As novas consolas retro TrimUI Brick Hammer Pro U e Brick Pro chegam com características diferentes e com suporte de Linux ou Android.
A TrimUI revelou duas novas consolas portáteis de formato vertical destinadas aos fãs de jogos retro, que servem de sucessoras da popular TrimUI Brick. Tratam-se das novas Brick Hammer Pro U e Brick Pro dois modelos aparentemente semelhantes, mas com características e sistemas operativos diferentes.
O anúncio dos novos modelos foi feito com um vídeo de apresentação que revela um design familiar, assim como as especificações dos dois modelos e as cores em que ficarão disponíveis, no entanto. Com o seu design vertical da linha Brick, as Brick Hammer Pro U e Brick Pro destacam-se particularmente por oferecerem um ecrã de maior dimensão e contarem com dois analógicos, para jogos 3D que dependam de movimentos de personagem e de câmara mais avançados.
O modelo mais avançado diz respeito à Brick Hammer Pro U, que sucede à Brick Hammer lançada em 2025. O novo equipamento volta a apostar numa construção metálica produzida em CNC, ostentando um ecrã IPS de 3,95 polegadas com resolução de 1024×768 pixéis a 60Hz. Embora um pouco maior, tem a mesma resolução e taxa de atualização dos modelos anteriores. Já no interior, encontram-se atualizações mais significativas com um Snapdragon G2 Gen 1, acompanhado por um GPU Adreno A21, tornando-a na consola mais potente alguma vez produzida pela TrimUI.
Outra grande novidade são os dois analógicos com tecnologia Hall Effect, que se juntam a botões de ação ALPS, giroscópio de seis eixos, ligações Wi-Fi e Bluetooth, saída de vídeo através de USB-C e, novamente, botões superiores substituíveis. Este modelo terá ainda 6GB de memória RAM e 128GB de armazenamento interno, e será suportado por uma versão do sistema operativo Android, para já não especificada.
Este conjunto de especificações torna-se particularmente interessantes não só por serem só mais elevadas que gerações passadas, mas pela possibilidade de suportarem jogos de gerações mais modernas, de consolas 128bit, como é o caso da Playstation 2, SEGA Dreamcast ou Nintendo GameCube.
Já a Brick Pro surge como uma alternativa mais acessível, mas igualmente capaz. Mantem o mesmo ecrã IPS de 3,95 polegadas e dimensões do corpo, mas troca o processador da versão premium por um Allwinner A133P de quatro núcleos a 1,8GHz, o mesmo utilizado em outros dispositivos focados na emulação de sistemas clássicos. Para além disso, troca o Android pelo Linux já pré-instalado. A nível de construção também é diferente, largando o corpo metálico da Brick Hammer Pro U, por uma estrutura em policarbonato, contribuindo para um peso mais reduzido.
Para já, fica por saber a data de lançamento dos novos modelos assim como os preços, que muitos especulam que poderá entrar numa faixa entre os 150€ os 200€.
