Sem vender o que vendia antes, Huawei fechou a loja no Colombo

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Uma decisão pouco surpreendente.

Chegou a ser líder de mercado em Portugal, tendo sido responsável por 35% das vendas de smartphones no primeiro trimestre de 2019, mas atualmente vende pouquíssimo em Portugal. Sim, falamos sobre a Huawei, que tomou uma decisão pouco surpreendente relacionada com o mercado português.

No início deste mês, aquando de uma passagem pelo Centro Colombo, reparámos que a loja da Huawei naquele centro comercial estava fechada, e já sem qualquer referência ao logo da marca, como podem reparar na imagem abaixo. No entanto, não sabíamos se se tratava de mudança para um espaço mais pequeno, ou se, efetivamente, era para fechar. Mas agora, graças ao ECO, sabemos que se trata ao certo de um encerramento.

Huawei colombo

“A Huawei tomou a decisão de fechar a loja física Huawei Experience, gerida em parceria com a Select Smart, localizada no Centro Comercial Colombo”, disse fonte da marca ao mesmo site, justificando a decisão com a evolução dos “hábitos de compra”. Sem nunca admitir ao certo as fracas vendas no país, fontes familiarizadas com a situação na empresa admitiram ao ECO que, de facto, existem dificuldades na venda de smartphones em Portugal.

Esta loja fica agora sem efeito, pelo que os interessados nos produtos da marca têm sempre possibilidade de efetuar compras através da loja online oficial. No entanto, convém fazerem um comparativo com outras lojas, pois por norma encontram sempre preços muito mais competitivos.

Recorde-se que tudo começou a mudar em 2019 para a empresa chinesa, quando Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos da América, anunciava severas restrições para a Huawei, o que fez com que a marca deixasse de poder trabalhar com equipamentos e softwares feitos naquele país. Tal levou ao impedimento de usar serviços Google, os mais utilizados a nível global, e as coisas nunca mais foram as mesmas, mesmo com um sistema operativo adaptado do Android, o HarmonyOS, e uma loja própria de aplicações, a App Gallery.

Em agosto deste ano, o próprio fundador do grupo chinês, Ren Zhengfe, disse aos funcionários da empresa que, para os próximos três anos, a prioridade da Huawei é “sobreviver”.

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