Sony encerra produção de discos óticos graváveis, como os Blu-Ray

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Está a chegar ao fim mais uma era do armazenamento.

Numa decisão que afirma ser estratégica, a Sony anunciou o fim da produção de discos ópticos graváveis para o consumidor, incluindo Blu-rays. A mudança, motivada pelo declínio do mercado de armazenamento de longo prazo, marca o fim de uma era para a gigante da tecnologia, que foi pioneira no desenvolvimento de discos óticos desde 1986.

A decisão da Sony impacta a produção de diversos formatos, como BD-RE (25 GB), BD-RE DL (50 GB), BD-RE XL (100 GB) e BD-R XL (128 GB), além de discos óticos profissionais. Apesar da longa história e inovações, como o laser de estado sólido azul-violeta para discos óticos em 1998, a empresa vê-se agora obrigada a adaptar-se às novas tendências do mercado.

O principal fator para o fim da produção é o fraco desempenho do mercado de armazenamento de longo prazo. Segundo a Sony, o setor não atingiu as expectativas e, agora, procura maior rentabilidade. Com a ascensão do armazenamento na nuvem e soluções digitais, os discos óticos graváveis ​​perderam relevância para muitos consumidores.

Embora a produção de discos óticos graváveis ​​para o consumidor esteja a chegar ao fim, a Sony ainda produzirá Blu-rays para jogos e filmes, atendendo ao mercado profissional. A empresa também está a concentrar-se em outras áreas de tecnologia, como sensores de imagem e semicondutores.

Blu-ray

Será cada vez difícil encontrar Blu-rays graváveis nas lojas

Para o consumidor, a mudança significa menos opções para armazenamento de dados a longo prazo. Os discos Blu-ray são conhecidos pela sua durabilidade, com vida útil de décadas. No entanto, o armazenamento na nuvem surge como uma alternativa mais prática e flexível para muitos.

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