Daredevil: Born Again tem estreia marcada para 25 de março no Disney Plus.
A Marvel revelou o primeiro trailer para a segunda temporada de Daredevil: Born Again, que tem estreia marcada para o dia 25 de março no Disney Plus. A nova temporada da continuidade à série que estreou na primavera de 2025, numa revitalização da versão da personagem introduzida nas produções da Netflix, marcando também a interceção da sua narrativa com o Universo Cinemático da Marvel.
Com o novo trailer, essa interceção continua com a revelação já esperada de pelo menos uma cara bem familiar, Krysten Ritter novamente no papel de Jessica Jones, que volta a juntar-se a Charlie Cox enquanto Matt Murdock/Daredevil.
A nova temporada será composta por oito episódios e dá continuidade aos eventos da temporada passada, onde Vincent D’Onofrio enquanto Wilson Fisk é o presidente da cidade de Nova Iorque e continua a sua busca para travar o vigilante protagonista.
Para além de Charlie Cox Krysten Ritter e Vincent D’Onofrio, estão confirmados no elenco – e pelo trailer – os regressos de Deborah Ann Woll enquanto Karen Page, Elden Henson enquanto Foggy Nelson, Ayelet Zurer enquanto Vanessa Fisk, Wilson Bethel enquanto Benjamin Poindexter/Bullseye e Margarita Levieva enquanto Heather Glenn. E por fim há ainda a adição de Matthew Lillard como o enigmático Mr. Charles.
Dario Scardapane assina como showrunner, que se faz juntar por Justin Benson e Aaron Moorhead na realização dos episódios.
Projeto de 1 MW marca novo passo na diversificação renovável em Portugal.
Portugal deu um passo decisivo na exploração de energias renováveis menos convencionais com a aprovação da primeira central de energia das ondas em terra com 1 megawatt a nível mundial. A infraestrutura, desenvolvida pela Eco Wave Power Global, será instalada junto ao quebra‑mar da Barra do Douro, no Porto, e passa agora da fase de projeto para a de construção.
A autorização foi concedida após um estudo técnico exaustivo conduzido pela MetOcean Consult, que avaliou as condições marítimas e a resistência estrutural da zona. As inspeções confirmaram que o local é adequado para receber os dispositivos flutuantes de nova geração, que serão integrados diretamente na estrutura portuária.
A central do Porto representa apenas a primeira etapa de uma concessão de 20 megawatts atribuída à empresa sueca, constituindo o primeiro projeto de dimensão relevante no país. Nos últimos meses, foram já cumpridos passos essenciais, incluindo o pagamento da ligação à rede e a aceitação das condições pela E‑REDES. A entrada em funcionamento está prevista para 2026.
Se bem‑sucedida, esta central poderá demonstrar que a energia das ondas está pronta para deixar o campo experimental e tornar‑se num contributo real para o futuro energético europeu.
Produzido com maçãs biológicas, o vinagre de sidra de maçã da Zumub não é filtrado nem pasteurizado e apresenta 5% de acidez.
A Zumub alargou o seu portefólio de produtos naturais com a introdução de um vinagre de sidra de maçã biológico, produzido a partir de maçãs provenientes de agricultura biológica e submetido a um processo de dupla fermentação. O lançamento insere-se no segmento dos alimentos minimamente processados, recorrendo a métodos de produção de base tradicional.
O vinagre não é pasteurizado nem filtrado, permitindo a conservação da chamada mãe do vinagre, um elemento associado aos processos naturais de fermentação. Esta opção técnica procura preservar as características originais do produto e manter as suas propriedades naturais, resultando num vinagre com um perfil próximo do seu estado original.
Com um teor de acidez de 5%, o vinagre de sidra de maçã biológico da Zumub apresenta um aroma marcado pela maçã e um sabor ácido equilibrado. Pode ser consumido diluído em água ou utilizado na preparação culinária, nomeadamente em saladas, marinadas e molhos.
Diversos estudos têm associado o consumo de vinagre de sidra de maçã a potenciais propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, bem como a um possível contributo para a digestão e para a redução da sensação de inchaço abdominal, dependendo do contexto e dos padrões de consumo.
Disponível em garrafas de 500 mililitros (5,99€) e de um litro (9,98€), o novo vinagre integra a estratégia da Zumub de reforçar a sua oferta de produtos de origem natural, acompanhando a crescente procura por alimentos versáteis e alinhados com hábitos de consumo mais conscientes.
E já sabem: não se esqueçam de colocar o nosso código ECHOBOOMERno site da Zumub para 10% de desconto na encomenda, juntamente com algumas ofertas.
O Bison Bank anunciou a integração da Bison Digital Assets, o desenvolvimento da tokenização de ativos e o lançamento de uma stablecoin bancária em 2026.
O Bison Bank, instituição portuguesa com atividade nas áreas de private banking, gestão de patrimónios, custódia e banca de investimento, revelou um conjunto de decisões estratégicas destinadas a aprofundar a sua aposta na inovação financeira. Entre as medidas anunciadas estão a integração da sua subsidiária de criptoativos, a Bison Digital Assets, na estrutura do banco, o desenvolvimento de soluções de tokenização de ativos do mundo real e a intenção de lançar, em 2026, uma stablecoin própria, a primeira a ser emitida por um banco em Portugal.
O anúncio coincide com o terceiro aniversário da Bison Digital Assets e surge num contexto de adaptação ao novo enquadramento regulatório europeu para os criptoactivos, definido pelo regulamento Markets in Crypto-Assets (MiCA), já transposto para a ordem jurídica nacional. O banco considera que estas iniciativas reforçam a sua proposta de valor junto de uma base de clientes internacional, distribuída por mais de 140 países, e consolidam o seu posicionamento num sector em rápida transformação.
A incorporação da Bison Digital Assets no Bison Bank constitui o eixo central desta reorganização. Com esta operação, os serviços de custódia, transferência e troca de criptoactivos, até agora prestados pela subsidiária, passam a integrar directamente a oferta do banco.
O regulamento MiCA, que estabelece regras harmonizadas para o mercado europeu de criptoativos, foi recentemente acolhido em Portugal através da Lei n.º 69/2025, de 22 de dezembro, encontrando-se na fase final de implementação. Após a conclusão deste processo, o Bison Bank prevê assegurar a transição da licença da Bison Digital Assets para o novo enquadramento legal.
O banco afirma também já dispor das capacidades técnicas e operacionais necessárias para avançar com a tokenização de ativos do mundo real. Este processo consiste na criação de representações digitais de ativos físicos ou financeiros numa blockchain, permitindo que bens como imóveis ou participações em fundos de investimento sejam fracionados em unidades digitais transacionáveis. A tokenização é apresentada como um instrumento capaz de reduzir as barreiras de entrada em investimentos tradicionalmente reservados a grandes investidores, ao mesmo tempo que facilita a captação de liquidez e aumenta a transparência das operações, através do registo descentralizado. Numa fase inicial, o Bison Bank tenciona aplicar esta tecnologia aos setores do imobiliário e dos fundos de investimento.
Outra das iniciativas anunciadas passa pelo desenvolvimento de uma stablecoin própria, com lançamento previsto para 2026. Este ativo digital, indexado a moeda fiduciária, tem como objetivo melhorar a eficiência dos pagamentos internacionais, reduzindo custos e tempos de execução nas transferências transfronteiriças. A instituição considera que este projeto reforça o seu papel pioneiro na adopção de soluções baseadas em tecnologia blockchain para a modernização das infraestruturas de pagamento, mantendo-se alinhada com as exigências regulatórias europeias.
Uma exposição que reúne a vida, obra e legado de um dos maiores nomes da literatura portuguesa.
O Município de Ponte de Lima, em parceria com a Biblioteca Municipal,inaugurou uma mostra expositiva e documental dedicada a Camilo Castelo Branco, integrada no projeto Memórias Literárias. A iniciativa assinala os 200 anos do nascimento do escritor, figura incontornável das letras portuguesas e autor de uma obra tão vasta quanto diversa.
Camilo Castelo Branco, conhecido pelo génio clássico aliado a um temperamento profundamente romântico, deixou uma produção literária que atravessa géneros e épocas, refletindo a complexidade social do seu tempo. As suas narrativas percorrem o Minho, o Douro e Trás‑os‑Montes, revelando personagens de todas as origens e ambientes marcados por forte observação humana e crítica social.
A exposição, patente de janeiro a junho, convida o público a revisitar este universo camiliano, oferecendo uma viagem pela vida e pela escrita de um autor que continua a marcar gerações. Trata‑se de uma oportunidade para redescobrir a herança literária de Camilo Castelo Branco e celebrar o contributo singular que deixou à cultura portuguesa.
A Primor tem aberto cada vez mais lojas em Portugal, portanto uma chegada ao Alegro Setúbal será mesmo uma questão do tempo.
Várias têm sido as movimentações no Alegro Setúbal, tal como temos vindo a contar aqui no Echo Boomer. Do que foi anunciado publicamente no ano passado, só mesmo a loja do Celeiro é que está em falta, pois deveria ter sido inaugurada até ao final de 2025. E estando janeiro a chegar ao fim, também não parece que a abertura esteja tão próxima assim.
Mas há mais novidades, claro. Tal como já contámos, a Primark chegará ao centro comercial até ao final deste ano, indo a ocupar a área onde, durante anos, existiu a Box do Auchan. Ainda nada é visível para quem passa pelo local, pois está tudo a ser feito dentro dos taipais. E não há, por agora, uma data de abertura prevista, até porque este tipo de obras costuma atrasar.
Muito antes, porém, em maio, a NORMAL – aberta desde dezembro de 2023 – irá passar para o piso 0 do Alegro Setúbal, uma vez que irá ocupar o espaço deixado livre pelo O Gato Preto, que desaparece assim do centro comercial. Recorde-se que o Gato Preto passa por várias dificuldades financeiras, tendo decidido encerrar lojas em Espanha para salvar o negócio em Portugal.
Ora, isto significa que o atual espaço da NORMAL, localizado no piso da restauração, ficará vago. E há rumores de que, por ali, irá instalar-se a Primor, que de momento conta apenas com uma loja na Margem Sul, mais especificamente no RioSul Shopping, no Seixal.
O nome Primor tem causado burburinho entre os lojistas do centro comercial e, ainda que nada tenha sido anunciado publicamente, será uma questão de tempo até a marca instalar-se no Alegro Setúbal, dada a expansão que tem vindo a fazer ao longo do país.
Outro rumor que circula é que a loja da Yoyoso, aberta desde agosto de 2018, pode também fechar portas e dar lugar à Primor, mas, para já, os detalhes escasseiam.
Duas unidades móveis de saúde – carrinhas – com cuidados de enfermagem, tratamentos e tecnologia para teleconsultas começam a chegar às populações mais isoladas em fevereiro.
A partir do próximo mês de fevereiro, os cuidados de saúde na região do Médio Tejo vão ganhar uma nova mobilidade. A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo anunciou o lançamento de duas Unidades Móveis de Proximidade, equipadas para levar tratamentos, consultas de enfermagem e telemedicina às populações que vivem em zonas geograficamente mais isoladas, com menor densidade populacional e maiores dificuldades de acesso a serviços de saúde.
O projeto vai abranger sete concelhos da região: Abrantes, Alcanena, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila de Rei. Com esta iniciativa, a ULS Médio Tejo pretende mitigar as barreiras de acesso aos serviços de saúde convencionais, garantindo que os utentes com mobilidade reduzida ou sem transportes públicos frequentes não fiquem sem assistência. Cada unidade móvel conta com um espaço clínico equipado com o material necessário para realizar tratamentos de enfermagem e curativos, tecnologia de suporte para a realização de teleconsultas, e funcionará com um enfermeiro e um assistente operacional. Irão deslocar-se regularmente aos diferentes concelhos, um a dois dias por semana – segundo o comunicado da ULS Médio Tejo, uma viatura irá servir os concelhos de Vila de Rei e Sardoal (segunda e sexta-feira), Mação (quarta-feira) e Abrantes (quinta-feira), enquanto a outra irá percorrer o concelho de Alcanena à terça-feira. Já os concelhos de Tomar e Torres Novas serão abrangidos em dias ajustados às necessidades locais.
Para Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, esta é uma estratégia que coloca o foco no utente: “Estas carrinhas de saúde vão percorrer o Médio Tejo para cuidar das pessoas onde vivem. É um momento marcante, que aproxima a saúde das comunidades“. O responsável sublinha: “Sabemos que estas unidades não substituem o médico de família, mas são uma resposta importante para reforçar a proximidade dos cuidados. Trata-se de uma estratégia definida há dois anos e que agora ganha forma com a chegada das viaturas“.
Este investimento, financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), reforça a rede de cuidados de saúde primários da região, complementando o trabalho realizado nas unidades físicas e assegurando que o Código Postal não seja um obstáculo ao direito à saúde.
Muito prático de usar e com ótima ergonomia, o Kobo Remote existe para que não tenham de largar nem a manta, nem o café, enquanto desfrutam do vosso livro favorito.
Sou uma grande fã da Kobo e, quando se trata de ler livros, o meu Kobo Clara Colour acaba por ser um dos dispositivos a que recorro com mais frequência. A praticidade sempre foi um dos seus maiores trunfos, mas agora a experiência ficou ainda mais interessante com o recente lançamento do Kobo Remote, um comando de virar páginas, em novembro do ano passado.
Não é, de todo, surpreendente que tenha sido um sucesso quase imediato, com o stock quase sempre esgotado desde então. Durante algum tempo, confesso que quis perceber o motivo de tanta euforia, e cheguei mesmo a achar que este comando era o cúmulo do comodismo.
No entanto, tudo mudou quando a Kobo disponibilizou o Kobo Remote para análise. A verdade é que este pequeno acessório acabou por revolucionar, mais depressa do que eu esperava, os meus hábitos de leitura. Hoje, já não consigo usar o eReader sem ter o comando por perto e, ironicamente, é exatamente isso que o torna tão engraçado: é um gadget que eu nem sabia que precisava na minha vida.
Depois de algum tempo de testes, admito que o Kobo Remote torna a leitura ainda mais fluida e confortável, especialmente para quem, como eu, passa horas agarrada ao eReader. E é por isso que faz sentido parar um pouco e perceber o que é que este pequeno comando tem, afinal, de tão especial.
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A caixa onde o comando vem guardado é muito simples: toda em branco, com a fotografia do produto e o nome do mesmo. No meu caso, como recebi a versão em branco, a fotografia era do Kobo Remote branco, mas existe também a versão em preto.
O comando em si é também muito minimalista, com a parte da frente num plástico branco liso e dois botões (o de cima ligeiramente maior que o de baixo, pormenor que ajuda bastante a distinguir entre os dois botões sem ser preciso olhar para eles) no mesmo material plástico liso, mas em cinza claro. Por baixo, em letras da mesma cor, temos a dizer Rakuten Kobo, e na parte de baixo uma pequena ranhura que permite encaixar uma fita de pulso. Na parte superior, temos o botão de emparelhamento Bluetooth, e a parte de trás é toda em cinza claro novamente, com uma tampa removível (em que é preciso uma força quase hercúlea para o fazer) onde está o compartimento da pilha AAA (pilha essa que já vem incluída) e um indicador de luz LED.
Ainda dentro da caixa, para além do comando Kobo, temos também o manual de instruções rápido, que usei para ligar rapidamente o Kobo Remote ao Kobo Clara Colour.
O processo de emparelhamento do Kobo Remote é simples e rápido. Basta ativar o Bluetooth do eReader, no meu caso o Clara Colour, pressionar durante alguns segundos o botão de emparelhamento do comando e selecionar o Kobo Remote na lista de dispositivos disponíveis no eReader. A partir daí, sempre que o Clara Colour é ligado, o comando fica automaticamente conectado, graças à sua funcionalidade inteligente de suspensão e ativação. Isto significa que, ao ligar o eReader, o Kobo Remote entra imediatamente em ação sem ser necessário fazer mais nada.
Nalgumas ocasiões, pode demorar apenas alguns segundos até começar a responder, algo perfeitamente normal. Pontualmente, pode também ocorrer uma desconexão, sendo necessário repetir o processo de emparelhamento. Ainda assim, como tudo é rápido e simples, acaba por não ser um verdadeiro problema no uso diário.
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Ao pegar no comando pela primeira vez, a ergonomia foi imediatamente o que mais me chamou a atenção. A sensação tátil é muito agradável: não é demasiado liso ao ponto de parecer que vai escorregar da mão, mas também não é áspero. As dimensões compactas do Kobo Remote (9,96 cm de comprimento, 3 cm de largura e 2,21 cm de altura) contribuem para que o comando encaixe bem tanto em mãos mais pequenas como em mãos maiores. A forma curva de 20º adapta-se de forma muito natural à mão, fazendo lembrar alguns comandos de televisão que já apostam neste tipo de design ergonómico. O comando fica confortável quase de imediato, com o polegar a pousar automaticamente sobre o botão maior, responsável por avançar as páginas. Logo abaixo, encontra-se o botão para recuar, algo extremamente prático, já que elimina por completo a necessidade de tocar no eReader durante a leitura, seja para avançar ou voltar atrás.
Também o peso reduzido do comando branco, com apenas 36 g, é mais um ponto a favor da sua ergonomia. É tão leve que não cansa a mão, mesmo quando fico a ler horas a fio, o que também faz uma grande diferença para quem lê enquanto caminha na passadeira ou pratica outro tipo de exercício. E foi precisamente a pensar nesse tipo de utilização que instalei a fita de pulso logo ao retirá-lo da caixa. No dia a dia acabo por não a usar tanto, já que costumo ler enquanto estou parada, mas durante as minhas sessões de cardio acaba por se tornar um acessório bastante útil, já que evita que o comando escorregue da mão e acabe no chão.
Durante o tempo em que utilizei o Kobo Remote, algo que me chamou particularmente a atenção foi o facto de o comando continuar a funcionar na perfeição mesmo quando altero o tamanho da letra, algo que faço com bastante frequência ao ajustar o zoom. Independentemente dessas mudanças, o desempenho mantém-se consistente, inclusive em ficheiros em formato PDF ou noutros formatos como o Kepub.
Reparei também que consigo ler durante longas horas de forma confortável, sem que a mão se canse. Mais do que isso, senti que a experiência de leitura se tornou mais imersiva. Aquele duplo toque ocasional no ecrã para virar a página diretamente no Clara Colour (algo que embora não acontecesse com frequência, surgia pontualmente) ficou completamente eliminado com o uso do comando. No fundo, deixei de me preocupar com o sítio exato ou a pressão certa no ecrã: basta um clique simples e a leitura flui sem interrupções.
Por isso, acredito que o Kobo Remote faz, de facto, a diferença para quem tem um Kobo com ligação Bluetooth e passa muito tempo a ler no eReader. Não é um acessório essencial, mas rapidamente se torna difícil de dispensar depois de algum tempo de utilização. A ergonomia, a simplicidade de uso e a forma como se integra de maneira quase invisível na experiência de leitura tornam-no num pequeno gadget com impacto real no dia a dia. Seja para ler no sofá, na cama ou até enquanto se caminha na passadeira, o Kobo Remote acaba por tornar a leitura mais confortável, fluida e, acima de tudo, mais prática.
Apesar de estar constantemente esgotado, o PVP deste Kobo Remote é de 29,99€, um valor perfeitamente ajustado para algo que parece tão simples… mas ao mesmo tempo tão essencial para quem lê.
Consumidores relatam para falhas na instalação, no apoio ao cliente e na faturação.
A DECOlançou um alerta após registar um volume crescente de reclamações dirigidas à DIGI, operadora que tem vindo a ganhar expressão no mercado português. De acordo com a associação, os problemas começam muitas vezes logo na adesão ao serviço, com informações pouco claras sobre a instalação, o que deixa muitos clientes semanas à espera e sem explicações consistentes.
O apoio ao cliente é outro ponto crítico. Os consumidores relatam longos tempos de espera no atendimento telefónico, falta de esclarecimentos nas lojas físicas e ausência de resposta a reclamações formais. A situação agrava‑se nos processos de portabilidade, onde têm sido identificados incumprimentos dos prazos legais, resultando por vezes na interrupção total do serviço. Há ainda relatos de cartões móveis sem acesso à rede durante vários dias. A faturação também tem gerado polémica, sobretudo entre antigos clientes da NOWO que migraram para a DIGI e afirmam ter sido alvo de cobranças duplicadas. Mesmo o cancelamento de contratos tem sido descrito como moroso e pouco transparente.
E face ao aumento das queixas, a DECO apelou à DIGI para reforçar os seus canais de contacto e garantir o cumprimento da legislação. A associação recomenda ainda que todos os consumidores formalizem as reclamações por escrito e guardem a documentação relevante.
Enquanto a marca O Gato Preto vai ficando cada vez mais reduzida, a cadeia dinamarquesa NORMAL ganha força.
Muitas têm sido as novidades no centro comercial Alegro Setúbal. Da chegada de novas lojas, às reaberturas com conceitos atualizados, há efetivamente uma aposta centrada em melhorar a oferta para aqueles que procuram o centro para as suas necessidades.
Em maio do ano passado, por exemplo, o centro comercial passou a contar com novas insígnias e reconfigurações de espaços já existentes. A abertura da Delta Espresso introduziu um novo ponto de paragem para quem procura uma pausa breve, enquanto a Oro Vivo regressou com um conceito renovado e um layout alinhado com a imagem mais recente da marca, ocupando o espaço deixado vago pela Naturloja. Também a New Home Decor voltou a integrar a oferta do centro, com propostas direcionadas para a decoração de interiores.
Em junho, o destaque foi o regresso da loja Quatro Patas, retomando a ligação com o público que valoriza produtos e serviços dedicados aos animais de companhia. Já a Parfois reabriu num novo espaço – basicamente ocupou o antigo lugar da Oro Vivo e da pastelaria Aquarius – agora mais amplo e com maior visibilidade, reunindo toda a coleção da marca. A Tabak, por sua vez, apresentou-se com uma imagem atualizada, mantendo o posicionamento de conveniência que a caracteriza.
Mais recentemente, o Alegro Setúbal passou a contar com uma pop Lpoint, que trouxe uma seleção de marcas internacionais ligadas à moda e ao calçado, incluindo nomes como Fred Perry, Adidas, Vans e Converse, bem como com uma loja da Decenio e um quiosque da Santini. Já a Cidália Cabeleireiros foi relocalizada, com uma nova imagem, tudo porque, no anterior espaço, está a nascer uma loja Celeiro, cuja oferta se centra em produtos saudáveis e refeições ligeiras. E esta loja está atrasada, pois deveria ter sido inaugurada até ao final de 2025.
Mas há mais novidades planeadas para 2026. Por exemplo, estão a funcionar, no estacionamento exterior do centro comercial, os cacifos automáticos da IKEA. Já a loja d’O Gato Preto fechou… para dar lugar a uma loja da NORMAL. Sim, a cadeia dinamarquesa está presente no Alegro Setúbal desde dezembro de 2023, mas vai mudar-se para o piso 0, ocupando o espaço onde, durante muito tempo, existiu a loja d’O Gato Preto, marca que está em sérias dificuldades financeiras, tendo inclusive anunciado o fecho de lojas em Espanha para salvar o negócio em Portugal. Contudo, nem o nosso país escapa à crise da marca.
Em todo o caso, a loja da NORMAL continua a funcionar no Alegro Setúbal como se nada fosse, uma vez que a transição para a nova loja somente está prevista para maio.
O Android 14 TV chega aos modelos da TCL com o chip Pentonic 700, juntamente com várias novidades.
A TCLlançou uma nova atualização para alguns modelos de smart TV equipados com o chip MediaTek Pentonic 700, que as introduzem ao Android 14 TV, juntamente com outras melhorias, com destaque para o suporte para QMS VRR e um sistema de upscaling avançado, designado por Super Resolution.
Embora alguns utilizadores já pudessem instalar manualmente o firmware 590, com este lançamento com distribuição via OTA torna o processo fácil e acessível a todos. Como habitual, o processo é gradual, o que significa que alguns equipamentos recebem a atualização mais cedo do que outros. A TCL também está a atualizar outros modelos que ainda estavam no Android TV 12, garantindo assim uma transição mais ampla para a versão mais recente do sistema operativo. Adicionalmente, a partir deste ano, todos os seus novos televisores chegarão ao mercado já com o Android TV 14 pré-instalado, e importa recordar que o ciclo de versões para televisores é distinto do dos dispositivos móveis, onde o Android 16 há muito está disponível.
Uma das maiores novidades desta atualização é o QMS VRR, uma tecnologia que permite alternar entre diferentes taxas de frames, como os modos 24p (24 FPS) e 60 (60 FPS), sem interrupções. Contudo, a funcionalidade exige a compatibilidade do dispositivo HDMI de origem, e não funciona quando há mudança simultânea entre o SDR e HDR.
Depois da Figueira da Foz e do Seixal, é a vez de Setúbal receber os cacifos de recolha de encomendas da IKEA.
Foi nos primeiros dias de janeiro que a IKEA iniciou em Portugal um novo modelo de recolha de encomendas com a instalação dos seus primeiros cacifos automáticos, num projeto-piloto localizado no RioSul Shopping, no Seixal, e na Figueira da Foz, no Foz Plaza. Pois bem, a iniciativa foi também estendida ao Alegro Setúbal, onde estes cacifos já estão disponíveis, mais especificamente na zona do estacionamento exterior do centro comercial.
Os cacifos funcionam como uma solução de Click & Collect disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, permitindo o levantamento de encomendas realizadas em loja, nos Estúdios de Planificação e Encomenda ou através do site da marca. Após a conclusão da compra, os clientes podem selecionar o cacifo como ponto de recolha. Quando a encomenda está pronta, é enviada uma notificação por SMS com um código PIN que permite o acesso ao compartimento durante um período de 24 horas.
O serviço tem um custo de 9€ por encomenda, sendo gratuito para membros do programaIKEA Family em compras de valor superior a 150€. A solução abrange a grande maioria do portefólio da marca, ficando excluídos apenas artigos de grandes dimensões, como sofás. Está igualmente prevista a possibilidade de assinalar necessidades de mobilidade reduzida no momento da compra, assegurando que a encomenda é colocada num cacifo de acesso facilitado.
Para Naoki Hamaguchi não atualizar o motor de jogo do próximo Final Fantasy VII Remake é “benéfico”.
Com o lançamento de Final Fantasy VII Remake Intergrade nas consolas Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, e com Final Fantasy VII Rebirth prometido a seguir o mesmo caminho ainda este ano, as atenções dos fãs estão concentradas na terceira parte do projeto Remake.
Em entrevista ao portal Gamespot, o diretor do jogo, Naoki Hamaguchi, revelou agora dois detalhes sobre o jogo, ainda que vagos para satisfazer a vontade dos jogadores.
O primeiro diz respeito ao misterioso título desta terceira parte, que Hamaguchi afirma que já está escolhido. O diretor explica que o nome irá continuar com uma convenção meta narrativa, e que durante a Paris Games Week que aconteceu no final de outubro, a equipa estaria dividida entre dois nomes.
“Lembro-me de uma entrevista que fiz na Paris Games Week sobre como nós reduzimos a dois (nomes). Foi da responsabilidade do Sr. Nomura decidir qual seria. E sim, depois de regressarmos da Paris Games Week, ele escolheu um, por isso posso dizer que o título já está fechado.” Afirmou Hamaguchi, ao explicar que foi Tetsuya Nomura a ter a última palavra.
O segundo grande detalhe é a confirmação de que este novo título irá continuar a usar o Unreal Engine 4, usado anteriormente em Final Fantasy VII Remake Intergrade e Final Fantasy VII Rebirth. Com os avanços de desenvolvimento do motor da Epic Games e a normalização do seu uso em jogos de atual e futura geração, muitos jogadores poderiam esperar que o terceiro jogo fosse tirar partido de tecnologias mais recentes, mas tal não irá acontecer. Mas as razões são positivas.
Hamaguchi admite que houve considerações sobre a transferência para a versão mais recente do motor de jogo, mas que acabaram por continuar a desenvolver o jogo no Unreal Engine 4, por considerarem ser mais benéfico. “Temos usado o Unreal Engine 4, mas fizemos muitas modificações para responder às nossas necessidades. É muito mais benéfico ter algo com o qual somos já familiares e temos alterações para responder as nossas necessidades”, afirmou o diretor.
O benefício não se encontra só no desenvolvimento do jogo, mas também na apresentação geral e consistente da trilogia que atualmente já cobre duas gerações, já que Final Fantasy VII Remake foi originalmente lançado na PlayStation 4. Já para os jogadores, isto poderá refletir-se em boas notícias, já que o próximo jogo, que já está confirmado para chegar a PC e consolas, poderá chegar bem otimizado para todas as máquinas.
A nova geração da AirTag mantém o design, mas melhora o desempenho e funcionalidades de privacidade.
A Applerevelou a nova geração do AirTag, que aposta em melhorias internas sem alterar o design exterior. Para os utilizadores, isso significa que todos os acessórios existentes, desde porta chaves a suportes, continuam totalmente compatíveis.
A principal novidade da nova AirTag é o recurso ao chip Ultra Wideband de segunda geração, já presente nos iPhone 17 e nos Apple Watch mais recentes. Graças a este componente, o localizador oferece agora um alcance até 50% superior, permitindo encontrar objetos perdidos com maior rapidez e fiabilidade. Outra melhoria útil é a possibilidade de iniciar a função diretamente a partir do Apple Watch, desde que seja da Series 9 ou Ultra 2.
Para além disso, o som também melhorado com a sua estrutura interna a ser redesenhada que torna o alerta sonoro 50% mais elevado, facilitando a localização do AirTag em malas, mochilas ou espaços apertados. No que toca a software, mantém‑se a integração com a rede da Apple, mas surge a opção de partilhar temporariamente a localização de um objeto com terceiros, que pode ser útil, por exemplo, em casos de bagagem extraviada.
A Apple reforça que toda a comunicação é encriptada e que existem mecanismos contra rastreios abusivos. O preço também desceu, e agora cada AirTag custa agora 35€, enquanto que o pack de quatro fica por 119€.
A intervenção nos azulejos históricos do Palácio Nacional de Sintra prevê restauro da Sala Árabe e da Câmara de D. Afonso VI, com conclusão em 2026.
A Parques de Sintra e a World Monuments Fund – Portugal iniciaram esta segunda-feira, 26 de janeiro, a primeira fase do restauro e conservação dos azulejos do Palácio Nacional de Sintra. O projeto centra-se na preservação de um dos conjuntos de azulejaria mais significativos do património nacional e europeu, apostando em metodologias inovadoras, produção de conhecimento e colaboração com parceiros técnico-científicos.
Com conclusão prevista para julho de 2026, esta fase inicial, com duração aproximada de seis meses, incide sobre o revestimento azulejar da Sala Árabe, incluindo o pavimento e a fonte central, bem como sobre o pavimento azulejar da Câmara de D. Afonso VI. A escolha destes espaços permite trabalhar simultaneamente sobre diferentes cronologias, origens e tipologias de azulejos, criando um laboratório para testar soluções técnicas distintas e estabelecer referências para futuras intervenções no Palácio e em contextos patrimoniais semelhantes.
A iniciativa envolve especialistas nacionais e internacionais em conservação e restauro de azulejos, com o objetivo de definir orientações para intervenções in situ. Esta abordagem pretende gerar conhecimento através da sistematização de metodologias alinhadas com as melhores práticas internacionais e da análise crítica das soluções adotadas, considerando o comportamento real dos materiais.
O projeto integra ainda a colaboração de entidades da sociedade civil e do sistema científico, como o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), responsável por estudos laboratoriais sobre o desempenho futuro dos materiais, incluindo alterações de tonalidade ao longo do tempo. A Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra participa com ações de formação profissional para os alunos, enquanto o Plano Nacional das Artes desenvolve um programa educativo, com atividades abertas ao público e à comunidade escolar do concelho.
Os trabalhos decorrem in situ, permitindo que os visitantes acompanhem o processo, em linha com a política Aberto para Obras da Parques de Sintra, que visa aproximar o público do trabalho especializado necessário à preservação do património.
A segunda fase do projeto, também com duração prevista de seis meses e conclusão estimada para janeiro de 2027, concentrar-se-á na Gruta dos Banhos, abrangendo azulejos, tetos em estuque e arcadas em pedra. O valor adjudicado para a primeira fase foi de 146.719,82€, enquanto a segunda fase está estimada em cerca de 90.000€, sem contar os custos associados à investigação, supervisão científica, formação profissional e comunicação.
O novo modelo da série A da OPPO aposta na autonomia, durabilidade e fluidez a um preço competitivo.
A OPPO lançou o novo A6 Pro 5G, um smartphone orientado para quem procura autonomia, resistência e um desempenho fluido na sua utilização diária. O grande destaque vai para a sua bateria de 6.500 mAh, que promete longas horas de utilização e compatibilidade com o carregamento SUPERVOOC de 80W, permitindo atingir os 100% em cerca de uma hora.
A marca também reforçou a durabilidade do dispositivo com a certificação IP69, que lhe confere resistência contra água e poeiras, bem como resistência a impactos. A sua estrutura em alumínio de alta resistência e o vidro AGC DT‑Star D+ contribuem para uma construção robusta. E apesar da proteção reforçada, o A6 Pro 5G mantém um design fino e leve, com apenas 8mm de espessura.
Vem ainda equipado com um ecrã AMOLED de 120 Hz que promete oferecer excelente fluidez e brilho de até 1.400 nits, para garantir boa visibilidade mesmo sob luz intensa. De fábrica, vem com o ColorOS 15 instalado, baseado no Android 15, e integra o Trinity Engine e o Luminous Rendering Engine, otimizando o seu desempenho e animações.
Com ligação 5G, melhorias de rede através do AI LinkBoost 3.0 e duas cores disponíveis, o OPPO A6 Pro 5G já está disponível no modelo de 8GB de RAM e 256GB de armazenamento interno por 299,99€.
O cinco estrelas Grand Hotel Açores Atlântico encerra temporariamente a piscina e ginásio para criar um SPA que alia sofisticação contemporânea à história do edifício.
O Grand Hotel Açores Atlântico, ícone de cinco estrelas em Ponta Delgada gerido pelo Grupo Bensaude, prepara-se para inaugurar uma nova área de bem-estar que promete transformar a experiência dos seus hóspedes. Localizado no coração da cidade, o futuro SPA surge como um espaço de refúgio e tranquilidade, alinhando-se com a identidade do hotel, que combina sofisticação contemporânea com a história do mais emblemático estabelecimento da cidade.
O projeto foi desenvolvido pelo gabinete Sequeira Dias Arquitectos e integra-se de forma natural na estética existente, inspirando-se na tradição centenária da Insulana de Navegação. A intervenção mantém o espírito naval e o design mid-century que caracterizam o edifício, recorrendo a materiais cuidadosamente selecionados, como madeiras de nogueira e latão escovado, que evocam a maquinaria e o mobiliário clássico dos paquetes Funchal, Ponta Delgada e Angra do Heroísmo. Mármores como o Verde Alpi e o Travertino Navona acrescentam uma dimensão de elegância intemporal aos espaços de tratamento e à piscina interior, onde a combinação de tons oceânicos e detalhes negros cria uma atmosfera de profundidade e serenidade, pensada para uma experiência de imersão total.
Para permitir a realização destas obras, a área de ginásio e a piscina interior do hotel estarão temporariamente encerradas ao público durante cerca de dois meses. Durante este período, a unidade mantém o funcionamento das restantes áreas, garantindo o conforto e a continuidade da estadia dos hóspedes enquanto se prepara para este novo capítulo na sua história.
As versões físicas Grand Theft Auto 6 poderão chegar semanas ou meses depois do lançamento do jogo.
Com as ansiedades em torno do lançamento de Grand Theft Auto 6 a serem uma constante na comunidade de jogos, agora há mais um rumor a levantar dúvidas sobre o estado do jogo. De acordo com o portal polaco PPE.pl, que tem sido fonte de vários rumores de videojogos posteriormente confirmados, as versões físicas de Grand Theft Auto 6 poderão sofrer um atraso, condicionado os jogadores que ainda optam por versões físicas enquanto opção ou por colecionismo.
De acordo com a fonte do site, que afirma tratar da distribuição de videojogos em formato físico na Europa, este atraso de versões físicas do jogo trata-se de uma decisão consciente por parte da Take Two, que não tem planos atuais para o lançamento do jogo nesse formato. Pelo menos durante a sua janela de lançamento.
“Tenho ouvido cada vez mais que a versão física não será lançada em simultâneo com a versão digital para prevenir fugas de informação”, afirma a fonte, dando a entender que o formato físico ainda está em cima da mesa.
A confirmar-se a situação, o lançamento inevitável da versão física é, para já, uma incógnita, podendo surgir semanas ou meses depois do lançamento de Grand Theft Auto 6.
“Estamos a receber informações contraditórias, alguns dizem que a versão física chegará três ou quatro semanas depois do lançamento digital, enquanto outros dizem que isso não acontecerá até ao início de 2027. Devemos ter mais informações a meio de fevereiro,” conclui a fonte.
Apesar de tudo, para já a data de lançamento mais recente de Grand Theft Auto 6, mantém-se a 19 de novembro, em exclusivo nas consolas PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Dragon Ball New Game Project AGE 1000 é o novo jogo da popular franquia, que será protagonizado por uma nova personagem ainda desenhada por Akira Toriyama.
Em 2027 vamos ter um novo jogo de Dragon Ball que contará com um protagonista completamente novo para a série. Parte das celebrações dos 40 anos de Dragon Ball, onde foram anunciadas uma nova saga, a Dragon Ball Super: Galactic Patrol, e uma revisão condensada de Dragon Ball Super: Beerus, a Bandai Namco aproveitou para revelar Dragon Ball New Game Project AGE 1000, que provavelmente irá mudar de nome até ao seu lançamento, marcado para 2027.
Para já, as plataformas não são conhecidas, especulando-se que seja um jogo para PC e consolas. Também não é claro o tipo de jogo que será, se será um novo jogo focado na luta, ou se cairá mais no campo de jogo de aventura, exploração e narrativa.
De acordo com as informações partilhadas pela Bandai Namco, Dragon Ball New Game Project AGE 1000 será uma “expansão” do universo Dragon Ball, que irá introduzir personagens complete novas, com destaque para o seu protagonista, desenhado e criado pelo falecido autor da saga, Akira Toriyama.
A Bandai Namco promete oferecer novos detalhes sobre Dragon Ball New Game Project AGE 1000, ainda este ano, mais precisamente em abril, durante o evento Dragon Ball Games Battle Hour 2026, que acontecerá nos Estados Unidos da América.
A aquisição do centro comercial Alameda Shop & Spot reforça a estratégia do fundo Property Core, oferecendo rendimento estável e potencial de valorização.
O fundo Property Core Real Estate, gerido pela Square Asset Management, concretizou a aquisição do centro comercial Alameda Shop & Spot, localizado junto ao Estádio do Dragão, no Porto, por 51,3 milhões de euros. A operação contou com assessoria exclusiva da CBRE, que mantém o mandato de gestão do centro.
Com mais de 90 lojas, incluindo marcas internacionais como Zara, Massimo Dutti, Fnac e Primor, este é o primeiro ativo deste formato a integrar o portefólio do fundo. Situado na zona das Antas, o Alameda Shop & Spot beneficia de uma envolvente com forte potencial de desenvolvimento, impulsionado por vários projetos residenciais e empresariais previstos, que deverão atrair mais de 7.600 novos residentes e trabalhadores para a área.
O centro comercial dispõe de 38.800 m2 de área bruta locável e apresenta indicadores positivos de vendas e afluência. A aquisição enquadra-se na estratégia do fundo Property Core Real Estate, oferecendo rendimento estável e potencial de valorização ao longo do tempo.