Acordo entre TML e Carris otimiza rede de transportes na Área Metropolitana de Lisboa

A TML e a Carris formalizaram uma parceria estratégica para melhorar a integração e a eficiência da rede de transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa.

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) e a Carris assinaram um protocolo de cooperação estratégica focado na integração e na eficiência da rede de transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa (AML). A parceria estabelece um quadro de articulação operacional entre as operadoras, procurando uniformizar a mobilidade urbana em Lisboa e nos concelhos limítrofes servidos pela Carris Metropolitana.

A cooperação técnica entre a TML e a Carris engloba o planeamento conjunto da rede de transportes, a gestão integrada de sistemas de informação, a partilha de infraestruturas e a uniformização do atendimento aos passageiros. O modelo de integração visa a otimização de custos e a maximização de sinergias no setor da mobilidade na região de Lisboa. As duas entidades asseguram que este processo de aproximação operacional preserva a autonomia administrativa e as competências legais exclusivas de cada instituição.

O acordo foi formalizado durante as Jornadas navegante 2026, um fórum de debate promovido pela TML focado nos desafios da mobilidade, que reuniu decisores políticos, especialistas e operadores do setor. Na intervenção de encerramento, o presidente da TML, Carlos Humberto de Carvalho, destacou a evolução estrutural do sistema de transportes na região. O responsável clarificou que o ecossistema navegante ultrapassa a função estrita de sistema de bilhética, consistindo atualmente numa infraestrutura analítica e tecnológica que liga operadores, informação e municípios. Para a Transportes Metropolitanos de Lisboa, o desafio futuro reside na conversão rigorosa destes dados em ferramentas ativas de planeamento, consolidando a eficiência e a acessibilidade dos transportes públicos como o eixo central da gestão urbana na Área Metropolitana de Lisboa.

Novo Parque Encostas do Douro vai ligar Cais do Cavaco ao metro

Tiveram início as obras do novo Parque Municipal Encostas do Douro, em Gaia. O projeto liga a zona do Cais do Cavaco à futura estação de metro da Arrábida.

Arrancaram as obras de construção do Parque Municipal Encostas do Douro, um projeto de valorização urbana e ambiental projetado para estabelecer a ligação entre o Cais do Cavaco e a área do metro da Arrábida, nas imediações da Avenida Edgar Cardoso. Esta nova infraestrutura no Município de Gaia incide sobre uma encosta diretamente virada ao rio Douro, atualmente marcada por vegetação densa e por uma morfologia que exige soluções complexas de engenharia e construção civil.

A intervenção tem como propósito a conversão daquela área ribeirinha num espaço verde qualificado para usufruto público. A edificação deste parque municipal decorrerá de forma faseada durante vários meses, obrigando a uma articulação técnica e temporal com as restantes intervenções urbanísticas em curso na zona. Este modelo de execução progressiva replica a metodologia implementada anteriormente na criação do Parque da Cidade.

As operações no terreno resultam da mobilização e do esforço conjunto dos trabalhadores da autarquia e dos operacionais da empresa municipal Águas de Gaia. No que diz respeito aos equipamentos e infraestruturas de mobilidade, a planta do Parque Municipal Encostas do Douro integra a instalação de elevadores panorâmicos. Estes mecanismos mecânicos destinam-se a transpor as barreiras orográficas da encosta, assegurando a ligação funcional à cota da futura linha de metro.

O projeto de engenharia e arquitetura contempla igualmente a edificação de um miradouro, concebido para proporcionar uma observação desimpedida e direta sobre o leito do rio Douro. A materialização desta obra pública insere-se na estratégia do município para a expansão da rede de percursos urbanos e espaços verdes, com o objetivo factual de promover as dinâmicas de mobilidade local e de reforçar a relação física, territorial e paisagística da malha citadina com a frente ribeirinha.

Foto: CM Gaia

NORTE 2030 aprova 105 milhões de euros em investimentos no arranque do novo mandato

O programa NORTE 2030 validou 152 operações num mês, mobilizando 105,4 milhões de euros para projetos estruturantes e de inovação na região Norte de Portugal.

A nova Comissão Diretiva do programa NORTE 2030, sob a presidência de Álvaro Santos, validou 152 operações durante o seu primeiro mês de mandato, mobilizando um investimento global superior a 105 milhões de euros.

Deste montante financeiro focado no desenvolvimento da região Norte de Portugal, a União Europeia assegura um financiamento de 68,8 milhões de euros através de fundos comunitários. Esta injeção de capital impulsionou a taxa de aprovação do Programa Regional do Norte para um patamar na ordem dos 55%, priorizando investimentos de cariz estruturante que visam o desenvolvimento territorial e o incremento da competitividade económica regional.

A alocação dos fundos europeus revela que a maior fatia do capital aprovado se destina a projetos de âmbito intermunicipal, que representam um volume de investimento total de 89 milhões de euros, suportados em 54 milhões pelo apoio direto do NORTE 2030. A reabilitação e regeneração urbanas lideram a absorção destas verbas, congregando 18,7% do orçamento, seguidas pelo Sistema de Incentivos de Base Territorial, com 18%, e pelas infraestruturas destinadas ao ensino pré-escolar, básico e secundário, com 16,2%. Em paralelo, as operações de escala regional compõem 15,3% do investimento aprovado, somando 16,1 milhões de euros, com um cofinanciamento comunitário de 9,7 milhões. Neste eixo de atuação, as infraestruturas tecnológicas captam a maior parcela, exemplificada pela aprovação da TecFab – Associação Fábrica do Futuro, uma iniciativa concebida para potenciar a inovação industrial e a transferência de tecnologia para o tecido empresarial.

A distribuição territorial dos investimentos, dividida pelas diversas NUTS III, assegura o financiamento de infraestruturas em todas as sub-regiões. No setor da educação, a Área Metropolitana do Porto destaca-se com a requalificação e modernização da Escola Secundária Gaia Nascente. Esta intervenção mobiliza perto de 11 milhões de euros, contando com uma comparticipação superior a 8 milhões de euros do NORTE 2030, com o intuito de melhorar as condições de ensino e integrar soluções alinhadas com a transição digital e energética. Na mesma linha de requalificação escolar, avançará a construção do pavilhão de Cabeceiras de Basto, na sub-região do Ave, orçada em 2,2 milhões de euros. Adicionalmente, a Escola EB23 de Cerva, no Alto Tâmega e Barroso, será alvo de uma intervenção de eficiência energética avaliada em 681.000€, concebida para diminuir o consumo energético e as emissões de dióxido de carbono.

A mobilidade, a saúde e a reabilitação de equipamentos captaram igualmente fatias substanciais do programa operacional. O Alto Minho regista a intervenção com maior volume financeiro validada neste período: a construção do Mercado Municipal de Viana do Castelo e a requalificação da respetiva envolvente, o que representa um investimento de 13,9 milhões de euros, alavancado por 7 milhões de apoio europeu para revitalizar o centro histórico. Na área da mobilidade, a criação de um acesso direto à central de camionagem de Barcelos, no Cávado, absorverá 5,2 milhões de euros, enquanto no Tâmega e Sousa a promoção da mobilidade pedonal no Marco de Canaveses conta com um investimento de 1,6 milhões de euros.

As verbas estendem-se ao reforço hospitalar, com a modernização tecnológica do Centro Cirúrgico Ocular de Bragança, nas Terras de Trás-os-Montes, no valor de 299.000€, e ao setor cultural, através da reabilitação do Auditório e Biblioteca de Murça, no Douro, num projeto de 1,4 milhões de euros focado na funcionalidade e conservação do património.

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Petroprix chega aos 12 postos em Portugal com abertura em Castanheira do Ribatejo

A rede Petroprix abriu a sua 12.ª estação em território nacional. O novo posto em Castanheira do Ribatejo comercializa combustíveis até 15 cêntimos abaixo da média.

A rede espanhola de combustíveis low-cost Petroprix reforçou a sua presença na Grande Lisboa com a inauguração de um novo posto de abastecimento em Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira.

Esta estação, situada no cruzamento da Rua do Carril, número 43, com a Avenida do Marco, representa a segunda unidade da empresa no distrito de Lisboa, sucedendo à abertura em Massamá. A inauguração eleva para 12 o número total de estações de serviço da marca a operar em Portugal.

O novo posto de combustível em Castanheira do Ribatejo funciona 24 horas por dia, com base num modelo de operação estritamente digital e 100% automatizado. O espaço dispõe de capacidade para o abastecimento simultâneo de quatro veículos automóveis, disponibilizando as opções de Gasóleo Simples e Gasolina 95. Para facilitar a adaptação dos consumidores ao sistema de pagamento e à operação autónoma, a Petroprix alocou uma equipa de colaboradores ao local durante a fase inicial de atividade, assegurando assistência técnica direta aos condutores.

A estratégia de negócio da Petroprix distingue-se pela eliminação de serviços complementares habituais no setor, tais como lojas de conveniência ou estações de lavagem automóvel. Através desta otimização estrutural e da criação interna de todos os sistemas tecnológicos de pagamento, a empresa reduz os custos operacionais de forma expressiva. Esta eficiência reflete-se no valor final cobrado ao consumidor, permitindo a comercialização de combustíveis a preços que se situam, em média, entre 10 a 15 cêntimos por litro abaixo da média praticada pelos operadores tradicionais no mercado português, garantindo, em simultâneo, o cumprimento integral das normas legais e dos padrões de qualidade exigidos.

De resto, recomenda-se aos condutores que instalem a app da PetroPrix, disponível para Android e iOS, uma vez que confere aos automobilistas a capacidade de localizar postos de abastecimento da rede, monitorizar as tarifas dos combustíveis em tempo real e realizar o pagamento de forma totalmente autónoma.

Como estratégia para promover a adesão à plataforma, a empresa isenta os novos utilizadores do pagamento do equivalente a três litros de combustível no decorrer do primeiro abastecimento.

Em breve, a Petroprix irá inaugurar novos postos nas regiões norte e centro do país.

Plenergy abre postos em Braga e Loures e chega às 15 estações em Portugal

A rede de combustíveis Plenergy prevê superar as 20 unidades ativas em Portugal no início do segundo semestre de 2026.

A operadora ibérica de combustíveis de baixo custo Plenergy atingiu um marco relevante na sua operação em Portugal ao consolidar uma rede de 15 estações de serviço no final de março de 2026. Este crescimento, concretizado em pouco mais de um ano de atividade no mercado nacional, foi impulsionado pelas recentes aberturas em Braga e Loures.

No Norte do país, a nova unidade de Braga localiza-se na Avenida de São Lourenço, na freguesia de Celeirós. A infraestrutura foi projetada com três ilhas de abastecimento, o que permite a operação simultânea de seis viaturas. Já na Área Metropolitana de Lisboa, a marca estreou-se com um posto na Rua 28 de Setembro, em Frielas. Esta localização em Loures foi estrategicamente selecionada pela proximidade a superfícies comerciais de grande fluxo, como a IKEA e a Mercadona, contando com duas ilhas de abastecimento e um serviço complementar de duas boxes de lavagem automóvel.

Com estas aberturas, a Plenergy já emprega mais de 60 pessoas em Portugal, que asseguram o atendimento presencial durante o dia, enquanto o período noturno funciona através de um sistema automatizado, garantindo o acesso ao serviço 24 horas por dia.

As projeções de crescimento da Plenergy para o mercado nacional mantêm-se ambiciosas para o corrente ano. Estão atualmente em fase de desenvolvimento sete novos projetos em localizações como Porto, Penafiel, Marinha Grande, Castelo Branco, Palmela, Almada e uma segunda unidade no concelho de Loures. Com a entrada em funcionamento destes novos espaços, a operadora prevê ultrapassar os 20 postos de abastecimento ativos no início do segundo semestre de 2026.

Novas almôndegas de peixe chegaram aos restaurantes IKEA

Com mais de 50% de escamudo-do-alasca, as novas almôndegas de peixe chegaram à IKEA Portugal.

A IKEA expandiu a sua oferta gastronómica em Portugal com a introdução de uma nova variante na sua linha de produtos alimentares, focada em ingredientes de origem marinha.

A partir de hoje, dia 2 de abril, os restaurantes das unidades da IKEA em território nacional passaram a disponibilizar as almôndegas de peixe inspiradas nas tradições culinárias da costa da Suécia. Esta nova proposta alimentar utiliza como ingrediente principal o escamudo-do-alasca, um peixe de polpa branca pertencente à família do bacalhau, que constitui mais de 50% da composição do produto final. A receita é complementada com aneto, uma erva aromática recorrente na gastronomia escandinava, visando conferir um perfil de sabor suave e uma textura que se caracteriza pelo contraste entre a crosta exterior e a suculência interna.

A introdução deste produto ocorre num contexto de crescente preocupação com a proveniência das matérias-primas, apresentando a certificação Marine Stewardship Council (MSC). Este selo de garantia assegura que o escamudo-do-alasca utilizado é obtido através de métodos de pesca sustentáveis, minimizando o impacto ambiental nos ecossistemas oceânicos e respeitando as normas internacionais de preservação das espécies. No prato servido nos restaurantes IKEA, as almôndegas são acompanhadas por elementos clássicos da cozinha sueca, nomeadamente puré de batata cremoso, ervilhas, manteiga clarificada e arandos, estes últimos responsáveis pela componente agridoce que define muitos dos pratos tradicionais daquele país nórdico.

A estratégia comercial para este lançamento prevê diferentes configurações de doses, permitindo aos consumidores optar por pratos com 5 ou 8 unidades, existindo ainda a possibilidade de adquirir uma dose alargada de 12 unidades através do acréscimo de 4 unidades extra.

Em termos de custos para o cliente, o prato de 8 unidades fixa-se nos 5,50€, enquanto a opção de 12 unidades apresenta um valor de 6,50€.

Star Wars: Maul – Shadow Lord já foi renovada para uma segunda temporada

A nova série animada de Star Wars focada na jornada de Darth Maul estreia já a 6 de abril.

Ainda em contagem decrescente para a sua estreia oficial a 6 de abril, Star Wars: Maul – Shadow Lord já tem uma segunda temporada confirmada. Numa publicação no site oficial de Star Wars, a equipa de produção antecipa novas aventuras com uma nova temporada, que se confirma agora em produção ativa, por parte da Lucasfilm Animation e com Dave Filoni, o criador da série, novamente a supervisionar o projeto.

A nova série passa-se após os eventos de The Clone Wars e concentra-se nas aventuras e dramas do icónico vilão introduzido em The Phantom Menace, na altura ainda de poucas falas e com duas pernas. Aqui, protagonizado por Sam “Starkiller” Witwer, como tem feito em todas as aparições animadas, Maul tenta reunir forças suficientes para se vingar do seu antigo mestre, Darth Sidious, mas cruza-se com Devon Izara (Gideon Adlon), uma jovem Padawan Twi’lek que sobreviveu à Ordem 66 ao lado do seu mestre, Eeko-Dio-Daki (Dennis Haysbert) e que se torna numa inesperada aliada e aprendiz, numa missão para destruir o Império.

Com um elenco mais vasto, que conta também com a participação das vozes de Richard Ayoade, Dennis Haysbert, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David C. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum, Star Wars: Maul – Shadow Lord estreia com dois episódios no dia 6 de abril, no Disney Plus, com o final da temporada agendado para 4 de maio.

Hotelaria nacional diversifica programas de Páscoa com foco em experiências sensoriais

Descubram programas de Páscoa que integram brunches, provas de vinhos e contacto com a natureza em destinos como Alentejo, Lisboa e Açores.

Do Douro ao Algarve, as unidades hoteleiras consolidam programas que abandonam as abordagens meramente convencionais para focarem em vertentes gastronómicas, enoturismo e contacto direto com a natureza, adaptando-se a perfis de público que variam entre o segmento familiar e o turismo de luxo.

No centro do país, especificamente em Aveiro e Arouca, as unidades MS Collection delineiam uma proposta que integra o alojamento com componentes de animação e música ao vivo. Esta estratégia procura equilibrar os preceitos da gastronomia tradicional com ambientes de maior descontração. A tendência de diversificação é acompanhada pelo grupo The Lince Hotels, que opera em contextos geográficos distintos. Em Santa Clara, a aposta recai sobre o rigor técnico da restauração, com a organização de workshops e provas vínicas, enquanto nos Açores a operação se baseia na realização de brunches e atividades direcionadas para o convívio familiar, aproveitando o enquadramento paisagístico do arquipélago.

O Alentejo mantém-se como um destino focado no isolamento e na tranquilidade, com o Montimerso a centrar a sua oferta no binómio paisagem e vitivinicultura. No Farol Hotel, a operação de Páscoa caracteriza-se pela introdução de sabores sazonais e de pratos específicos na carta, procurando uma distinção através do detalhe gastronómico. Por sua vez, no contexto urbano de Lisboa, o restaurante Saldanha Mar opta pela reinvenção dos formatos de refeição tradicionais, estabelecendo o The Greatest Bunny Brunch como o eixo central da sua proposta, visando um público que privilegia a criatividade culinária em detrimento do modelo clássico.

A oferta de cariz histórico e vinícola encontra expressão nos Hotéis Valverde, com operações no Valverde Santar Hotel & Spa e no Valverde Sintra Palácio de Seteais. Nestas unidades, a experiência pascal é moldada pelo património arquitetónico e pela cultura das vinhas. No Norte, as Casas da Lapa, na Serra da Estrela, focam a sua atividade na exploração da natureza envolvente e na autenticidade dos sabores regionais através de brunches temáticos. Paralelamente, o Pacheca Group desenvolve uma proposta de cariz imersivo que atravessa diferentes regiões, interligando a produção vinícola com dinâmicas lúdicas e criativas.

Na região Sul, o Algarve apresenta conceitos distintos que variam conforme a tipologia da unidade. O Colégio Charm House e o Conversas de Alpendre exploram a proximidade entre o ambiente rural e o litoral, mantendo atividades tradicionais como a caça aos ovos. Já o Wyndham Grand Algarve direciona a sua operação para o segmento infantil, com uma programação estruturada que inclui workshops e diversas atividades criativas ao longo de uma semana, consolidando uma oferta de entretenimento familiar que complementa a vertente de alojamento.

Sony adquire Cinemersive Labs, para ajudar a produzir visuais de ponta

A Sony reforça a sua aposta em machine learning para jogos com a aquisição da Cinemersive Labs, empresa especializada em visão computacional.

A Sony Interactive Entertainment anunciou a aquisição da Cinemersive Labs, empresa britânica fundada em 2022 com uma equipa especializada em visão computacional e machine learning. Após a conclusão do negócio, a equipa da Cinemersive Labs integrará o Visual Computing Group (VCG) da Sony, onde contribuirá para o avanço das técnicas de visual computing aplicadas a jogos, incluindo a melhoria dos visuais em tempo real, o aperfeiçoamento de técnicas de rendering e a obtenção de novos níveis de fidelidade gráfica.

O VCG foi criado em 2024 a partir da fusão da equipa da iSIZE com uma parte do grupo GPAI (Game Platform Artificial Intelligence), ao reunir investigadores e engenheiros especializados em redes neurais, codificação de vídeo, avaliação de qualidade de imagem, modelos generativos, rendering de jogos e computação de alto desempenho. Entre os trabalhos já desenvolvidos pela divisão destacam-se métricas de avaliação de qualidade de imagem, modelos generativos para avatares neurais foto-realistas, e novas formas de combinar streaming com rendering em realidade virtual.

Esta aquisição é particularmente relevante, numa altura em que a Sony Interactive Entertainment tem investido em tecnologias como o PSSR, já disponível na PlayStation 5 Pro, que permite a apresentação de jogos com uma fidelidade superior à consola original, melhorando também o desempenho e permitindo o recurso a outras técnicas de reprodução de visuais, como o Ray-Tracing mais presente. Tecnologias destas poderão ser aplicadas com a mesma missão em futuras consolas, como a próxima geração da PlayStation.

Grupo Pacheca ajuda a escolher os melhores vinhos para a Páscoa

Do Douro à Bairrada, o Grupo Pacheca dá boas escolhas para acompanhar as receitas clássicas consumidas na época pascal em Portugal.

Com a aproximação da Páscoa, a seleção de vinhos portugueses para acompanhar a gastronomia tradicional assume relevância na preparação das ementas nacionais. O Grupo Pacheca divulgou um “roteiro” de harmonização vínica estritamente focado nos pratos típicos desta época festiva. O levantamento técnico engloba referências de diversas regiões vitivinícolas de Portugal, cruzando as propriedades enológicas de cada vinho com os perfis aromáticos e gustativos das receitas pascais clássicas, desde as entradas até à doçaria regional.

O Queijo Serra da Estrela, produto de denominação de origem protegida reconhecido pela sua intensidade e teor de gordura, é emparelhado com o Caminhos Cruzados Reserva Encruzado, oriundo da região demarcada do Dão. Este vinho branco português evidencia notas cítricas e minerais, a par de um ligeiro tostado de barrica, proporcionando a acidez estrutural necessária para contrastar com a textura rica do laticínio. No âmbito das entradas regionais, o Folar de Chaves, caracterizado pela forte presença de enchidos e presunto, encontra correspondência técnica no Valle de Passos Reserva Tinta Amarela. O perfil fresco e especiado deste vinho tinto atua no equilíbrio da concentração salina e lipídica das carnes presentes na receita transmontana.

No segmento dos pratos principais, o Cabrito assado no forno, figura central da refeição de Páscoa, exige vinhos tintos com capacidade de persistência. A indicação recai sobre o Pacheca Reserva Vinhas Velhas Tinto, um vinho do Douro cujos taninos, notas de frutos negros e impacto da madeira anulam a gordura natural da carne. Para a tradição do Leitão assado, a seleção mantém a clássica harmonização com espumantes da região, destacando o Espumante Ortigão Baga. A elevada acidez, a bolha fina e os aromas de panificação deste espumante bairradino desempenham a função de limpeza do palato face à elevada concentração lipídica do prato. Adicionalmente, o ensopado de borrego é conjugado com o Herdade do Moinho Branco Tinta Miúda, um tinto de textura sedosa que complementa os elementos aromáticos e balsâmicos da receita sem se sobrepor aos ingredientes base.

A fase das sobremesas, assente na doçaria tradicional de Páscoa com forte incorporação de ovos e amêndoa, como é o caso do Pão de ló ou do Bolo podre, requer vinhos fortificados de elevada complexidade aromática. A harmonização encerra com o Pacheca Porto 10 Anos Tawny. Envelhecido em cascos de carvalho, este vinho do Porto liberta notas de frutos secos e caramelo, garantindo a acidez e o final de boca adequados para suportar o índice de açúcar destas sobremesas. Este levantamento estabelece uma ligação factual entre a produção enológica nacional e o receituário tradicional português consumido durante as celebrações da Páscoa.

Metropolitano de Lisboa assume atrasos históricos e aponta inauguração da linha circular para 2027

A presidente do Metropolitano de Lisboa confirma a inauguração da linha circular para março de 2027 e procura novo financiamento para a linha vermelha

A presidente do Metropolitano de Lisboa, Cristina Vaz Tomé, confirmou no Parlamento que a inauguração da linha circular, projetada para ligar as estações do Rato e do Cais do Sodré, está prevista para o primeiro trimestre de 2027. A gestora, em funções desde janeiro, assumiu um atraso de três anos e três meses nas obras do metro face à estimativa inicial de 2023.

O prolongamento da linha vermelha do metro de Lisboa, entre São Sebastião e Alcântara, regista igualmente constrangimentos, acumulando um atraso de dois anos e nove meses. A consignação da empreitada ao consórcio da Mota-Engil aguarda aprovação há cerca de dois anos, processo agravado pela perda de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Perante a exclusão dos fundos europeus, a administração do Metropolitano de Lisboa negoceia uma alternativa com o Governo, o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Fomento. O objetivo central é assegurar o capital necessário para viabilizar a consignação da expansão da linha vermelha ainda durante o primeiro semestre. A presidente justificou a falha no acesso ao PRR com prazos irreais, sublinhando que a média de execução das obras do metro é de sete anos, inviabilizando a meta de quatro anos inicialmente traçada pelas equipas técnicas.

Relativamente ao projeto do metro ligeiro de superfície entre Loures e Odivelas, designado por linha violeta, o Metropolitano de Lisboa aguarda a conclusão de uma investigação aprofundada por parte da Comissão Europeia, uma vez que Bruxelas está a analisar suspeitas de financiamento estatal ilegal atribuído à empresa chinesa CRRC, subcontratada pelo consórcio liderado pela Mota-Engil, vencedor preliminar do concurso público. Devido a este escrutínio, a empresa de transportes está legalmente impedida de adjudicar a obra.

Saída da Ryanair dos Açores ameaça economia regional

O encerramento da operação da Ryanair nos Açores ameaça o turismo local com a perda de 250.000 passageiros anuais. Empresários do turismo preveem perdas anuais de 160 milhões de euros.

A saída da Ryanair dos Açores, efetivada a 29 de março, marca o fim de um ciclo de 11 anos de voos para o arquipélago e impõe uma reconfiguração profunda na economia e no turismo da região autónoma. A retirada da companhia aérea consumou-se com o derradeiro voo, um Boeing 737 com lotação máxima, rumo ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. A aeronave transportou passageiros, tripulação extra e equipamentos logísticos operacionais, assinalando o encerramento da operação no Aeroporto João Paulo II..

A decisão da companhia aérea de baixo custo de abandonar as ligações a Ponta Delgada e à Terceira decorre do aumento das taxas aeroportuárias e da nova tributação ambiental europeia. O impacto do encerramento desta base reflete-se de imediato no setor turístico açoriano, com as associações empresariais a estimarem uma perda de 250.000 passageiros anuais. Este cenário traduz-se num impacto financeiro negativo superior a 160 milhões de euros por ano para a economia local, dado que a transportadora irlandesa garantia cerca de 10% do total de dormidas no destino.

No setor da hotelaria e do alojamento turístico nos Açores, as consequências da falta de voos da Ryanair deverão evidenciar-se numa quebra acentuada das reservas. Face à vulnerabilidade da atividade turística, o tecido empresarial exige uma intervenção célere do Governo Regional dos Açores. As estruturas representativas do turismo pedem a criação de um fundo de desenvolvimento de novas rotas aéreas, suportado por um enquadramento legal transparente, e a melhoria urgente de infraestruturas locais, como os acessos ao ilhéu de Vila Franca.

Bolt quer vender bilhetes de autocarro e comboio diretamente na sua app

Com a procura interna a superar o turismo, a Bolt alerta para a falta de veículos TVDE em Portugal.

O mercado de Transporte em Veículo Descaracterizado a partir de Plataforma Eletrónica (TVDE) em Portugal tem vindo a registar um crescimento acentuado, impulsionado predominantemente pela procura interna. Em entrevista ao Diário de Notícias (acesso pago), Mário de Morais, diretor-geral da Bolt Portugal, traça um balanço positivo da operação nacional em 2025, revelando que a procura no setor TVDE superou o dobro da oferta disponível. O aumento da utilização destas plataformas de mobilidade urbana foi garantido de forma essencial por residentes, que já ultrapassam o peso do turismo no volume de viagens. A empresa, no segundo ano consecutivo na liderança do mercado português, opera com automóveis em todos os distritos do continente e regiões autónomas, integrando também trotinetes e bicicletas elétricas nas localidades onde a infraestrutura permite a micromobilidade.

A adesão a este modelo de transporte individual e remunerado de passageiros reflete mudanças estruturais nos hábitos da população. As faixas etárias mais jovens abdicam da compra de viatura própria para evitar custos de manutenção e as dificuldades de estacionamento nos centros urbanos, optando por solicitar viagens na aplicação. Em simultâneo, as gerações mais velhas consolidam a transição gradual para a utilização regular destas plataformas eletrónicas. Perante a expansão da base de utilizadores em Portugal, o diretor-geral da Bolt contraria a perceção pública de excesso de viaturas. Na realidade, o gestor alerta para a escassez de automóveis TVDE em circulação, considerando a frota atual insuficiente para dar resposta às reais necessidades de mobilidade nas cidades portuguesas.

A Bolt está também em negociações com diversas transportadoras para permitir a venda de bilhetes de autocarro e comboio diretamente na sua aplicação. Este modelo de multimodalidade permitirá, por exemplo, reservar uma viagem ferroviária entre Lisboa e Coimbra e assegurar um automóvel à chegada ao terminal de destino. Sobre esta assunto, mais detalhes deverão ser divulgados no segundo trimestre.

O eixo de expansão da mobilidade em Portugal contempla ainda a introdução de veículos autónomos. A empresa mantém a calendarização para o arranque de projetos-piloto ainda durante o corrente ano, antecipando um crescimento gradual desta tecnologia num horizonte de três a cinco anos. Por cá, o Governo e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) tem vindo a demonstrar abertura para criar um diploma legal específico que permita os testes, em total alinhamento com a intenção de Bruxelas de estabelecer as condições normativas adequadas para a condução autónoma na Europa.

Parlamento aprova nova Lei da Nacionalidade com regras mais rígidas para cidadania

A nova Lei da Nacionalidade aprovada no parlamento revoga o regime de 2018. O acesso à cidadania portuguesa obriga agora a provas concretas de integração.

A Assembleia da República aprovou a nova Lei da Nacionalidade portuguesa no passado dia 1 de abril, introduzindo alterações significativas nos critérios de acesso à cidadania em Portugal. O diploma governamental, apresentado pelo Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, tem como objetivo central tornar o processo mais exigente e repor o consenso político perdido nas revisões legislativas de 2018. A atual legislação exige agora uma comprovação mais rigorosa da ligação efetiva dos requerentes à comunidade nacional, num quadro que o executivo descreve como humanista e equilibrado.

Durante o debate no parlamento sobre as regras para obter a nacionalidade portuguesa, o ministro sublinhou que este documento define a própria composição do povo e a atribuição do espetro máximo de direitos e deveres em território nacional. António Leitão Amaro rejeitou expressamente a inclusão de critérios étnicos, ideológicos ou religiosos no acesso ao passaporte português, defendendo uma identidade cívica baseada na partilha da língua portuguesa, da cultura e da história coletiva. O ministro traçou ainda uma linha divisória entre o patriotismo, focado no sentimento de pertença e no respeito mútuo, e o nacionalismo, estritamente associado a dinâmicas de exclusão e hostilidade.

A aprovação destas alterações encerra um processo legislativo de um ano, que incluiu a fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional. Segundo o Governo, as objeções levantadas pelos juízes à primeira versão do diploma não invalidaram a estrutura base da proposta para a obtenção da cidadania. Pelo contrário, a decisão validou constitucionalmente o prolongamento dos prazos de residência em Portugal, a aplicação de requisitos de integração mais rígidos e a viabilidade jurídica dos mecanismos de perda da nacionalidade.

Com o novo quadro legal para adquirir a nacionalidade portuguesa, o país retoma uma matriz de cidadania tradicional, exigindo provas concretas de integração na sociedade antes da concessão formal do estatuto. O executivo argumenta que esta revisão elimina o “facilitismo” implementado com as emendas de 2018, estabelecendo um sistema que conjuga a atribuição por via do sangue e do solo. Esta reformulação mantém os canais de naturalização abertos, mas introduz filtros de exigência que alinham o ordenamento jurídico de Portugal com as práticas de controlo migratório adotadas noutras democracias da União Europeia.

Na conclusão da apresentação do diploma, o Ministro da Presidência assegurou que a nova regulamentação cumpre os preceitos da Constituição da República Portuguesa e responde às necessidades da população. Ao classificar a nova Lei da Nacionalidade como um ato de reforma profunda e patriótica, isenta de contornos nacionalistas, o Governo considera ter implementado a estrutura legal necessária para assegurar os interesses do país e garantir uma aprovação parlamentar alargada.

Ministério da Educação abre 8465 vagas para concurso de professores 2026/2027

Estão abertas 8465 vagas nos concursos interno e externo de professores. Lisboa concentra a maior fatia, mas há também 3152 lugares em zonas carenciadas.

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação formalizou a abertura de 8465 vagas para os concursos interno e externo de colocação de professores e educadores de infância, destinados ao ano letivo de 2026/2027. O período para submissão de candidaturas a estes lugares nos quadros das escolas públicas portuguesas decorre até às 23h59 do dia 13 de abril de 2026. A publicação das listas definitivas do concurso docente está agendada para a primeira semana de junho, garantindo que os profissionais do setor conheçam o seu destino letivo antes do final do ano escolar em curso.

A distribuição deste contingente global de vagas para docentes divide-se em 4626 lugares alocados a Quadros de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas (QA/QE) e 3839 posições em Quadros de Zona Pedagógica (QZP). O apuramento das necessidades do sistema educativo estruturou-se com base numa proposta técnica da Agência para a Gestão do Sistema Educativo. Este cálculo oficial contemplou o número de alunos matriculados, a atual distribuição do corpo docente, as aposentações previstas na classe para 2026 e as reduções da componente letiva ao abrigo do artigo 79.º do Estatuto da Carreira Docente, sendo toda a informação previamente validada pelas direções escolares.

No âmbito das regras de contratação pública para o ensino, o mecanismo de vinculação dinâmica assegura a integração de 3336 lugares, enquanto a norma-travão abrange 197 vagas. A tutela aplicou ainda uma majoração de 306 vagas em QZP considerados carenciados, especificamente vocacionadas para suprir as falhas no Grupo de Recrutamento 110, referente ao 1.º Ciclo do Ensino Básico. Adicionalmente, numa ótica de planeamento a longo prazo e gestão de recursos humanos do Estado, foram sinalizadas 2594 vagas negativas em QA/QE, correspondendo a posições que não gerarão a abertura de novas contratações assim que ficarem desocupadas.

O mapa de colocação de professores evidencia a urgência na atração de profissionais para zonas geográficas de elevada pressão letiva, com 3152 lugares abertos em territórios carenciados, dos quais 2472 se encontram integrados em QA/QE. A Área Metropolitana de Lisboa concentra as maiores exigências de contratação do país. O QZP 45, que engloba os concelhos da Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras, Sintra e Vila Franca de Xira, lidera a tabela com 1728 vagas.

Na margem sul do rio Tejo, o QZP 46, abrangendo Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete, Palmela, Sesimbra e Setúbal, regista 697 posições disponíveis. No sul de Portugal, a região do Algarve totaliza 444 vagas distribuídas pelos seus QZP sinalizados, e os territórios do Alentejo contabilizam 107 lugares.

Pingo Doce reforça presença no centro de Lisboa com nova loja na Rua do Conde Redondo

O Pingo Doce inaugurou a sua centésima quadragésima nona loja no distrito de Lisboa, na Rua do Conde Redondo. O novo espaço de proximidade aposta em refeições prontas e produtos frescos.

A cadeia de supermercados Pingo Doce inaugurou uma nova superfície comercial de proximidade no centro de Lisboa, localizada no número 41 da Rua do Conde Redondo. A loja eleva para 149 o total de supermercados da marca em funcionamento no distrito lisboeta.

O espaço conta com uma área de vendas de 313 m2 e a sua operação diária é assegurada por uma equipa de 16 funcionários. A oferta do espaço concentra-se nas secções de refeições prontas e de produtos frescos, integrando serviços de cafetaria e de padaria em formato de livre-serviço, com disponibilização contínua de pão quente. O mesmo modelo de atendimento autónomo está aplicado às áreas de talho e peixaria. Para a finalização das compras, a infraestrutura dispõe de quatro terminais de pagamento automático (self-checkout).

O planeamento da loja incorpora um conjunto de especificações técnicas orientadas para a eficiência hídrica e elétrica. O edifício está equipado com claraboias para potenciar a entrada de luz natural e um sistema de iluminação interior inteiramente em LED, gerido através de sensores de movimento. A infraestrutura inclui ainda a instalação de torneiras de baixo fluxo, com o propósito de diminuir os consumos de energia e de água.

No âmbito da intervenção social, a nova superfície comercial faz parte do Programa Alimenta ao Bairro. Através desta iniciativa, a loja estabeleceu um canal de doação regular de bens alimentares, que serão entregues ao Serviço Jesuíta aos Refugiados.

Goldpet inaugura em Faro a primeira loja da marca no Algarve

A Goldpet expandiu a sua rede para o sul do território nacional. A nova superfície de Faro comercializa artigos para diversas espécies e integra um spa animal.

A Goldpet inaugurou o seu 14º espaço comercial, localizado em Faro, assinalando a primeira abertura da marca na região algarvia. O estabelecimento iniciou a sua atividade no sábado, dia 28 de março, situando-se nas imediações do Pingo Doce da Penha.

O novo ponto de venda físico comercializa produtos direcionados a diversas espécies, nomeadamente cães, gatos, aves, roedores, peixes e répteis. O inventário abrange categorias como a alimentação, os acessórios lúdicos e os artigos de higiene. A configuração do espaço possibilita o contacto direto e a avaliação presencial dos produtos, dispondo de um serviço de aconselhamento assegurado por uma equipa de funcionários com formação e experiência prática em áreas como a saúde, a nutrição, a estética e o comportamento animal.

As instalações em Faro integram igualmente uma área de intervenção higiénica e estética denominada Goldpet Spa. Esta secção é operada por um especialista da área e realiza um conjunto de procedimentos técnicos que incluem banhos, tosquias, escovagem da pelagem, corte de unhas, limpeza auricular e massagens.

A loja física atua em complementaridade com o site oficial da marca, com os consumidores a terem a possibilidade de efetuar aquisições através do sítio digital da marca e requisitar o levantamento das encomendas no balcão de Faro. Em alternativa, o serviço disponibiliza a entrega ao domicílio, a qual opera com um tempo de expedição de 24 horas. A expansão da rede comercial para o sul do território nacional insere-se na estratégia da entidade de aumentar a proximidade geográfica aos detentores de animais de companhia.

O período de abertura coincide com a aplicação de reduções de preço que podem atingir os 25% na totalidade dos artigos disponíveis em loja, uma medida que se encontra em vigor até ao dia 30 de abril.

Honest Greens inaugura terceiro restaurante no Porto junto à Foz

O novo restaurante Honest Greens na Foz do Porto oferece 350 m2 dedicados à restauração saudável junto à praia do Molhe.

A cadeia de restauração Honest Greens reforçou a sua presença na região norte com a inauguração de um novo restaurante no Porto, situado na Foz, nas imediações da praia do Molhe.

A abertura deste terceiro espaço da marca na cidade decorreu no início do mês de abril, assinalando a primeira operação da insígnia numa zona costeira. O novo Honest Greens da Foz do Porto, focado numa oferta de restauração saudável, dispõe de uma área aproximada de 350 m2 e está dotado de 100 lugares no interior, aos quais se soma uma esplanada com capacidade para 116 clientes.

O projeto arquitetónico do restaurante no edificado do Molhe foi estruturado com o objetivo de maximizar a entrada de luz solar direta, enquadrando-se no ambiente marítimo da Foz. A configuração do espaço preserva a identidade visual da marca, caracterizada por uma presença acentuada de elementos botânicos e paredes revestidas a argamassas em tonalidades de terra. A componente decorativa assenta estritamente na utilização de materiais de origem natural, com destaque para a aplicação de madeira, barro, vime e rattan.

A estratégia de expansão foi contextualizada por Rui Sanches, fundador e presidente executivo do grupo Plateform, que justificou a escolha desta localização com a necessidade de descentralizar a oferta comercial e responder à procura específica dos consumidores locais. A estratégia do grupo passa pelo estudo das dinâmicas urbanas para introduzir o conceito de comida saudável em novas áreas geográficas. Esta abertura na cidade invicta integra um plano de crescimento contínuo que englobou, a 12 de março, a inauguração de uma unidade no Bairro Azul, em Lisboa (na Avenida António Augusto Aguiar), estando já calendarizada uma nova abertura junto à Sé de Lisboa, na Rua de Santo António da Sé.

A nível de oferta gastronómica, a unidade portuense da Honest Greens iniciou a sua atividade com a mais recente carta de sobremesas, estreada no recente espaço lisboeta. A ementa foi reestruturada para apresentar oito receitas inéditas e cinco formulações atualizadas, mantendo o foco no valor nutricional das propostas. A lista inclui produtos como o Marbled Chocolate and Tahini Cake with Coffee Glaze, a Shoyu Pecan Pie e a Chocolate Avocado Mousse with Olive Oil & Maldon Salt. Face à transição de estação, está prevista uma atualização a curto prazo do menu geral do restaurante, adaptando os pratos aos ingredientes de primavera.

O horário de funcionamento decorre ininterruptamente entre as 08h30 e as 23h, todos os dias.

Hugo Van der Ding vai dar voz a Uma Família Surreal na versão audiolivro

Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal oferece uma visão humorística da história do país.

Hugo Van der Ding, figura bem conhecida nas áreas de ilustração, teatro, televisão e rádio, mas com destaque pelas ilustrações cómicas que partilha na sua página do Instagram, prepara-se para ajudar a contar a história de Portugal com algum humor. Depois de ter lançado Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal, editado em novembro pela Oficina do Livro, parte do grupo editorial Leya, Van der Ding vai emprestar a sua voz à versão audiolivro do seu próprio trabalho.

Esta versão de Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal, foi anunciada pela Tale House, a maior produtora nacional de audiolivros, que terá o seu lançamento para breve. Mas para já, ainda não há uma data de confirmada, por estar ainda em fase de gravações.

Cada vez mais autores estão a dar voz aos seus livros, o que cria uma maior proximidade com os seus leitores e acredito que seja uma experiência diferente e divertida para quem grava e para quem ouve“, afirma Bruno Sambado, fundador e CEO da Tale House. Com os audiolivros a ganharem cada vez mais adeptos, a Tale House recentemente disponibilizou cerca de 50 clássicos da literatura de forma gratuita na BiblioLED.

Nesta família de quatro dinastias, houve quem vivesse fechado num quarto durante décadas, quem se lembrasse de oferecer um elefante ao Papa, quem transformasse pão em rosas, quem roubasse a noiva ao filho, quem tivesse uma filha com a irmã e até mesmo quem se tornasse imperador em cima de uma mula. Com a sua obsessão pelos pormenores, prazer de contar histórias, uma escrita inteligente e uma tendência irreprimível para o disparate, Hugo van der Ding leva-nos numa viagem de nove séculos pela mais fascinante saga familiar de Portugal: a dos reis e rainhas que nos governaram“, diz-nos a sinopse. São pouco mais de 500 páginas “para aprender e para rir, coisa que nunca fez mal a ninguém“.