Ney Matogrosso anuncia data extra em Portugal

por Echo Boomer

Depois de, no passado mês de maio, termos anunciado o regresso de Ney Matogrosso a Portugal, depressa os portugueses correram às bilheteiras para comprar as tão desejadas entradas para o novo espetáculo Bloco na Rua. Pois bem, como as vendas estão a decorrer a bom ritmo, a Everything is New anunciou uma data extra para o Coliseu de Lisboa.

O novo espetáculo acontece a 5 de novembro e os bilhetes já estão à venda nos locais habituais, variando entre os 18€ e os 80€Bloco na Rua chega em novembro a Portugal após várias datas esgotadas no Rio de Janeiro, no Brasil.

Com 77 anos, Ney Matogrosso não dá sinais de querer parar. Este novo projeto começa nos palcos e depois ganha outros formatos. O repertório foi selecionado enquanto Ney se encontrava em digressão com o espetáculo anterior e o seu critério não foi o ineditismo: “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, explica Ney.

O alinhamento revela a diversidade do repertório: “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da digressão, “A Maçã” (Raul Seixas), “Álcool (Bolero Filosófico)”, da banda original do filme Tatuagem (DJ Dolores), “O Beco”, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e “Mulher Barriguda”, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), são algumas das músicas escolhidas por Ney Matogrosso.



Duas canções foram extraídas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: “Postal do Amor” (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e “Ponta do Lápis” (Clodô/Rodger Rogerio). Outros dois clássicos que Ney nunca tinha antes cantado, “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e “Feira Moderna” ( Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant), podem encontrar-se também neste espetáculo.

​A banda afiada é a mesma que o acompanhou nos últimos cinco anos com a digressão Atento aos Sinais, a qual reúne Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone).

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