Do virtual para o mundo real, a arte urbana inspirada em VALORANT invade Lisboa

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Há sete spots em Lisboa para conhecer obras de arte temáticas aos novos conteúdos de VALORANT.

O que estão a fazer? Como vai ficar? Isso é mesmo do VALORANT?” Estas eram algumas das questões que os mais novos e curiosos faziam aos vários artistas de arte urbana convidados pela Riot Games para decorar Lisboa. Pelo menos foi o que nos contou Pedro Vieira, um dos responsáveis por esta estratégia e supervisão dos novos conteúdos que chegam esta semana a VALORANT, durante uma visita guiada a sete pontos estratégicos da cidade de Lisboa.

Inspirados no popular FPS competitivo da Riot Games, sete artistas partilharam a sua visão e capacidades de contar histórias e apresentar mundos fantásticos, num desafio de convergência de mundos, entre o real e o virtual, com alguns murais a aparecerem não só nas ruas de Lisboa, como também em Pearl, o novo mapa baseado na cultura, na história, folclore e arquitetura portuguesa.

Entre obras mais abstratas como a de Kruella na Rua do Vale de Santo António  e Akacoreleone na Rua Cidade de Liverpool, que podem também ser encontradas em ambiente virtual durante as partidas de VALORANT, os curiosos, fãs ou simples turistas poderão também conhecer os traços e agentes do jogo, os avatares dos jogadores de diferentes nações com histórias próprias para contar, que ganham vida de forma única.

Cypher de Basilio aparece na Calçada dos Mestres perto do Aqueduto das Águas Livres, com os seus olhos iluminados à noite; Killjoy de Marita apanha boleia de um ascensor no Largo da Oliveirinha; Raze, de Lamarca, dança ao estilo de capoeira na Praça da Cidade de São Salvador com o artista convidado para pintar o resto da parede; Phoenix de LS apresenta-se num mural cheio de sentimento e homenagens na Rua Engenheiro Ferreira Dias; e por fim temos Fade de Charrua, no Passeio Báltico, com a concretização hiper-realista de “uma pessoa que não existe” como nos conta Pedro Vieira, mas que por momentos é real.

Algumas destas obras são mais permanentes do que outras, com um tempo de vida que varia de acordo com a natureza e ameaças mais humanas, uma preocupação demonstrada várias vezes durante a nossa tour, mas abraçada com um contagiante orgulho de sonhos realizados em normalizar os videojogos não só como arte, mas uma ponte entre os vários tipos de arte.

Os murais foram completados e podem ser visitados desde a semana passada, sendo de acesso livre para todos os que lá passarem. Podem encontrá-los nestas localizações em baixo e aprender mais sobre este projeto num guia virtual dedicado a Pearl, o novo mapa de VALORANT que já pode ser explorado nos vossos PCs de forma gratuita.

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