O NOLA é o mais recente projeto residencial da VIZTA no bairro das Laranjeiras, em Lisboa, com 153 apartamentos, integração urbana e critérios de sustentabilidade.
Lisboa vai receber o NOLA, um novo projeto residencial localizado no bairro das Laranjeiras. O nome resulta da junção de Novas Laranjeiras e reflete a ligação do empreendimento à história e à identidade do bairro. Desenvolvido pela VIZTA, o NOLA surge numa das zonas mais centrais e familiares da capital, próxima de escolas, universidades, comércio, clínicas e áreas verdes como o Parque Bensaúde e o Jardim Zoológico.
O projeto é resultado da colaboração entre João Tiago Aguiar Arquitetos e o Grupo Quadrante. A arquitetura privilegia a luz natural, a integração com a envolvente urbana e a utilização de materiais duradouros. O NOLA é composto por dois edifícios distribuídos por quatro lotes, totalizando 153 apartamentos, dos quais 111 são destinados à venda e 42 ao arrendamento. As tipologias variam entre T1 e T4, com áreas entre 54 m² e 242 m², incluindo frações com jardim, piscina privativa e penthouses com vistas amplas.
O planeamento do empreendimento procurou conciliar funcionalidade e eficiência, com sistemas de conforto térmico e acústico, gestão racional de energia e água, vidros de alta performance, painéis solares térmicos, iluminação LED e equipamentos energeticamente eficientes. O empreendimento visa a certificação BREEAM Very Good e inclui pré-instalações para carregamento de veículos elétricos, estacionamento para bicicletas e uma integração cuidada no tecido urbano existente.
O NOLA beneficia de acessos rápidos às principais vias da cidade e de transportes públicos, incluindo a Estação de Metro das Laranjeiras e a interface de Sete Rios, garantindo ligação facilitada a outras zonas da capital.
As obras começaram em janeiro de 2026, e cerca de 60% das unidades já foram vendidas. O investimento total no NOLA ronda os 85 milhões de euros e a conclusão está prevista para o final de 2028.
O lançamento do NOLA insere-se no percurso de expansão da VIZTA nas áreas metropolitanas do país. Em 2025, a promotora anunciou outro projeto de grande dimensão em Lisboa, junto aos Jardins do Cristo Rei, com cerca de 460 apartamentos.
A digressão Criando Bagagem com Whindersson Nunes e Robson Sousa começa em Lisboa já esta quarta-feira.
Os humoristas brasileiros Whindersson Nunes e Robson Sousa estão em Portugal e vão por cá andar durante uma semana. Com eles, trazem uma nova digressão na bagagem: Criando Bagagem. Para quem não os conhece, Whindersson Nunes é um dos humoristas mais conceituados do Brasil, o seu carisma e talento natural para transformar qualquer situação em riso levou-o da internet para nos palcos. Robson Sousa é um comediante em ascensão que vem a destacar-se pelo humor afiado e pelas observações certeiras do cotidiano.
O novo espetáculo da dupla, que se reúne em palco “para compartilhar, com muito bom humor, as situações mais inusitadas que viveram enquanto rodavam o Brasil e o mundo fazendo comédia“, tem estreia marcada para esta quarta-feira, 28 de janeiro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Seguem-se Almada (29 de janeiro), Estoril (30 de janeiro), Albufeira (31 de janeiro), Santa Maria da Feira (1 de fevereiro), Coimbra (3 de fevereiro) e terminam a viagem no Porto, a 4 de fevereiro.
Criando Bagagem é um espetáculo “sem filtros e com muita espontaneidade“, “um encontro descontraído entre dois amigos que, depois de anos viajando com a comédia, decidiram dividir o palco – e as histórias”.
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais e variam consoante os locais.
O Planalto Beirão implementa recolha de resíduos alimentares junto de produtores domésticos e não domésticos, contribuindo para a economia circular e a gestão sustentável de resíduos.
A Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão (AMRPB) deu início a um serviço de recolha seletiva porta a porta de biorresíduos alimentares, que vai abranger 19 municípios do centro de Portugal.
O lançamento do projeto ocorre num contexto em que a gestão de resíduos urbanos continua a ser um desafio em Portugal. Em 2024, o Planalto Beirão registou a entrada de mais de 158.000 toneladas de resíduos, das quais 141.000 toneladas não tinham sido separadas, evidenciando a necessidade de estratégias mais eficazes para reduzir a deposição em aterro.
O serviço da AMRPB abrange tanto produtores domésticos como não domésticos, incluindo restaurantes, escolas, cantinas e cafés, com uma previsão de recolha de cerca de 3.000 toneladas de biorresíduos no primeiro ano. Experiências-piloto estão a ser implementadas em sete municípios para testar a adesão de utilizadores domésticos.
Nesta fase inicial, a recolha vai cobrir aproximadamente 1.000 produtores domésticos e 1.000 não domésticos. A AMRPB prevê que, até 2030, sejam valorizadas mais de 11.000 toneladas de biorresíduos, transformando-os em composto orgânico de qualidade, contribuindo para a reutilização de recursos e para a redução do impacto ambiental associado à deposição em aterro.
Estudos nacionais indicam que os biorresíduos constituem uma das frações mais volumosas dos resíduos urbanos indiferenciados. A sua recolha seletiva é reconhecida como uma medida estrutural para reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterro, diminuir as emissões de gases com efeito de estufa e fomentar a valorização orgânica. Estas ações estão alinhadas com as metas definidas para a gestão de resíduos urbanos em Portugal e na União Europeia.
Teve início a modernização da Linha de Leixões, com obras na via, sinalização e telecomunicações, incluindo a eliminação de passagens de nível.
A Linha de Leixões entrou numa nova fase de modernização com o início de uma intervenção destinada a aumentar a eficiência da operação ferroviária, reforçar a segurança e melhorar a sustentabilidade da infraestrutura. O investimento global ascende a 61,2 milhões de euros e inclui trabalhos na via, na sinalização e nas telecomunicações, bem como serviços de fiscalização, elaboração de projetos, expropriações e aquisição de materiais ferroviários. Está igualmente prevista a eliminação de quatro passagens de nível e de dois atravessamentos pedonais, numa medida orientada para a redução de pontos de conflito entre a ferrovia e a circulação rodoviária e pedonal.
Uma componente central da intervenção corresponde à empreitada agora iniciada, com um investimento de 32 milhões de euros, que visa adaptar a Linha de Leixões às atuais exigências da operação ferroviária, nomeadamente à circulação de comboios de mercadorias com até 750 metros de comprimento útil. Os trabalhos incluem a reorganização das vias de entrada e saída do Terminal de Leixões, a adequação das vias de resguardo nas estações de Contumil e de São Mamede de Infesta, a modernização da catenária em toda a extensão da linha e a requalificação das infraestruturas técnicas de telecomunicações. Esta última vertente contempla a renovação de salas existentes, a construção de um novo edifício técnico em Leixões e a instalação de cinco torres GSM-R, essenciais ao sistema de comunicações ferroviárias.
A componente de segurança assume igualmente um peso significativo nesta intervenção. No concelho da Maia, está prevista a construção de uma passagem inferior rodoviária em São Gemil, que permitirá eliminar duas passagens de nível atualmente existentes, bem como a construção de duas passagens superiores pedonais, destinadas a substituir atravessamentos de nível considerados críticos. No concelho de Matosinhos, os trabalhos incluem a beneficiação da rampa e da via paralela à Estação de São Mamede de Infesta, assim como a supressão da passagem de nível e da zona de atravessamento existentes nesse local.
No seu conjunto, estas intervenções têm como objetivo reduzir riscos, melhorar a mobilidade das populações e aumentar a fiabilidade da operação ferroviária associada ao Porto de Leixões.
Gilberto Gil vai atuar no Ageas Cooljazz 2026, numa edição que passa a contar com uma oitava noite de concertos.
O cartaz de 2026 do Ageas Cooljazz ganha um novo destaque com a confirmação de uma oitava noite de concertos, passando o festival a contar com oito datas, quando habitualmente se limita a sete. A novidade fica marcada pela presença de Gilberto Gil, uma das figuras mais influentes da música brasileira, que atua no Hipódromo Manuel Possolo a 8 de julho.
A organização do festival refere que a decisão de acrescentar uma noite resulta da vontade de reforçar a identidade artística do Ageas Cooljazz em 2026. Karla Campos, diretora da Live Experiences e promotora do evento, sublinha que a integração de Gilberto Gil no programa confere um significado especial a esta edição, tendo em conta a dimensão histórica e cultural do músico no panorama internacional.
Com 83 anos e uma carreira que ultrapassa seis décadas, Gilberto Gil é reconhecido como um dos nomes centrais da música popular brasileira. O seu percurso está intimamente ligado ao movimento Tropicália, que teve um impacto determinante na cultura brasileira do século XX. Ao longo dos anos, a sua obra tem explorado temas como filosofia, espiritualidade, política e relações humanas, retratando o quotidiano e as transformações da sociedade brasileira através de uma abordagem musical e poética singular.
Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais e começam nos 38€, mais taxas.
A edição de 2026 do Ageas Cooljazz conta também com nomes como Jamiroquai (18 de julho), David Byrne (14 de julho), Loyle Carner (15 de julho), Diana Krall (22 de julho), Franz Ferdinand (25 de julho), Scissor Sisters (29 de julho) e Chet Faker (31 de julho), todos no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.
O formato do festival mantém-se com quatro concertos por noite, começando com a abertura de portas às 19h. As Cascais Jazz Sessions by Smooth FM arrancam às 20h no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona, seguidas do primeiro concerto no Palco Ageas e do grande concerto principal. Após o término, as Late Nights prosseguem no mesmo anfiteatro, proporcionando uma programação contínua até ao final da noite.
A rubrica Rebenta a Bolha regressa às Manhãs da Rádio Comercial a 2 de fevereiro, com César Mourão e emissão diária baseada em improviso em direto.
A rubrica Rebenta a Bolha vai regressar às Manhãs da Rádio Comercial, retomando um dos formatos mais reconhecidos da estação, com César Mourão novamente no centro do improviso. O regresso está marcado para segunda-feira, 2 de fevereiro, com emissão diária de segunda a sexta-feira, às 8h40, integrando-se de forma regular na programação da manhã.
Criado em 2016, o formato ganhou rapidamente notoriedade junto dos ouvintes ao apostar num exercício de improviso em direto, no qual o humorista constrói uma narrativa a partir de sugestões inesperadas lançadas pela equipa, sem qualquer preparação prévia. Esta dinâmica, assente no risco e na imprevisibilidade, acabou por distinguir a rubrica no panorama radiofónico nacional.
A popularidade de Rebenta a Bolha ultrapassou o contexto da rádio, dando origem a um jogo de tabuleiro inspirado no conceito original, o que reforçou a ligação do formato à comunidade da Rádio Comercial. Depois de vários regressos pontuais ao longo dos últimos anos, a rubrica passa agora a integrar novamente, de forma contínua, as Manhãs da Comercial.
Os episódios de Rebenta a Bolha poderão ser acompanhados em direto na emissão da Rádio Comercial e ficarão também disponíveis posteriormente na plataforma Rayo.
A 3ª temporada de WWE Unreal na Netflix deverá focar-se no último ano de John Cena no ativo, que se reformou do wrestling profissional.
A Netflix confirmou oficialmente o regresso de WWE Unreal para uma terceira temporada, com estreia prevista para o verão de 2026, e tudo aponta para que o foco central seja o último capítulo da carreira de John Cena. O anúncio surgiu de forma discreta, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, através de uma mensagem exibida no final do último episódio da segunda temporada, prometendo novos episódios para o verão seguinte.
A série documental, que rapidamente se tornou um dos projetos mais comentados da WWE fora do ringue, continua a explorar os bastidores da empresa: ideias criativas abandonadas, combates que nunca chegaram a acontecer, decisões alteradas à última hora e conversas internas que raramente eram tornadas públicas. A segunda temporada revelou planos alternativos para grandes eventos de 2025, incluindo o SummerSlam, o Money in the Bank e o WarGames, o que gerou um debate intenso entre os fãs.
No caso da terceira temporada, a própria WWE deixou pistas claras sobre o rumo narrativo. As imagens mostradas no teaser apontam diretamente para o último ano de John Cena como lutador ativo. Vê-se Cena em conversa com Paul “Triple H” Levesque, reconhecendo que foi um ano marcante, e fica evidente que existiu um cuidado extremo em garantir que tudo corria na perfeição no seu combate final, frente a Gunther, no Saturday Night’s Main Event de 13 de dezembro. O pós-combate, com Cena derrotado por desistência e acompanhado no ringue por nomes como CM Punk e Cody Rhodes, promete ter um forte peso emocional nos novos episódios.
À semelhança das temporadas anteriores, a terceira deverá contar com cinco episódios, cada um com cerca de 50 minutos, mantendo o mesmo formato e a mesma equipa de produção. A série deverá continuar a equilibrar o lado humano dos lutadores com a vertente empresarial e criativa da companhia, mostrando como se constroem histórias, se gerem personalidades, se lidam com lesões e se ajustam planos num produto em constante mudança.
Apesar de o desfecho da carreira de Cena parecer assumir um papel central, é expectável que a nova temporada volte também a abordar decisões polémicas recentes e planos nunca executados relacionados com outros lutadores da empresa.
O Nintendo Switch Online recebe os primeiros jogos do Virtual Boy já em fevereiro.
As consolas da Nintendo vão em breve suportar jogos do Virtual Boy, com o lançamento de um novo conjunto de jogos retro no serviço Nintendo Switch Online e do seu acessório dedicado, uma replica do próprio Virtual Boy que chegará já no dia 17 de fevereiro
No dia de lançamento os jogadores poderão experimentar os seguintes jogos:
Galactic Pinball
Teleroboxer
RED ALARM
Virtual Boy Wario Land
3-D Tetris
Golf
The Mansion of Innsmouth
Para além desta lista, a Nintendo também revelou algumas funcionalidades modernas para os jogos, com funções já normais nos jogos retro do Nintendo Switch Online, como a capacidade de guardar progresso ou de retroceder alguns segundos no jogo. Adicionalmente, será também possível mudar a cor dos jogos para branco ou verde, que por defeito apresentam-se em vermelho.
A lista de jogos promete ser maior nos meses seguintes, com a adição de mais títulos ao longo do ano. Ainda sem datas concretas, foram confirmados os seguintes, incluindo jogos nunca antes lançados:
Mario Clash
Mario’s Tennis
Jack Bros.
Space Invaders Virtual Collection
Virtual Bowling
Vertical Force
V-Tetris
Zero Racers (nunca lançado)
D-Hopper (nunca lançado)
O Virtual Boy regressará 30 anos depois para se apresentar a novas gerações de jogadores, através de um acessório de 79,99€, exclusivo para os subscritores do Nintendo Switch Online. Com ele, os jogadores poderão colocar a sua Nintendo Switch ou Nintendo Switch 2, e olhar pelo visor para explorar antigas experiências em 3D, numa replica de um dos primeiros headsets de “realidade virtual” de consumo.
Daredevil: Born Again tem estreia marcada para 25 de março no Disney Plus.
A Marvel revelou o primeiro trailer para a segunda temporada de Daredevil: Born Again, que tem estreia marcada para o dia 25 de março no Disney Plus. A nova temporada da continuidade à série que estreou na primavera de 2025, numa revitalização da versão da personagem introduzida nas produções da Netflix, marcando também a interceção da sua narrativa com o Universo Cinemático da Marvel.
Com o novo trailer, essa interceção continua com a revelação já esperada de pelo menos uma cara bem familiar, Krysten Ritter novamente no papel de Jessica Jones, que volta a juntar-se a Charlie Cox enquanto Matt Murdock/Daredevil.
A nova temporada será composta por oito episódios e dá continuidade aos eventos da temporada passada, onde Vincent D’Onofrio enquanto Wilson Fisk é o presidente da cidade de Nova Iorque e continua a sua busca para travar o vigilante protagonista.
Para além de Charlie Cox Krysten Ritter e Vincent D’Onofrio, estão confirmados no elenco – e pelo trailer – os regressos de Deborah Ann Woll enquanto Karen Page, Elden Henson enquanto Foggy Nelson, Ayelet Zurer enquanto Vanessa Fisk, Wilson Bethel enquanto Benjamin Poindexter/Bullseye e Margarita Levieva enquanto Heather Glenn. E por fim há ainda a adição de Matthew Lillard como o enigmático Mr. Charles.
Dario Scardapane assina como showrunner, que se faz juntar por Justin Benson e Aaron Moorhead na realização dos episódios.
Projeto de 1 MW marca novo passo na diversificação renovável em Portugal.
Portugal deu um passo decisivo na exploração de energias renováveis menos convencionais com a aprovação da primeira central de energia das ondas em terra com 1 megawatt a nível mundial. A infraestrutura, desenvolvida pela Eco Wave Power Global, será instalada junto ao quebra‑mar da Barra do Douro, no Porto, e passa agora da fase de projeto para a de construção.
A autorização foi concedida após um estudo técnico exaustivo conduzido pela MetOcean Consult, que avaliou as condições marítimas e a resistência estrutural da zona. As inspeções confirmaram que o local é adequado para receber os dispositivos flutuantes de nova geração, que serão integrados diretamente na estrutura portuária.
A central do Porto representa apenas a primeira etapa de uma concessão de 20 megawatts atribuída à empresa sueca, constituindo o primeiro projeto de dimensão relevante no país. Nos últimos meses, foram já cumpridos passos essenciais, incluindo o pagamento da ligação à rede e a aceitação das condições pela E‑REDES. A entrada em funcionamento está prevista para 2026.
Se bem‑sucedida, esta central poderá demonstrar que a energia das ondas está pronta para deixar o campo experimental e tornar‑se num contributo real para o futuro energético europeu.
Produzido com maçãs biológicas, o vinagre de sidra de maçã da Zumub não é filtrado nem pasteurizado e apresenta 5% de acidez.
A Zumub alargou o seu portefólio de produtos naturais com a introdução de um vinagre de sidra de maçã biológico, produzido a partir de maçãs provenientes de agricultura biológica e submetido a um processo de dupla fermentação. O lançamento insere-se no segmento dos alimentos minimamente processados, recorrendo a métodos de produção de base tradicional.
O vinagre não é pasteurizado nem filtrado, permitindo a conservação da chamada mãe do vinagre, um elemento associado aos processos naturais de fermentação. Esta opção técnica procura preservar as características originais do produto e manter as suas propriedades naturais, resultando num vinagre com um perfil próximo do seu estado original.
Com um teor de acidez de 5%, o vinagre de sidra de maçã biológico da Zumub apresenta um aroma marcado pela maçã e um sabor ácido equilibrado. Pode ser consumido diluído em água ou utilizado na preparação culinária, nomeadamente em saladas, marinadas e molhos.
Diversos estudos têm associado o consumo de vinagre de sidra de maçã a potenciais propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, bem como a um possível contributo para a digestão e para a redução da sensação de inchaço abdominal, dependendo do contexto e dos padrões de consumo.
Disponível em garrafas de 500 mililitros (5,99€) e de um litro (9,98€), o novo vinagre integra a estratégia da Zumub de reforçar a sua oferta de produtos de origem natural, acompanhando a crescente procura por alimentos versáteis e alinhados com hábitos de consumo mais conscientes.
E já sabem: não se esqueçam de colocar o nosso código ECHOBOOMERno site da Zumub para 10% de desconto na encomenda, juntamente com algumas ofertas.
O Bison Bank anunciou a integração da Bison Digital Assets, o desenvolvimento da tokenização de ativos e o lançamento de uma stablecoin bancária em 2026.
O Bison Bank, instituição portuguesa com atividade nas áreas de private banking, gestão de patrimónios, custódia e banca de investimento, revelou um conjunto de decisões estratégicas destinadas a aprofundar a sua aposta na inovação financeira. Entre as medidas anunciadas estão a integração da sua subsidiária de criptoativos, a Bison Digital Assets, na estrutura do banco, o desenvolvimento de soluções de tokenização de ativos do mundo real e a intenção de lançar, em 2026, uma stablecoin própria, a primeira a ser emitida por um banco em Portugal.
O anúncio coincide com o terceiro aniversário da Bison Digital Assets e surge num contexto de adaptação ao novo enquadramento regulatório europeu para os criptoactivos, definido pelo regulamento Markets in Crypto-Assets (MiCA), já transposto para a ordem jurídica nacional. O banco considera que estas iniciativas reforçam a sua proposta de valor junto de uma base de clientes internacional, distribuída por mais de 140 países, e consolidam o seu posicionamento num sector em rápida transformação.
A incorporação da Bison Digital Assets no Bison Bank constitui o eixo central desta reorganização. Com esta operação, os serviços de custódia, transferência e troca de criptoactivos, até agora prestados pela subsidiária, passam a integrar directamente a oferta do banco.
O regulamento MiCA, que estabelece regras harmonizadas para o mercado europeu de criptoativos, foi recentemente acolhido em Portugal através da Lei n.º 69/2025, de 22 de dezembro, encontrando-se na fase final de implementação. Após a conclusão deste processo, o Bison Bank prevê assegurar a transição da licença da Bison Digital Assets para o novo enquadramento legal.
O banco afirma também já dispor das capacidades técnicas e operacionais necessárias para avançar com a tokenização de ativos do mundo real. Este processo consiste na criação de representações digitais de ativos físicos ou financeiros numa blockchain, permitindo que bens como imóveis ou participações em fundos de investimento sejam fracionados em unidades digitais transacionáveis. A tokenização é apresentada como um instrumento capaz de reduzir as barreiras de entrada em investimentos tradicionalmente reservados a grandes investidores, ao mesmo tempo que facilita a captação de liquidez e aumenta a transparência das operações, através do registo descentralizado. Numa fase inicial, o Bison Bank tenciona aplicar esta tecnologia aos setores do imobiliário e dos fundos de investimento.
Outra das iniciativas anunciadas passa pelo desenvolvimento de uma stablecoin própria, com lançamento previsto para 2026. Este ativo digital, indexado a moeda fiduciária, tem como objetivo melhorar a eficiência dos pagamentos internacionais, reduzindo custos e tempos de execução nas transferências transfronteiriças. A instituição considera que este projeto reforça o seu papel pioneiro na adopção de soluções baseadas em tecnologia blockchain para a modernização das infraestruturas de pagamento, mantendo-se alinhada com as exigências regulatórias europeias.
Uma exposição que reúne a vida, obra e legado de um dos maiores nomes da literatura portuguesa.
O Município de Ponte de Lima, em parceria com a Biblioteca Municipal,inaugurou uma mostra expositiva e documental dedicada a Camilo Castelo Branco, integrada no projeto Memórias Literárias. A iniciativa assinala os 200 anos do nascimento do escritor, figura incontornável das letras portuguesas e autor de uma obra tão vasta quanto diversa.
Camilo Castelo Branco, conhecido pelo génio clássico aliado a um temperamento profundamente romântico, deixou uma produção literária que atravessa géneros e épocas, refletindo a complexidade social do seu tempo. As suas narrativas percorrem o Minho, o Douro e Trás‑os‑Montes, revelando personagens de todas as origens e ambientes marcados por forte observação humana e crítica social.
A exposição, patente de janeiro a junho, convida o público a revisitar este universo camiliano, oferecendo uma viagem pela vida e pela escrita de um autor que continua a marcar gerações. Trata‑se de uma oportunidade para redescobrir a herança literária de Camilo Castelo Branco e celebrar o contributo singular que deixou à cultura portuguesa.
A Primor tem aberto cada vez mais lojas em Portugal, portanto uma chegada ao Alegro Setúbal será mesmo uma questão do tempo.
Várias têm sido as movimentações no Alegro Setúbal, tal como temos vindo a contar aqui no Echo Boomer. Do que foi anunciado publicamente no ano passado, só mesmo a loja do Celeiro é que está em falta, pois deveria ter sido inaugurada até ao final de 2025. E estando janeiro a chegar ao fim, também não parece que a abertura esteja tão próxima assim.
Mas há mais novidades, claro. Tal como já contámos, a Primark chegará ao centro comercial até ao final deste ano, indo a ocupar a área onde, durante anos, existiu a Box do Auchan. Ainda nada é visível para quem passa pelo local, pois está tudo a ser feito dentro dos taipais. E não há, por agora, uma data de abertura prevista, até porque este tipo de obras costuma atrasar.
Muito antes, porém, em maio, a NORMAL – aberta desde dezembro de 2023 – irá passar para o piso 0 do Alegro Setúbal, uma vez que irá ocupar o espaço deixado livre pelo O Gato Preto, que desaparece assim do centro comercial. Recorde-se que o Gato Preto passa por várias dificuldades financeiras, tendo decidido encerrar lojas em Espanha para salvar o negócio em Portugal.
Ora, isto significa que o atual espaço da NORMAL, localizado no piso da restauração, ficará vago. E há rumores de que, por ali, irá instalar-se a Primor, que de momento conta apenas com uma loja na Margem Sul, mais especificamente no RioSul Shopping, no Seixal.
O nome Primor tem causado burburinho entre os lojistas do centro comercial e, ainda que nada tenha sido anunciado publicamente, será uma questão de tempo até a marca instalar-se no Alegro Setúbal, dada a expansão que tem vindo a fazer ao longo do país.
Outro rumor que circula é que a loja da Yoyoso, aberta desde agosto de 2018, pode também fechar portas e dar lugar à Primor, mas, para já, os detalhes escasseiam.
Duas unidades móveis de saúde – carrinhas – com cuidados de enfermagem, tratamentos e tecnologia para teleconsultas começam a chegar às populações mais isoladas em fevereiro.
A partir do próximo mês de fevereiro, os cuidados de saúde na região do Médio Tejo vão ganhar uma nova mobilidade. A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo anunciou o lançamento de duas Unidades Móveis de Proximidade, equipadas para levar tratamentos, consultas de enfermagem e telemedicina às populações que vivem em zonas geograficamente mais isoladas, com menor densidade populacional e maiores dificuldades de acesso a serviços de saúde.
O projeto vai abranger sete concelhos da região: Abrantes, Alcanena, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila de Rei. Com esta iniciativa, a ULS Médio Tejo pretende mitigar as barreiras de acesso aos serviços de saúde convencionais, garantindo que os utentes com mobilidade reduzida ou sem transportes públicos frequentes não fiquem sem assistência. Cada unidade móvel conta com um espaço clínico equipado com o material necessário para realizar tratamentos de enfermagem e curativos, tecnologia de suporte para a realização de teleconsultas, e funcionará com um enfermeiro e um assistente operacional. Irão deslocar-se regularmente aos diferentes concelhos, um a dois dias por semana – segundo o comunicado da ULS Médio Tejo, uma viatura irá servir os concelhos de Vila de Rei e Sardoal (segunda e sexta-feira), Mação (quarta-feira) e Abrantes (quinta-feira), enquanto a outra irá percorrer o concelho de Alcanena à terça-feira. Já os concelhos de Tomar e Torres Novas serão abrangidos em dias ajustados às necessidades locais.
Para Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, esta é uma estratégia que coloca o foco no utente: “Estas carrinhas de saúde vão percorrer o Médio Tejo para cuidar das pessoas onde vivem. É um momento marcante, que aproxima a saúde das comunidades“. O responsável sublinha: “Sabemos que estas unidades não substituem o médico de família, mas são uma resposta importante para reforçar a proximidade dos cuidados. Trata-se de uma estratégia definida há dois anos e que agora ganha forma com a chegada das viaturas“.
Este investimento, financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), reforça a rede de cuidados de saúde primários da região, complementando o trabalho realizado nas unidades físicas e assegurando que o Código Postal não seja um obstáculo ao direito à saúde.
Muito prático de usar e com ótima ergonomia, o Kobo Remote existe para que não tenham de largar nem a manta, nem o café, enquanto desfrutam do vosso livro favorito.
Sou uma grande fã da Kobo e, quando se trata de ler livros, o meu Kobo Clara Colour acaba por ser um dos dispositivos a que recorro com mais frequência. A praticidade sempre foi um dos seus maiores trunfos, mas agora a experiência ficou ainda mais interessante com o recente lançamento do Kobo Remote, um comando de virar páginas, em novembro do ano passado.
Não é, de todo, surpreendente que tenha sido um sucesso quase imediato, com o stock quase sempre esgotado desde então. Durante algum tempo, confesso que quis perceber o motivo de tanta euforia, e cheguei mesmo a achar que este comando era o cúmulo do comodismo.
No entanto, tudo mudou quando a Kobo disponibilizou o Kobo Remote para análise. A verdade é que este pequeno acessório acabou por revolucionar, mais depressa do que eu esperava, os meus hábitos de leitura. Hoje, já não consigo usar o eReader sem ter o comando por perto e, ironicamente, é exatamente isso que o torna tão engraçado: é um gadget que eu nem sabia que precisava na minha vida.
Depois de algum tempo de testes, admito que o Kobo Remote torna a leitura ainda mais fluida e confortável, especialmente para quem, como eu, passa horas agarrada ao eReader. E é por isso que faz sentido parar um pouco e perceber o que é que este pequeno comando tem, afinal, de tão especial.
1 de 2
A caixa onde o comando vem guardado é muito simples: toda em branco, com a fotografia do produto e o nome do mesmo. No meu caso, como recebi a versão em branco, a fotografia era do Kobo Remote branco, mas existe também a versão em preto.
O comando em si é também muito minimalista, com a parte da frente num plástico branco liso e dois botões (o de cima ligeiramente maior que o de baixo, pormenor que ajuda bastante a distinguir entre os dois botões sem ser preciso olhar para eles) no mesmo material plástico liso, mas em cinza claro. Por baixo, em letras da mesma cor, temos a dizer Rakuten Kobo, e na parte de baixo uma pequena ranhura que permite encaixar uma fita de pulso. Na parte superior, temos o botão de emparelhamento Bluetooth, e a parte de trás é toda em cinza claro novamente, com uma tampa removível (em que é preciso uma força quase hercúlea para o fazer) onde está o compartimento da pilha AAA (pilha essa que já vem incluída) e um indicador de luz LED.
Ainda dentro da caixa, para além do comando Kobo, temos também o manual de instruções rápido, que usei para ligar rapidamente o Kobo Remote ao Kobo Clara Colour.
O processo de emparelhamento do Kobo Remote é simples e rápido. Basta ativar o Bluetooth do eReader, no meu caso o Clara Colour, pressionar durante alguns segundos o botão de emparelhamento do comando e selecionar o Kobo Remote na lista de dispositivos disponíveis no eReader. A partir daí, sempre que o Clara Colour é ligado, o comando fica automaticamente conectado, graças à sua funcionalidade inteligente de suspensão e ativação. Isto significa que, ao ligar o eReader, o Kobo Remote entra imediatamente em ação sem ser necessário fazer mais nada.
Nalgumas ocasiões, pode demorar apenas alguns segundos até começar a responder, algo perfeitamente normal. Pontualmente, pode também ocorrer uma desconexão, sendo necessário repetir o processo de emparelhamento. Ainda assim, como tudo é rápido e simples, acaba por não ser um verdadeiro problema no uso diário.
1 de 4
Ao pegar no comando pela primeira vez, a ergonomia foi imediatamente o que mais me chamou a atenção. A sensação tátil é muito agradável: não é demasiado liso ao ponto de parecer que vai escorregar da mão, mas também não é áspero. As dimensões compactas do Kobo Remote (9,96 cm de comprimento, 3 cm de largura e 2,21 cm de altura) contribuem para que o comando encaixe bem tanto em mãos mais pequenas como em mãos maiores. A forma curva de 20º adapta-se de forma muito natural à mão, fazendo lembrar alguns comandos de televisão que já apostam neste tipo de design ergonómico. O comando fica confortável quase de imediato, com o polegar a pousar automaticamente sobre o botão maior, responsável por avançar as páginas. Logo abaixo, encontra-se o botão para recuar, algo extremamente prático, já que elimina por completo a necessidade de tocar no eReader durante a leitura, seja para avançar ou voltar atrás.
Também o peso reduzido do comando branco, com apenas 36 g, é mais um ponto a favor da sua ergonomia. É tão leve que não cansa a mão, mesmo quando fico a ler horas a fio, o que também faz uma grande diferença para quem lê enquanto caminha na passadeira ou pratica outro tipo de exercício. E foi precisamente a pensar nesse tipo de utilização que instalei a fita de pulso logo ao retirá-lo da caixa. No dia a dia acabo por não a usar tanto, já que costumo ler enquanto estou parada, mas durante as minhas sessões de cardio acaba por se tornar um acessório bastante útil, já que evita que o comando escorregue da mão e acabe no chão.
Durante o tempo em que utilizei o Kobo Remote, algo que me chamou particularmente a atenção foi o facto de o comando continuar a funcionar na perfeição mesmo quando altero o tamanho da letra, algo que faço com bastante frequência ao ajustar o zoom. Independentemente dessas mudanças, o desempenho mantém-se consistente, inclusive em ficheiros em formato PDF ou noutros formatos como o Kepub.
Reparei também que consigo ler durante longas horas de forma confortável, sem que a mão se canse. Mais do que isso, senti que a experiência de leitura se tornou mais imersiva. Aquele duplo toque ocasional no ecrã para virar a página diretamente no Clara Colour (algo que embora não acontecesse com frequência, surgia pontualmente) ficou completamente eliminado com o uso do comando. No fundo, deixei de me preocupar com o sítio exato ou a pressão certa no ecrã: basta um clique simples e a leitura flui sem interrupções.
Por isso, acredito que o Kobo Remote faz, de facto, a diferença para quem tem um Kobo com ligação Bluetooth e passa muito tempo a ler no eReader. Não é um acessório essencial, mas rapidamente se torna difícil de dispensar depois de algum tempo de utilização. A ergonomia, a simplicidade de uso e a forma como se integra de maneira quase invisível na experiência de leitura tornam-no num pequeno gadget com impacto real no dia a dia. Seja para ler no sofá, na cama ou até enquanto se caminha na passadeira, o Kobo Remote acaba por tornar a leitura mais confortável, fluida e, acima de tudo, mais prática.
Apesar de estar constantemente esgotado, o PVP deste Kobo Remote é de 29,99€, um valor perfeitamente ajustado para algo que parece tão simples… mas ao mesmo tempo tão essencial para quem lê.
Consumidores relatam para falhas na instalação, no apoio ao cliente e na faturação.
A DECOlançou um alerta após registar um volume crescente de reclamações dirigidas à DIGI, operadora que tem vindo a ganhar expressão no mercado português. De acordo com a associação, os problemas começam muitas vezes logo na adesão ao serviço, com informações pouco claras sobre a instalação, o que deixa muitos clientes semanas à espera e sem explicações consistentes.
O apoio ao cliente é outro ponto crítico. Os consumidores relatam longos tempos de espera no atendimento telefónico, falta de esclarecimentos nas lojas físicas e ausência de resposta a reclamações formais. A situação agrava‑se nos processos de portabilidade, onde têm sido identificados incumprimentos dos prazos legais, resultando por vezes na interrupção total do serviço. Há ainda relatos de cartões móveis sem acesso à rede durante vários dias. A faturação também tem gerado polémica, sobretudo entre antigos clientes da NOWO que migraram para a DIGI e afirmam ter sido alvo de cobranças duplicadas. Mesmo o cancelamento de contratos tem sido descrito como moroso e pouco transparente.
E face ao aumento das queixas, a DECO apelou à DIGI para reforçar os seus canais de contacto e garantir o cumprimento da legislação. A associação recomenda ainda que todos os consumidores formalizem as reclamações por escrito e guardem a documentação relevante.
Enquanto a marca O Gato Preto vai ficando cada vez mais reduzida, a cadeia dinamarquesa NORMAL ganha força.
Muitas têm sido as novidades no centro comercial Alegro Setúbal. Da chegada de novas lojas, às reaberturas com conceitos atualizados, há efetivamente uma aposta centrada em melhorar a oferta para aqueles que procuram o centro para as suas necessidades.
Em maio do ano passado, por exemplo, o centro comercial passou a contar com novas insígnias e reconfigurações de espaços já existentes. A abertura da Delta Espresso introduziu um novo ponto de paragem para quem procura uma pausa breve, enquanto a Oro Vivo regressou com um conceito renovado e um layout alinhado com a imagem mais recente da marca, ocupando o espaço deixado vago pela Naturloja. Também a New Home Decor voltou a integrar a oferta do centro, com propostas direcionadas para a decoração de interiores.
Em junho, o destaque foi o regresso da loja Quatro Patas, retomando a ligação com o público que valoriza produtos e serviços dedicados aos animais de companhia. Já a Parfois reabriu num novo espaço – basicamente ocupou o antigo lugar da Oro Vivo e da pastelaria Aquarius – agora mais amplo e com maior visibilidade, reunindo toda a coleção da marca. A Tabak, por sua vez, apresentou-se com uma imagem atualizada, mantendo o posicionamento de conveniência que a caracteriza.
Mais recentemente, o Alegro Setúbal passou a contar com uma pop Lpoint, que trouxe uma seleção de marcas internacionais ligadas à moda e ao calçado, incluindo nomes como Fred Perry, Adidas, Vans e Converse, bem como com uma loja da Decenio e um quiosque da Santini. Já a Cidália Cabeleireiros foi relocalizada, com uma nova imagem, tudo porque, no anterior espaço, está a nascer uma loja Celeiro, cuja oferta se centra em produtos saudáveis e refeições ligeiras. E esta loja está atrasada, pois deveria ter sido inaugurada até ao final de 2025.
Mas há mais novidades planeadas para 2026. Por exemplo, estão a funcionar, no estacionamento exterior do centro comercial, os cacifos automáticos da IKEA. Já a loja d’O Gato Preto fechou… para dar lugar a uma loja da NORMAL. Sim, a cadeia dinamarquesa está presente no Alegro Setúbal desde dezembro de 2023, mas vai mudar-se para o piso 0, ocupando o espaço onde, durante muito tempo, existiu a loja d’O Gato Preto, marca que está em sérias dificuldades financeiras, tendo inclusive anunciado o fecho de lojas em Espanha para salvar o negócio em Portugal. Contudo, nem o nosso país escapa à crise da marca.
Em todo o caso, a loja da NORMAL continua a funcionar no Alegro Setúbal como se nada fosse, uma vez que a transição para a nova loja somente está prevista para maio.
O Android 14 TV chega aos modelos da TCL com o chip Pentonic 700, juntamente com várias novidades.
A TCLlançou uma nova atualização para alguns modelos de smart TV equipados com o chip MediaTek Pentonic 700, que as introduzem ao Android 14 TV, juntamente com outras melhorias, com destaque para o suporte para QMS VRR e um sistema de upscaling avançado, designado por Super Resolution.
Embora alguns utilizadores já pudessem instalar manualmente o firmware 590, com este lançamento com distribuição via OTA torna o processo fácil e acessível a todos. Como habitual, o processo é gradual, o que significa que alguns equipamentos recebem a atualização mais cedo do que outros. A TCL também está a atualizar outros modelos que ainda estavam no Android TV 12, garantindo assim uma transição mais ampla para a versão mais recente do sistema operativo. Adicionalmente, a partir deste ano, todos os seus novos televisores chegarão ao mercado já com o Android TV 14 pré-instalado, e importa recordar que o ciclo de versões para televisores é distinto do dos dispositivos móveis, onde o Android 16 há muito está disponível.
Uma das maiores novidades desta atualização é o QMS VRR, uma tecnologia que permite alternar entre diferentes taxas de frames, como os modos 24p (24 FPS) e 60 (60 FPS), sem interrupções. Contudo, a funcionalidade exige a compatibilidade do dispositivo HDMI de origem, e não funciona quando há mudança simultânea entre o SDR e HDR.
Depois da Figueira da Foz e do Seixal, é a vez de Setúbal receber os cacifos de recolha de encomendas da IKEA.
Foi nos primeiros dias de janeiro que a IKEA iniciou em Portugal um novo modelo de recolha de encomendas com a instalação dos seus primeiros cacifos automáticos, num projeto-piloto localizado no RioSul Shopping, no Seixal, e na Figueira da Foz, no Foz Plaza. Pois bem, a iniciativa foi também estendida ao Alegro Setúbal, onde estes cacifos já estão disponíveis, mais especificamente na zona do estacionamento exterior do centro comercial.
Os cacifos funcionam como uma solução de Click & Collect disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, permitindo o levantamento de encomendas realizadas em loja, nos Estúdios de Planificação e Encomenda ou através do site da marca. Após a conclusão da compra, os clientes podem selecionar o cacifo como ponto de recolha. Quando a encomenda está pronta, é enviada uma notificação por SMS com um código PIN que permite o acesso ao compartimento durante um período de 24 horas.
O serviço tem um custo de 9€ por encomenda, sendo gratuito para membros do programaIKEA Family em compras de valor superior a 150€. A solução abrange a grande maioria do portefólio da marca, ficando excluídos apenas artigos de grandes dimensões, como sofás. Está igualmente prevista a possibilidade de assinalar necessidades de mobilidade reduzida no momento da compra, assegurando que a encomenda é colocada num cacifo de acesso facilitado.