Cascais volta a antecipar a abertura da época balnear 2026, com 13 praias vigiadas até 30 de setembro.
Arrancou hoje, dia 1 de maio, a época balnear de 2026, que se estende até setembro. A época balnear deste ano foi oficialmente estabelecida pela Portaria n.º 204-A/2026/1, que identifica e classifica as águas balneares em todo o território nacional, incluindo zonas costeiras, de transição e interiores, e fixa os respetivos períodos de funcionamento.
De acordo com o diploma, foram identificadas 671 águas balneares em Portugal, distribuídas entre o Continente (523), a Região Autónoma dos Açores (88) e a Região Autónoma da Madeira (60). Estas zonas, com características distintas, assumem um papel relevante como espaços de lazer durante os meses de verão, atraindo milhares de pessoas todos os anos.
A informação sobre a qualidade da água nas praias portuguesas pode ser consultada através do InfoÁgua, um serviço digital disponibilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que reúne dados atualizados sobre as condições das águas balneares e outros parâmetros relevantes para os utilizadores.
No concelho de Cascais, a época balnear 2026 já arrancou e prolonga-se até 30 de setembro, mantendo-se como uma das mais longas do país. À semelhança de anos anteriores, Cascais volta a ser o primeiro concelho do território continental a dar início à temporada balnear.
Durante este período, as 13 praias balneares de Cascais estarão sob vigilância de mais de 50 nadadores-salvadores. O concelho dispõe ainda de três praias acessíveis – Carcavelos, Tamariz e Conceição – com condições adaptadas a pessoas com mobilidade condicionada, reforçando a acessibilidade nas praias de Cascais. E sim, continua a ser disponibilizado o sistema SeaTrac, que facilita o acesso ao mar a pessoas com mobilidade reduzida, permitindo a entrada na água de forma autónoma e segura.
A abertura da época balnear 2026 teve também início nesta sexta-feira em várias zonas da Região Autónoma da Madeira, nomeadamente em Câmara de Lobos, nas áreas da Fajã das Bebras, Fajã dos Asnos e Vigário, e no Porto Santo, na zona do Ribeiro Salgado.
Foto: Rui Melim via Visit Madeira
