Poke Club será a próxima nova marca de poke bowls a chegar a Portugal

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A Poke Club irá apostar na poke bowl, prato tradicional havaiano que tem vindo a conquistar espaço nas opções alimentares de quem procura refeições equilibradas, frescas e adaptáveis ao gosto pessoal.

Quando falamos de pokes, temos, por norma, duas hipóteses: ou comemos num dos vários restaurantes onde, por norma, o sushi abunda, ou optamos por uma cadeia dita “especializada” no conceito, como é o caso da Poke House. Mais recentemente, a I Love Poke, do Grupo StarFoods, estreou-se em Portugal com uma loja em Lisboa, nos Armazéns do Chiado. O plano passa por ter pelo menos mais duas lojas até ao final de 2026.

Ora, e enquanto a Healthy Poke não chega a Portugal – recorde-se que o plano passava por abrir um espaço em Lisboa até ao final de 2025, algo que nunca aconteceu -, há um novo conceito prestes a estrear no país: a Poke Club.

Embora não se saiba exatamente quando, a estreia deste conceito está para breve, sendo que o primeiro restaurante irá abrir no Minho Center, localizado em Braga. A marca faz parte do portfólio do Grupo 5Y, que inclui conceitos como o Mikado, Miyuki, Mikadinho, Hoko, Koda, Shoyu, Ikeda e Los Pepes. Portanto, e com a inclusão da Poke Club, o grupo de restauração passará a contar com nove marcas.

Poke Club

De resto, isto é tudo o que se sabe por agora sobre este novo conceito que irá apostar na poke bowl, prato tradicional havaiano que tem vindo a conquistar espaço nas opções alimentares de quem procura refeições equilibradas, frescas e adaptáveis ao gosto pessoal. Com origens na prática ancestral dos pescadores do Havai, consiste em peixe cru cortado em cubos, originalmente temperado com sal, inamona – um condimento obtido a partir da noz de kukui torrada com sal marinho – e vidro basáltico, material formado pela solidificação da lava em contacto com o mar, utilizado para dar textura.

A transição do poke para as versões atuais, populares em várias cidades da América do Norte e da Europa, reflete uma adaptação ao gosto global, sem desvirtuar a sua essência. É frequentemente comparado ao sushi em termos de qualidade e frescura, mas destaca-se por permitir uma maior personalização. Quem o consome pode compor o prato ao seu gosto, escolhendo os ingredientes da base, a proteína principal, os complementos e o molho, o que lhe confere grande versatilidade.

A preparação do poke assenta em várias camadas. A base é geralmente composta por arroz – branco ou integral – preparado de forma tradicional ou ao estilo do arroz de sushi. Também é comum o uso de quinoa ou misturas de folhas verdes. A proteína, habitualmente peixe cru, recai sobretudo sobre salmão ou atum. No entanto, existem variações com peixe manteiga, frango ou tofu, este último mais procurado por quem segue uma alimentação de base vegetal. A frescura dos ingredientes é essencial, sendo frequente a sua marinada para intensificar o sabor.

A completar o prato surgem os chamados toppings, que oferecem combinações diversas. Ingredientes como fruta fresca, algas, legumes laminados ou gengibre são presença habitual. A finalização faz-se com molhos que elevam o sabor global do prato. As opções variam entre notas mais doces, cítricas ou picantes, com alternativas como molho de soja, ponzu, teriyaki, maionese picante ou alioli com wasabi.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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