Análise Roomba 676 – Aspirar nunca foi tão fácil

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Na nova era tecnológica, vários são os novos produtos que vão aparecendo no mercado, uns mais inovadores que outros, e sempre com diferentes finalidades.

Confesso que esta “moda” dos aspiradores robôs sempre me passou um pouco despercebida. Afinal, sempre que via algum, pensava se realmente podiam substituir o nosso trabalho de agarrar num aspirador convencional e limpar a casa. E bastou-me testar o iRobot 676 para perceber que não podia estar mais errada.

A verdade é que fiquei encantada. Foi a minha primeira experiência com robôs aspiradores e a estadia deste produto da iRobot cá por casa foi um sucesso.

Falando um pouco mais deste modelo, é de entrada de gama e, por isso, o mais económico, com um custo de 349,99€, mas que se afigura como uma excelente escolha para os novatos nesta questão dos robôs aspiradores.

Em termos estéticos, é um equipamento redondo preto, que, apesar de não ter um ar tão sofisticado como os irmãos de gama mais alta e ser algo mais reduzido em tamanho, tem na mesma um ar muito catita, sendo que ainda apresenta mais três botões no chassis com as opções de Clean/Stop e Dock. Estes botões têm leds que nos permitem saber quando é necessário recarregar a bateria do nosso aspirador.

O Roomba 676 pode ser comandado através da aplicação iRobot Home, disponível para iOS e Android, que nos permite programar quando queremos que o aspirador trabalhe, além de nos mostrar vários relatórios das limpezas efetuadas ao longo do tempo.

Na parte de baixo tem várias e poderosas escovinhas que permitem aspirar diferentes tipos de pavimentos, como soalho flutuante e mosaicos, numa aspiração de qualidade e, de alguma forma, até surpreendente, uma vez que até os cantos da casa ficaram limpos, algo que não é propriamente fácil de fazer.

Roomba 676

Claro que uma das minhas preocupações/ceticismo seria se alguma coisa se partiria ou se o robô ficaria estragado ao bater em algum obstáculo. Mas a iRobot deve ter pensado no mesmo, claro, e criou o modelo com vários para-choques que absorvem os impactos. Afinal, do que serviria um robô aspirador se se danificasse só por dar algumas pancadas?

Para se movimentar pelo espaço que tem para limpar, o aspirador conta com a ajuda de vários sensores que são responsáveis pela análise das áreas sujas que precisam de ser limpas, numa tecnologia que se chama Dirty Detect, bem como pela orientação espacial do aparelho.

Isto é ótimo porque, desta forma, o Roomba 676 aspirou-me por baixo do sofá, à volta das portas, cadeiras e mesas que tenho em casa, sendo que o único senão é o facto de, por vezes, ficar preso nalguns objetos como tapetes mais grossos (sendo que os mais fininhos ficam otimamente limpos) ou então os batentes das portas, por exemplo.

Para conseguir aspirar 60 minutos seguidos, este modelo precisa de duas horas a carregar na base, sendo que, se for para aspirar áreas muito grandes, a autonomia da bateria não é favorecida nesse ponto. Porém, no meu caso, os 60 minutos serviram sempre para fazer o ronda completa no meu T2, o que é excelente.

Para limpar o aspirador e o seu depósito de lixo, todas as zonas do equipamento são extraíveis e facilmente limpas e colocadas de novo no sítio indicado. E convém mesmo ir efetuando estas limpezas de vez em quando, uma vez que os depósitos não são muito grandes – o que é perfeitamente compreensível -, pelo que se recomenda este trabalho “mais chato” para que o Roomba 676 possa ter sempre a melhor performance.

No geral, este é um equipamento pequenino e compacto, mas que faz um enorme trabalho de aspirar (e muito bem!) o espaço em que está por um preço bastante acessível. Tendo em conta as restantes opções no mercado, posso dizer que compensa muito, uma vez que nos permite poupar o tempo e trabalho que se tem no dia-a-dia nas limpezas, revelando-se assim, must-have de qualquer casa.

Texto por: Inês Pacheco


 

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