10 projetos que prometem revolucionar a vida em Lisboa

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Entre os projetos, está o recinto das novas instalações da Academia das Águas Livres e instalações conexas para usufruto da comunidade.

Teve lugar, na passada sexta-feira, dia 25 de novembro, a sessão pública EPAL, a Água que abraça Lisboa – A cidade, a comunidade, a sustentabilidade ambiental, o Planeta e o futuro, que contou com a apresentação de 10 projetos que prometem revolucionar a vida em Lisboa.

Os projetos encontram-se em curso e têm na sua génese a cidade, a comunidade, a sustentabilidade ambiental, o planeta e o futuro.

Os projetos apresentados foram:

Projeto Bebedouros na cidade

Depois de inaugurado o primeiro, a cidade prepara-se para receber novos bebedouros, mais modernos e inclusivos, que permitirão beber água da torneira onde quer que se encontrem.

Já se encontram instalados 50, sendo que, no primeiro semestre de 2023, estará pronta a totalidade de 200 bebedouros.

Projeto Aqueduto e Galerias subterrâneas

Até ao início do ano que vem, todo o percurso monumental do Aqueduto das Águas Livres poderá ser visitado.

Depois da tão famosa travessia do Vale de Alcântara, será possível fazer todo o troço do Aqueduto geral até à emblemática Mãe d’Água das Amoreiras.

Quanto às galerias subterrâneas e seguindo o sucesso do Loreto, o objetivo final é tornar as restantes visitáveis, sendo que a do Rato é já a primeira.

Projeto Reabilitação Chafarizes

É inegável a importância que os chafarizes tiveram na vida da população e na própria organização da cidade. Foi exatamente a necessidade do acesso à água que os fez surgir. E embora já não cumpram a função para a qual foram criados, continuam a ser importantes enquanto elementos da imagem da cidade e, naturalmente, elementos que continuam a contar uma parte da mais importante história de Lisboa.

É, por isso, da maior importância devolver-lhes a imponência que outrora tiveram, reabilitando-os.

Os primeiros já estão como novos (Chafariz do Rato, Chafariz de Benfica ou Garridas, Chafariz do Intendente ou Desterro) e muitos outros se seguirão.

Projeto Reabilitação Lago Príncipe Real

O Jardim do Príncipe Real foi concebido e organizado à volta de um grande lago octogonal com repuxo.

É da maior importância devolver a água ao lago, já que é ela que lhe confere a sua existência. Sem água não há lago.

Assim, a EPAL volta a encher de água e vida um dos mais importantes jardins de Lisboa, com um projeto que prevê a reabilitação do lago. Como medida de poupança de água, funcionará em circuito fechado de água.

Projeto Reabilitação Reservatório Penha de França

O Reservatório da Penha de França vai ser reabilitado.

O Reservatório da Penha de França, construído entre 1929 e 1932 e desativado há várias dezenas de anos, vai ganhar uma nova vida, expondo-se renovado e pronto para receber a comunidade para uma visita.

Este será, sem dúvida, um dos locais a integrar os vários circuitos turísticos, dadas as suas características e as suas novas valências, nomeadamente um espaço onde a arte, o convívio e a liberdade se juntam.

Projeto Aqueduto das Águas Livres

Completamente desativado desde 1973, no Aqueduto das Águas Livres deixou de correr água e, nos anos 80, passou a receber pessoas. Foi aberto ao público para visitas, sendo hoje parte integrante do património histórico/cultural da EPAL.

Mas ela vai voltar a correr. A água vai passar pelo Aqueduto rumo a uma cidade mais sustentável, a um planeta mais verde, a um futuro mais promissor.

Projeto Fotovoltaicos

Começou-se com Castelo do Bode e Vale da Pedra a seguir o caminho da água de abastecimento com menor pegada carbónica, com a instalação de painéis fotovoltaicos.

O EPAL 0% Energia não tem parado de crescer com o objetivo de tornar a EPAL uma empresa 100% autossuficiente em energia, não só através desta importante medida, mas de muitas outras que inspiraram o Grupo Águas de Portugal e todas as suas empresas a seguirem o mesmo rumo.

Já em fase de adjudicação estão os primeiros fotovoltaicos em recintos da EPAL, em Lisboa. O Parque das Nacões será o primeiro, com a instalação de 650 kW em painéis na cobertura dos telheiros do parque de estacionamento.

Mais tarde, serão ainda instalados mais 500kW.

Um dos Reservatórios de Telheiras será o passo seguinte. Uma primeira instalação de cerca de 500 kW, ficando preparado o caminho para uma segunda fase de mais 500 kW.

Projeto novo edifício Amoreiras

Campo de Ourique é um dos bairros com mais identidade de Lisboa. E é exatamente aqui que vai nascer o Projeto Edifício das Amoreiras.

Uma solução arquitetónica desenvolvida no âmbito de um concurso público lançado pela EPAL em colaboração com a Ordem dos Arquitetos, para um novo edifício na Rua José Gomes Ferreira e que se encontra em fase de licenciamento.

Com as vertentes habitação/escritórios, o novo edifício das Amoreiras e suas valências serão um convite àquela zona da cidade e muito contribuirá para a requalificação e valorização da mesma.

Projeto Residências para estudantes

Atendendo à necessidade de intervenção no edifício do Páteo do Tronco, que apresenta um número significativo de patologias que impedem a sua utilização, seguiu-se uma lógica de não aumento da volumetria nem área de construção, mas considerando a reformulação integral do seu interior.

A proposta visa a criação de dois tipos de unidades de alojamento (20 unidades), localizadas nos pisos superiores, e ocupação do piso térreo, com ligação ao Páteo do Tronco, com as valências comuns deste tipo de infraestruturas (receção, zona de estar, cozinha, lavandaria, etc.).

O objetivo é que estas residências possam ser utilizadas por estudantes de outros pontos do País, nomeadamente filhos de Trabalhadores da EPAL/AdVT.

Projeto Nova Academia

A Academia das Águas Livres foi criada pela EPAL e inaugurada em 4 de outubro de 2013. A funcionar até hoje no Recinto do Arco, a escola da EPAL cresceu muito nos últimos anos e, por isso, precisa de mais espaço e de uma nova casa. E por isso foi apresentada a Nova Academia das Águas Livres da EPAL.

Uma nova centralidade da cidade de Lisboa, o novo espaço da Academia será inclusivo e aberto à comunidade.

Para além dos espaços de formação, locais para eventos e de um esplêndido auditório com vista sobre Monsanto, terá ainda um restaurante e cafetaria com esplanada.

Um plateau para exposição temporária de obras de arte urbana com visibilidade quer do interior quer do exterior do recinto; estacionamento coberto; espaço para prática de desportos exteriores, com balneários no edifício principal e, ainda uma zona para pequenas feiras/exposições temporárias, valorizando temáticas ambientais e de sustentabilidade.

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