Manuel São Bento

Crítico português com uma enorme paixão pelo cinema, televisão e a arte de filmmaking. Uma perspetiva imparcial de alguém que parou de assistir a trailers desde 2017. Individualmente aprovado no Rotten Tomatoes. Membro de associações como OFCS, IFSC, OFTA. Portfolio: https://linktr.ee/msbreviews

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Crítico português com uma enorme paixão pelo cinema, televisão e a arte de filmmaking. Uma perspetiva imparcial de alguém que parou de assistir a trailers desde 2017. Individualmente aprovado no Rotten Tomatoes. Membro de associações como OFCS, IFSC, OFTA. Portfolio: https://linktr.ee/msbreviews

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Review – Borderline

Borderline funciona dentro das suas próprias ambições, sem grandes pretensões para além de entregar um thriller estilizado e ligeiramente irreverente.

Crítica – The Parenting

The Parenting destaca-se pela forma como transforma o caos familiar num espetáculo cativante, amplificado por um elenco em estado de graça.

Crítica – Mickey 17

Mickey 17 apresenta um conceito sci-fi intrigante e levanta questões interessantes, mesmo que nem sempre as explore com a profundidade desejada.

Crítica – The Monkey

The Monkey oscila entre o engenhoso e o frustrante. Osgood Perkins cria momentos isolados de inspiração e retira o que consegue de um elenco competente, mas a falta de uma identidade coesa faz com que a mistura errática de tons e géneros distintos nunca atinja o seu verdadeiro potencial.

Crítica – Cleaner

Cleaner é um thriller funcional que cumpre os requisitos mínimos do género sem nunca se destacar verdadeiramente.

Crítica – Captain America: Brave New World

Captain America: Brave New World pode não alcançar o nível dos seus antecessores diretos, mas está longe de ser um desastre.

Crítica – The Gorge

The Gorge pode não ser uma revolução dentro desta mistura de géneros, mas destaca-se pela sua execução estilística, design de criatura imaginativo e pela química envolvente entre os protagonistas.

Crítica – Companion

Companion pode não reinventar a roda dentro do seu género, mas a forma como Drew Hancock trabalha um conceito familiar com um toque pessoal e uma execução tecnicamente notável, resulta numa experiência incrivelmente cativante.

Crítica – Presence

Presence desafia convenções narrativas e deixa uma marca impossível de apagar no panorama cinematográfico de 2025.

Crítica – Inheritance

Inheritance brilha pelo seu estilo de filmagem improvisado e pela qualidade das interpretações principais, mas fica aquém narrativamente.

Crítica – Wolf Man

Wolf Man revela-se uma oportunidade perdida para Leigh Whannell, que não consegue replicar o sucesso técnico e narrativo de The Invisible Man.

Crítica – Back in Action

Back in Action mais merecia ser intitulado "Out of Action". Seth Gordon não consegue atingir o equilíbrio necessário entre ação, humor e emoção para se destacar no género, e o regresso de Cameron Diaz é desperdiçado num projeto que não consegue explorar o seu talento.