Ginos – Fomos experimentar o mais recente restaurante italiano em Lisboa

Lisboa é uma cidade que está a ficar com restaurantes italianos em cada esquina. Um dos mais recentes é o Ginos, do grupo VIPS (do qual faz parte o Starbucks, que abriu na semana passada mesmo ao lado), inaugurado no passado mês de outubro.

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Normalmente só costumamos visitar novos restaurantes, no mínimo, com três meses de existência, mas como estávamos com confiança em que este não fosse mais um italiano qualquer, e como queríamos tirar as dúvidas em relação às notas tão dispares que existem no Zomato, resolvemos arriscar.

Localizado na Alameda dos Oceanos, bem perto de locais como a FIL, Altice Arena ou Centro Comercial Vasco da Gama, o Ginos está estrategicamente bem localizado numa zona onde muitos turistas acabam por passar. Aumenta-se a curiosidade e consegue-se, assim, angariar clientes facilmente.

Claro que o objetivo não é ser uma armadilha para turistas. Pretende-se, sim, conquistar fiéis consumidores que adorem os pratos do Ginos.

Ao entrarmos no espaço, ficámos positivamente agradados. Um local com muita luminosidade natural e muito bem decorado, possuindo ainda uma zona de esplanada muito convidativa (sobretudo na altura do Verão).

Ao chegarmos, fomos prontamente recebidos pelo Staff, muito simpático e atencioso, contudo algo desorganizado.

Iniciou-se logo com o facto de termos pedido um jarro de sangria tinta que, dado o nível e excelente aspeto do sítio onde estávamos, deveria de ser ótima, pensámos nós. Porém, ao chegar à mesa passados nem cinco minutos depois de a termos pedido, trazem-nos um jarro com sangria tinta… de pressão. Com apenas umas rodelas de limão para enfeite e gelo, um gole bastou para constatarmos que era, de facto, sangria de pressão, e ficámos bastante desapontados nesse aspeto.

Continuámos a nossa experiência à espera de algo que nos fizesse esquecer este dissabor e eis que recebemos uma entrada que não tinha sido pedida por nós… mas sim pela mesa ao nosso lado.

Todavia, o staff prontamente corrigiu o erro sem complicações e trouxe-nos, pouco depois, as nossas entradas: a magnífica Tavola Ginos (tábua com pão focaccia, splanata, mozzarella di bufalla 100% D. O. Campana, piadina, tomate desidratado, azeitonas, rebentos frescos, manjericão e azeite extravirgem, trazendo ainda um molho di Roma), e a Fonduta di Formaggi (fondue de queijos com queijo azul e cebolinho acompanhado com pão de alho (opção também disponível sem glúten)).

Sentimos que qualquer uma das entradas trazia comida comida suficiente para duas pessoas, visto estarem muito bem servidas. Especial destaque para a Tavola Ginos, que passa bem por um prato principal, e cujos ingredientes que a compõem são, todos eles, de boa qualidade, especialmente o queijo. Já o fondue estava muito agradável – o queijo estava no ponto, muito cremoso e nada intenso, sendo um complemento perfeito para o pão de alho.

De barriga já quase cheia, prosseguimos para os pratos principais. Como queríamos viajar até Itália, optámos pela Pizza Piemontese (molho de tomate, mozzarella, bacon, cebola caramelizada e um toque de orgãos) e pelo Raviolli Integrali Pesto e Pomodorini (molho pesto, tomate-cereja, queijo parmesão e manjericão).

Sobre estes dois pratos, podemos dizer que o nosso balanço foi médio. Apesar de grande e bem servida, era o molho de tomate, ligeiramente adocicado, que predominava no sabor da pizza, e não era isso que se pretendia. Não se sentiam a cebola caramelizada nem os orégãos, por exemplo. E tendo isto em conta não tivemos vontade de terminar a pizza.

Quanto aos Raviolli… honestamente fizeram-nos lembrar aqueles que se compram no supermercado para cozinhar em casa. Não se realçavam em nada e vieram encharcados em azeite, que foi absorvido pela massa.

Apesar desta experiência com pontos menos positivos, acabámos por gostar do sítio, e, provavelmente, se lá fossemos repetir a experiência e escolhêssemos outras opções, certamente que teríamos mais sorte nos pratos principais. Contudo, acaba por ser estranha a disparidade de qualidade entre entradas e pratos principais.

No final de tudo, é um facto que existem muitos restaurantes italianos em Lisboa. Infelizmente, este Ginos não teve nada que o destacasse dos demais.

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