A Nintendo Switch 2 vai ter suporte de Ray-Tracing

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Afinal, a Nintendo Switch 2 é poderosa o suficiente para produzir visuais mais avançados.

Ray-Tracing. Uma das tecnologias mais populares da atual geração de PC e consolas. Um recurso visualmente exigente, que requer unidades de computação própria, mas que permite que os artistas e programadores produzam visuais mais realistas e agradáveis, com melhores efeitos de reflexos, melhores sombras e melhor iluminação. Não quer dizer que todos os jogos apostem neste recurso, mas ao que tudo indica, poderão fazê-lo na Nintendo Switch 2, se os produtores assim o decidirem.

Numa publicação no seu site oficial, a NVIDIA que ajudou a desenvolver os componentes internos da Nintendo Switch 2, revelou de forma oficial o suporte do Ray-Tracing. A NVIDIA refere que a nova consola terá núcleos exclusivos para o processamento de Ray-Tracing, os chamados RT Cores, assim como Tensor Cores que permitem recorrer ao popular Deep Learning Super Sampling (DLSS), de forma a produzir imagens de alta resolução com clareza.

Adicionalmente, o envolvimento da NVIDIA também impacta a forma como as imagens são apresentadas no ecrã da Nintendo Switch 2 através do VRR. De acordo com a tecnológica, tal será possível através da funcionalidade G-Sync, muito utilizada em monitores de jogos modernos. Uma característica muito importante, considerando que o novo painel de 120Hz vai permitir que os alguns jogos operem bem acima dos 60FPS, até aos 120Hz. A ideia por detrás do VRR, é que nos os jogos com frame-rates mais flutuantes, que não chegam a atingir o máximo dos 120FPS, o ecrã atualize a sua imagem em simultâneo com o valor de FPS desse mesmo momento, prometendo uma imagem percetivelmente mais suave e sem quebras.

De acordo com a NVIDIA a Nintendo Switch 2 tem “10 vezes mais desempenho gráfico do que a Nintendo Switch”, o que para o consumidor será certamente uma afirmação exagerada, mas do que foi visto até agora, não dá dúvidas de que a Nintendo Switch 2 representa um salto geracional para a Nintendo, destacando-se suporte de saída 4K a 120FPS com HDR, através da sua nova base, e, agora, com a adição de Ray-Tracing e de DLSS à experiência completa.

No mercado de dispositivos portáteis, onde se encontram dispositivos como a Steam Deck e a Asus ROG Ally, estas duas máquinas também suportam Ray-Tracing – em teoria -, mas na prática a sua utilização não se revela viável. Já na Nintendo Switch 2 o uso de Ray-Tracing em jogos será algo que teremos que esperar para ver, mas a funcionar bem será algo de verdadeiramente especial.

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