Análise – Razer Orochi V2

Tão low profile que nos esquecemos que o estamos a usar.

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As melhores coisas são invisíveis. Os melhores equipamentos são aqueles que nem damos conta que estamos a utilizar. E por isso, os melhores periféricos são aqueles que funcionam como uma extensão do nosso corpo e que nos esquecemos que fazem parte de nós, como a mão que mexemos de forma inconsciente para coçar a cara ou o peito que enchemos de ar para respirar.

Esta parece ter sido a filosofia por detrás do Razer Orochi V2, o novo rato da Razer para gaming e lifestyle, dirigida para os utilizadores de computadores portáteis e não só.

Como perceberam no início deste texto, invisibilidade não se refere ao aspeto ou à sua existência, algo pelo qual o Razer Orochi V2 se prima e deve ser referido. Pequeno e elegante, como um ovo espalmado, o Razer Orochi V2 é o rato da popular marca de periféricos mais simples e adorável do seu catálogo, com um design inspirado em pedras polidas de uma Koi Pond, os lagos dos jardins japoneses que albergam carpas e outros peixes coloridos.

Disponível em tons de preto e de branco, o Razer Orochi V2 tem apenas dois botões laterais, além dos tradicionais de um rato, e que, apesar de estarem no lado esquerdo, onde apresenta um perfil côncavo para colocar o polegar, quase que funciona como um rato assimétrico, mesmo que não o seja.

Muito leve, pesando menos de 60g sem pilhas (mais detalhes sobre esta parte em baixo), as dimensões do Razer Orochi V2 são também pequenas, isto porque este rato entra no segmento de periféricos para dispositivos móveis, como portáteis. Ou seja, é um rato portátil, fácil de levar para qualquer lado, que até se guarda facilmente num bolso.

Felizmente, o seu tamanho não compromete a ergonomia de utilização e, graças ao perfil arqueado, mas um pouco mais achatado, enche facilmente a mão do utilizador, sendo possível pousar a mão confortavelmente. Segundo a Razer, este rato tem um design universal para ser confortável para todos e, pelo menos para mim resultou, ao ponto de me esquecer que o estou a utilizar. Mas essa não é a única razão.

A nível de características, apesar do lado mais “lifestyle” e para o uso casual, o Razer Orochi V2 vem equipado para ser minimamente competitivo ou preparado para jogos (afinal de contas, ainda é um rato “gaming”). Temos perfis de memória on-board, switches mecânicos nos botões, um sensor ótico 5G da Razer e a sua utilização é extremamente suave e responsiva, assim como personalizada até 18000DPI.

Sem fios, o Razer Orochi V2 tem duas formas de funcionamento, via Bluetooth ou via Hyperspeed. Estas duas opções mudam substancialmente a forma de utilização do rato, mas, ainda assim, contribuem ambas para o verdadeiro ponto de venda deste produto: a sua longevidade.

Com recurso a pilhas, AAA ou AA, graças ao suporte para uma das duas, o Razer Orochi V2 promete 950 horas de utilização, via Bluetooth, ou 425 horas, via Hyperspeed. É de loucos. Este tipo de longevidade não é propriamente novidade, mas não deixa de ser impressionante, e confere-lhe a tal sensação de invisibilidade, isto porque não temos que ter um cabo à mão (com o qual este modelo não é compatível) ou pilhas extras para alterar a qualquer momento.

Durante as duas semanas em que utilizei o Razer Orochi V2, esqueci-me que o estava a utilizar assim que me habituei a ele, tendo-se tornado num rato bastante fiel de utilizar no dia a dia.

Disponível em Branco, Preto ou com padrões via Razer Customs, o Razer Orochi V2 surge também a um preço bem competitivo a partir de 79,99€.

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Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

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