade mesmo sob sol direto, já que tem um brilho máximo de 3.000 nits. O contraste é profundo, os mostradores são ricos em informação e, com o modo always-on ativo, o Watch8 Classic mantém sempre aquele ar de “relógio vivo” que cativa à primeira vista, mas que naturalmente sacrifica alguma autonomia.

Samsung Galaxy Watch8 Classic
Samsung Galaxy Watch8 Classic

De realçar, que os smartwatches da Samsung continuam a ser pensados, acima de tudo, para quem já está dentro do ecossistema Galaxy. O Galaxy Watch8 Classic pode ser utilizado com qualquer outro smartphone Android, mas perde algumas das funcionalidades mais avançadas. Funções como Pontuação de Energia, Guia do Sono, Treinador de Corrida, Monitorização da Carga Vascular ou o Índice de Antioxidantes estão reservados a equipamentos Samsung com suporte para o Galaxy AI. Já para utilizadores do iPhone, a resposta é simples: esqueçam. Ainda que Samsung Health exista para iOS, o seu suporte e compatibilidade esta relegado a equipamentos mais antigos, que faz com que o Watch8 Classic fique de fora e seja, atualmente, totalmente incompatível com o ecossistema da Apple.

A boa notícia é que este é um smartwatch com o Wear OS 6 completo, ou seja, temos acesso a Google Maps diretamente no pulso, streaming no YouTube Music, suporte para uma boa parte das aplicações Android na versão wearable e até 64GB de armazenamento interno para guardar playlists, podcasts e aplicações. A integração com o Samsung Wallet também é muito competente, com compatibilidade alargada de cartões e bancos e até com a Gamebox do Sporting Clube de Portugal.

A configuração, no entanto, continua um pouco dividida, com o Wear OS que trata das definições gerais, enquanto o Samsung Health concentra tudo o que é fitness e bem-estar. Juntam-se ainda mostradores variados e personalizáveis, painéis rápidos, ferramentas de segurança como a deteção de queda e gestos curiosos (duplo “pinçar” os dedos, apertar o pulso) para atalhos imediatos.

E como seria de esperar, a inteligência artificial também está bem presente, e durante os meus testes houveram duas funcionalidades que acabaram por se destacar. Primeiro, a forma como o relógio sugere mostradores baseados nos nossos hábitos, que após alguns dias de utilização, detetou que andava frequentemente de bicicleta e propôs-me um painel focado no ciclismo, que desde então se tornou no meu favorito. É um exemplo claro de inteligência artificial aplicada de forma útil e não apenas cosmética. Depois temos a integração do Gemini. Pode ser ativo por voz (“Ok Google”, com o ecrã ligado) ou através do botão superior. Ainda não está totalmente fundido com o Samsung Health, mas já é funcional, e podemos pedir direções no Google Maps, alterar definições rápidas como o volume, mostra o calendário ou a meteorologia, tudo sem ter que retirar o telemóvel do bolso.

Claro que há espaço para evoluir, e muito. Seria fantástico, por exemplo, receber um lembrete quando passamos perto de um supermercado que frequentemos com frequência, mas compreendo que algumas questões de privacidade ainda bloqueiam esse tipo de cenários. Mesmo assim, pedir ao Gemini para nos guiar de imediato quando nos perdemos no meio de um passeio de bicicleta já transmite aquela sensação de “relógio do futuro”.

Samsung Galaxy Watch8 Classic
Samsung Galaxy Watch8 Classic

No que toca ao bem-estar, a Samsung tem investido bastante em sensores cada vez melhores. O Galaxy Watch8 Classic fornece dados de saúde com uma fiabilidade surpreendente para um dispositivo de pulso, embora haja sempre algumas limitações óbvias durante o exercício. Para quem não tem uma condição clínica que exija monitorização médica certificada, os sensores da Samsung são mais do que suficientes para acompanhar parâmetros como frequência cardíaca, temperatura corporal ou padrões de sono. O sensor BioActive recorre a LEDs de diferentes cores para medir os batimentos, saturação de oxigénio no sangue e até níveis de hidratação.

O GPS de dupla banda também funciona muito bem, e estabelece ligação de forma muito rápida. Durante os testes demonstrou que se consegue manter-se estável mesmo em percursos mais exigentes, mesmo em passeios de bicicleta com mais de 40 quilómetros com zonas florestais densas. E no inicio do ano a Samsung anunciou algumas funções experimentais que exploram ainda mais estes sensores, como a possibilidade de medir a carga vascular durante o sono e o índice antioxidante. Eles estão incluídos na área “Labs”, ou seja, são ferramentas em fase de testes, pensadas para consciencialização e não para diagnóstico. São interessantes como conceito mas sem qualquer peso clínico.

A carga vascular é monitorizada enquanto dormimos, quando o sistema cardiovascular deveria estar em repouso. Fatores como stress, má qualidade de sono, esforço físico intenso ou consumo de álcool podem perturbar este equilíbrio, aumentando o risco de problemas cardíacos a longo prazo. O relógio estabelece uma linha de base personalizada e destaca desvios, mas, pessoalmente, continuei a achar mais úteis métricas clássicas como a variabilidade da frequência cardíaca, a frequência em repouso ou a respiratória, dados que obtenho em dispositivos de uma marca concorrente. Outra boa noticia é que a monitorização do sono é uma das áreas onde a Samsung mais evoluiu com a sua nova geração de smartwatches. As métricas são consistentes, claras e cada vez mais detalhadas. Para além da análise das fases do sono e da deteção de apneia do sono, o Watch8 Classic sugere agora horários personalizados de deitar e acordar. Em apenas três dias de acompanhamento, o relógio calcula o défice de sono com base nos nossos hábitos e nível de atividade. É uma abordagem simples, mas inteligente e eficaz, para ajustar a rotina e melhorar o nosso descanso. São pequenos extras como este que tornam os smartwatches da Samsung muito completos e competitivos.

Samsung Galaxy Watch8 Classic
Sensores do Samsung Galaxy Watch8 Classic

O Samsung Galaxy Watch8 Classic conta com uma bateria de 445mAh, que na teoria promete até 40 horas de autonomia sem o ecrã Always-On ativo, ou cerca de 30 horas com essa funcionalidade ligada. Na prática, porém, estes números ficam aquém das expectativas. Em utilização real, o relógio raramente passou de um dia completo antes de precisar de nova carga. Houve mesmo ocasiões em que acabou por desligar-se no pulso, uma experiência frustrante para quem o utiliza de forma intensiva. A causa disso pode ser o facto da Samsung ter optado por utilizar o Exynos W1000, do ano passado, que não ajuda na eficiência energética, e isso nota-se. Para um dispositivo que custa mais de 529€, as expectativas em termos de autonomia deviam ser bastante mais elevadas, sobretudo num produto que a marca quer posicionar como referência em bem-estar.

A boa notícia é que o carregamento rápido consegue mitigar parte dessa limitação. Uma carga completa leva cerca de 80 minutos, mas bastam 15 minutos na base carregar sensivelmente 25%, o suficiente para monitorizar o sono sem comprometer a métrica de Pontuação Energética. Com 30 minutos de carga, a bateria chega os 45%, garantindo um dia de trabalho inteiro sem grandes preocupações, desde que não seja utilizado de forma intensiva.

Samsung Galaxy Watch8 Classic
Samsung Galaxy Watch8 Classic

O Samsung Galaxy Watch8 Classic tenta justificar o seu elevado preço com uma construção premium, a presença da já icónica moldura giratória, uma autonomia ligeiramente superior à do modelo base (mas ainda baixa) e um conjunto de ferramentas de saúde e bem-estar potenciadas por inteligência artificial. No entanto, mesmo com estas virtudes, apesar de ser um excelente smartwatch, e dos melhores do mercado, continua a ser um relógio caro para aquilo que efetivamente oferece. Quero acreditar que daqui a 2 ou 3 meses, talvez perto do Natal, a Samsung desça o seu preço de venda para algo em torno dos 425€, e se isso acontecer, certamente passará a ser uma das opções mais interessantes do mercado… até lá, é um excelente smartwatch, mas muito caro.

Este produto foi cedido para análise pela Samsung.

Google melhora o NotebookLM com novos modos de áudio e outras novidades

O NotebookLM expandiu as suas funcionalidade das Audio Overviews com formatos interativos que prometem melhorar a forma de consumir informação.

Depois de ter introduzido as Audio Overviews ao NotebookLM, que já permitia converter textos em pequenos podcasts automatizados, a Google anunciou uma atualização para a plataforma que permite obter resumos em áudio, que deixam de ser sínteses lineares e passam a assumir formatos flexíveis e interativos.

A novidade chega sob a forma de quatro modos distintos de apresentação. O primeiro, Brief, mantém a simplicidade da versão original, oferecendo uma visão rápida e concisa. Já o Deep Dive apresenta uma análise detalhada, estruturada como um diálogo entre duas vozes, aproximando-se do estilo de uma entrevista guiada ou de uma apresentação. Em Debate, as vozes artificiais contrapõem argumentos divergentes, recriando a dinâmica de uma discussão crítica, orientado para estudantes ou investigadores que queiram explorar ângulos contrastantes de um mesmo tema. E, por fim, a função Critique assume uma postura de avaliação editorial, oferecendo feedback construtivo sobre os textos fornecidos pelo utilizador, com um tom de revisão académica.

Agora passa também a ser possível ajustar a duração de cada clipe de áudio, bem como escolher entre novas vozes de síntese, adaptadas a diferentes estilos de comunicação. A intenção da Google é transformar resumos automatizados em experiência mais ricas, próxima da análise humana. De acordo com a empresa, esta atualização começará a ser disponibilizada globalmente ainda esta semana.