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Festival Santa Casa Alfama está de regresso

Com a atribuição do seu nome àquele que é o grande Festival anual de Fado, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai associar-se à expressão artística de um estilo de música que é um elemento importante da identidade portuguesa.

Com esta parceria, a SCML reforça o seu apoio à música nacional, acreditando que muitos dos valores defendidos pela instituição podem ser transmitidos através da música e dos seus vários estilos.

No âmbito desta parceria, e à semelhança do que se tem verificado noutros festivais onde tem marcado presença, a Santa Casa pretende levar as boas causas até Alfama, através do apoio a pessoas de mobilidade reduzida nos dias de concerto, com a disponibilização de estruturas de acessibilidades.

Ao assumir-se como naming sponsor deste Festival, a Santa Casa pretende ainda sensibilizar a comunidade para a importância da inclusão social, permitindo que, todos, independentemente da sua condição física e idade, possam ter condições logísticas para assistir aos concertos e aos artistas que mais gostam no histórico bairro de Alfama.

No que toca ao cartaz, Alexandra, António Pinto Basto e Maura, Dulce Pontes, Maria Emília, Paulo de Carvalho, Raquel Tavares e também Ângelo Freire, Carlos Leitão, Cristina Maria, João Chora, Marta Pereira da Costa, Ricardo Parreira + Paulo Parreira + António Parreira e Teresa Tapadas são os primeiros nomes revelados de mais de 40 artistas que irão apresentar-se em 12 salas, na edição de 2018, do agora chamado Santa Casa Alfama, marcado para os dias 28 e 29 de setembro, como sempre, no coração de Alfama.

Além destes palcos e da novidade do Rooftop do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, onde vai poder desfrutar-se do fado cantado à luz encantadora do final de tarde de Lisboa, as outras salas que integram a edição deste ano do Festival são as já conhecidas e sempre espalhadas pelo coração de Alfama: Palco Ermelinda Freitas (Largo das Alcaçarias), Palco Amália (Auditório Abreu Advogados), Grupo Sportivo Adicense, Igreja de São Miguel, Sociedade Boa União, CC Dr. Magalhães Lima, Igreja de Santo Estevão e o Fado à Janela no Largo de São Miguel.

Quanto aos bilhetes, até 31 de agosto, o bilhete diário custa 15€, enquanto que o passe de dois dias tem um custo de 25€. Após esse dia, e até 27 de setembro, o diário passa a custar 20€, enquanto que o passe de dois dias sobe para os 30€. Finalmente nos dias do festival, e isto se o festival não esgotar, o bilhete diário pode ser adquirido por 25€, ou, caso queiras ir aos dois dias, 35€ pelo passe de dois dias.

O passe tem que obrigatoriamente ser trocado por pulseira, pelo próprio, colocada pela organização do Festival no Museu do Fado, a partir do dia 27 de setembro. A pulseira dá acesso a todos os espaços do Festival até ao limite de lotação de cada um.

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