Festival MIL regressa este ano com datas marcadas já para setembro

Três dias dedicados à descoberta, promoção, valorização e internacionalização da música popular.

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Depois da última edição física cancelada e da realização de algumas atividades em formato digital em 2020, o MIL regressa em 2021 com um renovado programa artístico e de formação em formato presencial. Com as salas de programação de música do Cais do Sodré ainda sem poderem funcionar, este ano, o programa de 50 concertos e a convenção decorrerá no Hub Criativo do Beato.

Antecipando futuras tendências e apostando em artistas que escapam às fórmulas comerciais pré-estabelecidas, os destaques da programação artística do MIL incluem a Carla Prata, artista luso-angolana residente em Londres que faz a sua estreia nacional; YNDI, compositora franco-brasileira que conquistou o COLORS show com “Ailleurs” e é tida como uma das grandes apostas do mercado de música francês para 2022; Naima Bock, baixista dos Goat Girl que se inicia agora em nome próprio; Queralt Lahoz, promessa da cena de música urbana espanhola que cruza o rap, flamenco, R&B e a copla; Dino Brandão e EU.CLIDES, nomes obrigatórios na nova pop e R&B; Faux Real, duo anti-rock que mistura o punk com a disco; e Kelman Duran, produtor dominicano que está a preparar um novo trabalho para apresentar em Portugal.

Ao longo dos três dias de festival, será ainda possível assistir aos concertos de Acácia Maior, A’mosi Just A Label, BabySolo33, Bia Maria, Cabrita, Club Makumba, Dame Area, Dianna Excel, Ellynora, Eugenia Post Meridiem, Fado Bicha, Gala Drop, Global Charming, Ikram Bouloum, Karel, Ladaniva, Los Sara Fontán, Hadi Zeidan, Herlander, Hun Hun, Maria Reis, Murman Tsuladze, Marinho, MØAA, MURAIS, Orange Dream, RAY, Roméo Poirier, Rosin de Palo, SecoSecoSeco, Silly, Stereoboy, Susobrino, Tristany, Uma Chine, We Sea, Yakuza e YN.

Este ano, o MIL vai ainda contar com duas residências artísticas: a primeira, desenvolvida em parceria com o Instituto Ramon Llull, juntará as espanholas Tarta Relena e os portugueses Lavoisier; enquanto que a segunda, realizada em parceria com o Liveurope, convida o produtor Pedro da Linha e o músico Álvaro Romero (RomeroMartin). Da residência de cinco dias resultarão dois espetáculos únicos apresentados ao vivo no festival.

Na forma de masterclasses, keynotes, debates e workshops, o MIL provoca o debate sobre todas as questões que determinam o futuro da música e da cultura. Partindo da premissa de que o futuro da cultura é o futuro do “ao vivo”, o programa de convenção do MIL introduz uma reflexão crítica sobre a transformação digital, onde serão abordadas as problemáticas como a soberania digital, as políticas do streaming, os direitos de autor, a crescente concentração levada a cabo pelas grandes empresas tecnológicas e as narrativas de resistência e de denúncia que neste espaço se desenvolvem.

De forma complementar, será debatida a importância de proteger e preservar os setores da música ao vivo e de todos os seus intervenientes, seja através do desenho de políticas culturais, do desenvolvimento de políticas de ação afirmativa ou da aposta em circuitos e artistas locais. Já é possível aceder à listagem dos primeiros oradores confirmados em millisboa.com.

Os bilhetes para o MIL 2021 já se encontram à venda. O bilhete PRO (acesso aos concertos, convenção e base de dados de profissionais) tem um custo de 70€, o bilhete de festival (acesso aos concertos dos 3 dias) custa 25€ e o bilhete de estudante (acesso aos concertos e convenção) tem um custo de 35€.

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