Deucalion. Supercomputador português mais rápido de sempre já está a funcionar

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Representou um investimento de 20 milhões de euros.

É capaz de executar 10 milhões de biliões (dez petaflops) de cálculo por segundo e vem multiplicar por dez a disponibilização de capacidade de computação de alto desempenho no país. Falamos do Deucalion, o supercomputador português mais rápido de sempre, inaugurado na passada quarta-feira.

Capaz de realizar simulações e modelação nos mais variados domínios científicos, da medicina personalizada ao design de fármacos e novos materiais, da observação da Terra e oceanos ao combate às alterações climáticas e fogos, passando pela criação de smart cities ou pelos veículos autónomos, o novo supercomputador contribuirá também para acelerar a análise de grandes volumes de dados no domínio dos mais recentes algoritmos da Inteligência Artificial.

Para isso, este agregado computacional ocupa duas filas de 26 armários de dois metros de altura, pelo menos 1900 metros de fibra ótica e 2359 cabos de alta velocidade, que garantem a rapidez de processamento e um sistema de armazenamento de dados de alto desempenho, a par de uma alta eficiência energética.

O Deucalion – que entrará para o Top500 dos supercomputadores mundiais – chega a Portugal ao abrigo da rede europeia EuroHPC (Empresa Comum para a Computação Europeia de Alto Desempenho), uma iniciativa da União Europeia criada em 2018 e que tem como objetivo tornar a Europa líder mundial na área da supercomputação. Representa um investimento de 20 milhões de euros, 35% com origem nos fundos comunitários da EuroHPC e 65% oriundos de outros fundos, como o Orçamento do Estado, através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

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