Falha no sistema DynamoDB foi a razão do recente apagão da Internet

A Amazon revelou que o apagão que afetou uma grande parte da Internet a nível global, se deveu a uma falha no sistema DynamoDB.

Uma falha de grandes proporções na Amazon Web Services (AWS) deixou a Internet parcialmente fora de serviço no passado dia 20 de outubro. De acordo com um relatório técnico divulgado pela própria Amazon, a origem do problema esteve num erro de software no DynamoDB, o sistema de base de dados utilizado pela plataforma, que acabou por gerar uma interrupção com impacto global.

O incidente começou quando o DynamoDB, responsável por gerir centenas de milhares de registos DNS, criou por engano uma entrada DNS vazia associada aos data centers da região US-EAST-1, no norte da Virgínia. Apesar de a infraestrutura da Amazon Web Services estar distribuída mundialmente, a falha nesta região foi suficiente para afetar serviços em vários continentes. Em circunstâncias normais, o sistema de automação da Amazon teria corrigido o erro automaticamente. Desta vez, o mecanismo falhou, obrigando as equipas de engenharia da empresa a realizar uma intervenção manual para restaurar os sistemas. Durante o processo, todos os serviços que dependiam do DynamoDB para consultas DNS ficaram temporariamente inacessíveis.

O apagão digital rapidamente se propagou para diversas plataformas e aplicações populares. Entre os serviços afetados estiveram o Snapchat, Reddit, Disney+, Fortnite, a PlayStation Network e até os próprios serviços Alexa da Amazon. Em alguns casos, os utilizadores apenas sentiram lentidão ou breves falhas de acesso a serviços, mas em outros casos houve mesmo sites e aplicações que ficaram totalmente indisponíveis.

No seu comunicado oficial a Amazon pediu desculpa pelo sucedido e reconheceu o impacto do incidente: “Pedimos desculpa aos nossos clientes pelos inconvenientes causados. Embora os nossos serviços mantenham normalmente níveis de disponibilidade muito elevados, compreendemos a importância crítica que têm para os negócios e aplicações dos nossos clientes. Este episódio será analisado em detalhe para reforçar ainda mais a resiliência da nossa infraestrutura.” Entretanto, a empresa afirmou que já iniciou uma revisão interna para evitar que um problema semelhante volte a ocorrer.

Loulé torna-se o primeiro município português “Tsunami Ready” da UNESCO

O município algarvio de Loulé é o primeiro do país a ser reconhecido pela UNESCO pela sua capacidade de resposta a tsunamis e riscos costeiros.

O concelho de Loulé tornou-se o primeiro em Portugal a obter a certificação Tsunami Ready da UNESCO, distinção que reconhece comunidades com elevados níveis de preparação para riscos associados a tsunamis e fenómenos marítimos extremos. A entrega oficial da chancela marcou o ponto alto de uma visita de dois dias de representantes da UNESCO ao município, no âmbito do projeto CoastWAVE 2.0, uma iniciativa da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da organização, financiada pela União Europeia, que visa reforçar a resiliência e a capacidade de resposta das zonas costeiras do Atlântico e do Mediterrâneo.

Com uma faixa litoral de 14 quilómetros, abrangendo as freguesias de Quarteira e Almancil, Loulé integra agora um grupo restrito de cerca de uma centena de comunidades em todo o mundo reconhecidas por estarem preparadas para enfrentar o risco de tsunami. Para alcançar este estatuto, o município teve de cumprir 12 indicadores definidos pela UNESCO, estruturados em três pilares: avaliação do risco, preparação e capacidade de resposta.

Na vertente da avaliação do risco, foram elaborados mapas de inundação com base numa altura de onda estimada de 15 metros, identificando populações e infraestruturas situadas em zonas potencialmente afetadas. No plano da preparação, o município desenvolveu mapas e rotas de evacuação devidamente sinalizadas, com 13 pontos de encontro em Quarteira e 11 em Almancil, além de mais de 300 placas informativas. Os trabalhos de campo começaram em 2020 e prosseguiram mesmo durante o período de pandemia, tendo a sinalização de Quarteira sido inaugurada no início de 2024.

A sensibilização da população foi um dos aspetos mais valorizados. Loulé ultrapassou as metas da UNESCO, promovendo 26 sessões informativas sobre risco e resiliência que envolveram mais de mil pessoas, muito acima das três atividades anuais recomendadas. Paralelamente, foi criada uma aplicação móvel da Proteção Civil que permite localizar os pontos seguros e planear rotas de evacuação através do Google Maps. As ações estenderam-se a escolas, hotéis, empresas municipais e equipamentos públicos.

Os simulacros também assumiram um papel essencial. No Dia Mundial da Sensibilização para o Risco de Tsunami, em novembro de 2024, realizou-se um exercício na Escola D. Dinis, em Quarteira, o único estabelecimento escolar em zona de inundação. Nesse mesmo âmbito, foram instaladas sete torres sonoras equipadas com sirenes de alerta precoce, capazes de emitir avisos de tsunami, ondulação forte ou calor extremo, localizadas em áreas estratégicas como a Marina de Vilamoura e o Calçadão de Quarteira.

Em paralelo, está em fase final a instalação de câmaras integradas no programa MEO BeachCam, destinadas a monitorizar em tempo real a presença de pessoas junto à linha de costa em situações de risco. O Plano de Emergência Municipal foi igualmente reforçado, e todos os operadores e técnicos da Proteção Civil receberam formação específica para a gestão de operações durante e após uma catástrofe.

O projeto CoastWAVE 2.0 envolve sete países – Portugal, Espanha, Marrocos, França, Itália, Egito e Turquia – e, no caso português, apenas Loulé e Cascais integram a rede.

Foto: CM Loulé

Como destacar-se num mercado de trabalho cada vez mais digital e automatizado

O mercado de trabalho atravessa uma transformação profunda. A digitalização, a inteligência artificial e a automatização de processos estão a alterar não só a forma como as empresas contratam, mas também a maneira como os profissionais constroem as suas carreiras. Neste novo cenário, a experiência isolada deixou de ser suficiente. O que diferencia um candidato é a capacidade de se posicionar estrategicamente, de compreender o funcionamento das novas tecnologias e de valorizar as competências que continuam a ser exclusivamente humanas.

Num contexto em que os algoritmos decidem quem avança no recrutamento e as máquinas assumem tarefas rotineiras, destacar-se implica pensar a carreira com o mesmo planeamento que uma marca aplica à sua estratégia de comunicação. Um currículo pensado para ser lido por sistemas automatizados, uma presença digital coerente e uma atitude de aprendizagem contínua tornaram-se os novos pilares da empregabilidade. Tal como acontece noutros domínios digitais – onde expressões como free spins grátis simbolizam pequenas oportunidades que podem gerar grandes resultados – também no mundo profissional, saber reconhecer e aproveitar essas “rodadas” de oportunidade pode ser determinante para abrir portas que de outra forma permaneceriam fechadas.

O currículo como instrumento de posicionamento

O currículo já não é um simples documento de apresentação. É, cada vez mais, um instrumento estratégico de comunicação profissional. Com a utilização generalizada dos Sistemas de Tracking de Candidaturas (ATS), que filtram automaticamente os perfis com base em palavras-chave e padrões de compatibilidade, um currículo genérico é rapidamente descartado.

Para vencer essa barreira tecnológica, é essencial personalizar o documento para cada oportunidade. Isso significa adequar o conteúdo à descrição da função, utilizar linguagem específica do setor e evidenciar resultados concretos. Mais do que enumerar funções, importa demonstrar impacto: aumento de produtividade, redução de custos, desenvolvimento de projetos, melhoria de processos ou crescimento de equipas.

A clareza visual é outro fator determinante. Um design limpo, com estrutura lógica e linguagem direta, facilita a leitura automatizada e melhora a experiência de quem avalia manualmente. O objetivo é comunicar valor de forma imediata, mostrando porque é que o candidato representa uma solução para os desafios da organização.

O currículo deve ainda refletir coerência entre o percurso, as competências e os objetivos futuros. Essa consistência narrativa é o que transforma a informação num argumento credível.

A importância de uma presença digital consistente

A presença digital tornou-se uma extensão incontornável da identidade profissional. Plataformas como o LinkedIn são hoje o principal ponto de encontro entre candidatos e recrutadores, mas a forma como são utilizadas faz toda a diferença.

Um perfil completo e bem estruturado é apenas o primeiro passo. A verdadeira relevância surge da capacidade de construir uma narrativa autêntica e de participar ativamente na comunidade profissional. Publicar conteúdos, partilhar perspetivas, comentar discussões relevantes e manter a rede de contactos ativa são práticas que demonstram envolvimento e atualidade.

A fotografia de perfil, o título, a secção de resumo e as experiências descritas devem transmitir uma imagem coerente e profissional. Mais do que um repositório de cargos, o perfil deve funcionar como uma montra de competências e realizações, em linguagem clara e objetiva.

Além do LinkedIn, outras plataformas podem desempenhar um papel complementar — portefólios digitais, páginas pessoais ou perfis profissionais em redes especializadas. O importante é garantir uma presença consistente, credível e alinhada com o posicionamento pretendido.

Num ambiente em que grande parte dos recrutadores pesquisa candidatos online antes de tomar decisões, cuidar da reputação digital é tão importante quanto preparar uma entrevista. O que se publica, partilha ou comenta contribui para formar uma perceção sobre profissionalismo, credibilidade e valores.

O poder das competências humanas num mundo automatizado

À medida que as máquinas assumem tarefas repetitivas, o valor humano desloca-se para áreas onde a tecnologia não chega. As competências interpessoais e cognitivas ganham relevância, sobretudo em contextos que exigem empatia, criatividade, pensamento crítico e capacidade de adaptação.

A entrevista de emprego é o momento em que estas qualidades se tornam visíveis. Saber comunicar, interpretar contextos, gerir emoções e estabelecer uma ligação autêntica com o interlocutor são aspetos que distinguem um profissional preparado. A confiança e a empatia que se criam numa conversa podem pesar mais do que qualquer linha no currículo.

A preparação para entrevistas deve ir além das respostas previsíveis. É fundamental compreender a cultura da organização, o enquadramento do setor e o perfil da equipa. Mostrar que se entende o negócio e que se pode contribuir para o sucesso coletivo demonstra maturidade e visão.

Estas competências humanas, frequentemente designadas por soft skills, são cada vez mais vistas como complementares às competências técnicas. Num ambiente em permanente transformação, saber colaborar, resolver problemas e manter uma atitude positiva é tão importante quanto dominar ferramentas digitais ou metodologias de trabalho.

Aprendizagem contínua como motor de empregabilidade

A transformação tecnológica obriga os profissionais a um processo permanente de atualização. As competências valorizadas hoje podem ser ultrapassadas amanhã. Assim, aprender de forma contínua deixou de ser uma opção — tornou-se uma exigência.

A aprendizagem pode assumir múltiplas formas: formação académica, cursos de curta duração, certificações online, webinars, projetos colaborativos ou até experiências fora da área habitual. O essencial é manter a curiosidade e a capacidade de se adaptar a novas linguagens, ferramentas e realidades.

A interdisciplinaridade é outra tendência em crescimento. A combinação de saberes técnicos, criativos e estratégicos permite abordar problemas de forma mais completa. Profissionais capazes de integrar perspetivas de diferentes domínios têm maior capacidade de inovação e de liderança.

O conceito de carreira linear está, aliás, a perder força. Hoje, é comum transitar entre setores ou funções distintas, transferindo competências de um contexto para outro. Esta flexibilidade é o que garante a empregabilidade a longo prazo. Mais do que estabilidade, o futuro do trabalho exigirá mobilidade e adaptação.

Estratégia, autenticidade e propósito

Num mercado onde os processos de seleção são cada vez mais automáticos e a concorrência mais global, destacar-se não depende apenas de talento. Depende de estratégia e autenticidade. Saber comunicar quem se é, o que se oferece e de que forma se pode gerar valor é uma competência central.

A tecnologia trouxe eficiência ao recrutamento, mas não eliminou a dimensão humana. Pelo contrário, tornou-a mais visível. A forma como um candidato se expressa, partilha ideias, demonstra empatia e se relaciona com os outros tornou-se um indicador direto da sua adequação às equipas e à cultura das organizações.

O profissional do futuro será aquele que conjugar conhecimento técnico com sensibilidade humana, que compreenda a importância da reputação digital e que mantenha uma atitude de aprendizagem constante. A curiosidade, a adaptabilidade e a coerência são os novos motores da progressão profissional.

Conclusão

Destacar-se num mercado de trabalho cada vez mais digital e automatizado implica compreender que a tecnologia é uma aliada, não uma ameaça. O desafio está em utilizá-la de forma inteligente, sem perder a autenticidade. Um currículo pensado estrategicamente, uma presença digital sólida e uma atitude de desenvolvimento contínuo são hoje as chaves para uma carreira sustentável.

O futuro do trabalho pertence a quem alia competência técnica a visão humana, quem aprende todos os dias e quem entende que a diferenciação nasce da combinação entre o rigor e a empatia. No meio de algoritmos, plataformas e inteligência artificial, continuam a ser as pessoas que fazem a diferença.

Microsoft apresenta Mico, o novo assistente de voz do Copilot no Windows

O novo assistente virtual da Microsoft introduz voz e expressões visuais no Copilot, reforçando a aposta em interações mais naturais com o sistema operativo.

A Microsoft anunciou o Mico, uma personagem virtual integrada no Copilot do Windows que dá forma e personalidade à nova vertente de voz do assistente. O Mico responde a comandos falados e manifesta expressões visuais em tempo real, numa tentativa de tornar a interação com o computador mais direta e intuitiva.

De acordo com Jacob Andreou, vice-presidente de produto e crescimento da Microsoft AI, em entrevista ao The verge, o objetivo desta novidade é reduzir a dependência de teclado e rato e aproximar o uso do computador de uma conversa natural. O Mico foi desenhado como uma esfera animada que reage ao discurso e ao tom do utilizador, podendo mostrar sinais de empatia quando deteta tristeza ou hesitação. Adicionalmente, esta nova proposta pode refletir-se numa utilização mais acessível dos computadores, nomeadamente por utilizadores de mobilidade reduzida e outras deficiências que limitam o uso dos tradicionais periféricos.

O novo assistente surge num momento em que a empresa continua a injetar funções inteligentes no seu sistema operativo principal, consolidando a identidade do Copilot. O Mico será o primeiro passo para essa presença contínua, integrando também novas capacidades de memória e modos de aprendizagem interativa. Uma das novidades é o modo Learn Live, que transforma o assistente num tutor capaz de acompanhar explicações ou exercícios práticos, recorrendo a quadros interativos e apoio visual.

Esta não é a primeira vez que a Microsoft tenta introduzir uma camada interetiva nos seus produtos. O histórico inclui o Clippy, o assistente do Office lançado no final dos anos 90, e a Cortana, implementada no Windows Phone e mais tarde no Windows 10. Ambos foram descontinuados por falta de adoção, mas contribuíram para a atual abordagem integrada no Copilot, agora suportada por modelos de linguagem de grande escala e processamento multimodal.

Nesse campo, o Mico baseia-se na mesma infraestrutura de inteligência artificial que sustenta o Copilot, combinando modelos proprietários da Microsoft como o Phi-3, com tecnologias da OpenAI, incluindo variantes otimizadas do GPT-4 Turbo.

O Mico está inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, e será ativado por predefinição no modo de voz do Copilot, podendo ser posteriormente desativado manualmente pelo utilizador. Para já, ainda não há novidades de lançamento noutros mercados.

Qualcomm anuncia o Snapdragon 6s Gen 4 para equipamentos de gama média

O novo processador da Qualcomm promete maior eficiência e desempenho nos smartphones de gama média.

A Qualcomm apresentou oficialmente o Snapdragon 6s Gen 4, o mais recente processador da sua linha orientada para dispositivos móveis de gama média. A grande novidade está no processo de fabrico de 4 nanómetros, tratando-se numa estreia nesta série de chips, que deverá traduzir-se em ganhos de eficiência energética e desempenho.

De acordo com a fabricante norte-americana, o novo Snapdragon 6s Gen 4 oferece melhorias de até 36% no CPU e um desempenho gráfico 59% superior em relação aos modelos anteriores baseados em tecnologia de 6 nm. O resultado, promete a Qualcomm, será uma experiência mais fluida tanto em tarefas do dia a dia como em jogos e aplicações exigentes. O processador integra oito núcleos Kryo, divididos entre quatro de alto desempenho (até 2,4 GHz) e quatro de maior eficiência (até 1,8 GHz). Suporta ainda taxas de atualização até 144 Hz em ecrãs Full HD+, posicionando-o enquanto uma opção robusta para smartphones focados em desempenho e fluidez visual.

Entre as restantes especificações destacam-se o suporte para memória LPDDR5, câmaras até 200MP, gravação de vídeo em 2K, e ligações de última geração, incluindo 5G, Wi-Fi 6E (com velocidades até 2,9 Gbps) e Bluetooth 5.4. O chip também incorpora tecnologias como Variable Rate Shading (VRS) e Game Quick Touch, que promovem uma experiências de jogo otimizadas.

A Qualcomm ainda não revelou a data do primeiro equipamento a ser anunciado com o Snapdragon 6s Gen 4. No entanto, marcas como Xiaomi, OPPO e Motorola são apontadas como potenciais parceiras para estrear o novo processador.

Razer apresenta Raiju V3 Pro, novo comando sem fios para a PlayStation 5

O novo Razer Raiju V3 Pro aposta em maior precisão, latência reduzida e em materiais mais resistentes.

A Razer anunciou o Raiju V3 Pro, um novo comando sem fios licenciado para a PlayStation 5, concebido para jogadores exigentes e competitivos, que procuram uma experiência mais ajustável. O Raiju V3 Pro introduz analógicosTMR simétricos, gatilhos Pro HyperTriggers e botões traseiros substituíveis, aproveitando tecnologias já presentes noutros periféricos profissionais da marca.

Os analógicos TMR (Tensão Magnética Regulável) foram desenvolvidos para oferecer maior precisão e durabilidade, reduzindo o desgaste ao longo do tempo. Já os gatilhos Pro HyperTriggers podem alternar entre um modo de clique e disparo rápido e um controlo de mais prolongado e controlável, tudo configurável através do software Razer Synapse 4.

À semelhança de outros comandos avançados do género, inclui um a série de botões extras quatro botões traseiros e dois superiores remapeáveis, com atuação mecânica semelhante à dos ratos da marca. E os botões principais e o D-pad utilizam plástico PBT de dupla injeção, pensado para resistir à utilização intensiva e evitar o desgaste da superfície.

A ligação sem fios é feita através da tecnologia Razer HyperSpeed Wireless, que reduz o tempo de resposta e garante maior estabilidade, mas inclui ainda ligação USB-C, compatibilidade com a aplicação móvel da marca e memória interna para até quatro perfis personalizados. O comando é também acompanhado por uma bolsa rígida de transporte e um cabo USB-C destacável de dois metros, adequado para quem participa em torneios ou prefere jogar com ligação direta.

O Razer Raiju V3 Pro, também compatível com o PC, já está disponível por 209,99€, através do site oficial da Razer, nas lojas RazerStore e em revendedores autorizados.

Reebok apresenta o Smart Ring, o seu primeiro anel inteligente

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O novo modelo marca a entrada da Reebok na área dos dispositivos de monitorização de saúde.

A Reebok lançou o Smart Ring, o seu primeiro anel inteligente, concebido para recolher dados de saúde, bem-estar e desempenho físico através de um formato compacto.

O anel utiliza o One Score, um sistema que combina diferentes métricas, como a qualidade do sono, a variabilidade da frequência cardíaca, o nível de atividade e a temperatura corporal. Todos estes dados são sintetizados num valor diário, permitindo ao utilizador acompanhar o seu bem-estar de forma mais imediata. Como outras soluções semelhantes, esta abordagem pretende reduzir a dependência de interfaces visuais e detalhadas, priorizando a clareza e a facilidade de consulta.

Adicionalmente, a Reebok anunciou uma colaboração com a F45 Training, o que indica a intenção de integrar o Smart Ring num conjunto mais amplo de serviços relacionados com treino físico e monitorização contínua.

O dispositivo é construído em titânio e foi desenhado para uso prolongado, incluindo durante o sono ou sessões de exercício. Está disponível em nove tamanhos e três acabamentos, em preto mate, prateado mate e dourado polido, e inclui um kit de medição que permite determinar o tamanho correto. A autonomia varia entre cinco e sete dias, dependendo do tamanho e da intensidade de utilização, e o carregamento total demora cerca de duas horas, e conta com resistência à água até 5ATM, podendo ser utilizado durante o banho ou em atividades aquáticas ligeiras.

A gestão dos dados é feita através da aplicação Reebok Fitness, que requer subscrição anual. Esta aplicação centraliza a informação recolhida, oferecendo acesso a planos de treino e sugestões de rotina com base nos resultados registados e recebidos via Bluetooth 5.1. É ainda capaz de armazenar até uma semana de dados sem ligação ativa, o que permite o seu uso independente durante curtos períodos.

O Reebok Smart Ring já foi lançado nos Estados Unidos, por 249 dólares. No entanto, a marca não confirmou ainda a chegada do dispositivo ao mercado europeu.

Mudita Harmony 2 Review: Despertar com calma e harmonia

Com o seu design minimalista, ecrã E Ink suave e luz frontal confortável para os olhos, o Mudita Harmony 2 ajudou a otimizar a minha rotina de sono e bem-estar.

O smartphone faz parte das nossas vidas e, de certa forma, dependemos dele para quase tudo: seja para fazer chamadas, andar nas redes sociais, ouvir música e, muitas vezes, até para nos acordar de manhã, garantindo que chegamos a horas aos nossos compromissos. Mas quem é que nunca sentiu aquele desconforto quando o alarme toca, despertando-nos de forma abrupta e levando-nos a começar o dia de uma forma menos ideal?

A verdade é que precisamos de olhar para o nosso sono de uma nova forma, não apenas na hora de nos deitarmos, mas também na forma como nos levantamos todas as manhãs. Este é um hábito que acompanha as nossas vidas desde sempre, e faz sentido otimizá-lo ao máximo, para garantir que cada noite seja realmente tranquila e reparadora. E não se trata sequer de fazer mais ou complicar; pelo contrário, a solução está na simplicidade.

E simplicidade é o conceito que melhor se associa à marca Mudita. Depois de termos experimentado o seu telemóvel minimalista, o Mudika Kompakt, surgiu a oportunidade de explorar outro dos seus produtos cuidadosamente pensados: o Mudita Harmony 2. Este é um despertador mindful, criado para se alinhar com os nossos hábitos de descanso e higiene do sono, prometendo uma forma mais serena e consciente de começar cada dia.

Ao receber o Mudita Harmony 2 em casa, a primeira impressão foi imediata: um despertador de mesa com um design extremamente elegante, de formato redondo, com um ecrã também redondo na sua zona frontal.

Este despertador de pequenas dimensões (com uma altura de 102 mm, largura 100 mm e uma profundidade de 59mm) e um peso de apenas 230g está disponível em duas cores, Charcoal Black e Pebble Gray, sendo esta última a versão que me chegou às mãos. A versão em Pebble Gray acaba por ser num tom cinza suave e elegante, o que faz com que o despertador se enquadre facilmente em qualquer espaço. E não é só isso – apesar de haver algo no Mudita Harmony 2 que remete para os relógios vintage, consegue, ao mesmo tempo, mantém um ar moderno e minimalista. Isto é especialmente interessante, porque acaba por agradar a um público mais feminino e, no meu caso, gostei muito de como o pequeno Mudita Harmony 2 se enquadrou tão bem na decoração do quarto, onde não só cumpre a sua função como relógio, como também de peça decorativa.

Na parte traseira do Mudita Harmony 2 encontra-se a coluna de som e a entrada USB-C, que serve tanto para o carregamento como para a ligação ao Mudita Center. Já na base, um apoio garante a estabilidade do despertador, impedindo que deslize ou se mova, mantendo-o sempre firme no lugar.

Entretanto na parte superior do Mudita Harmony 2 encontramos o seu sistema de controlo, composto por três botões bem integrados no design minimalista do despertador. O destaque vai para o botão central, de maior dimensão, que tem uma dupla função: pode ser pressionado, mas também rodado, permitindo navegar facilmente pelos menus e opções. De cada lado desse botão principal estão outros dois botões mais pequenos, que servem de apoio para aceder rapidamente a diferentes funções. Um deles, que tem um símbolo do sol, serve para ligar (On) e para acender a luz suave do ecrã (com 2700K), permitindo ver as horas durante a noite sem necessidade de iluminação intensa que possa perturbar o descanso. Esta luz é uma luz quente e discreta, pensada para não cansar os olhos, nem interferir com a sensação de tranquilidade no quarto.

O outro botão tem o símbolo de uma seta e serve para desligar o relógio. Também serve, como o próprio símbolo indica, para regressar ao ecrã anterior ou para sair de um menu. A sua presença torna a navegação muito intuitiva, pois basta rodar o botão central para explorar as opções. E se for preciso recuar, este botão responde de imediato.

Tal como já referi, a navegação é tão simples que, apesar de o Mudita Harmony 2 trazer na caixa um manual de instruções juntamente com o cabo de carregamento, não senti necessidade de o consultar.

Quanto ao seu ecrã, o Mudita Harmony 2 vem equipado com um painel E Ink de 2.84” (600x480px), 270 DPI, e uma área ativa de 56.4 x 45.12 mm. Este tipo de tecnologia, com 16 níveis de cinzento, acaba por fazer toda a diferença durante a experiência de utilização. É, sem dúvida, uma das minhas partes favoritas do relógio, porque me permite consultá-lo a qualquer hora do dia sem causar fadiga visual. Depois de tantas horas exposta à luz azul do telemóvel ou do computador, é um verdadeiro alívio ter um ecrã pensado para o conforto ocular.

Outro ponto que me surpreendeu foi a possibilidade de personalização. No ecrã principal podemos escolher quais as informações que queremos ver e até onde queremos que elas apareçam, desde a data, ao nível de bateria ou outros detalhes úteis. Além disso, é possível ajustar a intensidade da luz frontal, o que permite adaptá-la tanto a um ambiente totalmente escuro, como a um espaço com mais iluminação.

Para que possa funcionar durante dias a fio, o Mudita Harmony 2 vem equipado com uma bateria de 2600 mAh, que se revela mais do que suficiente para garantir uma utilização prolongada sem preocupações constantes com carregamentos. No meu caso, a bateria teve uma autonomia de cerca de 40 dias, valor esse que está muito próximo daquilo que a própria Mudita promete (cerca de 45 dias). O processo de carregamento, que demora entre 3 a 5 horas, pode parecer um pouco longo à primeira vista, mas quando comparado com a duração impressionante da bateria, acaba por ser bastante razoável.

Já a coluna de som, tendo em conta o tipo de produto que é, é outro detalhe que me conquistou no Mudita Harmony 2. Temos aqui um speaker de apenas 3.5W, é verdade, mas a Mudita conseguiu transformar o que poderia ser apenas uma característica funcional numa verdadeira expressão de design. Os orifícios por onde o som é emitido foram pensados de forma criativa, desenhados para se assemelhar a sementes de girassol e ao formato da flor em si.

Aliás, fiquei genuinamente surpreendida quanto à qualidade do som: o som é cristalino, com uma nitidez impressionante e uma intensidade equilibrada para uma coluna de dimensões tão reduzidas. Seja para os sons de alarme, para o white noise ou para os sons da natureza, a experiência auditiva é envolvente e agradável, sem distorções ou tonalidades artificiais.

E para que tudo funcione devidamente, o Mudita Harmony 2 vem equipado com um MCU Arm Cortex-M7 a 600 MHz, que é como se fosse o “cérebro” do despertador. Este microcontrolador é bastante potente para este tipo de dispositivo, ajudando a garantir que o relógio responda de imediato, que os menus sejam fáceis de navegar e que o som saia sempre nítido e sem falhas.

O Mudita Harmony 2 utiliza o MuditaOS e, sempre que precisa de ser atualizado, o processo é simples e direto: basta ligá-lo ao computador através de um cabo USB-C e aceder ao software Mudita Center. É nessa plataforma que instalamos facilmente as atualizações de firmware, garantindo que o dispositivo continua estável, seguro e com acesso às novidades mais recentes da Mudita. A última atualização, por exemplo, foi lançada em fevereiro deste ano, mostrando que a marca se mantém atenta e empenhada em aperfeiçoar a experiência dos seus utilizadores.

Mas o Mudita Center não serve apenas para atualizações, uma vez que é também através desta aplicação que podemos transferir músicas ou sons personalizados para o despertador, expandindo ainda mais a experiência de utilização. Assim, cada utilizador pode adaptar o dispositivo ao seu gosto, seja para escolher uma melodia mais calma para acordar, sons da natureza para relaxar ou até mesmo áudios específicos para usar durante sessões de meditação ou estudo.

Configurar o Mudita Harmony foi muito rápido, pois bastou carregar no botão On e escolher a língua que queria, entre o Inglês, Francês, Espanhol, Alemão e Polaco. É pena ainda não ter ainda disponível o Português, e por isso acabei por escolher a segunda língua com a qual me sinto mais confortável, o Inglês. A partir daí, seguiu-se uma breve explicação de como usar os botões e outras funções que acumulam com as outras funções que já descrevi. Por exemplo, se carregar durante dois segundos no botão On, o relógio transforma-se num pequeno candeeiro. Outro exemplo é o botão principal, no qual podemos carregar quando queremos aceitar alguma função, funcionando no fundo como um OK. No fim da configuração bastou então acertar a data e hora para que, a partir daí, entrasse no menu do Mudita Harmony 2. Neste menu temos acesso a vários submenus, como alarm, power nap, relaxation, meditation, bedtime, focus timer e settings.

Integrar o Mudita Harmony 2 na minha rotina revelou-se surpreendentemente simples, sobretudo porque já tinha alguns hábitos pensados para preservar a higiene do sono. Entre eles, evito a exposição à luz azul ou a qualquer iluminação intensa pelo menos duas horas antes de me deitar. Com o Mudita Harmony 2, essa prática tornou-se ainda mais natural, já que o relógio oferece uma luz alaranjada, suave e pouco estimulante, perfeita para me ajudar a preparar para o descanso.

Mas o que mais me conquistou foi a possibilidade de definir não só a hora de despertar, mas também a hora de deitar. É possível programar o despertador para nos lembrar quando se aproxima o momento de desligar e começar a abrandar. Assim que recebo esse aviso começo em poucos minutos a minha rotina de relaxamento, que se transformou num ritual essencial para adormecer com mais calma e a ter um sono reparador.

Outra funcionalidade é a biblioteca de sons integrados, que integra 17 sons diferentes, desde opções relaxantes, até ao chamado white noise e sons da natureza, sendo estes últimos, sem dúvida, os meus favoritos. Estes sons não servem apenas para adormecer de forma mais tranquila, mas também para ajudar a transicionar de um sono profundo para um estado mais consciente, de forma muito mais suave, sobretudo graças ao facto de ser possível ajustar a a sua intensidade. Assim, logo pela manhã, não somos surpreendidos por um toque agressivo ou demasiado alto. Pelo contrário, o volume começa discreto, quase impercetível, e vai aumentando gradualmente, evitando um despertar brusco e desagradável. No entanto, para quem desejar, também é possível fazer upload de áudios próprios, que podem ser usados como toque personalizado.

Confesso que, no meu despertar, senti realmente diferença, até porque tenho ativo um pequeno pré-alarme 5 minutos antes do alarme principal, o que facilita ainda mais a transição para um estado de maior alerta.

Este pré-alarme é totalmente personalizável, permitindo ajustar a intensidade do som e da luz, bem como o intervalo de tempo em que toca antes do despertar definitivo. Existe também a possibilidade de configurar alarmes adicionais após o alarme principal, igualmente personalizáveis como o pré-alarme, mas raramente os utilizo, pois com o Mudita Harmony 2 quase nunca sinto necessidade de recorrer ao efeito Snooze. Já me aconteceu estar extremamente cansada e acordar apenas com o alarme principal no volume máximo e, mesmo assim, não me sentir tão sobressaltada como quando usava apenas o alarme do telemóvel, nem a necessidade de ter mais alarmes a tocar depois.

Apesar de ainda dormir com o telemóvel no quarto, a verdade é que, desde que comecei a usar o Mudita, deixei de sentir aquela tentação de o agarrar sempre que acordo a meio da noite para ver as horas. O Mudita tornou-se, nesse sentido, um aliado importante, porque me oferece exatamente o que preciso no momento, sem me arrastar para distrações desnecessárias ou ter uma luz demasiado agressiva para os meus olhos.

E acredito que, para quem conseguir dar esse passo, este despertador abra mesmo a possibilidade de dormir sem o telemóvel no quarto. Esse é o meu objetivo a longo prazo: criar um espaço de descanso livre de notificações, mensagens ou luzes artificiais, e apenas manter o essencial.

Na verdade, não utilizo o Mudita Harmony 2 apenas para programar os alarmes de dormir e acordar. Este dispositivo também se tornou uma boa ferramenta enquanto estou a meditar. Muitas vezes não tenho muito tempo disponível, e saber que posso definir um alarme no Mudita permite-me mergulhar nesse momento de calma sem a preocupação constante com o relógio ou com a possibilidade de me atrasar para os compromissos seguintes. E, tal como acontece ao despertar de um sono profundo, também durante a meditação não gosto de ser interrompida de forma brusca ou desconfortável. Em vez disso, o Mudita Harmony 2 oferece-me um som suave e nada intrusivo, que marca o fim da meditação, mas sem quebrar a serenidade do momento.

Para quem quiser, o timer de meditação do Mudita Harmony 2 pode ser usado para muito mais do que apenas meditar: serve igualmente para estudar, trabalhar ou organizar pausas ao longo do dia. Eu, por exemplo, gosto de aplicar o método Pomodoro, e sinto que com o Mudita consigo criar intervalos muito mais conscientes. Ao contrário do que aconteceria caso usasse o telemóvel, que me levava a perder tempo em redes sociais ou notificações, o Mudita permite desligar do trabalho de forma mais natural e entrar em modo pausa.

Mudita Harmony 2 - timer

Outra das coisas que mais valorizo no Mudita Harmony 2 é a preocupação da marca com a sustentabilidade. O relógio foi construído em ABS, um polímero termoplástico totalmente reciclável, o que mostra um cuidado em reduzir o impacto ambiental sem comprometer a qualidade. Apesar de ser um material robusto e resistente, surpreende pela sensação agradável e macia ao toque, transmitindo ao mesmo tempo durabilidade e conforto no manuseio.

Resumindo, o Mudita Harmony 2 ajudou a otimizar a minha rotina de sono e bem-estar. O seu design minimalista, o ecrã E Ink suave e a luz frontal de 2700K tornam-no confortável para os olhos, mesmo à noite. A biblioteca de sons, os alarmes personalizáveis e o pré-alarme permitem acordar de forma gradual e tranquila, evitando a luz azul do telemóvel. Além disso, o relógio é útil durante meditação, estudo ou trabalho, com timers ajustáveis que ajudam a manter foco e pausas conscientes. A bateria duradoura e as atualizações via Mudita Center completam uma experiência intuitiva, prática e serena. Afinal, quem não quer começar o dia bem disposto?

O preço a pagar pelo relógio – 199€ através do site oficial – pode não ser o mais atrativo, mas convém ter em conta que se trata de um produto que contribui para criar um ambiente livre de stress. E só isso pode fazer a diferença no bem estar no dia-a-dia…

Este dispositivo foi cedido para análise pela Mobvoi.

Canon atinge marco histórico com 170 milhões de objetivas produzidas

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O novo marco confirma a liderança da fabricante japonesa nas gamas RF e EF, reforçando o papel do sistema EOS na indústria fotográfica.

A Canon anunciou que, em outubro de 2025, atingiu a produção acumulada de 170 milhões de objetivas intermutáveis RF e EF para o sistema EOS, consolidando o recorde mundial do maior número de objetivas deste tipo fabricadas até à data.

A objetiva EF foi lançada em 1987, em conjunto com o sistema EOS, a primeira câmara reflex da marca com auto-foco. Desde então, a linha EF tem sido central na estratégia da Canon, integrando tecnologias como o Motor Ultrassónico (USM), a Estabilização de Imagem (IS) e o elemento Ótico Difrativo multicamada (DO), desenvolvidas e melhoradas ao longo de quase quatro décadas.

Em 2018, o estúdio apresentou a série RF, destinada ao sistema mirrorless EOS R, caracterizada por uma curta distância de foco, maior abertura e um sistema de comunicação de alta velocidade entre câmara e objetiva. Atualmente, as gamas RF e EF incluem 108 modelos, cobrindo distâncias focais entre 10 mm (ultra grande-angular) e 1200 mm (super teleobjetivas). A linha integra também a primeira objetiva VR do mundo, modelos com power zoom integrado e versões compatíveis com adaptadores power zoom, concebidas para captação de imagem estática e vídeo.

A produção das objetivas EF começou em 1987, na fábrica de Utsunomiya, no Japão. Desde então, tanto as EF como as RF ganharam uma base sólida de utilizadores, sustentando o crescimento continuado da produção. Atualmente, a Canon fabrica objetivas em cinco locais, Utsunomiya (Canon Inc.), Taiwan, Canon Opto (Malásia) Sdn. Bhd., Oita Canon Inc. e Miyazaki Canon Inc.

Entre os marcos mais relevantes, contam-se os 10 milhões de unidades produzidas em 1995, os 50 milhões em 2009 e os 100 milhões em 2014, tornando a Canon a primeira empresa a ultrapassar esse número. Em outubro de 2025, a marca alcançou as 170 milhões de unidades, sendo a RF 70-200mm F2.8 L IS USM Z a 170ª milionésima objetiva produzida.

A Canon mantém assim a liderança mundial no mercado de câmaras digitais com objetivas intermutáveis, posição que ocupa há 22 anos consecutivos, desde 2003.

Corsair anuncia novos SSDs portáteis EX400U SURVIVOR e EX300U

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Concebidos para resistirem a ambientes mais severos, os dois SSDs oferecem velocidades até 4.000 MB/s e chegam com design reforçado e ligação USB-C.

A Corsair anunciou dois novos SSDs portáteis, o EX400U SURVIVOR USB4 e o EX300U USB, destinados a quem precisa de armazenamento rápido e resistência para uma utilização fora do ambiente de secretária, ou condições mais adversas.

O EX400U SURVIVOR é o modelo mais avançado, conta com suporte USB4 e velocidades de leitura até 4.000 MB/s e escrita até 3.600 MB/s. O seu chassis em alumínio e borracha com certificação IP55 protege o equipamento contra impactos e salpicos, e o design foi pensado para resistir a transporte e utilização intensiva. Inclui compatibilidade com USB 3.2 Type-C e dispositivos iOS com essa ligação, para além de um cabo único que fornece energia e transferência de dados. Está disponível em versões de 1 TB a 4 TB e inclui o software Corsair SSD Toolbox para gestão e manutenção, com garantia de cinco anos.

corsair ex300u ssd
Corsair EX300U

Já o EX300U, mais compacto, utiliza USB 3.2 Gen 2 Type-C e atinge 1.100 MB/s em leitura e escrita. Está equipado com um anel magnético compatível com MagSafe, que permite fixação a iPhones ou superfícies metálicas, facilitando o armazenamento e transferência de dados durante gravações ou deslocações. Funciona com Windows, macOS, iPhone, iPad e Android, e tem garantia de três anos.

Ambos os SSDs já estão disponíveis através da loja oficial da Corsair e da rede global de distribuidores, a partir de 149,99€ pelo EX400U de 1TB e a partir de 109,99€ pelo EX300U de 1TB.

Corsair lança a nova caixa AIR 5400 com design de três câmaras e foco na refrigeração

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A nova caixa da Corsair separa CPU e GPU em zonas térmicas distintas, com painéis em vidro e ventoinhas de rotação inversa pré-instaladas.

A Corsair anunciou o lançamento da AIR 5400, uma caixa de formato mid-tower que introduz um design de três câmaras concebido para melhorar a refrigeração interna e reduzir o ruído. O modelo foi apresentado oficialmente a 21 de outubro e distingue-se pela separação física entre os principais componentes, com zonas de ventilação dedicadas ao processador e à placa gráfica.

A estrutura conta com duas condutas de ar no topo e na base do compartimento principal, desenhadas para manter um fluxo constante e independente. A zona inferior inclui três ventoinhas RS120-R ARGB ou LX120-R iCUE LINK RGB, consoante a versão, que enviam ar diretamente para a placa gráfica. O compartimento da CPU, por sua vez, está localizado na parte frontal e preparado para um sistema de refrigeração líquida de 360 mm, isolado do calor gerado pela GPU.

Com 430 mm de espaço para placas gráficas, o modelo permite a instalação de GPUs de grandes dimensões sem comprometer a circulação de ar. A terceira câmara, situada atrás da motherboard, aloja a fonte de alimentação, um disco de 3,5″ e duas unidades SSD de 2,5″, além de incluir o sistema RapidRoute 2.0, que facilita a gestão dos cabos com ancoragens ajustáveis e uma placa modular perfurada.

A AIR 5400 apresenta também painéis em vidro temperado envolventes, com dobradiças embutidas que permitem acesso rápido ao interior e uma vista panorâmica dos componentes. O painel superior integra três portas USB-C, uma ficha combinada para microfone e auscultadores e botão de energia. O modelo inclui ainda um braço de estabilização anti-afundamento para a GPU, parafusos de montagem rápida e um pano de microfibra para limpeza dos painéis.

A caixa surge em preto e branco, com as duas variantes a incluir ventoinhas pré-instaladas na base e compatibilidade com as motherboards de conectores invertidos da ASUS, MSI e Gigabyte. A versão iCUE LINK vem acompanhada de um hub de ligação que permite controlar até 24 dispositivos adicionais através de um único cabo.

A Corsair AIR 5400 já está disponível através da loja oficial da marca e da rede global de distribuidores autorizados, com garantia de dois anos, por 329,90€.

Leica M EV1 é a primeira câmara da série M com visor eletrónico integrado

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O novo modelo combina o design clássico da marca alemã com tecnologia digital e um visor de alta resolução.

A Leica apresentou oficialmente a nova M EV1, o primeiro modelo do sistema M a integrar um visor eletrónico. Produzida na Alemanha, a câmara foi concebida para responder à procura de fotógrafos que apreciam o estilo tradicional da marca e pretendem a comodidade de um visor digital de alta definição.

O visor eletrónico da M EV1 tem como função a mesma que encontramos noutras máquinas fotográficas. Com uma resolução de 5.76MP, o visor exibe informações como a velocidade do obturador, o valor ISO e a compensação de exposição, sem interferir na imagem principal, permite visualizar o que está a ser capturado, ajustando-se automaticamente à lente, como a distância focal e à abertura selecionada, e incluí ainda ajuste de dioptria entre -4 e +2, garantindo precisão e conforto a utilizadores com diferentes necessidades visuais.

Conta também com um sensor de proximidade, que alterna automaticamente entre o visor e o ecrã tátil traseiro, enquanto funções como o foco assistido e o zoom de precisão permitem um enquadramento mais rigoroso.

Leica M EV1
Leica M EV1

A Leica M EV1 baseia-se na arquitetura da Leica M11, utilizando um sensor CMOS BSI full-frame com captura em formato DNG ou JPEG, em resoluções de 60MP, 36MP ou 18MP. Suporta 64 GB de armazenamento interno, compatibilidade com cartões SD e ligação por Bluetooth, Wi-Fi e cabo USB-C. E tal como os modelos M11-P e M11-D, suporta as Credenciais de Conteúdo (Content Credentials), certificadas pela Iniciativa de Autenticidade de Conteúdo (CAI), que asseguram a assinatura digital das imagens para reforçar a autenticidade e a integridade do material captado.

A Leica M EV1 já está disponível nos pontos de venda habituais, com um preço recomendado de 8150€. A marca tem ainda, como acessório opcional, uma empunhadura em couro a condizer, por 405€.

Casio lança o G-Shock Nano DWN-5600, um anel inteligente inspirado no design clássico dos anos 80

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O novo anel reproduz o formato do histórico DW-5600 num corpo miniaturizado, mantendo funcionalidades completas.

A Casio apresentou o G-Shock Nano DWN-5600, um dispositivo que adapta o design do icónico relógio digital DW-5600 a um formato de anel. O novo modelo combina elementos de estilo dos anos 80 com tecnologia atual, preservando a estrutura visual e a funcionalidade que caracterizam a linha G-Shock.

O G-Shock Nano DWN-5600 é o primeiro produto da marca desenvolvido para ser usado no dedo em vez de no pulso, e a pesar das dimensões reduzidas, com cerca de um décimo do tamanho de um modelo tradicional, mantém o mesmo formato retangular e o mostrador LCD reconhecível. A Casio descreve o anel como uma réplica funcional do modelo original, disponível em três versões de cor, preto, vermelho e amarelo.

Apesar da dimensão compacta, o G-Shock Nano DWN-5600 mantém várias funções do modelo em que se baseia, como o visor digital que apresenta horas, minutos e segundos, fuso horário duplo, calendário automático e cronómetro. E inclui ainda retroiluminação LED com efeito de flash programável, acionada por um dos três botões funcionais.

O anel é resistente à água até 20 bar (200 metros) e conserva a mesma estrutura de proteção contra choques dos modelos G-Shock convencionais. Para alcançar esse nível de miniaturização, a Casio recorreu a uma tecnologia de montagem de alta densidade, integrando componentes eletrónicos compactos e uma bateria com autonomia estimada em dois anos. O módulo está protegido por uma caixa de resina reforçada com fibra de vidro, enquanto a luneta é fabricada em uretano.

A marca refere também o uso de resina de base biológica na caixa, luneta e pulseira, desenvolvida para reduzir o impacto ambiental do produto. A pulseira, ajustável entre 48 e 82 milímetros, permite adaptar o anel a diferentes tamanhos de dedo e a traseira inclui gravações e componentes metálicos em aço inoxidável, como os botões, a fivela e o fundo da caixa.

O lançamento começa no Japão, com um preço de 14.300 ienes. Em mercados europeus, incluindo Portugal, o valor de referência será de 99,90€, com envio incluído para membros registados no programa Casio ID. As encomendas internacionais deverão iniciar-se nas próximas semanas, sendo já possível registar interesse no site oficial da marca.

Continente do Bebé lança novas gamas de fraldas e cuidados dermatológicos

Novas fraldas e produtos para pele sensível marcam a expansão da linha Continente do Bebé, pensada para cada etapa do crescimento infantil.

O Continente do Bebé apresentou recentemente novas propostas destinadas a acompanhar os primeiros meses e anos de vida das crianças, com especial foco em produtos de higiene e cuidado dermatológico.

Entre as principais novidades destacam-se duas novas gamas de fraldas, desenvolvidas para momentos distintos do dia. As Fraldas Movimento foram concebidas para oferecer maior liberdade, integrando uma proteção anti-fugas de 360º e um ajuste elástico que garante conforto e mobilidade. Já as Fraldas Absorção destinam-se ao uso nocturno, assegurando até 12 horas de pele seca para um descanso prolongado. Ambas as opções são dermatologicamente testadas, incorporam tecnologia que previne fugas e estão disponíveis nos tamanhos T3 a T7, em embalagens normais e em packs poupança.

No segmento dos cuidados dermatológicos, o Continente do Bebé apresenta uma linha específica para pele atópica, desenvolvida para proteger a pele sensível dos mais pequenos. A gama inclui o Óleo Lavante, o Creme Hidratante e as Toalhitas, produzidas com um tecido suave e sem perfume. As fórmulas, hipoalergénicas e com ingredientes de origem natural, como o extrato de aveia, foram testadas sob controlo pediátrico e são indicadas desde o nascimento.

A marca amplia assim a sua oferta, procurando responder às diferentes etapas do crescimento infantil, desde os primeiros dias.

OpenAI anunciou o ChatGPT Atlas, o seu novo navegador inteligente

O novo ChatGPT Atlas já está disponível para os utilizadores do macOS.

A OpenAI apresentou oficialmente o ChatGPT Atlas, o seu novo navegador baseado em tecnologias de inteligência artificial, que promete oferecer novas formas de como os utilizadores interagem com a Internet. Este navegador elimina a necessidade de utilização das já tradicionais abas, de copiar e colar conteúdos ou de recorrer a várias aplicações, prometendo uma navegação orgânica de ações continuas e contextualizadas.

O ChatGPT Atlas incorpora o popular ChatGPT diretamente para dentro das páginas web, que analisa e compreende a informação e contexto do conteúdo acedido pelo utilizador. Permitindo a apresentação rápida de resumos, descrições e outras informações úteis, de forma mais imediata, sem necessidade de navegar pelas páginas em busca do que se procura.

Outo destaque é a memória do navegador, que permite ao ChatGPT reter e reativar informações de sessões anteriores, na qual o utilizador pode pedir ao agente para continuar uma busca passada com informações atualizadas. Estas memórias são totalmente opcionais e podem ser revistas, arquivadas ou eliminadas a qualquer momento, com controlo total sobre os dados pessoais.

Já o modo agente, permite que o ChatGPT atue automaticamente em contexto com a navegação, auxiliando na pesquisa, análise, automatização de tarefas ou até no agendamento de eventos diretamente a partir da página visitada. Esta funcionalidade encontra-se disponível em versão de teste para utilizadores ChatGPT Plus, Pro e Business.

O ChatGPT Atlas já pode ser descarregado no macOS por utilizadores e inclui planos Free, Plus, Pro e Go.

Remake de Halo é oficial e chega ao PC, Xbox e PlayStation em 2026

Após mais de duas décadas de rivalidade, Halo estreia-se finalmente na PlayStation.

A Xbox Game Studios e a Halo Studios anunciaram finalmente Halo: Campaign Evolved, um remake completo da campanha original de Halo: Combat Evolved, com lançamento marcado para 2026 na Xbox Series X|S e no PC através da Steam e da Microsoft Store e, talvez mais histórico, na PlayStation 5, marcando a estreia da série na plataforma rival da Microsoft.

Halo: Campaign Evolved apresenta-se como uma apresentada uma recriação fiel e modernizada da campanha original, com recurso ao motor de jogo Unreal Engine 5, como a Halo Studios – antiga 343 Industrieshavia já mencionado em 2024, que irá servir também de base de futuros projetos.

Com a promessa de manter intacta a narrativa do jogo original, Halo: Campaign Evolved irá contar com cinemáticas recriadas, níveis melhorados, otimizações na inteligência artificial dos inimigos e até uma jogabilidade modernizada com novas mecânicas, entre as quais se destaca a capacidade de correr, algo que foi implementado na saga nas suas sequelas.

Ao estilo de outros remakes modernos Halo: Campaign Evolved contará com algumas surpresas, destacando-se a inclusão de novos níveis que servirão de prequela ao jogo original e de novas armas. Na apresentação oficial do jogo, também foi confirmado que o elenco de vozes regravou o seu trabalho, aludindo assim a uma versão do jogo que poderá ser maior e mais expandida do que os fãs esperam.

Como no nome propõe, Halo: Campaign Evolved é composto apenas pela campanha do jogo, não incluindo a vertente multijogador. No entanto contará com modos cooperativos a dois, com ecrã dividido, e até quatro jogadores online, com capacidades de crossplay, permitindo, por exemplo, que jogadores da Xbox joguem Halo com jogadores da PlayStation 5.

Ainda sem data de lançamento fechada, Halo: Campaign Evolved será então lançado em 2026 na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, com suporte para Xbox Cloud Gaming e Play Anywhere, e estará disponível no Game Pass Ultimate e no PC Game Pass logo no dia de lançamento.

Governo vai investir na requalificação da EN2 e nas populações do interior

A EN2, com 80 anos, vai receber novas intervenções e melhorias após o roteiro do ministro Miguel Pinto Luz, que percorreu os 738 km da estrada nacional.

Durante quatro dias, o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, percorreu a Estrada Nacional 2 (EN2), de Chaves a Faro, num total de 738 quilómetros, para ouvir os 35 autarcas dos concelhos atravessados por esta via. O périplo, inserido na iniciativa Ver para Fazer, permitiu traçar um retrato detalhado das necessidades do território e definir um conjunto de medidas destinadas a melhorar as condições da estrada e das populações que dela dependem.

O ministro sublinhou que o objetivo vai além da ligação física entre o norte e o sul do país. “Não basta ligar estradas. Temos de ligar vidas, oportunidades e igualdade de acesso à educação, à saúde e à habitação. Só assim o país se reencontra consigo próprio”, afirmou no final da viagem. Acrescentou ainda que a ambição do Governo é garantir que todos os portugueses tenham acesso às mesmas oportunidades, independentemente do local onde vivem, defendendo o princípio da coesão e da justiça territorial.

Durante a viagem, Miguel Pinto Luz recolheu propostas e preocupações dos autarcas, abrangendo não apenas as áreas sob tutela das Infraestruturas e da Habitação, mas também temas ligados à Juventude, à Saúde e à Educação. O roteiro culminou em Faro, onde foi inaugurada a rotunda EN2, no âmbito das comemorações dos 80 anos da estrada.

Entre as decisões já anunciadas, o Governo mandatou a Infraestruturas de Portugal para realizar um levantamento técnico aprofundado das necessidades da EN2. O objetivo é melhorar a segurança do traçado, requalificar marcos e bermas, criar áreas de descanso para autocaravanas e motociclistas e reforçar a sinalização turística que valorize a oferta cultural e gastronómica dos concelhos. Estão também previstos novos marcos de maior dimensão nos quilómetros 0 e 738, em Chaves e Faro, respetivamente.

Está igualmente prevista a requalificação de um troço de 43 quilómetros entre os distritos de Santarém e Portalegre, atravessando Abrantes, Ponte de Sor e Avis, cujo estado de conservação é considerado insatisfatório. A obra terá um preço base de 10 milhões de euros e será lançada por concurso público internacional. Outra intervenção será realizada ao quilómetro 710, em São Brás de Alportel, para reparar o abatimento do pavimento provocado por fenómenos geotécnicos resultantes das intempéries do último inverno.

As autarquias levantaram ainda diversas preocupações, nomeadamente a desclassificação de troços urbanos da EN2 para facilitar a requalificação em articulação com a IP, a definição do traçado do IP3 em perfil de autoestrada entre Coimbra e Mortágua e a construção de um acesso entre a A2 e o futuro heliporto de emergência de Vila de Rei. Foram igualmente destacadas necessidades de novas ligações rodoviárias e variantes que melhorem a acessibilidade e reduzam o isolamento, assim como a requalificação do IC9 na região do Médio Tejo, já contemplada na Resolução do Conselho de Ministros n.º 69/2025.

Outras propostas incluíram a expansão da ferrovia, a modernização das estações, a requalificação da Barragem do Lapão e o reforço da oferta de habitação pública.

Já se sabe quando é revelado o cartaz do Primavera Sound Porto 2026

E atenção: o preço do passe geral do Primavera Sound Porto 2026 vai subir de preço.

Foi em setembro que ficámos a conhecer o cartaz do Primavera Sound Barcelona 2026, com nomes que agradam a muitos. The CureDoja CatThe xxGorillazMassive AttackAddison RaeMy Bloody ValentinePinkPantheressSkrillexPeggy GouLola YoungMac DeMarcoBad GyalLittle SimzBig ThiefWet Leg, entre tantos outros, estarão aqui ao lado, no país vizinho. Mas e quanto ao Primavera Sound Porto?

Ora, não teremos que esperar muito mais. Ficámos hoje a saber que o lineup da edição do próximo ano será revelado na próxima terça-feira, dia 28 de outubro. Quanto a nomes, é altamente provável que a edição portuense do Primavera Sound confirme as atuações de The xx, Gorillaz e my bloody valentine, entre muitos outros. Já se sabe, no entanto, que os The Cure são carta fora do baralho, uma vez que serão cabeças de cartaz do North Festival 2026. Também Doja Cat estará de fora, uma vez que atuará em nome próprio na MEO Arena em 2026.

Como sempre, há também um detalhe a ter em conta: os passes gerais vão aumentar de preço. Atualmente custam 160€, e esse preço é válido até às 23h59 de 27 de outubro, mas, após essa data, o valor sobe para 180€.

Taberna Londrina lança as primeiras batatas fritas com sabor a molho de Francesinha

As Londrinas da Taberna Londrina recriam o sabor do famoso molho de Francesinha em formato de batata frita. Ficam disponíveis em novembro.

A Taberna Londrina prepara-se para apresentar uma novidade inédita no panorama gastronómico português: as primeiras batatas fritas de pacote com sabor a molho de Francesinha. O produto, denominado Londrinas, surge como uma extensão natural da identidade da marca, reconhecida pela sua ligação à cozinha tradicional e pela capacidade de reinterpretar sabores clássicos com um toque contemporâneo.

As Londrinas resultam de um processo de desenvolvimento integralmente baseado na receita original do icónico molho da Francesinha, elemento que confere autenticidade e assegura uma experiência gustativa próxima da versão servida nos restaurantes da marca. O objetivo, segundo a Taberna Londrina, foi criar um snack que traduzisse a essência do prato portuense, mas num formato prático e acessível.

O lançamento oficial está marcado para 10 de novembro. Numa fase inicial, as Londrinas estarão disponíveis exclusivamente nos balcões dos espaços Taberna Londrina, reforçando o caráter distintivo do produto.

Wells inaugura nova loja em Leiria com oferta integrada de beleza, saúde e ótica

A Wells inaugurou no LeiriaShopping um espaço de 400 m² que reúne saúde, beleza e ótica, incluindo marcas internacionais e serviços personalizados.

A Wells inaugurou uma nova loja em Leiria, no LeiriaShopping, apresentando um conceito que combina beleza, bem-estar, saúde, dermocosmética e ótica num único espaço. Com uma área de cerca de 400 m2, este é o primeiro estabelecimento da marca na cidade com esta oferta integrada, reunindo num só local serviços e produtos que anteriormente se encontravam distribuídos por diferentes pontos do centro comercial.

A loja disponibiliza uma seleção de mais de 200 marcas nacionais e internacionais nas áreas de perfumaria, beleza e cosmética, incluindo nomes como Dr. Jart+, Lancôme, Clinique, Clarins, Carolina Herrera, Rabanne, Prada, Yves Saint Laurent, Kérastase, Aura e Freshly Cosmetics. O espaço aposta também nas tendências de beleza asiática, com destaque para a K-Beauty, através de marcas como Medicube, Anua e Beauty of Joseon.

Entre as novidades, destacam-se áreas exclusivas como o Makeup Bar e o Mask Bar, onde é possível receber aconselhamento especializado em maquilhagem e cuidados de pele, bem como o WOW Market, uma zona com produtos de beleza e bem-estar disponíveis a partir de 1€.

A secção de ótica foi totalmente renovada e apresenta uma oferta alargada de marcas e serviços. Além de referências como Versace, Tom Ford, Persol, Meller e O’Neill, o espaço introduz marcas de estilo contemporâneo como Mr. Boho, Florence by Mills e WOOW, conhecidas pelo design criativo e irreverente. A coleção inclui ainda novidades exclusivas, como Salsa Jeans e Haro. Os clientes podem realizar consultas gratuitas de optometria e contactologia e aceder a soluções rápidas, com óculos monofocais a partir de 69€, prontos em apenas uma hora, e progressivos desde 139€, concluídos em três horas.

A oferta de serviços estende-se também às áreas de nutrição e audiologia. No primeiro caso, estão disponíveis consultas personalizadas e acompanhamento técnico adaptado às necessidades de cada cliente. Já na audiologia, é possível realizar rastreios auditivos gratuitos, com resultados imediatos em três minutos, e experimentar diferentes modelos de aparelhos auditivos num ambiente confortável.

A loja dispõe ainda de uma zona de self check-out, que proporciona uma experiência de compra mais autónoma e fluida, permitindo que cada visitante explore o espaço ao seu próprio ritmo.