AGON by AOC revela monitor MiniLED HDR1000 com Dual Frame e modelo competitivo de 420 Hz

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A AGON by AOC volta a apresentar um par de monitores de alto desempenho para públicos distintos.

A AGON by AOC apresentou dois novos monitores AOC GAMING destinados a utilizadores exigentes bem distintos, com o U27G4XM a introduzir tecnologia MiniLED HDR1000 num formato de 27 polegadas e o 25G4KUR a focar-se em taxas de atualização altamente competitivas de 420 Hz, num ecrã de 24,5 polegadas.

O U27G4XM combina um painel Fast IPS, com resolução 4K e tecnologia MiniLED de 1152 zonas de iluminação, capaz de atingir um pico de brilho de 1200 cd/m² e de cobrir 151,8% sRGB e 98 por cento DCI-P3. Conta com um modo de função duplo, que a AOC apelida de Dual Frame, que permite alternar entre 4K a 160 Hz e FHD a 320 Hz. O monitor vem equipado com porttas HDMI 2.1, DisplayPort 1.4, modos PiP e PbP e compatibilidade com 4K a 120 Hz nas consolas de jogos atuais.

Já o 25G4KUR aposta numa abordagem puramente competitiva com taxa de atualização overclocked de 420 Hz e tempos de resposta de 1 ms GtG e 0,3 ms MPRT. Recorre a um painel Fast IPS de resolução Full HD, tem compatibilidade com Adaptive-Sync e NVIDIA G-SYNC Compatible e inclui DisplayHDR 400, com cobertura de 121% sRGB e suporte para FHD a 120 Hz nas consolas.

Ambos os modelos integram as ferramentas habituais da AOC como Shadow Control, Game Color, miras Dial Point e modo Low Input Lag, com gestão de perfis através do G-Menu. Contam ainda coim hubs USB 3.2 e o design G4 mantém molduras finas e suporte ergonómico ajustável em altura, inclinação, rotação e pivot para setups mais versáteis.

O AOC GAMING U27G4XM chega ao mercado em janeiro de 2026 com preço recomendado de 449€, enquanto que o AOC GAMING 25G4KUR fica disponível no final de novembro por 259€.

Novo regulamento limita peso do Alojamento Local em várias zonas de Lisboa

Câmara de Lisboa aprova regulamento que reduz rácios do Alojamento Local e reforça limites nas áreas de contenção.

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou esta semana um novo enquadramento para o Alojamento Local, impondo limites mais apertados ao peso do AL em relação à habitação nas zonas classificadas como de contenção relativa ou absoluta. O objetivo é ajustar o Regulamento Municipal do Alojamento Local à evolução recente da cidade, onde este tipo de oferta continua a representar uma parte significativa do mercado turístico, e garantir que o equilíbrio entre uso residencial e atividade turística não se perde em nenhuma freguesia.

O documento endurece os rácios permitidos entre estabelecimentos de AL e fogos de residência permanente, reduzindo-os para metade nas áreas de contenção. A contenção absoluta aplica-se ao concelho, às freguesias e aos bairros em que o número de unidades de AL corresponde a, pelo menos, 10% do total de habitações permanentes. A contenção relativa abrange territórios onde essa proporção se situa entre 5% e 10%, ficando definido que, no caso dos bairros, só vigora quando a freguesia respetiva não está já sujeita a regras mais exigentes.

Segundo a autarquia, o regulamento passa também a prever uma única área de contenção absoluta à escala municipal, sempre que o rácio global atinja ou ultrapasse os 10%, alinhando o regime com a Carta Municipal de Habitação.

A consulta pública decorreu entre 5 de março e 15 de abril, reunindo 71 contributos escritos, além das intervenções registadas nas sessões de apresentação da revisão do regulamento. Concluída essa fase, foi elaborado um relatório de ponderação que serviu de base às alterações incorporadas na versão final.

Com a aprovação em reunião de câmara, o texto segue agora para apreciação na Assembleia Municipal de Lisboa, cuja sessão está marcada para 2 de dezembro.

Foto: CM Lisboa

Hyatt anuncia que vai abrir três novos hotéis em Portugal em 2026

O grupo Hyatt reforça a operação em Portugal com a chegada das marcas Andaz e The Standard, além de um novo Hyatt Regency no Algarve.

A Hyatt prepara uma expansão significativa da sua operação em Portugal, com a ambição de triplicar a presença no país até ao final de 2026, com duas novas aberturas em Lisboa e uma outra no Algarve.

Após inaugurações recentes em Lisboa e na Madeira, o grupo avança agora com três unidades previstas para o próximo ano, distribuídas por zonas de forte procura empresarial, destinos de férias consolidados e áreas urbanas em transformação cultural. O objetivo passa por responder à procura crescente por alojamento de gama superior e por experiências diferenciadas, integrando em Portugal duas das suas marcas de lifestyle, Andaz e The Standard, que deverão reforçar o segmento mais contemporâneo da hotelaria lisboeta.

O Andaz Lisbon, que deveria ter sido inaugurado em setembro, mas cuja abertura está apenas prevista para o primeiro trimestre de 2026, assinalará a estreia da marca no país. O hotel propõe uma leitura contemporânea da identidade lisboeta, com 170 quartos e suites concebidos para refletir o cruzamento entre tradição e expressão criativa. A componente gastronómica terá particular destaque, com um restaurante panorâmico, o Luzzi, que reinterpretará sabores locais e um lounge que privilegia abordagens artesanais, tanto nas propostas culinárias como nas bebidas. O espaço de bem-estar completará a oferta, com áreas dedicadas a um ritmo mais pausado, em sintonia com o ambiente da cidade.

Também previsto para 2026, o The Standard, Lisbon ocupará o Palácio Santa Clara, sobre Alfama. O edifício histórico servirá de base a um conceito que pretende dialogar com a cidade através de uma estética marcada por referências artísticas e por uma abordagem mais livre da hotelaria. Com 197 quartos, terraço, spa e jardins, o hotel está a ser concebido como um conjunto de ambientes que valorizam a vivência cultural e o enquadramento singular da zona histórica.

Já o terceiro hotel irá nascer em Vilamoura. O Hyatt Regency Vilamoura deverá abrir no início de 2026, junto à marina e a campos de golfe de referência, oferecendo mais de 250 quartos e áreas exteriores amplas, alinhadas com o peso crescente do turismo desportivo na região.

Estas aberturas previstas seguem-se ao Hyatt Regency Lisbon, inaugurado em 2022, que consolidou a presença da marca na capital com uma localização ribeirinha em Belém e um posicionamento centrado na proximidade aos principais pontos culturais da cidade.

Autoestrada Ferroviária luso-espanhola avança após primeiros testes bem-sucedidos

Primeiros testes da futura Autoestrada Ferroviária entre Portugal e Espanha confirmam compatibilidade técnica e reforçam o desenvolvimento do corredor ibérico.

Os primeiros testes de uma futura ligação de Autoestrada Ferroviária entre Portugal e Espanha decorreram a 29 de outubro e 21 de novembro, assinalando um avanço relevante para a consolidação do corredor logístico ibérico. As circulações experimentais ligaram Madrid-Abroñigal ao TVT, no Entroncamento, numa operação coordenada pela MEDWAY e pela Tramesa, com o apoio da Infraestruturas de Portugal e da Adif. O objetivo principal foi verificar o funcionamento do serviço em condições reais e garantir a ausência de incompatibilidades nos processos técnicos e operacionais envolvidos.

A cooperação entre as gestoras de infraestrutura dos dois países tem sido contínua, sustentando o desenvolvimento das condições necessárias à implementação deste modelo de transporte. Em 2023, a IP firmou acordos com a Captrain e com a Tramesa que definiram bases de colaboração para assegurar interoperabilidade, requisitos técnicos e procedimentos comuns. No seguimento desses entendimentos, foram realizadas em 2024 várias intervenções no troço Elvas–Entroncamento, destinadas a permitir a circulação de semirreboques com altura máxima de 4 metros. Entre os trabalhos efetuados esteve a adaptação de abrigos nas estações de Entroncamento, Santa Margarida, Abrantes, Ponte de Sor, Portalegre e Elvas, num investimento de 230.000€ que garantiu a disponibilização do gabarito PTc ao longo do percurso.

A Autoestrada Ferroviária procura viabilizar o transporte de semirreboques rodoviários em vagões preparados para o efeito, solução que deverá contribuir para uma maior eficiência logística quando entrar em operação. A expectativa é de que represente uma alternativa capaz de reduzir emissões, aliviar o tráfego rodoviário nos principais eixos e reforçar o peso da ferrovia no transporte de mercadorias no espaço ibérico.

O primeiro comboio experimental partiu do terminal de Abroñigal, em Madrid, a 28 de outubro, chegando ao Entroncamento no dia seguinte, depois de passar por Alcázar de San Juán, Puertollano, Mérida, Badajoz e Elvas. Já em território português, seguiu pela Linha da Beira Baixa e pela Linha do Leste, ambas adaptadas ao gabarito necessário. No próprio dia 29, realizou o trajeto de regresso à capital espanhola. A segunda fase dos testes, a 21 de novembro, incidiu no acesso ao TVT e consolidou mais um passo na preparação deste novo serviço.

Lisboa recebe experiência virtual que recria os mistérios do Antigo Egito

Lisboa acolhe uma expedição imersiva que conduz os visitantes ao interior da Grande Pirâmide e a cenários inacessíveis do Antigo Egito.

A chegada a Lisboa de uma viagem virtual ao coração do Antigo Egito transforma a sala subterrânea da Estação do Terreiro do Paço num portal temporal. Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito, concebida pela Excurio e apresentada pela Fever, estreia-se em Portugal a 5 de dezembro, depois de ter sido vista por mais de dois milhões de pessoas noutros países. A proposta assenta numa reconstrução minuciosa de ambientes com mais de quatro milénios e meio, permitindo observar de perto a paisagem monumental do Planalto de Gizé, atravessar o Nilo sob um céu noturno e acompanhar um ritual de embalsamamento, entre outras cenas habitualmente inacessíveis.

A experiência, desenvolvida com o apoio do Giza Project e com a curadoria do egiptólogo Peter Der Manuelian, da Universidade de Harvard, resulta de anos de investigação e combina métodos científicos com recriações artísticas para aproximar o público das práticas, crenças e espaços que moldaram uma das civilizações mais enigmáticas da história. A tecnologia de Realidade Virtual utilizada permite deslocações por templos, túmulos e áreas vedadas ao público no Egito atual, incluindo corredores internos da Grande Pirâmide e a enigmática Câmara da Rainha.

Com cerca de 45 minutos de duração e organizada em grupos de até vinte participantes, a expedição oferece um contacto imersivo com rituais e figuras da mitologia egípcia, como a deusa Bastet, e recria a imponência da Esfinge ao amanhecer, tal como se observaria há milhares de anos. A experiência está disponível para maiores de 10 anos e decorre em pleno centro da cidade, reunindo condições para atrair famílias, estudantes e quem acompanha de perto temas ligados à história antiga.

Ao longo do percurso virtual, os visitantes deixam para trás a Lisboa contemporânea e deslocam-se para um Egito reconstruído com rigor, onde os elementos quotidianos e o imaginário simbólico se entrelaçam. O resultado aproxima-se de uma reportagem no terreno, embora realizada através de tecnologia que amplia a percepção do espaço e do contexto arqueológico.

Os bilhetes encontram-se disponíveis através da Fever, permitindo o planeamento antecipado de uma sessão que oferece uma visão abrangente de uma das mais duradouras civilizações da Antiguidade.

MasterChef Portugal regressa com nova temporada na próxima semana

A nova edição do MasterChef Portugal arranca com 30 aspirantes e apenas 16 vagas na cozinha, sob avaliação de um júri composto por chefs premiados.

A nova temporada do MasterChef Portugal estreia a 6 de dezembro na RTP1, às 21h, marcando o regresso do formato às noites de sábado. Ao longo das emissões, os candidatos enfrentam provas que exigem domínio técnico, criatividade e rapidez de decisão, num ambiente em que cada prato pode definir a continuidade na competição.

A abertura da temporada é marcada pelos duelos que determinam quem garante lugar efetivo na cozinha de MasterChef Portugal. Entre os 30 aspirantes surgem participantes de várias origens, incluindo cidades como Barcelona e Madrid e regiões como os Açores. Há quem tenha insistido em sucessivas candidaturas até alcançar esta oportunidade, quem demonstre que a idade nunca condiciona a vontade de aprender e quem tenha decidido suspender temporariamente outras áreas da vida para se dedicar por inteiro ao programa. Encontram-se também concorrentes que descobriram cedo o gosto pela culinária e outros que só mais tarde reconheceram na cozinha uma nova ambição. Nesta edição destaca-se ainda a participação da primeira concorrente invisual do formato, reforçando a ideia de que cozinhar – tal como perseguir um objetivo pessoal – está ao alcance de todos.

Dos 30 aspirantes, apenas 16 avançam para a fase principal do concurso, avaliados por um painel composto pelos chefs distinguidos com Estrelas Michelin: Diogo Rocha, Marlene Vieira e Rui Paula. A chef Marlene Vieira regressa ao programa quatro anos depois, num júri que combina proximidade com exigência técnica na análise dos pratos apresentados. Diogo Rocha salienta que os participantes chegam cada vez mais preparados e com formação mais sólida, o que contribui para elevar a fasquia das provas e do conhecimento partilhado. Rui Paula, por sua vez, afirma ter expectativas particularmente elevadas, procurando concorrentes capazes de revelar potencial e evolução ao longo da temporada.

Materiais reciclados dão nova identidade à zona de pequeno-almoço do ibis Styles Marquês de Pombal

Intervenção sustentável no ibis Styles de Lisboa utiliza têxteis Seaqual, impressão digital de baixo impacto e elementos concebidos a partir de resíduos reciclados.

O projeto BSEArcular, apresentado em Portugal em 2022 com o objetivo de explorar novas abordagens sustentáveis no setor dos têxteis e do design, tornou-se a base de um projeto piloto que agora chega ao ibis Styles Marquês de Pombal. A iniciativa parte da economia circular e do reaproveitamento de resíduos, procurando demonstrar como materiais descartados podem ganhar nova utilidade em ambientes interiores. É a partir deste enquadramento que nasce a proposta desenvolvida para a área de pequeno-almoço do hotel, concebida como uma espécie de “jardim” onde predominam soluções obtidas a partir de plástico reciclado e tecidos sustentáveis.

A presença crescente de resíduos plásticos nos oceanos, alimentada por milhões de toneladas que acabam no mar todos os anos, serve de pano de fundo para a abordagem adotada. O projeto pretende mostrar que esses materiais podem integrar projetos profissionais de decoração, desde que enquadrados num processo que privilegie a circularidade e a redução de desperdício. O objetivo passa por incentivar práticas semelhantes noutros espaços e em diferentes áreas do design.

Dentro deste cenário, a colaboração entre a Epson e os hotéis ibis Styles permitiu aplicar tecnologias de impressão digital de menor impacto ambiental, desenhadas para trabalhar diretamente sobre têxteis reciclados e outros materiais livres de PVC. A utilização de impressão por injeção de tinta reduz consumo de água, energia e produção de resíduos, ao mesmo tempo que facilita a criação de padrões e elementos decorativos.

“A remodelação do ibis Styles Marquês de Pombal concentrou-se numa área de 43 m2 destinada ao pequeno-almoço, reorganizada para receber 29 pessoas e pensada como um conjunto visual contínuo. As peças têxteis – estofos, almofadas e poufs – foram desenvolvidas em tecido FIDIVI feito a partir de poliéster Seaqual, produzido com plástico recuperado. A mesma linha gráfica estende-se aos painéis ondulados e ao tampo da mesa, que replicam o motivo criado para o fundo da sala. A cortina regulável mantém essa lógica, combinando poliéster reciclado com Seaqual, enquanto os elementos suspensos em forma de pássaros, executados em cartão pela Cartonlab, completam a composição. Todo o plástico integrado no projeto provém de material reciclado.

Para quem visita o espaço, está disponível um QR code que conduz a um vídeo sobre o processo de conceção, os materiais utilizados e os parceiros envolvidos. Entre eles encontra-se a Lisbon School of Design, responsável pela criação de várias peças e pela orientação das alunas que participaram no desenvolvimento do projeto. A experiência permitiu testar métodos adaptados a materiais que exigem técnicas distintas e reforçou a importância de integrar critérios de sustentabilidade no processo criativo.

Foto: Graziela Costa

A Residência: o encontro entre First Breath After Coma e Salvador Sobral chega a novos formatos

O projeto A Residência, criado por FBAC e Salvador Sobral na Casa Varela, chega ao vinil, ao digital e à RTP Palco, com novos concertos anunciados.

O encontro criado pelos First Breath After Coma (FBAC) com Salvador Sobral, que ganhou forma durante uma residência artística intensa na Casa Varela, em Pombal, entra agora numa nova fase. Depois de duas semanas de trabalho conjunto no mesmo espaço, num ambiente marcado por dias instáveis, rotinas partilhadas e criação contínua, o material concebido nesse período deixa de pertencer apenas ao palco do Teatro-Cine da cidade, onde foi apresentado em dois concertos esgotados, e passa a circular noutros territórios.

A partir de 5 de dezembro, todo esse processo criativo chega ao público em disco e no digital. As composições surgidas na residência foram reunidas num álbum editado em vinil e disponibilizado nas plataformas de streaming, oferecendo um registo completo daquela convivência artística, que não pretende assumir-se como concerto individual de Sobral ou dos FBAC, mas como a síntese de um corpo coletivo.

No mesmo dia, a RTP Palco estreia a gravação integral do espetáculo, permitindo revisitar a dinâmica que uniu músicos e intérprete num formato que recria em cena a proximidade de uma sala de ensaios. A proposta mantém o espírito de partilha que marcou a residência, em que todos se apresentaram como partes equivalentes de um mesmo gesto criativo.

A forte procura pelas atuações previstas para 12 e 13 de janeiro de 2026, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, que caminham rapidamente para lotação esgotada, levou o projeto a seguir para Leiria. A cidade onde os First Breath After Coma iniciaram o seu percurso recebe A Residência a 17 de janeiro, às 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva, retomando a oportunidade de acompanhar de perto esta colaboração.

Entretanto, “Amor i tremps”, o single que antecede estas edições e que nasceu diretamente dos dias passados na Casa Varela, já pode ser ouvido, funcionando como primeira porta de entrada para o universo criado durante aquela estadia artística.

Lousada prepara a inauguração da Vila Natal 2025

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Iluminação, mercados, música e um programa alargado até janeiro dão vida à vila de Lousada na quadra festiva.

A época mais encantada do ano está prestes a chegar a Lousada. O Lousada Vila Natal 2025 arranca no sábado, 29 de novembro, com a inauguração oficial da Iluminação de Natal, marcada para as 18h, dando início a mais de um mês de celebrações que só terminarão a 11 de janeiro, com o já habitual e muito aguardado Lousada Bebé Natal. A abertura contará também com a atuação do Coro Infantil e Juvenil do Conservatório do Vale do Sousa, que apresentará a cantata “Criança Milagre”, um momento que promete emocionar famílias e visitantes.

Entre os vários pontos fortes da programação, destaca-se, como é tradição, o Mercado de Natal, que volta a assumir-se como um dos grandes palcos da vida comunitária. A primeira fase trará o Mercado Associativo, nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, numa mostra dedicada às instituições e coletividades locais, reforçando o espírito solidário e participativo da vila. Já entre 5 e 23 de dezembro, a Avenida Senhor dos Aflitos transforma-se num cenário verdadeiramente natalício, onde o artesanato, os produtos regionais e a irresistível doçaria tradicional ganham destaque, fazendo deste espaço um ponto de encontro privilegiado para famílias e visitantes.

A animação está garantida ao longo de todos os fins de semana, com música ao vivo, animação de rua e o indispensável comboio de Natal, sempre um sucesso junto dos mais pequenos, que encontram nestes momentos alguns dos instantes mais mágicos da quadra.

A partir de 5 de dezembro, a festa expande-se também à Praça das Pocinhas, onde o Vila Market regressa para mais uma edição repleta de oportunidades. Até 8 de dezembro, a feira de stocks reúne o melhor do comércio local, com roupa, calçado, acessórios e muitas outras sugestões, num ambiente acolhedor que convida a comprar no comércio de proximidade e a apoiar os negócios da região.

A Padaria Portuguesa desistiu da loja que tinha com a Galp em Setúbal

Os objetivos para este conceito de loja não foram atingidos, o que significa que, agora, passa apenas a existir uma loja d’A Padaria Portuguesa em Setúbal.

Foi em maio de 2021 que a cidade de Setúbal recebeu a primeira loja d’A Padaria Portuguesa, localizada na Avenida Luísa Todi. Cerca de dois anos e meio depois, em novembro de 2023, a marca abriu um quiosque temporário no Alegro Setúbal, que deveria ter funcionado até março de 2024, mas encerrou dois meses mais cedo, em janeiro, devido à falta de adesão.

No entanto, essa aposta não demoveu a empresa de apostar novamente na cidade, pois ainda antes do final de 2023, a marca abriu uma segunda loja física na cidade, neste caso integrada na Galp localizada na Avenida Dr. António Rodrigues Manito, junto às bombas de abastecimento ao lado do estádio do Vitória de Setúbal.

Para quem não sabe, as lojas d’A Padaria Portuguesa 24 resultam das reconversões das lojas Tangerina, da Galp, que convenhamos, nunca foram especialmente conhecidas pela boa oferta de comes e bebes. São lojas iguais a tantas outras, com a diferença de contar com alguns produtos vendidos nos espaços Tangerina, como tabaco. E claro, quem quiser pode sempre aproveitar para encher o depósito e, depois, tomar o pequeno-almoço ou lanche por ali.

Ora, dois anos depois desta nova aposta em Setúbal, a loja A Padaria Portuguesa 24 deixou de funcionar no já mencionado posto Galp. Aliás, quem passou por estes dias pelo posto terá reparado que o letreiro alusivo à marca portuguesa A Padaria Portuguesa foi retirado, o que significa que o sortido de produtos é, novamente, o da própria Galp.

O Echo Boomer pediu esclarecimentos sobre o encerramento, e esta foi a resposta d’A Padaria Portuguesa e da Galp: “A Galp estabeleceu uma parceira com A Padaria Portuguesa, que se mantém, para o desenvolvimento do conceito piloto “A Padaria Portuguesa 24”, num conjunto de lojas de postos Galp. Após a avaliação dos vários pilotos, cada um desenhado para testar tipologias distintas, foi tomada a decidir de reverter a abordagem para o conceito de loja Galp apenas naqueles cujos objetivos não foram atingidos.”

Portanto, e para os habitantes da região, agora só mesmo indo ao Posto Galp em Palmela (sentido Lisboa-Algarve), que continua a ser um espaço A Padaria Portuguesa 24.

Preço dos combustíveis com descidas significativas na próxima semana

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Após várias semanas de aumentos, o preço dos combustíveis recuam até 6 cêntimos por litro na próxima semana.

Há boas notícias para quem anda de carro diariamente, uma vez que tanto o gasóleo como a gasolina vão ficar mais baratos já na próxima segunda-feira. Depois de sucessivas subidas no preço dos combustíveis, chega finalmente um alívio no orçamento de quem precisa de abastecer.

De acordo com as novas informações, o gasóleo será o mais beneficiado, com uma queda acentuada de 6 cêntimos por litro, invertendo a tendência das últimas semanas. Com base nas previsões, e segundo os cálculos divulgados, o preço deverá fixar-se em 1,58€ por litro. No entanto, o preço da gasolina também desce, embora de forma mais moderada, uma vez que serão menos 3 cêntimos por litro, o que coloca o valor médio nos 1,69€.

Como habitual, estes números podem sofrer pequenas variações dependendo da região do país e do posto de abastecimento em causa, já que cada operador ajusta o preço final conforme os seus próprios critérios. Mas para quem procura poupar ao máximo, é possível consultar qual o posto mais barato em cada localidade através do comparador oficial da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), uma ferramenta pública que permite verificar preços atualizados diariamente.

Degusta Lisboa é o novo guia gastronómico que une tascas, clássicos e novos espaços

Da Bobadela à Amadora, o novo guia gastronómico Degusta Lisboa quer preservar a autenticidade da gastronomia de Lisboa e valorizar profissionais e território.

O restaurante Carvoaria, de Vítor Sobral, em Lisboa, recebeu esta semana um almoço que começou muito antes de chegar à mesa. Antes de saírem as primeiras entradas, foi apresentado um novo guia gastronómico coordenado pela AHRESP: Degusta Lisboa. Foi pensado como ferramenta de trabalho para o setor e, ao mesmo tempo, como manifesto em defesa da identidade culinária portuguesa e do território da região de Lisboa.

O Degusta Lisboa nasce da vontade de reunir, num só espaço, todos os locais que merecem ser conhecidos na Área Metropolitana de Lisboa – desde restaurantes celebrados no centro da cidade até tascas discretas na Bobadela ou pastelarias de bairro na Amadora. O critério é direto: quem serve boa comida tem lugar neste roteiro.

A AHRESP sublinhou que não pretende agir como sindicato, mas como plataforma de ideias e soluções, com um mandato baseado em três eixos: pessoas e regiões, empresas e gastronomia. A lógica passa por construir pontes entre empresários, instituições públicas e parceiros privados, privilegiando o diálogo e a cooperação.

Ao apresentar o funcionamento do Degusta Lisboa, foi deixado claro que não se trata de um ranking nem de um sistema de estrelas. É uma matriz de referências que pretende mapear espaços com qualidade comprovada, enraizamento no território e ligação clara à gastronomia portuguesa. Para entrar, um estabelecimento pode seguir um de dois caminhos: integração automática se for indicado por três curadores; ou avaliação presencial pela equipa do projeto, caso tenha apenas uma ou duas indicações. A seleção pauta-se por critérios concretos, como a qualidade da matéria-prima, técnica de cozinha, equilíbrio do menu, coerência entre conceito e oferta, carta de vinhos estruturada, serviço competente, ambiente ajustado à identidade da casa e consistência ao longo do tempo. Valoriza-se também o contributo para o património gastronómico da região.

As tascas, apontadas como território essencial para compreender a mesa lisboeta, ocupam um lugar central neste Degusta Lisboa, pois mantêm viva uma tradição que resiste ao tempo e revelam a Lisboa mais antiga e acessível. No mesmo mapa convivem as cervejarias, que continuam a ser pontos de encontro naturais, quer para um copo descontraído com tremoços, quer para um banquete de marisco partilhado. Há ainda restaurantes que atravessam décadas com estabilidade rara, fiéis às bases da gastronomia portuguesa e essenciais para compreender a continuidade da identidade culinária local. Juntam-se-lhes mercados e feiras que marcam o quotidiano da cidade, mostrando uma Lisboa que acorda cedo e mantém uma relação directa com os alimentos, reforçando a autenticidade do território.

A ambição é, como referimos, cobrir toda a Área Metropolitana de Lisboa, garantindo diversidade suficiente para transformar o guia Degusta Lisboa numa referência sólida da cultura gastronómica regional. Qualquer estabelecimento pode apresentar candidatura através do site do projeto, num processo pensado para ser inclusivo, transparente e tecnicamente rigoroso. Está, ainda, a ser formada uma equipa de curadores com a missão de identificar e visitar espaços relevantes, ampliando o alcance do guia e consolidando o seu impacto num curto espaço de tempo.

A apresentação serviu também para sublinhar a importância das equipas que garantem diariamente o prestígio da gastronomia portuguesa, seja em restaurantes de renome, seja em cafés de bairro onde a regularidade e a memória contam tanto como a técnica.

Houve ainda espaço para destacar o papel do voluntariado especializado. Procuradores e curadores, que emprestam nome e credibilidade ao processo, foram identificados como peças essenciais para evitar que o guia se transforme numa operação de marketing. Reforçou-se a necessidade de regras claras e da separação entre interesses, dado que a AHRESP representa associados coletivos com prioridades distintas.

A intervenção da entidade regional de turismo de Lisboa colocou o foco na promoção territorial, lembrando que a região tem muito mais para mostrar do que os seus postais ilustrados. Falou-se da natureza na área metropolitana, dos eventos culturais menos conhecidos – como o maior festival de banda desenhada da Europa, na Amadora – e da importância de contar histórias alternativas que revelem a complexidade do território. Essa abordagem cruza-se directamente com o espírito do guia Degusta Lisboa, que pretende valorizar espaços muitas vezes esquecidos, mas fundamentais para compreender Lisboa e a sua envolvente.

Foram também apresentados outros projetos em curso: uma nova fase de credenciação técnica de estabelecimentos; a iniciativa Best Wine Selection, que reforça o papel dos vinhos na atratividade da restauração; e o trabalho em torno de datas simbólicas da gastronomia nacional. Além disso, o próprio guia terá uma evolução estruturada: no segundo ano será lançada uma edição anual em papel, distribuída nos postos de turismo e integrada num meio de comunicação reconhecido, juntamente com uma aplicação digital. Estão também previstas iniciativas complementares, incluindo um evento anual para distinguir espaços históricos, figuras do setor com trajetórias marcantes e novidades que tenham conquistado lugar próprio na paisagem gastronómica da região.

Splitgate 2 vai ser relançando após uma estreia inicial desastrosa

Para além de um lançamento precoce, o uso de mensagens semelhantes às do grupo de extrema direita norte-americano, pode ter manchado a reputação de Splitgate 2.

Splitgate 2, a sequela do jogo original que misturava mecânicas saídas de Portal e de Halo, teve um lançamento tão mau, que duas semanas depois viu os seus servidores fechados e parte da equipa de produção da 1047 Games despedida.

O jogo havia sido anunciado um mês antes do seu lançamento, já envolto de alguma controvérsia, quando Ian Proulx, durante a apresentação do jogo no Summer Game Fest, fez a infeliz (e alegadamente inocente) escolha de surgir em palco com um chapéu onde se lia “Make FPS Great Again” (“tornar os FPS bons, novamente”), numa referência à tag-line utilizada por grupos de extrema-direita e neo-fascista norte-americanos.

O sentimento de resistência ao jogo por parte dos jogadores, que se sentiram alienados, juntamente com uma má gestão do projeto, que foi considerado como um lançamento aparente precoce, podem ter sido razões para Splitgate 2 acabar ali. Mas como uma barata que tem em não morrer, o jogo estará de volta já no início de dezembro.

Este relançamento será feito após uma beta que ocorreu na passada semana, chegando num formato free-to-play, como estava originalmente previsto, e com um plano a longo prazo com promessa de progresso de rankings sazonais. De acordo com o estúdio, o jogo está agora “maioritariamente transformado” e reconstruido para equilibrar o uso de portais, o movimento e as mecânicas de tiro.

Tal como no lançamento original, Splitgate 2 chegará ao PC, consolas PlayStation e Xbox.

Feira do Cogumelo e do Medronho está de volta a São Barnabé

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Até 30 de novembro, a aldeia volta a ser palco de um certame que une produtores, artesãos e comunidade numa homenagem aos recursos endógenos e à identidade serrana.

A aldeia de São Barnabé, em Almodôvar, recebe até dia 30 de novembro a XVII Feira do Cogumelo e do Medronho, um dos eventos mais marcantes do calendário serrano e que, ano após ano, reafirma a riqueza cultural e económica da região. O certame estende-se pelo Pavilhão Multiusos e por vários espaços da aldeia, reunindo produtores, artesãos, coletividades e visitantes em três dias dedicados ao encontro comunitário, à dinamização local e à celebração dos produtos emblemáticos da Serra.

A abertura oficial está marcada para a tarde desta sexta-feira, dia 28, com a sessão institucional e a atuação do Grupo Coral Feminino Estevas em Flôr. Segue-se uma arruada que atravessa as principais ruas da povoação, dando o mote para um fim de semana de festa. À noite, o Pavilhão Multiusos transforma-se no centro da animação com um baile conduzido por Emanuel Martins & Tânia, ao qual se junta o concerto de Jorge Guerreiro, num momento organizado pela Junta de Freguesia.

Já sábado começa ao ritmo das arruadas e da animação de rua, num ambiente que mantém viva a tradição musical serrana. Durante a tarde, a tertúlia Histórias da Serra convida à partilha de memórias e vivências locais, enquanto o município apresenta o projeto Rota dos Saberes e Sabores do Medronho, que pretende reforçar a valorização deste produto identitário. O showcooking Medronho, o Segredo Inesperado, orientado pela Chef Margarida, traz novas interpretações gastronómicas à mesa, explorando a versatilidade do medronho para lá da destilação tradicional. A noite encerra com baile de Nelson Santos e o concerto de Romana, mantendo o espírito festivo que caracteriza a feira.

O último dia do evento, domingo, abre com caminhadas pela serra, sublinhando a ligação profunda entre a população e a paisagem que molda o território. A manhã inclui ainda a arruada do Grupo Coral Flores do Campo, a apresentação do livro 101 Décimas de Manuel João e o workshop As Mãos no Barro, uma demonstração de olaria orientada por Manuel Seita. À tarde, o Pavilhão Multiusos volta a receber música e convívio, enquanto na Escola decorre a sessão Conversas sobre Empreender no Mundo Rural, que junta especialistas do turismo, conservação da natureza e empreendedorismo para debater desafios e oportunidades do interior, numa conversa moderada por Andreia Guerreiro.

Com um programa rico, intergeracional e profundamente ligado à identidade local, a XVII Feira do Cogumelo e do Medronho reafirma São Barnabé como um polo de dinamismo cultural e comunitário. Mais do que um evento, é uma celebração da Serra, dos seus produtos, das suas gentes e da vontade coletiva de preservar e projetar o património natural e cultural da região.

Mercadona vai abrir uma loja em Amarante em 2026

Ainda não se sabe em que mês, mas a Mercadona vai mesmo chegar a Amarante algures durante o próximo ano.

Falar da Mercadona é falar de uma cadeia espanhola que tem vindo a conquistar os portugueses desde 2019. Afinal de contas, quando ainda não existia nenhuma loja da empresa em Portugal, muitos portugueses, quando iam de férias para a zona de Monte Gordo, aproveitavam e pegavam no carro para uma curta viagem para Ayamonte. Aliás, ainda o fazem, até porque, e mesmo com dois supermercados Mercadona confirmados para o Algarve, nenhum será construído nessa zona da região.

A Mercadona faz muito sucesso com os seus produtos, é certo, e quem passa por lá deixa-se conquistar pela secção de limpeza, pela secção de cuidados do corpo… e pela secção dos chocolates, que são deliciosos. E isto sem esquecer a secção do pronto a comer, que tem sempre imensa saída.

Desde então, a cadeia espanhola passou a contar com dezenas de lojas em Portugal. Até ao final do ano, a empresa devia ter chegado às 70 lojas em território nacional, mas ficou-se pelas 69, devido ao ligeiro adiamento da abertura na Quinta do Lambert, em Lisboa, para 2026. Tudo devido a uma alteração do projeto inicial, o que levou a um ajuste de datas de obra e abertura.

Agora que o ano está a terminar, é altura de virar atenções para 2026. E há uma série de aberturas já confirmadas: Lisboa (Quinta do Lambert), Vila Real, Covilhã, Viseu, Maia (Pedrouços), Beja e Algarve (Portimão e Faro). Portanto, pelo menos oito lojas.

Estão também na calha lojas na Moita – embora a Mercadona tanto vá confirmado como referindo que não há nada em concreto -, Castelo Branco e Costa da Caparica, embora não se saiba se será em 2026 ou não. Mas eis que há mais uma loja confirmada, neste caso em Amarante.

Através da sua página oficial de Facebook, a Mercadona confirmou que irá abrir uma loja em Amarante algures em 2026. O supermercado abrirá portas na Rua Agostinho Gonçalves Abreu, numa data a confirmar no próximo ano.

Prozis fez regressar este ano o seu Calendário do Advento (e podem tê-lo de borla)

O calendário de Advento Prozis 2025 surge em edição limitada, com surpresas diárias que combinam snacks, acessórios e um design distinto. O melhor de tudo? Podem ter este calendário completamente grátis. Saibam como.

Está a chegar à época que muitas pessoas adoram: o Natal e os dias que antecedem. Por estes dias, começam também a ser preparados os calendários do advento, surpresas que os fãs deste tipo de iniciativas vão descobrindo a cada dia de dezembro.

Na verdade, calendários de advento são daquelas coisas que as pessoas realmente gostam. Não só pelo fator surpresa, mas porque, por norma, é uma compra inteligente. Em 2025, e depois do sucesso do ano passado, a Prozis volta a juntar-se à lista de empresas que apostam neste “produto”.

O calendário de Advento que a Prozis apresenta para este ano surge como uma peça pensada para captar a atenção num período em que várias marcas disputam espaço nesta tradição. A proposta assume-se como uma edição limitada que reúne 25 artigos da empresa, distribuídos numa estrutura em forma de pirâmide dourada, concebida para ser aberta ao longo do mês de dezembro – ou seja, a começar no 1 de dezembro.

A disposição interna foi pensada para proporcionar uma sequência diária de pequenas revelações, desde alimentos prontos a consumir até objetos de uso quotidiano associados ao universo da marca. Podem, por exemplo, encontrar mini brownies ou barras ricas em proteína, bem como alternativas dirigidas a perfis nutricionais distintos. Ou seja, têm não só referências já conhecidas, como opções mais recentes lançadas pela empresa.

Portanto, importa dizer que este Calendário do Advento tem propostas para os vários momentos do dia, como pausa breve no início da manhã, complemento a meio da tarde ou simples momento de descontração ao final de um dia de trabalho.

Já o acabamento visual aposta numa estética distinta da que costuma acompanhar este tipo de artigo. A embalagem assume quase o papel de peça central, contribuindo para a experiência de utilização.

Quanto ao preço, o Calendário do Advento da Prozis custa 99.99€, mas, se lhe adicionarem o código BFRIDAY, fica por apenas 64,99€. No entanto, há um negócio ainda melhor: podem tê-lo de borla!

Como? Muito simples. Basta que façam uma compra superior a 200€ e que, além do código BFRIDAY (se aplicável aos produtos que adicionarem ao carrinho), insiram o código ECHOBOOMER antes de terminarem a compra. Irão reparar que será acrescentado à vossa encomenda o Calendário do Advento completamente grátis. Mas atenção: têm apenas até dia 1 de dezembro para usufruir desta oferta.

E há mais. Como sempre, o cupão ECHOBOOMER oferece também alguns alguns produtos extra. Este mês, as ofertas são:

PROZIS/ECHOBOOMER - NOVEMBRO 2025

Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.

Nova loja Aldi abriu portas em Venda Nova e reforça presença na Amadora

A Aldi voltou a investir no concelho da Amadora com uma nova superfície em Venda Nova, destacada pela eficiência energética e proximidade à comunidade local.

A Aldi prosseguiu a expansão prevista para a Grande Lisboa com a entrada em funcionamento de mais uma superfície comercial na Amadora, instalada em Venda Nova. Trata-se do terceiro espaço da cadeia no município, um dos mais densamente povoados do país e considerado relevante na estratégia de crescimento definida para a região metropolitana.

A nova loja, distribuída por dois pisos e preparada para responder ao fluxo diário de residentes e trabalhadores da zona, foi inaugurada no passado dia 26 de novembro apresentada pela empresa como parte de um esforço mais amplo de integração urbana. Segundo a direção de expansão, o investimento incluiu intervenções no espaço público envolvente, a recuperação de áreas degradadas e iniciativas sociais desenvolvidas em articulação com entidades locais, entre as quais o Nova Aliança Centro Social. A criação de emprego, com prioridade ao recrutamento de moradores da Amadora, foi igualmente destacada.

Situado na Rua Elias Garcia, entre os números 61A e 67A, o edifício foi desenhado com critérios de eficiência energética e inclui uma fachada envidraçada e painéis solares desde o primeiro dia de operação. O parque de estacionamento disponibiliza 79 lugares, alguns reservados a pessoas com mobilidade reduzida e a famílias numerosas, além de um espaço destinado a animais de companhia.

Está prevista, numa fase posterior, a instalação de um ponto de carregamento elétrico. A proximidade ao conjunto histórico da Quinta do Assentista e os acessos pedonais pela Rua Elias Garcia, Praceta da Regueira e Travessa da Reboleira são apontados como elementos distintivos da implantação do imóvel.

Alphaville regressam a Portugal com dois concertos em Lisboa e Guimarães

Os alemães Alphaville regressam ao nosso país em outubro de 2026, prometendo concertos com clássicos como “Forever Young” e “Big in Japan”.

Os Alphaville preparam novo regresso a Portugal com dois concertos marcados para 16 de outubro, no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, e 17 de outubro, no Multiusos de Guimarães, numa oportunidade que volta a aproximar o público português da sonoridade que marcou diferentes gerações. Com Marian Gold a assumir a voz e a direção artística, a banda alemã apresenta um espetáculo que cruza a herança dos anos 80 com abordagens mais recentes, mantendo viva a identidade que lhe deu notoriedade internacional.

Durante a atuação, temas emblemáticos como “Big in Japan”, “Sounds Like a Melody” e “Forever Young” serão tocados em versões atualizadas, pensadas para reforçar o ambiente eletrónico característico da banda, onde os sintetizadores assumem um papel central e se articulam com uma estética mais contemporânea. O alinhamento percorrerá tanto os clássicos que definiram a primeira fase da carreira do grupo, como composições lançadas nas décadas seguintes, criando uma ligação fluida entre passado e presente.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais, e variam entre os 45 e os 60€ para Lisboa e entre os 25 e os 60€ para Guimarães.

Prozis aproveita a Black Friday para os últimos descontos de novembro

Com a Black Friday, a Prozis termina assim um mês no qual promoveu descontos para tudo e mais alguma coisa.

Por estes dias, é bem provável que se tenham deparado com vários descontos levados a cabo por imensas marcas e empresas. Afinal, estamos no mês que precede o Natal, e muita gente já faz as suas compras, embora os portugueses sejam conhecidos por deixar tudo para a última da hora.

Mas novembro é mesmo mês de descontos, ou não estivéssemos no período da Black Friday. Por outro lado, há empresas que promovem descontos durante todo o mês. É o caso da Prozis, que tem vindo a fornecer belíssimos descontos.

Depois de, ao longo do mês, ter avançado com uma série de descontos em várias categorias, a empresa portuguesa está agora a gastar os últimos cartuchos com as últimas promoções referentes ao período Black Friday.

Eis algumas sugestões:

Mas há mais, muito mais. Só têm de passar pela página da campanha, escolher os produtos desejados e adicionar ao carrinho. Feito isso, inserem o cupão BFRIDAY para que o desconto seja aplicado. Por fim, colocam também o nosso cupão ECHOBOOMER, que vos dá direito a uns miminhos extra (e até dia 1 de dezembro podem ter um Calendário do Advento grátis em compras superiores a 200€!)

Este mês, as ofertas Prozis são:

PROZIS/ECHOBOOMER - NOVEMBRO 2025

Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.

Realidade virtual no entretenimento: experiências que estão a mudar o jogo

A intersecção entre tecnologia e lazer nunca foi tão evidente quanto neste momento. A realidade virtual (VR), tradicionalmente associada a ambientes laboratoriais ou à experimentação científica, tornou-se hoje presença constante nas indústrias do entretenimento.

Jogos, espetáculos, simulações imersivas e até experiências sociais estão a ser transformadas por essa tecnologia, que rompe com os limites físicos e oferece ao público novas formas de interagir com espaços e histórias. A pergunta já não é se a VR mudará o entretenimento, mas sim como as suas múltiplas possibilidades continuarão a redefinir os conceitos de presença, narrativa e participação ativa.

Do videojogo à sensação de presença total

Nas últimas duas décadas, os videojogos deram os primeiros passos significativos na adoção da realidade virtual como meio principal de interação. Os avanços em sensores de movimento, resoluções cada vez mais nítidas e fones responsivos criaram o cenário ideal para uma nova geração de jogos. Hoje, o utilizador já não joga apenas com comandos: ele entra, sente, reage dentro do próprio ambiente simulado.

Esse nível de imersão não passou despercebido em outros segmentos de entretenimento que tradicionalmente adotam rapidamente novas tecnologias, como o mundo dos casinos. Plataformas online inspiradas em cassinos físicos começaram a incorporar ambientes VR que permitem ao utilizador caminhar por salas de jogo tridimensionais e interagir com dealers virtuais em tempo real.

Em algumas dessas experiências, jogadas são ativadas através de movimentos naturais, aproximando-se ainda mais da sensação presencial. Um exemplo curioso de gamificação interativa é a opção popular da caixa misteriosa, onde o utilizador, num ambiente imersivo, escolhe entre opções ocultas que revelam prémios, num conceito que agrada tanto aos fãs de jogos quanto àqueles que procuram uma experiência mais visual e envolvente.

Cinemas imersivos e narrativas sensoriais

O cinema é outro setor onde a tecnologia VR está a plantar raízes silenciosamente, mas com efeitos significativos. Realizadores e produtores perceberam que a imersão do espectador num universo em 360 graus oferece oportunidades inéditas de narração. Ao contrário do ecrã tradicional, onde a direção visual é controlada rigidamente pelo realizador, no cinema em realidade virtual o espectador decide para onde olhar. Isso exige uma nova abordagem ao guião, à edição e até mesmo à forma como se constrói uma cena.

Embora nem todos os projetos encontrem ampla distribuição, festivais especializados já começaram a destacar curtas e experiências produzidas especificamente para o formato VR. Trata-se de uma linguagem ainda em desenvolvimento, mas que já demonstrou ter potencial imenso para documentários, thrillers psicológicos ou ficção científica, géneros onde o ambiente é parte essencial do enredo.

Além do conteúdo em si, as salas de cinema também começaram a adaptar-se. Cadeiras vibratórias, fones sensoriais e projeções em domo estão a aproximar o público daquilo que muitos consideram o futuro do cinema: um espetáculo multissensorial, onde os cinco sentidos são estimulados em harmonia com a narrativa.

Realidade virtual como componente de espetáculos ao vivo

Se os videojogos e o cinema encontraram na realidade virtual novas formas de expressão, os espetáculos ao vivo, incluindo concertos, teatro e eventos desportivos, não ficaram atrás. Durante eventos de grande escala, alguns concertos passaram a disponibilizar acesso em realidade virtual, permitindo a qualquer fã assistir à atuação a partir da “primeira fila”, mesmo estando a milhares de quilómetros de distância. Em alguns casos, o espetador pode movimentar-se virtualmente entre os bastidores, zonas VIP e áreas reservadas ao staff, ampliando a experiência para além do que o evento oferecia fisicamente.

Essa tendência ganhou tração especialmente entre as marcas de dispositivos VR, que procuram parcerias com artistas e produtores culturais para conteúdos exclusivos. No teatro, encenações experimentais usam a realidade virtual para envolver o público de forma mais ativa, quebrando a quarta parede e distribuindo personagens por ambientes digitais distintos. A audiência deixa de ser apenas observadora e passa a compor, parcialmente, o próprio cenário da obra.

Em eventos desportivos, há já transmissões imersivas em 180° ou 360° onde o utilizador pode escolher ver o jogo desde a perspetiva da linha lateral, bancada central ou até do ponto de vista do jogador, mesmo com opção de som direcional, equipamentos hápticos e conteúdos adicionais integrados.

Turismo cultural e património em realidade virtual

A utilização da VR no setor do turismo, com foco no lazer cultural e histórico, também tem registado adesão crescente. Museus e sítios arqueológicos começaram a oferecer visitas guiadas em realidade virtual, onde o visitante pode caminhar por réplicas digitais de espaços protegidos ou ruínas já desaparecidas. Esse tipo de visualização ajuda a preservar o património enquanto democratiza o acesso a locais que, por distância geográfica ou restrições físicas, estariam fora do alcance de muitos.

Para o público, trata-se de mais do que uma recriação: há frequentemente uma componente educativa incorporada, com possibilidades de interação e contextualização em vários níveis. Um visitante virtual do Fórum Romano, por exemplo, pode ver as ruínas atuais e, com o simples acionar de uma função, visualizar como o local era em pleno século I. Essas experiências transformam o ato de visitar num processo contínuo de descoberta e entendimento.

Além dos espaços históricos, experiências urbanas e naturais também estão a ganhar interpretações em realidade virtual, desde caminhadas virtuais por florestas tropicais até explorações do fundo do oceano. Combinadas com elementos de áudio espacial e feedback tátil, essas aventuras aproximam-se cada vez mais de um simulador emocional completo.