Algumas das obras no Convento de Cristo, em Tomar, estarão concluídas até junho de 2023

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Mas a totalidade da empreitada somente estará finalizada em 2025.

Em julho do ano passado, ficámos a saber que o Convento de Cristo, em Tomar, iria ser objeto de obras de intervenção e restauro, numa empreitada de um milhão de euros, a concluir no prazo de um ano, incluindo as fachadas e coberturas da igreja e a janela manuelina.

Os trabalhos estão a ser realizados na Charola e nas três fachadas (norte, poente e sul) da Nave da Igreja. Enquanto o tratamento estiver a decorrer, a icónica janela Manuelina irá ser coberta por uma lona e irão passar, através de ecrãs colocados em diferentes locais, imagens/vídeos do progresso da obra.

O projeto de recuperação e limpeza do Convento de Cristo tem como objetivo a remoção da matéria biológica que se formou em volta da janela do Capítulo e demais áreas da igreja. Devido à sua grande importância, foi concretizada uma prévia intervenção piloto, que decorreu entre novembro de 2009 e fevereiro de 2010, com intenção de testar métodos de limpeza e conjuntamente constatar o estado de conservação das superfícies pétreas. Uma vez aquilatado o modelo ideal de limpeza e acabamento, pretende-se atingir uma estabilização físico-química dos materiais constituintes e ainda o restabelecimento da unidade e leitura estética das fachadas.

Para este processo de conservação e restauro do Convento de Cristo, estão a ser utilizadas as seguintes técnicas: pré-fixação de elementos pétreos, aplicação de um produto biocida, aplicação de herbicida sistémico, microestucagem, consolidação e hidrofugação final.

Estima-se que esta primeira obra fique concluída em junho deste ano.

Convento de Cristo terá mais obras até ao final de 2025

Há, porém, mais obras de intervenção e restauro a serem executadas em breve. Uma outra intervenção incluirá o castelo e a criação de uma nova zona de acessos. Será uma obra totalmente financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, no valor de 4,4 milhões de euros.

A verba vai, nomeadamente, permitir a reabilitação do Castelo (paço henriquino, alcáçova e jardim; 2,8 milhões de euros) e dos claustros D. João III (1,25 milhões de euros).

No Castelo, atualmente em ruína, a intervenção vai permitir criar uma nova entrada e uma distribuição dos visitantes por dois circuitos, um resultante da herança templária (antiga fortaleza e paço) e outro da Ordem de Cristo (complexo monástico).

Esta obra deverá estar concluída até ao final de 2025.

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