O Gemini 4 Argon é o novo modelo de inteligência artificial mais avançado da Google, com melhorias no raciocínio, programação e capacidades multimodais.
A Google lançou o Gemini 4 Argon, o seu novo modelo de inteligência artificial mais avançado ate agora, ficando acessível aos subscritores dos planos Pro e Ultra, bem como para programadores através de API.
Este lançamento serve de resposta da Google à forte concorrência, composta por soluções como o GPT-6 Astra, da OpenAI, e o Claude Opus 5.5, da Anthropic. Para entrar nessa corrida, o Gemini 4 Argon apresenta-se com melhorias no raciocínio e na resolução de tarefas complexas, incluindo programação, cibersegurança, investigação científica e análise financeira.
A Google afirma, no entanto, que já começou a tirar partido destas capacidades nos seus próprios projetos há algum tempo. Em particular na identificação e correção de vulnerabilidades de segurança, na otimização da infraestrutura responsável pelos comentários do YouTube e no apoio ao desenvolvimento do simulador de física de drones da Wing, uma subsidiária da Alphabet.
As Gemini 4 Argon também apostar também no chamado raciocínio incorporado, de uma forma que procura aproximar os modelos inteligentes da interação com o mundo físico. Numa das demonstrações apresentadas, o Gemini 4 Argon foi capaz de analisar um vídeo e gerar o código necessário para que o Apollo, um robô humanoide da Apptronik, conseguisse realizar sete lançamentos consecutivos com sucesso.
Já para o Google DeepMind, a combinação entre compreensão multimodal, programação agentiva e interpretação de cenários físicos poderá contribuir para o desenvolvimento de novas aplicações na área da robótica.
