O novo jogo da Embark Studios superou os 100 milhões de dólares em receitas na primeira semana.
O ARC Raiders confirmou aquilo que já se esperava depois dos testes públicos de outubro. O novo shooter de extração da Embark Studios está a ser um enorme sucesso e já vendeu mais de 2,5 milhões de cópias desde o lançamento a 30 de outubro, tendo gerado receitas superiores a 100 milhões de dólares na primeira semana.
De acordo com os dados da Alinea Analytics, a maioria dos jogadores encontra-se no PC, onde o jogo já atingiu um pico de mais de 354 mil utilizadores em simultâneo na Steam (dados da plataformaSteamDB) onde mantém uma avaliação global “Muito Positiva”. No que toca a vendas, no PC somam-se 1,7 milhões de unidades (69,2%) a versão para PlayStation 5 representa cerca de 400 mil unidades (17,3%), enquanto a Xbox Series X|S soma perto de 300 mil (13,5%).
Estes números colocam ARC Raiders entre os maiores lançamentos do ano, um feito impressionante, considerando a concorrência no campo dos jogos multijogador de tiros nesta época do ano, como Battlefield 6, lançado há um mês e que recebeu um spin-off de battle-royale gratuito, RedSec, e também a chegada de Call of Duty: Black Ops 7, com lançamento marcado para a semana no PC e consolas. Tudo experiências que, apesar de diferentes, apelam uma fatia de jogadores semelhantes que terão que dividir o seu tempo.
Em ARC Raiders, os jogadores exploram uma Terra futurista devastada, enfrentando máquinas hostis e outros jogadores, em missões onde o objetivo é extrair recursos e escapar com vida. Esta experiência mistura ação cooperativa e competitiva, com uma abordagem considerada, por muitos, como uma das mais acessível ao género de extração, com progressão gradual e missões que encorajam a colaboração entre equipas.
Inicialmente, ARC Raiders estava previsto como um jogo gratuito, mas durante o seu desenvolvimento a Embark Studios decidiu alterar o modelo para pago. Em consequência disso, sofreu alguns adiamentos que agora acabaram por se justificar, com um jogo sólido, polido e a um preço relativamente baixo, a partir de 39,99€. Apesar disso, a sua natureza viva, significa que o jogo vai crescer estando previstas atualizações com novas zonas de incursão, mapas e inimigos, até ao final do ano.
ARC Raiders pode ser jogado no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e também na cloud através do GeForce NOW.
Após dezenas de anos com Star Wars, o Grupo LEGO parte para novos mundos com o primeiro set LEGO Star Trek.
O Grupo LEGO anunciou o LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D, o primeiro set baseado na popular série de ficção científica criada por Gene Roddenberry. Esta estreia em LEGO, foi desenvolvida em parceria com a Paramount Products & Experiences, sendo composto por 3600 peças para recriar a nave da Starfleet com muito detalhe.
O corpo da nave tem o seu disco de comando destacável, o casco secundário e propulsores warp com elementos em vermelho e azul. Conta ainda com hangar funcional, dois mini shuttlepods e um suporte de exposição angular com placa informativa. O set tem 27 centímetros de altura, 60 de comprimento e 48 de largura, sendo destinado a construtores adultos a partir dos 18 anos.
LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
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LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
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LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D
Entre as minifiguras incluídas estão Jean-Luc Picard, William Riker, Worf, Data, Beverly Crusher, Geordi La Forge, Deanna Troi, Guinan e Wesley Crusher, todas acompanhadas por acessórios temáticos como phaser, tricorder, trombone, PADD e até o gato Spot.
O LEGO Icons Star Trek: U.S.S. Enterprise NCC-1701-D (10356) será lançado a 28 de novembro de 2025, nas lojas LEGO e em LEGO.com/Star-Trek, com preço recomendado de 379,99€. Durante o período entre 28 de novembro e 1 de dezembro, os compradores receberão o LEGO Icons Star Trek: Type-15 Shuttlepod como oferta, limitada ao stock existente.
Depois de apontar para o inicio de 2026, Marvel 1943: Rise of Hydra poderá ficar mais distante.
Marvel 1943: Rise of Hydra poderá ser um dos últimos jogos de altas produções desta geração de consolas, uma vez que voltou a ser adiado. O novo jogo da Marvel, que promete colocar Captain America e Black Panther numa aliança delicada para combater o fascismo e a Hydra durante a Segunda Guerra mundial, já não vai chegar ao PC e consolas no início de 2026, como havia sido marcado maio. Já na altura, a Skydance Games pedia desculpa aos fãs informando-os que o jogo não sairia este ano, em 2025.
Marvel 1943: Rise of Hydra aponta agora “para depois do início de 2026”, de acordo com a mensagem mais recente partilhada pela equipa de Amy Hennig, algo que não dá muita confiança e certeza para um lançamento definitivo em 2026. Pode assim sair no final de 2026, como no início de 2027, ou depois.
Na mensagem, a Skydance Games agradece à paixão da comunidade e justifica este ajuste na agenda para assegurar um nível de qualidade à altura das expectativas de todos, prometendo também uma experiência inesquecível e de elevada qualidade.
“Na Skydance Games, o nosso objetivo é criar jogos inesquecíveis e de elevada qualidade que respeitem as personagens e os universos com que temos o privilégio de trabalhar. Marvel 1943: Rise of Hydra é um projeto ambicioso, e estamos empenhados em garantir que cumpre o nível de qualidade que a nossa equipa, os jogadores e os fãs esperam.
Para concretizar plenamente a nossa visão para Marvel 1943: Rise of Hydra, decidimos adiar o lançamento para depois do início de 2026.
Agradecemos a paixão e o apoio da comunidade e dos jogadores em todo o mundo. A equipa está a trabalhar arduamente para criar algo verdadeiramente especial, e esperamos poder partilhar mais novidades à medida que o desenvolvimento progride.
Skydance Games”
Marvel 1943: Rise of Hydra foi formalmente anunciado durante a GDC 2024, onde pudemos assistir a parte do jogo em tempo real no Unreal Engine 5, com incríveis cinemáticas dignas de um filme. E apesar deste deslize mais próximo da próxima geração de consolas, Marvel 1943: Rise of Hydra continua a ser desenvolvido com o PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S em mente.
O recente despedimento de trabalhadores na Rockstar Games, pode estar na origem do novo atraso de Grand Theft Auto VI.
Grand Theft Auto VI tem uma nova data de lançamento. Depois de um adiamento de 2025 para 26 de maio de 2026, aquele que é considerado um dos jogos mais antecipados da geração, sofreu um deslize para o dia 19 de novembro de 2026.
O anúncio da nova data surge após a publicação do relatório financeiro mais recente da Take Two, a editora do jogo, juntamente com um comunicado da equipa da Rockstar Games, onde a produtora justifica o atraso com o desejo de terminar e polir o jogo ao nível desejado pelos jogadores.
“Olá a todos,
Grand Theft Auto VI será agora lançado na quinta-feira, 19 de novembro de 2026.
Lamentamos termos que acrescentar mais tempo a uma espera que sabemos já ser longa, mas estes meses adicionais permitirão concluir o jogo com o nível de qualidade que esperam e merecem.
Agradecemos novamente a vossa paciência e apoio. Apesar da espera ser um pouco mais longa, estamos extremamente entusiasmados para que os jogadores possam explorar o vasto estado de Leonida e regressar a Vice City dos dias de hoje.
Com os melhores cumprimentos, Rockstar Games”
O timing deste atraso surge numa altura delicada para a Rockstar Games, que se tornou alvo de críticas após o despedimento de 30 a 40 trabalhadores pertencentes ao Sindicato de Trabalhadores Independentes da Grã-Bretanha (IWGB). A produtora alega “má conduta” e que teriam sido “partilhadas informações confidenciais num fórum público”, referindo-se a um grupo privado no Discord para membros do sindicato. Já o sindicato, refuta essas ocorrências e critica a Rockstar de tentar impedir que os seus trabalhadores tenham qualquer representação e proteção.
Após a notícia do atraso do jogo, um empregado da Rockstar partilhou nos fóruns de GTA, em grande detalhe, este episódio, alegando que para além da justificação da Rockstar, esta recusa-se a dar mais explicações. Entre o grupo de 34 trabalhadores despedidos encontrar-se-ão artistas sénior, animadores, QA tersters, programadores e produtores, com vários anos de casa.
Especula-se assim, que lançamento para maio de Grand Theft Auto VI possa também ter sido condicionado pelo despedimento deste grupo de trabalhadores, algo que ficará mais claro em breve.
Grand Theft Auto VI foi anunciado originalmente para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, no final de 2023.
A Quinta do Sampayo celebra o Dia Nacional do Enoturismo com o lançamento de um roteiro que convida a descobrir a poda da vinha e o seu papel no ciclo do vinho.
A Quinta do Sampayo assinala o Dia Nacional do Enoturismo com o lançamento de uma proposta inédita em Portugal: o roteiro Poda & Prova. A iniciativa, disponível a partir de dezembro, transforma o momento da poda numa experiência de descoberta que alia tradição, aprendizagem e partilha.
O novo programa convida os visitantes a acompanhar de perto a fase considerada essencial no ciclo da vinha, revelando um lado pouco conhecido deste processo agrícola. Ao longo de cerca de duas horas, os participantes são guiados pelos campos, onde observam e participam nos rituais da poda, aprendem sobre a influência da lua neste trabalho ancestral e percebem de que forma a Quinta do Sampayo integra práticas de agricultura regenerativa no seu quotidiano.
Segundo Ana Macedo, responsável pela propriedade, o objetivo é proporcionar uma imersão autêntica na vida da quinta. A visita termina com uma prova comentada de vinhos, acompanhada por produtos regionais, num momento que celebra a ligação entre a vinha, o vinho e a mesa. O programa, aberto a todos os curiosos e apreciadores, pretende ser uma forma descontraída e participativa de compreender o ciclo do vinho e o respeito pela terra que o origina.
Com o Poda & Prova, disponível até fevereiro, a Quinta do Sampayo reforça a sua aposta num enoturismo mais consciente e fiel às origens. Localizada em Vale da Pinta, no concelho do Cartaxo, a propriedade distingue-se por promover experiências que convidam a abrandar o ritmo e a redescobrir a natureza. Entre as várias propostas incluem-se atividades criativas como pintar com vinho tinto, sob orientação do artista Massimo Esposito, participar nas vindimas ou cozinhar com um chef em ambiente informal e partilhado.
As reservas para o roteiro Poda & Prova já podem ser efetuadas através da página oficial da Quinta do Sampayo, com um preço de 30€ por participante.
O novo serviço SIXT+ permite conduzir um automóvel com mensalidade fixa, sem entrada inicial nem contratos prolongados.
A SIXT Portugal lançou recentemente o SIXT+, um novo modelo de subscrição automóvel que propõe uma alternativa simples e flexível à compra ou ao leasing tradicionais. Este serviço permite conduzir um automóvel sem entrada inicial, sem contratos prolongados e com custos totalmente previsíveis.
Com o SIXT+, qualquer condutor particular pode escolher o veículo pretendido, definir o período de utilização e pagar uma mensalidade fixa que inclui seguro, manutenção, assistência em viagem 24 horas, substituição de pneus, Via Verde, condutor adicional, imposto de circulação e inspeção periódica obrigatória.
Ao contrário dos contratos de leasing convencionais, que implicam prazos extensos e custos variáveis, o SIXT+ distingue-se pela sua agilidade e adaptabilidade. O cliente pode cancelar, suspender ou trocar de automóvel após apenas trinta dias, sem qualquer penalização.
O serviço é também personalizável. O utilizador pode escolher diferentes pacotes de quilometragem, níveis de proteção e opções adicionais, de acordo com o seu estilo de vida e necessidades de utilização. O plano base inclui 3.500 quilómetros mensais, com possibilidade de adicionar pacotes suplementares.
A oferta abrange diversos segmentos e motorizações, com mensalidades a partir de 566,31€.
O novo Museu PortoCartoon abriu no Palácio das Artes e celebra o humor gráfico como forma de arte e reflexão, reunindo obras de artistas de todo o mundo.
O Porto acaba de ganhar um novo espaço dedicado ao humor e à arte, reafirmando a cidade como palco de criação e reflexão cultural. O Museu PortoCartoon abriu portas no Palácio das Artes, edifício classificado como Património Urbanístico da UNESCO, e propõe-se celebrar o humor gráfico e a caricatura como expressões universais de pensamento e crítica social.
O novo museu resulta de uma colaboração entre a Torre dos Clérigos, o Museu Nacional da Imprensa e o PortoCartoon, reunindo três instituições que marcam a identidade cultural portuense. A iniciativa nasce do espírito do PortoCartoon World Festival, transportando o legado deste evento internacional para um espaço museológico contemporâneo, concebido para ser interactivo, acessível e aberto ao diálogo entre arte e público.
O acervo reúne obras de artistas de todo o mundo, explorando o humor como forma de questionar, interpretar e comentar a realidade. As exposições temporárias e permanentes propõem uma leitura crítica dos temas que marcam o nosso tempo – do ambiente à política, passando pelas relações humanas – sempre com o olhar irónico e lúcido que caracteriza a caricatura.
Mais do que um espaço de exibição, o Museu PortoCartoon assume-se como um centro de pensamento e preservação da arte do riso inteligente. Através da sua programação, procura consolidar o Porto como uma das capitais mundiais do humor gráfico e da caricatura, reforçando o papel da cidade no panorama internacional da cultura visual.
Os bilhetes estão disponíveis online e na bilheteira do museu, com preços de 3€ para crianças, 4€ para maiores de 65 anos e 5€ para adultos.
É a primeira vez que os Dogstar atuarão em Portugal. O grupo liderado por Bret Domrose e com Keanu Reeves promete uma atuação memorável.
Os Dogstar são a mais recente confirmação para o cartaz do NOS Alive 2026. A banda, composta por Bret Domrose (voz e guitarra), Robert Mailhouse (bateria) e Keanu Reeves (baixo), sobe ao Palco Heineken a 9 de julho, marcando a sua estreia em território português.
Formados em 1991, na Califórnia, os Dogstar nasceram da amizade e da paixão pela música entre três amigos que começaram a tocar juntos numa garagem. O som cru e autêntico do grupo rapidamente conquistou uma base sólida de fãs, atraídos pela sinceridade e pela intensidade emocional das suas composições.
Após mais de duas décadas afastados dos palcos, o trio regressou em 2023 com o álbum Somewhere Between the Power Lines and Palm Trees, editado pela sua própria editora, Dillon Street Records, e distribuído pela ADA. O disco reflete o espírito californiano da banda e assinala uma nova fase na sua trajetória, com uma sonoridade mais madura, mas ainda marcada pela energia e pela identidade que sempre os distinguiu.
Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.
A VitalAire abriu um novo EspaçoVital em Torres Novas, reforçando o apoio a pessoas com doenças respiratórias crónicas.
A VitalAire reforçou a sua presença nacional com a abertura de um novo EspaçoVital em Torres Novas, consolidando a rede de proximidade da empresa dedicada ao acompanhamento de pessoas com doenças respiratórias crónicas. A inauguração coincide com o 40.º aniversário da marca em Portugal, sublinhando a aposta numa estratégia de expansão que privilegia a ligação direta às comunidades e às unidades de saúde locais.
Localizado na Avenida Dr. Sá Carneiro, junto ao Hospital Rainha Santa Isabel, o novo espaço foi concebido para oferecer um serviço de apoio gratuito e especializado a utentes e cuidadores. O atendimento é assegurado por uma equipa de profissionais de saúde com experiência em patologias respiratórias, garantindo acompanhamento clínico e técnico adaptado às necessidades de cada paciente.
O EspaçoVital de Torres Novas integra também o programa Sessões Educativas PacienteVitalAire, uma iniciativa que procura envolver ativamente os utentes na gestão das suas terapias. Estas sessões destinam-se a esclarecer dúvidas e a reforçar o papel do paciente na manutenção do tratamento, incentivando uma maior autonomia e adesão às recomendações médicas.
Com esta abertura, a VitalAire passa a contar com sete EspaçoVital em funcionamento em todo o país, juntando Torres Novas aos já existentes no Porto, Viseu, Santarém, Évora, Almada e Ponta Delgada. Estes centros funcionam como pontos de apoio complementar aos cuidados domiciliários, com equipas que asseguram o acompanhamento de pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) e outras patologias semelhantes. Além da assistência técnica e clínica, o espaço promove formação sobre a utilização correta dos equipamentos e interfaces prescritos, contribuindo para a eficácia das terapias respiratórias.
No ecossistema vibrante do TikTok, onde a criatividade e a autenticidade reinam, muitos criadores de conteúdo de tecnologia e jogos enfrentam o desafio de fazer crescer a sua audiência de forma genuína. A pressão por resultados rápidos leva alguns a considerar atalhos como comprar seguidores TikTok, mas o verdadeiro sucesso na plataforma reside em construir uma comunidade envolvida através de conteúdo com valor. Para criadores do nicho tecnológico, isso significa traduzir a complexidade dos jogos e das inovações em narrativas que toquem o coração dos espectadores. A plataforma transformou-se num palco global onde a paixão pela tecnologia encontra a sua expressão mais pura, e onde cada criador tem a oportunidade de mostrar a sua visão única sobre o universo digital.
1. A ciência por trás da conexão humana
No mundo dos jogos e da tecnologia, a verdadeira magia acontece quando conseguimos transformar especificações técnicas em experiências emocionais. Um unboxing de um periférico torna-se numa cerimónia de revelação, uma análise de desempenho vira uma jornada de descobertas, e um gameplay transforma-se numa narrativa épica partilhada. Esta alquimia entre o técnico e o emocional é o que separa conteúdos meramente informativos daqueles que realmente tocam o público.
A arte de contar histórias através dos jogos exige compreender que, por trás de cada ecrã, há uma pessoa que procura não apenas informação, mas identificação. Quando partilham aquela vitória inesperada no modo competitivo ou a descoberta de um easter egg escondido, estão a construir pontes entre o técnico e o emocional, entre bits e bytes e sorrisos genuínos. Esta capacidade de humanizar a tecnologia é talvez a habilidade mais valiosa para qualquer criador de conteúdo neste nicho tão específico.
2. A alquimia do conteúdo viral
Criar para o TikTok é como dominar uma nova linguagem – onde cada funcionalidade da plataforma se torna numa ferramenta para expressar a vossa paixão por jogos e tecnologia. Os efeitos sonoros transformam-se em bandas sonoras para as vossas gameplays, os recursos visuais em cenários para as tuas análises, e as tendências em oportunidades para mostrares a vossa visão única sobre o universo gamer. Esta sinergia entre forma e conteúdo é essencial para quem procura não apenas visualizações, mas impacto genuíno.
A genialidade está em pegar numa mecânica complexa de jogo e simplificá-la num formato de 15 segundos que até o teu primo mais novo entenderia. Ou em transformar uma review de hardware numa série cinematográfica onde cada episódio deixa o espectador ansioso pelo próximo capítulo. Esta capacidade de tornar o complexo acessível, sem perder profundidade, é o que define os criadores que realmente compreendem a alma do TikTok.
3. A arquitetura de comunidades duradouras
Construir uma base de seguidores no TikTok é como plantar uma floresta – requer paciência, cuidado constante e a compreensão de que cada interação é uma semente que pode germinar. Responder a comentários não é apenas uma obrigação, é uma oportunidade para aprofundar discussões sobre estratégias de jogo, partilhar dicas secretas ou simplesmente celebrar em conjunto aquela jogada épica. Este cuidado com o relacionamento transforma espectadores passivos em membros ativos da tua comunidade.
As colaborações entre criadores tornam-se sessões cooperativas onde diferentes habilidades se complementam, enquanto o conteúdo gerado pelos próprios fãs transforma-se em mods que enriquecem o ecossistema da comunidade. Esta abordagem colaborativa cria um sentimento de pertença que vai muito além do consumo passivo de conteúdo, estabelecendo as bases para um crescimento orgânico e sustentável.
4. A jornada do criador no ecossistema digital
O caminho para construir uma presença significativa no TikTok é uma maratona, não um sprint. Requer consistência na qualidade, autenticidade na abordagem e paciência para ver os frutos do trabalho crescerem naturalmente. Para criadores de tecnologia e jogos, isso significa manter-se fiel à sua paixão enquanto adaptam a sua expressão criativa às possibilidades únicas que a plataforma oferece.
A evolução constante do TikTok traz sempre novas oportunidades para inovar e conectar. Desde os recursos de áudio que podem transformar uma análise técnica numa experiência imersiva, até aos efeitos visuais que podem elevar um gameplay comum a uma obra de arte digital, a plataforma continua a fornecer novas ferramentas para os criadores expressarem a sua visão única sobre o mundo da tecnologia.
A MultiOpticas reabriu a loja no Campera Outlet Shopping, agora mais ampla, moderna e com localização de maior destaque no centro.
A MultiOpticas reabriu as portas no Campera Outlet Shopping com um espaço completamente renovado, mais amplo e localizado numa zona de maior destaque do centro. A nova loja, que ocupa agora 150 m2 – um aumento significativo face aos 94 m2 do anterior espaço – reflete a aposta da marca num conceito mais moderno, funcional e orientado para o conforto visual de quem a visita.
O novo ambiente foi concebido para proporcionar uma experiência de compra fluida e agradável, onde a disposição do espaço e a clareza na apresentação dos produtos facilitam a escolha de armações e de serviços de saúde ocular. A integração de tecnologia de apoio ao atendimento permite um acompanhamento mais rápido e preciso, alinhado com as exigências atuais dos consumidores.
Com um design contemporâneo e uma atmosfera acolhedora, a loja expressa a identidade da MultiOpticas, centrada na proximidade e na confiança. O recurso a materiais modernos e a uma iluminação cuidada reforça a sensação de bem-estar, tornando o espaço mais convidativo e funcional.
O Naus Eco Village, primeiro condomínio de luxo do Barreiro, inaugura a 7 de novembro o seu andar modelo, com metade das unidades já vendidas e conclusão prevista para 2027.
O Naus Eco Village, o primeiro condomínio de luxo do Barreiro, atingiu metade das suas unidades vendidas e prepara-se para inaugurar, no dia 7 de novembro de 2025, o seu novo andar modelo. Comercializado em exclusivo pela RE/MAX Alcateia, o projeto conjuga habitação de elevado padrão com princípios de sustentabilidade e inovação tecnológica, apostando na eficiência energética e na utilização responsável dos recursos naturais. As obras estão em curso e a conclusão está prevista para o final de 2027.
Inspirado na herança histórica do Barreiro e na sua ligação à época dos Descobrimentos, o Naus Eco Village propõe um conceito residencial que privilegia a integração com o meio envolvente. Desenvolvido pela Vision Supra Partners em parceria com a Plano Humano Arquitetos, o conjunto é composto por 24 unidades, distribuídas entre 20 apartamentos e 4 moradias. As tipologias variam entre T2 e T4, no caso dos apartamentos, e V4 e V5 nas moradias. Todas as unidades estão equipadas com eletrodomésticos de gama alta e foram concebidas para se integrar harmoniosamente na paisagem, oferecendo jardins e piscinas privativas. Os preços de venda situam-se entre 490 mil euros e 1,8 milhões de euros.
O novo andar modelo, cuja decoração foi concebida pelo estúdio barreirense Glim, apresenta uma proposta criativa e centrada na sustentabilidade. A equipa de design privilegiou materiais ecológicos, mobiliário e têxteis provenientes de fábricas com práticas ambientalmente responsáveis, reforçando a identidade verde do empreendimento e a aposta em parcerias locais.
Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, o condomínio, com metade das frações já vendidas, distingue-se pela sua arquitetura contemporânea, pela localização estratégica e pelas soluções ecológicas que o caracterizam. O projeto inclui ainda comodidades como spa, ginásio, piscina – privativa e comum – e parque infantil, consolidando-se como uma futura referência em habitação sustentável na Margem Sul.
Remodelada e mais funcional, a loja do Meu Super na Ericeira reforça a conveniência e a proximidade junto da população.
O Meu Super reforçou a sua presença na Ericeira com a reabertura da loja situada nas Galerias de S. Sebastião, agora com um espaço renovado e pensado para proporcionar maior conforto e funcionalidade ao quotidiano dos clientes.
A remodelação do espaço procurou adaptar a loja às rotinas da comunidade, tornando o ambiente mais prático e acolhedor. O novo conceito aposta numa disposição mais intuitiva e em serviços que simplificam o dia a dia, como a secção de padaria, que oferece produtos frescos diariamente, e a área de refeições prontas a levar, onde se inclui o serviço de frango assado, pensado para quem valoriza a rapidez sem abdicar do sabor.
O espaço integra ainda o Coffee Spot, o Work Place e o Eating Place, três áreas distintas que convidam a uma pausa. Seja para tomar café, trabalhar remotamente ou fazer uma refeição num ambiente descontraído, o objetivo é combinar conveniência e bem-estar num só local.
O HIZERO F600 alia desempenho e conveniência de forma exemplar, reduzindo a rotina da limpeza a um só gesto, mas sem comprometer resultados.
A HIZERO nasceu em 2013 com uma missão bastante clara: pôr fim à rotina entediante de andar pela casa com balde e esfregona atrás, como se estivéssemos presos ao século passado. A marca acreditava que limpar o chão não devia ser uma tarefa cansativa, nem demorada, e por isso decidiu reinventar completamente a forma como a fazemos.
Foi assim que surgiu o primeiro Hard Floor Cleaner, ou em bom português, o primeiro limpador de chão duro, uma espécie de híbrido entre aspirador e esfregona elétrica, pensado para simplificar o processo de limpeza e torná-lo quase… agradável. A promessa era ambiciosa: aspirar, lavar e auto-limpar, tudo num só movimento.
Até agora, nunca tínhamos experimentado nenhum produto da HIZERO, mas a curiosidade falou mais alto quando a marca nos convidou para pôr à prova o seu modelo mais recente, o HIZERO F600 All-in-One Hard Floor Cleaner sem fios. A questão era simples: será que cumpre o que promete? Será que este aparelho consegue, de facto, transformar a tarefa de lavar o chão numa experiência prática, rápida e até satisfatória?
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Quando o HIZERO F600 chegou, a primeira impressão foi logo positiva. A marca teve o cuidado de embalar tudo de forma exemplar, com cada peça bem protegida e encaixada, garantindo que o produto chega intacto a casa de quem o compra. Ao abrir a embalagem, deparei-me com um conjunto bastante completo. Além do corpo principal do aspirador (que vem desmontado para facilitar o transporte), encontrei vários acessórios úteis: o manual de instruções, duas escovas de limpeza verticais e uma escova circular destinada à manutenção do próprio aparelho, ideal para limpar manualmente zonas de acesso mais difícil.
Vinha ainda incluído um limpa brisas, uma base de apoio discreta, o cabo de alimentação e uma solução de limpeza para chão própria da marca. Dentro de um cilindro branco vinha também o multi-roller, o componente responsável pela limpeza principal, acompanhado de uma escova especial para recolher cabelos, já pré-instalada e pronta a usar.
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Cada elemento tem a sua função específica. A solução de limpeza, por exemplo, foi desenvolvida em parceria com a SWIPE (uma marca reconhecida pela sua eficácia na área da limpeza) e foi concebida para funcionar em conjunto com o HIZERO F600, potenciando o desempenho do aparelho e garantindo não só um chão visualmente limpo, mas também higienicamente impecável. O frasco de um litro é surpreendentemente duradouro: segundo a marca, é suficiente para limpar até 10.000 m2 de pavimento. Portanto, basta uma simples tampa da solução para cada 50 m2, o que torna este produto não só eficaz, como também economicamente e ambientalmente eficiente, evitando desperdícios e o uso excessivo de químicos. O aroma da solução é subtil e agradável, longe daqueles cheiros intensos que costumam encher a casa depois da limpeza. Este detalhe é particularmente positivo para quem sofre de alergias ou sensibilidade a fragrâncias, como é o meu caso, já que o produto limpa eficazmente sem deixar um rasto perfumado no ar. Mesmo depois de lavar o chão todo com o HIZERO F600, o ambiente mantém-se fresco e neutro.
Como dei a entender, o Multi-Roller do HIZERO F600 é o coração do sistema, responsável pela limpeza eficaz dos pavimentos, graças à sua rotação de 120 vezes por minuto. A HIZERO recomenda que o rolo seja trocado duas vezes por ano, de forma a garantir que o desempenho do aparelho se mantém sempre no seu melhor nível. Uma das coisas que mais aprecio neste rolo é o facto de, ao contrário das escovas tradicionais dos aspiradores – ou mesmo dos rolos de outros modelos que também lavam o chão -, o da HIZERO ser feito inteiramente de um polímero que praticamente parece borracha, e deve estar sempre húmido para garantir uma limpeza eficaz.
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Por não ter cerdas nem fibras, o rolo não acumula sujidade nem desenvolve o cheiro desagradável que normalmente surge noutros aparelhos. Além disso, absorve melhor a água, evitando as típicas gotas que ficam na superfície e garantindo um resultado mais seco. O funcionamento é curioso, já que “imita” a forma como um cão ou um gato lambe a sua taça de comida, limpando-a de forma meticulosa e sem deixar resíduos.
Já o Hair Collection Roller é o rolo encarregado de recolher cabelos e pêlos, algo especialmente útil em casas com animais. A marca recomenda substituí-lo uma vez por ano, para manter a eficácia do aparelho. Embora alguns cabelos acabem por se enrolar, são fáceis de remover, seja com os dedos ou com as ferramentas de manutenção incluídas no conjunto.
O HIZERO F600 conta também com um recipiente de resíduos sólidos, pensado para recolher toda a sujidade e detritos que o aparelho aspira durante a limpeza, como migalhas ou outros bocados de comida, poeiras ou, até, pequenos pedaços de lixo doméstico. Aqui reside também outra grande diferença face a produtos do género: é que, enquanto estou a limpar o chão, não preciso de me preocupar de ter líquidos e sólidos misturados, porque a separação que o F600 faz é perfeita – é mesmo! -, e tudo graças ao seu sistema Dual Flow Technology e Triple Separation System. Facilmente separa os líquidos para o depósito de agua suja, e todos os sólidos para a estrutura de resíduos sólidos. Esta estrutura tem um design que facilita bastante a sua remoção e lavagem, tarefa que faço sempre após cada ciclo de limpeza. É um sistema simples, higiénico e muito prático, que contribui para manter o desempenho do HIZERO sempre no ponto e a manutenção quase sem esforço.
Toda a água suja recolhida durante este processo vai para a zona traseira do F600, onde está o tanque duplo, cuja parte superior é separada da parte inferior. Na parte superior temos a água suja que é recolhida durante toda a limpeza, e em baixo temos a água limpa, onde colocamos também a solução de limpeza. Ambos os tanques têm capacidade para cerca de 600mL, o que corresponde a cerca de 65m2 limpos. No meu caso, limpando uma área de 70 m², preciso normalmente de reabastecer o depósito de água limpa pelo menos uma vez durante o ciclo. Entre os dois depósitos do HIZERO F600 existe um botão de libertação e um conjunto de símbolos de alinhamento que facilitam bastante o processo de separação e montagem, útil para quando quero limpar melhor o tanque de água suja.
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Por cima dos tanques encontra-se a entrada para o cabo de carregamento da bateria, com capacidade de 2500 mAh. Segundo a marca, oferece até 60 minutos de autonomia, algo que na prática se confirma. No meu caso, consigo limpar facilmente os 70 m² da casa em cerca de 20 minutos, o que significa que posso usar o F600 quatro vezes antes de precisar de o voltar a carregar. O tempo total de carregamento ronda as 4 horas, o que é perfeitamente razoável tendo em conta a autonomia que oferece. No dia-a-dia, é um ciclo equilibrado: deixo-o a carregar e está sempre pronto quando preciso, sem qualquer preocupação com bateria a meio da limpeza.
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Na parte superior da pega encontram-se dois botões cinzentos: o primeiro serve para ligar e desligar o equipamento, enquanto o segundo permite alternar entre dois modos de funcionamento, o modo económico e o modo intensivo. No meu dia-a-dia, costumo usar quase sempre o modo económico, que oferece uma autonomia de cerca de 17 minutos até o depósito de água limpa se esvaziar. Esse tempo é mais do que suficiente para uma limpeza praticamente completa e eficaz. Quando preciso de uma limpeza mais profunda (por exemplo, para remover manchas mais resistentes ou sujidade pegajosa), recorro ao modo intensivo, que consome mais água e energia, obviamente, mas garante um resultado impecável. Nesse caso, o tanque de água limpa esvazia-se em cerca de 12 minutos. Logo abaixo dos botões, há um pequeno ecrã informativo que mostra tudo o que é realmente útil: o modo ativo, o nível dos tanques de água limpa e suja, e o estado da bateria, facilitando o controlo durante a limpeza. Para ajudar ainda mais na visibilidade durante a limpeza e na precisão da mesma, o F600 ativa automaticamente uma luz frontal assim que começa a funcionar, o que acaba por ter alguma utilidade para perceber onde já passou, sobretudo em divisões com pouca iluminação.
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Na verdade, embora o tenha vindo a comparar a um aspirador, o HIZERO F600 pertence a uma categoria diferente. O equipamento não aspira no sentido tradicional, isto é, utiliza uma tecnologia híbrida de limpeza que combina a recolha mecânica de detritos com a lavagem do pavimento, dispensando totalmente o sistema de sucção típico dos aspiradores. Isto traz uma vantagem clara: significa que não há partículas de pó a serem libertadas de volta para o ambiente, algo que pode fazer diferença para quem sofre de alergias ou tem sensibilidade respiratória. Notei uma diferença enorme nesta questão da sensibilidade ao pó, sobretudo porque não há necessidade de mexer manualmente em depósitos ou sacos de pó. Além disso, como o sistema dispensa completamente filtros de motor, a manutenção é mais simples, sem necessidade de substituições regulares nem custos adicionais.
E esta diferença nota-se também muito bem durante o seu uso, já que o F600 é muito mais silencioso do que qualquer outro aspirador convencional, com menos de 60 dB em todos os modos de funcionamento. Diria, até, que é o aparelho mais discreto que já testei neste género. E para além disso, o consumo energético é reduzido, o que ajuda também na altura de pagar a conta da eletricidade.
Apesar de o HIZERO F600 ter dimensões bastante equilibradas (295 × 206 × 1160 mm), há um ponto que, para mim, é claramente a sua maior desvantagem: os cerca de 4,5 kg de peso. Não é um aparelho leve, e isso sente-se durante o uso. Assim que é ligado, o F600 puxa constantemente para a frente, o que ajuda no movimento de avanço, mas torna-se menos intuitivo quando o queremos puxar para trás. Nas primeiras utilizações, essa tração contínua fez-me sentir algum cansaço nos braços, especialmente em limpezas mais longas. Não é que o aparelho seja difícil de usar, mas requer alguma habituação para encontrar o ritmo certo. Notei também que, quanto mais livre de obstáculos estiver o espaço, sem tapetes, móveis baixos ou objetos espalhados, mais facilmente o F600 desliza e menos esforço é necessário. Em casas mais cheias ou com divisões apertadas, o uso pode tornar-se um pouco mais cansativo, mas nada que o hábito e alguns ajustes de movimento não resolvam com o tempo.
Outra pequena desvantagem está no design da pega. Embora seja bastante ergonómica e confortável de segurar, reparei que, se a agarro um pouco mais abaixo do ponto ideal, acabo por tocar inadvertidamente no botão de ligar/desligar, interrompendo a limpeza. Não é nada de grave, mas pode tornar-se um pouco frustrante, sobretudo quando estamos concentrados e o aparelho se desliga a meio da tarefa.
No entanto, eficácia não lhe falta. O F600 recolhe facilmente cabelos, pêlos de animais, grãos de arroz e pequenas partículas sem esforço. Ocasionalmente, pode acontecer algum detrito ficar momentaneamente preso debaixo da cabeça de limpeza antes de seguir para o depósito, mas é algo pontual e que não compromete o resultado final. No geral, o desempenho é consistente, silencioso e bastante convincente. Cá em casa, onde tenho uma cadela que larga bastante pêlo, o HIZERO F600 mostrou logo do que é capaz. Remove facilmente todos os pêlos espalhados pelo chão, sem deixar rasto, e poupa-me tempo, uma vez que já não preciso de aspirar primeiro para, depois, então limpar o chão. Também lida muito bem com aquelas pequenas “emergências” do dia-a-dia, como quando cai comida na cozinha. Basta uma passagem rápida e o chão fica novamente impecável.
Para o pôr verdadeiramente à prova, decidi testar o F600 com diferentes tipos de sujidade. Comecei por manchas de café, que desapareceram por completo logo na primeira passagem. Depois experimentei algo mais desafiante: manteiga de amendoim. Aqui, foi preciso insistir mais um pouco, com duas ou três passagens, mas o resultado final acabou por ser igualmente bom. Por fim, fiz um teste com café moído espalhado no chão, e mais uma vez bastou uma passagem para o aparelho deixar tudo limpo e seco. O F600 lida bem tanto com líquidos como com sujidade mais pegajosa, mostrando ser um verdadeiro aliado para quem quer manter o chão impecável sem grande esforço.
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E também não é preciso grande esforço de manutenção do próprio aparelho em si, já que o F600 possui um sistema de auto-limpeza em tempo real que mantém o rolo principal sempre limpo durante o uso, evitando estar a redistribuir qualquer tipo de sujidade ao longo do pavimento. À medida que o aparelho trabalha, o próprio rolo é constantemente lavado, garantindo que o chão fica impecável do início ao fim da limpeza. Este mecanismo mantém o rolo húmido e em boas condições, permitindo uma ação suave sobre o pavimento e evitando qualquer risco de desgaste ou riscos, mesmo em superfícies mais delicadas, podendo assim ser utilizado em madeiras naturais, pavimentos flutuantes, cerâmica, mármore, betão polido e laminados.
Comparando com outros aparelhos do mesmo género, a manutenção do HIZERO F600 é notoriamente mais simples. Normalmente, nos aspiradores que também lavam o chão, a rotina de manutenção é mais demorada: é preciso colocá-los na base, voltar a encher o depósito de água limpa, despejar o de água suja e, muitas vezes, remover o rolo principal para o lavar manualmente ou, no melhor dos casos, carregar num botão e esperar que o ciclo de limpeza automática termine. Com o F600, tudo isso fica praticamente resolvido. No fundo, durante a limpeza, a única preocupação é mesmo garantir que há água suficiente no depósito, porque o resto o F600 faz sozinho. Por isso, sempre que ligo o HIZERO F600, noto logo uma diferença enorme em relação aos outros aparelhos que já usei: não há qualquer mau cheiro. O sistema mantém-se limpo, mesmo após várias utilizações, e mesmo que me esqueça de esvaziar o depósito de água suja no final, o aparelho não ganha odores desagradáveis tão comum noutros modelos.
Outro ponto muito prático é a estrutura articulada do aparelho, que lhe permite ficar praticamente plano durante o uso. A cabeça de limpeza desliza facilmente em espaços com apenas 9 cm de altura, e o corpo do F600 adapta-se até 12 cm, o que me facilita muito a vida para conseguir limpar de forma eficaz por baixo de camas, sofás e móveis baixos. Assim, consigo chegar a zonas que normalmente ficariam esquecidas, sem precisar de mover nada nem fazer esforço extra.
Depois de várias semanas a usar o HIZERO F600, posso dizer que é um aparelho que realmente muda a forma como olhamos para a limpeza do chão. É prático, silencioso e eficaz, especialmente em casas com animais, e ajuda a remover pêlos, líquidos e detritos com uma facilidade impressionante. A grande vantagem é, sem dúvida, a praticidade de aspirar e lavar o chão em simultâneo, poupando tempo e esforço. Deixa o pavimento limpo e praticamente seco numa única passagem, transformando assim uma tarefa normalmente aborrecida em algo rápido e até satisfatório.
A tecnologia de autolimpeza e de separação de resíduos torna a manutenção simples e higiénica, evitando o contacto com a sujidade e poupando tempo no pós-limpeza. É verdade que o peso se nota e que a tendência do aparelho para puxar constantemente para a frente pode ser cansativa nas primeiras utilizações, mas, com alguma prática, aprende-se a tirar partido do seu movimento natural. No geral, o F600 revela-se um equipamento sólido e bem pensado, que alia desempenho e conveniência de forma exemplar. É ideal para quem procura uma solução moderna, eficiente e verdadeiramente prática, um aparelho que reduz a rotina da limpeza a um só gesto, mas sem comprometer resultados.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Hizero.
A Revolut passa a operar sob o regime MiCA, que impõe normas rigorosas de transparência, gestão de riscos e segurança operacional.
A Revolut Digital Assets Europe Ltd passou a integrar o grupo restrito de entidades licenciadas ao abrigo do regulamento europeu MiCA, após aprovação pela Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio do Chipre. Trata-se de um passo relevante no processo de consolidação das normas que regem o mercado de criptoativos na União Europeia, com impacto direto na transparência e na proteção dos utilizadores.
O regulamento MiCA (Markets in Crypto-Assets) estabelece um quadro comum para todas as empresas que prestam serviços relacionados com criptoativos. A licença obriga as instituições a cumprir exigências rigorosas de governação, gestão de riscos e segurança operacional, reforçando a fiabilidade do setor. Para os clientes, traduz-se num maior nível de transparência sobre a forma como os ativos são geridos e numa proteção mais sólida dos fundos e dos dados pessoais.
Com a entrada em vigor deste novo enquadramento, a Revolut deixa de atuar como intermediária nas ordens de criptoativos executadas junto de terceiros. A empresa passa agora a operar diretamente com o seu próprio capital e assume o papel de contraparte nas transações realizadas através da aplicação principal, além de gerir a sua própria plataforma de negociação, a Revolut X.
Os contratos e mecanismos de proteção foram revistos para refletir este novo modelo operacional, em total conformidade com o regulamento MiCA. As alterações produzem efeitos a partir de 25 de novembro de 2025 e não exigem qualquer ação por parte dos clientes.
Nos próximos meses, está prevista a introdução de novas funcionalidades e produtos concebidos para cumprir as exigências do enquadramento europeu
A Rede Expressos alega que o Terminal de Sete Rios está no limite operacional e que a entrada de novos operadores colocaria em risco a segurança e o funcionamento da infraestrutura.
A Rede Expressos, concessionária do Terminal Rodoviário de Sete Rios, considera que o acesso de novos operadores a esta infraestrutura, nas condições atuais, não é viável e colocaria em risco a segurança de passageiros, trabalhadores e equipamentos. Por esse motivo, a empresa mantém a recusa em permitir a entrada de novos serviços, nomeadamente os propostos pela FlixBus e pela BlaBlaCar.
De acordo com o gerente da Rede Expressos, Martinho Costa, o terminal encontra-se no limite da sua capacidade física e operacional, sem condições para integrar novos horários ou operadores sem comprometer a segurança e a qualidade do serviço. A posição da empresa assenta em várias avaliações técnicas e de segurança que apontam para uma saturação total das infraestruturas internas e externas. A introdução de quase uma centena de novos horários pela FlixBus e uma dúzia pela BlaBlaCar ultrapassaria largamente a capacidade existente, dificultando a circulação e o estacionamento dos autocarros.
Em comunicado, a Rede Expressos alerta ainda para o aumento do risco de acidentes, tanto no interior como no exterior do terminal, caso o tráfego rodoviário e pedonal venha a intensificar-se. Nas horas de maior afluência, o congestionamento é frequente e as condições de circulação pedonal tornam-se inseguras, situação facilmente observável nas imediações.
Recorde-se que o terminal de Sete Rios foi concebido como uma solução provisória em 2004, encontrando-se hoje desajustado face à procura crescente, apesar dos investimentos realizados ao longo dos anos. A Rede Expressos defende que qualquer futuro terminal rodoviário em Lisboa deverá ser projectado com dimensão adequada, capacidade de expansão e acessos eficientes que garantam um funcionamento equilibrado entre operadores.
A empresa lembra que existe uma alternativa operacional disponível: a Gare do Oriente. De acordo com a legislação, quando um terminal se encontra esgotado, deve ser indicada uma alternativa, e essa já foi identificada. A Gare do Oriente, atualmente utilizada pela FlixBus apenas numa parte das suas rotas, dispõe de capacidade suficiente para acolher os horários adicionais pretendidos tanto pela FlixBus como pela BlaBlaCar.
A Rede Expressos reafirma o cumprimento das determinações legais e o respeito pelas entidades reguladoras, sublinhando que interpôs recurso da decisão da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes que determinava a abertura do terminal a novos operadores. Contudo, a empresa mantém o compromisso de garantir a segurança das operações e dos passageiros, mesmo que tal implique eventuais sanções administrativas.
A operadora frisa que não se opõe à concorrência e que tem partilhado terminais com outros operadores em várias cidades, incluindo Porto, Aveiro, Braga, Viseu, Covilhã, Setúbal e Lisboa. O atual impedimento é, segundo a empresa, de natureza exclusivamente técnica e de segurança, e não comercial.
A empresa contrasta a sua atuação com a de outros operadores que, segundo refere, não investem em infraestruturas próprias nem mantêm equipas locais, concentrando-se em rotas turísticas e apostando em estratégias mediáticas que não refletem a realidade operacional. A Rede Expressos sustenta que um mercado equilibrado exige concorrência saudável, mas alerta para o modelo de expansão da FlixBus noutros países europeus, onde procurou o domínio total do mercado, com impacto negativo na diversidade da oferta e na estabilidade dos preços.
Em Portugal, a Rede Expressos considera que o seu trabalho tem contribuído para evitar esse cenário, garantindo a coesão territorial e a mobilidade das populações em todo o país. A empresa reconhece, contudo, que Lisboa necessita de novos terminais rodoviários, modernos e adequados às exigências atuais, e defende que a Câmara Municipal deve avançar com a construção de uma infraestrutura capaz de responder ao crescimento da mobilidade interurbana.
A startup portuguesa Swee abre a sua primeira loja física na Rua Augusta, em Lisboa, através de uma parceria com o Pestana Hotel Group.
A Swee, startup portuguesa reconhecida pelos gelados com menos 90% de açúcares e pela comunicação digital frequentemente viral, inaugurou hoje a sua primeira loja física em Lisboa. A nova pop-up store, situada na Rua Augusta, resulta de uma colaboração com o Pestana Hotel Group, através da marca de restauração Olive.
O novo espaço introduz o conceito Smash Swee, uma adaptação do fenómeno viral dos Smash Burgers. A proposta consiste num brioche de massa-mãe prensado e recheado com gelado, oferecendo inúmeras combinações de sabores, molhos e coberturas. Para Diogo Valente, cofundador da Swee, esta aposta pretende redefinir a experiência de consumo: “Queríamos criar uma geladaria distinta, onde cada detalhe refletisse a forma como concebemos o produto e o relacionamento com o público. O ‘Smash Swee’ representa essa busca por algo diferente num setor tão competitivo como o da restauração.”
A parceria que deu origem à loja nasceu de um encontro improvável. Durante uma viagem à Madeira para recolher inspiração para os projetos de 2026, Diogo Valente conheceu representantes do Pestana Hotel Group. Deste contacto surgiu o convite para trazer a irreverência da marca para o coração de Lisboa. “O Pestana, através da Olive, acreditou na nossa visão e tornou-se o parceiro ideal para operacionalizar esta iniciativa. Em apenas um mês preparámos tudo, envolvendo a comunidade em cada etapa – desde o conceito da loja até à decoração. Foi um processo totalmente colaborativo”, sublinha Tiago Rebelo, também cofundador.
A partir de amanhã, dia 7 de novembro, o espaço vai estrear o seu primeiro Menu Collab, criado em parceria com a criadora de conteúdos Helena Coelho, através da marca Aura. O menu apresenta o Smash Swee Krispy Baclava, uma combinação de gelado de baunilha produzido na loja, mel e pistáci, e será disponibilizado em edição limitada, acompanhado por brindes exclusivos da Aura.
Aberta diariamente entre as 11h30 e as 20h30, a pop-up store funcionará também como um espaço de experimentação, permitindo à marca testar novas ideias e formas de interação direta com os consumidores.
A nova expansão Mega Dimension para Pokémon ZA: Legends leva os jogadores para uma nova área com mais história e criaturas Pokémon ainda mais poderosas.
A The Pokémon Company anunciou a data de lançamento e novos detalhes da expansãoMega Dimension para Pokémon Legends: Z-A, que será no dia 10 de dezembro, nas versões da Nintendo Switch e da Nintendo Switch 2. A expansão, que requer o jogo original na respetiva plataforma, acrescenta uma nova área explorável, denominada Hyperspace Lumiose, onde decorrem fenómenos espaciais que distorcem a cidade de Lumiose, que compõe a área do jogo original.
https://youtu.be/q_onFM4SfAo
Nesta zona alternativa, os jogadores serão acompanhados por duas novas personagens, a misteriosa pasteleira Ansha e o seu Pokémon Hoopa, que é capaz de abrir portais dimensionais após receber donuts preparados pela sua treinadora. Estes donuts, criados a partir de Berries, permitem ativar diferentes efeitos durante as explorações, incluindo o reforço temporário de estatísticas e a obtenção de níveis superiores a 100.
Durante a investigação de Hyperspace Lumiose, os jogadores encontrarão novos aliados, entre eles Korrina, herdeira de uma linhagem de especialistas em Mega Evoluções, e o grupo Team MZ. Juntos, irão procurar a origem das distorções e enfrentar os Pokémon mais fortes da dimensão.
Entre as principais adições desta expansão estão duas novas Mega Evoluções, o Mega Chimecho e o Mega Baxcalibur. O Mega Chimecho cria cópias flutuantes que amplificam os seus ataques sonoros. E o Baxcalibur torna-se mais imponente, produzindo energia gelada adicional e empunhando uma lâmina dorsal de maior dimensão, capaz de destruir obstáculos com facilidade. A Mega Stone necessária para esta evolução poderá ser obtida no Z-A Battle Club, através de recompensas das batalhas classificadas online.
Antes da chegada desta expansão,Pokémon Legends: Z-A recebe ainda uma missão secundária adicional centrada ao Pokémon Diancie. A partir hoje, 6 de novembro, os jogadores podem obter uma pedra Diancite através da função Mystery Gift no jogo base, com qual podem iniciar uma nova missão, no Looker Bureau, onde Mimi, o Espurr que acompanha Emma, reage ao objeto e dá início à a uma nova e breve aventura. Ao completar esta missão, será possível encontrar e capturar o Pokémon mítico Diancie. Depois de o integrar na equipa, os jogadores podem utilizar a mesma Diancite para ativar a sua Mega Evolução em combate, revelando a forma Mega Diancie.
Pokémon Legends: Z-A está disponível para Nintendo Switch e da Nintendo Switch 2 e podem ficar a conhecer melhor o jogo na nossa análise, onde o gabamos como um dos jogos mais refrescantes e inovadores dos últimos anos para a série.
A Warner Bros. já marcou no calendário o regresso dos Gremlins ao cinema, com Steven Spielberg e Chris Columbus na produção e realização.
A Warner Bros. Discovery confirmou que está a preparar o regresso da série Gremlins, mais de três décadas após o último filme. O anúncio foi feito por David Zaslav, presidente e diretor executivo do grupo, durante a mais recente conferência com investidores, onde revelou Gremlins 3, com estreia marcada para novembro de 2027.
Este anúncio faz-se acompanhar com alguns detalhes da equipa de produção, destacando-se o regresso de Steven Spielberg à produção executiva e de Chris Columbus, responsável pelo argumento do filme original de 1984, na cadeira de realização de produção do novo projeto. De fora ficaram informações sobre o elenco ou que abordagem narrativa darão ao novo projeto, ainda numa fase muito inicial de produção.
Gremlins, o primeiro filme, realizado por Joe Dante e escrito por Columbus, estreou nos cinemas em 1984, tornando-se imediatamente num marco do cinema fantástico norte-americano. O filme, que foi responsável pela da classificação etária PG-13 nos Estados Unidos, seguia a história de Billy e do seu peculiar animal de estimação, Mogwai, que ao entrar em contacto com água deu origem a uma série de criaturas destruidoras. Com um orçamento baixo de 11 milhões de dólares, o filme arrecadou mais de 212 milhões de dólares em receitas globais.
A sua sequela direta, Gremlins 2: The New Batch, chegou em 1990, com resultados comerciais muito abaixo do esperado, cerca de 42 milhões de dólares a nível global, contra os 50 milhões de dólares de orçamento. Ainda assim, acabou por ganhar estatuto de culto devido ao seu tom satírico e à experimentação visual de Joe Dante. Desde então, houve várias tentativas de continuar a série, mas todas acabaram abandonadas, incluindo uma proposta de reboot nos anos 2000.
Com dois anos pela frente e possíveis tumultos dentro da estrutura da Warner Bros. – que se prepara para ser vendida -, há uma grande probabilidade de que até à data prevista os planos para o regresso de Mogwai fiquem novamente pelo caminho.
O Google integrou o assistente Gemini no Google Maps, introduzindo navegação por marcos visuais, interação por voz e alertas automáticos de trânsito.
O Googlecomeçou a atualizar o Google Maps com a integração do Gemini nas versões para Android e iOS. Esta nova atualização pretende alterar a forma como a aplicação orienta os condutores e processa pedidos durante a condução, introduzindo funcionalidades como instruções baseadas em marcos visuais reconhecíveis, e permitindo que o utilizador siga indicações mais naturais e claras em vez de distâncias métricas. O sistema recorre a uma análise cruzada de imagens do Street View com uma base de dados de cerca de 250 milhões de locais registados.
É também introduzida uma funcionalidade que substitui a necessidade de interagir com toques mo ecrã. Assim, passa a ser possível pedir ao assistente para encontrar pontos de interesse ao longo da viagem, verificar postos de carregamento elétrico, partilhar a hora prevista de chegada ou adicionar eventos à Agenda. A aplicação aceita ainda perguntas mais específicas sobre estabelecimentos e ajusta o itinerário em tempo real.
O Gemini vem acrescentar também alertas proativos de trânsito, que avisam o condutor sobre acidentes, obras ou congestionamentos antes de iniciar a viagem, mesmo que a navegação não esteja ativa. Já a integração com o Google Lens permitirá identificar edifícios e pontos de interesse ao apontar a câmara, apresentando informações sobre o local diretamente no ecrã.
A atualização está a ser lançada de forma gradual nas versões do Google Maps para Android e iOS, com suporte previsto para Android Auto nas próximas semanas. No entanto, muitas destas funções terão lançamento inicial apenas na América do Norte.