Forte da Bataria de Artilharia de Costa da Parede vai ser aberto ao público

Cedência do imóvel vai permitir criar parque e museu.

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Volvidos vários anos sobre a pretensão anterior, adiada por diversas vicissitudes, o Forte da Bataria de Artilharia de Costa da Parede, no concelho de Cascais, vai ser aberto ao público para usufruto da população.

Património edificado e exemplar único no país, o espaço vai ser transformado, como pretende a autarquia há vários anos, num parque urbano com infraestruturas para diversas atividades. Posteriormente, será também ali instalado o Museu Militar de Artilharia de Costa.

Localizado na freguesia da Parede, o local dispõe de um amplo espaço verde com vista privilegiada sobre a costa. Construída com o objetivo de defender a costa portuguesa, a 2.ª Bataria de Artilharia de Costa permitia cruzar os seus fogos com as batarias de São Gonçalo e de São Julião da Barra e, ainda, com a bataria do Murtal (esta última não chegaria, contudo, a ser construída).

Com o aproximar da Segunda Guerra Mundial, no âmbito dos esforços nacionais para reestruturação e rearmamento do Exército também a defesa do porto de Lisboa, a Bataria da Parede seria considerada prioritária. É nesse período que se desenvolve o chamado “Plano B”, também conhecido por “Plano Barron”, que acabou por ser implementado para a defesa costeira e aérea conjunta dos estuários do Tejo e do Sado. Este plano previu um complexo sistema de defesa dirigido por um Comando de Defesa Costeira dividido em dois setores, um a Norte e outro a Sul do Tejo, cada um composto por batarias e outros órgãos de vigilância, iluminação, barragem, comando e direção de tiro, instalados entre 1948 e 1958 e guarnecidos pelos militares do Regimento de Artilharia de Costa.

“Numa primeira fase o objetivo é abrir o parque verde urbano à população, ao mesmo tempo que vão decorrendo as obras de recuperação do edificado e das batarias”, explicou Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, revelando que pretende abrir este espaço ao público em breve. “Depois vai ser estudada toda a parte museológica contando a história da artilharia portuguesa e da defesa de costa. Há muito material que o exército vai ceder para que esteja exposto” concluiu.

Ainda não há data concreta para esta abertura ao público.

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