Apple anuncia WWDC26 para junho com promessas para a nova geração dos seus sistemas operativos

A conferência anual para programadores da Apple volta a acontecer entre 8 a 12 de junho, novamente com um evento presencial no Apple Park no dia de abertura.

A Apple revelou oficialmente as datas da WWDC26, a 37ª edição da sua conferência anual dedicada a programadores. O evento regressa ao formato online, gratuito para toda a comunidade de desenvolvimento, entre 8 e 12 de junho de 2026, mantendo o período tradicional a que a empresa habituou o público. Tal como nos últimos anos, a conferência será marcada por anúncios de software, sessões técnicas e iniciativas voltadas para estudantes e profissionais que trabalham no ecossistema Apple.

Apesar do formato virtual, a empresa prepara também um encontro presencial no Apple Park, limitado a um número reduzido de participantes, que poderão assistir à apresentação principal e ao habitual panorama das plataformas. Para Susan Prescott, vice‑presidente de Relações Globais com Programadores, a WWDC continua a ser um dos momentos mais importantes do calendário da Apple, reunindo uma comunidade global que acompanha de perto a evolução tecnológica da marca.

A edição deste ano deverá introduzir a nova geração de sistemas operativos, seguindo a nomenclatura unificada adotada em 2025. Assim, espera‑se a apresentação de iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27, que vão cobrir o ciclo 2026‑2027. Como é habitual, as primeiras versões beta para programadores deverão ser disponibilizadas logo após a apresentação de abertura, permitindo iniciar a adaptação de aplicações às novidades das plataformas. E embora a Apple mantenha em segredo as funcionalidades específicas de cada sistema, a WWDC é tradicionalmente o palco onde a empresa revela mudanças estruturais, melhorias de desempenho e novas integrações entre dispositivos.

Três vinhos da Companhia das Lezírias alcançam distinções na revista Wine Enthusiast

Os vinhos produzidos na Adega de Catapereiro obtiveram classificações de excelência na Wine Enthusiast, reforçando a notoriedade da Companhia das Lezírias nos mercados internacionais.

Três vinhos produzidos pela Companhia das Lezírias foram recentemente distinguidos pela revista norte-americana Wine Enthusiast, uma das publicações de maior reconhecimento no panorama internacional do setor vitivinícola. As classificações atribuídas colocam estes vinhos na categoria de Excelente, com pontuações iguais ou superiores a 90 pontos.

O Tyto Alba Vinhas Protegidas Alicante Bouschet & Touriga Nacional 2020 obteve 92 pontos e foi ainda distinguido com a menção Editor’s Choice, uma designação reservada pela redação da revista a vinhos considerados de particular qualidade e valor. Com a mesma pontuação, o 1836 Grande Reserva Tinto 2020 integrou igualmente o grupo de vinhos mais valorizados na avaliação. Já o Series Singulares Arinto 2023 alcançou 90 pontos, reforçando a consistência da produção da Adega de Catapereiro, unidade onde todos estes vinhos são elaborados.

As notas obtidas consolidam o reconhecimento internacional da Companhia das Lezírias e evidenciam a qualidade do terroir da região do Tejo. O sistema de avaliação da Wine Enthusiast é conduzido de forma independente por um painel de especialistas que realiza provas cegas, garantindo a imparcialidade das classificações. Apenas os vinhos que obtêm 80 pontos ou mais são publicados, sendo que as pontuações acima dos 90 são consideradas internacionalmente como sinal de excelência.

A distinção destes três vinhos reforça a presença da Companhia das Lezírias no panorama vinícola global e contribui para o prestígio dos vinhos do Tejo nos mercados internacionais. Os produtos premiados estão disponíveis nas lojas da Adega de Catapereiro, em Samora Correia, no Mercado Municipal de Vila Franca de Xira e também através de venda online.

Fundada há quase 200 anos, a Companhia das Lezírias mantém-se como uma das propriedades agropecuárias e vitivinícolas mais representativas do país. A empresa tem apostado em práticas de sustentabilidade, na preservação da biodiversidade e na produção de vinhos que procuram refletir a identidade própria da região onde são criados.

Capcom não vai usar IA para criar conteúdo nos jogos, mas quer a tecnologia para aliviar o trabalho das equipas

Num momento de muitas críticas pelo uso de IA em videojogos, a Capcom procura traçar uma linha entre o que os jogadores consomem e o processo de desenvolvimento.

A Capcom confirmou, numa sessão de esclarecimento para investidores realizada em fevereiro, que não vai implementar qualquer conteúdo criado por inteligência artificial generativa nos seus jogos, sejam personagens, cenários ou sons, mas que pretende adotar a tecnologia internamente para tornar o trabalho das equipas mais rápido e eficiente.

Estas declarações foram reportadas pelo portal japonês Game*Spark e traduzidas pelo site Automaton, uma semana depois da empresa ter sido alvo de criticas pela comunidade, produtores e artistas, por ter permitido à NVIDIA usar Resident Evil Requiem como demonstração técnica da controversa ferramenta DLSS 5, que alegadamente aplica filtros aos jogos, modificando o seu aspeto, com inteligência artificial generativa, com o objetivo de tornar os videojogos mais “fotorealistas”, mas com resultados asquerosos.

 “A nossa empresa não vai implementar quaisquer ativos gerados por IA no conteúdo dos nossos videojogos“, afirma a Capcom no documento, acrescentando que “pelo contrário, planeamos utilizar ativamente esta tecnologia para melhorar a eficiência e a produtividade do desenvolvimento de jogos, razão pela qual estamos neste momento a testar vários métodos de utilização nos nossos departamentos, incluindo gráficos, som e programação.”

O uso de ferramentas inteligentes na produção interna de videojogos não é nova para a Capcom, que no ano passado, numa entrevista à Google Cloud Japan, já tinha deixado algumas indicações mais concretas sobre o que esta utilização pode implicar na prática. O diretor técnico da Capcom, Kazuki Abe, explicou na altura que uma das partes mais morosas e exigentes do desenvolvimento de um jogo é a criação de ideias para coisas como os objetos que enchem os cenários, que são por vezes centenas de milhar, independentemente de serem ou não relevantes para a história ou para a jogabilidade. Para facilitar este processo, Abe desenvolveu um sistema que alimenta modelos como o Gemini Pro, o Gemini Flash e o Imagen com texto, imagens e tabelas sobre o jogo em produção, gerando sugestões e avaliando a sua qualidade automaticamente com base em critérios predefinidos, o que, de acordo com o responsável, consegue entregar resultados em segundos, descrevendo-os como “uma vantagem essencial numa indústria tão acelerada como a dos videojogos” e tendo tido uma receção muito positiva por parte das equipas internas.

A postura da Capcom encontra-se, assim, alinhada à tendência que outros estúdios também têm assumido e declarando que a IA pode servir para reduzir tarefas mais chatas e trabalho não criativo, sem interferir com o conteúdo dos jogos.

No mesmo tema, esta semana a Pearl Abyss veio pedir desculpa aos jogadores, após terem sido encontrados vestígios de conteúdos gerados por IA durante a produção do jogo e, que, de acordo com a produtora deveriam ter sido substituídos, por serem considerados conteúdos temporários. Face a situação, a produtora promete fazer uma auditoria profunda com um patch que irá remover esses vestígios.

Banco CTT amplia rede com 19 novas extensões de loja

O Banco CTT inaugurou 19 extensões de loja distribuídas pelo Norte e Sul, reforçando o acesso local aos seus serviços bancários.

O Banco CTT alargou a sua rede de atendimento com a inauguração de 19 novas extensões de loja em várias localidades do país. A iniciativa insere-se na estratégia da instituição de aumentar a cobertura geográfica e facilitar o acesso dos clientes aos seus serviços.

As aberturas repartem-se entre as regiões Norte e Sul. No Norte, as novas extensões estão situadas na Maia, Paredes, Porto, Santa Maria da Feira, Coimbra, Figueira da Foz, Aveiro, Espinho, Vizela e Guimarães. No Sul, o banco abriu novos espaços no Cacém, Quinta do Conde, Alverca, Portela, Santarém, em duas localizações de Odivelas e também em duas de Mem Martins.

As extensões de loja correspondem a balcões do Banco CTT instalados dentro de Lojas CTT, o que permite aos clientes tratar de serviços bancários básicos sem necessidade de deslocação a uma agência tradicional. Nestes pontos é possível, por exemplo, abrir uma conta à ordem de forma imediata. Após esse passo, os clientes ficam associados à agência mais próxima do Banco CTT, onde têm acesso ao conjunto completo de produtos e serviços financeiros.

Com esta expansão, o Banco CTT reforça a sua rede de proximidade, aproveitando a infraestrutura dos CTT para aumentar a presença em diferentes zonas do país. A medida procura responder à procura por soluções bancárias de fácil acesso, mantendo uma cobertura mais homogénea em território nacional.

Death Stranding 2: On the Beach Review: Agora no PC

Death Stranding 2: On the Beach no PC continua a valer todos os elogios da versão PlayStation 5, mas para quem já jogou na consola, os incentivos para revisitar na nova plataforma são modestos, numa conversão que faz justiça à visão técnica e artística de Hideo Kojima sem avanços substanciais.

Quando joguei Death Stranding 2: On the Beach pela primeira vez, quando chegou à PlayStation 5, o desejo de o voltar a repetir imediatamente foi forte, mesmo depois de o platinar. Mas correndo o risco de fazer burnout e nunca mais o querer revisitar, aguardei pelo seu eventual relançamento para PC que aconteceu agora, menos de um ano depois. Ao contrário do jogo original, Death Stranding 2: On the Beach não chega ao PC com uma “director’s cut” ou uma versão remasterizada – à falta de uma consola de nova geração da Sony que o justificasse -, tão pouco se faz chegar com uma expansão com mais história como aconteceu no primeiro jogo. Ainda assim, a nova versão chega com uma resposta para uma questão perpetuava na minha mente: quão melhor poderá ser a experiência audiovisual de Death Stranding 2: On the Beach, em comparação com o que a PlayStation 5 Pro oferece – a consola mais avançada do mercado – a nível de fidelidade visual? Essa resposta, embora não surpreenda, é bastante positiva, mas se calhar só para quem tiver uma máquina à altura.

Trabalhada pela Nixxes – a equipa interna da PlayStation dedicada às conversões dos seus jogos para PC -, Death Stranding 2: On the Beach é relançado na nova plataforma com uma carrada de novidades, algumas delas que também chegam de forma gratuita à versão de consola. São novidades que vão desde afinações, novas opções de qualidade de vida, conteúdos e um novo modos de jogo. Como já havia sido anunciado antes deste lançamento, a versão para PC integra também as mais recentes tecnologias de reconstrução de imagem, como o DLSS da NVIDIA, o FSR da AMD e o XeSS da Intel. A essas adiciona-se o PICO (Progressive Image Compositor), a técnica de reconstrução de imagem desenvolvida pela Guerrilla Games para o seu motor de jogo, que é a mesma usada na versão da PlayStation 5. E com estas técnicas, juntam-se as várias formas de geração de frames de cada fabricante. Exclusivo ao PC inclui-se suporte para monitores ultra largos, de 32:9 e a capacidade de jogar com teclado e rato. Já a introdução do formato 21:9, esse fica agora também disponível na PlayStation 5.

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Death Stranding 2: On the Beach para PC (Kojima Productions)

Como outras conversões da Nixxes, Death Stranding 2: On the Beach oferece uma quantidade generosa de opções para uma afinação granular da experiência, destacando-se um modo de Ray-Tracing avançado, que a Kojima Productions e a Nixxes recomendam só para computadores bem equipados, ou seja, para lá das definições recomendadas. Estas funções ativam reflexos e oclusão ambiental com muito mais detalhe e precisão, tornando o aspeto do jogo mais sólido e coeso, tornando menos distrativos aqueles elementos que definem o look de um videojogo.

A nível de desempenho nota-se bem o peso destas funcionalidades extra, com Death Stranding 2: On the Beach a puxar pelos limites técnicos de computadores mais bem equipados. Costumo jogar num PC equipado com uma GeForce RTX 4090 da NVIDIA, 32 GB de RAM, SSD de alto desempenho e um processador i9-10900X da Intel (que já começa a acusar a idade), e o meu método de teste começa sempre ao colocar todas as definições no máximo e, a partir daí, começar a baixar parâmetros, afinando até obter o melhor equilíbrio entre qualidade e fluidez. Como seria de esperar, nesta configuração, Death Stranding 2: On the Beach não tem grandes problemas em correr de forma extremamente satisfatória, mas não deixa de ser interessante ver até que ponto a tecnologia e direção de arte combinadas conseguem ir. E a verdade é esta: Death Stranding 2: On the Beach no PC não é muito mais incrível do que PlayStation 5 Pro é capaz de produzir. É verdade que podemos tirar partido das suas resoluções 4K nativas, ou taxas de frame-rate muito mais elevadas e ligar até essas capacidades de Ray-Tracing adicionais, mas entre os sacrifícios de desempenho que podem causar em diferentes configurações e o impacto real na experiência, a menos que tenhamos uma lupa apontada para o monitor ou estejamos a fazer benchmarks durante todo o tempo, não há grandes vantagens perceptivas.

Um bom exemplo disso é o tal Ray-Tracing avançado com as opções de High e Very High. Estas opções oferecem, de facto, uma apresentação mais limpa e coesa em cenários com superfícies refletivas, como metais, água, ou alcatrão, que refletem o ambiente em volta. Também oferecem uma imagem mais coesa no que toca a sombras, em ambientes com objetos onde as zonas de contacto são mais naturais, ou até em zonas com vegetação onde as sombras acrescentam um nível maior de riqueza, em cima da iluminação global. Contudo, e positivamente, através de técnicas tradicionais de screenspace já otimizadas na versão de consola, muitos destes aspetos não eram tão distrativos como encontramos noutros jogos com características semelhantes. Desta forma, o peso no desempenho acaba por refletir o quão realmente opcionais estas opções são.

Com o jogo no máximo, recorrendo a frame-gen e reconstrução de imagem em Quality do DLSS, o jogo aguenta-se facilmente na casa dos 110 FPS, dependendo do momento, caindo por norma para os 90 FPS em situações visualmente mais exigentes, o que confere uma experiência de jogo fluida e sem grandes problemas. Mas uma vez com o Ray-Tracing desativado, o salto de desempenho atira o jogo para cima dos 150/160 FPS, sendo jogável de forma consistente acima dos 120 FPS nesta configuração. Mas, claro, graças à geração de frames ativa a 2X. Sem geração de frames, o jogo corre perfeitamente acima dos 60 FPS sem Ray-Tracing, mas fica abaixo desse alvo com ele ligado. E este é um aspeto importante, porque a maioria dos jogadores poderá jogar Death Stranding 2: On the Beach sem Ray-Tracing avançado, ao mesmo tempo que mantém uma experiência de jogo autêntica e, em alguns casos, sem recorrer a geração de frames ou técnicas de reconstrução, afinando bem as suas opções.

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Death Stranding 2: On the Beach para PC (Kojima Productions)

E por falar nestes dois pontos, é interessante ver como o PICO (Progressive Image Compositor), também em Quality, se tornou na minha definição padrão após experimentar o DLSS (agora na sua versão 4.5). É verdade que estamos numa altura em que estas técnicas estão tão avançadas que até com resoluções nativas mais baixas os jogos se apresentam com excelente qualidade, mas após os meus testes senti que o PICO oferecia uma imagem mais estável e clara que qualquer opção do DLSS, sem grandes diferenças de ganhos ou perdas de desempenho.

Já a geração de frames com DLSS deixou-me um pouco de pé atrás e ao ponto de o desconsiderar a troco de um frame-rate mais baixo (ainda que acima do satisfatório), pois em algumas circunstâncias a sua aplicação resulta em artefactos como ghosting em torno das personagens, ou arrastos na user interface quando há movimento. É um efeito bastante comum em vários jogos, mas aqui o suficientemente notório para se tornar distrativo. No entanto, é algo que poderá ser melhorado em patches.

Apesar dos avanços no motor de jogo Decima (que também suporta Horizon: Forbidden West), Death Stranding 2: On the Beach aparenta dar uma grande margem para sistemas menos capazes de acordo com os seus requisitos recomendados e mínimos. No entanto, os mínimos têm os seus limites e admitidamente que jogar Death Stranding 2: On the Beach nas definições mais baixas e com alvos de 1080p fazem um grande desserviço à experiência cinemática e tecnologicamente avançada da Kojima Productions, pelo que fica difícil de recomendar o jogo a quem não tenha segurança suficiente de que a sua máquina é capaz de o correr nas definições de “High” para cima.

Também é importante mencionar que quem estiver a pensar em jogar Death Stranding 2: On the Beach em máquinas como a Steam Deck, irá passar um mau bocado. O jogo oferece um preset dedicado a “portáteis”, provavelmente a pensar em máquinas como uma ASUS ROG Ally, julgando pelo alvo de 1080p a 30 FPS dos requisitos mínimos. A Steam Deck, neste caso, até tem uma resolução mais baixa, de 1280×800, mas nem isso representa uma vantagem, porque o desempenho do jogo na máquina da Valve é muito mau. No passado, já tínhamos visto como a Steam Deck tinha dificuldades em correr Horizon: Forbidden West, e Death Stranding 2: On the Beach não é, assim, diferente. Mesmo nas definições mínimas, o jogo tem dificuldades em sair da casa dos 20 FPS, por vezes correndo abaixo dos 10 FPS. Aliado a esse desempenho, temos a falta de detalhe em toda a imagem, sem texturas, efeitos, sombras entre outros elementos importantes para a apresentação satisfatória do jogo – que são irrelevantes com este desempenho. É particularmente pena que o jogo não se aguente na máquina da Valve, uma vez que o primeiro traduzia na perfeição a experiência encontrada na versão da PlayStation 4.

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Death Stranding 2: On the Beach para PC (Kojima Productions)

Death Stranding 2: On the Beach para o PC é, contudo, uma excelente conversão, mas acima de tudo muito bem-vinda para o público que já havia entrado neste estranho mundo de Hideo Kojima há uns anos. Mas para quem tenciona repetir a dose depois de jogar na PlayStation 5, talvez seja melhor conter as expectativas ou, até, fazer uma nova viagem na consola, até porque nesse caso já existem vários incentivos, uma vez que lançamento desta versão vem também atualizar a da PlayStation 5. Como já mencionei, entre as novidades encontra-se o tal modo de apresentação 21:9, juntamente com muitas afinações “invisíveis”; novos conteúdos como o Chiral Feline no quarto privado de Sam no DHV Magellan; novos elementos cosméticos como as bandanas inspiradas em Metal Gear; novos desafios na área de treino VR; entre outras novidades. Mas o grande destaque, vai um novo modo de jogo, que vem responder às críticas de alguns jogadores que procuravam um pouco mais de desafio aquando do lançamento original.

Ao iniciar um jogo novo, Death Stranding 2: On the Beach oferece a opção “To the Wilder”, este é um modo de dificuldade mais intenso, onde os jogadores terão que ter muito mais cuidado nas missões a fazer ao longo da história e do que levar consigo, até porque não há volta a dar, uma vez escolhida, não dá para baixar. Este modo torna-se interessante não só pela dificuldade mais elevada, mas também pela forma como nos obriga a abordar o jogo no seu todo. Se para muitos jogadores era possível completar duas, três, missões durante uma viagem, agora essa estratégia tem que ser repensada, algo que poderá estender o tempo de jogo em muito mais horas.

Apesar das diferenças e semelhanças, Death Stranding 2: On the Beach continua recomendável seja em que plataforma for. É um autêntico “must play”, especialmente se ficaram fãs do original. Para ficarem a saber porquê, podem ler a nossa análise original ao jogo, para a PlayStation 5, aqui, onde sentimos que estivemos perante mais uma obra-de-arte de Hideo Kojima.

Death Stranding 2: On the Beach para PC está disponível na Steam Store e na Epic Games Store a partir de 79,99€.

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Cópia para análise cedida pela PlayStation Portugal.

Huawei anuncia a 10ª edição dos XMAGE Awards

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Os XMAGE Awards regressam com o tema “Now is Your Shot” e mantém prémios de grande dimensão, exposição internacional e um júri de referência.

A Huawei abriu as inscrições para a 10ª edição dos XMAGE Awards, um dos concursos de fotografia móvel mais influentes do mundo. Sob o mote “Now is Your Shot”, a marca desafia fotógrafos de todo o mundo a captarem as melhores fotografias através das câmaras dos seus smartphones. Desde 2017 que o concurso tem crescido de forma contínua, reunindo milhões de participações e consolidando-se como um espaço global de expressão visual.

Depois de temas centrados na emoção e na relação entre o indivíduo e o mundo, a edição deste ano pretende reforçar a espontaneidade e a criatividade. O formato mantém-se e serão selecionadas as XMAGE 100, uma coleção de cem peças premiadas com 1.500 dólares cada. Entre estas, três fotógrafos receberão o título de Photographer of the Year, acompanhado de um prémio de 10.000 dólares. As imagens vencedoras serão exibidas no Grand Palais, em Paris, no final do ano.

Os XMAGE Awards deste ano apresentam nove categorias que vão do registo documental à experimentação visual, incluindo retratos, fotografia noturna, ação, histórias do quotidiano e uma nova área dedicada a desporto, viagens e atividades ao ar livre. As inscrições estão abertas até 16 de agosto, podendo ser submetidas através do site oficial, da aplicação My Huawei, da comunidade Huawei e de plataformas como Instagram, Tuchong e 500px.

A edição deste ano conta com um júri composto por figuras de destaque do mundo da imagem, entre foto-jornalistas premiados, curadores, académicos e representantes da própria Huawei. Ao mesmo tempo, a marca continua a expandir o ecossistema XMAGE com workshops e iniciativas de co-criação que procuram aproximar fotógrafos, tecnologia e cultura visual.

Saldanha Mar: o restaurante do DoubleTree Hotel Lisbon Fontana Park ancorado no mercado e no mar

No Saldanha Mar, o chef Fábio Leonardo transforma peixe fresco do Mercado 31 de Janeiro em pratos sazonais… e não só.

Localizado junto ao Mercado 31 de Janeiro, no coração do Saldanha, em Lisboa, o restaurante Saldanha Mar, integrado no DoubleTree Hotel Lisbon Fontana Park há quase 15 anos, reposicionou-se nos últimos dois anos e meio sob a liderança do chef Fábio Leonardo. O espaço assenta a sua identidade na utilização de produtos de origem sustentável e na ligação direta com o mar, dirigindo uma cozinha centrada na frescura do pescado e na valorização dos ingredientes locais, em constante relação com produtores e fornecedores regionais.

De um conceito anterior mais internacional, alinhado com os standards da marca hoteleira, passou para uma abordagem de pratos tradicionais portugueses que aproveita a proximidade do mercado vizinho e capta tanto hóspedes como o público profissional da zona, com almoços rápidos implementados há cerca de um ano e resultados expressivos, ampliando o foco para além dos jantares e buffets tradicionais.

A proximidade ao mercado é o eixo da estratégia. Mais de 70% dos ingredientes são fornecidos ali, numa parceria que privilegia pequenos produtores e garante frescura diária, reforçada pela Peixaria Veloso, situada no mesmo espaço, de onde chegam diariamente diferentes espécies capturadas na costa portuguesa – que os clientes podem inclusive escolher e ver preparadas segundo o seu pedido. Isto significa que todos os dias úteis, e também ao sabado, o peixe chega ao restaurante para abastecer a montra e os pratos.

A 80% da carta dedicada a peixe e marisco, o Saldanha Mar honra o nome e a visão do proprietário do hotel, um aficionado por produtos marítimos que, desde a abertura, posicionou o espaço nessa linha. Todos os pratos constroem uma narrativa coerente: mesmo nas carnes, surgem algas no risotto ou molhos que “puxam o mar” para manter o fio concetual. O chef, inspirado pela versatilidade do peixe – abundante graças à costa portuguesa -, eleva o robalo comum a experiências distintas, com particular predileção pelo marisco.

A ênfase nos produtos da época estende-se quando o menu se adapta à sazonalidade e à disponibilidade, privilegiando produtos da terra como raízes e legumes, além de mariscos característicos dos meses frios. Pratos de confeção cuidada, onde o ritmo lento do processo é parte integrante da experiência, preservam o sabor natural dos alimentos e mantêm a autenticidade das receitas, num equilíbrio entre tradição e técnica contemporânea que valoriza o património gastronómico português sem excessos ou artifícios.

Recentemente, o Echo Boomer teve oportunidade de almoçar no Saldanha Mar para conhecer a carta de primavera que vai entrar em vigor em abril, onde, e como seria de esperar, os pratos de marisco e peixe abundaram – e ainda bem. Começámos com o sempre bem-vindo couvert, com manteiga dos Açores (em forma de peixe, pois claro), azeitonas marinadas, azeite da Quinta da Boeira e um excelente pão alentejano, que tivemos de pedir várias vezes para repetir enquanto a primeira entrada não chegava.

Muitos pratos carregam histórias pessoais. Um deles é, na verdade, uma salada reinterpretada, chamada Salada de Bacalhau do Avô João, que remete ao almoço diário do avô do chef: “Ele levantava-se, comia bacalhau e pronto”, numa versão atual que preserva a essência com toques pessoais. Logo depois, o Lingueirão na Brasa ao Natural, que, tal como o nome indica, foi servido sem grandes cerimónias, propositadamente para realçar o sabor, e o Camarão Pil-Pil, uma clássica tapa espanhola de preparação rápida, normalmente servida a borbulhar em azeite com alho, piripiri e salsa. Neste caso, não vinha a borbulhar, mas sim com um generoso molho aromático para molhar com pão – daí termos pedido várias fatias…

Quanto aos pratos principais, fomos brindados com o Peixe ao Sal – robalo neste caso -, acompanhado de feijão verde, batatinhas, cenoura, ovo cozido e grelos salteados, e com o Arroz de Limão e Lingueirão, no ponto certo de cozedura, mas a pedir um bocadinho nada mais de picante. Percebe-se o porquê do sucesso do Saldanhar Mar: comida honesta e percetível, mas surpreendente nos detalhes – onde o cliente reconhece o robalo como robalo, elevado por elementos que agradam sem desorientar. O objetivo é, assumidamente, um restaurante descontraído.

No final, a sobremesa – um fabuloso pão de ló – surgiu na esplanada, com um ambiente que reflete a proximidade com o mercado e o ritmo da cidade.

O Saldanha Mar emerge assim como projeto híbrido: cozinha simples assente na simplicidade e no respeito pelos ciclos naturais do mar e da terra, num restaurante de hotel que se abre à cidade via mercado, peixe fresco e memórias do chef. Para quem quiser experimentar, basta aparecer ou reservar mesa através do site oficial. E sim, o restaurante está aberto todos os dias.

Google usa inteligência artificial para modificar títulos de artigos nos resultados de pesquisa

O novo teste da Google altera manchetes sem consentimento dos autores e reacende debate sobre o poder editorial dos motores de pesquisa.

A Google confirmou que está a testar um sistema de inteligência artificial capaz de reescrever automaticamente títulos de artigos exibidos nos resultados de pesquisa. A empresa descreve o teste como limitado e destinado a ajustar manchetes para que correspondam melhor às consultas dos utilizadores. No entanto, o impacto já começou a ser sentido uma vez que os jornalistas do The Verge descobriram que alguns dos seus próprios títulos tinham sido alterados sem aviso prévio ou autorização.

Os exemplos identificados mostram mudanças profundas e não reduções por falta de espaço nos cabeçalhos. Uma das manchetes mais longas e irónicas transformou‑se numa versão simplificada que alterava o tom original, enquanto outro título foi substituído por uma formulação que não correspondia ao estilo editorial do autor. Para muitos profissionais, isto representa uma interferência direta na forma como o conteúdo é apresentado ao público antes mesmo de ser lido. Entretanto, a Google afirmou que, caso avance para uma implementação mais ampla, o sistema não vai utilizar modelos generativos, mas sim mecanismos de otimização semelhantes aos já utilizados no Google Discover, onde a reescrita de títulos se tornou prática comum. Ainda assim, a situação levanta questões delicadas, uma vez que os editores podem criar títulos distintos para leitores e motores de pesquisa, mas continuam a ser eles a escrevê‑los. Quando a Google decide unilateralmente substituir um título, altera a relação tradicional entre editor e plataforma.

Num momento em que muitos sites já enfrentam queda acentuadas de tráfego proveniente da Google, a possibilidade de o motor de pesquisa assumir parte do controlo editorial aumenta a tensão entre empresas e a gigante tecnológica. Para os críticos, a reescrita automática pode distorcer o significado de um artigo ou alterar a perceção do leitor antes do clique, reforçando o debate sobre até onde deve ir a intervenção algorítmica na mediação da informação online.

Mozilla lança Firefox 149 com modo de ecrã dividido e VPN gratuita integrada

A nova versão do Firefox reforça a produtividade, melhora a privacidade e introduz várias otimizações no desempenho do navegador.

A Mozilla começou a lançar o Firefox 149, que tal como havia prometido, chega com diversas novidades. Uma das maiores introduções é um modo de ecrã dividido nativo, algo que outros navegadores já ofereciam e que agora chega ao Firefox de forma integrada. Com esta função, é possível visualizar duas páginas lado a lado dentro da mesma janela, bastando clicar com o botão direito numa aba e escolher a opção para a adicionar à visualização dividida.

Outra adição de peso é a VPN integrada, disponível inicialmente nos Estados Unidos da América, Reino Unido, Alemanha e França. Esta solução funciona como um proxy seguro com um limite mensal de 50GB, suficiente para navegação moderada, embora não permita escolher o país de roteamento. A Mozilla posiciona esta VPN como uma camada adicional de privacidade, mas deixa claro que utilizadores com necessidades mais avançadas continuarão a beneficiar de serviços dedicados.

O Firefox 149 inclui ainda pequenas funcionalidades que tornam o uso diário mais fluido. Por exemplo, o recurso Notas de Aba, que chega do Firefox Labs, permite adicionar apontamentos diretamente numa aba ativa, facilitando a organização de ideias. Há também melhorias no desempenho de PDFs graças à aceleração por hardware, um sistema mais rigoroso de bloqueio de notificações de sites maliciosos e a possibilidade de adicionar um botão de partilha à barra de ferramentas. O tradutor integrado passa a suportar novos idiomas. E as páginas de erro foram reformuladas para oferecer uma experiência mais clara e coerente.

Como habitual, a atualização inclui correções de segurança e ajustes destinados a programadores e ambientes empresariais.

Samsung abre-se à Apple ao tornar o Quick Share compatível com o AirDrop

O Samsung Galaxy S26 faz a estreia da integração que permite enviar ficheiros diretamente para iPhones, iPads e Macs.

A Samsung fez com que o Quick Share, o sistema de partilha rápida presente nos dispositivos Samsung Galaxy, ficasse compatível com o AirDrop da Apple. Esta mudança, que se estreia no recém‑lançado Samsung Galaxy S26, representa um avanço significativo na comunicação entre plataformas que historicamente funcionaram como mundos separados. A empresa não substitui o Quick Share, mas expande-o com uma nova opção dedicada a dispositivos Apple, permitindo enviar e receber ficheiros de forma direta entre smartphones Galaxy, iPhones, iPads e até Macs.

A distribuição desta capacidade já começou na Coreia do Sul e será alargada gradualmente a outras regiões, incluindo Europa, Estados Unidos da América, Japão e vários mercados asiáticos e latino‑americanos. Embora ainda não exista um calendário para a chegada a outros modelos Galaxy, a Samsung deixa claro que a expansão acontecerá nos próximos meses. Para que a partilha funcione, o utilizador precisa apenas de ativar manualmente a opção Partilhar com dispositivos Apple no Quick Share, enquanto no ecossistema Apple é necessário configurar o AirDrop para Todos, tal como já acontece em muitos cenários de partilha.

A integração não é totalmente automática, mas representa um grande salto face às atuais limitações, que obrigavam a recorrer a aplicações de terceiros, serviços na nuvem ou soluções improvisadas. A Samsung segue assim o caminho iniciado pela Google, que recentemente adicionou suporte ao AirDrop no sistema de partilha dos equipamentos Google Pixel.

Infraestruturas de Portugal avança com estudos para quatro ligações estratégicas

Infraestruturas de Portugal vai desenvolver estudos para quatro novas ligações, num investimento de sete milhões de euros.

Quatro novos projetos rodoviários, atualmente em fase de estudo e desenvolvimento, vão reforçar a rede nacional de transportes e promover a coesão territorial em várias regiões do país. As intervenções, com um investimento global de cerca de sete milhões de euros, enquadram-se na Resolução do Conselho de Ministros n.º 69/2025, orientada para a melhoria da mobilidade, da segurança rodoviária e das ligações entre territórios do litoral e do interior.

Um dos projetos em curso incide sobre o novo lanço da A13/IC3, entre Vila Nova da Barquinha e Almeirim. A proposta, com cerca de 45 quilómetros, prevê a criação de uma ligação contínua em perfil de autoestrada entre Coimbra (Ceira) e Almeirim. O estudo contempla a duplicação do troço atual do IC3 entre a A23 e Vila Nova da Barquinha, um novo atravessamento do rio Tejo entre a Golegã e a Chamusca, e a integração com o atual traçado da A13, em Almeirim. O objetivo é melhorar as condições de segurança e mobilidade e reduzir disparidades regionais, garantindo melhores acessos a serviços e infraestruturas. O projeto segue as bases ambientais já aprovadas em intervenções anteriores, nomeadamente entre o Nó de Atalaia e Vila Nova da Barquinha, entre a Chamusca e Almeirim, e entre esta última e o IC3.

Na região Norte, a Infraestruturas de Portugal (IP) está a avançar com a segunda fase da Variante à EN210, também designada Via do Tâmega, que ligará o Corgo ao Arco de Baúlhe, junto à A7. Esta intervenção, com uma extensão de aproximadamente 7 quilómetros e uma configuração de 1×2 vias, conclui a ligação entre a A4 (Amarante) e a A7, dois importantes eixos rodoviários. A obra visa corrigir desequilíbrios regionais e facilitar deslocações mais rápidas e seguras entre os vales do Tâmega e do Douro.

Outro investimento estruturante diz respeito ao desenvolvimento do IC13, que ligará Montijo a Alter do Chão, atravessando Coruche, Mora e Ponte de Sor. O novo itinerário, com uma extensão estimada de 100 quilómetros, será determinante para articular o futuro Novo Aeroporto de Lisboa com o interior do país, em particular o Alto Alentejo e a Beira Baixa. O projeto assume relevância estratégica para a melhoria das ligações entre o litoral e o interior, potenciando a coesão territorial e o dinamismo económico regional.

No Alentejo, está também previsto o avanço da A26/IP8, entre Santa Margarida do Sado (no quilómetro 58) e Beja (quilómetro 83), incluindo a nova Variante a Ferreira do Alentejo. A IP prepara-se para retomar e concluir estas obras, interrompidas durante o período da Subconcessão do Baixo Alentejo. Quando concluído, o lanço de cerca de 35 quilómetros permitirá completar o percurso em perfil de autoestrada (2×2 vias) entre Beja e a A2, após a execução das variantes de Figueira de Cavaleiros e Beringel. A intervenção deverá melhorar substancialmente a mobilidade na região e aumentar a segurança rodoviária.

Hotel Memmo Baleeira organiza programa de Páscoa com atividades em Sagres

Entre 3 e 6 de abril, o hotel Memmo Baleeira, em Sagres, promove um programa de Páscoa com atividades para crianças, workshops de olaria e sessões de bem‑estar junto ao mar.

O hotel Memmo Baleeira, em Sagres, preparou um programa de atividades para o período da Páscoa, entre 3 e 6 de abril, destinado a diferentes públicos e que combina momentos de lazer, bem‑estar e experiências criativas. A iniciativa procura aproveitar o início do bom tempo para proporcionar alguns dias de pausa junto ao mar, fora da rotina urbana.

Para as crianças estão previstas várias atividades, entre elas uma caça aos ovos, marcada para a tarde de 4 de abril, com enigmas e pistas espalhadas pelo espaço do hotel. No dia seguinte, a partir das 10h30, os mais novos poderão participar numa sessão guiada por um dos responsáveis locais, onde terão contacto com cabrinhas bebés. Ainda nessa temática infantil, o programa inclui sessões de pinturas faciais nos dias 4 e 5 de abril, em horários diferentes durante a manhã e a tarde.

As propostas estendem‑se também ao público adulto. Entre 3 e 5 de abril decorrem workshops de olaria, com várias sessões diárias, que permitem aos participantes experimentar técnicas manuais tradicionais e criar pequenas peças em barro. No âmbito do bem‑estar, o especialista convidado Rodrigo Teixeira conduzirá, mediante marcação, sessões de massagem terapêutica entre 3 e 6 de abril, incorporando práticas de Ayurveda, libertação miofascial e terapia sacro‑craniana. O mesmo terapeuta orientará, a 4 de abril pelas 16h30, um workshop dedicado à libertação miofascial, centrado no equilíbrio corporal e energético.

A programação inclui ainda uma aula de yoga marcada para o fim da tarde de 5 de abril, junto ao mar, com o objetivo de proporcionar um momento de tranquilidade e presença no dia de Páscoa. Para além das atividades organizadas, os visitantes poderão usufruir da paisagem natural envolvente e explorar a localidade durante a estadia.

Durante este período, o hotel aplica uma tarifa especial de estadia sob a designação Spring Sales, que prevê um desconto de 20% no alojamento e a oferta de estadia gratuita a crianças até aos 12 anos nas suítes, até ao limite de dois quartos por reserva.

Sheraton Cascais assinala a Páscoa com programas para casais e famílias

Entre 3 e 5 de abril, o Sheraton Cascais oferece programas para casais e famílias, com estadias, spa e menu especial de Páscoa.

O Sheraton Cascais Resort preparou várias propostas para o período da Páscoa, com alojamento e atividades a pensar em diferentes públicos. As opções vão desde programas para casais a ofertas dirigidas a famílias, incluindo o tradicional almoço de domingo e iniciativas dedicadas às crianças.

Entre 3 e 5 de abril, o hotel disponibiliza o Pacote de Páscoa, criado para estadias de dois adultos. O programa inclui duas noites de alojamento, pequeno-almoço buffet no restaurante Glass Terrace e um momento de spa com uma massagem de 25 minutos no Serenity – The Art of Well Being. O pacote, com preços a partir de 350€ por noite, contempla ainda o almoço de Páscoa no domingo.

Para quem planeia passar a quadra em família, o Sheraton Cascais propõe o Pacote em Família, disponível entre 30 de março e 12 de abril. A oferta prevê um mínimo de uma noite de estadia e inclui pequeno-almoço e acesso ao Kids Club. Este espaço, destinado a crianças entre os 4 e os 12 anos, oferece atividades criativas ao longo do dia. O valor das estadias começa nos 285€ por noite.

O domingo de Páscoa será assinalado no restaurante Glass Terrace com um menu especial de almoço, servido entre as 12h30 e as 15h30. A refeição tem o custo de 79€ por adulto e 39,50€ por criança. Paralelamente, as crianças podem participar na habitual caça aos ovos, acompanhadas pela mascote Brave Bear.

Durante o mesmo período, o Kids Club manterá portas abertas entre as 10h e as 18h, com um programa de atividades interiores e ao ar livre, sempre com acompanhamento.

Obra de reforço do abastecimento de água beneficia oito mil habitantes de Azeitão

A obra de reforço do sistema de abastecimento de água em Azeitão, avaliada em 830.000€ vai beneficiar cerca de oito mil utilizadores nas zonas de Vila Nogueira e aldeias vizinhas.

Foi hoje formalmente consignada a obra de reforço do sistema de abastecimento de água a várias localidades de Azeitão, no concelho de Setúbal, um investimento de cerca de 830.000€ que deverá beneficiar aproximadamente oito mil utilizadores.

A intervenção, designada Reforço do Sistema de Adução de Água Bassaqueira–São Domingos, prevê a instalação de uma nova conduta adutora e a execução de infraestruturas complementares destinadas a aumentar a capacidade de transporte e distribuição de água. A empreitada, financiada e executada pelos Serviços Municipalizados de Setúbal (SMS), tem um prazo de execução de 180 dias.

O projeto representa um investimento total de 829.002,97€ e abrange as zonas de Vila Nogueira de Azeitão e as aldeias de Oleiros, Piedade, São Pedro, Portela e Casais da Serra. A nova conduta, com cerca de 1415 metros, ligará a estação elevatória de água potável da Bassaqueira ao reservatório de São Domingos, duplicando a capacidade atual de transporte entre os dois pontos.

Segundo explicou José Alexandre, administrador dos SMS, a conduta inicia-se junto ao reservatório da Bassaqueira, segue para sul pela Rua dos Picheleiros, depois para oeste pela Rua do Fisco e novamente para sul pela Rua Helena Conceição Santos e Silva, até chegar ao reservatório de São Domingos. A obra contempla ainda a construção de uma estação hidropressora, equipamento que assegurará o abastecimento de zonas situadas em cotas mais elevadas e melhorará a pressão no sistema de distribuição.

Para além disso, será instalado um prolongamento de 1432 metros da rede de abastecimento ao longo da Rua da Califórnia, reforçando a capacidade do sistema Bassaqueira–São Domingos, que tem registado um aumento acentuado de consumo.

Nos próximos anos, estão previstas novas obras de requalificação e ampliação das redes de captação, armazenamento, distribuição e saneamento de águas residuais.

Município de Lagoa inaugurou Parque Urbano do Parchal

Com árvores mediterrânicas, rega inteligente e áreas de lazer, o novo Parque Urbano do Parchal custou mais de 2,8 milhões de euros.

O Município de Lagoa inaugurou, no dia 21 de março, o Parque Urbano do Parchal, o primeiro espaço do género no concelho.

O Parque Urbano do Parchal ocupa uma área total de 33.000 m2, o equivalente a cerca de três campos de futebol. O projeto inclui zonas distintas de utilização: uma área infantil, um espaço com equipamentos geriátricos, um circuito de treino ao ar livre (workout) e uma zona de lazer com bar, desenhada para o convívio familiar.

O projeto tem também uma componente ambiental destacada. Foram plantadas 525 árvores e mais de 14.000 arbustos, privilegiando espécies mediterrânicas adaptadas ao clima da região e de reduzido consumo de água. O parque dispõe ainda de um sistema de rega gota-a-gota, pavimentos permeáveis e um sistema de monitorização em tempo real, medidas que visam uma gestão mais eficiente dos recursos naturais. De acordo com o município, a infraestrutura foi preparada para a eventual reutilização de água e integra soluções de rega inteligente.

O Parque Urbano do Parchal está aberto ao público diariamente. No horário de verão, funciona entre as 07h e as 00h; no inverno, encerra uma hora mais cedo, às 23h. O novo espaço vem complementar a rede de equipamentos públicos de acesso livre do concelho, oferecendo um local pensado para o bem-estar e a convivência, num enquadramento que reforça a aposta autárquica em soluções urbanas sustentáveis e na valorização do território.

O investimento total ultrapassou os 2,8 milhões de euros, contando com apoio financeiro no âmbito do programa Portugal 2030.

Foto: CM Lagoa

Live-action de Moana recebe novo trailer que mostra Dwayne Johnson como Maui

O novo trailer do remake live-action de Moana revela o aspeto completo de Dwayne Johnson como Maui, que regressa ao papel depois de emprestar voz no filme original de animação de 2016.

A Disney lançou um novo trailer do remake live-action de Moana, que chega aos cinemas já este verão, 10 anos após o filme original. Com um olhar mais aprofundado ao filme, que irá recontar a mesma história, mas com uma aparência mais foto-realista, o trailer apresenta também Dwayne Johnson no papel do semideus Maui, uma personagem que o ator já conhece bem, tendo emprestado a voz no original animado de 2016.

O remake é realizado por Thomas Kail, o realizador da adaptação cinematográfica de Hamilton, e contará com Catherine Lagaʻaia no papel principal a dar corpo e voz a Moana, onde também cantará novas versões da sua banda sonora como “How Far I’ll Go“, que se ouve no trailer, sucedendo a Auliʻi Cravalho.

O elenco reúne ainda John Tui como o chefe Tui, pai de Moana; Frankie Adams como Sina, a mãe; e Rena Owen como Gramma Tala. O argumento é da responsabilidade de Dana Ledoux Miller e Jared Bush, dupla que já havia assinado o guião do filme de animação de 2016, e a banda sonora fica entregue a Mark Mancina, Lin-Manuel Miranda e Opetaia Foa’i, com Mancina a regressar também à composição da música de fundo, depois de ter trabalhado no original, assim como Lin-Manuel Miranda.

Johnson e Cravalho também assinam como produtores desta nova versão que procura recuperar a magia e sucesso do filme original de 2016, que na altura arrecadou mais de 643 milhões de dólares nas bilheteiras em todo o mundo, e foi nomeado para os Óscares de Melhor Filme de Animação e para Melhor Canção Original, esta última por “How Far I’ll Go”.

Moana estreia nos cinemas em julho.

Verdelago Resort reabre com programa de Páscoa dedicado à natureza e à gastronomia

O Verdelago Resort, no Sotavento Algarvio, celebra a Páscoa com experiências ao ar livre, jantares de degustação e atividades para crianças e adultos.

O Verdelago Resort, situado entre Altura e a Praia Verde, em Castro Marim, prepara-se para celebrar a Páscoa com um programa que combina gastronomia, atividades ao ar livre e iniciativas dirigidas às famílias. A unidade hoteleira retoma a atividade a 15 de março, marcando o início da nova temporada no Sotavento Algarvio.

O resort disponibiliza um pacote de Páscoa válido entre 3 e 6 de abril, que inclui três noites de alojamento com pequeno-almoço buffet, uma receção de boas-vindas e o almoço de domingo de Páscoa, a 5 de abril. O programa dá ainda acesso a um conjunto de atividades preparadas para o período festivo. As experiências gastronómicas e de animação estarão igualmente acessíveis a hóspedes que optem por estadias mais curtas, mediante reserva nas atividades específicas.

A vertente gastronómica assume papel central. O chef Louis Anjos apresenta a nova abordagem culinária do Verdelago, assente em ingredientes locais e sazonais, com uma leitura contemporânea da cozinha portuguesa. Nos dias 3 e 4 de abril, realiza-se um jantar de degustação no Verdelago Beach Club, entre as 19h e as 22h30, com um menu de seis momentos composto por produtos da região. Entre as propostas estão pratos como Gamba do Algarve com salmorejo, muxama e manjericão, finalizando com sobremesa de Morango, flor de laranjeira, creme de iogurte e chocolate branco. O jantar tem um custo de 74€ por pessoa, com opção de harmonização vínica selecionada pelo chefe de vinhos da casa.

A 4 de abril, o programa inclui uma prova de vinhos conduzida pelo sommelier Nuno Pires, dedicada à produção vinícola do Algarve. A sessão, marcada para o pinhal do resort – numa zona designada onde as árvores se cruzam -, decorre num ambiente informal e próximo da natureza, com degustação de vinhos regionais e petiscos tradicionais. A participação custa 25€ por pessoa.

No domingo de Páscoa, o restaurante Salicórnia recebe o almoço tradicional, incluído no pacote de alojamento e também disponível mediante reserva por 60€ por pessoa, com bebidas incluídas. O menu integra pratos de inspiração regional e ingredientes sazonais, como Ovo a baixa temperatura com cogumelos silvestres e queijo de São Jorge, Lombo de bacalhau confitado e Cabrito assado com arroz de forno, terminando com Farófias de frutos vermelhos e crocante de laranja.

Verdelago Resort

Entre 28 de março e 12 de abril, o Verdelago propõe ainda um programa dedicado às crianças, com destaque para o Verdinho Kids Club, destinado a participantes entre os 3 e os 12 anos. As atividades incluem oficinas criativas, jogos de pistas, construção na areia, dinâmicas sensoriais, miniolimpíadas, jardinagem e ateliers de culinária. O objetivo é promover a imaginação, o contacto com a natureza e a aprendizagem através da experimentação.

O fim de semana principal será marcado por três dias temáticos. Na sexta-feira, as crianças participam na criação de orelhas de coelho e fantoches e colaboram na elaboração de um conto coletivo. No sábado, o programa contempla a pintura de ovos, um atelier de bolachas – para pais e filhos – e a Grande Missão de Páscoa do Verdinho, uma série de desafios que culminam com a presença da mascote. No domingo, decorrem o pequeno-almoço com o Verdinho, a tradicional caça aos ovos, uma gincana familiar e a atividade Plantar a Primavera, onde as crianças plantam elementos simbólicos na área do Kids Club.

O programa estende-se também a propostas para adultos e famílias, alinhadas com a vertente desportiva e de bem-estar que caracteriza o resort. Estão previstas sessões de ioga ao ar livre, caminhadas guiadas pela bióloga residente, passeios de bicicleta, jogos tradicionais e atividades multidesportivas. Dependendo das condições meteorológicas, o calendário poderá incluir um piquenique de Páscoa e uma caça fotográfica pela propriedade.

Com esta programação, o Verdelago assinala a reabertura oficial para a temporada de 2026, reforçando o seu posicionamento enquanto destino que conjuga natureza, gastronomia e bem-estar. Inserido num pinhal com acesso direto à praia através de passadiços de madeira, o resort ocupa 86 hectares e distingue-se pela baixa densidade construtiva, espaços verdes amplos e trilhos pedonais e cicláveis, privilegiando um ambiente tranquilo em ligação com o meio natural.

Restaurante Authentic entra na lista de recomendados do Guia Michelin 2026

A inclusão do Authentic na lista de recomendados do Guia Michelin reforça o trabalho do chef Ricardo Luz e o papel do Algarve no panorama gastronómico nacional.

O restaurante Authentic, situado em Almancil, voltou a destacar-se no panorama gastronómico português ao integrar, pela primeira vez, a lista de restaurantes recomendados pelo Guia Michelin. A distinção, divulgada em março de 2026, reconhece o trabalho do chef Ricardo Luz e a consistência da proposta culinária que o espaço apresenta, centrada numa interpretação contemporânea da cozinha portuguesa.

A recomendação coloca o Authentic entre os novos nomes selecionados em Portugal pelo prestigiado guia internacional, que avalia anualmente os melhores restaurantes em diferentes categorias. Na atualização deste ano, o Guia Michelin assinala 34 novas entradas na lista de recomendados no país, sete das quais situadas no Algarve, uma região que tem vindo a afirmar-se como um dos polos mais dinâmicos da gastronomia nacional.

Com localização próxima da Quinta do Lago, o Authentic aposta numa cozinha de autor que alia técnica e criatividade à valorização de produtos locais. O chef Ricardo Luz tem procurado reinterpretar tradições e sabores portugueses através de uma leitura atual, marcada pela atenção ao detalhe e pelo equilíbrio entre inovação e respeito pelo produto.

A entrada do restaurante na lista de recomendados reflete, segundo o próprio chef, o esforço conjunto da equipa e a continuidade de um projeto que se tem afirmado pela qualidade e consistência da experiência oferecida aos clientes. Trata-se, assim, de um reconhecimento internacional que reforça a visibilidade do espaço e confirma o percurso do restaurante no contexto gastronómico português.

O Guia Michelin, cuja seleção resulta de um processo de avaliação independente, distingue restaurantes que apresentam qualidade elevada tanto na execução da cozinha como na proposta global de hospitalidade e serviço. A inclusão do Authentic entre essas recomendações posiciona o espaço como uma das referências a considerar para quem procura experiências gastronómicas de nível superior na região algarvia.

Para Ricardo Luz, esta distinção traduz o compromisso com uma cozinha autêntica, criativa e fiel às raízes portuguesas. A presença do Authentic na lista de recomendados reforça o papel do Algarve não apenas como destino turístico, mas como território com crescente relevância no mapa gastronómico nacional e internacional.

EPIC Table: Grupo SANA leva a experiência gastronómica da Páscoa para dentro de casa

Com o lançamento do EPIC Table at Home, o grupo SANA leva a experiência da Páscoa para o espaço doméstico, mantendo o foco na qualidade e no detalhe.

O grupo SANA lançou o conceito gastronómico EPIC Table, uma proposta que marca a celebração da Páscoa deste ano nas suas unidades hoteleiras com uma abordagem centrada na experiência à mesa. A iniciativa pretende valorizar a componente culinária e o serviço de hospitalidade, elementos que a cadeia define como representativos da sua oferta.

O novo conceito, apresentado pelo EPIC SANA Lisboa, propõe um formato que combina menu temático, design de ambiente e atenção ao detalhe no atendimento, transformando a refeição num momento de partilha estruturado em torno da identidade culinária dos seus chefs. O EPIC Table é apresentado como um ritual contemporâneo de celebração, centrado na gastronomia pensada para a ocasião pascal.

O grupo introduz também a versão EPIC Table at Home, que permite recriar a experiência num contexto doméstico. O serviço inclui um menu concebido por um chef, com entrega num raio de 10 quilómetros, mise-en-place completa com loiça e montagem, e bebidas não alcoólicas. Existe ainda a opção de incluir serviço profissional à mesa, com acompanhamento durante duas horas. O pacote base tem o preço de 160€ por adulto, enquanto a versão com serviço à mesa custa 210€.

EPIC Table - SANA

A proposta foi desenhada para quem pretende celebrar a Páscoa em casa sem abdicar de um enquadramento mais formal. Cada elemento do conceito – da ementa à apresentação – é preparado pelo hotel, de forma a garantir uma experiência completa e sem necessidade de preparação adicional por parte dos clientes.

Para além destas novidades, o grupo SANA apresentou um conjunto de ofertas de hospedagem associadas à celebração da Páscoa, disponíveis em várias unidades. As propostas incluem estadias com pequeno-almoço, condições específicas por hotel e experiências adaptadas a diferentes perfis de viajantes, desde famílias a quem procura escapadinhas urbanas ou destinos de lazer. As opções variam entre ambientes cosmopolitas, unidades à beira-mar ou hotéis de resort.

Salsa Jeans e Wells renovam parceria com nova coleção de óculos para 2026

A Salsa Jeans e a Wells apresentaram uma nova coleção de óculos de sol e graduados para a primavera/verão de 2026.

A Salsa Jeans e a Wells voltaram a colaborar na nova coleção de óculos da marca portuguesa de denim, lançada para a primavera/verão de 2026. A linha, desenvolvida sob o selo Salsa Jeans Eyewear, inclui oito modelos no total – entre óculos de sol e armações graduadas – e introduz três novos designs em relação à coleção anterior.

Depois da primeira parceria, apresentada em 2025, as duas empresas mantêm a colaboração, agora reforçada pela chegada dos modelos de sol às lojas da Salsa Jeans. Os novos modelos procuram conjugar estética e funcionalidade, numa proposta que combina linhas clássicas e traços mais contemporâneos, adequados a diferentes estilos e contextos do quotidiano.

A coleção inspira-se na temporada primavera/verão, com referências a ambientes luminosos e à vivência ao ar livre. As peças apresentam uma paleta dominada por tons claros e suaves, como o rosa e o azul em variações pastéis, acompanhados de acabamentos metálicos em dourado e prateado. Os acetatos translúcidos seguem a tendência das transparências, enquanto pequenos detalhes de fabrico conferem um acabamento discreto e elegante.

Com esta edição, a parceria entre a Wells e a Salsa Jeans consolida-se como um projeto que cruza moda, design e ótica, mantendo o posicionamento nas gamas médias do mercado. Os óculos de sol da Salsa Jeans Eyewear estão disponíveis pelo preço de 69€, nas lojas Wells e Salsa Jeans, bem como nos respetivos sites. As armações graduadas, com um preço de 119€, podem ser adquiridas exclusivamente nas lojas Wells e no site oficial.