O CA Vilar de Mouros estuda realizar a edição de 2027 entre 11 e 14 ou 25 e 28 de agosto. O mais provável é que aconteça antes do meio desse mês.
A edição de 2026 do CA Vilar de Mouros chegou este sábado, dia 22 de agosto, ao fim, com um balanço positivo por parte da organização e com a garantia de total ausência de incidentes ao longo do evento. No final do último dia de concertos, marcado pelas atuações de Rudeboy, Skindred e dos Body Count com Ice-T, a promotora do histórico festival minhoto preferiu não divulgar a adesão do público. E normalmente, quando não há referência aos números, não é muito bom sinal…
Mas o diretor do evento, Paulo Ventura, desvalorizou essa métrica e enfatizou que a prioridade do festival assenta na qualidade da experiência proporcionada e no ambiente vivido pelos festivaleiros. Segundo o responsável, a avaliação interna foca-se essencialmente na adesão e na satisfação de quem escolheu deslocar-se ao recinto, destacando a prevalência da vertente musical ao longo de um cartaz de cinco dias que integrou nomes como Kasabian, Yungblud, Ben Harper, Dropkick Murphys e Body Count.
No que respeita ao futuro do evento, a organização ainda não fixou as datas para a edição de 2027. O impasse decorre da necessidade de articulação com o Vodafone Paredes de Coura, festival vizinho que agendou o seu regresso para o período habitual de 18 a 21 de agosto de 2027, culminando no terceiro fim de semana desse mês.
Para evitar a sobreposição direta entre as duas iniciativas da região, a promotora do CA Vilar de Mouros estuda duas janelas temporais alternativas: a semana anterior, entre 11 e 14 de agosto, ou a semana subsequente, de 25 a 28 de agosto. Embora a realização entre 11 e 14 de agosto seja a opção com maior probabilidade neste momento, a decisão final só será tornada pública no início do mês de setembro.
Juntamente com o anúncio oficial das datas definitivas, a organização prevê divulgar os primeiros nomes confirmados para o cartaz de 2027.
