Novos óculos XREAL 1S trazem resolução 1200p, áudio Bose e ecrã ajustável para AR

Infelizmente, estes óculos da XREAL ainda não podem ser adquiridos pelos portugueses… pelo menos para já.

A XREAL anunciou a expansão da sua linha de óculos de realidade aumentada (AR) One Series com o lançamento do XREAL 1S, tendo também aproveitado para anunciar o XREAL Neo, um hub de energia compacto que integra uma bateria portátil com passagem de vídeo DisplayPort num único dispositivo.

Depois dos modelos XREAL One e XREAL One Pro, o novo XREAL 1S promete oferecer uma experiência de AR mais acessível e portátil, com muitas melhorias nas especificações, sendo uma atualização de meia geração dos óculos originais lançados em dezembro de 2024.

O XREAL 1S promete uma uma experiência cinematográfica imersiva ao projetar um ecrã virtual médio de 171 polegadas, com possibilidade de ajuste de tamanho até 500 polegadas apenas com um toque num botão. As especificações incluem resolução de 1200p, aumento da luminosidade para 700 nits, cobertura de RGB de 108%, campo de visão de 52 graus, proporção de aspeto 16:10 e taxa de atualização máxima de 120Hz.

Para que essa experiência seja sustentável em sessões prolongadas, os óculos têm apenas 82 gramas e contam com certificações da TUV Rheinland que asseguram proteção ocular, evitando fadiga visual mesmo em ambientes claros ou escuros. Por trás desta experiência está o chip XREAL X1, que permite rastreio nativo 3DoF e a ancoragem de ecrãs virtuais em formatos ultra-amplos, como 21:9 ou 32:9, ampliando o espaço de visualização de forma fluida. E para utilizadores que necessitam de capacidades mais avançadas, o XREAL 1S mantém compatibilidade com o módulo XREAL Eye, acrescentando rastreio 6DoF e possibilitando fotografia e gravação de vídeo com sobreposição de elementos virtuais.

A nível do áudio, a colaboração com a Bose garante um som envolvente que acompanha a projeção das imagens, criando uma sensação de imersão mais realista.

XREAL Neo

Quanto ao XREAL Neo, surge como solução para utilizadores que necessitam de autonomia prolongada e desempenho portátil. Com capacidade de 10.000 mAh e função de hub DisplayPort, este hub elimina a necessidade de múltiplos adaptadores, permitindo ainda a utilização com consolas Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Inclui cabo USB-C incorporado, fixação magnética rápida e suporte metálico dobrável, garantindo portabilidade.

O dispositivo funciona como uma bateria portátil, permitindo carregar outros equipamentos até 20 W e suportando carregamento rápido de até 30 W quando ligado à corrente, sendo capaz de atingir os 45 W se for ligado a um carregador de 65 W ou superior. A integração com o XREAL 1S permite transmitir jogos da Nintendo Switch para os óculos AR em 1080p até 120Hz, sem necessidade do dock nativo, e obter até 1200p a 120Hz com a Steam Deck.

A XREAL introduziu ainda a funcionalidade Real 3D, que converte automaticamente conteúdos 2D em 3D, sem necessidade de aplicações adicionais, restrições DRM ou software proprietário. A função está disponível nos XREAL 1S e One Pro, podendo ser ativada através de atualizações online.

Neste momento, não é possível aos portugueses adquirir estes dispositivos, uma vez que o respetivo site não está a fazer envios para Portugal, mesmo utilizando a versão europeia – mas poderão, em breve, encomendar via Amazon. No entanto, e para terem uma ideia, os XREAL 1S estão a ser vendidos por apenas 499€

Hipercarro elétrico da Dreame será apresentado na CES 2026

Além deste hipercarro elétrico, a Dreame estará também a desenvolver um SUV de grandes dimensões.

Se forem ao site da Dreame, reparam que a marca tem robôs aspiradores, aspiradores verticais, aspiradores de piscina, robôs corta-relvas, secadores de cabelo, purificadores de ar e, até, várias Smart TVs. Em Portugal, no entanto, o foco da marca está em vender aspiradores robóticos e produtos de higiene pessoal.

Já são várias as categorias de produto, mas parece que a Dreame quer seguir um pouco os passos da Xiaomi. E não, não falamos em smartphones, tablets ou produtos do género, mas sim automóveis elétricos. É isso mesmo que leram: a marca chinesa vai revelar na CES 2026, a decorrer esta semana em Las Vegas, nos Estados Unidos, um automóvel elétrico com mais de 1.000 cv de potência.

O modelo, ainda sem nome oficial e em fase de protótipo, foi antecipado através de teasers e marcará a estreia da marca no segmento de veículos elétricos de alto desempenho, uma vez que falamos de um hipercarro.

As imagens divulgadas mostram um coupé de quatro portas com proporções baixas e alongadas, visualmente próximo de modelos como o Bugatti Brouillard. Na frente vêem-se quatro barras horizontais de luz diurna, grandes entradas de ar e guarda-lamas largos. De lado, o carro tem um perfil baixo e alongado, com o para-brisas a prolongar-se visualmente até ao tejadilho e jantes de seis raios. Na traseira surgem um spoiler fixo, uma faixa luminosa contínua e um difusor pronunciado, elementos que poderão não corresponder à versão final.

Quanto às características técnicas, a Dreame não confirmou dados oficiais. Informações avançadas por meios chineses indicam uma potência superior a 1.000 cavalos, como referimos anteriormente, e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h inferior a dois segundos, com valores apontados na ordem dos 1,8 segundos. É também referida a possibilidade de um sistema de arrefecimento dos motores elétricos baseado em refrigerante, capaz de manter temperaturas de funcionamento próximas dos 15 ºC, embora esta informação não tenha sido validada pela empresa.

O projeto automóvel da Dreame foi formalizado em 2025 com a criação de várias entidades dedicadas ao desenvolvimento e fabrico de componentes. A empresa indicou ainda a intenção de criar capacidade industrial na Europa, junto à Gigafactory da Tesla na Alemanha, sem avançar prazos ou investimento.

Além deste hipercarro elétrico, a estratégia conhecida da Dreame inclui o desenvolvimento de um SUV de grandes dimensões, também elétrico, com ambos os modelos apontados para uma eventual chegada ao mercado em 2027. Mas muito dificilmente qualquer um destes veículos estará disponível em Portugal nesse ano…

Restaurantes IKEA estão com promoção 2 por 1 às sextas-feiras nos pratos principais

Ou seja, vão ao restaurante da IKEA, pedem dois pratos principais… e só pagam um. E assim se poupa.

Quem visita uma loja IKEA, saberá certamente que o restaurante de cada loja também faz bastante sucesso. O Restaurante Sueco oferece uma variedade de pratos, desde as tradicionais almôndegas suecas até especialidades regionais, permitindo que cada visita seja uma oportunidade de descobrir novos sabores. O ambiente é pensado para que a refeição seja um momento de pausa e reconforto, tanto para quem visita em família como sozinho.

Neste momento, o menu do IKEA conta com pratos principais como Arroz com mistura de legumes, Almôndegas de proteína vegetal, Almôndegas de falafel, Almôndegas de carne, Escalopes de frango com batatas fritas, Lombo de salmão, Lombo de bacalhau (sob disponibilidade), Francesinha com molho e batata frita (nem sempre disponível) e Pernil de porco.

O melhor de tudo? Há promoções. Por exemplo, e todas as sextas-feiras, há 50% de desconto nos pratos de almôndegas de proteína vegetal. E há agora uma outra ótima promoção, também às sextas-feiras. Até 26 de junho, seja ao almoço ou ao jantar, terão a oferta de um prato principal na compra de outro.

Ou seja, imaginem que pedem um dois pratos principais de Pernil de Porco. Ao invés de pagarem, 19€, pagam apenas 9,50€. Para isto, atenção, têm de ser membros IKEA Family, cuja adesão é completamente gratuita.

ASUS não lança novos smartphones em 2026, mas garante que não abandona o mercado

A ASUS vai fazer uma pausa no lançamento de novos smartphones este ano, mas continuará a garantir suporte e atualizações para os seus modelos mais recentes.

Se são daquelas pessoas que aguardavam por um novo smartphone da ASUS em 2026, é bom que tirem essa ideia da cabeça. De acordo com o site Digitimes, a empresa já fez saber que não vai lançar modelos da linha Zenfone nem da ROG Phone este ano, ainda que tenha deixado claro que esta pausa não significa um abandono definitivo do mercado móvel.

Ou seja, quem tiver um Zenfone 12 Ultra ou um ROG Phone 9 pode continuar a contar com suporte completo, até porque as atualizações de software e os serviços de garantia dos dispositivos existentes vão manter-se normalmente.

A decisão parece estar ligada ao aumento dos custos de componentes, especialmente da memória RAM, que pressiona as margens de lucro. Para a ASUS, focada em dispositivos premium e de gaming, lançar novos modelos num contexto de preços elevados seria arriscado. Por isso, a empresa optou por fazer uma pausa estratégica, mantendo a presença no mercado e garantindo apoio aos clientes atuais.

Nos últimos anos, a ASUS já tinha dado sinais de mudança. A linha Zenfone, antes reconhecida pelos modelos compactos, tem vindo a aproximar-se do design dos ROG Phone, perdendo parte da sua identidade própria. Em 2025, apenas o Zenfone 12 Ultra e o ROG Phone 9 foram lançados, reforçando a ideia de um desinvestimento.

Portanto, e se aguardavam por um ROG Phone 10 ou um Zenfone 13, vão ter de esperar mais um pouco…

Adeus SIC Notícias, olá Fox News Portugal?

Rumores indicam que a Fox News poderá entrar em Portugal em breve, substituindo a SIC Notícias numa reestruturação do mercado televisivo.

O ano de 2026 promete trazer várias mudanças no panorama mediático em Portugal. Recentemente ficámos a saber que a Media Capital, grupo detentor da TVI, CNN Portugal e V+, adquiriu 80% da empresa responsável pelo Polígrafo, serviço de verificação de factos – o chamado fact-checking – que mantinha uma parceria de seis anos com a SIC, deixando a família Balsemão de fora do negócio.

Indiretamente, este negócio reforçou os rumores sobre a entrada, ainda este ano, do canal norte-americano Fox News no mercado português. De acordo com o 24 Horas, fontes próximas do setor referem que a chegada de uma versão portuguesa de um canal noticioso de tendência conservadora, conhecido pelo apoio à candidatura de Donald Trump em 2017, poderá integrar uma estratégia de transformação mais ampla que os italianos da Media for Europe (MfE) estão a delinear em conjunto com a família Balsemão, no grupo Impresa, proprietário da SIC. Recorde-se que o grupo italiano está prestes a adquirir 32,934% da Impresa, mas sem atingir a maioria.

Segundo alguns analistas, a renovação poderá implicar o encerramento da SIC Notícias, dando lugar à Fox News, numa lógica semelhante à operação realizada em 2021 pela Media Capital, quando a TVI24 foi substituída pela CNN Portugal. Essa mudança, na altura, permitiu superar a SIC Notícias em termos de audiências.

Câmara de Setúbal quer ter metrobus na cidade

O objetivo do metrobus será ligar o centro da cidade ao Faralhão e às praias do Sado, libertando espaço urbano e aproximando a cidade do rio.

Setúbal está a preparar-se para grandes mudanças na mobilidade e na frente ribeirinha, enquanto a Câmara trabalha para reorganizar o estacionamento na cidade. A presidente Dores Meira, em entrevista ao ECO/Local Online, explica os planos para substituir o troço leste da linha férrea e o viaduto associado por um metrobus, que promete ligar o centro da cidade ao Faralhão e às praias do Sado, libertando espaço urbano e aproximando a cidade do rio. “Estamos a fazer estudos, pode demorar um ou dois anos, e são necessários fundos comunitários. Depois, tudo o que se quer na zona ribeirinha vai avançar com investimento privado“, afirma a autarca.

A marina de Setúbal e a revitalização da frente ribeirinha são apontadas como projetos estruturantes que dependem de capitais privados e concursos internacionais. Dores Meira sublinha que a Câmara não utilizará fundos próprios nestas obras, limitando-se a investir em equipamentos públicos, como um novo teatro de média dimensão e um centro náutico. “Toda a realização da zona ribeirinha tem já novos proprietários, uns com projetos aprovados, outros a submeter novos planos”, explica. A intenção é transformar a frente ribeirinha num espaço urbano mais acessível, funcional e integrado na cidade, sem comprometer as finanças municipais.

Outro ponto importante é o estacionamento na Avenida Luísa Todi. A Câmara está a rever contratos antigos e concessões de estacionamento, eliminando avenças históricas e ajustando tarifas e tempos das zonas tarifadas. O objetivo é garantir igualdade de acesso e aliviar a pressão sobre trabalhadores e cidadãos que diariamente utilizam estas áreas. “Estamos a limpar avenças que a Câmara pagava sem justificação e a reduzir tarifas e tempos das zonas tarifadas. Quem trabalha na área não deve ser penalizado pelo estacionamento”, afirma Dores Meira.

Segundo a presidente, estas intervenções fazem parte de uma estratégia mais ampla de reorganização urbana e financeira do município, que inclui também a gestão rigorosa de dívidas antigas e a necessidade de recorrer a fundos externos para projetos de grande dimensão.

Como a Momo Cotton utiliza o bambu para responder às exigências do conforto em casa

A aposta da Momo Cotton no bambu reflete uma tendência crescente nos têxteis domésticos orientados para o bem-estar.

Num contexto em que os consumidores procuram cada vez mais conforto, durabilidade e materiais que aliam funcionalidade a bem-estar, os têxteis para o lar têm assumido um papel central na vida quotidiana. É neste cenário que surge a Momo Cotton, sobre a qual já vos falámos por aqui, marca portuguesa de têxteis premium que tem vindo a destacar-se pela consistência na qualidade dos materiais, por uma estética minimalista e por uma abordagem centrada no conforto diário.

A identidade da marca assenta na utilização de fibra de bambu, matéria-prima que está na base do desenvolvimento de diferentes soluções para o lar, como lençóis com um toque associado à hotelaria e toalhas conhecidas pela suavidade, propriedades hipoalergénicas e capacidade de secagem rápida. A Momo Cotton tem vindo a construir um catálogo orientado para o uso quotidiano, com preocupação ambiental e foco na longevidade dos produtos, respondendo a uma procura crescente por têxteis funcionais, discretos no design e adequados tanto para uso próprio como para oferta.

A crescente aposta em fibras naturais de bambu no setor dos têxteis domésticos está ligada a um conjunto de vantagens que vão além do conforto imediato. A estrutura da fibra permite uma ventilação eficiente, reduzindo a acumulação de calor e criando uma sensação mais estável ao longo da noite. A resistência natural do bambu traduz-se também numa maior durabilidade dos tecidos, que mantêm a suavidade e a forma mesmo após utilizações frequentes, um fator relevante num contexto em que o consumo consciente ganha peso. A menor necessidade de tratamentos químicos intensivos durante o processo de fabrico é outro aspeto frequentemente associado a este material, reforçando a sua presença num mercado atento ao impacto ambiental.

No dia-a-dia, estas características refletem-se em rotinas mais funcionais e previsíveis. Lençóis que mantêm a temperatura equilibrada favorecem um descanso mais contínuo, enquanto toalhas com elevada capacidade de absorção e secagem rápida simplificam a gestão do dia a dia. A escolha de têxteis adequados passa, assim, a ter um papel ativo na organização doméstica, reduzindo o tempo dedicado a tarefas práticas e libertando espaço para momentos de pausa.

A transformação de hábitos rotineiros em pequenos rituais de bem-estar começa, muitas vezes, por decisões discretas. Preparar a casa para o descanso ao final do dia, reduzir estímulos visuais e tácteis agressivos e optar por materiais que proporcionem conforto sem exigir manutenção complexa são exemplos de ajustes simples com impacto cumulativo. O contacto regular com tecidos suaves, a sensação de frescura após o banho ou a criação de um ambiente de descanso consistente contribuem para uma relação mais equilibrada com o tempo e com o espaço doméstico.

No caso da Momo Cotton, a escolha do conjunto de cama depende sobretudo dos hábitos de descanso de cada pessoa. Há quem não abdique do edredão durante todo o ano, quem prefira dormir apenas com um lençol e quem opte por todas as camadas possíveis.

Para quem utiliza edredão e valoriza uma cama sempre composta, existe um conjunto pensado para responder às necessidades do quotidiano. Reúne os elementos essenciais para garantir conforto e simplicidade, integrando fronhas de almofada, lençol de baixo ajustável e capa de edredão. É uma solução prática para quem procura funcionalidade sem comprometer o bem-estar durante o descanso.

Há também quem sofra com o calor durante a noite e prefira uma opção mais leve. Nesse caso, o conjunto com lençol de cima assume-se como alternativa, permitindo dormir apenas com uma camada fina e respirável. Este conjunto inclui fronhas de almofada, lençol de baixo ajustável e lençol de cima, adaptando-se melhor a noites quentes ou a quem dispensa edredão.

Para quem gosta de uma cama totalmente equipada, com várias camadas e uma apresentação cuidada, existe o conjunto mais completo. Pensado para replicar a sensação de uma cama de hotel, reúne todos os elementos: fronhas de almofada, lençol de baixo ajustável, lençol de cima e capa de edredão. É a opção indicada para quem não abdica de conforto total e versatilidade ao longo do ano.

A marca tem também conjuntos e individuais para o banho, com toalhas de bambu que prometem absorção máxima, mas sempre com um toque macio. No fundo, é como ir ao SPA, mas sem sair efetivamente de casa.

Governo destina 15 milhões de euros à eficiência energética na agricultura

Fundo Ambiental assegura 15 milhões de euros para apoiar a transição energética na agricultura e reduzir emissões de gases com efeito de estufa.

O Governo vai disponibilizar 15 milhões de euros para apoiar investimentos em eficiência energética e energias renováveis no setor agrícola, através de um mecanismo financiado pelo Fundo Ambiental e operacionalizado pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP).

O apoio destina-se a produtores agrícolas e agropecuários, cooperativas, associações, organizações de produtores e associações de regantes, abrangendo investimentos em equipamentos e infraestruturas orientados para a eficiência energética, bem como para a produção e o armazenamento de energia a partir de fontes renováveis. A medida visa igualmente contribuir para a redução das emissões de gases com efeito de estufa e para o aumento da autonomia energética das explorações.

O financiamento é concedido a fundo perdido, sob a forma de reembolso das despesas consideradas elegíveis, podendo atingir a totalidade do investimento apoiado. As candidaturas deverão ser submetidas através do portal do IFAP, nos termos e prazos que serão definidos em aviso a publicar no site do Fundo Ambiental.

Apple TV chega ao entretenimento a bordo dos voos de longo curso da TAP

Séries da Apple TV como Slow Horses, Shrinking e The Morning Show estarão disponíveis durante a primeira metade de 2026.

Os passageiros dos voos de longo curso da TAP passaram a ter acesso a conteúdos da Apple TV diretamente no sistema de entretenimento a bordo, nos aviões A330-900neo, A321-200LR e A330-200. Assim, escusam de arranjar forma de fazer download dos episódios ou dos filmes do serviço de streaming.

Durante o primeiro semestre do ano, estarão disponíveis as primeiras temporadas de séries como Slow Horses, Shrinking e The Morning Show. A segunda metade de 2026 acrescenta títulos como Ted Lasso, Severance e The Studio, garantindo uma programação diversificada ao longo de todo o ano.

Claro, há também filmes e séries de outras plataformas de streaming, mas, sabendo da qualidade dos conteúdos da Apple TV, representa efetivamente uma boa melhoria nos serviços da companhia áerea portuguesa.

Quem quiser pode também ligar os seus próprios auscultadores Bluetooth aos ecrãs individuais do sistema de entretenimento a bordo da TAP, fazendo com que, além de poderem usufruir de uma experiência sonora mais personalizada, tenham também melhor qualidade de som do que a proporcionada pelos auscultadores fornecidos gratuitamente a bordo.

Esta implementação integra-se num conjunto de medidas sustentáveis já adotadas pela companhia aérea, incluindo a entrega de auscultadores apenas mediante solicitação do passageiro e a reformulação das embalagens dos mesmos nas Classes Económica e Executiva.

Empresas passam a comunicar admissões de trabalhadores de forma mais flexível à Segurança Social

O novo sistema digital da Segurança Social reduz obrigações mensais das empresas e permite uma comunicação mais eficiente das admissões de trabalhadores.

O Governo decidiu, neste início de ano, reformular o ciclo contributivo da Segurança Social, introduzindo um sistema baseado em processos digitais e automáticos para o apuramento e a comunicação das contribuições. A medida pretende reduzir a carga administrativa das entidades empregadoras e aumentar a fiabilidade da informação contributiva.

Na fase inicial, prevista para o primeiro semestre do ano, o novo modelo deverá abranger cerca de 200.000 empresas. A simplificação traduz-se numa diminuição das obrigações declarativas mensais e numa maior transparência dos dados, ao permitir à Segurança Social calcular automaticamente a base de incidência contributiva, bem como as contribuições e quotizações devidas. Estes cálculos passam a ser feitos com base na informação transmitida pelas empresas no momento da admissão dos trabalhadores ou sempre que haja alterações ao vínculo laboral, sendo aplicada a taxa contributiva correspondente ao tipo de contrato.

A implementação será gradual. Em janeiro, cerca de 7.000 empresas serão convidadas a iniciar o processo de transição. Entre as mudanças previstas está também a redução do período de presunção da data de início de funções, que passa de 12 para três meses. Esta medida visa limitar práticas de criação artificial de carreiras contributivas, usadas para aceder de forma indevida a prestações sociais como os subsídios de desemprego, de doença ou de parentalidade. O enquadramento legal salvaguarda, no entanto, os direitos dos trabalhadores, mantendo como válida a data efetiva de início do vínculo sempre que esta possa ser comprovada.

Outra alteração relevante diz respeito aos prazos de comunicação da admissão de trabalhadores. Até agora, a lei impunha que essa comunicação fosse feita nos 15 dias anteriores ao início do contrato, mas passa a ser possível efetuá-la até ao início da execução do mesmo, representando uma flexibilização dos procedimentos administrativos para as empresas.

ULS do Alto Alentejo adquire antigo colégio para avançar com Campus da Saúde em Portalegre

A ULS do Alto Alentejo adquiriu o antigo Colégio Diocesano de Santo António, em Portalegre, para instalar o futuro Campus da Saúde, num investimento de 2,5 milhões de euros.

A Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo concretizou, a 29 de dezembro, a aquisição do antigo Colégio Diocesano de Santo António, em Portalegre, num negócio avaliado em 2,5 milhões de euros, financiado na totalidade pelo Orçamento do Estado. O imóvel, propriedade da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, localiza-se junto ao Hospital Doutor José Maria Grande, reforçando a articulação funcional entre as futuras valências de saúde a instalar no local e a unidade hospitalar existente.

A aquisição cria as condições para concentrar num único espaço vários serviços atualmente distribuídos por diferentes zonas da cidade, com impacto direto na racionalização de recursos e na melhoria da prestação de cuidados. Entre as estruturas previstas encontram-se o Centro de Saúde de Portalegre, a Unidade e o Laboratório de Saúde Pública, bem como áreas logísticas da própria ULS.

Este momento marca o início formal do futuro Campus da Saúde de Portalegre, um projeto que prevê a transferência gradual de diversas áreas clínicas e técnicas. Está planeada a mudança das consultas externas, dos serviços de imagiologia e de fisioterapia, assim como das unidades de cardiologia, pneumologia e oftalmologia, entre outras. A libertação destas áreas permitirá ao Hospital Doutor José Maria Grande proceder à reorganização de espaços internos, incluindo a ampliação do atual serviço de urgência.

O novo campus deverá igualmente integrar outros serviços da ULS do Alto Alentejo que se encontram atualmente dispersos pelo tecido urbano de Portalegre, como o Centro de Diagnóstico Pneumológico e o Laboratório de Saúde Pública.

O Campus da Saúde de Portalegre tem previsão de estar em total funcionamento algures em 2029. A concretização do plano global envolve um investimento estimado em cerca de 40 milhões de euros.

Meliá investe 17,6 milhões de euros em novo hotel em Vila Nova de Famalicão

Vila Nova de Famalicão vai receber uma nova unidade hoteleira da Meliá, instalada na Avenida do Brasil.

A cadeia hoteleira Meliá vai avançar com a construção de um novo hotel em Vila Nova de Famalicão, num investimento avaliado em 17,6 milhões de euros. O projeto prevê a criação de 37 postos de trabalho e irá nascer na urbanização da Avenida do Brasil, mais concretamente na Rua João Nepomuceno, na União de Freguesias de Antas e Abade de Vermoim.

A instalação do hotel foi recentemente reconhecida como Projeto de Investimento de Interesse Municipal, numa decisão aprovada na reunião do executivo camarário realizada em dezembro do ano passado. Este enquadramento permite ao promotor aceder a um conjunto de benefícios definidos pelo município, entre os quais a redução de taxas associadas ao licenciamento urbanístico, incentivos fiscais ao nível do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e o acompanhamento contínuo por um gestor de projeto, com o objetivo de acelerar e conferir maior previsibilidade ao processo.

Segundo a Câmara Municipal, este investimento integra o programa municipal Made 2 IN, criado em 2014 para atrair e fixar projetos empresariais considerados estratégicos para o concelho. Desde a entrada em vigor deste regulamento, foram já aprovados 82 projetos, correspondentes a um volume global de investimento de cerca de 348 milhões de euros e à criação de mais de 1.600 postos de trabalho.

A nova unidade insere-se na estratégia de expansão da marca Meliá em Portugal, num contexto de crescimento da oferta hoteleira em cidades de média dimensão fora dos grandes centros urbanos.

Barbour estreia primeira loja outlet em Portugal no Algarve

A Barbour abre no Algarve a primeira loja outlet em Portugal, com um espaço de 179 m2 no Designer Outlet Algarve, em Loulé.

A Barbour abriu no Algarve a sua primeira loja em formato outlet em Portugal, tendo escolhido o Designer Outlet Algarve, no concelho de Loulé, para a estreia deste conceito no mercado nacional. O espaço, inaugurado ainda em dezembro passado, está localizada na ala mais recente do centro, junto à Geox.

O espaço tem 179 m2 e apresenta uma oferta pensada para homem e mulher, com uma seleção alargada das coleções da marca britânica. Os icónicos casacos Barbour assumem um lugar central, acompanhados por outras peças de vestuário, calçado e acessórios que traduzem a identidade da insígnia, marcada pela combinação entre funcionalidade, durabilidade e um estilo intemporal de inspiração britânica.

Esta abertura reforça a presença da Barbour em Portugal, onde a marca já dispõe de lojas próprias em Lisboa e no Porto, além de estar representada através de vários pontos de venda multimarca distribuídos pelo país. No Algarve, passa agora a integrar a oferta do maior outlet da região, ao lado de outras marcas internacionais de segmento premium.

Fundada em 1894, a Barbour construiu a sua reputação a partir do vestuário associado ao campo e à vida ao ar livre, sem nunca deixar de dialogar com um registo urbano e contemporâneo. Mais de um século depois, continua a afirmar-se como uma marca histórica, reconhecida internacionalmente pela consistência do seu design e pela ligação a um modo de vida que valoriza a autenticidade e a funcionalidade.

Benfica District vai a votos com investimento de 220 milhões e promessa de impacto positivo nas contas

A direção do Benfica voltou a defender o projeto Benfica District, avaliado em cerca de 220 milhões de euros, garantindo que é autossustentado e não compromete o investimento desportivo.

A direção do Benfica voltou esta sexta-feira a colocar o Benfica District no centro do debate associativo, numa conferência de imprensa realizada no Estádio da Luz, a poucas horas da Assembleia Geral Extraordinária em que os sócios irão decidir se o projeto avança.

O Benfica District representa um investimento global estimado em cerca de 220 milhões de euros e prevê uma profunda requalificação da zona envolvente ao Estádio da Luz, bem como intervenções significativas no próprio recinto. O plano inclui a construção de três novos pavilhões, um deles com capacidade para aproximadamente 10.000 espetadores, uma piscina comunitária, um teatro, espaços comerciais, um hotel e zonas verdes, além de alterações ao sistema de acessos, estacionamento e transportes públicos. Está ainda prevista a expansão da lotação do estádio para cerca de 80.000 lugares, através do rebaixamento do relvado, sem necessidade de encerramento do recinto durante as obras.

Nuno Catarino, vice-presidente e responsável pela área financeira, sublinhou que o Benfica District foi desenhado para ser financeiramente autossustentado, garantindo que são as receitas geradas pelo próprio complexo que asseguram o pagamento do financiamento associado. De acordo com os números apresentados, a expectativa é de uma receita bruta anual a rondar os 37 milhões de euros, que, depois de descontados os custos operacionais, resultaria numa contribuição líquida próxima dos 24 milhões. O plano de financiamento está estruturado para um horizonte de 15 anos, prazo que, segundo a direção, oferece margem suficiente para acomodar eventuais derrapagens sem colocar em causa as contas do clube.

Catarino insistiu que o avanço do Benfica District não limita nem condiciona o investimento no futebol profissional ou nas modalidades. Ainda assim, o próprio dirigente reconheceu que se trata de um empreendimento complexo, admitindo que não existem todas as respostas nesta fase e que há um caminho técnico e administrativo significativo a percorrer antes do início efetivo das obras.

A meta apontada pela direção é ter o projeto aprovado pelas entidades competentes a tempo do Mundial 2030, embora o risco de incumprimento de prazos seja assumido como inerente a iniciativas desta dimensão. Para reforçar a confiança, Catarino recordou a experiência do Benfica na construção do atual Estádio da Luz, concluído num prazo considerado curto para a escala da obra, usando esse precedente como argumento de credibilidade.

José Gandarez, também vice-presidente, centrou a sua intervenção no impacto do Benfica District na experiência dos adeptos e no modelo de receitas do clube. O dirigente defendeu que o projeto permitirá criar uma centralidade diária de atividade em torno da Luz, transformando uma zona tradicionalmente ativa apenas em dias de jogo num espaço permanentemente vivido.

É neste contexto que surge o pavilhão de 10.000 lugares, uma das infraestruturas mais mediáticas do projeto. Gandarez explicou que esta dimensão cumpre os requisitos mínimos ao nível de infraestrutura para acolher uma eventual NBA Europa, no âmbito da anunciada expansão da liga norte-americana para o continente europeu. Ainda assim, fez questão de sublinhar que os critérios financeiros exigidos pela NBA são elevados e que não é certo que o Benfica os consiga cumprir no futuro, relativizando expectativas e apresentando essa possibilidade como um cenário potencial, não como um objetivo estratégico imediato.

Manuel Brito, outro vice-presidente, trouxe para a conferência a vertente ambiental e de sustentabilidade, uma das áreas que mais preocupações tem gerado entre os sócios. O projeto prevê áreas verdes significativas, instalação de painéis fotovoltaicos e reutilização de recursos hídricos, numa tentativa de responder às exigências ambientais atuais e de enquadrar o Benfica District como uma intervenção urbana responsável. A piscina comunitária e os espaços de uso público são apresentados como forma de integrar o complexo na malha da cidade, indo além da lógica estritamente clubística.

São muitas as dúvidas sobre o Benfica District

O Benfica District tem suscitado críticas consistentes, centradas sobretudo na ausência de definição, na fragilidade financeira e na falta de estudos que sustentem a sua viabilidade. Desde logo, a própria direção do clube reconheceu que a proposta ainda não está fechada, assumindo tratar-se de um conceito preliminar, com um nível de detalhe muito aquém do que seria exigível numa fase de aprovação. Não existe um verdadeiro estudo prévio, mas apenas um esboço genérico, o que compromete qualquer avaliação séria.

A incerteza estende-se ao orçamento. Os valores avançados variam de forma significativa, admitindo-se um custo que tanto pode ficar pelos 220 milhões de euros como atingir um montante várias vezes superior. A dimensão e diversidade das infraestruturas anunciadas não parecem compatíveis com o orçamento base divulgado, sobretudo num contexto em que o conceito não está suficientemente detalhado.

Também a questão do Estádio da Luz levanta dúvidas. A expansão do recinto não fazia parte do anúncio inicial, tendo surgido apenas mais tarde, após pressão externa, com a direção a referir a encomenda de um estudo autónomo. Essa eventual ampliação colide com o desenho original do Benfica District e introduz novas incógnitas, cujas consequências não foram explicadas. O processo já incluiu alterações relevantes, como a introdução de zonas de safe standing, sem que exista uma visão consolidada do conjunto.

No plano financeiro, os problemas agravam-se pela inexistência de um modelo de financiamento definido. A direção admite não ter ainda um plano estabilizado, o que é coerente com a incerteza sobre o custo final, mas torna irrelevante qualquer projeção financeira apresentada nesta fase.

A viabilidade económica dos diferentes componentes do projeto permanece igualmente por demonstrar. No caso da área comercial, levanta-se a dúvida sobre a capacidade do mercado para absorver um novo centro comercial localizado em frente ao maior do país, atualmente em processo de remodelação e expansão.

O mesmo se aplica ao pavilhão multiusos previsto. O clube regista assistências reduzidas nas modalidades, o que coloca em causa a necessidade e a sustentabilidade de uma estrutura deste género, que pode até, se chegar a existir, a fazer concorrência direta com a MEO Arena.

Quanto às áreas destinadas a hotelaria e escritórios, não é claro se os rendimentos esperados justificam o investimento e a ocupação de espaço numa zona estratégica como a Luz. Coloca-se a questão de saber se faz sentido o clube abdicar de terreno valioso para este tipo de exploração, quais os custos associados e que retorno efectivo poderá ser garantido.

Outro ponto crítico prende-se com a inexistência de uma análise de risco. Num investimento desta dimensão, seria essencial conhecer os cenários negativos, o impacto de um eventual insucesso e os planos de contingência. Nada disso foi apresentado, mantendo-se em aberto o risco de infraestruturas subutilizadas ou mesmo inúteis, com prejuízo direto para o clube ou para a SAD.

Por fim, permanece pouco claro quem suportará efetivamente o investimento. O estádio pertence ao clube, que tem dificuldades reconhecidas em regularizar a dívida à SAD, enquanto muitos adeptos assumem que será esta última a financiar as obras. A repartição de responsabilidades financeiras não está definida, acrescentando mais uma camada de incerteza ao projeto.

BYD ultrapassa a Tesla e torna-se líder mundial de veículos elétricos

A Tesla tenta recuperar com modelos mais baratos e novos projetos, mas a BYD consolida-se como líder mundial de veículos elétricos, dominando o mercado europeu.

Em 2025, a Tesla perdeu a liderança do mercado global de veículos elétricos para a chinesa BYD. A empresa de Elon Musk entregou 1,64 milhões de automóveis, uma queda de cerca de 9% face ao ano anterior, enquanto a BYD vendeu 2,26 milhões de veículos, impulsionada pelo crescimento na Europa e pelas fortes vendas fora da China.

O quarto trimestre foi particularmente complicado para a Tesla, com entregas a caírem para 418.227 veículos, abaixo das previsões dos analistas. Entre os fatores apontados estão o fim dos incentivos fiscais nos Estados Unidos, que até setembro mantinham a procura elevada, e a associação pública de Musk a políticas conservadoras, que afetou a imagem da marca em vários mercados europeus. França, Suécia e Bélgica registaram quedas significativas nas vendas, enquanto Portugal teve uma redução de 22%. A Noruega foi uma exceção, com um aumento de 40%.

Para tentar inverter a tendência, a Tesla lançou versões mais baratas dos modelos Y e 3, reduzindo os preços. Em Portugal, o Model Y Standard pode ser adquirido a partir de 40.975€, enquanto que o Model 3 mais acessível custa a partir de 36.990€.

Apesar da quebra nas vendas, os investidores mantêm confiança na Tesla, apostando nos planos de Musk para o futuro. A empresa tem investido em robotáxis, robôs domésticos e soluções de armazenamento de energia, tentando diversificar a sua atividade e justificar a valorização em bolsa. As ações da Tesla fecharam 2025 em alta de cerca de 11%, mesmo com os resultados mais fracos na venda de automóveis.

Por sua vez, a BYD consolidou o seu crescimento global, aumentando quase 28% as vendas totais e afirmando-se como líder mundial. A concorrência chinesa tem mostrado grande capacidade de expansão e adaptação, tornando o mercado mais competitivo, especialmente na Europa e na Ásia.

Para 2026, a Tesla prevê vender 1,75 milhões de veículos, um ligeiro aumento face a 2025, e mantém a meta de atingir três milhões até ao final da década. A empresa aposta que os novos projetos em inteligência artificial e robótica possam compensar a perda de quota de mercado, enquanto enfrenta concorrentes cada vez mais fortes e agressivos.

Cinemas do Alvaláxia encerram após Sporting não renovar acordo com a NOS

O complexo de cinema do Alvaláxia encerrou esta semana, depois de o Sporting ter readquirido o espaço comercial no âmbito da Cidade Sporting.

As salas de cinema do Alvaláxia, integradas no complexo do Estádio José Alvalade, em Lisboa, encerraram esta semana, mais precisamente esta quinta-feira, dia 1 de janeiro de 2026, depois de o Sporting ter decidido não renovar o contrato de exploração com a NOS.

O complexo, atualmente designado Cinemas NOS Alvaláxia, dispõe de 12 salas à data do encerramento, embora tenha chegado a ter 16 aquando da inauguração, em 2003. Na altura, fazia parte da zona comercial construída em torno do então novo estádio do Sporting e operava sob a designação Cinemas Millenium Lisboa, com exploração a cargo do produtor Paulo Branco. Uma das salas destacou-se por integrar um sistema de projeção digital pioneiro em Portugal, tendo a abertura sido associada à anunciada presença da atriz francesa Catherine Deneuve.

À Agência Lusa, fonte do Sporting informou que o espaço será transformado num “novo espaço pioneiro de experiência imersiva”, inserido num projeto de requalificação do complexo Alvaláxia. A intenção do clube é criar um ambiente adaptado às novas formas de consumo de entretenimento, integrado na visão estratégica do ecossistema desportivo, cultural e de lazer. A transição para este novo uso será faseada, preparando o espaço para a próxima época, explicaram os responsáveis do clube.

O Sporting avançou também que já solicitou à Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) a desafetação da atividade cinematográfica, processo que depende da aprovação do Ministério da Cultura.

O encerramento ocorre na sequência da compra, por parte do Sporting, da totalidade do espaço comercial do Alvaláxia, concluída em agosto de 2025, por 17 milhões de euros. A operação insere-se no projeto Cidade Sporting, que prevê a reconfiguração do local e a criação de novas valências, entre as quais um museu dedicado ao clube.

Feriados de 2026: como aproveitar pontes e fins de semana prolongados

Nem todos os feriados de 2026 ajudam, mas o calendário ainda permite várias pausas estratégicas ao longo do ano.

Agora que já entrámos em 2026, muita gente começa a olhar para o calendário à procura de oportunidades para ganhar dias de descanso sem gastar demasiadas férias. Este ano traz um cenário misto: menos feriados para aproveitar do que em 2025, mas ainda assim várias hipóteses para fins de semana prolongados, pontes e até pequenas pausas que já sabem a férias a sério.

No total, o calendário inclui 13 feriados nacionais obrigatórios, aos quais se juntam o Carnaval, que continua a ser facultativo, e os feriados municipais, particularmente relevantes em junho. O problema é que alguns dias calham ao fim de semana e acabam por não acrescentar descanso extra. É o caso do 25 de Abril e do 15 de agosto, ambos ao sábado, e do 1 de novembro, que será num domingo. Em Lisboa, o Santo António, a 13 de junho, também não ajuda, já que calha igualmente a um sábado.

O ano começou, ainda assim, de forma simpática. O Dia de Ano Novo calhou numa quinta-feira, o que permitiu, com um dia de férias, juntar quatro dias seguidos de descanso. Janeiro, depois disso, não oferece mais pausas, mas fevereiro abre a porta à primeira quase ponte do ano. O Carnaval celebra-se a 17, numa terça-feira, e embora não seja feriado por lei, muitas empresas continuam a conceder o dia, o que permite, com mais uma folga, aproveitar um intervalo de quatro dias.

Março passa sem feriados e abril marca o primeiro momento forte do calendário. A Sexta-Feira Santa celebra-se a 3 de abril, garantindo um fim de semana prolongado. Já o 25 de Abril, apesar do seu peso simbólico, pouco acrescenta este ano por calhar a um sábado. Poucos dias depois surge o 1 de Maio, Dia do Trabalhador, numa sexta-feira, criando mais um fim de semana de três dias.

Junho é, como quase sempre, o mês mais interessante para quem gosta de jogar com o calendário. O Corpo de Deus celebra-se a 4, uma quinta-feira, ideal para fazer ponte. Na semana seguinte, o Dia de Portugal é a uma quarta-feira, o que permite combinar férias com dois feriados muito próximos. Para quem vive no Porto, em Braga ou noutros concelhos que celebram o São João, o dia 24, também a uma quarta-feira, acrescenta ainda mais margem de manobra. Já em Lisboa, o Santo António pouco ajuda este ano por coincidir com o fim de semana.

Depois de junho, o verão é mais pobre em feriados. Julho e setembro passam sem qualquer pausa no calendário e agosto conta apenas com o dia 15, novamente a um sábado. O próximo momento de alívio só chega em outubro, com o feriado da Implantação da República, a 5, numa segunda-feira, garantindo três dias seguidos de descanso.

Novembro volta a desiludir, já que o Dia de Todos os Santos é a um domingo, mas dezembro compensa. O feriado de 1 de dezembro, Restauração da Independência, e o de 8, Imaculada Conceição, calham ambos a uma terça-feira, o que permite duas pontes seguidas para quem conseguir tirar as segundas-feiras. Para fechar o ano, o Natal celebra-se numa sexta-feira, criando mais um fim de semana prolongado e abrindo a porta a uma passagem de ano mais descansada para quem conseguir gerir bem os dias entre as festas.

Petkit revela o seu primeiro dispensador de ração húmida

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A Petkit apresentou novos dispositivos que analisam a alimentação e hidratação de cães e gatos com recurso a câmaras inteligentes e recolha avançada de dados.

A Petkit revelou dois novos equipamentos automatizados que recorrem à inteligência artificial e a câmaras inteligentes para acompanhar de perto os hábitos diários e o estado de saúde de cães e gatos. Mais do que simples gadgets tecnológicos, estes dispositivos foram pensados como ferramentas de monitorização contínua, capazes de transformar comportamentos rotineiros em dados úteis para os donos, ajudando a detetar alterações que facilmente passam despercebidas no dia a dia.

O destaque da apresentação foi o Yumshare Daily Feast, uma das primeiras máquinas automáticas concebidas especificamente para alimentação húmida. O equipamento consegue armazenar refeições durante até sete dias e responde a um dos maiores desafios deste tipo de comida: a conservação e a redução do desperdício. Cada dose é identificada através de um sistema de rastreio baseado em NFC e, caso a refeição não seja consumida num prazo de 48 horas, o próprio alimentador encarrega-se de a remover. Entre utilizações, uma luz UVC entra em funcionamento para higienizar a zona de distribuição, reforçando as condições de limpeza.

O funcionamento do sistema assenta numa câmara de 1080p com visão noturna e um ângulo de visão de 140 graus. Para além de registar os horários das refeições, a câmara analisa quando o animal se alimenta e que quantidade é efetivamente ingerida antes de ser servida uma nova porção. Com o tempo, o dispositivo constrói um histórico detalhado dos hábitos alimentares, permitindo identificar mudanças repentinas que podem estar associadas a stress, problemas digestivos ou outras condições de saúde. A Petkit esclareceu, no entanto, que o Yumshare Daily Feast não será comercializado diretamente ao público. A empresa pretende disponibilizá-lo como uma plataforma para marcas de alimentação animal, que ficarão responsáveis por definir o preço do equipamento e dos recargas de refeições prontas. O lançamento está previsto para abril de 2026.

Eversweet Ultra
Eversweet Ultra

Ao mesmo tempo, a marca também apresentou a Eversweet Ultra, uma nova fonte de água inteligente que segue uma lógica semelhante, mas aplicada à hidratação. Este modelo integra igualmente uma câmara com inteligência artificial e visão noturna, capaz de reconhecer vários animais de estimação e acompanhar individualmente os seus padrões de consumo de água. A informação recolhida é depois utilizada para fornecer indicadores sobre o nível de hidratação e possíveis sinais de problemas urinários, uma preocupação especialmente relevante no caso dos gatos. A Eversweet Ultra inclui um reservatório com autonomia de até 14 dias e conta com um sistema sem recirculação, o que significa que a água já bebida é encaminhada para um depósito de resíduos separado, reduzindo o risco de contaminação. O preço anunciado é de equivalente a 185€, com chegada ao mercado igualmente prevista para abril deste ano.

Descobrimos os novos pratos do Nood: sabores asiáticos para partilhar e saborear

O Nood apresentou a secção Tashō, uma coleção de pratos pensados para partilhar, e o Kurimi Ramen, perfeito para dias frios, numa daquelas experiências que nos fez viajar pela cozinha asiática, mas sem sair de Lisboa.

O Nood tem vindo a afirmar-se na cena gastronómica portuguesa desde 2007, consolidando-se como um espaço de referência para quem procura a autenticidade da cozinha asiática. É aqui que muitos provam o seu primeiro ramen, experimentam os hashi e descobrem o molho teriyaki, um dos mais emblemáticos da culinária japonesa. Mais do que pratos, o restaurante oferece experiências que combinam tradição, sabor e modernidade.

O ambiente reflete a diversidade da cozinha pan-asiática: moderno, descontraído e multicultural. Grandes janelas deixam entrar luz natural, criando um cenário acolhedor, enquanto o serviço mantém atenção aos detalhes, pronto a esclarecer dúvidas ou sugerir combinações. Apesar de se encontrar a milhares de quilómetros da Ásia, o restaurante garante uma experiência gastronómica rápida sem comprometer a qualidade.

Em dezembro do ano pasado, e depois de uma fantástica ida ao espaço em março, o Echo Boomer teve oportunidade de revisitar o Nood, desta vez para conhecer a nova secção do menu, chamada Tashō, inspirada na filosofia japonesa da partilha. A ideia, segundo o chef Bruno Gomes, surgiu de forma orgânica: após uma refeição em que um arroz foi servido num tacho, a equipa decidiu experimentar criar pequenos “tachinhos” com pratos que todos pudessem partilhar. Em japonês, Tashō significa “um pouco”, traduzindo-se na prática em pequenas porções para que cada pessoa prove um pouco de cada prato, ainda que as doses sejam generosas. A regra é pedir sempre menos um prato do que o número de pessoas à mesa, garantindo que todos possam experimentar todas as opções.

Começámos a nossa viagem gastronómica com o Thai Tiger, um dos pratos da nova carta, que traz camarão-tigre envolto em yuzu e salsa de manga, acompanhado por arroz de coentros e caril vermelho. Não é um prato propriamente picante, até porque a doçura da manga e a frescura do yuzu criam um contraste que mantém cada garfada interessante, com o arroz de coentros a revelar-se bastante cremoso.

Seguimos com o Soba Coco e Chilli, composto por noodles soba frescos, frango, leite de coco e lima, envolvidos num molho de pimentos assados e finalizados com frango crocante. É recomendando misturar todos os ingredientes antes de provar, e a combinação revela-se perfeita: a cremosidade do coco contrasta com a acidez da lima, enquanto o frango estaladiço acrescenta textura e profundidade. Apesar de ligeiramente picante, o prato mantém um equilíbrio que permite saborear cada elemento sem que o corpo acuse o aumento de temperatura.

Já o Topokki transporta-nos para a Coreia, com rolinhos de arroz coreanos recheados com bacon, envolvidos em molho cremoso de gochujang e queijo mozzarella, servidos com katsu de frango – no fundo, tiras de frango fritas no topo do prato. Aqui tudo funciona, desde o sabor realçado do bacon ao queijo derretido e o molho cremoso, pelo que vai certamente conquistar nos dias frios. A textura da massa de arroz é que é algo elástica, mas, ainda assim, não se torna “irritante” de comer.

Para quem procura uma opção vegetariana, o Kinoko combina arroz gohan com cogumelos eryngi e shiitake em molho teriyaki, milho com manteiga de miso, creme de abacate, tomate cherry e takuan. O prato é bastante colorido e equilibrado em sabor e textura, mas foi o menos preferido das novas opções. Ganha muito, no entanto, graças ao creme de abacate.

Além dos pratos Tashō, o Nood apresentou também o novo Kurimi Ramen, pensado para os dias mais frios. Com massa fresca, caldo cremoso de frango, tare de miso e gochujang, porco chashu, ovo de ramen, cebolinho e milho com manteiga de miso, é um prato reconfortante e profundo, que combina nuances doces e picantes de forma harmoniosa. Adorámos. É picante q.b., ou seja, mesmo quem não está habituado a grandes doses de picante irá conseguir tolerar.

No fim de tudo, ficou a ideia de que estas são novidades que fazem a essência do Nood: uma cozinha asiática moderna, criativa e autêntica, valorizando o prazer de cada refeição e a partilha, quando apropriado, mas também o conforto individual.

Todos estes pratos, devidamente identificados como novidade no novo menu, já estão disponíveis nos restaurantes de rua do Nood, localizados no Chiado, Saldanha, Alcântara, Benfica e Porto.

Uma viagem de 600 km e 1900 pedidos num ano: os dados mais invulgares da Uber e do Uber Eats em 2025

Os dados de 2025 da Uber e do Uber Eats revelam uma viagem de 600 quilómetros, mais de 1900 pedidos de um único utilizador e os hábitos de consumo em Portugal.

Em 2025, a Uber e o Uber Eats voltaram a ocupar um lugar central nas escolhas dos portugueses, com números que ajudam a traçar um retrato detalhado dos hábitos de mobilidade e de consumo ao longo do ano. Entre deslocações diárias, encomendas de refeições e compras de retalho, os dados revelam padrões consolidados, mas também situações menos comuns que ajudam a compreender a evolução destas plataformas no país.

No serviço de transporte, a maioria das viagens teve como origem ou destino o local de trabalho e a residência dos utilizadores. Ainda assim, aeroportos, restaurantes, bares, centros comerciais, atrações turísticas e unidades de saúde continuaram a figurar entre os destinos mais frequentes. O mês de julho concentrou o maior volume de viagens realizadas em território nacional, refletindo o período de férias e o aumento da mobilidade interna. Entre todos os percursos registados, destacou-se uma viagem pouco habitual pela sua extensão: uma deslocação entre o Aeroporto de Faro e Matosinhos, com cerca de 600 quilómetros, atravessando o país de sul a norte numa única viagem.

No Uber Eats, os dados de 2025 confirmam algumas preferências já conhecidas, mas revelam também números fora do comum. O hambúrguer voltou a ser o tipo de refeição mais encomendado ao longo do ano, enquanto no segmento de retalho o produto mais solicitado foi o pão, presença regular nas encomendas feitas em Portugal. O período entre as 19h e as 21h concentrou o maior número de pedidos, consolidando o jantar como o momento de maior atividade. O dia mais movimentado do ano foi 29 de novembro, impulsionado pela Black Week e pelo aumento excecional da procura.

Um dos dados mais expressivos do ano diz respeito ao utilizador mais ativo do Uber Eats em Portugal. Ao longo de 2025, este cliente realizou mais de 1900 pedidos, o que corresponde a uma média próxima de seis encomendas por dia, com um valor diário médio a rondar os 315€. Entre as encomendas registadas, destacou-se também o pedido individual de maior valor do ano, que incluiu a compra de um iPhone 15 e de uma PlayStation 5, num total aproximado de 1400€, sinalizando a crescente diversidade da oferta no segmento de retalho.

No que respeita às categorias de retalho mais procuradas, a mercearia liderou as preferências, seguida das lojas de conveniência e das farmácias, refletindo uma utilização cada vez mais abrangente da plataforma para responder a necessidades imediatas que vão muito além da restauração.