O Pixel Studio deixa de gerar conteúdos com IA e passa a funcionar apenas como arquivo das criações anteriores.
A Google decidiu pôr fim ao Pixel Studio enquanto ferramenta de criação de imagens no Android. Com a atualização 2.3, a aplicação deixou de gerar conteúdos através de inteligência artificial e passou a servir apenas como ponto de acesso ao Gemini e ao modelo Nano Banana, agora responsáveis por todas as funcionalidades criativas.
Agora, ao abrir a aplicação, a interface dedicada à geração de imagens está ausente, tendo sido substituída por um botão que encaminha o utilizador para o Gemini na Play Store. Surge ainda uma mensagem a incentivar a utilização do Nano Banana no próprio Gemini para criar imagens e animações.
O Pixel Studio foi lançado com a linha Pixel 9 e rapidamente se tornou numa ferramenta prática para gerar imagens a partir de comandos simples, guardar criações anteriores, transformar fotografias em stickers e aplicar efeitos visuais. Ao longo dos meses, a Google foi reforçando o seu conjunto de funcionalidades, incluindo integração com o Gboard, ferramentas de edição generativa e até a capacidade de gerar pessoas com maior precisão. E esta descontinuação não surge de forma abrupta. A atualização anterior já tinha removido parte das funcionalidades, e a versão 2.3 conclui esse processo ao eliminar definitivamente a criação de imagens dentro da aplicação. Ainda assim, o Pixel Studio não desaparece por completo, já que todas as criações anteriores permanecem acessíveis, funcionando agora como um arquivo pessoal.
A produção de novos conteúdos passa, assim, a depender totalmente do Gemini, que se torna a plataforma central para as ferramentas criativas do ecossistema Android.
