Altice Labs apresentou tecnologia para revolucionar as redes de fibra ótica

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O que interessa é que nós, clientes, possamos usufruir de melhores velocidades e melhor cobertura.

Foi a partir de Amesterdão, no âmbito do BroadBand World Forum, que a Altice Labs lançou a sua mais recente inovação tecnológica, uma estreia a nível mundial: o Small Factor Pluggable duplo (SFP duplo). Esta solução, diz a empresa, irá revolucionar a forma como as redes de fibra ótica são implementadas ao permitir a duplicação da sua capacidade, possibilitando assim servir o dobro dos clientes.

Trata-se de um conector eletro-ótico, do tamanho de um dedo, que é ligado ao equipamento central de onde parte a fibra ótica que liga os lares dos clientes a esta tecnologia. Por ser duplo, este aparelho permite ligar duas fibras óticas no mesmo porto do equipamento central. Através desta pequena, mas significativa alteração de interface, é possível duplicar os clientes que podem estar ligados por fibra ótica, mantendo inalterados os equipamentos disponíveis nas nossas casas, uma vez que esta modificação é totalmente compatível com os routers atuais.

O SFP converte os sinais elétricos e transforma-os em sinais óticos, uma vez que a fibra ótica utiliza luz para transmitir informação. Este procedimento possibilita que os sinais que chegam a nossa casa sejam transmitidos literalmente à velocidade da luz, o meio de transmissão mais rápido que conhecemos.

Esta inovação mundial pode ser aplicada à atual tecnologia de fibra ótica, na qual a largura de banda de download (de 2,5 Gb/seg) e a de upload (de 1,25 Gb/seg), em cada fibra ótica, são partilhadas pelos utilizadores ligados. Adicionalmente, esta solução pode ainda ser aplicada à tecnologia mais recente, onde se observam larguras de banda de 10 Gb/seg simétricas, isto é, tanto em download como em upload.

Em comparação com a tecnologia tradicional, estes conversores desenvolvidos pela Altice Labs não só aumentam a capacidade da largura de banda em cada porto do equipamento central, como aumentam também a densidade de portos por equipamento, capacitando as redes para atingir distâncias superiores a 40km.

Resta agora saber quando é que esta solução será posta em prática.

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