Depois dos Da Weasel, o MEO Marés anunciou a presença do britânico Seal para a edição deste ano.
Hoje, dia 4 de fevereiro, a PEV Entertainment, promotora do festival até agora conhecido como MEO Marés Vivas, revelou uma série de novidades relacionadas com o evento.
Primeiro, a localização: tal como antecipado pelo Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia, mudou. O festival saiu de Vila Nova de Gaia e passou para a Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, Matosinhos. Depois, o nome: a palavra “vivas” sai do nome e o festival passa a ser conhecido apenas como MEO Marés. E em terceiro lugar, tivemos, durante a conferência de imprensa, o anúncio do primeiro nome: o regresso dos Da Weasel, agendado para o dia de abertura, 17 de julho.
A banda de Almada apresentará um espetáculo inédito acompanhado por uma orquestra sob a direção do maestro Rui Massena. O concerto foi desenhado para evocar o projeto Da Weasel Goes Symphonic, apresentado há 20 anos na Torre de Belém, em Lisboa, momento que inspirou posteriormente o álbum Amor, Escárnio e Maldizer. Segundo a organização, a atuação será estruturada em três atos, percorrendo os êxitos do grupo e temas menos convencionais, e incluirá a estreia absoluta de uma música nunca tocada ao vivo, com arranjos orquestrais originais.
Ora, parece que há mais uma novidade. O músico britânico Seal acaba de ser confirmado para o MEO Marés, neste caso para 18 de julho. É o regresso ao nosso país um ano depois, uma vez que o artista fez parte do cartaz do Ageas CoolJazz em 2025.
Os bilhetes para a edição de 2026 já se encontram à venda, com o bilhete diário a custar 50€ e o passe geral para os três dias fixado nos 100€.
