Com mais de 1,55 milhões de lugares previstos, a easyJet reforça a operação na Madeira e anuncia nova rota internacional Funchal–Nice.
A easyJet vai reforçar a sua operação aérea na Região Autónoma da Madeira em 2026, consolidando a liderança no arquipélago com um aumento de 5% na capacidade total e a introdução de uma nova rota internacional Funchal–Nice. A companhia aérea britânica prevê disponibilizar mais de 1,55 milhões de lugares e operar cerca de 8.000 voos, reforçando o papel da Madeira como destino estratégico da rede europeia da transportadora.
Em conferência de imprensa, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, destacou que a companhia continua a crescer de forma sustentada no mercado madeirense, onde é atualmente líder. As previsões para o próximo ano apontam para 1,5 milhões de lugares a partir do Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo, um crescimento de 6% em relação a 2025, e para um aumento de 9% no número de voos. Desde o início das operações em 2007, a capacidade da easyJet na Madeira cresceu 6,5 vezes, refletindo o impacto da companhia na conectividade da região com a Europa.
Para o verão de 2026, a companhia aérea antecipa um acréscimo de 4% na oferta de lugares e 5% nos voos face à época homóloga do ano passado. Estão previstos 1,1 milhões de lugares e 5.700 voos entre o Funchal, Porto Santo e vários destinos europeus. A nova ligação Funchal-Nice (NCE) passa a integrar a rede regular da easyJet, reforçando as rotas aéreas entre a Madeira e o continente europeu.
A companhia opera atualmente 17 rotas para seis países, com 15 ligações a partir do Funchal e duas desde Porto Santo. Entre as rotas mais relevantes estão Londres Gatwick, Manchester, Paris, Amesterdão, Berlim, Genebra e Lisboa. A introdução do voo direto para Nice amplia as opções de viagem e fortalece o papel da easyJet no apoio ao turismo da Madeira.
De resto, a easyJet mantém o seu plano de neutralidade carbónica até 2050, que inclui a modernização da frota com aviões Airbus NEO mais eficientes, a instalação de sharklets para reduzir o consumo de combustível, o investimento em Combustíveis Sustentáveis para a Aviação (SAF) e o apoio ao desenvolvimento de aeronaves movidas a hidrogénio. A transportadora está também a introduzir assentos ultraleves Krestel, que permitem uma redução adicional das emissões.
