Emergência Radioativa, minissérie brasileira da Netflix, entra no top 10 em mais de 55 países

- Publicidade -

Baseada num acidente radioativo real ocorrido no Brasil em 1987, Emergência Radioativa foi a série de língua não-inglesa mais vista da Netflix na semana de estreia, alcançando o top 10 em mais de 55 países.

A Netflix lançou Emergência Radioativa a 18 de março e com apenas cinco episódios, a mini-série brasileira tornou-se a série de língua não-inglesa mais vista da plataforma na semana entre 23 e 29 de março, com quase 11 milhões de visualizações. De acordo com o FlixPatrol, até agora, a série ocupa a oitava posição entre as séries mais vistas do mundo este mês e a quinta em Portugal. A série segue o percurso de outros títulos brasileiros de relevo na plataforma, incluindo Agente Secreto, filme que levou Wagner Moura às nomeações para os Óscares.

À semelhança de Chernobyl, o drama de 2019 da HBO, a produção brasileira reconstrói um acidente de contaminação radioativa real, neste caso ocorrido em Goiânia em 1987. Ao abrir uma máquina de radioterapia abandonada, dois homens encontraram um pó azul que brilhava no escuro. Fascinados, começaram a partilhar a substância sem saber que se tratava de cloreto de césio altamente radioativo. O acidente resultou em quatro vítimas fatais diretas e mais de 100.000 exames, sendo considerado um dos piores acidentes radioativos do mundo fora do contexto de uma central nuclear.

O elenco conta com Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Bukassa Kabengele, Ana Costa, Tuca Andrada, Leandra Leal, Antonio Saboia, Clarissa Kiste, Emílio de Mello, Alan Rocha, Marina Merlino e William Costa. A série foi criada por Gustavo Lipsztein, que assina também o guião, juntamente com Fernando Coimbra (Narcos), Rafael Spínola, Stephanie Degreas e Fernando Garrido. A realização está a cargo de Coimbra e de Iberê Carvalho. Já a fotografia é da responsabilidade de Adrian Tejido, responsável por Ainda Estou Aqui, o filme de Walter Salles que venceu o Óscar de Melhor Filme Internacional.

Ricardo Alves
Ricardo Alves
Licenciado em Ciência da Informação, desviei-me para a Comunicação Social e é aqui que estou bem. Um assumido "papa-séries", especialmente se forem aquelas que quase ninguém vê. Nintendo Switch aficionado, aspirante a estudante em Hogwarts, e treinador Pokémon in the making.
- Publicidade -

Deixa uma resposta

Introduz o teu comentário!
Introduz o teu nome

Relacionados